• "Você está usando uma cruz… Sabe o que fazemos com pessoas iguais a você"? — Muçulmano na Dinamarca.

  • Pistoleiros muçulmanos Fulani invadiram a igreja, infligiram cortes no pastor, sua esposa e filha com um facão, amarraram as mãos e os pés dos três antes de incendiar o edifício... De manhã, encontramos apenas os corpos carbonizados dos três. Eu os ouvi gritando em altos brados, que eles precisavam apagar todos os traços do cristianismo na cidade. — Relato de uma testemunha ocular, Nigéria.

  • A cada ano, aproximadamente 1.000 mulheres no Paquistão são forçadas a se converterem ao islamismo e a se casarem com muçulmanos. Sempre que um caso dessa natureza chega a um tribunal de justiça, essas mulheres, sob intimidações e chantagens, frequentemente declaram que a conversão e o casamento foram decisões que elas tomaram livremente e o caso é encerrado.

A perseguição muçulmana aos cristãos em setembro, começou a aparecer com destaque não apenas no mundo muçulmano, mas também no Ocidente; nos Estados Unidos, Austrália e Europa.

Na mesma noite, nos Estados Unidos, em Columbus, Indiana, foram destruídas três igrejas. As palavras frequentemente pichadas foram "Infiéis!" e "Alcorão 3:151". Os versos do Alcorão dizem o seguinte, "Infundiremos terror nos corações dos incrédulos (ou "infiéis"), por terem atribuído parceiros a Deus (referência à Trindade Cristã), sem que Ele lhes tivesse conferido autoridade alguma para isso. Sua morada será o fogo infernal. Quão funesta é a morada dos iníquos".

O padre da Igreja Católica de São Bartolomeu, Doug Marcotte, de uma das igrejas destruídas, disse: "há muita coisa ruim sendo feita em nome de Alá, e quando se vê isso acontecendo em Columbus, quer tenha sido esta a intenção do perpetrador quer haja outra coisa por trás disso, deixa todo mundo tenso. Angustiado. Amedrontado".

Enquanto isso, na Austrália a AAP informou que "frequentadores de igreja na região ocidental de Sydney ficaram apavorados depois que um estranho fez ameaças, gritando em altos brados de um automóvel tremulando a bandeira do Estado Islâmico. O automóvel passou em frente à Igreja Nossa Senhora do Líbano no Harris Park na terça-feira, testemunhas disseram que ele tinha uma bandeira semelhante àquelas agitadas pelos jihadistas do Estado Islâmico tremulando na porta do carro". Um funcionário da igreja disse que os ocupantes do automóvel ameaçavam "matar os cristãos" e massacrar seus filhos: "Eram palavras fortes e as pessoas ficaram assustadas com o que viram". Testemunhas viram a bandeira fora da janela do carro com os dizeres, "Há somente um Deus e Maomé é o profeta". E como frequentemente acontece nas nações de maioria muçulmana, mais tarde a polícia foi enviada para patrulhar a igreja do Harris Park enquanto centenas de fiéis participavam da missa no interior da igreja.

Em setembro, pessoas que estavam dentro de um carro empunhando uma bandeira jihadista, insultaram paroquianos defronte à Igreja Nossa Senhora do Líbano em Sydney, Austrália, ameaçando "matar os cristãos" e massacrar seus filhos.

Na Dinamarca, o "país mais feliz do mundo" de 2013, cristãos com background do Oriente Médio continuavam passando por "molestamento, ataques verbais e em alguns casos violência física por parte de muçulmanos", de acordo com noticiários da TV2, principalmente em regiões de maioria muçulmana, como Nørrebro. Uma cristã chamada "Jojo, "filha de libaneses, nascida na Dinamarca, conta sua história. Certa vez quando estava em seu automóvel, estacionado, foi cercada por vários muçulmanos, molestada por conta de seu traje ocidental. Assim que um deles percebeu que ela usava uma cruz, disse "Bem, você está usando uma cruz, então você também é uma cristã prostituta fdp. Sabe o que fazemos com pessoas iguais a você? Sabe o que fazemos com pessoas iguais a você? Apedrejamos (até a morte)".

