• A crise de estupros cometidos por migrantes na Alemanha já se espalhou por todas as cidades, em todos os 16 estados da federação alemã. A Alemanha se encontra em um círculo vicioso: a maioria dos criminosos nunca é encontrada e os poucos que o são, frequentemente são condenados a penas leves. Somente um em cada 10 estupros é registrado na Alemanha e apenas 8% dos julgamentos dos casos estupro acabam em condenações de acordo com o Ministro da Justiça Heiko Maas.

  • De acordo com o chefe da Associação dos Peritos Criminais André Schulz, pode chegar a 90% o total de crimes sexuais cometidos na Alemanha em 2014 que não aparecem nas estatísticas oficiais.

  • "Há instruções detalhadas, vindas de cima, para não registrar crimes cometidos por refugiados. É inacreditável que, deliberadamente, certos criminosos NÃO estejam sendo indiciados e que as informações estejam sendo classificadas como confidenciais." -- Policial de alta patente em Frankfurt, citado no jornal Bild.

A violência sexual na Alemanha disparou atingindo níveis epidêmicos desde que a Chanceler Angela Merkel permitiu a entrada no país de mais de um milhão de migrantes, na maioria do sexo masculino, oriundos da África, Ásia e Oriente Médio.

A primeira denúncia divulgada pelo Gatestone Institute sobre a crise de estupros cometidos por migrantes na Alemanha foi em setembro de 2015, quando Merkel abriu a fronteira alemã para dezenas de milhares de migrantes retidos na Hungria. Um relatório de acompanhamento foi publicado em março de 2016 na esteira dos ataques em massa contra mulheres alemãs por turbas de imigrantes em Colônia, Hamburgo e outras cidades alemãs.

A crise de estupros cometidos por migrantes na Alemanha já se espalhou por todas as cidades, em todos os 16 estados da federação alemã. A Alemanha está de fato sitiada; espaços públicos estão se tornando cada vez mais perigosos. A polícia tem alertado sobre o potencial colapso da ordem pública neste verão, quando jovens migrantes do sexo masculino verão mulheres vestidas com roupas leves.

Durante o mês de julho de 2016, centenas de mulheres e crianças alemãs foram abusadas sexualmente por migrantes (apêndice abaixo). A vítima mais jovem tinha 9 anos, a mais idosa 79. Os ataques ocorreram em praias, trilhas de bikes, cemitérios, discotecas, mercearias, festivais de música, estacionamentos, playgrounds, escolas, shopping centers, táxis, transportes públicos (ônibus, bondes, trens expressos interurbanos e metrôs), parques públicos, praças públicas, piscinas públicas e banheiros públicos. Os predadores estão à espreita por toda parte; não há segurança em nenhum lugar.

Dezenas de mulheres e crianças têm sido agredidas por migrantes em piscinas públicas e festivais de verão — padrão da vida alemã.

A violência sexual na Alemanha atingiu níveis epidêmicos desde que a Chanceler Angela Merkel permitiu a entrada no país de mais de um milhão de migrantes, na maioria do sexo masculino, oriundos da África, Ásia e Oriente Médio. O governo tem enfrentado uma crescente reação dos eleitores no tocante à política de portas abertas para a migração, incluindo manifestações (à esquerda). Em algumas regiões, as autoridades distribuíram panfletos ilustrativos com o intuito de "educar" os migrantes de que estupro não é aceitável (à direita).

Em julho, no mínimo 24 mulheres foram abusadas sexualmente no festival de música de Breminale em Bremen. As mulheres também foram atacadas em festivais ao ar livre em Aschheim, Balve, Gerolzhofen, Grenzach-Wyhlen Heide, Loßburg, Lütjenburg, Meschede, Poing, Reutlingen, Sinsheim, Wolfhagen e Wolfratshausen.

Ainda em julho, mulheres e crianças também foram abusadas sexualmente em piscinas públicas em Babenhausen, Dachau, Delbrück, Hamm, Hilchenbach, Kirchheim, Lörrach, Marklohe, Mönchengladbach, Mörfelden-Walldorf, Oberursel, Remagen, Rinteln, Schwetzingen e Stuttgart-Vaihingen.

A maioria dos crimes foi subestimada intencionalmente pelas autoridades alemãs, ao que tudo indica, com o intuito de evitar alimentar sentimentos anti-imigratórios. Quase sempre diz-se que os crimes não passam de incidentes isolados (Einzelfälle) e não fazem parte de um problema de alcance nacional. Normalmente informações sobre ataques sexuais só podem ser encontrados em relatórios da polícia local. Estupros às vezes são tratados como casos curiosos locais e cobertos pelos jornais locais ou regionais. Somente os incidentes mais espetaculares de estupro e ataque sexual chegam à imprensa nacional.

