Últimas Análises e Comentários

Ministro do Interior Alemão: "Islã Não Faz Parte da Alemanha"

por Soeren Kern  •  11 de Abril de 2018

  • "O Islã não faz parte da Alemanha. A Alemanha é moldada pelo cristianismo. Esta tradição engloba domingos de descanso, feriados religiosos e rituais, como a Páscoa, Pentecostes e o Natal... Meu recado é que os muçulmanos devem viver conosco, não apenas em nossa vizinhança e também não contra nós." — Horst Seehofer, novo ministro do interior.

  • "Muitos muçulmanos fazem parte da Alemanha, mas o Islã não faz parte da Alemanha. No âmago, o Islã é uma ideologia política incompatível com a constituição alemã" — Beatrix von Storch, Alternativa para a Alemanha (AfD).

  • "O estado tem o dever de garantir que as pessoas se sintam seguras sempre que estiverem no espaço público. A população tem direito à segurança. Esta é a nossa principal responsabilidade. Isso significa que não deve haver nenhuma zona proibida, áreas onde ninguém se atreve entrar. Essas áreas existem. Temos que dar nomes aos bois. Temos que tomar providências." — Chanceler alemã Angela Merkel, rede de TV RTL, 26 de fevereiro de 2018.

As observações linha-dura sobre a imigração proferidas pelo recém empossado ministro do interior da Alemanha, Horst Seehofer, suscitaram duras críticas dos multiculturalistas do país, bem como da chanceler Angela Merkel. (Foto: Wikipedia)

O novo ministro do interior da Alemanha, Horst Seehofer, realçou em sua primeira entrevista desde que foi empossado em 14 de março, que "o Islã não tem nada a ver com a Alemanha". Ele prometeu pontuar políticas de imigração linha-dura, entre elas a implementação de um "plano mestre" para colocar em prática deportações mais céleres.

As observações de Seehofer provocaram de pronto uma tempestade de críticas dos autoproclamados guardiões do multiculturalismo alemão, entre eles a chanceler Angela Merkel, que insiste reiteradamente que "o Islã faz parte da Alemanha".

A reação irá levantar questões sobre o quanto Seehofer, ex-ministro-presidente da Baviera e crítico feroz das políticas de migração de portas abertas de Merkel, poderá fazer durante seu mandato.

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Quem é "Refugiado"? Judeu do Marrocos ou palestino de Israel

por Alan M. Dershowitz  •  10 de Abril de 2018

  • O êxodo árabe de Israel em 1948 foi o resultado direto de uma guerra genocida declarada por todos os seus vizinhos árabes, incluindo os árabes de Israel, contra o incipiente estado judeu. Aproximadamente 700.000 árabes locais foram desalojados.

  • Nesse mesmo período aproximadamente o mesmo número de judeus foi desalojado de suas terras nos países árabes. Quase todos eles podiam rastrear sua herança, existente há milhares de anos, muito antes dos muçulmanos e dos árabes se tornarem a população dominante. A diferença mais significativa está na maneira como Israel lidou com os judeus que foram desalojados e como o mundo árabe e muçulmano lidou com os palestinos que foram desalojados devido a uma guerra iniciada por eles mesmos. Israel integrou seus irmãos e irmãs do mundo árabe e muçulmano. O mundo árabe colocou seus irmãos e irmãs palestinos em campos de refugiados, tratando-os como massa de manobra para fins políticos, feridas purulentas, em sua interminável guerra contra o estado judeu.

  • Chegou a hora, na realidade passou muito da hora, do mundo parar de tratar esses palestinos como refugiados. Esse status terminou há décadas. Os judeus que vieram para Israel do Marrocos há muitos anos já não são mais refugiados. Também não o são os parentes dos palestinos que vivem fora de Israel há quase três quartos de século.

Os judeus que vieram para Israel do Marrocos há muitos anos já não são mais refugiados. Os palestinos também não o são. (Foto: Wikimedia Commons)

Uma viagem ao Marrocos mostra que a reivindicação dos palestinos ao "direito de retorno" tem pouquíssima base histórica, moral ou jurídica.