Outra mulher cristã, de ascendência iraniana, reconta como ela e seu filho foram molestados em um quarteirão de maioria muçulmana, onde eles moram, onde ela se sobressai por não usar a hijab, o véu islâmico: "Meu filho é chamado de tudo quanto é nome. Eu sou chamada de tudo quanto é nome. Infiel. Cristã imunda. Eles dizem que eu devia ser apedrejada até a morte. Meu filho apanhou no ponto de ônibus. Ele foi chamado de porco, batata imunda (como os dinamarqueses são chamados na gíria muçulmana) você e sua mãe deviam morrer".

O sonho islâmico de conquistar a Europa está em todos os lugares. Na Espanha, um analista consagrado advertiu que, pelo fato dos islamistas entenderem que a península ibérica está "sob ocupação espanhola e portuguesa", há um risco maior de terrorismo naquela região do que em outras regiões do Ocidente. Pelo fato da Ibéria, em árabe, Al-Andalus, estar sob domínio islâmico por séculos, muitos muçulmanos consideram-na parte do mundo muçulmano, em árabe Dar al-Islam, que precisa ser reconquistada, não menos que Israel, também visto como território islâmico ocupado.

Explicitamente, no Estado Islâmico (EI), em uma longa mensagem endereçada aos "cruzados", uma referência ao Ocidente, alguns de seus membros declararam, "Nós iremos conquistar sua Roma, quebrar suas cruzes e escravizar suas mulheres, com a permissão de Alá." Membros do EI também invocaram uma declaração atribuída a Maomé, de que Constantinopla será conquistada antes que Roma, e foi em 1453. A dedução era que a Cidade Eterna de Roma será a próxima.

Na mesma época, Roma respondeu rejeitando uma moção para dar o nome de uma rua em memória a Oriana Fallaci, experiente jornalista que certa vez escreveu que, "o mundo muçulmano está tentando conquistar o Ocidente em nome do Islã". Ao explicar a decisão, os políticos locais disseram que os textos de Fallaci continham "ódio religioso", ou "islamofobia".

No Canadá, enquanto 80 muçulmanos, fora dos padrões, se deram ao trabalho de comparecer a um comício muçulmano em prol de cristãos perseguidos, infelizmente mais um comício, uma festa de ódio ao extremismo Anti-Israel do Dia de Al Quds, atraiu aproximadamente 6.000 participantes.

O restante da rodada da perseguição muçulmana de cristãos do mês de setembro, ao redor do mundo, inclui (mas não está limitado) às seguintes declarações, listadas em ordem alfabética, por tema, não necessariamente de acordo com a gravidade do caso.

Ataques de Muçulmanos contra Igrejas

Jerusalém Oriental: uma igreja cristã foi atacada diversas vezes: em 29 de setembro, jovens muçulmanos ligados a um grupo militante palestino, lacrou com arame o portão da Igreja Living Bread, pulverizando uma substância gasosa nos fiéis que estavam dentro da igreja. Um ataque anterior, também com gás, já tinha ocorrido em 17 de setembro. Horas antes do segundo ataque, um desconhecido jogou uma pedra através de uma das janelas da igreja, e um dia antes do ataque do dia 29, ou seja, domingo, 28 de setembro, um palestino juntamente com outras pessoas atacaram um membro da igreja enquanto ele estava jogando o lixo em um tambor de coleta de lixo fora da igreja.

Em 21 de setembro, um militante palestino, do nada, correu atrás de Karen Dunham, líder de uma igreja, golpeando-a, fazendo com que ela caísse no chão: "Esse indivíduo correu e me golpeou com extrema velocidade", reconta ela. "Ele apareceu atrás de mim e simplesmente me golpeou nas costas, eu caí com força no chão. Meu rosto está machucado. Há ferimentos na bochecha, rosto, cabeça, joelho, cortes na cabeça além de ter fraturado o pulso".

Egito: Um sacerdote cristão, no Egito, apelou ao Presidente Abdel Fattah El-Sisi para que ele interviesse em favor de mais uma ameaça a uma igreja por "extremistas religiosos". Até o presente momento, as autoridades locais nada fizeram. Há quatro anos, a Igreja Cóptica de São Abram em Shubra al-Khaima foi autorizada a construir mais uma edificação. Durante esses quatro anos, sete "criminosos", nas palavras do relatório impediram que ela fosse construída. Os "criminosos" mobilizaram muçulmanos da região para que ameaçassem e fizessem demonstrações contra a igreja. "O padre lamentou que após sofrer por tantos anos, eles finalmente conseguiram a autorização para construir, entretanto apareceu o próximo obstáculo na pessoa dos acima mencionados sete criminosos que molestam constantemente e incitam multidões muçulmanas contra a igreja, sempre que ela tenta exercer seu direito de construir a casa de orações. A lei islâmica proíbe a construção de novas igrejas ou a reforma de igrejas existentes".