Três casos de estupro chegaram à mídia nacional da Alemanha no mês de julho:

  • Em 24 de julho, um migrante de 40 anos da Eritreia estuprou uma idosa de 79 anos de idade em um cemitério em Ibbenbüren. A mulher, que reside em uma casa de repouso local, estava visitando o túmulo de sua irmã às 06h00 quando ocorreu o ataque. O migrante que se encontra na Alemanha como refugiado desde 2013 foi preso em flagrante. Entretanto é improvável que ele seja deportado porque a Eritreia é considerada zona de conflito.
  • Em 14 de julho, veio à tona que uma das mulheres estupradas por "gangues sexuais" (ataques sexuais cometidos por gangues) de muçulmanos em Colônia na Passagem do Ano Novo ficou grávida. Ela não informou o ataque à polícia porque estava envergonhada.
  • Em 3 de julho uma mulher de 24 anos, que foi estuprada por três migrantes em Mannheim, ainda em janeiro, admitiu ter mentido sobre a identidade dos estupradores. Selin Gören, turca-alemã, inicialmente disse que seus agressores eram de nacionalidade alemã, quando na verdade eram migrantes muçulmanos.

Em uma entrevista concedida à revista Der Spiegel, Gören, a porta-voz do movimento Solid, da juventude de esquerda da Alemanha , assinalou que mentiu porque estava com receio de alimentar o racismo contra migrantes. Ela também publicou um post no Facebook a um refugiado fictício:

"Lamento que o seu comportamento machista tenha passado dos limites e possa alimentar o racismo agressivo. Eu vou espernear... Não vou simplesmente aguardar e passivamente ver o que vai acontecer e pode acontecer quando racistas e cidadãos interessados considerarem você o problema. Você não é o problema. Você é normalmente um ser humano maravilhoso que merece, tanto quanto qualquer outro, ser livre e viver em segurança."

Tanto a mídia quanto a polícia alemã espelham fielmente os esforços de Gören em proteger migrantes estupradores. Relatórios da polícia alemã normalmente se referem a criminosos migrantes com eufemismos politicamente corretos como "sulistas" (Südländer), "homens de pele escura" (dunkelhäutig dunklere Gesichtsfarbe, dunklem Hauttyp) ou uma combinação dos dois "cor de pele sulista" (südländische Hautfarbe).

A Alemanha se encontra em um círculo vicioso: a maioria dos criminosos nunca é encontrada e os poucos que o são frequentemente são condenados a penas leves. A maioria jamais será deportada. Somente um em cada 10 estupros é registrado na Alemanha e apenas 8% dos julgamentos dos casos de estupro acabam em condenações, de acordo com o Ministro da justiça Heiko Maas.

Em 7 de julho o parlamento alemão aprovou a implementação de alterações no código penal que irão ampliar a definição de estupro e facilitar a deportação de migrantes que cometem crimes sexuais. Segundo o projeto de lei também conhecido como a lei "Não Quer Dizer Não" ("heißt Nein Nein"), qualquer forma de sexo não consensual agora será considerada e punida como crime. Anteriormente apenas os casos em que as vítimas conseguiam provar que haviam resistido fisicamente aos seus agressores eram puníveis à luz da lei alemã.

As reformas que têm como objetivo tornar mais fácil para as vítimas de ataques sexuais registrarem boletins de ocorrência, provavelmente não acabarão com a epidemia de estupros cometida por migrantes na Alemanha. Isso porque o Sistema Judicial, politicamente correto, da Alemanha é notoriamente brando quando se trata de ações, condenações e deportações de infratores estrangeiros.

Ao mesmo tempo, estatísticas confiáveis sobre crimes sexuais cometidos por migrantes são notoriamente elusivas. As autoridades alemãs vêm sendo recorrentemente acusadas de ocultarem a verdadeira dimensão do problema da criminalidade no país. Por exemplo, mais de 90% dos crimes sexuais cometidos na Alemanha em 2014 não aparecem nas estatísticas oficiais segundo André Schulz chefe da Associação dos Peritos Criminais (Bund Deutscher Kriminalbeamter, BDK).

Em 25 de fevereiro o jornal Die Welt denunciou que autoridades do estado alemão de Hesse estavam suprimindo informações sobre crimes envolvendo migrantes, aparentemente devido à "falta de interesse público".

Em 24 de janeiro, o jornal Die Welt denunciou que a supressão de dados sobre a criminalidade dos migrantes é um "fenômeno que ocorre em toda a Alemanha". De acordo com Rainer Wendt, chefe do Sindicato da Polícia Alemã (Deutschen Polizeigewerkschaft, DPolG ), "todo policial sabe que se espera que ele cumpra uma determinada meta política. É melhor ficar quieto (em relação aos crimes cometidos por migrantes) para evitar problemas."

