Últimas Análises e Comentários

Donald Trump e a Volta do Antiamericanismo Europeu

por Soeren Kern  •  1 de Dezembro de 2016

  • A desaprovação europeia em relação a Trump vai muito além de um simples descontentamento com o próximo presidente. A condenação revela um profundo desprezo para com os Estados Unidos e pelos eleitores americanos que elegeram democraticamente um candidato comprometido em restabelecer o poder econômico e militar norte-americano.

  • A principal causa da desordem mundial é a falta da liderança americana tanto em casa quanto no exterior. Uma série de decisões irresponsáveis tomadas por Obama com o objetivo de reduzir a influência militar norte-americana no exterior criou um vazio de poder geopolítico que está sendo ocupado por países e ideologias inerentemente hostis aos interesses e valores do Ocidente.

  • Nas últimas sete décadas os Estados Unidos gastaram centenas de milhões de dólares todos os anos para assegurar a segurança alemã, apesar da Alemanha se recusar terminantemente em honrar uma promessa feita à NATO de contribuir com um mínimo de 2% do PIB em gastos para a defesa. Os alemães agora estão ofendidos porque Trump está pedindo que contribuam com a sua cota para a sua própria defesa.

  • Muito embora os tropeços da política externa do presidente Obama tivessem feito com que a Europa ficasse muito menos segura do que há oito anos, as elites europeias têm ignorado os equívocos de Obama porque ele é um "globalista" que, ao que tudo indica, favorece a recriação dos Estados Unidos na imagem europeia. Trump, pelo contrário, é um nacionalista que quer reconstruir os Estados Unidos na imagem americana, não na europeia.

  • É líquido e certo que o antiamericanismo europeu irá crescer nos próximos anos, não por causa de Trump ou de suas políticas, mas porque os "globalistas" parecem estar desesperados para salvar a fracassada União Europeia, uma alternativa não-transparente, que não presta contas, anti-democrática, destituidora da soberania se comparada com o estado-nação.

Na Alemanha a revista Der Spiegel, uma das publicações de maior circulação na Europa, publicou na capa a imagem, após a vitória eleitoral de Donald Trump, de um meteoro gigante na forma da cabeça de Trump avançando contra a terra. A manchete diz: "O Fim do Mundo (Como Nós O Conhecemos)".

O antiamericanismo europeu - que estava em declínio durante a presidência de Barack Obama, que dirigiu os Estados Unidos em um curso priorizando o globalismo em vez do nacionalismo - está de volta e com espírito vingativo.

Os meios de comunicação europeus receberam a vitória eleitoral de Donald Trump com um amargor não observado desde a presidência de George W. Bush, quando o antiamericanismo na Europa estava no auge.

Desde a eleição americana ocorrida em 9 de novembro a televisão, o rádio e a mídia impressa europeia vêm produzido uma avalanche de notícias negativas, editoriais e comentários espumando de raiva no tocante ao resultado da votação.

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Declaração Final de Geert Wilders em seu Julgamento

por Geert Wilders  •  29 de Novembro de 2016

Geert Wilders no tribunal, 23 de novembro de 2016. (imagem: captura de tela de vídeo da NPO Nieuws)

Sr. Presidente, Membros do Tribunal,

Quando decidi hoje me dirigir a vocês fazendo a declaração final neste julgamento contra a liberdade de expressão, muitos reagiram dizendo que seria inútil. Que vocês, o tribunal, já haviam dado o veredicto condenatório há algum tempo. Que tudo indicava que vocês já tinham me condenado. Talvez isso seja verdade. Mesmo assim, aqui estou. Porque eu nunca desisto. E eu tenho uma mensagem para vocês e para a Holanda.

Durante séculos a Holanda foi e continua sendo um símbolo de liberdade.

Quando se diz Holanda, se diz liberdade. E isso também é verdade, principalmente talvez para aqueles que têm uma opinião diferente daquela do establishment, a oposição. E nossa liberdade mais importante é a liberdade de expressão.

Nós holandeses dizemos o que está em nossos corações. E é exatamente isso que faz o nosso país ser grande. A liberdade de expressão é o nosso orgulho.

E é isso, exatamente isso, que está em jogo aqui, hoje.

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Terroristas Islâmicos não são Pobres e Analfabetos, são Ricos e Educados

por Giulio Meotti  •  24 de Novembro de 2016

  • "Quanto mais os jovens estiverem integrados maior a chance deles se radicalizarem. Esta hipótese é sustentada por uma série de evidências". — De um relatório realizado por pesquisadores da Universidade Erasmus em Roterdã.

