Últimas Análises e Comentários

Coronavírus: A China Inunda a Europa com Equipamentos Médicos Defeituosos

por Soeren Kern  •  8 de Abril de 2020

  • Na Espanha, o Ministério da Saúde revelou que 640 mil testes de coronavírus comprados de um fornecedor chinês estavam com defeito. Além disso, mais um milhão de testes de coronavírus entregues à Espanha em 30 de março por outro fabricante chinês também estavam com defeito.

  • Em 23 de março, o site de notícias tcheco iRozhlas publicou que 300 mil kits de testes de coronavírus entregues pela China tinham um índice de erro de 80%. O Ministério do Interior da República Tcheca desembolsou US$2,1 milhões pelos kits.

  • "A realidade nua e crua é que a China parece menosprezar as regras convencionais de comportamento em todas as esferas da vida, da saúde ao comércio e da manipulação da moeda à repressão interna." "Por demasiado tempo os países se prostraram desastradamente à China na desesperada esperança de obter acordos comerciais. Mas uma vez que nos livrarmos dessa terrível pandemia, é imperativo que todos nós repensemos esse relacionamento e o coloquemos numa base muito mais equilibrada e honesta." — Iain Duncan Smith, ex-líder do Partido Conservador do Reino Unido.

Um número cada vez maior de países europeus relata que milhões de equipamentos médicos e hospitalares doados ou comprados da China para conter a pandemia estão defeituosos e imprestáveis. Fotos: Funcionários separam equipamentos de proteção vindos da China em um armazém em Valência, Espanha, em 25 de março de 2020. (Foto: Juan Carlos Cardenas/Pool/AFP via Getty Images)

À medida que o coronavírus avança a todo vapor pela Europa, um número cada vez maior de países relata que milhões de equipamentos médicos e hospitalares doados ou comprados da China para conter a pandemia estão defeituosos e imprestáveis.

As revelações estão botando mais lenha na fogueira quanto à desconfiança em relação ao empenho para melhorar a imagem pública do presidente chinês Xi Jinping e do Partido Comunista no sentido de pintar a China como a nova superpotência humanitária do planeta.

Em 28 de março, a Holanda foi forçada a fazer o recall de 1,3 milhão de máscaras fabricadas na China porque elas não atendiam aos requisitos mínimos de segurança para o pessoal da área médica. As assim chamadas máscaras KN95 são uma alternativa chinesa mais barata às máscaras N95, padrão americano, que estão em falta em todo o mundo. As KN95 não se ajustam ao rosto tão firmemente quanto as N95, potencialmente expondo a equipe médica ao coronavírus.

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Coronavírus: Como a Ideologia "Progressista" Levou à Catástrofe na Espanha

por Soeren Kern  •  2 de Abril de 2020

  • Uma ação coletiva movida em 19 de março acusa o governo espanhol, extremamente ideológico seja lá qual for a régua de medição, visto que o Podemos, parceiro comunista da coalizão, fundado com capital inicial fornecido pelo governo venezuelano, deliberadamente colocou em risco a segurança pública ao incentivar a população a participar de mais de 75 passeatas de feministas, realizadas por toda a Espanha em 8 de março para comemorar o Dia Internacional da Mulher.

  • A mais alta autoridade do governo espanhol em coronavírus, Fernando Simón, assegurou em uma entrevista coletiva à imprensa nacional que não havia perigo em participar dos comícios em 8 de março. "Se o meu filho me perguntasse se ele poderia ir, eu lhe diria para fazer o que bem entendesse", salientou ele.

  • "Honestamente, parece piada que o governo esperou até agora, indubitavelmente por razões políticas, para emitir esse comunicado. O governo socialista/comunista mais uma vez colocou seus interesses políticos acima do bem comum. Esse flagrante pouco caso deveria resultar em demissões". — Elentir, Contando Estrelas, 9 de março de 2020.

Uma ação coletiva movida na Espanha acusa o governo de deliberadamente colocar em risco a segurança pública ao incentivar a população a participar de mais de 75 passeatas de feministas em 8 de março para comemorar o Dia Internacional da Mulher, em meio à pandemia do coronavírus. Foto: uma manifestação no Dia Internacional da Mulher, 8 de março de 2020 em Madri, Espanha. (Foto: Pablo Blazquez Dominguez/Getty Images)

O governo espanhol, formado pela coalizão de socialistas e comunistas, está sendo processado por suspeição de negligência na forma de lidar com a pandemia do coronavírus. O governo está sendo acusado de colocar seus ignóbeis interesses ideológicos acima da segurança e do bem-estar da população, agravando na esteira, desnecessariamente, a crise humanitária que já toma conta da Espanha, atrás somente da Itália, país mais castigado da Europa.

