Últimas Análises e Comentários

"O Islã está Ganhando Força na Europa com a Bênção da Igreja"

por Giulio Meotti  •  28 de Fevereiro de 2017

  • Já há inúmeros observadores católicos questionando a cegueira da Igreja em relação ao perigo que a Europa está enfrentando.

  • "O Islã conta com todas as oportunidades para fortalecer, de maneira expressiva, sua presença na Europa com a bênção da Igreja... a Igreja não só está conduzindo o continente a um impasse como também está dando um tiro no pé." — Laurent Dandrieu, editor cultural da revista francesa Valeurs Actuelles.

  • "É claro que os muçulmanos têm um objetivo final: conquistar o mundo...O Islã, por intermédio da Lei Islâmica (Sharia), permite o uso da violência contra os infiéis, como por exemplo os cristãos...E qual é a conquista mais importante? Roma". — Entrevista concedida pelo Cardeal Raymond Burke ao Il Giornale.

  • "Eles não são refugiados, isso é uma invasão, eles vêm para cá com gritos de 'Allahu Akbar', eles querem assumir o poder". — Laszlo Kiss Rigo, chefe da comunidade católica do sul da Hungria.

  • François Fillon publicou um livro que leva o título: Conquistando o Totalitarismo Islâmico, ele subiu nas pesquisas por ter prometido controlar o Islã e a imigração: "temos que reduzir a imigração para o mínimo dos mínimos", salientou Fillon. "Nosso país não é uma soma de comunidades, é uma identidade"!

Monsenhor Carlo Liberati, Arcebispo Emérito de Pompeia (esquerda) pertence a uma crescente parcela de líderes católicos que se recusam a aceitar que o futuro irá pertencer ao Islã na Europa e que se manifestam abertamente contrários ao Papa Francisco (direita).

Em breve todos na Itália e no resto da Europa "serão muçulmanos" devido à nossa "estupidez", alerta o Monsenhor Carlo Liberati, Arcebispo Emérito de Pompeia. Liberati afirmou que graças ao grande número de migrantes muçulmanos, aliado ao crescente secularismo dos europeus autóctones, em breve o Islã se tornará a principal religião da Europa. "Toda essa decadência moral e religiosa favorece o Islã", esclarece o arcebispo Liberati.

Decadência também é o título de um novo livro do filósofo francês Michel Onfray, no qual ele sugere que a era judaico-cristã pode ter chegado ao fim. Ele compara o Ocidente ao Islã: "nós temos o niilismo, eles têm o fervor, nós estamos exaustos, eles têm o vigor, nós temos o passado, eles têm o futuro".

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O Verdadeiro Preconceito do Ocidente: Rejeição aos Cristãos Perseguidos

por Uzay Bulut  •  20 de Fevereiro de 2017

  • Lamentavelmente o Ocidente rejeitou a ideia de solidariedade para com os cristãos do Oriente Médio priorizando a diplomacia baseada em interesses petrolíferos e no conflito árabe-israelense. Assim sendo, os Estados Unidos, Grã-Bretanha e França têm ignorado as perseguições aos cristãos do Iraque, Líbano, Egito e Sudão, ao mesmo tempo em que correm para salvar os países muçulmanos ricos em petróleo como a Arábia Saudita e o Kuwait..." — Hannibal Travis, Professor de Direito, 2006.

  • Cristãos autóctones no Iraque e na Síria não só estão sendo expostos ao genocídio nas mãos do Estado Islâmico (ISIS) e de outros grupos islamitas, como também tiveram seus pedidos de imigração para os países ocidentais postos em segundo plano pela ONU, vergonhosamente, sem causar nenhuma surpresa.

  • Quando alguém levanta a questão dos países ocidentais, tendo em vista os migrantes muçulmanos da Síria e do Iraque sem a devida checagem no tocante aos vínculos jihadistas, ao mesmo tempo em que se deixa para trás as vítimas dos jihadistas, cristãs e yazidis, esse alguém é acusado de ser "intolerante" e "racista". Mas o verdadeiro preconceito está no abandono dos perseguidos e inofensivos cristãos e yazidis do Oriente Médio, principais vítimas do incessante genocídio na Síria e no Iraque.

  • O governo alemão também está rejeitando pedidos de asilo de refugiados cristãos, deportando-os injustamente, segundo um pastor alemão.

  • Quase um terço dos entrevistados disseram que o grosso da discriminação e violência vêm principalmente dos guardas dos alojamentos de descendência muçulmana.

  • Já está mais do que na hora de não só os EUA, mas todos os outros governos ocidentais finalmente enxergarem que os cristãos no Oriente Médio são uma extensão deles próprios.

Representantes da ONG Open Doors, juntamente com outras ONGs concederam uma entrevista coletiva à imprensa para apresentar um relatório intitulado "Ataques Motivados pela Religião Contra Refugiados Cristãos na Alemanha" em 2016.

