• A violência sexual na Alemanha disparou desde que a Chanceler Angela Merkel permitiu a entrada no país de mais de um milhão de migrantes, na maioria do sexo masculino, oriundos da África, Ásia e Oriente Médio. Os crimes estão sendo minimizados pelas autoridades, aparentemente para evitar botar mais lenha na fogueira nos sentimentos anti-imigração.

  • "Assim que eles (migrantes do sexo masculino) veem uma jovem usando uma saia ou uma roupa mais folgada, acreditam que têm passe livre". — Proprietário de um restaurante em um shopping center em Kiel.

  • "Todo policial sabe que se espera que ele cumpra uma determinada meta política. É melhor permanecer em silêncio (em relação a crimes cometidos por migrantes), porque dessa maneira você não pode errar". — Rainer Wendt, chefe do Sindicato da Polícia Alemã.

  • A polícia alerta para a potencial ruptura da ordem pública neste verão, quando as mulheres que vestirem roupas mais leves forem abordadas por jovens migrantes do sexo masculino.

  • Jakob Augstein, conceituado colunista da revista semanal Der Spiegel, ressalta que os alemães que estão preocupados com os crimes cometidos pelos migrantes estejam motivados pelo racismo. A maneira dele ver as coisas lança uma luz na visão de mundo do multiculturalismo alemão: Migrantes que atacam mulheres e crianças alemãs estão simplesmente se rebelando contra as estruturas de poder alemãs. Os alemães que criticam esses ataques são racistas.

  • A polícia de Colônia recebeu mais de 1.000 queixas de mulheres, incluindo 454 registros de ataques sexuais relacionados à Passagem do Ano Novo. A polícia de Hamburgo recebeu queixas de 351 mulheres, incluindo 218 registros de ataques sexuais ocorridos na mesma noite.

Um turba de candidatos a asilo provenientes do Afeganistão atacou três adolescentes do sexo feminino em um shopping center na cidade de Kiel ao norte da Alemanha. O ataque, que se prolongou por mais de duas horas na noite de 25 de fevereiro, espelha as violações em massa contra mulheres alemãs ocorridas na cidade de Colônia na Passagem do Ano Novo, mostra, mais uma vez, que os espaços públicos na Alemanha estão ficando cada vez mais perigosos para mulheres e crianças.

Boletins de ocorrência mostram que a violência sexual na Alemanha disparou desde que a Chanceler Angela Merkel permitiu a entrada no país de mais de um milhão de migrantes, na maioria do sexo masculino, oriundos da África, Ásia e Oriente Médio. Mas os crimes estão sendo minimizados pelas autoridades alemãs, aparentemente para evitar botar mais lenha na fogueira nos sentimentos anti-imigração.

A polícia em Kiel ressalta que o ataque começou em torno das 17h30, quando dois afegãos (com idades de 19 e 26 anos) começaram a assediar e fotografar três meninas (com idades de 15, 16 e 17 anos) em uma praça de alimentação em Sophienhof, um gigantesco shopping center próximo da estação central de trens da cidade.

Após publicar posts das meninas nas redes sociais, mais do que depressa, pelo menos outros 30 migrantes se juntaram aos dois e começaram a molestar coletivamente as meninas em um "jogo de estupro" muçulmano conhecido no idioma árabe como "taharrush" (al-taharrush al-jinsi, em árabe "assédio sexual").

Quando a polícia chegou, os migrantes, em vez de fugirem começaram a agredir os policiais verbal e fisicamente, alguns dos quais ficaram feridos. Foram necessárias duas horas para a polícia restabelecer a ordem. Os dois primeiros criminosos, candidatos a asilo do Afeganistão foram presos, os demais migrantes envolvidos no incidente continuam foragidos.

Em uma entrevista coletiva à imprensa em 27 de fevereiro, o porta-voz da polícia Oliver Pohl revelou que mais mulheres estão se apresentando para reportar casos semelhantes ocorridos em Sophienhof.

O proprietário de um restaurante daquele shopping center ressaltou:

"Grupos de rapazes convergem todas as noites para o shopping Sophienhof. O que eles aprontam por aqui é inaceitável. Assim que eles veem uma jovem usando uma saia ou uma roupa mais folgada, acreditam que têm passe livre. Já está mais do que na hora de fazer com que os migrantes entendam o seguinte: as coisas na Alemanha funcionam de maneira diferente do que em seus países de origem".

Em uma entrevista concedida ao jornal Kieler Nachrichten, o líder local do Partido Liberal Democrata (FDP) Wolfgang Kubicki, expressou consternação frente à deterioração da segurança em Kiel:

"Não é possível que meninas e mulheres, bem como seus pais e maridos, tenham medo de estar em lugares públicos. As pessoas estão se perguntando: se não podemos mais nos sentir seguros em Sophienhof, então onde?