Em 22 de janeiro, a revista semanal Focus informou que a Agência Federal Antidiscriminação (Antidiskriminierungsstelle des Bundes, ADS) pressionou a polícia do estado do Reno, Norte da Westphalia (NRW) para retirar a referência "grupos criminosos do Norte da África" em um comunicado à imprensa. De acordo com a Focus, a ADS ressaltou: "há o risco das pessoas desses países se tornarem suspeitas como um todo. Nós recomendamos a agência a excluir a referência no tocante à origem norte-africana do comunicado à imprensa." A polícia de NRW posteriormente removeu as palavras ofensivas, porque "não era possível garantir que nossa formulação no comunicado à imprensa não pudesse ser mal interpretada como uma declaração discriminatória." O artigo original da Focus foi retirado da página da Internet da revista.

Em 8 de Janeiro o jornal Bild publicou um artigo intitulado: "A Polícia Está Sendo Proibida de Dizer a Verdade?" O jornal citou um policial de alta patente da polícia em Frankfurt que assinalou:

"Há instruções detalhadas, vindas de cima, para não registrar crimes cometidos por refugiados. Somente solicitações diretas de representantes da mídia em relação a crimes específicos devem ser respondidas. É inacreditável que, deliberadamente, certos criminosos NÃO estejam sendo indiciados e que as informações estejam sendo classificadas como confidenciais (nicht pressefrei)."

Enquanto isso Boris Palmer, o prefeito "progressista" de Tübingen, acredita ter encontrado a solução para o problema de migrantes que estupram mulheres e crianças alemãs em piscinas públicas. Ele quer que migrantes se tornem superintendentes de piscinas. Em um post no Facebook Palmer ressaltou: "nosso município colocou em prática uma bela medida de prevenção e de integração. Nós contratamos um salva-vidas sírio que, por falar árabe e em posição de autoridade, tem condições de informar qual comportamento é permitido e qual não é."

A primeira contratação de Palmer foi um sírio de 24 anos de idade chamado Aiham Shalghin. Em uma entrevista concedida ao diário Schwäbisches Tagblatt, Shalghin retratou os migrantes como vítimas de suas circunstâncias: "muitos refugiados jamais tinham nadado juntamente com mulheres. Na Síria a maioria das piscinas públicas são separadas por gênero. Homens não querem ver mulheres em trajes de banho".

Soeren Kern é colaborador sênior do Gatestone Institute sediado em Nova Iorque. Ele também é colaborador sênior do European Politics do Grupo de Estudios Estratégicos / Strategic Studies Group sediado em Madri. Siga-o no Facebook e no Twitter. Seu primeiro livro Global Fire, estará nas livrarias em 2016.

Apêndice

Estupros e Ataques Sexuais Cometidos por Migrantes na Alemanha, Julho de 2016.

O Gatestone Institute publicou pela primeira vez a epidemia de estupros cometida por migrantes em setembro de 2015 e novamente em março de 2016. O problema já se alastrou para cidades em todos os 16 estados da federação alemã. Abaixo estão alguns casos de julho de 2016:

1º de julho. Um migrante de 25 anos de idade do Paquistão atacou sexualmente uma menina de 15 anos em uma praça pública em Perleberg. Um "tipo sulista" (südländischer Typ) atacou sexualmente uma jovem em Nürnberg. Um homem "de pele escura" (dunkelhäutig) acariciou impositivamente uma menina de 15 anos de idade em Magdeburg. Um migrante de 34 anos baixou as calças exibindo suas partes íntimas aos transeuntes em Oldenburg. Um homem que falava um "alemão macarrônico" atacou sexualmente uma mulher de 20 anos em Ibbenbüren.

1º de julho. A polícia estava à procura de um "homem de aparência sulista" (südländisch aussehende Mann) que agrediu um homem de 73 anos que passeava com o seu cachorro em Sindelfingen. O migrante apareceu por trás do idoso, agarrou sua virilha, exigindo transar com ele. O idoso tentou fugir entrando em seu carro que estava estacionado, o migrante, no entanto, saltou para o banco do passageiro e novamente exigiu sexo. O migrante fugiu quando uma transeunte que caminhava com seus três cachorros se aproximou do carro estacionado. Enquanto isso, um migrante de 32 anos do Afeganistão fotografou duas meninas entre as idades entre 12 e 14 anos que nadavam no Rio Iller em Illertissen. Quando elas saíram do rio o homem lhes ofereceu dinheiro em troca de sexo.

2 de julho. Um migrante de 24 anos da Albânia atacou sexualmente várias mulheres em um trem de subúrbio em Hamburgo. Um homem da "África Negra" de 20 anos de idade (Mann aus Schwarzafrika) tentou violentar uma mulher de 27 anos de idade em um banheiro feminino em Freiburg.

3 de julho. Um homem de "pele escura" (dunkler Teint) atacou sexualmente uma mulher de 44 anos de idade em Kressbronn. Um "sulista" (Südländer) tentou estuprar uma mulher de 21 anos de idade em Meppen. Um homem com "aparência do sudeste europeu" (südosteuropäischem Aussehen) atacou sexualmente uma mulher de 19 anos em Kühlungsborn. Um homem com uma "aparência do sudeste europeu" baixou as calças exibindo suas partes íntimas a uma mulher de 40 anos de idade em uma estação de trens em Mannheim-Lindenhof.