  • "A proporção de administradores (do Estado Islâmico) e também de combatentes suicidas aumenta com o grau educacional", segundo o relatório do Banco Mundial. "Além disso, aqueles que se propunham se tornar homens-bomba se situavam, em média, no ranking do grupo mais educado".

  • O MI5 da Grã-Bretanha revelou que "dois terços dos suspeitos britânicos têm um perfil de classe média e aqueles que querem se tornar homens-bomba são muitas vezes os mais educados".

  • Os pesquisadores descobriram que "quanto mais ricos forem os países maior a probabilidade deles fornecerem mais recrutas estrangeiros ao grupo terrorista (ISIS)".

  • O Ocidente parece ter dificuldade em aceitar que os terroristas não são movidos pela desigualdade e sim pelo ódio à civilização ocidental e aos valores judaico-cristãos do Ocidente.

  • Para os nazistas a "raça inferior" (judeus) não merecia existir, para os stalinistas os "inimigos do povo" não tinham direito de continuar vivendo, para os islamistas é o próprio Ocidente que não merece existir.

  • Foi o antissemitismo, não a pobreza, que levou a Autoridade Palestina a dar o nome de Abu Daoud, arquiteto do massacre de atletas israelenses nas Olimpíadas de Munique, a uma escola.

Os terroristas parecem ser modelos de integração bem sucedida Mohammed Bouyeri (esquerda), o terrorista marroquino-holandês que em 2004 baleou e matou o cineasta Theo van Gogh (direita) e em seguida o esfaqueou e cortou sua garganta. "Bouyeri era um cara educado, com boas perspectivas de vida", salientou Job Cohen, prefeito do Partido Trabalhista de Amsterdã.

"Há uma convicção preconcebida de que os jovens da Europa que deixam o continente para irem para a Síria são vítimas de uma sociedade que não os aceita e não lhes oferece suficientes oportunidades... Outra convicção preconcebida muito comum em curso na Bélgica é a de que, apesar das pesquisas que refutam isso, a radicalização ainda é muito frequentemente, de forma equivocada, interpretada como um processo resultante da malograda integração... Por esta razão, ouso dizer que quanto mais os jovens estiverem integrados, maior a chance deles se radicalizarem. Esta hipótese é sustentada por uma série de evidências".

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Europa: Vamos Acabar com a Liberdade de Expressão!
Os Países Europeus se Transformaram em Estados Policiais?

por Judith Bergman  •  22 de Novembro de 2016

  • Segundo a revista New Europe, em Leeuwarden, "cerca de vinte opositores dos planos (de estabelecer centros para candidatos a asilo) naquela região receberam visitas de policiais em suas casas". Em outras palavras, a Holanda está adotando a censura de estado, levantando assim a pergunta: a Holanda se tornou um estado policial?

  • Na cidade de Sliedrecht os policiais foram ao escritório de Mark Jongeneel e lhe disseram que ele havia "tuitado além da conta" e que ele deveria "tomar mais cuidado": seus tuítes "podem indicar algo sedicioso. Seu delito? Um deles assinalava: "o colégio de #Sliedrecht apareceu com a proposta de acolher 250 refugiados nos próximos dois anos, mas que péssima ideia!"

  • Em setembro de 2015 o jornal Die Welt reportou que as pessoas que expressam pontos de vista "xenófobos" nas redes sociais, correm o risco de perderem o direito de ver seus próprios filhos.

  • Ao passo que cidadãos europeus comuns correm o risco de serem presos e processados por terem feito comentários "xenófobos". O comissário alemão da UE Günther Oettinger chamou uma delegação de ministros chineses em visita à Alemanha de "olhos puxados" ("Schlitzaugen"). O Presidente da Comissão Europeia Jean-Claude Juncker promoveu Oettinger para ser o responsável pelo orçamento da UE.

  • É óbvio que a lei não é igual para todos. Comissários da UE podem fazer comentários "xenófobos" e serem promovidos, cidadãos europeus no entanto, por exercerem o seu direito à liberdade de expressão, são presos e processados.

Enquanto os cidadãos europeus são presos e processados por exercerem seu direito à liberdade de expressão, um Comissário da UE como Günther Oettinger (esquerda) chama uma delegação de visitantes chineses de "olhos puxados" e ainda é recompensado com uma promoção pelo Presidente da Comissão Europeia Jean-Claude Juncker (direita).

Na Europa, agora os governos é que são os inimigos da hora? Há evidências crescentes de que expressar até mesmo uma opinião que é ligeiramente contrária à política oficial do governo pode acabar levando o indivíduo à prisão ou no mínimo garantir uma visita amigável da polícia kafkiana local. Será que a Europa se tornou de fato um estado policial?