"Os criminosos têm que ser levados à justiça. Não podemos criar a impressão que criminosos ficarão impunes se cometerem ataques desse tipo. ... Fazer vista grossa diante de incidentes dessa natureza é o oposto da integração e, em última análise, leva à criação de sociedades paralelas.

"Isso começa com pequenas coisas. Recorrentemente eu ouço a polícia falar sobre a maneira desrespeitosa que os jovens imigrantes se comportam diante dos policiais. Temos que dar apoio às nossas forças de segurança e reverter a perda de confiança na polícia e no judiciário. Senão corremos o risco dos cidadãos fazerem justiça com as próprias mãos. Eu não quero ver justiceiros tomando conta das nossas ruas".

Kubicki estava se referindo a revelações segundo as quais políticos em Kiel ordenaram à polícia municipal fazer vista grossa diante de muitos dos crimes cometidos pelos migrantes. Um documento vazado para o jornal Bild no final de janeiro revelava que as ordens foram dadas em outubro de 2015, quando mais de 10.000 migrantes ingressavam a cada dia na Alemanha. De acordo com o Bild, as polícias do Reno, Norte da Westphalia e da Baixa Saxônia também foram instruídas a serem tolerantes com migrantes criminosos.

Enquanto isso, estupros e ataques contra mulheres e crianças alemãs por migrantes e refugiados, a polícia não raramente se refere a eles usando eufemismos politicamente corretos como "sulistas" (Südländer), homens de "pele escura" (dunkelhäutig, dunklere Gesichtsfarbe, dunklem Hauttyp) ou uma combinação dos dois: "sulistas de cor" (südländische Hautfarbe), continua a todo vapor (consulte o apêndice abaixo).

Esquerda: pelo menos 30 migrantes do sexo masculino atacaram três meninas (com idades de 15, 16 e 17 anos) no Shopping Center Sophienhof em Kiel, Alemanha, em 25 de fevereiro. Somente dois dos perpetradores foram presos pela polícia. Direita: somente nos primeiros dois meses deste ano, houve dezenas de casos registrados de migrantes que atacaram sexualmente mulheres e crianças em piscinas públicas em toda a Alemanha. Em algumas regiões, as autoridades determinaram a fixação de cartazes com desenhos indicativos, com o propósito de "educar" os migrantes sobre a inadmissibilidade de abusos sexuais.

Estatísticas confiáveis sobre crimes sexuais cometidos por migrantes são notoriamente evasivas. As autoridades alemãs estão sendo acusadas, repetidas vezes, de informar parcialmente o verdadeiro nível da questão criminosa no país. Por exemplo, de acordo com o chefe da Associação dos Peritos Criminais (Bund Deutscher Kriminalbeamter, BDK), André Schulz, pode chegar a 90% o número de crimes sexuais cometidos na Alemanha em 2014 que não aparecem nas estatísticas oficiais.

Em 25 de fevereiro, o jornal Die Welt, denunciou que autoridades do estado alemão de Hesse estavam suprimindo informações sobre crimes envolvendo migrantes, aparentemente devido à "falta de interesse público".

Em 24 de janeiro, Die Welt denunciou que a supressão de dados sobre a criminalidade de migrantes é um "fenômeno que ocorre em toda a Alemanha". De acordo com Rainer Wendt, chefe do Sindicato da Polícia Alemã (Deutschen Polizeigewerkschaft, DPolG), "todo policial sabe que se espera que ele cumpra uma determinada meta política. É melhor permanecer em silêncio (em relação a crimes cometidos por migrantes), porque dessa maneira você não pode errar".

Em 22 de janeiro, a revista semanal Focus denunciou que a Agência Federal Antidiscriminação (Antidiskriminierungsstelle des Bundes, ADS) pressionou a polícia no estado do Reno, Norte da Westphalia (NRW) para retirar a referência "grupos criminosos do Norte da África" em um comunicado à imprensa. De acordo com a Focus, a ADS ressaltou: "corre-se o perigo das pessoas desses países serem colocadas sob suspeição generalizada. Nós incitamos a polícia a suprimir a referência norte-africanos do comunicado à imprensa". Posteriormente a polícia do NRW retirou as palavras que pudessem causar desagrado porque "não seria possível negar que a nossa maneira de expor as coisas no comunicado à imprensa pudesse ser interpretada como uma declaração discriminatória". Curiosamente, desde então o artigo original da Focus foi retirado da página da Internet do periódico.

