Últimas Análises e Comentários
por Gordon G. Chang • 4 de Novembro de 2024
Em 22 de outubro, a China realizou exercícios de tiro real no Estreito de Taiwan. A atitude belicosa ocorre na esteira da simulação de 13 horas de Taiwan de 14 e 15 de outubro. Nos exercícios Joint Sword-2024B, o Exército de Libertação Popular, utilizou um recorde de 153 aviões e 26 navios, incluindo o Liaoning, um dos três porta-aviões do país. Foto: marinheiros e caças na pista do Porta-aviões Liaoning no Mar Amarelo perto de Qingdao, na província oriental de Shandong na China em 23 de abril de 2019. (Foto: Mark Schiefelbein/AFP via Getty Images)
Em 22 de outubro, a China realizou exercícios de tiro real no Estreito de Taiwan. A atitude belicosa ocorre na esteira da simulação de 13 horas de Taiwan de 14 e 15 de outubro. Nos exercícios Joint Sword-2024B, o Exército de Libertação Popular, utilizou um recorde de 153 aviões e 26 navios, incluindo o Liaoning, um dos três porta-aviões do país. A guarda costeira chinesa também participou do gigantesco exercício, realizando, conforme observou o Economist, uma patrulha "sem precedentes" ao redor da principal ilha de Taiwan. O exercício, segundo a guarda costeira chinesa, foi uma "ação prática para controlar a ilha de Taiwan de acordo com a lei alicerçada no princípio de uma só China". As zonas dos exercícios anunciadas para o Joint Sword-2024B se encontravam apenas a 24 milhas náuticas da costa de Taiwan, mais próximas do que as zonas de exercícios anteriores.
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por Raymond Ibrahim • 26 de Outubro de 2024
Militantes muçulmanos massacraram 16.769 cristãos na Nigéria só nos quatro anos entre 2019 e 2023. Para a grande mídia que para os políticos, cristãos mortos por muçulmanos não têm a menor importância. Foto: a Church of Christ in Nations em Mangu, Nigéria, fotografada em 2 de fevereiro de 2024, após ter sido incendiada por terroristas islâmicos. (Foto: Kola Sulaimon/AFP via Getty Images) (Imagem: iStock)
O "genocídio qualificado" de cristãos na Nigéria, conforme tem sido caracterizado por vários observadores internacionais, está atingindo níveis sem precedentes, de acordo com dois relatórios separados. "Combatendo o mito da indiferença religiosa no terror nigeriano (10/2019 – 9/2023)", um relatório abrangente de 136 páginas publicado pelo Observatório para a Liberdade Religiosa na África em 29 de agosto de 2024, constatou que militantes muçulmanos massacraram 16.769 cristãos só nos quatro anos entre 2019 e 2023. Isso significa 4.192 cristãos mortos em média por ano, ou seja: um cristão assassinado por causa da sua fé a cada duas horas.