Iraque: Militantes do Estado Islâmico "devastaram" a milenar Igreja Verde em Tikrit. Eles plantaram explosivos e os detonaram, devastando a igreja milenar, que pertencia à Igreja Assíria do Oriente. Desde a época em ela foi construída no século VII, quando o Islã invadiu o Iraque, a igreja vem sendo atacada, saqueada e devastada por dirigentes muçulmanos e por outras culturas, ela foi restaurada pelo já falecido Presidente Saddam Hussein nos anos de 1990.

Nigéria: Diversas igrejas e uma universidade cristã, Kulp Bible College, foram forçadas a fecharem as portas em consequência dos avanços do grupo jihadista islâmico Boko Haram. Em uma ocasião, um pastor relatou que a "violência do Boko Haram estava ficando pior dia a dia e que nossos membros estão fugindo, aos milhares, da região. Ataques recentes nos estados de Borno e Adamawa, onde nossas igrejas estão localizadas, testemunharam o Boko Haram se apoderar da base militar. Em decorrência disso, cerca de 350 cristãos foram assassinados".

No estado de Kaduna, onde ataques do grupo "muçulmano Fulani estão determinados a acabar com o cristianismo na região e usar a terra para pecuária", segundo chefes da igreja, 46 cristãos, incluindo dois pastores, foram massacrados. Segundo uma testemunha:

"De repente ouvimos o som de armas de fogo ao redor da aldeia. O pastor ainda estava na pastoral quando pistoleiros muçulmanos Fulani invadiram as dependências da igreja. Infligiram cortes no pastor, em sua esposa e filha com um facão, amarraram as mãos e os pés dos três antes de incendiar a igreja. Os três corpos ficaram carbonizados na sala de estar da pastoral. Somente na manhã seguinte encontramos os três corpos carbonizados... Os pistoleiros então entraram nas dependências da igreja e começaram a atirar. Eu os ouvi gritando em altos brados, que eles precisavam apagar todos os traços do cristianismo na cidade".

Muito embora, historicamente. os muçulmanos Fulani, tenham tido disputas de terras com fazendeiros cristãos, líderes cristãos dizem que os ataques dos vaqueiros constitui uma guerra "do islamismo para acabar com o cristianismo" na Nigéria.

Sudão: No último incidente, de uma onda de demolições, fechamento e confisco, que já dura quase dois anos, agentes de segurança trancaram (com cadeado) uma igreja para 500 membros, a Igreja Pentecostal do Sudão (SPC em inglês) em Cartum. A igreja também conta com o Centro Cristão de Cartum (KCC em inglês). "A igreja está alarmada que o edifício possa ser vendido pelo governo, o que fará com que mais de 500 fiéis não tenham onde orar", segundo o relato de uma fonte ao Morning Star News. O governo islamista parece estar atrás de algum pretexto para fechar igrejas, de acordo com algumas fontes. Nesse caso, o espaço da igreja foi originalmente designado como "espaço para escritórios". No entanto, quando uma fonte perguntou, "Como é possível uma igreja que está em funcionamento há 20 anos, em nome da própria igreja ser designada para escritórios"? A igreja possui uma escritura do prédio e da propriedade, situação esta que levanta a questão sobre o direito do governo de vendê-la.

Em 30 de junho buldôzeres demoliram a Igreja Sudanesa de Cristo na região Thiba Al Hamyida no Norte de Cartum perante os olhos de membros da igreja, enquanto os seguranças ameaçavam prendê-los caso tentassem bloquear os buldôzeres, segundo os fiéis.

Síria: O Estado Islâmico destruiu a Igreja em Memória do Genocídio Armênio em Der Zor, visto como o "Auschwitz" do genocídio armênio. Centenas de milhares de armênios pereceram em Der Zor e no deserto circundante, durante o genocídio. Somente no verão de 1916, mais de 200.000 armênios, em sua maioria mulheres e crianças, foram massacrados pelo turcos otomanos. O ministro das relações exteriores da Armênia emitiu um comunicado classificando a destruição da igreja uma "terrível barbaridade" referindo-se ao Estado Islâmico como uma "doença" que "ameaça a humanidade civilizada". A igreja foi construída entre 1989 e 1990 e consagrada no ano seguinte. Um memorial em homenagem às vítimas do genocídio e um museu com os restos das vítimas também foi localizado no complexo da igreja. Milhares de armênios da Síria e de países vizinhos se reúnem no memorial todos os anos em 24 de abril para homenagear as vítimas do genocídio.