Finalmente depois de anos de apatia e imobilismo, Washington está estendendo a mão amiga, deveras necessária, aos cristãos do Oriente Médio. O presidente dos EUA, Donald Trump anunciou recentemente que será dada prioridade aos cristãos perseguidos quando se tratar de aplicar o status de refugiado nos Estados Unidos.

Cristãos e yazidis estão sendo expostos ao genocídio nas mãos do ISIS e de outros grupos islâmicos, que estão empenhados em uma campanha de grandes proporções para escravizar as minorias não muçulmanas remanescentes e destruir o seu patrimônio cultural.

Em 2006 o estudioso Hannibal Travis salientou:

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Quebec: A Crise do Ocidente

por Giulio Meotti  •  16 de Fevereiro de 2017

  • Quebec, assim como todo o Ocidente está enfrentando uma crise existencial, religiosa e demográfica.

  • A escalada de óbitos em Quebec está inequivocamente ligada aos apelos para o aumento da imigração. O primeiro-ministro do Canadá Justin Trudeau, que pôs um fim à campanha militar contra o Estado islâmico, simplesmente convidou migrantes muçulmanos a virem ao seu país.

  • A resistência ao dramático colapso do cristianismo em Quebec não requer necessariamente um novo abraço ao velho catolicismo, mas com certeza necessita de uma redescoberta racional sobre o que a democracia ocidental deveria ser. O que inclui a apreciação da identidade ocidental e dos valores judaico-cristãos - tudo o que o governo de Trudeau e grande parte da Europa, ao que tudo indica, se recusam a aceitar.

A Igreja de Saint-Jude em Montreal virou o "spa Saint-Jude" dos "adoradores do bem-estar", totalmente equipado com personal trainers, festas badaladas com coquetéis e bancos estilosos em forma de crucifixo nos vestiários (Imagem: captura de tela de vídeo da Montreal.TV).

Bem-vindo a Quebec, com o seu sabor de uma antiga província francesa, com suas belas paisagens, onde as ruas levam o nome de santos católicos e onde um atirador acaba de assassinar seis pessoas em uma mesquita.

A violência pode ser a consequência de convulsões sociais, como no massacre na ilha de Utoya na Noruega em 2011, um país que se orgulhava ser ultrasecularizado, parte da "boa sociedade" global. Quebec também, assim como todo o Ocidente está enfrentando uma crise existencial, religiosa e demográfica.

George Weigel escreveu recentemente uma matéria na revista norte-americana First Things chamando Quebec de "bairro livre de catolicismo". "Não existe um lugar mais árido em termos religiosos", ressaltando: "provavelmente não há um lugar mais árido, em termos religiosos no planeta entre o Polo Norte e a Tierra del Fuego".

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A Alemanha Minimizou a Ameaça dos Jihadistas que se Passavam por Migrantes

por Soeren Kern  •  8 de Fevereiro de 2017

  • Mais de 400 migrantes que entraram na Alemanha como candidatos a asilo em 2015 e 2016 estão sendo investigados por envolvimento com o terrorismo islâmico, segundo os Peritos Criminais da Polícia Federal.

  • A experiência alemã com jihadistas se passando por migrantes serve como um estudo de caso sobre os equívocos a serem evitados por outros países. As autoridades alemãs permitiram que centenas de milhares de migrantes, muitos sem documentação, entrassem na Alemanha sem nenhuma inspeção de segurança. Autoridades alemãs admitiram que desconhecem o paradeiro de cerca de 130.000 migrantes que entraram no país em 2015.

  • As autoridades alemãs tinham conhecimento no início de 2015 que Walid Salihi, um sírio de 18 anos de idade que pediu asilo na Alemanha em 2014, estava fazendo recrutamento para o Estado Islâmico no abrigo para asilados em Recklinghausen mas nada fizeram.

  • Anis Amri, o jihadista tunisiano que atacou o mercado de Natal em Berlim fazia uso de pelo menos 14 identidades diferentes, que usou para obter benefícios do sistema de bem-estar social em diferentes municípios.

  • "Ao que tudo indica nos esquecemos de levar em consideração o que nossos opositores políticos, como o Estado Islâmico são capazes de fazer e como eles pensam." — Rudolf van Hüllen, cientista político.

Em 19 de Julho de 2016 um afegão de 17 anos de idade, candidato a asilo, feriu gravemente cinco pessoas em um trem na Alemanha aos gritos de "Allahu Akbar". Ele aparece à esquerda em um vídeo do Estado Islâmico dizendo: "em nome de Alá eu sou um soldado do Califado e estou lançando uma operação de martírio na Alemanha... Eu vou massacrar vocês em suas próprias casas e nas ruas". À direita: o corpo do agressor é retirado do local onde os policiais atiraram nele depois dele investir contra eles com um machado.