Os judeus viveram no Marrocos por séculos a fio antes do Islã chegar à Casablanca, Fez e Marrakech. Os judeus, juntamente com os berberes, eram a espinha dorsal da economia e cultura marroquina. Hoje a sua presença histórica pode ser vista principalmente nas centenas de cemitérios judeus e sinagogas abandonadas, onipresentes em cidades em todo o Magrebe.

Passei pela casa de Maimônides (mais conhecido como Rambam), hoje um restaurante. O expoente filósofo e médico judeu lecionou em uma universidade em Fez. Outros intelectuais judeus ajudaram a moldar a cultura do norte da África, Marrocos, Argélia, Tunísia até o Egito. Nesses países os judeus sempre foram minoria, mas a sua presença era palpável em todas as esferas da vida cotidiana.

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O Alto Preço da Negação

por Douglas Murray  •  7 de Abril de 2018

  • Já estão admitindo o que salta aos olhos dos europeus comuns, pode ser a admissão de que as coisas chegaram a tal ponto de deterioração, evidente a todos, que até a Chanceler Merkel e o The New York Times não conseguem mais ignorá-las.

  • Se este for o caso, vem necessariamente o seguinte raciocínio: imagine o que poderia ter sido resolvido se as negações nunca tivessem acontecido?

Chanceler da Alemanha, Angela Merkel. (Foto: Carsten Koall/Getty Images)

Será que os políticos mais influentes e que a grande mídia estão finalmente reconhecendo o que o público europeu está vendo com seus próprios olhos? Dois recentes acontecimentos sugerem que este pode ser o caso.

O primeiro é o reconhecimento da chanceler alemã Angela Merkel que, quase meio ano após seu partido ter passado pelo constrangimento nas eleições gerais, ter finalmente conseguido formar um governo de coalizão. Setembro passado não só testemunhou o partido de Merkel e de seus antigos parceiros da coalizão sofrerem um abocanhamento histórico dos votos de seu eleitorado, como também a entrada no Parlamento do AfD (Alternativa para a Alemanha), partido anti-imigração formado apenas há de cinco anos, que já é tão importante que representa a oposição oficial no parlamento. Se a intenção dos eleitores alemães era dar um recado, não poderia ser mais claro.

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Presidente do Gatestone, Embaixador John R. Bolton, acaba de ser Escolhido pelo Presidente Trump como Conselheiro de Segurança Nacional

23 de Março de 2018

Embaixador John R. Bolton, Presidente do Instituto Gatestone. (Imagem: Gage Skidmore/Wikimedia Commons)

O Gatestone Institute tem o imenso prazer de anunciar que seu presidente, Embaixador John R. Bolton, estará à frente do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos. Parabenizamos ambos calorosamente, ele e o presidente Donald J. Trump pela nomeação que será excepcional para os EUA, excelente aos aliados e ótimo para o mundo livre.

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FIFA dá as Costas às Mulheres Iranianas

por Ruthie Blum  •  19 de Março de 2018

  • Gianni Infantino é o segundo presidente da FIFA a visitar a República Islâmica, mas nenhum dos dois "fez qualquer pressão para que as mulheres pudessem frequentar os estádios". O Irã é o único país que participa da Copa do Mundo que proíbe as mulheres de frequentarem os estádios e qualquer tentativa de assistir aos jogos significa arriscar encarceramento. - OpenStadiums, organização das mulheres iranianas

  • Infantino tem o poder e o dever de fazer com que Teerã preste contas de seus atos nesta arena literal e figurativa. O fato dele ter optado por não tomar providências em nenhuma das duas arenas, preferindo apaziguar Rouhani, é fora de qualquer propósito. Apesar dele ser falsamente elogiado no Ocidente como "moderado", Rouhani é parte central do problema no Irã, não solução.

  • Infantino merece ser demitido imediatamente.