Estupro Paquistanês e Dhimmitude

  • Uma gangue de quatro muçulmanos estuprou uma menina cristã de quinze anos filmando tudo. O pai da menina, embora tenha sido ameaçado para não apresentar queixa, foi até a delegacia, que confirmou a existência de um vídeo corroborando a violência. O vídeo irá, provavelmente, ser apresentado como prova contra os jovens. O advogado, Mushtaq Gill, emitiu um comunicado com os seguintes dizeres: "muitas meninas cristãs continuam sendo vítimas de estupros cometidos por jovens muçulmanos, que permanecem impunes" e que, "nesse caso também há um vídeo, exposto feito um troféu".

  • Duas cristãs foram raptadas, forçadas a se converterem ao islamismo e a se casarem com muçulmanos. O advogado Mushtaq Gill disse que, "Sairish, uma menina cristã, forçada a se casar com um muçulmano em 2009, de coração nunca abandonou sua fé e continua a rezar para Jesus Cristo mesmo depois do casamento. Anos depois, ela se encheu de coragem, se rebelou contra a situação e fugiu.... A vida dela corre perigo porque se ela se declarar cristã, os muçulmanos poderão acusá-la de apostasia e a punição é a pena de morte". A cada ano, aproximadamente 1.000 mulheres no Paquistão são forçadas a se converterem ao islamismo e a se casarem com muçulmanos. Sempre que um caso dessa natureza chega a um tribunal de justiça, essas mulheres, sob intimidações e chantagens, frequentemente declaram que a conversão e o casamento foram decisões que elas tomaram livremente e o caso é encerrado.

  • Outra família cristã fugiu da sua cidade natal, Lahore, para salvar as filhas da conversão forçada ao islamismo. De acordo com a Comissão de Justiça e Paz, as duas irmãs, com idades de 12 e 8 anos, estudavam em escolas públicas, onde recitar o Alcorão é obrigatório. "Um clérigo islâmico, pai de uma estudante declarou que", provavelmente devido ao fato das meninas terem recitado a shehada, a declaração islâmica de fé, "as meninas se tornaram muçulmanas e consequentemente necessitavam ser tiradas de seus pais cristãos e entregues a muçulmanos adultos". Os pais tiraram as filhas da escola, mas em seguida o diretor da escola e outros professores muçulmanos "advertiram os pais para que mandassem as meninas de volta para a escola, oferecendo ajuda financeira em relação aos custos escolares". Os pais se demitiram do emprego e fugiram da região.

  • A polícia prendeu 15 cristãos e fichou outros 45 membros de uma comunidade minoritária, com base na lei da blasfêmia por terem, alegadamente, profanado covas em uma aldeia na província de Punjab. De acordo com a AP, "o caso foi registrado depois que um clérigo local apresentou uma queixa alegando que os cristãos tinham profanado túmulos de mais de 400 muçulmanos para ocupar a terra na aldeia de Chak em Faisalabad, a cerca de 150 quilômetros de Lahore." Grupos de direitos humanos disseram que se tratava de uma acusação falsa que tinha como objetivo impedir que os cristãos comprassem a terra. Na realidade, ficou provado mais tarde que as acusações eram falsas.