Alguns comentaristas alemães estão subestimando ou racionalizando o crescimento da violência sexual contra mulheres e crianças. Segundo Jakob Augstein, conceituado colunista da revista semanal Der Spiegel, os alemães que estão preocupados com os crimes cometidos pelos migrantes estejam aparentemente motivados por um racismo arraigado.

Logo depois dos ataques em Colônia na Passagem do Ano Novo, Augstein ridicularizou a ideia segundo a qual migrantes muçulmanos tinham como alvo as mulheres alemãs. Em sua página no Facebook, ele ressaltou:

"Somos tão racistas. Todo mundo estava disposto a acreditar, de imediato, que 1.000 norte-africanos estavam criando problemas. Mil: é um número de conto de fadas. Igualzinho aos três cabelos de ouro do diabo (conto de fadas alemão dos Irmãos Grimm). Ou os sete anões. Ou a décima terceira fada.

"Mil tunisianos que atacaram nossas mulheres. É exatamente isso que precisamos. O estrangeiro com a sua sexualidade ameaçadora, este é o preconceito mais antigo do racismo".

Agora Augstein diz que os abusos sexuais cometidos pelos migrantes são uma forma de rebelião social.

Em sua página no Facebook de 23 de fevereiro, Augstein argumenta que as verdadeiras vítimas de tudo isso são os migrantes, por eles serem os menos favorecidos na hierarquia social alemã. Ele ressaltou:

"As vítimas de Colônia se encontravam em uma situação inferior a dos criminosos somente no instante dos ataques. Aquelas mulheres eram impotentes e indefesas no momento em que foram atacadas e roubadas. Mas antes e depois dos ataques, elas estavam e estão acima dos agressores.

"No caso das vítimas de Clausnitz é diferente (em 18 de fevereiro uma turba anti-imigração tentou bloquear o ingresso de 20 candidatos a asilo na cidade): eles se encontravam em uma situação inferior a dos agressores, antes, durante e depois dos incidentes. Eles sempre se encontram em situação inferior.

"A transgressão da lei em Colônia causou uma breve ruptura na hierarquia consolidada, uma inversão do verdadeiro equilíbrio de forças. A razão é que naquele momento, a relação entre vítima e criminoso foi reduzida a força física. Em todos os outros aspectos, as vítimas em Colônia estão acima dos criminosos: língua, nacionalidade, educação, status social, prosperidade, segurança jurídica, autoconfiança. ...

"Em Clausnitz, o forte subjugou o fraco. Isso faz com que o ataque em Clausnitz seja tão repugnante. E, se quisermos realmente fazer comparações desse tipo, isso confere ao ataque em Clausnitz uma dimensão moral totalmente diferente daquela do ataque em Colônia".

Augstein, cujas opiniões não foram questionadas com seriedade pela grande mídia, lança uma luz na visão invertida de mundo do multiculturalismo alemão: migrantes que atacam mulheres e crianças alemãs estão simplesmente se rebelando contra as estruturas de poder alemãs. Os alemães que ousarem criticar esses ataques são racistas.

Enquanto isso, em 24 de fevereiro, um tribunal de Colônia proferiu a primeira sentença relacionada ao caos ocorrido na cidade na Passagem do Ano Novo, quando mais de mil migrantes atacaram sexualmente centenas de mulheres alemãs em uma praça pública em frente a Catedral de Colônia. Um migrante marroquino de 23 anos de idade foi sentenciado a seis meses de prisão, mas obteve a suspensão condicional da execução da pena, além de ser multado em €100 (US$108) por ter roubado o celular de uma mulher. Até agora ninguém foi indiciado por abuso sexual.

Em uma entrevista concedida ao programa de televisão Kölnische Rundschau, o chefe de polícia de Colônia Jürgen Mathies, admitiu que a maioria daqueles que cometeram os estupros nunca serão levados à justiça. Ele afirmou que os vídeos de segurança são demasiadamente imprecisos para identificar alguém.

A polícia de Colônia afirmou ter recebido mais de 1.000 queixas de mulheres, incluindo 454 registros de ataques sexuais relacionados à Passagem do Ano Novo. A polícia de Hamburgo afirmou ter recebido queixas de 351 mulheres, incluindo 218 registros de ataques sexuais ocorridos na mesma noite.

A polícia já alerta para a potencial ruptura da ordem pública neste verão, quando as mulheres que vestirem roupas mais leves forem abordadas por jovens migrantes do sexo masculino.

Soeren Kern é colaborador sênior do Gatestone Institute sediado em Nova Iorque. Ele também é colaborador sênior do European Politics do Grupo de Estudios Estratégicos / Strategic Studies Group sediado em Madri. Siga-o no Facebook e no Twitter. Seu primeiro livro, Global Fire, estará nas livrarias em 2016.

Apêndice

Estupros e Ataques Sexuais Cometidos por Migrantes na Alemanha, Janeiro/Fevereiro 2016.