Vários governos europeus estão deixando claro aos seus cidadãos que será considerado crime criticar migrantes ou as políticas migratórias europeias. Aqueles que "passam dos limites" de acordo com as autoridades, estão sendo detidos, julgados e por vezes condenados.

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Programa da Revolução Migratória da Europa

por Yves Mamou  •  21 de Novembro de 2016

  • Entre 2005 e 2014, a Alemanha acolheu mais de 6.000.000 de pessoas.

  • Duas questões essenciais sobre a integração devem ser postas sobre a mesa: 1) O que queremos dos recém-chegados? E 2) O que podemos fazer com aqueles que não aceitam as nossas condições? Na Europa, estas duas questões sobre a integração nunca foram apresentadas a ninguém.

  • Na nova ordem migratória espera-se que a população acolhedora dê espaço aos recém-chegados e suporte o fardo, não do que deveria ser a "integração", mas a aceitação de uma convivência coercitiva.

  • "Não serão concedidos privilégios aos europeus ou aos seus descendentes. Todas as culturas terão a mesma cidadania. Não haverá reconhecimento de uma cultura europeia substancial, útil o bastante para ser preservada." — Socióloga e demógrafa Michèle Tribalat.

  • "É necessário que as pessoas que acolhemos amem a França". — Arcebispo francês Pontier, Le Monde, outubro de 2016.

  • Quando "bons sentimentos" não funcionam, as autoridades frequentemente criminalizam e perseguem os críticos anti-imigração. O político holandês Geert Wilders está no momento sendo julgado por tentar defender seu país dos imigrantes marroquinos, cuja escalada vertiginosa de crimes por eles cometidos está transformando a Holanda.

Milhares de migrantes atravessando a pé ilegalmente a fronteira rumo à Eslovênia na captura de tela de um vídeo do YouTube filmado em outubro de 2015.

Todo mundo já sabe - até mesmo a chanceler alemã Angela Merkel - que ela cometeu um equívoco político ao abrir as portas do seu país para mais de um milhão de migrantes do Oriente Médio, África e Ásia. Em termos políticos foi um triplo equivoco:

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Turquia Transforma a Hagia Sophia em Mesquita

por Robert Jones  •  17 de Novembro de 2016

  • Parece que as cabeças da supremacia islâmica funcionam assim: se você quiser que as igrejas permaneçam igrejas, isso significa que você "fica incomodado com as rezas islâmicas ou com o Alcorão" e você desrespeita e "insulta" o Islã. De acordo com as escrituras islâmicas, aqueles que "insultam" o Islã ou seu Profeta Maomé deverão ser executados.

  • De modo que se alguém quiser sobreviver sob o regime islâmico, é necessário se curvar ao Islã e aceitar o status de inferioridade. Ao que tudo indica não há lugar para diversidade ou coexistência equitativa civilizada entre muçulmanos e não-muçulmanos nas nações islâmicas.

  • "Eu só consigo imaginar uma razão para transformar a Hagia Sophia em mesquita. Um grito do triunfalismo islâmico. Que tremendo equivoco se o for. Os cristãos considerariam isso, e com toda razão, um insulto intencional. A comunidade internacional veria isso como uma rejeição aberta ao seu programa de diversidade. Além disso, acredito que uma medida tão radical, partindo de uma Turquia relativamente secular, irá mostrar ao mundo que, apesar das inúmeras garantias dos muçulmanos moderados do contrário, o Islã contemporâneo é intolerante na sua maneira de ver as coisas, beligerante com respeito aos infiéis e perigosamente hegemonista quanto as suas intenções". − Autor Wesley J. Smith.

  • O Ocidente não protegeu os cristãos de Anatólia durante o genocídio ocorrido entre 1914 e 1923. Pelo jeito o Ocidente também não irá proteger a Europa do que parece ser a atual invasão muçulmana sem derramamento de sangue.

A Hagia Sophia em Istambul foi a maior Catedral do mundo cristão até ser capturada e convertida em mesquita pelos turcos otomanos muçulmanos em 1453. A República Turca transformou a Hagia Sophia em museu em 1935 e o atual governo islamista da Turquia está transformando-a em mesquita. (imagem: Antoine Taveneaux/Wikimedia Commons)

O processo de transformar a histórica igreja depois museu Hagia Sophia de Istambul em mesquita, em andamento há três anos, agora parece estar concluído.

Em 2013, o então vice-primeiro ministro da Turquia Bulent Arinc, enquanto conversava com repórteres, sinalizou que o Museu Hagia Sophia seria usado como mesquita.

"Estamos no momento ao lado da Mesquita Hagia Sophia... estamos em frente a uma triste Hagia Sophia, temos todavia a esperança de vê-la sorrir novamente em breve", salientou Arinc na cerimônia de abertura de um novo Museu do Tapete, localizado junto à antiga Hagia Sophia, segundo reportou o jornal Turco Hurriyet.