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É Preciso que o Ocidente Acorde para as Duas Caras da China

por Giulio Meotti  •  31 de Março de 2020

  • Em um artigo no Xinhua, um dos órgãos que reflete a posição oficial do Partido Comunista da China, Pequim ameaçou suspender as exportações de produtos farmacêuticos, que na sequência "mergulharia os EUA no poderoso mar do coronavírus"... — Yanzhong Huang, senior fellow para a saúde global, Conselho de Relações Exteriores, Twitter, 4 de março de 2020.

  • "Escondida atrás das declarações de solidariedade, a China planeja comprar nossas cambaleantes empresas e infraestrutura" — Bild, 19 de março de 2020.

  • A Itália, país duramente castigado pela pandemia de coronavírus da China, agora é o pivô de uma estratégica campanha de propaganda chinesa. Pequim está enviando médicos e suprimentos para a Itália e também para o restante da Europa. Na Itália é possível ver cartazes com os dizeres: "Força China!" A China almeja comprar nosso silêncio e nossa cumplicidade. Lamentavelmente, é isso mesmo que está acontecendo.

  • A China não está ajudando a esta altura em nome da "solidariedade". O regime chinês quer se sobressair como salvador do mundo. No início da pandemia Pequim não dava a mínima para a vida de seu próprio povo: estava ocupada demais censurando notícias.

A China está travando duas guerras de informações: uma no exterior e outra interna para a sua população, ambas lideradas pelas autoridades chinesas encabeçadas pelo presidente Xi Jinping. Ao que tudo indica, eles veem o Ocidente como fraco e submisso. E somos mesmo. (Foto: Naohiko Hatta - Pool/Getty Images)

O Partido Comunista da China é a "ameaça nº 1 dos nossos tempos", salientou de maneira perspicaz o Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo em janeiro. Naquela altura, o coronavírus já estava se espalhando por toda a China e pelo mundo. O esforço do Partido Comunista de esconder a epidemia provou que Pompeo estava mais do que certo. "Minha preocupação é que esse acobertamento, essa guerra de desinformação sendo promovida pelo Partido Comunista da China, ainda esconda do mundo as informações necessárias para que possamos evitar que novos casos ou algo parecido se repitam", ressaltou Pompeo esta semana.

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Coronavírus: A União Europeia está Ruindo

por Soeren Kern  •  29 de Março de 2020

  • Diante de uma ameaça existencial, os Estados Membros da UE, longe de juntarem forças para enfrentarem a pandemia como bloco coeso, estão instintivamente se voltando ao interesse nacional. Após anos de críticas ao presidente dos EUA, Donald J. Trump, por promover a política do "América em primeiro lugar", os líderes europeus estão revertendo àquele nacionalismo que tanto abominaram publicamente.

  • Desde que a ameaça representada pelo coronavírus virou o centro das atenções, os europeus mostraram muito pouco da altiva solidariedade multilateral que por décadas fizeram crer ao restante do planeta ser o baluarte da unidade europeia. A singular marca de soft power da UE, considerada modelo para a ordem mundial pós-nacional, mostrou ser nada mais do que uma utopia.

  • De algumas semanas para cá, os Estados Membros da UE fecharam suas fronteiras, proibiram as exportações de suprimentos essenciais e contiveram a ajuda humanitária. O Banco Central Europeu, garantidor da moeda única europeia, tratou com menosprezo sem precedentes a terceira maior economia da zona do euro, a Itália, no singular momento de necessidade. Aos Estados Membros mais castigados pela pandemia, Itália e Espanha, foram dadas as costas pelos demais Estados Membros.

De algumas semanas para cá, os Estados Membros da UE fecharam suas fronteiras, proibiram as exportações de suprimentos essenciais e contiveram a ajuda humanitária. Foto: congestionamento de caminhões na estrada que leva à passagem de fronteira entre a Áustria e a Hungria perto de Nickelsdorf, Áustria em 18 de março de 2020. (Foto: Thomas Kronsteiner/Getty Images)

À medida que a pandemia do coronavírus avança a todo vapor pela Europa, onde mais de 250 mil pessoas já foram diagnosticadas com a doença do Coronavírus 2019 (COVID-19) e 15 mil morreram, os principais pilares da União Europeia estão ruindo, um a um.