4 de julho. Um "sulista provavelmente de origem turca" (Südländer, vermutlich türkischer Abstammung) atacou sexualmente uma mulher em Nordhorn. A polícia acredita que o criminoso atacou sexualmente outra mulher na mesma região no final de junho. Um migrante de 16 anos do Afeganistão baixou as calças exibindo suas partes íntimas a uma mãe e seu filho em um parque em Chemnitz. O homem foi preso e logo liberado. Um homem de "pele escura" (dunklen Teint) acariciou impositivamente uma mulher em Düsseldorf. Um iraniano de 28 anos assediou sexualmente uma mulher de 18 anos de idade em Sundern.

5 de julho. Um migrante de 27 anos do Paquistão acariciou impositivamente uma mulher de 33 anos em Chemnitz. A mulher, uma policial que estava de folga, segundo consta, ministrou ao homem um "doloroso curso de integração" por desfechar-lhe pontapés na virilha. Depois de ser interrogado pela polícia, ele foi liberado. Outro homem da "África Negra" (Schwarzafrikaner) tentou violentar uma atleta feminina de 37 anos em Dortmund.

6 de julho. Dois imigrantes do Afeganistão foram formalmente acusados de abusar sexualmente de um menino de 14 anos em uma piscina pública em Delbrück. Um candidato a asilo de 22 anos atacou sexualmente duas meninas com idades entre 14 e 15 anos em Ravensburg. Um "homem de aparência árabe" (arabisch aussehenden Mann) atacou sexualmente uma mulher de 20 anos em Heilbronn. Dois migrantes tentaram violentar uma jovem de 25 anos no centro da cidade de Mainz.

7 de julho. Dois homens de "pele escura" (dunkle Hautfarbe) tentaram estuprar uma mulher em Friedrichshafen. Um migrante de 20 anos do Paquistão foi preso por agredir várias mulheres em Kirchheim. Após o interrogatório, ele foi liberado.

8 de julho. Dois migrantes adolescentes do norte da África atacaram sexualmente uma mulher na estação central de trens em Krefeld. Eles foram presos, interrogados e liberados.

9 de julho. Um migrante de 29 anos do Iraque estuprou uma mulher em uma discoteca em Kiel. Um migrante de 16 anos do Afeganistão atacou sexualmente uma menina de 14 anos de idade em um festival de música em Reutlingen. Um migrante de 28 anos do Afeganistão agrediu sexualmente uma mulher em um festival em Lütjenburg. Um migrante de Afeganistão atacou sexualmente várias mulheres em um festival em Wolfratshausen. Dois imigrantes do norte de África atacaram sexualmente duas mulheres na estação central de trens em Duisburg. Um homem de "aparência sulista" (südländisches Aussehen) atacou sexualmente uma menina de 14 anos na estação rodoviária central em Calw. Um homem de "pele escura" (dunklere Hautfarbe) abusou de uma mulher de 19 anos de idade em um festival ao ar livre em Poing. Um homem de "aparencia sulista" (südländisches Aussehen) baixou as calças exibindo suas partes íntimas a um garoto de 16 anos em Xanten. Três homens de "pele escura" (dunklem Teint) atacaram uma mulher de 40 anos de idade em Böblingen.

10 de julho. Um candidato a asilo de 19 anos do Paquistão atacou sexualmente uma menina de 16 anos em uma piscina pública em Mörfelden-Walldorf. Ele foi preso e em seguida libertado. Um migrante de 17 anos de idade atacou sexualmente uma menina de 11 anos em uma piscina pública em Hamm. Um "sulista" ou "africano" (südländisch, afrikanisch) atacou sexualmente uma mulher de 24 anos em uma piscina pública em Babenhausen. Um migrante de 27 anos do Afeganistão atacou sexualmente duas meninas de 13 anos em uma piscina pública em Rinteln. Um adolescente de 16 anos e um homem de 21 atacaram sexualmente uma menina de 13 anos em uma piscina pública em Stuttgart-Vaihingen. Um homem de "pele escura" (dunklen Teint) atacou sexualmente uma mulher de 37 anos em uma piscina pública em Dachau.

10 de julho. Dois migrantes do Irã abusaram sexualmente de três mulheres no centro de Munique. Um candidato a asilo, sírio, de 28 anos baixou as calças exibindo suas partes íntimas a uma mulher de 48 anos de idade em Schweinfurt. Um grupo de migrantes do norte de África assediou várias mulheres no centro da cidade de Flensburg. Quando um transeunte tentou acudi-las, os migrantes usaram um Taser para imobilizá-lo. Dois "estrangeiros" atacaram sexualmente duas mulheres no centro da cidade de Chemnitz. Na sequência do ataque houve uma confusão entre não alemães e alemães, várias pessoas ficaram feridas. A polícia prendeu um migrante de 19 anos da Líbia por agredir uma das mulheres. Após o interrogatório, ele foi posto em liberdade. Um motorista de táxi turco tentou violentar uma passageira 26 anos, que estava inebriada em Heidelberg. Um homem "provavelmente de origem estrangeira" (vermutlich ausländischer Herkunft) tocou libidinosamente em uma jovem em Hammelburg.