Líderes políticos alemães e agentes de segurança interna tinham conhecimento do fato de que jihadistas do Estado Islâmico estavam entrando na Europa disfarçados de migrantes, mas sistematicamente minimizaram a ameaça, ao que tudo indica, para evitar alimentar os sentimentos anti-imigração, segundo uma denúncia da TV estatal alemã.

As autoridades alemãs já em março de 2015 tinham conhecimento - isso cerca de seis meses antes da Chanceler Angela Merkel abrir as fronteiras alemãs para mais de um milhão de migrantes do mundo muçulmano - que jihadistas estavam se passando por refugiados, de acordo com o Relatório de Munique (Report München), um programa de jornalismo investigativo transmitido pela TV estatal ARD em 17 de janeiro.

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Meninas Yazidi são Vendidas como Escravas Sexuais Enquanto Mulheres Marcham Contra Trump

por Uzay Bulut  •  5 de Fevereiro de 2017

  • Meninas yazidi eram "vendidas" por míseros maços de cigarro.

  • "Algumas dessas mulheres e crianças foram obrigadas a assistir, bem diante de seus olhos, enquanto crianças de 7, 8 e 9 anos de idade derramavam sangue até a morte depois de serem estupradas inúmeras vezes por dia pelas milícias do ISIS. As milícias do ISIS queimaram muitas meninas yazidis, vivas, por elas se recusarem a se converter e casar com homens do ISIS. Por que? Porque não somos muçulmanas... − Mirza Ismail, presidente da Organização Internacional de Direitos Humanos Yazidi.

  • "É um genocídio contra as mulheres". — Zeynep Kaya Cavus, líder ativista alevita.

  • Lamentavelmente muitas das organizadoras e integrantes da Marcha das Mulheres em Washington optaram por ignorar as mulheres que estão sendo torturadas e exterminadas por terroristas islâmicos, optaram também por ignorar o que acontece em outras partes do mundo onde elas não podem frequentar uma escola nem sair de casa sem a permissão de um homem.

  • Se pelo menos essas mulheres se sentissem tão motivadas a protestar contra a escravidão, o estupro e a tortura de mulheres e crianças yazidis quanto estão em relação ao custo de absorventes femininos.

Enquanto a atriz Ashley Judd se queixava em uma "Marcha das Mulheres" em Washington D.C. que "absorventes femininos são tributados enquanto Viagra e Rogaine não," milhares de crianças e mulheres yazidis estavam sendo forçadas a se tornarem escravas sexuais no Iraque e na Síria nas mãos do Estado Islâmico.

Em 21 de janeiro, alguns grupos de direitos das mulheres organizaram "Marchas das Mulheres" em diversas cidades dos Estados Unidos e ao redor do mundo. Os comícios em grande medida direcionados ao recém-empossado presidente norte-americano Donald Trump.

Havia inúmeras oradoras e participantes. A atriz Ashley Judd, que também tomava parte, leu um poema em Washington D.C. que questionava porque os "absorventes femininos são tributados enquanto o Viagra e o Rogaine não".

Enquanto a Sra. Judd falava sobre a sua devastadora tragédia, milhares de crianças e mulheres yazidis estavam sendo forçadas a se tornarem escravas sexuais no Iraque e na Síria nas mãos do Estado Islâmico (ISIS) e estarem disponíveis para a compra em mercados de escravas sexuais.

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Palestinos na Síria: um Ano de Assassinatos e Tortura

por Khaled Abu Toameh  •  28 de Janeiro de 2017

  • Segundo as denúncias, as autoridades sírias estão ocultando os corpos de mais de 456 palestinos que morreram sob tortura na prisão. Ninguém sabe exatamente onde os corpos estão escondidos ou o motivo das autoridades sírias se recusarem a entregá-los aos seus familiares.

  • Parece que a grande mídia prefere fazer vista grossa no tocante à situação dos palestinos que vivem em países árabes. Esta chicana prejudica antes de mais nada e acima de tudo os próprios palestinos, além de permitir que os governos árabes continuem com suas políticas de perseguição e repressão.

  • É esperar para ver se o Conselho de Segurança da ONU irá se ater às suas prioridades e convocar uma sessão de emergência para discutir a campanha assassina contra os palestinos na Síria. Talvez, de alguma forma, isso irá ultrapassar "a construção de assentamentos" como tema merecedor da condenação mundial.