Diante de uma ameaça existencial, os Estados Membros da UE, longe de juntarem forças para enfrentarem a pandemia como bloco coeso, estão instintivamente se voltando ao interesse nacional. Após anos de críticas ao presidente dos EUA, Donald J. Trump, por promover a política do "América em primeiro lugar", os líderes europeus estão revertendo àquele nacionalismo que tanto abominaram publicamente.

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Coronavírus: China Faz Propaganda na Europa

por Soeren Kern  •  24 de Março de 2020

  • O que não se sabe ainda ao certo é se a população europeia, que está sofrendo as consequências causadas pela epidemia, também estará tão disposta assim a deixar para lá a maleficência das autoridades chinesas.

  • "Trata-se de uma operação propagandística que oculta inúmeras verdades. A primeira e a mais importante delas é que o culpado dessa pandemia é o regime chinês. Não é preciso nenhuma teoria da conspiração para corroborar isso." — Emilio Campmany, Libertad Digital, 3 de março de 2020.

  • "A China quer se aproveitar da calamidade para arrancar a liderança mundial dos Estados Unidos. Será o país comunista que desenvolverá os remédios mais eficientes para combater o vírus. A China descobrirá a vacina antes que qualquer outro país o faça e a distribuirá ao mundo em tempo recorde. Ela comprará nossos ativos e investirá em nossos países para resgatar nossas economias. Ao fim e ao cabo, ela dirá ser nosso salvador". — Emilio Campmany, Libertad Digital, 3 de março de 2020.

Em 12 de março, a China enviou à Itália nove equipes médicas chinesas, juntamente com cerca de 30 toneladas de equipamentos em um voo organizado pela Cruz Vermelha Chinesa. Foto: Francesco Vaglia, chefe da equipe médica de doenças infecciosas do Hospital Spallanzani (direita) fala perante integrantes de uma delegação de médicos chineses em Roma em 14 de março de 2020. (Foto: Andreas Solaro/AFP via Getty Images)

O governo chinês criou uma linha expressa para o envio de equipamentos médicos e hospitalares para a Europa que já virou o epicentro da pandemia do coronavírus, que apareceu pela primeira vez na cidade de Wuhan na China. Pelo visto tal generosidade faz parte de um programa para melhorar a imagem pública do presidente chinês Xi Jinping e do Partido Comunista cujo intuito é desviar a atenção às críticas em relação à sua responsabilidade pelo surto letal.

A campanha de Pequim para mostrar ser benfeitor global pode dar resultados positivos na Europa, onde líderes políticos subservientes temem profundamente se indispor com o segundo maior parceiro comercial da União Europeia. O que não se sabe ainda ao certo é se a população europeia, que está sofrendo as consequências causadas pela epidemia, também estará tão disposta assim a deixar para lá a maleficência das autoridades chinesas.

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Coronavírus: Alemanha Fomenta o Antiamericanismo

por Soeren Kern  •  22 de Março de 2020

  • A investida em fomentar o antiamericanismo parece ser um esforço do governo alemão para esfriar as críticas à Chanceler Angela Merkel e ao seu gabinete pela tímida resposta à epidemia do coronavírus.

  • Mais do que depressa, a história foi eleita e disseminada sem nenhum critério, pelas mídias, inclusive a impressa, por toda a Europa bem como nos Estados Unidos. Quase todas citaram textualmente o artigo que saiu no jornal Die Welt sem que ele confirmasse a veracidade da reportagem.

  • "Para que não paire nenhuma dúvida no ar em relação ao coronavírus: a CureVac não recebeu do governo americano, nem de nenhuma entidade do gênero, nenhuma oferta, nem antes, nem durante e nem depois do encontro da Força-Tarefa ocorrida na Casa Branca em 2 de março. A CureVac nega toda e qualquer alegação da imprensa nesse sentido." — Comunicado da CureVac, 16 de março de 2020.

  • O jornal Frankfurter Allgemeine, publicou um artigo com o título, "Curevac Não Recebeu Nenhuma Oferta do Governo Americano," no qual afirma que o artigo do Die Welt é "Fake News", inventado pela CureVac para obter financiamento do governo. O jornal sugeriu que o governo alemão ajudou a promover a farsa.