11 de julho. Um homem da "África Negra" (Schwarzafrikaner) estuprou uma mulher de 21 anos que estava praticando jogging em um parque público em Chemnitz. Um homem de "aparência sulista" (südländischen Teint) tentou violentar uma mulher em Falkensee. Um homem de "aparência sulista" (südländischen Teint) baixou as calças exibindo suas partes íntimas a uma mulher de 52 anos de idade em uma trilha de bikes em Kleinmachnow. Um homem de "pele escura" (dunkelhäutig) acariciou impositivamente uma idosa de 78 anos em Kempten.

12 de julho. Um migrante de 16 anos do Afeganistão atacou sexualmente de duas mulheres em uma ciclovia em Kelheim. Um "tipo sulista" (Südländischer Typ) baixou as calças exibindo suas partes íntimas a uma mulher de 56 anos de idade em Stolberg. Um migrante de 23 anos da Tunísia e outro de 30 anos do Cazaquistão atacaram várias mulheres em Olsberg. Um homem de "aparência sulista" (südländisches Aussehen) tentou estuprar uma mulher em Göttingen.

13 de julho. Um "fenótipo sulista" de 35 anos (südländischen Phänotyps) tentou estuprar uma mulher de 43 anos em Mücheln. A mulher conseguiu fugir do agressor após usar spray de pimenta em seu rosto. Um homem de "aparência sulista" (südländisches Aussehen) acariciou impositivamente uma menina de 15 anos em Meschede. Um homem de "pele escura" baixou as calças exibindo suas partes íntimas a uma menina de nove anos em Stuttgart. A menina estava tentando atravessar a rua quando o homem dirigiu seu carro até ela pedindo informações. Ao se aproximar do carro, ela notou que o homem não estava usando calças e estava se masturbando. Um "estrangeiro" (Ausländer) atacou sexualmente uma mulher em um ponto de ônibus em Marburg.

14 de julho. Um migrante de 36 anos da Tunísia foi acusado de estuprar uma mulher de 61 anos de idade em Freiberg. A polícia acredita que o homem é responsável por pelo menos três outros ataques sexuais na cidade. Um migrante de 27 anos atacou sexualmente uma mulher de 37 anos de idade em um festival ao ar livre em Wolfhagen. No mesmo festival, um migrante de 25 anos de Argélia atacou sexualmente uma mulher de 34 anos e outro migrante de 19 anos de idade assediou sexualmente várias mulheres. Um homem de "pele escura" (dunkelhäutig) atacou duas mulheres de 18 anos de idade em Friedrichsdorf. Um refugiado menor de idade desacompanhado, de 17 anos, (unbegleitete minderjährige Flüchtlinge) atacou várias meninas entre as idades de 13 e 15 anos em uma estação de trens em Bensheim.

15 de julho. Pelo menos 24 mulheres foram vítimas de violência sexual em um festival de música em Bremen. Os ataques foram parecidos com os ataques chamados de taharrush em Colônia durante a Passagem do Ano Novo. A polícia encontrou apenas cinco dos perpetradores, todos migrantes do Afeganistão. Harald Lührs, investigador chefe de crimes sexuais em Bremen salientou: "nunca vimos ataques massivos dessa natureza em Bremen. Grupos de homens cercando mulheres para estuprá-las, isso nunca aconteceu aqui nessa magnitude. É um problema novo que a polícia terá que enfrentar".

15 de julho. Um candidato a asilo de 22 anos do Paquistão atacou sexualmente uma mulher de 19 anos de idade, em Meppen. Um migrante assediou sexualmente uma menina de 17 anos em um transporte coletivo em Ludwigsburg. Um migrante de 36 anos da Síria tocou libidinosamente em duas mulheres em um supermercado em Rottenburg. Um homem de "pele escura" (dunkler Haut) atacou sexualmente uma mulher de 28 anos em Würzburg. Um migrante assediou sexualmente quatro meninas com idades entre 10 e 11 anos em um trem na Floresta Negra.

16 de julho. Cinco mulheres foram vítimas de violência sexual em um festival ao ar livre em Sinsheim. Um homem da "África Negra" estuprou uma mulher de 21 anos de idade em um festival em Aschheim. Dois norte-africanos tentaram violentar duas mulheres de 18 anos na estação central de trens em Trier. Um migrante de 25 anos de Afeganistão atacou sexualmente uma mulher de 30 anos em Übersee. Um migrante de 17 anos de Afeganistão atacou sexualmente uma mulher de 21 anos de idade em Meppen. A polícia assinala que o migrante já havia atacado sexualmente outras quatro mulheres em Meppen nas últimas semanas. Um sujeito de "pele escura" (dunkle Hautfarbe) baixou as calças exibindo suas partes íntimas a uma mulher de 37 anos em Paderborn. Um grupo de "estrangeiros" atacou sexualmente uma mulher de 27 anos de idade em Jena. Um migrante de 36 anos do Afeganistão atacou uma mulher em Eichstätt.