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por Bassam Tawil • 22 de Outubro de 2024
Os palestinos têm a mania de festejar nas ruas toda vez que Israel é atacado ou um judeu é assassinado por terroristas., e é difícil, senão impossível, encontrar um funcionário palestino do alto escalão que esteja disposto a condenar as atrocidades e massacres de 7 de outubro contra os israelenses.. Foto: árabes palestinos comemoram o ataque de mísseis balísticos do Irã contra Israel e posam, com o "V da vitória", com um pedaço de um míssil iraniano abatido que eles levaram para a praça da cidade de Dura (perto de Hebron), 1º de outubro de 2024. (Foto: Hazem Bader/AFP via Getty Images)
Os palestinos têm a mania de festejar nas ruas toda vez que Israel é atacado ou um judeu é assassinado por terroristas. As últimas comemorações dos palestinos ocorreram em 1º de outubro de 2024, quando o Irã lançou centenas de mísseis balísticos contra Israel. As comemorações ocorreram não obstante alguns mísseis terem caído em regiões palestinas na Cisjordânia e a única pessoa morta foi, ironicamente, um palestino na cidade de Jericó. Em um vilarejo da Cisjordânia, os palestinos ergueram um monumento com a cauda de um míssil iraniano para festejar o ataque do Irã a Israel. Comemorações do gênero ocorreram na Cisjordânia, na Faixa de Gaza e em muitos países, em abril, quando o Irã lançou seu primeiro ataque direto com mísseis e drones contra Israel. Segundo um relatório do Tehran Times do Irã:
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por Bassam Tawil • 9 de Outubro de 2024
Como os Estados Unidosresponderiam se uma organização terrorista no México lançasse milhares mísseis e drones contra cidades americanas? Os Estados Unidos tolerariam tais ataques por quase um ano? Como a França responderia se suas cidades fossem atacadas por terroristas baseados em países vizinhos? Os franceses pediriam negociações com os terroristas ou exerceriam o seu direito à autodefesa? Foto: uma casa e dois carros em Moreshet, Israel, que foram atingidos por um impacto certeiro de um foguete lançado pelo Hisbolá do Líbano, em 22 de setembro de 2024. Fhoto: Amir Levy/Getty Images)
Uma parcela da mídia internacional está deturpando a recente sequência de combates entre Israel e a organização terrorista Hisbolá, apoiada pelo Irã, como se fosse uma guerra entre Israel e o Líbano. No entanto, não se trata de uma guerra entre Israel e o povo libanês. Trata-se sim, de uma guerra entre Israel e um grupo terrorista fortemente armado que criou um estado dentro de um estado no Líbano e está agindo sob as ordens dos mulás de Teerã para avançar o objetivo deles de destruir a "entidade sionista". Esta guerra teve início há 11 meses pelo Hisbolá em apoio ao grupo terrorista palestino Hamas, outro proxy apoiado pelo Irã, este sediado na Faixa de Gaza.
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por Daniel Greenfield • 6 de Outubro de 2024
Houve 13.844 incidentes de "crimes com facas" na Alemanha em 2023, os quais as autoridades atribuem à existência de facas e não aos perpetradores, que são em sua maioria jovens muçulmanos. Foto: bombeiros limpando o sangue da calçada onde um migrante muçulmano esfaqueou seis pessoas, matando uma, em 31 de maio de 2024 em Mannheim, Alemanha. (Foto: Kirill Kudrayavtsev/AFP via Getty Images)
Depois que um refugiado muçulmano sírio cortou a garganta de algumas pessoas de meia-idade no Festival da Diversidade, o governo alemão anunciou que proibirá facas com mais de três polegadas de comprimento. O terrorista do ISIS estava entre os mais de um milhão de migrantes que invadiram a Alemanha alegando serem "refugiados". O migrante também se encontrava na lista dos muitos que deveriam ser deportados, mas que não foram. Bastava o terrorista muçulmano deixar o alojamento do governo para se evadir da deportação quando as autoridades viessem procurá-lo. E então, quando o migrante árabe muçulmano em idade militar voltasse ao local, a ordem de deportaçãojá teria vencido, portanto, ele não poderia ser deportado. Os refugiados muçulmanos que não foram deportados têm sido um dos maiores fatores de terrorismo, crime e violência na Europa. Assim, o governo alemão está propondo a proibição de facas com mais de três polegadas de comprimento.
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por Bassam Tawil • 22 de Setembro de 2024
Abandonar a fronteira entre a Faixa de Gaza e o Egito permitiria ao Hamas continuar com a prática de décadas de contrabando de armas para o enclave. Também permitiria que Yahya Sinwar, o novo chefe do Hamas, escapasse, e levasse consigo muitos dos reféns com os quais ele, segundo se acredita, estaria se cercando para a sua proteção, através dos túneis para o deserto do Sinai no Egito. Foto: enorme túnel do Hamas entre a Faixa de Gaza e o Egito, sob o Corredor Philadelphi, descoberto pelas forças armadas de Israel em 4 de agosto de 2024. (Foto: FDI)
O grupo terrorista palestino Hamas, apoiado pelo Irã, repetiu a exigência de que Israel se retire completamente da Faixa de Gaza para que se possa chegar a um acordo de cessar-fogo/sequestrados com Israel. O Hamas, em outras palavras, exige que Israel perca a guerra para que o grupo terrorista possa se reagrupar, se rearmar e se preparar para desfechar mais ataques a Israel a exemplo do lançado em 7 de outubro de 2023. Naquele ataque, 1.200 israelenses foram assassinados, muitos foram estuprados, torturados e queimados vivos. Outros 240 israelenses foram sequestrados e arrastados para a Faixa de Gaza, onde 101 ainda estão sendo mantidos como reféns, muitos destes já foram assassinados (para visualizar clique aqui e aqui).