Palestinos fugindo do campo de refugiados Yarmouk perto de Damasco após intensos combates ocorridos em setembro de 2015. (imagem: captura de tela da RT)

O ano de 2016 foi bem complicado para os palestinos. Não foi complicado apenas para os palestinos que vivem na Cisjordânia sob o regime da Autoridade Palestina (AP) ou na Faixa de Gaza sob o Hamas. Quando os ocidentais são informados sobre a "situação" e o "sofrimento" dos palestinos, eles imediatamente assumem que se trata daqueles que vivem na Cisjordânia ou na Faixa de Gaza. Raramente a comunidade internacional é informada sobre o que está acontecendo com eles em países árabes. Essa omissão ocorre, sem a menor sombra de dúvida, porque é difícil jogar a culpa do sofrimento dos palestinos nos países árabes em cima de Israel.

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Novo Departamento de Propaganda da Alemanha
O Grande Irmão está de Olho em VOCÊ!

por Judith Bergman  •  25 de Janeiro de 2017

  • O casal Peter e Melanie M. foi processado e condenado em julho de 2016 por ter criado um grupo no Facebook que criticava a política de migração do governo. Também em julho de 2016, 60 suspeitos de postarem "discursos de incitamento ao ódio" na Internet tiveram suas casas invadidas pela polícia alemã.

  • Ao que tudo indica, nada do exposto acima é o suficiente para o presidente do Bundestag, Norbert Lammert do partido CDU de Merkel, que acredita que as medidas tomadas pelo Facebook contra o "discurso de incitamento ao ódio" não sejam o bastante. Segundo o político da CDU, há a necessidade de um incremento de leis.

  • A visão do governo alemão sobre o que constitui o "discurso de incitamento ao ódio" é altamente seletiva e, ao que tudo indica, limitada à crítica legítima e à proteção da sua política de governo no tocante à imigração.

  • Quando uma gigantesca onda de antissemitismo assolou grandes cidades alemãs no verão de 2014, não houve nenhuma manifestação fervorosa antirracista daquela magnitude por parte do governo alemão. Muito pelo contrário, houve sim casos de autoridades praticamente facilitando o discurso de incitamento ao ódio. Em julho de 2014, a polícia de Frankfurt permitiu principalmente que "manifestantes" muçulmanos usassem alto-falantes em suas vans para vociferarem palavras de ordem de incitamento ao ódio, em árabe, incluindo a entoação de "Allahu Akbar" e que os judeus são "assassinos de crianças".

  • Atentados com bombas incendiárias contra uma sinagoga, por outro lado, constituem simplesmente um "ato de protesto".

Funcionários do Ministério do Interior da Alemanha estão exortando o Ministro do Interior Thomas de Maizière a criar um "Centro de Defesa contra a Desinformação" (Abwehrzentrum gegen Desinformation) com o objetivo de combater o que eles chamam de "desinformação política", um eufemismo no tocante a "notícias falsas".

"A aceitação de uma era pós-verdade equivaleria à capitulação política", ressaltaram os funcionários a Maizière em um memorando que também revelou que os burocratas do Ministério do Interior estão ansiosos em ver a "autêntica comunicação política" continuar sendo a "essência do Século XXI."

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A Tolerância é uma Via de Mão Única?

por Douglas Murray  •  24 de Janeiro de 2017

  • Quando praticamente todas as demais revistas do mundo livre não conseguem defender os valores da liberdade de expressão e do direito à caricatura e à afronta, é de se esperar que um grupo de cartunistas e escritores, que já pagou um preço tão alto para defender a mensagem dessas liberdades, continue a defendê-las sozinho?

  • A maioria das pessoas que diz estar preocupada com o direito de dizer o que quiser, quando quiser, sobre o que bem entender, estava falando sério -- caminhar pelas ruas de Paris exibindo um lápis nas mãos. Ou então estava simplesmente a fim de falar por falar "Je Suis Charlie". Mas na realidade quase ninguém estava falando sério.

  • Se o Presidente François Hollande e a Chanceler Angela Merkel realmente tivessem a intenção de defender a liberdade de expressão, então em vez de andarem de braços dados pelas ruas de Paris junto com alguém tão inconveniente como o líder da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas, eles teriam exibido as capas da revista Charlie Hebdo e dito: "é assim que uma sociedade livre se comporta e é isso que defendemos: todos nós, líderes políticos, deuses, profetas, enfim todos podem ser satirizados e se vocês não gostarem da ideia então mudem-se para os buracos insalubres da escuridão que vocês tanto sonham".

  • A imprensa mundial inteira internalizou o que aconteceu na redação da revista Charlie Hebdo e, em vez de ficar unida, decidiu jamais arriscar que algo assim também aconteça a ela.

  • Não há dúvida que nos últimos dois anos aprendemos que essa tolerância é uma via de mão única. Esta nova submissão ao terrorismo islamista acontece provavelmente porque quando em 2016 um atleta sem envolvimento algum na política, religião ou sátira foi pego fazendo algo que poderia ter sido visto como menos do que absolutamente respeitoso em relação ao Islã, não havia ninguém por perto para defendê-lo.