17 de julho. Dois homens de "aparência árabe" atacaram sexualmente uma mulher de 20 anos em frente a Basílica de Constantino em Trier. Um migrante de 25 anos do Iraque tocou libidinosamente várias vezes em uma mulher de 25 anos de idade em uma discoteca em Landau. Quando um estranho interveio para proteger a mulher, o iraquiano ficou furioso. A mulher acabou ficando com o nariz quebrado. Um homem de "pele escura" (dunkle Haut) tentou violentar uma mulher de 45 anos de idade em uma ciclovia em Rüsselsheim. Um migrante de 38 anos baixou as calças exibindo suas partes íntimas a duas mulheres em um estacionamento em Würzburg. Três migrantes acariciaram impositivamente uma garota de 15 anos em um ônibus em Rostock. Um migrante de 36 anos atacou sexualmente uma mulher de 34 anos de idade em um festival ao ar livre em Wolfhagen.

18 de julho. Três migrantes atacaram sexualmente uma mulher de 25 anos que estava a pé a caminho do trabalho no centro de Saarlouis. Um homem de "pele escura" (dunkelhäutigen Mann) atacou sexualmente uma menina de 15 nos em Grassau. Dois homens de "pele escura" (dunkelhäutigen Männern) atacaram duas meninas entre as idades de 14 e 15 anos na estação central de trens em Gießen. Um candidato a asilo de 25 anos da Síria atacou sexualmente uma menina de 16 anos em Güsten. Um migrante de 17 anos do Afeganistão atacou sexualmente uma menina de 13 anos em uma piscina pública em Hamm. Um migrante de 18 anos do Afeganistão abusou sexualmente de duas meninas com idades entre 13 e 16 anos em uma piscina pública em Oberursel. Um migrante de 18 anos do Afeganistão atacou sexualmente duas crianças, com idades entre 10 e 12 anos em uma piscina pública em Remagen. Um "sujeito do sul" (südländischer Typ) tentou violentar uma menina de 16 anos em Delitzsch. Um "sulista" (südländisch) atacou sexualmente uma mulher de 48 anos que passeava com seu cachorro em Darmstadt.

19 de julho. Cinco imigrantes do Afeganistão e da Eritreia atacaram sexualmente duas mulheres em um festival em Gerolzhofen. Dois candidatos a asilo de 17 anos atacaram sexualmente duas meninas, com idades entre 11 e 13 anos em Triptis. Um homem de "pele escura" (dunkler Hauttyp) baixou as calças exibindo suas partes íntimas a uma adolescente de 17 anos em Weinheim. A polícia publicou uma fotomontagem de um "indivíduo da Síria ou do Líbano" que atacou sexualmente uma mulher no centro da cidade de Dortmund. Três migrantes agrediram três mulheres no centro de Oldenburg. Quando uma das mulheres exigiu que os migrantes as deixassem em paz, um argelino de 23 anos de idade deu um soco na cara dela. Os três homens foram presos e em seguida liberados.

20 de julho. Um grupo de homens com "raízes árabes" (arabischstämmig) atacaram sexualmente cinco meninas com idades entre 10 a 14 anos em uma piscina pública em Kirchheim. Os homens, todos entre 20 e 30 anos, acariciaram impositivamente as meninas arrancando as partes de cima e de baixo de seus biquínis. A Prefeita Angelika Matt-Heidecker, que disse estar "horrorizada" com os ataques, revelou que ela tinha fornecido aos migrantes passe livre permanente para as piscinas. Os cidadãos locais são obrigados a pagar €90 ($100) pelo mesmo passe.

20 de julho. Um homem de "pele escura" (dunkelhäutigen Mann) estuprou uma mulher de 49 anos em Oldenburg. Um homem "provavelmente vindo do exterior" (mutmaßlich aus dem Ausland stammende Mann) tentou atacar uma menina de 17 anos em um ônibus em Bietigheim-Bissingen. A polícia disse que as buscas para encontrar o criminoso ainda não tinham dado "resultado". Três migrantes do Afeganistão atacaram sexualmente pelo menos oito mulheres em uma piscina pública em Mönchengladbach. Um migrante de 52 anos do Afeganistão atacou sexualmente uma menina de 12 anos em uma piscina pública em Marklohe. Um grupo de homens da "África Negra" (Schwarzafrikaner) atacou sexualmente várias mulheres em uma piscina pública em Lörrach.