Dhimmitude: Discriminação Islâmica Contra o Cristianismo

Egito: Iman Sarofim, uma mãe cristã de 39 anos com 5 filhos, voltou para casa, para a sua família, após ter sido sequestrada. Inicialmente acreditava-se que ela tinha se convertido voluntariamente ao islamismo e de ter fugido para morar com um muçulmano. De Suez a mulher entrou em contato com a família, para onde ela foi levada pelo sequestrador. O retorno da mulher foi festejado pelos vizinhos e parentes na cidade de Gabal al-Tir. Seu desaparecimento foi motivo de confrontos entre os coptas e a polícia, que acreditava na versão de que ela tinha ido embora voluntariamente. Em represália, policiais invadiram os lares de dezenas de famílias coptas detendo, com violência, dezenas de cristãos. Em outra ocasião, Ehab Karam, um dentista copta foi assassinado após ser raptado por desconhecidos, muito provavelmente para pagamento de resgate. O sequestro de coptas para pagamento de resgate vem se tornando parte da vida cotidiana para os cristãos no Egito, especialmente no Alto Egito. No último mês de fevereiro, por exemplo, a polícia desmantelou uma rede criminosa, que por meses organizava sequestros, roubos e extorsões contra a comunidade copta local. "Infelizmente", segundo o Bispo Católico Copta de Assist, Kyrillos William, "o fenômeno continua, e não há sinais de melhora. As operações policiais são episódicas e ineficazes, elas são incapazes de resolver o problema".

Iraque: O Estado Islâmico decretou que todas as escolas em Mossul e na planíce de Nínive que tiverem nomes cristãos, algumas datadas dos anos 1700, deverão mudar de nome. Além disso, também foi abolido o ensino do idioma e da cultura siríaca, e a educação religiosa cristã. Relatos indicam que o Estado Islâmico tomou essas medidas "para eliminar todos os traços do pluralismo cultural e religioso nas regiões conquistadas e transformar as escolas em ferramentas de propaganda da ideologia jihadista para as novas gerações".

Arábia Saudita: Na cidade da Província Oriental de Khafji, a "polícia religiosa", ou agentes da Comissão para a Promoção da Virtude e Prevenção do Vício, atacaram uma casa onde se encontravam 27 cristãos, a maioria expatriados, de várias nacionalidades asiáticas. Os cristãos, incluindo crianças, foram acusados de praticar o cristianismo em uma igreja doméstica, detidos, tiveram que passar a noite na prisão. As autoridades também confiscaram instrumentos musicais e cópias da Bíblia. A casa ficou sob vigilância depois que um cidadão denunciou que seu vizinho indiano transformou sua casa em uma igreja cristã. Após testemunharem um grande número de pessoas entrarem na casa, policiais invadiram-na. A única religião cuja prática é permitida em público na Arábia Saudita é a islâmica. Na terra do profeta, não são permitidos locais públicos de oração para não-muçulmanos.

Turquia: segundo a revista armênia Agos, muitos dos livros de ensino primário e secundário usados no ano escolar corrente ainda descrevem os armênios e outras comunidade cristãs como forças inimigas a serviço de potências estrangeiras, incluindo a Rússia e a Inglaterra após a dissolução do Império Otomano. Um livro de história do oitavo grau tenta encobrir o genocídio armênio, retratando-o como " deportação necessária", jamais como massacre.

Uzbequistão: Foi divulgado que forças de segurança atacaram a residência do Pastor Stanislav Kim em Chirchik, 32 quilômetros a nordeste da capital Tashkent. Elas detiveram 11 adolescentes e três adultos, que se encontraram para uma partida de voleibol, foram interrogados por mais de quatro horas até serem soltos. Policiais também vasculharam a residência do pastor, confiscaram um Novo Testamento, uma Bíblia, além de vários livros cristãos, mais de 100 slides de cânticos, bem como equipamentos de computadores. A Voz dos Mártires, que afirma existir pelo menos 65 congregações não registradas espalhadas pelo Uzbequistão, diz em uma declaração, "Por favor reze para que esse pastor e seu filho não sejam multados, que sejam rapidamente absolvidos de qualquer transgressão. Peça a Deus que dê forças a cada fiel presente durante esse injustificado ataque, de modo que não cedam à pressão e à intimidação governamental, que tenham coragem de servir lealmente Nosso Senhor".

Sobre essa Série de Artigos

Embora nem todos, nem mesmo a maioria dos muçulmanos esteja envolvida, a perseguição aos cristãos está aumentando. A série "Perseguição Muçulmana aos Cristãos" foi desenvolvida para reunir algumas, nem todas, as instâncias de perseguição de aparecem a cada mês.

Ela documenta o que a grande mídia frequentemente deixa de noticiar.

Ela postula que esse tipo de perseguição não é aleatória e sim sistemática, e que ocorre em todos os idiomas, etnias e lugares.

Raymond Ibrahim é o autor de Crucified Again: Exposing Islam's New War in Christians (publicado por Regnery em cooperação com o Gatestone Institute, abril de 2013).

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