Manifestação em Paris em 11 de janeiro de 2015 logo após o ataque contra a revista Charlie Hebdo, cartazes de "Je Suis Charlie". (Imagem: Olivier Ortelpa/Wikimedia Commons)

O 7º dia do mês em curso marca dois anos do dia em que dois homens armados entraram na redação da revista satírica Charlie Hebdo em Paris e assassinaram doze pessoas. Portanto o período em pauta também marca o segundo aniversário do momento em que, por cerca de uma hora, grande parcela do mundo livre se autoproclamou "Charlie" e tentou, por meio de passeatas, parando por instantes em silêncio ou retuitando a hashtag "Je Suis Charlie" mostrar ao mundo que a liberdade não pode ser suprimida e que a caneta é mais poderosa do que o fuzil automático Kalashnikov.

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Embaixadores Franceses Declaram Guerra a Israel

por Yves Mamou  •  15 de Janeiro de 2017

  • Para os nossos embaixadores o terrorismo não existe na "Palestina". Eles apenas sussurram quixotescamente sobre "a necessidade de segurança" para Israel.

  • A conclusão óbvia é que eles estão tão somente procurando esconder seu próprio ódio em relação a Israel encoberto pelo ódio árabe a Israel.

  • O problema não são os "colonos" judeus na "Palestina". Antes de 1967 não havia nenhum assentamento, então o que a Organização para a Libertação da Palestina estava "libertando" quando ela foi criada no Cairo em 1964? A resposta, conforme a própria OLP foi a primeira a admitir, era a "Palestina" - ou seja todo o Estado de Israel, considerado por muitos árabes como unicamente um grande assentamento. Basta olhar qualquer mapa palestino.

  • O problema é que esses embaixadores não são tão perigosos para Israel como o são para a Europa e para o mundo livre à medida que continuam sucumbindo às exigências do Islã.

Fracassada diplomacia França-Israel. Na foto: presidente francês François Hollande (à direita) cumprimenta o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu em Paris em 11 de janeiro de 2015. (Imagem: Thierry Chesnot/Getty Images)

É bom não esquecer dos nomes a seguir: Yves Aubin de La Messuzière, Denis Bauchard, Philippe Coste, Bertrand Dufourcq, Christian Graeff, Pierre Hunt, Patrick Leclercq, Stanislas de Laboulaye, Jean-Louis Lucet, Gabriel Robin, Jacques-Alain de Sédouy e Alfred Siefer-Gaillardin.

Eles são embaixadores franceses aposentados. Eles são aparentemente mais esclarecidos, muito educados e aristocráticos e corriqueiramente publicam artigos opinativos no jornal Le Monde. No entanto eles escrevem para o Le Monde apenas com o intuito de intimidar Israel.

O último editorial do Le Monde publicado em 9 de Janeiro de 2017 tinha como objetivo explicar como a conferência internacional sobre o Oriente Médio, marcada para 15 de janeiro em Paris, será benéfica para a "segurança" de Israel. O texto é uma enumeração desanimadora de tradicionais clichês da hipócrita diplomacia da França.

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Europa: O Caso do Desaparecimento de Mulheres

por Judith Bergman  •  9 de Janeiro de 2017

  • "É melhor esperarem lá fora. Há somente homens aqui... Neste café, não há diversidade." — Frequentador do sexo masculino de um café em Sevran, na rede de TV France 2.

  • "Neste café não há mistura. Estamos em Sevran, não em Paris. Aqui há uma mentalidade diferente. É como em nossa terra natal." — Outro frequentador do sexo masculino de um café em Sevran, na rede de TV France 2.

  • Parece que as mulheres "foram apagadas", dos cafés e das ruas. "De modo que agora, para evitarem as ameaças e serem pressionadas, elas se autocensuram e ficam em silêncio." — Caroline Sinz jornalista da rede de TV France 2.

  • Esta islamização vem sendo alimentada e fortalecida por pesados investimentos vindos do Catar - particularmente em mesquitas - na França durante os últimos cinco anos, cujo montante gira hoje em torno de US$22 bilhões.

  • "Há uma forma equivocada de moralidade, muitas vezes exercida por grupos minoritários sobre a maioria, o que leva ao fato do espaço público, supostamente pertencente a homens e mulheres, ser proibido para as mulheres." — Pascale Boistard, ex-Ministro dos Direitos da Mulher da França

  • Os ministros franceses fingem estarem surpresos e indignados com o fato das mulheres desses subúrbios terem sucumbido ao terror incessante perpetrado contra elas e pelo fato delas estarem sumindo das ruas.