20 de julho. Um candidato a asilo de 31 anos da Síria foi preso por atacar sexualmente uma menina de 17 anos de idade em Regensburg. Quatro homens de "aparência sulista" (südländischem Aussehen) atacaram uma mulher em Varel. Um homem de "aparência paquistanesa" agrediu sexualmente uma mulher de 23 anos em uma mercearia em Lüneburg. Um migrante de 34 anos do Irã atacou sexualmente uma mulher de 20 anos no metrô de Munique. Um migrante de 44 anos de idade do Sudão abusou sexualmente de três crianças com idades entre 13 e 17 anos em um centro para jovens em Aurich.

21 de julho. Um migrante árabe (arabischen Raum stammende Mann) atacou sexualmente uma menina de 11 anos em uma piscina pública em Hilchenbach. Dois "estrangeiros de pele escura" (Ausländer mit dunkler Hautfarbe) atacaram uma menina de 14 anos de idade em Wolgast. Um homem de "pele escura" (dunkelhäutig) baixou as calças exibindo suas partes íntimas na frente de duas mulheres de 18 anos de idade em Kempten. Um migrante de 26 anos do Iraque também baixou as calças exibindo suas partes íntimas na frente de uma mulher de 64 anos na estação central de trens de Dresden. Dois homens de "aparência sulista" (südländischen Aussehen) atacaram sexualmente uma mulher de 18 anos em um trem em Bestwig. Quando o namorado interveio, os migrantes o atacaram. A confusão se transformou em quebra-quebra onde vidros dos trens foram estilhaçados. Depois que o trem parou, os migrantes fugiram. Eles continuam foragidos.

22 de julho. Um migrante de 52 anos do Afeganistão atacou sexualmente uma menina de 12 anos em uma piscina pública em Marklohe. Um candidato a asilo de 40 anos foi preso por abusar sexualmente de uma menina em uma piscina pública em Grenzach-Wyhlen. Um migrante de 23 anos do Norte da África estuprou uma mulher de 26 anos de idade em Mannheim. A mulher ficou gravemente ferida no ataque. O homem foi acusado de tentativa de assassinato.

23 de julho. Um migrante não identificado estuprou uma menina de 15 anos na estação central de trens de Krefeld. Enquanto viajava no trem de Duisburg, a menina percebeu que um grupo de seis imigrantes não tirava os olhos dela. Ao chegar na sua estação ela entrou um banheiro público. Ao sair um dos migrantes a agarrou e a estuprou enquanto os outros esperavam e observavam. Uma pessoa que passava por lá interveio para salvar a menina. Os criminosos fugiram.

23 de julho. Um migrante de 18 anos da Nigéria estuprou uma mulher de 28 anos em Kassel. Um homem de "pele escura" (dunkler Teint) atacou sexualmente uma mulher de 19 anos de idade em Recklinghausen. Um "homem de pele escura" (dunkelhäutigen Mann) atacou sexualmente uma mulher em Braunschweig. Um grupo de "sulistas" atacou sexualmente pelo menos quatro mulheres em um festival em Meschede.

23 de julho. Um grupo de migrantes abordou uma mulher de 40 anos em frente a prefeitura de Kerpen. Enquanto ela tentava fugir, a turba saiu atrás dela gritando, "nós vamos f***r você, senhora." Depois que a mulher relatou sua experiência no Facebook, alguém começou a monitorar a região em frente à prefeitura e descobriu que muitas transeuntes também foram abordadas. Depois se constatou que grupos de jovens migrantes se reúnem em frente à prefeitura por causa do sinal livre de WiFi. Autoridades municipais assinalaram que haverá sinal gratuito de WiFi em um abrigo de refugiados nas proximidades, na esperança de que os migrantes não se reúnam mais em frente à prefeitura.

Em 24 de julho, um migrante de 40 anos da Eritreia estuprou uma idosa de 79 anos de idade em um cemitério em Ibbenbüren. A mulher que reside em uma casa de repouso local, estava visitando o túmulo de sua irmã às 06h00 quando o ocorreu o ataque. O migrante que se encontra na Alemanha como refugiado desde 2013, foi preso em flagrante.

24 de julho. Um grupo entre cinco e sete migrantes da Albânia atacou sexualmente duas adolescentes em uma praia de Travemünde. Os homens cercaram as meninas, que tinham entre 15 e 16 anos de idade, a fim de separá-las do resto das amigas. Um dos homens arrastou a menina de 16 anos para dentro da água e tentou arrancar a peça inferior de seu biquíni. Todos os homens conseguiram fugir da polícia.

24 de julho. Cinco "homens do Norte da África" (Schwarzafrika stammenden Männern) atacaram sexualmente uma mulher de 18 anos de idade em um festival em Loßburg. Um homem da "África Negra" (Schwarzafrikaner) atacou uma mulher na estação de trens em Maulburg. Dois homens de "pele escura" (dunkler Hautfarbe) atacaram sexualmente pelo menos três mulheres em um festival em Balve.