O governo da Alemanha vem promovendo a fake news na qual sustenta que os Estados Unidos estão procurando obter acesso exclusivo a uma vacina experimental contra o coronavírus que está sendo desenvolvida pela CureVac, uma empresa alemã de biotecnologia. Foto: Um carro da empresa ostentando o logotipo, em frente da sede em Tübingen, Alemanha. (Foto: Matthias Hangst/Getty Images)

O governo da Alemanha vem promovendo a fake news na qual sustenta que os Estados Unidos estão procurando obter acesso exclusivo a uma vacina experimental contra o coronavírus que está sendo desenvolvida por uma empresa alemã de biotecnologia.

O caso, que desencadeou furor antiamericano na Alemanha e em outros lugares da Europa, foi rapidamente desmascarado pela empresa, que negou ter recebido ofertas do governo americano ou de qualquer outra entidade do gênero.

A investida de fomentar o antiamericanismo parece ser um esforço do governo alemão para esfriar as críticas à Chanceler Angela Merkel e ao seu gabinete pela tímida resposta à epidemia do coronavírus.

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A Verdadeira Doença da China Não é o Coronavírus

por Gordon G. Chang  •  19 de Março de 2020

  • De acordo com o consultor comercial do Presidente Donald Trump, Peter Navarro, Pequim já nacionalizou uma fábrica americana que produz máscaras de proteção. Além disso, Maria Bartiromo, da Fox Business Network disse reiteradamente na frente das câmeras que os chineses forçaram pelo menos um navio carregado de máscaras de proteção, luvas e demais equipamentos de proteção que estava a caminho dos Estados Unidos a retornar à China.

  • O otimismo de Trump não é o mesmo de Pequim. Ao usar a epidemia como desculpa, a China agora pressiona para alterar os termos do acordo, empurrando com a barriga as obrigações de compra, cerne do acordo no que diz respeito aos EUA.

  • Os americanos e o povo chinês, que estão agora exigindo mudanças políticas de base, perceberam que a verdadeira doença é o comunismo.

A China, como já sabemos, permitiu que o coronavírus se espalhasse durante seis semanas em dezembro e janeiro, antes que Xi admitisse publicamente a existência da doença. De modo que não causa espécie que os americanos e o povo chinês estejam exigindo mudanças políticas de base, perceberam que a verdadeira doença é o comunismo. Foto: "Voluntários da comunidade" do Partido Comunista montam guarda em frente da entrada de uma área residencial enquanto medem a temperatura de um homem em uma rua de Pequim, China, 23 de fevereiro de 2020. (Foto: Nicolas Asfouri/AFP via Getty Images)

Em julho do ano passado, cinco analistas americanos que têm estado sistematicamente equivocados nos informaram: "a China não é uma inimiga nossa."

Na realidade, desta vez eles estavam tecnicamente certos. A China comunista não é uma inimiga nossa. Ela é a inimiga.

Depois que baixar a poeira da pandemia do coronavírus, os americanos não deveriam esquecer os descalabros da campanha de Pequim contra os Estados Unidos.

Por mais de um mês, o Ministério das Relações Exteriores do governo central e o Global Times do Partido Comunista vem procurando sujar a imagem da Administração Trump. A campanha atingiu o ápice em meio a uma série de tuítes da estrela da hora da vez de Pequim, Zhao Lijian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores e diretor adjunto do Departamento de Informações do ministério.

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Irã: As Mentiras dos Mulás Sobre o Coronavírus

por Majid Rafizadeh  •  14 de Março de 2020

  • O Líder Supremo do Irã, Ayatollah Ali Khamenei, disse recentemente que o coronavírus era uma "benção."

  • A situação ficou tão perigosa que alguns membros do parlamento iraniano finalmente resolveram botar a boca no trombone e teceram críticas ao establishment teocrático por não abordarem o problema de forma adequada.

  • O acobertamento e as mentiras dos líderes iranianos fazem parte das razões que estão por trás da disseminação do coronavírus para outras nações.. Ao chamar o coronavírus de "benção", o Líder Supremo do Irã parece indicar que seu objetivo é espalhar o vírus a outros países, particularmente Israel e o Ocidente.

Depois da China, a República Islâmica do Irã, sua aliada, aparece como segundo ponto focal do coronavírus e graças às mentiras e acobertamentos dos mulás, Teerã espalha o vírus para os quatro cantos da terra. Foto: a vigilância sanitária desinfeta o santuário Masumeh em Qom em 25 de fevereiro de 2020. (Foto: Mehdi Marizad/Fars News Agency/AFP via Getty Images)

O Líder Supremo do Irã, Ayatollah Ali Khamenei, disse recentemente que o coronavírus era uma "benção." Depois da China, a República Islâmica do Irã, sua aliada, aparece como segundo ponto focal do coronavírus e graças às mentiras e acobertamentos dos mulás, Teerã espalha o vírus para os quatro cantos da terra.