Aziza Sayah (esquerda) e Nadia Remadna (direita) são ativistas da "Brigada das Mães", grupo que luta pelos direitos das mulheres na França, recentemente foram a um café em um subúrbio de Paris com câmeras escondidas onde foram recebidas com hostilidade e certa perplexidade por parte dos clientes exclusivamente masculinos. (Captura de tela de vídeo: France 2)

Mulheres estão literalmente desaparecendo de cafés e bares em determinados subúrbios predominantemente muçulmanos na França, de acordo com recentes filmagens tomadas por uma câmera escondida, transmitidas pela rede France 2. O vídeo destaca duas ativistas Nadia Remadna e Aziza Sayah do grupo La Brigade des Mères (Brigada da Mães), que luta pelos direitos das mulheres, entrando em um café no subúrbio parisiense de Sevran, onde foram recebidas com hostilidade e certa perplexidade por parte dos clientes exclusivamente masculinos. Um deles lhes disse: "é melhor esperarem lá fora. Há somente homens aqui... Neste café, não há diversidade."

Outro cliente lhes disse: "neste café não há mistura. Estamos em Sevran, não em Paris. Aqui há uma mentalidade diferente. É como em nossa terra natal..."

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Clero Cristão Saúda o Islã na Igreja, em Seguida se Curva a Ele

por Giulio Meotti  •  8 de Janeiro de 2017

  • Em julho último, pela primeira vez durante uma missa na Itália, um verso do Alcorão foi recitado no altar.

  • Um padre no sul da Itália enfureceu paroquianos por ter vestido a Virgem Maria com uma burca muçulmana no presépio de Natal da sua igreja. Estas iniciativas inter-religiosas baseiam-se na eliminação gradual da herança ocidental-cristã em favor do Islã.

  • Provavelmente o clero católico está desorientado por causa do próprio Papa Francisco, que foi o primeiro a permitir a leitura de orações islâmicas e leituras do Alcorão no Vaticano.

  • Quando se trata de Islã o Papa abraça o relativismo religioso. Ele vem reiterando que a violência islamista é obra de "um pequeno grupo de fundamentalistas" que, segundo ele, não têm nada a ver com o Islã.

  • O Bispo Harries da Igreja da Inglaterra sugeriu que a coroação do Príncipe Charles deveria ser aberta com uma leitura do Alcorão. Nos Estados Unidos mais de 50 igrejas, incluindo a Catedral Nacional de Washington, realizam leituras do Alcorão. Há leituras da liturgia cristã nas mesquitas?

  • Como é possível que um número tão ínfimo de líderes cristãos tenham levantado a voz diante desse ataque sem precedentes contra um monumento cristão? Será que organizaram tantas leituras do Alcorão em suas próprias igrejas de modo que agora eles veem como algo normal converter uma igreja em uma mesquita?

  • Não seria melhor para a Igreja Católica dar início a um diálogo sincero com as comunidades islâmicas, com base em princípios como reciprocidade (se vocês construírem mesquitas na Europa, nós construiremos igrejas no Oriente Médio), proteção das minorias cristãs do Crescente e repúdio à teologia da jihad contra os "infiéis"?

O Imã Sali Salem recita um verso do Alcorão na Igreja de Santa Maria em Trastevere, Roma, em 31 de julho de 2016. (Imagem: captura de tela de vídeo do La Stampa)

Há uma propensão cada vez mais preocupante na Itália e na Europa como um todo.

Pela primeira vez em mais de 700 anos, canções islâmicas ressoaram na Catedral de Florença, Igreja de Santa Maria del Fiore. Sob a famosa Cúpula de Brunelleschi, melodias islâmicas acompanhavam as cristãs. A "iniciativa inter-religiosa" foi promovida uma semana depois do massacre bárbaro cometido por terroristas islamistas em Paris contra a redação da revista Charlie Hebdo, incluindo "Alcorão é Justiça" e outros "cânticos" dessa natureza.

Em seguida, um padre no sul da Itália enfureceu paroquianos por ter vestido a Virgem Maria com uma burca muçulmana no presépio de Natal da sua igreja. O pastor da paróquia dos Santos Joaquim e Ana em Potenza, Padre Franco Corbo, disse que ele tinha construído a creche especial "em nome do diálogo entre as religiões". Estas iniciativas inter-religiosas baseiam-se na eliminação gradual da herança ocidental-cristã em favor do Islã.

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As Nações Unidas declaram Guerra Contra a Civilização Judaico-Cristã

por Giulio Meotti  •  2 de Janeiro de 2017

  • Como é que a jurisprudência Ocidental, criada após a Segunda Guerra Mundial para evitar que fossem cometidos mais crimes contra a humanidade, agora está sendo usada para perpetuar mais crimes e justamente contra as democracias?

  • É uma manipulação terrível procurar apagar toda a história judaica e cristã, para que se acredite que todo o mundo era originalmente e eternamente somente islâmico. Esta é a cara da jihad. Não se trata apenas de macacões laranja, decapitações e escravidão. Se é possível apagar e reescrever a história, também é possível redirecionar o futuro.