Estádio Azadi em Teerã, Irã, 26 de outubro de 2017. (Imagem: Tasnim/Wikimedia Commons)

Uma semana antes do Dia Internacional da Mulher, 8 de março, trinta e cinco mulheres e meninas vestidas de homens foram presas no Irã por tentarem penetrar sorrateiramente em um estádio de futebol a fim de assistirem um clássico que ocorre anualmente. As mulheres, a mais jovem com apenas 13 anos, foram retiradas à força do estádio em que seria jogado o Derby de Teerã e "transferidas a um lugar apropriado".

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Limpeza Étnica na França: Antissemitismo Islâmico

por Guy Millière  •  27 de Fevereiro de 2018

  • Pichações em casas de judeus alertam os proprietários para que "fujam imediatamente" se quiserem continuar vivos. Cartas anônimas com balas de verdade são colocadas em caixas postais de judeus.

  • As leis destinadas a punir as ameaças antissemitas agora são usadas para punir aqueles que as denunciam. Uma nova edição de um livro escolar de história da oitava série afirma que na França é proibido criticar o Islã.

  • Os judeus franceses que têm condições de emigrar, emigram mesmo. A maioria das partidas é feita às pressas, muitas famílias judias vendem suas casas a preços bem abaixo do valor de mercado. Os bairros judeus que outrora prosperavam agora encontram-se à beira da extinção.

  • "O problema é que o antissemitismo de hoje na França vem menos da extrema-direita do que de indivíduos da fé ou da cultura muçulmana". − Ex-primeiro-ministro da França Manuel Valls.

Foto: soldados franceses montam guarda diante de uma escola judaica em Estrasburgo, fevereiro de 2015. (Foto: Jeff J Mitchell/Getty Images)

Sexta-feira, 12 de janeiro de 2018. Sarcelles. Uma cidade nos subúrbios no norte de Paris. Uma menina de 15 anos a caminho de volta da escola de ensino médio. Ela usa um colar com uma estrela de David e o uniforme de uma escola judaica. Um homem a ataca com uma faca, corta o rosto dela e foge. Ela ficará desfigurada para o resto de sua vida.

Em 29 de janeiro, novamente em Sarcelles, um menino de 8 anos usando uma quipá (pequeno barrete circular usado por judeus religiosos) é agredido com chutes e socos por dois adolescentes.

Um ano antes, em fevereiro de 2017, em Bondy, dois jovens judeus usando quipás foram brutalmente espancados com pedaços de paus e barras de ferro. Um deles teve os dedos cortados fora com uma serra.

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Turquia Ameaça Invadir a Grécia

por Uzay Bulut  •  21 de Fevereiro de 2018

  • O partido do governo da Turquia e até grande parcela da oposição parece inclinada, para não dizer obcecada, com a invasão e conquista dessas ilhas gregas, sob a alegação de que elas na realidade são território turco.

  • "O que fizemos até o presente momento não é nada se comparado com as investidas e ataques ainda maiores que estamos planejando para os próximos dias, inshallah (se Alá assim o desejar)" - Presidente da Turquia Recep Tayyip Erdoğan, 12 de fevereiro de 2018.

  • O chefe do Conselho Administrativo para Assuntos Religiosos, financiado pelo Estado Diyanet retrata abertamente a recente invasão militar turca em Afrin como "jihad." A denominação faz sentido se considerarmos que os turcos muçulmanos devem sua maioria demográfica na Ásia Menor a séculos de perseguição e discriminação turca contra os habitantes cristãos, yazidis e judeus da região.

O presidente turco Recep Tayyip Erdoğan ressaltou recentemente: "advertimos aqueles que passaram dos limites no Mar Egeu e em Chipre... Sua coragem persistirá até virem nosso exército, nossos navios e nossos aviões". (Foto: Elif Sogut/Getty Images)

Em um incidente ocorrido há menos de duas semanas, após o Ministério da Defesa da Grécia ter divulgado um comunicado segundo o qual a Turquia havia violado 138 vezes o espaço aéreo grego em um único dia, em 13 de fevereiro uma embarcação da guarda costeira turca abalroou uma embarcação da guarda costeira grega no litoral de Imia, uma das muitas ilhas gregas sobre as quais a Turquia reivindica soberania.