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por Robert Williams • 25 de Agosto de 2024
Ao fazer uso das manifestações em toda a Grã-Bretanha, ora em andamento para reprimir, só de um lado, os direitos básicos, Starmer exacerbou com sucesso o conflito racial, inflamou tensões, criou divisão, penalizou a liberdade de expressão e elegantemente torceu o nariz frente aos legítimos temores da população. Foto: carro em chamas durante distúrbios em Middlesbrough, Inglaterra, em 4 de agosto de 2024. (Foto: Ian Forsyth/Getty Images)
Nem bem passou um mês das eleições e o novo governo do Partido Trabalhista já arrasta a Grã-Bretanha para um grave conflito civil, ao mesmo tempo em que destrói o pouquíssimo que resta das liberdades britânicas, em especial a liberdade de expressão. Em 29 de julho um adolescente, filho de uma família de migrantes ruandeses esfaqueou três meninas até a morte em uma apresentação da Taylor Swift em Southport, uma cidade perto de Liverpool. Os assassinatos desencadearam manifestações e quebra-quebras promovidos por cidadãos britânicos que, ao que tudo indica, já não aguentam mais.
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por Nils A. Haug • 18 de Agosto de 2024
O Irã avança com seu programa de armas nucleares com um objetivo principal em mente: a absoluta erradicação de Israel. O Irã não se sente nem um pouco envergonhado de articular seus objetivos genocidas contra Israel. O recém eleito presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, no início de julho, reafirmou "a dedicação de Teerã de destruir Israel" (Imagem: iStock)
A primordial obrigação de qualquer líder nacional, incluindo o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, é proteger a integridade das fronteiras do país e garantir a segurança de todos os cidadãos. O dever legal, político e moral de Netanyahu é garantir que todos os cidadãos possam viver em paz e serem livres, prósperos e independentes. Esses objetivos de paz, prosperidade e uma pátria segura são precisamente o que os fundadores de Israel buscaram e o que levou a tantas guerras defensivas e sucessivas, iniciadas pelos seus antagonistas.
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por Majid Rafizadeh • 14 de Agosto de 2024
Os principais meios de comunicação do Ocidente estão transbordando de manchetes elogiando Masoud Pezeshkian, o novo presidente supostamente "reformista" do Irã. A palavra "reformista" aparece invariavelmente ao lado do seu nome, destacando assim uma enorme falta de compreensão em relação aos mulás que governam o Irã e o seu teocrático establishment. Foto: Pezeshkian discursa num comício perante apoiadores em Teerã, Irã, em 3 de julho de 2024. (Foto: Hossein Beris/Middle East Images/AFP via Getty Images)
Os principais meios de comunicação do Ocidente estão transbordando de manchetes elogiando Masoud Pezeshkian, o novo presidente supostamente "reformista" do Irã. A palavra "reformista" aparece invariavelmente ao lado do seu nome, destacando assim uma enorme falta de compreensão em relação aos mulás que governam o Irã e o seu teocrático establishment.