Primeiro as autoridades iranianas afirmaram que o país não estava passando por nenhuma crise no tocante ao coronavírus: que ninguém no Irã tinha contraído a doença. Logo no entanto, informações vazadas revelavam que a cúpula iraniana sabia muito bem o que estava acontecendo em relação ao coronavírus no Irã, mas já havia decidido esconder a verdade.

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Coronavírus: A Guerra da China contra a Verdade

por Giulio Meotti  •  12 de Março de 2020

  • "A epidemia desmascarou por completo a corrupção, burocracia, controle das informações e censura do país," — Phillip Wu, escritor freelance em Pequim, The Guardian, 1º de março de 2020.

  • Houve muitas ocasiões em que jornalistas e ativistas que disseram a verdade foram presos ou "desapareceram". Agora o regime comunista chinês está anunciando planos de publicar um livro em seis idiomas sobre o surto, que retrata o presidente Xi como o "líder mais poderoso" que "cuida do povo".

  • O erro fatal da Itália foi acreditar no regime chinês. Em vez de checar todos, tanto chineses quanto italianos que retornavam da China desde janeiro, a Itália manteve suas fronteiras abertas. Agora o país se vê obrigado a se virar com dezenas de milhões de italianos sob quarentena....

  • Dizer que o coronavírus poderia estar relacionado com as pesquisas sobre vírus no laboratório de Wuhan é considerado por alguns como "teoria da conspiração," contudo a recusa da China em aceitar de pronto a ajuda dos Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos deixa uma pulga atrás da orelha.

"Sem a menor sombra de dúvida," observou o dissidente chinês Ma Jian, que "o vírus do regime totalitário de Xi ameaça a saúde e a liberdade não só da população chinesa, mas de todos nós onde quer que estejamos." Um dia, nós ocidentais, quem sabe também sentiremos remorso por não termos feito a China comunista prestar contas pelos crimes cometidos a sangue frio. Foto: Presidente Chinês Xi Jinping. (Foto: Noel Celis - Pool/Getty Images)

"Do jeito que a coisa anda, a China irá causar danos significativos ao restante do planeta, intencionalmente ou não," escreveu o colunista Daniel Henninger no Wall Street Journal em 29 de janeiro.

"O governo comunista chinês representa uma ameaça existencial não só à sua população de 1,4 bilhão de cidadãos como também ao mundo como um todo", escreveu o respeitado historiador Victor Davis Hanson em 20 de fevereiro.

De acordo com o The Sunday Times,

"os laboratórios chineses identificaram um vírus misterioso, um novo agente patogênico altamente infeccioso no final de dezembro do ano passado, mas eles receberam ordens para interromper os testes, destruir as amostras e abafar o episódio, revelou uma agência de notícias chinesa."

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Suprema Corte do Reino Unido: Casamentos Segundo os Ritos da Sharia Não São Válidos no UK

por Soeren Kern  •  11 de Março de 2020

  • "Procuramos informar ao Tribunal de Recursos que muitas mulheres pertencentes a minorias, em especial as muçulmanas, são enganadas ou coagidas por maridos abusivos a se casarem somente na cerimônia religiosa, o que as priva de direitos e bens quando o casamento acaba..." — Southall Black Sisters, um grupo de defesa de mulheres do sul da Ásia.

  • Em fevereiro de 2018, uma avaliação independente da aplicação da lei da Sharia na Inglaterra e no País de Gales... recomendou alterações na Lei de Casamentos de 1949 e no Regime de bens matrimoniais e Direito Intertemporal de 1973 que exigiriam que os muçulmanos realizassem casamentos civis antes ou concomitantemente à cerimônia do casamento da nikah. Isso alinharia o casamento islâmico ao casamento cristão e judeu aos olhos da lei britânica.

  • "O COE teme que as decisões dos conselhos da Sharia discriminem flagrantemente as mulheres em casos de divórcio e herança." — Conselho da Europa (COE), janeiro de 2019.

  • Até o momento, nem o governo britânico nem o Parlamento Britânico introduziram qualquer legislação exigindo que os muçulmanos realizem casamentos civis antes ou ao mesmo tempo que a cerimônia da Nikah... A decisão do Tribunal de Recursos, no entanto, efetivamente reitera o princípio segundo o qual os imigrantes que se estabelecerem na Grã-Bretanha devem respeitar a lei britânica, e não o contrário.