A maioria das regiões que se encontram dentro das atuais fronteiras da Grécia estavam sob ocupação do Império Otomano de meados do século 15 até a Guerra da Independência grega em 1821 e o estabelecimento do moderno estado grego em 1832. No entanto, as ilhas, assim como o restante da Grécia, são legal e historicamente gregas, como mostram os nomes.

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Europa: Tornando o Islã Grande Novamente

por Judith Bergman  •  19 de Fevereiro de 2018

  • Na Alemanha 47% dos muçulmanos acreditam que a Sharia é mais importante do que a lei alemã. Na Suécia 52% dos muçulmanos acreditam que a Sharia é mais importante do que a lei sueca.

  • Os estudos têm o respaldo de relatórios da inteligência europeia. Na Alemanha as agências de inteligência alertaram no início do outono de 2015: "estamos importando o extremismo islâmico, antissemitismo árabe, conflitos internos e étnicos de outros povos, bem como um entendimento insólito de sociedade e de estado de direito."

  • Um recente estudo belga, no qual 4.734 belgas foram entrevistados, mostrou que dois terços dos belgas têm a sensação que o país está sendo "gradativamente invadido".

Quando o departamento de integração da cidade de Graz, na Áustria, entrevistou 288 indivíduos dos majoritariamente 4.000 afegãos candidatos a asilo na cidade, os migrantes expressaram profunda intolerância a cristãos, judeus e homossexuais. Foto: Prefeitura, Graz, Áustria. (Imagem: Tamirhassan/Wikimedia Commons)

"Nós não podemos e nunca teremos condições de acabar com a migração", salientou recentemente o Comissário da UE para Migração, Assuntos Internos e Cidadania, Dimitris Avramopoulos. "Essencialmente, todos nós precisamos estar preparados para aceitar a migração, a mobilidade e a diversidade como a nova norma e adaptar as nossas políticas em conformidade com ela".

Dado que as pessoas que pensam assim nos fazem acreditar que a migração se tornou uma política tão categórica e aparentemente tão incontestável da UE: "a migração está profundamente interligada com nossas políticas com respeito à economia, comércio, educação e emprego", Avramapolous também destacou ser crucial analisar o tipo de "diversidade" que a UE está acolhendo para tornar o continente europeu a sua casa.

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Feminismo, a La Sueca

por Bruce Bawer  •  15 de Fevereiro de 2018

  • Um tribunal sueco deliberou contra os direitos maternos de Alicia, cidadã sueca e entregou seus filhos, (também cidadãos suecos), a um estrangeiro conhecido por ter estuprado a mãe deles, no contexto de um "casamento" segundo a lei islâmica (Sharia), quando ela própria era uma criança.

  • As autoridades suecas não cometeram nenhum "erro" no caso de Alicia. Cada atitude da parte deles está profundamente arraigada em uma filosofia que eles compreendem totalmente e na qual acreditam profundamente. Eles são, como adoram proclamar, feministas orgulhosos cuja fervorosa crença na irmandade termina onde começa o brutal patriarcado islâmico, a opressão de gênero e a primitiva "cultura da honra". Este é o feminismo, a la sueca.

  • Na prática, como geralmente acontece, essa compulsão de respeitar as diferentes prioridades de outras culturas é mais urgente quando a cultura em questão é aquela em que a desigualdade feminina é totalmente engessada e impingida.

Foto: gabinete governamental da Suécia, orgulhosamente feminista, para o qual "a perspectiva de igualdade de gênero faz parte da formulação de políticas em uma frente abrangente", e "o orçamento adequado com base no gênero é um componente chave". (Imagem: Governo da Suécia)

"A Suécia tem o primeiro governo feminista no mundo," se vangloria o governo sueco em seu Website oficial. O que isso significa exatamente?