O jornal turco pró-governo Sabah publicou uma história em 1º de junho de 2016 com o seguinte título: "Momentos Históricos na Hagia Sophia. A saudade está prestes a acabar!... A Mesquita Hagia Sophia irá testemunhar momentos históricos no mês de Ramadã..."

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Donald Trump dá Força ao Movimento Anti-Establishment da Europa
"O que os Estados Unidos podem fazer, nós também podemos."

por Soeren Kern  •  15 de Novembro de 2016

  • Os Estados Unidos acabam de se libertar do politicamente correto. Os americanos expressaram o desejo de continuarem sendo um povo livre e democrático. Agora é a vez da Europa. Podemos e faremos o mesmo"! — Geert Wilders, parlamentar holandês, Presidente do Partido da Liberdade (PVV), ora sendo julgado na Holanda no tocante à liberdade de expressão.

  • "Ao que tudo indica 2016 será o ano de duas grandes revoluções políticas. Eu achei que o Brexit era algo grande, mas cara, isso parece que vai ser maior ainda" — Nigel Farage, membro do Parlamento Europeu e líder do Partido da Independência do Reino Unido.

  • "A classe política está sendo vilipendiada em grande parte do Ocidente, os institutos de pesquisa de opinião estão falidos e a imprensa ainda não acordou para ver o que está acontecendo no mundo" — Nigel Farage.

  • "Em uma democracia, quando as pessoas se sentem ignoradas e desprezadas, elas encontram um meio de serem ouvidas. Esta votação é a consequência da revolta da classe média contra uma elite dominante que quer enfiar goela abaixo como ela deve pensar." — Laurent Wauquiez, líder do partido de oposição francês Os Republicanos.

Políticos anti-establishment da Europa, como o líder Geert Wilders (esquerda) do Partido da Liberdade da Holanda e o líder Nigel Farage (direita) do Partido de Independência do Reino Unido, enalteceram Donald Trump e esperam que a ascensão de Trump irá influenciar os eleitores europeus a votarem na chapa deles em número recorde.

A vitória eleitoral de Donald Trump caiu como uma bomba no establishment político e midiático da Europa, que teme que a onda de transformação política em andamento nos Estados Unidos dará novas forças aos partidos populistas da Europa.

Políticos anti-establishment, muitos dos quais estão bem colocados segundo sondagens para as próximas eleições europeias, esperam que a ascensão de Trump irá influenciar os eleitores europeus a votarem na chapa deles em número recorde.

Ao tecer comentários sobre a vitória de Trump o legislador holandês Geert Wilders ressaltou: "os Estados Unidos acabam de se libertar do politicamente correto. Os americanos expressaram o desejo de continuarem sendo um povo livre e democrático. Agora é a vez da Europa. Podemos e faremos o mesmo"!

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Programa de Governo de Wilders: Chegou a Hora da Libertação

por Geert Wilders  •  14 de Novembro de 2016

Geert Wilders discursando no Parlamento da Holanda em setembro de 2015. (imagem: captura de tela RTL Nieuws)

Pim Fortuyn, o herói de Roterdã, o homem que sacudiu o país disse certa vez: "não tenha como meta o possível e sim o concebível". Ele queria deixar claro que para nós, holandeses, nada é impossível.

Pim Fortuyn estava certo. Nada é impossível para nós. Nós somos holandeses.

Olhe para o nosso país. Sem a ajuda de ninguém desenvolvemos esta terra única e maravilhosa. Somos o único povo do mundo que vive em um país que, em sua maior parte, foi desenvolvido por nós mesmos. Uma grande conquista.

Não só desenvolvemos nosso próprio país como também exploramos o mundo. Navegamos todos os mares. Fundamos Nova Iorque e descobrimos a Austrália. Às vezes parece que nos esquecemos de tudo isso. Esquecemo-nos do que somos capazes de fazer. Do que somos capazes quando botamos a cabeça para funcionar e nos empenhamos. E quem sabe seja esse o nosso problema. Temos que ousar pensar grande novamente. Porque onde há determinação há um caminho.

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Imperialismo Muçulmano Chega às Nações Unidas

por Denis MacEoin  •  10 de Novembro de 2016

  • A UNESCO juntou forças com o Estado Islâmico. Os fundamentalistas já contam com uma nova arma: resoluções aprovadas pelos subservientes órgãos internacionais.