24 de julho. Um migrante de 23 anos do Afeganistão atacou sexualmente uma menina de 16 anos em uma piscina pública em Schwetzingen. O homem negou ter atacado a menina e a polícia o liberou. Um migrante de 24 anos tocou libidinosamente uma mulher em um bar em Mainz. Ele foi preso depois de atirar garrafas nos carros estacionados em frente ao estabelecimento. Um homem de "pele escura" (dunkelhäutig) baixou as calças exibindo suas partes íntimas na frente de uma mulher de 22 anos em Mönchengladbach-Wickrath. Um "homem de pele escura" (dunkelhäutigen Mann) também baixou as calças exibindo suas partes íntimas a duas mulheres em uma rua no centro de Erlenbach.

25 de julho. A polícia publicou um retrato falado de um "sulista" que tentou violentar uma mulher em Schwarzenbek. Cinco homens de "aparência sulista" (südländischem Erscheinungsbild) baixaram as calças exibindo suas partes íntimas na frente de mulheres e crianças em um lago em Potsdam.

26 de julho. Um sírio de 13 anos de idade e um iraquiano de 15 acariciaram impositivamente uma mulher de 19 anos de idade em parque aquático em Wismar. Dois migrantes da Eritreia atacaram sexualmente uma mulher de 45 anos no centro Gera.

27 de julho. Quatro meninos entre as idades de 11 e 13 anos atacaram sexualmente uma menina de 12 anos em Königsbach-Stein. Os meninos, todos filhos de candidatos a asilo sírios e iraquianos, imobilizaram a menina contra a parede de um edifício e forçaram-na a se submeter a atos sexuais com eles. Segundo a polícia os rapazes são jovens demais para serem responsabilizados pelos seus atos. Assim sendo, assistentes sociais foram instruídos a ajudá-los a "compreender a gravidade de seus atos" por meio de "conversas intensivas" sobre "valores e o que se entende aqui em relação aos papéis de gênero."

27 de julho. Um homem falando um "alemão macarrônico" (gebrochenes Deutsch) atacou sexualmente uma mulher de 36 anos no trem expresso interurbano em Karlsruhe. Ele a acariciou impositivamente repetidas vezes, exigindo que ela mantivesse relações sexuais com ele. Depois que o trem chegou em Karlsruhe, a mulher chamou a polícia, mas o criminoso fugiu antes que ela chegasse.

27 de julho. Um migrante de 19 tentou violentar um voluntário de 24 anos em um abrigo para refugiados em Röhrmoos. Um homem de "pele escura" (dunklen Teint) atacou sexualmente uma mulher de 24 anos de idade em Erfurt. A polícia publicou um retrato falado de um "homem de aparência sulista" (südländischen Aussehens) que baixou as calças exibindo suas partes íntimas na frente de mulheres em transportes públicos em Colônia.

28 de julho. Um grupo de quatro imigrantes do Marrocos assediou uma transeunte na estação central de trens em Düsseldorf. A polícia interveio e os migrantes atacaram os policiais. Os quatro migrantes têm longas fichas criminais. Um deles, com uma ordem de deportação pendente, foi detido. Os três migrantes exigiram que a polícia liberasse seu compatriota: "venham para fora! acabaremos com vocês! golpearemos vocês!"

29 de julho. Um migrante de 29 anos do Norte da África foi acusado de tentativa de estupro e assassinato de uma mulher de 26 anos de idade em Mannheim. Um migrante de 40 anos de idade (ausländischer Mann) atacou duas mulheres em Cloppenburg. Um migrante de 27 anos do Iraque acariciou impositivamente uma adolescente de 17 anos de idade na Alexanderplatz em Berlim.

30 de julho. Seis migrantes sírios adulteraram os drinks de duas mulheres em um festival de música em Heide. As mulheres se sentiram mal com sintomas de tontura e foram levadas a um hospital local. Os migrantes fugiram antes da polícia chegar. Um candidato a asilo de 18 anos do Marrocos atacou sexualmente uma mulher de 22 anos em Hamburgo. Ele foi preso e depois liberado. Ainda que o pedido de asilo do marroquino tivesse sido negado, ele não foi deportado. Ele tinha se tornado um criminoso contumaz, com uma longa lista criminal, incluindo acusações de agressão e roubo.

30 de julho. Um candidato a asilo de 40 anos atacou sexualmente um menino de 11 anos em um supermercado no vilarejo de MGF. O criminoso foi preso em flagrante e em seguida liberado. Três migrantes provenientes do Iraque foram presos por abusarem sexualmente de várias mulheres em uma estação de trens em Berlin-Friedrichshain.

31 de julho. Quatro candidatos a asilo do Paquistão estupraram uma adolescente de 17 anos em Wetzlar. Os homens encharcaram a adolescente com álcool até que ela ficasse bêbada e então se revezaram estuprando-a. Cinco norte-africanos atacaram uma mulher de 26 anos de idade em Rheine.

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