O Tribunal de Recursos, hierarquicamente o segundo tribunal mais importante da Inglaterra e do País de Gales, atrás apenas do Supremo Tribunal, decidiu que o contrato de casamento islâmico, conhecido como nikah em árabe, não é válido à luz da lei inglesa. Foto: Supremo Tribunal de Londres, sede do Tribunal de Recursos. (Imagem: Anthony M/Wikimedia Commons)

O Tribunal de Recursos, hierarquicamente o segundo tribunal mais importante da Inglaterra e do País de Gales, atrás apenas da Suprema Corte, decidiu que o contrato de casamento islâmico, conhecido como nikah em árabe, não é válido à luz da lei inglesa.

A decisão histórica promove consequências de longo alcance. De um lado, a decisão bate de frente contra os esforços de consagrar esse aspecto da Lei Islâmica (Sharia) no sistema jurídico britânico. Do outro, deixa milhares de mulheres muçulmanas, em potencial, na Grã-Bretanha sem recurso legal em caso de divórcio.

O caso diz respeito a um casal separado, Nasreen Akhter e Mohammed Shabaz Khan, ambos de origem paquistanesa, que participaram da Nikah, cerimônia oficiada por um imã diante de 150 convidados em um restaurante em Londres em dezembro de 1998.

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Crise Migratória na Grécia: "Um Barril de Pólvora Prestes a Explodir"

por Soeren Kern  •  5 de Março de 2020

  • "As pessoas estão vendo suas propriedades serem destruídas, suas ovelhas e cabras abatidas, suas casas invadidas". "Há alguns anos, quando havia 5 mil migrantes na ilha, as coisas já estavam bastante ruins. Agora a sensação é a de que a situação realmente está fora de controle." — Nikos Trakellis, líder comunitário em Moria, na ilha grega de Lesbos.

  • "Temo pela segurança da nossa população, os moradores de Lesbos. Para mudar a situação, muitos refugiados devem ser transferidos para terra firme e as novas chegadas da Turquia têm que ser interrompidas. Caso contrário, a vaca vai para o brejo". — Governador regional do Norte do Egeu, Kostas Moutzouris.

  • Autoridades gregas salientaram que o presidente Recep Tayyip Erdoğan controla pessoalmente o fluxo migratório para a Grécia e o libera ou interrompe com o objetivo de arrancar mais dinheiro ou outras concessões políticas da União Europeia.

  • A Turquia, que atualmente abriga quase quatro milhões de refugiados sírios, disse que não tem como lidar com um novo contingente de migrantes. O país ameaça sem parar reabrir as comportas da migração em massa para a Europa.

Um plano elaborado pelo governo grego para a construção de novos campos para migrantes em cinco ilhas do Mar Egeu desencadeou violenta oposição de moradores locais, que temem que as dependências incentivem ainda mais a migração em massa da África, Ásia e Oriente Médio. Foto: Pelotão de choque a postos na ilha grega de Lesbos diante de moradores locais que protestam contra a construção de um novo campo para migrantes, em 26 de fevereiro de 2020. (Foto: Aris Messinis/AFP via Getty Images)

Um plano elaborado pelo governo grego para a construção de novos campos para migrantes em cinco ilhas do Mar Egeu desencadeou violenta oposição de moradores locais, que temem que as dependências incentivem ainda mais a migração em massa da África, Ásia e Oriente Médio.

O governo assegura que os novos campos, que deverão estar prontos e em funcionamento até julho de 2020, são necessários para aliviar a superlotação em outras localidades que receberam críticas internacionais. Moradores locais por sua vez contra-argumentam que os migrantes deveriam ser transferidos para a Grécia continental.

Em 25 de fevereiro, mais de 500 habitantes da região impediram trabalhadores da construção civil de se aproximarem de um local onde seria criado um novo campo para imigrantes em Karava Mantamadou em Lesbos. O pelotão de choque usou gás lacrimogêneo e bombas de efeito moral para dispersar a multidão.

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Os Afortunados Árabes do Oriente Médio

por Bassam Tawil  •  1 de Março de 2020

  • Há árabes na região que são mais afortunados do que os palestinos da Cisjordânia e da Faixa de Gaza: os cidadãos árabes de Israel. Esses cidadãos têm a sorte de não viver sob o domínio dos líderes corruptos e incompetentes da Autoridade Nacional Palestina e do Hamas. Esses cidadãos árabes são sortudos porque vivem em Israel.