  • Um atraso anterior, fora a oposição da diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova, haviam despertado esperanças que esta atitude jihadista, bárbara, injusta e francamente de um chauvinismo arrogante poderia ser rejeitada. Mas não foi. Agora uma nova mentira foi sancionada pela maior e mais irresponsável organização do planeta, cuja função é a de preservar lugares consagrados e não de distorcê-los.

  • As mentiras utilizadas pela UNESCO para reescrever a história, apagando todos os vestígios do judaísmo e do cristianismo em favor de uma fantasia extravagante do jihadismo islâmico já estavam em andamento em 2015. A UNESCO, fraudulentamente, renomeou dois milenares lugares bíblicos judaicos: o Túmulo de Raquel e o Túmulo dos Patriarcas como lugares islâmicos. Historicamente, o Islã sequer existia até o século VII.

  • Esta é a história do Islã, como se apodera − tanto por meio da jihad violenta quanto da jihad light (usurpando a história, a migração "Hégira", infiltração política e cultural) e intimidação (jihad light com a ameaça velada da jihad violenta). O mais triste é que muitas vezes, assim como nesta votação, isto é imposto com a cooperação e a submissão voluntária do Ocidente.

  • Antes que as Nações Unidas, com seus blocos de votação autoritários, antidemocráticos, terminem de erradicar a civilização ocidental judaico-cristã, o que ela está claramente tentando fazer, vale dizer que já está mais do que na hora das democracias ocidentais saírem correndo, não simplesmente andando, antes que ela lhes cause ainda mais danos, como certamente promete fazê-lo.

A mais recente resolução da UNESCO de negar qualquer elo dos judeus ao Monte do Templo em Jerusalém, o mais central de todos os lugares sagrados judaicos, não foi a primeira que a organização tentou reescrever e falsificar, uma história que remonta milhares de anos. A UNESCO havia declarado anteriormente o Túmulo dos Patriarcas em Hebron (esquerda) como "Mesquita Ibrahimi" e o Túmulo de Raquel em Belém (direita) como a "Mesquita Bilal ibn Rabah". (imagens: Wikimedia Commons)

No último mês de agosto a UNESCO programou uma votação sobre o status histórico do Monte do Templo em Jerusalém e do adjacente Muro das Lamentações. Naquela época o autor deste artigo afirmou que o plano da UNESCO era negar o elo judaico ao mais importante de todos os lugares sagrados dos judeus, de jogar no lixo uma história que remonta milhares de anos e declarar que tanto o Monte quanto Muro são lugares islâmicos.

O Islã acredita que é eterno e consequentemente precedeu as outras duas grandes religiões monoteístas, o judaísmo e o cristianismo, muito embora tenha emergido para o mundo através de Maomé no século VII d.C, mas com o direito de destronar as duas religiões mais antigas.

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França: Sinos dos Muezins, Não das Igrejas

por Giulio Meotti  •  8 de Novembro de 2016

  • O catolicismo francês está testemunhando um trágico declínio, pego entre a cruz e a espada: o secularismo de estado e o Islã político.

  • O Le Figaro perguntou se o Islã já pode ser considerado a "religião primordial da França".

  • Os países muçulmanos estão financiando de maneira generosa as mesquitas, cobrindo em média 50% do custo total.

  • "Avignon não é mais a cidade dos papas e sim dos salafistas. Eles (extremistas muçulmanos) nos exortam a reescrever a história da França à luz da contribuição da civilização islâmica" — Philippe De Villiers, autor de Os Sinos da Igreja Tocarão Amanhã?

  • A tendência indica que na França há atualmente três jovens muçulmanos praticantes para cada jovem católico praticante.

  • "É possível que o Islã esteja ultrapassando o catolicismo". — Osservatore Romano, diário oficial do Vaticano.

Será que a França irá em breve proibir o toque dos sinos da Catedral de Notre Dame? Isso já aconteceu em Boissettes e nos arredores de Metz, onde os sinos da Igreja de Sainte Ruffine foram obrigados a manter silêncio pelas autoridades. Enquanto isso as chamadas dos muezins à oração islâmica continuam a ser propagadas. (imagem: Wikimedia Commons)

O novo livro de De Villiers está sacudindo a França. Les cloches sonneront-elles encore demain? ("Os Sinos da Igreja Tocarão Amanhã?"), está chocando a nação. França, a "filha mais velha" da Igreja Católica, está se transformando em "a filha mais velha do Islã". "Com arrogância, eles (extremistas muçulmanos) nos exortam a reescrever a história da França à luz da contribuição da civilização islâmica", sustenta De Villiers.

De Villiers destaca que:

"A França tem experimentado muitas adversidades no decorrer de sua história. Mas pela primeira vez ela tem que enfrentar o medo de desaparecer. Na França há dois grupos: uma nova população que transita com orgulho e uma população exaurida, que sequer está ciente das condições necessárias para a sua própria sobrevivência".