O Gatestone Institute publicou pela primeira vez a história da Epidemia de Estupros Perpetrada por Migrantes na Alemanha em setembro de 2015. O problema já se alastrou para cidades em todos os 16 estados da federação alemã. Abaixo estão alguns casos, apenas dos primeiros dois meses de 2016:

1º de janeiro. Mais de mil migrantes abusaram sexualmente de centenas de mulheres alemãs nas cidades de Colônia, Hamburgo e Stuttgart.

4 de janeiro. Um grupo de jovens migrantes atacou sexualmente uma menina com deficiência em Bielefeld.

5 de janeiro. Um migrante afegão tentou estuprar uma menina de 15 anos em Burghausen.

7 de janeiro. Um candidato a asilo de 36 anos foi preso por ter estuprado um menino de 16 anos dentro da prefeitura de Wolfsburg. Um "sulista" (südländisch, arabisch) atacou sexualmente uma menina de 13 anos perto de uma estação de trens em Ellwangen.

8 de janeiro. Um migrante sírio de 17 anos se despiu perante um grupo de mulheres em uma piscina em St. Ingbert.

9 de janeiro. Uma mulher de 48 anos foi estuprada por três migrantes em Dresden. Os criminosos não foram presos. Também em 9 de janeiro, uma mulher de 45 anos foi atacada sexualmente por um homem que "falava árabe" em Gleidingen, uma cidade próxima a Hanover. Um grupo de cinco norte-africanos (argelinos e marroquinos) atacaram sexualmente cinco mulheres em Oldenburg. Dois migrantes norte-africanos (líbios e tunisianos) atacaram sexualmente uma mulher de 31 anos na principal estação de trens de Leipzig. Um migrante tentou estuprar uma mulher de 46 anos em Saarbrücken-Altenkessel.

10 de janeiro. Um grupo de "sulistas" (südländisches Aussehen) atacou sexualmente três meninas em uma piscina pública em Ansbach. Um homem de 21 anos do Oeste da África foi preso por estuprar uma menina de 15 anos em uma estação de trens em Wuppertal. Um migrante sírio de 36 anos atacou sexualmente uma mulher de 20 anos em Bornhöved. A mulher estava lhe mostrando um apartamento anunciado para locação.

11 de janeiro. Um migrante paquistanês de 35 anos violentou uma menina de três anos de idade em um abrigo para refugiados em Kamen. Oito migrantes tentaram estuprar uma mulher em uma mercearia em Ampfing. Ela se defendeu usando spray de pimenta. Um marroquino de 20 anos atacou uma mulher de 24 anos em Frankenberg.

12 de janeiro. Um "sulista" (südländisch aussehenden) estuprou uma menina de 16 anos em Wuppertal. Dois homens que "falavam árabe" atacaram uma mulher de 37 anos em Fröndenberg.

13 de janeiro. Quatro migrantes com aparência de sulistas (südländisch aussehen) tentaram estuprar uma menina de 13 anos em Gelsenkirchen. Três migrantes atacaram sexualmente uma mulher de 31 anos em Oldenburg. Um migrante tentou estuprar uma mulher em uma estação de trens em Altötting. Ela se defendeu usando spray de pimenta. Três "sulistas" (südländischer oder arabischer Herkunft) atacaram uma mulher em Bad Münstereifel.

14 de janeiro. Três migrantes com cor de pele de sulista (südländische Hautfarbe) atacaram sexualmente uma mulher de 47 anos na cidade da Baviera de Dingolfing. Três "sulistas" (Südländer) atacaram uma mulher de 22 anos em um trem em Bremerhaven.

15 de janeiro. Um migrante de 36 anos violentou uma menina de oito anos de idade em um parque público em Hilden perto de Solingen. Um migrante de 31 anos da Tunísia foi detido pela tentativa de estuprar uma mulher de 30 anos em Chemnitz. Um migrante de 31 anos do Marrocos compareceu a um tribunal por estuprar uma mulher também de 31 anos em Dresden. Um migrante abusou sexualmente de uma mulher de 42 anos em Mainz. Um migrante de cor escura (dunkleren Teint) abusou sexualmente de uma mulher de 32 anos em Münchfeld. Um migrante africano abusou sexualmente de uma mulher de 55 anos em Mannheim.

Também em 15 de janeiro, todos os migrantes do sexo masculino acima de 18 anos foram banidos das piscinas públicas em Bornheim perto de Bonn, depois que usuárias desses estabelecimentos foram atacadas. A medida foi tachada de racista pelos veículos de mídia alemã.