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por Robert Williams • 21 de Julho de 2024
Durante meses, Israel refutou alegações difamatórias de fome em Gaza, ao passo que organizações internacionais, em especial a ONU e a UE, o Tribunal Internacional de Justiça e a grande mídia juntamente com ONGs como a Human Rights Watch, promoviam a falsa e maliciosa narrativa de que Israel estava causando fome em Gaza e até mesmo usando-a como uma "arma de guerra". Foto: Uma fila de caminhões em Rafah, Egito, com ajuda, se prepara para entrar na Faixa de Gaza em 23 de março de 2024. (Foto de Ali Moustafa/Getty Images)
Durante meses, Israel refutou alegações difamatórias de fome em Gaza, ao passo que organizações internacionais, em especial a ONU e a UE, o Tribunal Internacional de Justiça e a grande mídia juntamente com ONGs como a Human Rights Watch, promoviam a falsa e maliciosa narrativa de que Israel estava causando fome em Gaza e até mesmo usando-a como uma "arma de guerra". Israel até que poderia ter se poupado no empenho de guerra se fosse assim. Ninguém deu ouvidos. "A fome", afirmou o chefe de política externa da UE, Josep Borrell, "está sendo usada como arma de guerra. Israel está provocando a fome." Suas palavras vieram depois que um órgão afiliado à ONU, a Classificação Integrada da Fase da Segurança Alimentar (ICP), publicou um resumo especial em março, alegando que centenas de milhares de pessoas em Gaza já estavam passando fome e que em julho o contingente passaria de um milhão.
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por Alain Destexhe • 5 de Julho de 2024
Foto: cerca de 90 mil refugiados ruandeses esperam por comida da Cruz Vermelha em 20 de maio de 1994 no campos de refugiados Benako na Tanzânia. (Foto: Alexander Joe/AFP via Getty Images)
Lavagem Cerebral Em 1994, Jean-Claude, um policial Hutu que depois virou "caçador de tutsis," tinha 26 anos na época, ele era um dos 14 policiais na comuna de Nyamata, que fica a uma hora de Kigali, uma das regiões mais afetadas pelo genocídio. Quatro anos antes, a Frente Patriótica de Ruanda tinha atacado a partir de Uganda. O movimento era formado principalmente por tutsis, exilados desde 1959, visto que o regime de Ruanda não queria deixar que eles voltassem ao país.
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por Bassam Tawil • 19 de Junho de 2024
É inacreditável, que a Autoridade Nacional Palestina (ANP) e a Administração Biden, ao que tudo indica, querem que Israel conceda aos palestinos um estado que será governado pelos mesmos assassinos, estupradores e sequestradores que invadiram Israel em 7 de outubro de 2023. Foto: Secretário de Estado dos Estados Unidos Antony Blinken com o Presidente da Autoridade Nacional Palestina Mahmoud Abbas em Ramala em 7 de fevereiro de 2024. (Foto: Mark Schiefelbein/Pool/AFP via Getty Images)
Os que acreditam que a Autoridade Nacional Palestina (ANP) deveria substituir o grupo terrorista Hamas, apoiado pelo Irã na Faixa de Gaza são ingênuos, muito desinformados ou vivem delirando. A ANP pode aparentemente lidar com questões civis na Faixa de Gaza e pagar salários aos funcionários públicos, mas não pode, e jamais poderá, enfrentar diretamente o Hamas. A guerra entre Israel e o Hamas começou há mais de sete meses e parece que os recursos militares da organização terrorista ainda não foram totalmente neutralizados. Poderá, a bem da verdade, levar meses, senão anos, para destruir a infraestrutura militar que, ao longo das últimas duas décadas, Catar, Irã, Hamas e várias outras organizações terroristas construíram na Faixa de Gaza.
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por Robert Williams • 9 de Junho de 2024
A Organização Mundial de Saúde não é eleita, não tem legitimidade democrática, não presta contas a ninguém e não tem mecanismos de controle que restrinjam o seu alcance. Após os terríveis fracassos da OMS durante a Covid-19, a resposta não é dar mais poder à organização, e sim, desvencilhar-se dela por completo. Foto: o diretor geral da OMS Tedros Adhanom Ghebreyesus (esquerda) com o Ministro das Relações Exteriores da China Wang Yi em Pequim em 28 de janeiro de 2020. (Foto: Naohiko Hatta - Pool/Getty Images)
A maioria dos países não teceu nem um debate crítico que catalisasse a grande mídia sobre como a Covid-19 foi abordada. Os governos responsáveis pelo ultrajante papelão da resposta ao vírus não tiveram que prestar contas pelos seus atos. A China comunista, apesar de ter disseminado o vírus no mundo e, de ter deliberadamente mentido sobre a sua transmissibilidade entre pessoas, não sofreu nem uma consequência. Também nada foi feito quanto às duas caras da Organização Mundial de Saúde (OMS), que papagaiou a propaganda sobre o vírus do Partido Comunista Chinês, não obstante ter sido informada, por escrito, logo no início, de que o vírus era altamente transmissível. A OMS, ainda presidida, segundo consta, pelo corrupto (para acessar clique aqui e aqui) Tedros Adhanom Ghebreyesus, acobertado pela China, elogiou repetidamente a China, na verdade, assassinou mais de sete milhões de pessoas ao redor do mundo, incluindo mais de um milhão só nos Estados Unidos.