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Submissão da Esquerda: Proteção ao Islã, Difamação ao Cristianismo

por Giulio Meotti  •  5 de Novembro de 2016

  • Se um imã protesta veementemente contra algo, a elite de esquerda sempre apoia a falsa acusação de "islamofobia". Se um protesto pacífico é liderado por um bispo católico, a mesma elite invariavelmente a rejeita em nome da "liberdade de expressão".

  • O "Califa" do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, ridicularizado pela revista Charlie Hebdo, desencadeou a autocensura por causa do "discurso de incitamento ao ódio," ao passo que o trabalho de Chris Ofili "A Santa Virgem Maria," na qual a mãe de Jesus é coberta de fezes e imagens de órgãos genitais, foi defendido pelo New York Times como "liberdade de expressão". Isso significa que algumas religiões são mais iguais do que outras?

  • Na noite de Halloween, somente a "Freira Sexy" estará disponível, enquanto o "Califa" Baghdadi poderá estuprar suas escravas sexuais yazidis e cristãs com total impunidade.

Aponte o traje ofensivo − ou a hipocrisia. O portal de vendas online Amazon retirou o traje "Burca Sexy" (à esquerda), depois da inundação de acusações de "islamofobia". No entanto, apesar dos protestos de muitos clientes católicos, a "Freira Sexy" (à direita) continua à venda na Amazon.

Amazon, o maior portal de compras do mundo, vende muitas fantasias de Halloween. Uma das novidades de 2016 é a "Burca Sexy", manto típico obscurantista que os talibãs e o Estado Islâmico impõem às mulheres. Mas a burca sexy, que na Amazon UK, foi lançada a £18,99, não durou muito no portal.

O colosso comercial de Jeff Bezos removeu o item do Website, depois que a Amazon foi inundada com acusações de "racismo" e "islamofobia" por comercializar uma vestimenta islâmica com o rosto branco de uma modelo usando "um artigo de vestuário religioso para fins comerciais". "Vocês são nojentos, minha cultura não é moda feminina", salientaram muitos clientes da fé islâmica. Outros fizeram uso de um tom menos simpático: "sejam vocês quem forem, vocês devem temer Alá. Isto não é brincadeira".

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As Ruas Alemãs Caem no Caos
"Estamos perdendo o controle das ruas"

por Soeren Kern  •  3 de Novembro de 2016

  • Nos seis primeiros meses de 2016 os migrantes cometeram 142.500 crimes, de acordo com o Departamento Federal de Polícia Criminal. Isso equivale a 780 crimes cometidos por migrantes todo santo dia, um salto de cerca de 40% em relação a 2015. Os dados incluem apenas aqueles crimes nos quais o suspeito foi capturado.

  • Milhares de migrantes que entraram no país como "candidatos a asilo" ou "refugiados" estão desaparecidos. Eles são, provavelmente, migrantes econômicos que entraram na Alemanha sob falsos pretextos. Acredita-se que muitos estejam envolvidos em assaltos e violência criminal.

  • A polícia local em muitas regiões do país admite que já atingiu o limite da sua capacidade e não tem mais condições de manter a lei e a ordem.

  • "O tráfico de drogas acontece bem diante dos nossos olhos. Se interviermos, seremos ameaçados, levaremos uma cuspida e seremos insultados. Às vezes alguém ameaça com uma faca. São sempre as mesmas pessoas. São impiedosos, não têm medo de nada e não têm escrúpulos em assaltar idosos". − Um segurança de uma empresa privada.

  • De acordo com Freddi Lohse, do Sindicato da Polícia Alemã de Hamburgo, muitos migrantes criminosos veem a brandura do sistema judicial alemão como uma luz verde para continuar o comportamento delinquente. "Eles estão acostumados a consequências mais drásticas em seus países de origem", ressaltou ele. "Eles não têm nenhum respeito por nós".

  • "Não é possível que criminosos continuem a inchar as fichas dos registros policiais, nos agridam fisicamente, nos insultem, seja o que for, sem que haja nenhuma consequência. Muitos casos são arquivados ou os criminosos são postos em liberdade condicional ou coisas do gênero. Sim, o que está acontecendo hoje em dia nos tribunais é uma piada." — Tania Kambouri, policial alemã.

Polícia alemã posicionada para acabar com uma batalha campal entre grupos de migrantes (imagem: captura de tela da SAT1)

O estupro de uma menina de dez anos em Leipzig, a maior cidade da Saxônia, chamou mais uma vez a atenção para a escalada vertiginosa de crimes violentos cometidos pelos migrantes nas cidades de toda a Alemanha — e até que ponto as autoridades alemãs e os meios de comunicação estão dispostos a não medirem esforços em censurar as informações sobre os autores desses crimes.