16 de janeiro. Um migrante da Síria abusou sexualmente de uma menina de 12 anos em Mudersbach. Um migrante de 36 anos atacou sexualmente uma menina de oito anos de idade em Mettmann. Um migrante de 36 anos atacou uma menina de 8 anos em Hilden. Um migrante de 19 anos do Afeganistão abusou sexualmente de quatro meninas com idades entre 11 e 13 anos em uma piscina coberta em Dresden. O migrante foi detido, mas em seguida foi liberado. Um migrante marroquino de 25 anos atacou duas mulheres em uma mercearia em Zeithain.

17 de janeiro. Três "sulistas" (Südländer) tentaram estuprar uma jovem em Kiel. Dois migrantes (19 e 38 anos) atacaram sexualmente uma mulher de 21 anos em um restaurante na principal estação de trens de Nuremberg. Um migrante afegão de 19 anos atacou quatro meninas (com idades entre 11 e 13 anos) em uma piscina pública em Dresden. Migrantes invadiram vestiários femininos de uma piscina em Burghausen. Dois "sulistas" (dunklen/südländischen Typ) tentaram estuprar uma mulher de 42 anos em uma farmácia em Altötting.

18 de janeiro. Um migrante sírio de 43 anos atacou uma idosa de 63 anos em Wetzlar. A polícia assinala que o homem também atacou duas outras mulheres (com idades de 62 e 74 anos) em Wetzlar.

19 de janeiro. Um migrante eritreu de 17 anos tentou estuprar uma mulher de 18 anos em um estacionamento em Bad Oldesloe. Após a intervenção da polícia, o homem deu uma cabeçada em um policial, que teve que ser hospitalizado.

20 de janeiro. Migrantes invadiram vestiários e chuveiros femininos de duas piscinas públicas em Leipzig.

21 de janeiro. Um homem de "pele negra" (schwarz glänzende Hautfarbe) tentou estuprar uma menina de 13 anos em Langenfeld. Dois migrantes atacaram uma mulher de 18 anos em Dingolfing.

22 de janeiro. Um migrante de aparência sulista (südländisches Äußeres) tentou estuprar uma menina de 16 anos no distrito de Feuerbach de Stuttgart, e no centro da cidade de Stuttgart quatro homens com "aparência de árabes" (arabisches Aussehen) atacaram sexualmente uma mulher de 23 anos. Migrantes molestaram mulheres em piscinas públicas em Zwickau.

23 de janeiro. Migrantes atacaram sexualmente duas meninas de 11 anos em uma piscina pública em Wilhelmshaven. Dois candidatos a asilo do Afeganistão atacaram duas adolescentes de 17 anos em uma piscina pública em Straubing. Três migrantes de 16 anos do Afeganistão e da Síria atacaram duas meninas de 13 anos em uma piscina pública em Hachenburg.

Também em 23 de janeiro, um migrante de 35 anos atacou sexualmente uma mulher na toalete de um trem em Düsseldorf. Um migrante sírio de 22 anos tirou a roupa em um trem em Hanover. Um candidato sírio a asilo de 18 anos estuprou uma adolescente de 17 anos em Straubing. Dois homens não identificados atacaram sexualmente uma mulher de 18 anos em Wiesbaden.

24 de janeiro. Dois homens que falavam "alemão macarrônico" tentaram estuprar uma mulher de 25 anos em Lehrte quando ela caminhava da estação de trens para casa. Os homens avançaram com uma faca em cima da mulher e mandaram-na "abrir as pernas".

25 de janeiro. Um migrante de 30 anos do "Norte da África" (nordafrikanischem Erscheinungsbild) se despiu na frente de uma mulher de 19 anos em um ônibus urbano em Marburg, repetindo a cena para os transeuntes na principal estação de trens.

26 de janeiro. Um migrante de 35 anos tentou estuprar uma jovem em Bochum. Duas mulheres que passavam pelo local interferiram e chamaram a polícia.

27 de janeiro. Dois "sulistas" (dunklem Teint) atacaram sexualmente uma menina de 15 anos em um ponto de ônibus em Überlingen. Um candidato a asilo de 21 anos atacou uma mulher de 18 anos em um vestiário feminino em uma academia de ginástica em Lahr.

28 de janeiro. Um migrante do Sudão abusou sexualmente de uma policial em Hanover quando ela tentava prendê-lo por roubo. Dois "refugiados menores de idade" (minderjährige Flüchtlinge) atacaram sexualmente uma menina de 12 anos em um abrigo para menores em Düsseldorf. Mais tarde veio à tona que um dos criminosos era um migrante de 22 anos do Irã que alegava ter 16 anos para que pudesse ter acesso ao abrigo. Um migrante afegão de 17 anos atacou uma menina de 14 anos em Frankenberg. Um "sulista" (Südländer) atacou sexualmente uma mulher de 18 anos em Backnang.