  • Quando palestinos espancam suas esposas a culpa é de Israel, segundo afirmou a especialista da ONU Dubravka Simonovic com a maior cara lavada.

  • No mês passado o presidente da Assembleia Geral da ONU, Peter Thomson, usava de forma ostensiva o famoso cachecol keffiyah, símbolo da "resistência palestina" (leia-se terrorismo). Isso é simplesmente a continuação da destruição cultural de Israel, que serve para justificar o próximo passo, que é o extermínio físico do país.

  • A guerra das Nações Unidas contra os judeus de Israel é no fundo uma guerra contra o Ocidente. A ONU e seus defensores estão rapidamente abrindo caminho para o califado europeu.

No mês passado o presidente da Assembleia Geral da ONU, Peter Thomson, usava de forma ostensiva o famoso cachecol xadrez palestino, o keffiyah, símbolo da "resistência palestina" (leia-se terrorismo). Isso é simplesmente a continuação da destruição cultural de Israel, que serve para justificar o próximo passo, que é o extermínio físico do país. (Imagem: UN/Manuel Elias)

O ano de 2016 foi fantástico para os antissemitas nas Nações Unidas. O Conselho de Segurança da ONU visou somente a única democracia do Oriente Médio: o Estado de Israel. A sainte Administração Obama, segundo consta, orquestrou o que até o Haaretz chamou de uma campanha de "aprontar e sair correndo" na ONU para denegrir o estado judeu e deixá-lo à mercê da própria sorte onde avultam apenas conflitos e ódio. Trata-se de um genocídio cultural que não é menos perigoso do que os ataques terroristas. Ele se baseia em mentiras antissemitas e cria um clima para que não seja alcançada a "paz", como dissimuladamente se propaga e também para perpetuar a guerra.

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França: Desintegrando-se Diante de Nossos Olhos

por Yves Mamou  •  29 de Dezembro de 2016

  • Quatro policiais ficaram feridos (dois com queimaduras graves) quando um grupo de cerca de 15 "jovens" (membros de gangues muçulmanas) cercaram seus carros e arremessaram pedras e bombas incendiárias contra eles. A polícia também foi injustamente criticada pelo ministro do interior, que chamou os agressores de "pequenos selvagens". Tanto a polícia quanto os políticos da oposição responderam que os agressores não eram "pequenos selvagens, mas criminosos que atacaram a polícia com o intuito de matar".

  • Dois estudantes de uma escola de aperfeiçoamento profissional em Calais atacaram um professor, um deles fraturou a mandíbula do professor e quebrou vários de seus dentes − porque ele havia pedido a um dos alunos que se concentrasse no trabalho.

  • "Isso é um aviso. Esses jovens não atacaram a escola por acaso, eles queriam atacar a instituição, atacar o Estado." — Yacine, de 21 anos, estudante da Universidade de Paris II.

  • O tumulto, que durou quatro noites, começou após a detenção de um motorista que não parou quando assim solicitado por um policial.

  • Esta revolta de um dos pilares da sociedade francesa, a polícia, foi a maior que já aconteceu na França moderna. No entanto, praticamente ninguém da grande mídia da França cobriu o evento.

  • "Tudo aquilo que representa as instituições do Estado, agora está sendo vítima de violência baseada em excessos essencialmente sectários e por vezes étnicos, alimentados por um incrível ódio ao nosso país. Temos que ser cegos ou inconscientes para não estarmos preocupados com a coesão nacional". — Thibaud de Montbrial, advogado e especialista em terrorismo.

Quatro policiais ficaram feridos recentemente (dois com queimaduras graves) quando um grupo de cerca de 15 "jovens" (membros de gangues muçulmanas) cercaram seus carros e arremessaram pedras e bombas incendiárias contra eles, no subúrbio parisiense de Viry-Châtillon. (Imagem: captura de tela de vídeo da Line Press)

A França irá eleger um novo presidente em maio de 2017. Os políticos já estão em campanha debatendo sobre déficit, beneficiários do estado de bem-estar social, crescimento do PIB e assim por diante, mas parecem fantoches desconectados do país real.

Qual é a realidade hoje na França?

Violência. Ela está se espalhando. Não são só ataques terroristas, pura violência de gangues. Ela incuti um crescente sentimento de insegurança em hospitais, em escolas, nas ruas - até mesmo na polícia. A mídia não se atreve a dizer que esta violência vem principalmente de gangues muçulmanas - "jovens", como eles os chamam na mídia francesa, para evitar dar nome aos bois, dizendo de quem se trata. No entanto, um clima de guerra civil está se espalhando de forma manifesta na polícia, escolas, hospitais e na política.

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O Suicídio da Alemanha

por Guy Millière  •  28 de Dezembro de 2016

  • Dos 1,2 milhões de migrantes que chegaram à Alemanha em 2014 e 2015 apenas 34.000 encontraram trabalho.