Em 27 de outubro às 07h00 a menina estava indo de bicicleta para a escola quando um homem a encurralou, jogou-a ao chão e a estuprou. O suspeito, descrito como um homem de trinta e poucos anos, cabelos curtos, castanhos e uma barba aparada.

A polícia de Leipzig se recusou de forma explícita a informar se o suspeito é migrante, mas implicitamente admitiu que ele é. Eles publicaram um retrato falado do suspeito juntamente com um alerta politicamente correto:

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Crise de Estupros Cometidos por Migrantes na Alemanha
Onde Está a Indignação Pública?

por Soeren Kern  •  2 de Novembro de 2016

  • Apesar do crescimento vertiginoso de vítimas, a maioria desses crimes está sendo minimizada pelas autoridades alemãs e pela imprensa, aparentemente para evitar alimentar sentimentos anti-imigração.

  • "A polícia não está interessada em estigmatizar e sim em educar a população. A impressão de que nós estamos praticando a censura é extremamente chocante no que tange à confiança da população na polícia. Divulgar informações sobre suspeitos também é importante para o desenvolvimento de estratégias de prevenção. Temos que ter a permissão de falar abertamente sobre os problemas do país. Isso inclui falar sobre a exagerada representatividade dos jovens migrantes em nossos registros de criminalidade". — Arnold Plickert, diretor do Sindicato de Polícia GdP, no estado do Reno, Norte da Westphalia.

  • "O Conselho de Imprensa acredita que as redações da Alemanha deveriam, em última análise, tratar seus leitores como se fossem crianças, privando-os de informações relevantes. Acreditamos que isso é um equivoco, porque quando as pessoas percebem que algo está sendo ocultado elas reagem com desconfiança. E esta desconfiança é um perigo". − Tanit Koch, editora-chefe do Bild, o jornal de maior circulação da Alemanha.

  • Em 24 de outubro, um levantamento do YouGov constatou que 68% dos alemães acreditam que a segurança no país se deteriorou nos últimos dois ou três anos. Além disso, 68% dos entrevistados responderam que temem por suas vidas e pelos seus bens em estações de trens e metrôs na Alemanha e que 63% se sentem inseguros em grandes eventos públicos.

Uma multidão enfurecida de manifestantes alemães na cidade de Colônia gritava sem parar contra a polícia, em 9 de janeiro de 2016 "onde vocês estavam na Passagem do Ano Novo?" Referindo-se aos ataques sexuais em massa perpetrados na cidade pelos migrantes na Passagem do Ano Novo, quando mais de 450 mulheres foram sexualmente atacadas em uma única noite.

No norte da cidade alemã de Hamburgo foi concedido a um grupo de adolescentes sérvios a suspensão condicional da execução da pena por terem estuprado coletivamente uma menina de 14 anos de idade, largando-a à própria sorte em temperaturas abaixo de zero.

O juiz ressaltou que, embora "as penas possam parecer leves aos olhos do público", todos os adolescentes confessaram seus atos e pareciam estar arrependidos e já não apresentavam mais perigo à sociedade.

A decisão preferida em 24 de outubro, que na prática permitiu que os estupradores permanecessem em liberdade, provocou um raro momento de indignação pública no tocante ao problema dos crimes sexuais cometidos por migrantes na Alemanha. Uma petição realizada na Internet pedia que os adolescentes cumprissem a pena na prisão, colheu mais de 80.000 assinaturas e os promotores já estão apelando da sentença.

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Conheça os Charlatões Ocidentais que Justificam a Jihad

por Giulio Meotti  •  31 de Outubro de 2016 18:36

  • Por qual razão o filósofo Michel Onfray se tornou tão querido entre os jihadistas franceses que lutam na Síria e no Iraque? O jornalista David Thomson, especialista em movimentos jihadistas, explicou que "Onfray foi traduzido para o árabe e é compartilhado em todos os sites pró-ISIS".

  • Onfray admite que estamos em guerra. Mas esta guerra, para ele, foi iniciada por George W. Bush. Ele "esquece" que 3.000 americanos foram mortos no 11 de setembro de 2001. Se você lembrá-lo que o "ISIS mata inocentes", Onfray responderá: "nós também já matamos inocentes". É a perfeita equivalência moral entre o ISIS e o Ocidente. Bárbaros contra bárbaros! Com esse relativismo moral, Onfray abre as portas para os cruéis assassinos islâmicos.