31 de janeiro. Um alemão de 30 anos, originário do Turcomenistão, estuprou uma menina de sete anos de idade em Kiel. O homem raptou a menina em um playground de uma escola às 11h00, levou-a ao seu apartamento e depois de violentá-la, deixou-a ir embora. Posteriormente veio à tona que o homem já tinha sido acusado de violentar uma menina de cinco anos em outro jardim de infância também em Kiel em 18 de janeiro, mas os promotores públicos não deram sequência ao caso por falta de provas.

Também em 31 de janeiro, quatro migrantes não identificados (ausländischem Aussehen) atacaram sexualmente uma adolescente de 17 anos em Vilshofen. Um homem não identificado de "pele escura" (dunkelhäutig) atacou uma mulher em Villingen. Dois migrantes norte-africanos atacaram sexualmente duas meninas de 15 anos em Salzgitter.

1º de fevereiro. Um candidato a asilo de 40 anos da Síria beijou um menino de 7 anos em um ponto de ônibus em Gaildorf.

2 de fevereiro. Dois homens de "pele escura" (dunklere Gesichtsfarbe) atacaram uma mulher de 31 anos, grávida de nove meses, no estacionamento de um supermercado em Schweinfurt. Um migrante de 26 anos, que fazia uso de identidades falsas, atacou três mulheres em um trem em Berlim. Dois homens de "pele escura" (dunklem Hauttyp) atacaram uma menina de 14 anos em um ônibus escolar em Eslohe.

3 de fevereiro. Três migrantes afegãos atacaram sexualmente duas meninas de 14 anos da França em uma piscina pública em Munique. Um migrante de 16 anos atacou uma menina de 16 anos em uma piscina em Heidenheim. Um migrante líbio de 18 anos tentou estuprar uma mulher de 25 anos em Leipzig. Um "homem de aparência sulista" (südländisch aussehend) se despiu na frente de passageiros de um trem regional em Harburgo.

4 de fevereiro. Um migrante de 29 anos da Nigéria estuprou uma mulher de 21 anos em uma festa de carnaval em Schloß Holte-Stukenbrock. Um candidato a asilo de 25 anos da Síria atacou duas mulheres na mesma festa. Mais de 20 mulheres foram atacaram sexualmente em festas de carnaval em Colônia. Um migrante sírio atacou sexualmente uma mulher de 49 anos após uma festa de carnaval em Bad Reichenhall. Um migrante de 29 anos atacou uma mulher após uma festa de carnaval em Dinslaken.

Também em 4 de fevereiro, um migrante africano (Schwarzafrikaner) atacou uma mulher em um supermercado em Lörrach. Quando os policiais chegaram o homem os atacou, eles precisaram pedir reforços para imobilizá-lo. Os policiais não tiveram condições de descobrir a identidade dele, ele estava de posse de uma identidade falsificada. Um migrante eritreu que atacou duas mulheres em Zeithain foi liberado depois que o juiz deliberou que o homem estava embriagado quando cometeu os crimes. Um "sulista" (Südländer) atacou uma jovem em Elsfleth.

5 de fevereiro. Grupos de migrantes norte-africanos atacaram mulheres em festas de carnaval no centro da cidade de Colônia. Dois migrantes atacaram sexualmente uma menina de 16 anos em Straubing. Um migrante atacou uma mulher de 19 anos em Villingen-Schwenningen. Dois homens de "aparência árabe" (arabisch aussehend) atacaram uma menina de 13 anos em Klietz.

6 de fevereiro. Um grupo de 30 migrantes tentaram estuprar uma mulher de 18 anos em Mühldorf am Inn, uma cidade da Baviera. Três migrantes afegãos foram presos por atacaram sexualmente várias mulheres em uma festa de carnaval em Laufenburg. Um migrante iraquiano de 28 anos atacou uma mulher após uma festa de carnaval em Bocholt. Um migrante de 24 anos atacou duas meninas de 15 anos em uma festa de carnaval em Badorf. Um migrante jordaniano de 48 anos atacou uma menina de 16 anos em um desfile de carnaval em Frankfurt. "Cinco ou seis" migrantes atacaram uma mulher de 25 anos após as festas de carnaval na cidade de Colônia. Vários "estrangeiros" (Ausländer) atacaram "inúmeras" mulheres em uma festa de carnaval em Konstanz.

Também em 6 de fevereiro, um "sulista" (südländisches Aussehen) atacou sexualmente um homem de 19 anos em Ravensburg. Quatro "sulistas" (südländisches Aussehen) atacaram e roubaram duas meninas (de 13 e 14 anos de idade) perto da principal estação de trens de Bochum. Um migrante (dunklen Teint) atacou uma mulher em Friedrichstadt. Cinco migrantes atacaram sexualmente uma menina de 11 anos em uma piscina pública em Celle.