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por Bassam Tawil • 18 de Maio de 2024
Desde que a Autoridade Nacional Palestina assumiu o controle de Belém em 1995, a população cristã despencou de 65% para apenas os 12% de hoje. Em contrapartida, a população cristã em Israel está em franca ascensão nos últimos anos. A maioria de nós, 180 mil cristãos israelenses, prefere viver em liberdade sob o regime de Israel do que sob o regime de uma Autoridade Islâmica Palestina que controla Belém. Israel nos dá liberdade, enquanto sob os árabes tem sido genocídio para os cristãos por todo o Oriente Médio, disse Shadi Khalloul, um cristão maronita que se considera um "israelense patriota." Foto: policiais da ANP na Manger Square, Belém, em frente à Igreja da Natividade. (Imagem: iStock)
No mesmo dia em que o badalado âncora da tv americana Tucker Carlson entrevistou um pastor de Belém que falsamente acusou Israel de maltratar cristãos, a Universidade de Haifa de Israel anunciou a indicação da professora Mona Maron para o cargo de reitora. Cristã maronita do vilarejo de Isfiya, perto de Haifa, Maron tem sido pioneira na integração e promoção das mulheres no campo das ciências, em particular na comunidade árabe. Ela foi a primeira mulher árabe do seu vilarejo a conquistar um doutorado e se tornar a primeira professora árabe de neurociência de Israel. "É com imensa satisfação pela confiança depositada em mim pelos membros do corpo docente da universidade e com o olhar voltado para o futuro que eu assumo as minhas funções," salientou Maron.
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por Nils A. Haug • 21 de Abril de 2024
Para todas as defensoras do bem-estar das mulheres, em especial na área da violência sexual, a preocupação crucial neste momento deveria ser o terror perpetrado contra pessoas indefesas do sexo feminino, de todas as idades, relacionados aos atos de depravação sexual, tortura e morte perpetrados pelo Hamas em Israel em 7 de outubro. Foto: uma manifestação diante da sede das Nações Unidas em Nova Iorque em 4 de dezembro de 2023, chamada de "#MeToo unless you are a Jew,"( estamos juntos a não ser que você seja judeu), protestando contra o silêncio da ONU em relação à violência sexual perpetrada pelos terroristas do Hamas contra meninas e mulheres israelenses. (Foto: Charly Triballeau/AFP via Getty Images)
Em novembro de 2023, a laureada poetisa do Reino Unido, Carol Ann Duffy, escreveu o poema "We See You," celebrando o triunfo das jogadoras de futebol feminino. O sucesso das mulheres em esportes tradicionalmente masculinos é, com certeza, algo a ser celebrado. Mesmo assim a tarefa da laureada poetisa é, sem a menor sombra de dúvida, de refletir significativas questões contemporâneas que afetam a nação. Duffy, devotada feminista, ativista de gênero e defensora dos oprimidos, ainda não se pronunciou sobre a mais importante questão do momento em relação ao bem-estar das mulheres: a mais horripilante e sistemática violência de gênero perpetrada contra meninas e mulheres inocentes israelenses, muitas estupradas até a morte, abusadas, torturadas, massacradas, que tiveram seus órgãos sexuais retalhados e retirados de seus corpos pelos assassinos do Hamas em 7 de outubro de 2023. Talvez ela ainda possa comentar ou escrever algum poema emotivo, talvez não.
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