  • Nada melhor descreve o estado atual da Alemanha do que o triste destino de Maria Landenburger, uma adolescente de 19 anos de idade, assassinada no início de dezembro. Maria Landenburger, membro de uma organização de ajuda aos refugiados, estava entre aqueles que acolheram migrantes em 2015. Ela foi estuprada e assassinada por um dos indivíduos que estava ajudando. A família dela pediu a qualquer um que quisesse prestar uma homenagem à sua filha que doasse dinheiro para as associações de refugiados, para que mais refugiados pudessem vir para a Alemanha.

  • A lei que condena o incitamento ao ódio, que supostamente se destina a impedir o retorno às ideias nazistas, é usada como uma espada contra qualquer um que se manifeste de forma mais dura em relação à crescente islamização do país.

  • A grande maioria dos alemães não quer enxergar que a Alemanha está em guerra porque um inimigo implacável declarou guerra contra eles. Eles não querem enxergar que foi declarada guerra contra a civilização ocidental. Eles aceitam a derrota e docilmente fazem o que os jihadistas lhes dizem para fazer, eles se curvam.

  • Se Angela Merkel não vê a diferença entre judeus sendo exterminados pelos nazistas e muçulmanos que ameaçam exterminar cristãos, judeus e outros muçulmanos, ela é ainda mais ignorante do que parece.

O ataque em Berlim de 19 de dezembro de 2016 era uma tragédia anunciada. A chanceler alemã Angela Merkel criou as condições que o tornaram factível. Cabe a ela uma enorme responsabilidade. Geert Wilders, membro do Parlamento da Holanda e um dos únicos líderes políticos com clara visão da Europa, a acusou de estar com as mãos sujas de sangue. Ele está certo.

Quando Merkel decidiu abrir as portas da Alemanha para centenas de milhares de muçulmanos do Oriente Médio e de países mais distantes ainda, ela deveria estar ciente que havia jihadistas escondidos nas multidões que inundaram o país. Ela também deveria saber que a polícia alemã não tinha condições de controlar o turbilhão de pessoas que entraram no país e que seria rapidamente sobrecarregada pelo número de pessoas que teria que controlar. Mesmo assim ela abriu as portas.

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Islamistas Atacam o Natal, Europeus Abolem o Natal

por Giulio Meotti  •  27 de Dezembro de 2016

  • Foi ordenada a remoção de uma estátua da Virgem Maria por um tribunal no município de Publier. A Senadora Nathalie Goulet criticou severamente os juízes chamando-os de "aiatolás do secularismo".

  • Uma escola alemã na Turquia acaba de proibir as festividades do Natal. A escola, Istambul Lisesi, financiada pelo governo alemão, decidiu que as tradições e canções de Natal não serão mais permitidas. Uma loja da Woolworth na Alemanha descartou os enfeites de Natal alegando aos clientes que a loja "agora é muçulmana".

  • A Europa já está mutilando suas próprias tradições "para não ofender os muçulmanos". Nós nos tornamos nosso maior inimigo.

  • Os muçulmanos também estão reivindicando "a mesquita de Córdoba". Autoridades da cidade, que fica no sul da Espanha, recentemente deram um duro golpe na reivindicação de propriedade da catedral pela Igreja Católica. Agora os islamistas a querem de volta.

  • O resultado final do secularismo autodestrutivo da Europa poderá verdadeiramente acabar em um Califado.

Os muçulmanos também estão reivindicando "a mesquita de Córdoba". Autoridades da cidade que fica no sul da Espanha recentemente deram um duro golpe na reivindicação de propriedade da catedral pela Igreja Católica. Construída no local da igreja de São Vicente, que depois serviu de mesquita por mais de 400 anos quando a Espanha islâmica fazia parte de um califado, antes do reino cristão de Castela conquistar a cidade e convertê-la novamente em igreja. (Imagem: James Gordon/Wikimedia Commons).

"Tudo é cristão", escreveu Jean-Paul Sartre depois da guerra. Dois mil anos de cristianismo deixaram uma marca profunda na língua francesa, paisagem e cultura. Mas isso não é bem assim de acordo com a ministra da Educação da França, Najat Vallaud-Belkacem. Ela acabou de anunciar que, em vez de dizer "Feliz Natal", os servidores públicos devem dizer "Boas Festas" - trata-se claramente de uma deliberada intenção de apagar do discurso e do espaço público qualquer referência à cultura cristã na qual a França está enraizada.

Jean-François Chemain chamou isso de "erradicação de qualquer sinal cristão no cenário público". O estopim da controvérsia ocorreu há um ano na cidade francesa de Ploermel, quando um tribunal deliberou que a estátua do Papa João Paulo II, erguida em uma praça, teria que ser removida por violar o "secularismo".

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