7 de fevereiro. Um migrante argelino de 24 anos atacou duas adolescentes em uma festa de carnaval em Rietberg. Três homens de "aparência árabe" (arabisches Aussehen) atacaram sexualmente várias mulheres em uma festa de carnaval em Mainz. Dois "homens de pele escura" (dunkelhäutige Männer) atacaram sexualmente uma mulher de 31 anos em uma festa de carnaval em Gütersloh. Quatro migrantes afegãos foram presos por atacarem duas meninas de 14 anos em festas de carnaval em Erfurt. Quatro migrantes afegãos atacaram sexualmente uma adolescente de 17 anos em Heppenheim. Várias mulheres foram atacadas em uma festa de carnaval em Hardheim. Um migrante marroquino de 21 anos atacou sexualmente uma mulher em uma festa de carnaval em Kranenburg. Dois homens de "pele escura" (dunkelhäutig) atacaram duas mulheres em uma festa de carnaval em Flieden.

Também em 7 de fevereiro, um migrante afegão de 17 anos atacou sexualmente uma menina de 12 anos em uma piscina pública em Landshut. Um migrante de 16 anos do Afeganistão atacou sexualmente várias mulheres em Schillerplatz, uma enorme praça pública no centro da cidade de Mainz. Um homem de "pele escura" (dunklem Hauttyp) atacou sexualmente uma adolescente de 17 anos em Backnang. Três homens de "aparência sulista" (südländischem Aussehen) atacaram uma mulher em Offenburg. Um grupo de migrantes de "pele escura" (dunklen Teint) atacou sexualmente uma menina de 16 anos em Ochtrup.

Também em 7 de fevereiro, um homem de "pele escura" (dunkelhäutig) atacou sexualmente uma mulher de 24 anos em Mühldorf. Cinco migrantes atacaram uma menina de 15 anos em Bernburg. Um "sulista" (südländisches Aussehen) atacou uma mulher de 37 anos em um ônibus em Bochum. Dois "sulistas" (zwei Südländer) atacaram sexualmente uma mulher de 18 anos em um trem expresso em Stuttgart. Um "sulista" (südländisch Aussehen) atacou uma mulher de 39 anos perto da estação de trens em Dresden. Um migrante atacou uma mulher de 46 anos em Eppelheim.

8 de fevereiro. Um migrante de 35 anos atacou sexualmente uma menina de 15 anos em uma festa de carnaval em Siegburg. Dois marroquinos atacaram uma mulher de 36 anos em uma festa de carnaval em Brilon. Três migrantes atacaram uma mulher de 49 anos em Andechs.

9 de fevereiro. Migrantes norte-africanos atacaram uma mulher de 19 anos em uma comemoração carnavalesca em Opladen, distrito de Leverkusen. Vários "sulistas" (Südländer) atacaram uma mulher de 23 anos no estacionamento de um supermercado em Göttingen. Quatro migrantes atacaram sexualmente três meninas de 13 anos em uma piscina pública em Borghorst.

11 de fevereiro. Um candidato a asilo de 36 anos estuprou uma menina de 14 anos em Braunschweig.

12 de fevereiro. Um homem de "pele escura" (dunkle Teint) atacou sexualmente um menino em uma piscina em Nordenham. Um migrante atacou um menino em uma piscina em Nordenham. Três homens de "pele escura" (dunkle Hautfarbe) atacaram uma menina de 16 anos em Füssen.

13 de fevereiro. Vários migrantes atacaram três meninas (com idades entre 10 e 11 anos) em uma piscina em Norden. Um migrante atacou uma mulher de 49 anos em uma padaria em Gütersloh.

14 de fevereiro. Dois migrantes do Irã e da Síria atacaram duas meninas (com idades de 10 e 11 anos) em uma piscina pública em Dresden. Quatro migrantes atacaram uma mulher de 19 anos em Duisburg. Migrantes atacaram várias mulheres em uma discoteca em Mengeringhausen.

15 de fevereiro. Um norte-africano de 17 anos atacou várias mulheres na principal estação de trens de Bremen. Um migrante argelino de 23 anos atacou uma menina de 14 anos em um trem de metro em Frankfurt. Quatro homens de "pele escura" (Dunkelhäutige) atacaram uma mulher de 35 anos em Künzelsau.

16 de fevereiro. Um homem de "aparência árabe" atacou uma menina de 14 anos em um ônibus em Dörzbach.