  • A seguir mais indesejadas boas notícias sobre os cidadãos árabes de Israel: o governo de Israel anunciou em 2018, que nos últimos dois anos, investiu 4,5 bilhões de shekels (US$1,3 bilhão) nas regiões árabes. O governo também anunciou que investirá 20 milhões de shekels (US$5,6 milhões) no mercado árabe de alta tecnologia. No geral, o governo decidiu investir 15 bilhões de shekels (US$4,3 bilhões) no setor árabe-israelense até o final de 2020...

  • Os US$50 bilhões que o plano de Donald Trump ofereceu aos palestinos acabarão retidos porque os líderes palestinos têm algo bem diferente em mente: continuar abarrotando suas próprias contas bancárias às custas de seu povo. Não causa espécie então, que quando os árabes, incluindo os palestinos, sonham com uma vida melhor, eles frequentemente sonham em mudar para Israel. Não é de se admirar também que a maioria dos árabes-israelenses não quer se tornar parte de um estado palestino e tem exigido continuar em Israel.

Os dois milhões de cidadãos árabes de Israel são alvo de inveja de seus irmãos palestinos da Cisjordânia e da Faixa de Gaza. O exemplo da vida bem-sucedida e próspera dos árabes-israelenses pode ser vista em Arraba, (foto) uma cidade localizada na região da Galileia, no norte de Israel. Com uma população de 26 mil habitantes, Arraba já é uma das comunidades líderes do mundo em número de médicos.. (Imagem: Yaakov/Wikimedia Commons)

Aos palestinos que vivem sob o regime da Autoridade Nacional Palestina (ANP) na Cisjordânia e sob o regime do Hamas na Faixa de Gaza só resta sonhar com a qualidade de vida de seus patrícios árabes que moram em Israel.

Graças aos atuais líderes da ANP e do Hamas, o povo palestino está afundado em péssimas condições de vida. Pobreza, desemprego e repressão têm sido o seu destino, década após década. Isso acontece porque a ANP e o Hamas reiteradamente rejeitam planos de paz que proporcionariam prosperidade aos palestinos.

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Espanha: O Tribunal Europeu Aprova Deportações Sumárias de Migrantes Ilegais

por Soeren Kern  •  27 de Fevereiro de 2020

  • O tribunal de Estrasburgo jurisdiciona sobre 47 países europeus, suas decisões são compulsórias a todos os 27 países membros da União Europeia e determinou: para que os migrantes possam se beneficiar de determinadas proteções de direitos humanos como acesso a advogados, intérpretes e direito de permanecer na Europa, eles terão que em primeiro lugar entrar legalmente em território europeu e não ilegalmente.

  • A deliberação é vista como vitória histórica para aqueles que acreditam que os Estados-Nação soberanos têm o direito de decidir quem pode e quem não pode entrar em seu território.

  • "A decisão do ECHR determina que um Estado-Nação tem o direito de defender suas fronteiras. Quando alguém se empenha em violar essas fronteiras, o Estado-Nação tem o direito de fazer com que essa pessoa volte ao seu local de origem o mais rápido possível." — Iván Espinosa de los Monteros, porta-voz do Partido Vox, 13 de fevereiro de 2020.

  • Ainda não está claro se a decisão do ECHR terá efeito dissuasivo. Os migrantes, que via de regra usam de extrema violência, estão gradativa e incessantemente usando táticas de ataques em massa contra as cercas de fronteira em Ceuta e Melilha em um esforço de subjugar a polícia de fronteira.

Os migrantes, que via de regra usam de extrema violência, estão gradativa e incessantemente usando táticas de ataques em massa contra as cercas de fronteira em Ceuta e Melilha em um esforço de subjugar a polícia de fronteira. Nos últimos 18 meses, milhares de migrantes equipados com luvas, tênis com pinos pontiagudos e ganchos improvisados tentaram escalar as cercas. Foto: Cerca de fronteira entre Marrocos e Ceuta, 'exclave' espanhol no Norte da África. (Foto: Jorge Guerrero/AFP via Getty Images)

Em uma decisão histórica que terá implicações potencialmente sísmicas em relação à política de imigração na Europa, o Tribunal Europeu de Direitos Humanos (ECHR) deliberou que a Espanha agiu dentro da lei ao deportar sumariamente dois migrantes que tentaram entrar ilegalmente em território espanhol.

O tribunal de Estrasburgo jurisdiciona sobre 47 países europeus, suas decisões são compulsórias a todos os 27 países membros da União Europeia e determinou: para que os migrantes possam se beneficiar de determinadas proteções de direitos humanos como acesso a advogados, intérpretes e direito de permanecer na Europa, eles terão que em primeiro lugar entrar legalmente em território europeu e não ilegalmente.