  • Após o massacre em Paris, o intelectual francês Thomas Piketty, apontou a "desigualdade" como sendo a raiz do sucesso do ISIS. Outro consagrado filósofo alemão, Peter Sloterdijk, ressaltou que os ataques do 11 de setembro foram apenas "pequenos incidentes".

  • Famosos representantes da cultura europeia também abraçaram o sonho de Adolf Hitler. Seus herdeiros agora justificam a jihad como o castigo supremo no tocante às liberdades ocidentais e à democracia.

O filósofo alemão Martin Heidegger (à esquerda) foi um dos muitos intelectuais e artistas europeus que abraçaram o sonho de Adolf Hitler. Hoje, o filósofo francês Michel Onfray (à direita) se tornou o queridinho do grupo jihadista Estado Islâmico, por conta da sua visão segundo a qual, a despeito dos islamistas matarem e massacrarem, não é culpa deles. Ele culpa as vítimas, porque "o Ocidente atacou primeiro".

Após o 11 de setembro de 2001, a nata dos intelectuais europeus imediatamente começou a procurar e encontrar justificativas para a jihad. Eles obviamente estavam fascinados com o fuzil automático Kalashnikov, "a arma dos pobres". Para eles o que se passou em Nova Iorque foi uma quimera, uma ilusão. Hipoteticamente, os assassinatos em massa eram o suicídio da democracia capitalista, e o terrorismo foi a fúria dos desempregados, a arma desesperada de um lumpemproletariado ofendido com a arrogância da globalização ocidental.

Esses intelectuais semearam as sementes do desespero em uma enorme câmara de eco ocidental. Do 11 de setembro até os recentes massacres em solo europeu, os cidadãos ocidentais assassinados são retratados apenas como vítimas colaterais em uma guerra entre "o sistema" e os condenados da terra, que só estão reivindicando um lugar à mesa.

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A Nova Polícia da Sharia na França

por Yves Mamou  •  30 de Outubro de 2016

  • As instituições francesas estão sacrificando uma liberdade pela outra? O princípio da igualdade entre homens e mulheres está sendo sacrificado em nome da liberdade religiosa (Islã) para que ela possa impor seus ditames sobre a sociedade francesa?

  • Caso haja alguém que ainda não percebeu que o código de vestimenta islâmico é o cavalo de Troia da jihad islâmica, vai aprender rapidinho.

  • Já faz anos que os "big brothers" têm obrigado suas mães e irmãs a usarem véus ao saírem de casa. Agora que esta fase está concluída, eles começaram a importunar as mulheres não muçulmanas que usam shortinhos e saias − já não somente nos sensitivos enclaves muçulmanos, as tais "zonas proibidas" dos bairros mais afastados, onde as mulheres já não se atrevem a usar saias − mas agora também no coração das grandes cidades.

  • Ao que tudo indica, muitas pessoas não sabem que no coração de Paris, um muçulmano pode insultar uma mulher por ela beber um refrigerante na rua e que ele é atendido primeiro nas lojas, antes das mulheres.

  • Muitos evidentemente ainda não sabem que o Islã é uma religião e um movimento político em guerra com o Ocidente − com a flagrante intenção de subjugar o Ocidente. O que deve ser respondido à altura. O problema é que toda vez que é respondido à altura, os extremistas muçulmanos se apressam em se proteger sob a égide da liberdade religiosa.

Captura de vídeo da nova polícia da sharia na França. Esquerda: em Toulon, Maude Vallet de 18 anos foi ameaçada e levou uma cuspida de um grupo de meninas muçulmanas em um ônibus em Toulon porque ela estava usando um shortinho. Ela postou uma foto de si mesma no Facebook com os seguintes dizeres: "olá, eu sou uma puta". Direita: em um resort em Garde-Colombe, um marroquino esfaqueou uma mulher e suas três filhas em 19 de julho, ao que tudo indica, porque elas estavam usando roupas chamativas.

O Conselho de Estado, o tribunal de última instância da França, decidiu que, para que haja liberdade de religião, o burquíni não pode ser proibido. A princípio a decisão parecia fazer sentido: por que as pessoas deveriam ser proibidas de usarem o que bem entendessem e quando o assim desejassem? Entretanto, o que não salta aos olhos agora é que o mal virá depois.

Caso haja alguém que ainda não percebeu que o código de vestimenta islâmico é o cavalo de Troia da jihad islâmica, vai aprender rapidinho.

Exemplos de alguns incidentes recentes:

7 de setembro. Guingamp, Bretanha, uma menina de 17 anos usando shortinho foi espancada por um homem que considerava a sua roupa "provocante demais". A despeito do agressor ter fugido, a polícia não tem a menor ideia de quem ele é ou qual seu background, isto já é um presságio do que está por vir.

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