17 de fevereiro. Um homem de "pele escura" (dunklem Hautteint) se despiu na frente de transeuntes no distrito de Biebrich de Wiesbaden. Um menino de "pele escura" de "14 ou 15 anos" (dunkler Teint) se despiu na frente de várias mulheres em um sinal de trânsito em Hörstel. Dois "sulistas" (südländischem Aussehen) atacaram uma mulher de 25 anos em Dresden.

18 de fevereiro. Três homens de "aparência sulista" (südländische Erscheinung) tentaram estuprar uma mulher em Uelzen. Pelo menos um dos homens foi atacado pelo Rottweiler da mulher.

20 de fevereiro. Um candidato a asilo iraquiano de 34 anos atacou duas meninas de 13 e 14 anos em um supermercado em Rotenburg. Dois homens de "pele escura" (dunklen Teint) que falavam um alemão macarrônico estupraram uma mulher de 49 anos próximo a um cemitério em Biberach. Um migrante bósnio de 51 anos foi preso por estuprar repetidamente uma adolescente de 17 anos no distrito de Feuerbach de Stuttgart. Dois homens de "pele amarronzada" atacaram sexualmente uma mulher de 19 anos em Trier. Um migrante afegão de 28 anos tentou estuprar uma mulher em Blankenburg. Um homem de "pele escura" (dunklen Teint) atacou sexualmente um homem de 23 anos em Greven.

21 de fevereiro. Sete migrantes do Afeganistão e do Irã invadiram vestiários femininos em uma piscina pública em Aurich. Um migrante sírio de 35 anos atacou uma menina de 14 anos em uma piscina em Eckernförde. Um migrante não identificado estuprou uma mulher de 21 anos em uma estação de trens em Bad Schwartau. Um migrante de 44 anos atacou sexualmente uma voluntária de 29 anos em um abrigo para refugiados em Großenlüder. Um "sulista" (südländisches Aussehen) atacou uma menina de 14 anos em um trem em Neubrandenburg. Após vários dias, a mesma menina foi atacada pelo mesmo suspeito em um playground da cidade.

22 de fevereiro. Um homem que "falava alemão com sotaque estrangeiro" atacou sexualmente uma mulher de 20 anos em Asperg. Um "sulista" (südländischer Typ) atacou uma menina de 16 anos em Feldkirchen. Dois "turcos ou árabes" tentaram estuprar uma menina de 15 anos em Brandemburgo.

23 de fevereiro. Um migrante de 16 anos que estuprou dois meninos (de 9 e 11 anos de idade) na cidade de Glöwen foi libertado da prisão. Um juiz deliberou que pelo fato do suspeito residir com seus pais e não ter dinheiro, ele não apresentava nenhum risco de fugir. Um migrante argelino de 34 anos atacou duas mulheres (de 17 e 22 anos) em uma estação de metro em Berlim. Um migrante se masturbou na frente de uma mulher de 19 anos em um ônibus urbano em Chemnitz. Um migrante se masturbou na frente de uma mulher de 21 anos em um trem de metro em Chemnitz.

24 de fevereiro. Um candidato a asilo da Nigéria de 31 anos atacou sexualmente uma mulher de 21 anos em uma igreja em Weilheim. A polícia assinala que o homem já tinha atacado outra mulher na mesma igreja. Ele também já tinha atacado outras duas mulheres na prefeitura e mais outra em um lar de idosos. Um "sulista" (südländischem Äußeren) atacou uma mulher de 18 anos em Kassel.

25 de fevereiro. Um homem de "pele escura" (südländische Hautfarbe) atacou duas meninas (de 13 e 15 anos de idade) em um ônibus urbano no distrito de Mockau-Nord de Leipzig. Um "africano" (afrikanischen Typ) atacou uma mulher de 48 anos em um bonde em Leipzig.

26 de fevereiro. Dois migrantes afegãos foram acusados de estuprar uma mulher de 24 anos em Magdeburg. Um homem de 29 anos foi preso por atacar várias mulheres em uma estação de trens em Mülheim an der Ruhr. Um candidato a asilo de 20 anos atacou uma mulher, também de 20 anos, em Landau.

28 de fevereiro. Dois migrantes afegãos (com idades de 14 e 34 anos) estupraram duas meninas (com idades de 14 e 18 anos) em uma piscina pública em Norderstedt. Dois migrantes afegãos atacaram sexualmente uma mulher de 19 anos em Mannheim. Um "sulista" (südländischer Typ) atacou uma mulher de 46 anos em frente a prefeitura em Schwarzenbach. Um migrante argelino de 19 anos atacou uma mulher de 21 anos em Hamm.

Tópicos Relacionados:  Crise dos Migrantes na Europa, Alemanha
Artigos Recentes de
receba as notícias mais recentes por e-mail: cadastre-se no mailing list gratuito do gatestone institute.

pt