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Coronavírus: A Morte do Dr. Li Wenliang Sacode a China

por Gordon G. Chang  •  23 de Fevereiro de 2020

  • A doença que assola o país poderá se transformar, como já circula na boca do povo, no "Chernobyl" chinês, o acobertamento de um desastre levando à queda do regime.

  • Muitos analistas calculam que Pequim irá estimular a economia, mas o estímulo só funciona se houver atividade econômica por trás. Grande parte da economia está parada, portanto não há muito o que estimular. Uma economia morta representa uma crise existencial para um regime cuja base primária de legitimidade é a entrega contínua de prosperidade.

  • "Se eles não nos derem uma explicação, não desistiremos", disse Lu Shuyun, mãe do Dr. Li Wenliang, exigindo que a polícia de Wuhan explique porque ele foi assediado quando trabalhava para salvar pacientes.

Dr. Li Wenliang, que faleceu devido ao coronavírus em 7 de fevereiro, foi repreendido juntamente com outros sete médicos pelo governo chinês por alertarem sobre o surto em dezembro. Ele foi acusado de "disseminar boatos espúrios" e "perturbar a ordem social" e, por sua corajosa diligência, foi detido por um breve período e interrogado. Foto: vigília em memória a Wenliang em 7 de fevereiro em Hong Kong. (Foto by Anthony Kwan/Getty Images)

Ao ouvir a notícia de que o Dr. Li Wenliang havia morrido em decorrência do coronavírus em 7 de fevereiro, moradores da cidade de Wuhan, região central da China, sob rigorosa quarentena,abriram as janelas aos prantos. Outros foram às ruas para assoprar apitos em homenagem ao médico e soou o alerta sobre o vírus. A tristeza e a raiva exibidas nas ruas, varandas e redes sociais chinesas atingiram níveis, por assim dizer, sem precedentes nos últimos dias.

Li foi repreendido juntamente com outros sete médicos por alertarem sobre o surto em dezembro. Ele foi acusado de "disseminar boatos espúrios" e "perturbar a ordem social" e, por sua corajosa diligência, foi detido por um breve período, interrogado e forçado a assinar um "aviso de advertência". Sem sombra de dúvida, Li contraiu o vírus ao tratar pacientes no Hospital Central de Wuhan.

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França Reintroduz Sigilosamente o Crime de Blasfêmia

por Giulio Meotti  •  13 de Fevereiro de 2020

  • Na França contemporânea, usar a liberdade de expressão para criticar o Islã é sem sombra de dúvida um ato extremamente perigoso, mesmo que você, como Mila, seja uma criança.

  • A França está passando rapidamente do laïcité (secularismo) à lâcheté (covardia), da liberdade de expressão à rendição incondicional. A França continua empurrando o problema com a barriga, enquanto o islamismo prospera com o rápido abandono pelas elites de seus valores judaico-cristãos.

  • As organizações feministas, rápidas como rasteio de pólvora em denunciar o "machismo cruel" e as "estruturas patriarcais de dominação", também ficaram de boca fechada.

  • Hoje, na França, país da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, que sempre santificou a liberdade de expressão e o direito de criticar religiões e ideologias, algumas protegidas pelo sistema judiciário, está discretamente e de fato reintroduzindo o crime de blasfêmia.

Hoje, na França, país da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, que sempre santificou a liberdade de expressão e o direito de criticar religiões e ideologias, algumas protegidas pelo sistema judiciário, está discretamente e de fato reintroduzindo o crime de blasfêmia. (Imagem: iStock. A imagem é meramente ilustrativa e não representa ninguém mencionado no artigo.)

Já se passaram cinco anos desde que a França sofreu o massacre na redação da revista satírica Charlie Hebdo e justamente agora houve mais um ataque com características semelhantes. Em 18 de janeiro, Mila O., uma menina francesa de 16 anos, fez comentários ofensivos em relação ao Islã numa transmissão ao vivo no Instagram.

"Durante o bate-papo ao vivo, um menino muçulmano convidou-a para sair, mas ela recusou por ser gay. Ele respondeu acusando-a de racismo, chamando-a de 'lésbica imunda'. Na sequência ela respondeu furiosamente num vídeo transmitido imediatamente após a ofensa, dizendo que tinha ódio de religião".

Mila continuou, dizendo entre outras coisas:

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