"Isso significa que a igualdade de gênero é parte central das prioridades do governo... uma perspectiva de igualdade de gênero é o cerne da formulação de políticas em uma frente abrangente... A ferramenta mais importante do governo para implantar a política feminista é inserir a grande massa na integração de gênero e para tal o orçamento adequado com base no gênero é um componente chave".

Esse 'adendo' à retórica burocrática é um retrato do atual governo da Suécia composto por doze mulheres e onze homens.

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França: Crise Migratória Fora de Controle

por Soeren Kern  •  8 de Fevereiro de 2018

  • O Ministro do Interior da França Gérard Collomb descreveu como "sem precedentes" o nível de violência em Calais. Ele atribuiu os tumultos à escalada da guerra entre bandos afegãos e curdos para controlar o tráfico humano entre Calais e a Grã-Bretanha, que muitos migrantes veem como o "El Dorado" devido à sua enorme economia informal.

  • Durante sua visita a Calais, Macron delineou a nova política de imigração de seu governo: alimentos e abrigo para aqueles que têm direito a permanecerem na França e deportação para aqueles que estão ilegalmente no país.

  • "Emmanuel Macron chegou lá. Nunca antes um presidente da República caiu na impopularidade tão rapidamente e depois voltou a ser popular novamente". Paris Match.

Foto: migrantes no campo de migração "A Selva" em Calais, França, em 28 de outubro de 2016, pouco antes de seu fechamento pelas autoridades francesas. (Foto: Christopher Furlong/Getty Images)

Centenas de africanos e asiáticos armados com facas e barras de ferro se enfrentaram em batalhas campais na cidade portuária de Calais, situada no norte da França, em 1º de fevereiro, menos de duas semanas depois que o presidente francês, Emmanuel Macron, visitou a região se comprometendo a tomar duras medidas acerca da imigração ilegal.

Os confrontos mergulharam Calais, emblemática do fracasso da Europa em controlar a migração em massa, em zona de guerra, reforçando a percepção de que as autoridades francesas perderam o controle da segurança do país.

A pancadaria, travada em pelo menos três diferentes regiões de Calais, eclodiu depois que um migrante afegão de 37 anos, responsável por uma operação de tráfico de pessoas, efetuou diversos disparos contra um grupo de africanos que não tinha dinheiro para pagar pelos serviços prestados. Cinco africanos sofreram ferimentos correndo risco de vida.

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Europa: Tornando o Totalitarismo Grande Novamente

por Judith Bergman  •  7 de Fevereiro de 2018

  • A União Europeia conta com programas, que já estão em vigor, para influenciar os principais meios de comunicação e jornalistas com seus próprios programas, como a contínua migração em massa da África e do Oriente Médio para a Europa. Para este fim, a Comissão Europeia patrocinou recentemente a publicação de um manual com as diretrizes destinadas aos jornalistas, sobre como redigir matérias sobre migrantes e migração.

  • Ao que tudo indica, a serviço do interesse dos representantes dessa mídia, para rotular a concorrência da mídia alternativa ou nova, como "fake news".

  • A lei francesa proposta permitirá às autoridades francesas bloquearem Websites durante os períodos eleitorais, medida draconiana que visa combater os opositores políticos, o que colocará a França em pé de igualdade com países como a China e o Irã que bloqueiam Websites que não se adequam aos programas do governo.

Tanto o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker (esquerda) como o presidente francês, Emmanuel Macron (direita), propõem restrições que violariam o direito à liberdade de expressão e à informação garantidos na Convenção Europeia dos Direitos Humanos. (Imagem: Comissão Europeia)

A União Europeia está intensificando a campanha para censurar e marginalizar as vozes que discordam de suas políticas, atuando segundo as diretrizes do conveniente eufemismo de combater "fake news".

"A Comissão precisa apreciar os desafios que as plataformas da Internet promovem nas nossas democracias no que diz respeito à disseminação de informações falsas e iniciar uma reflexão sobre o que seria necessário na esfera da UE para proteger nossos cidadãos," salientou Jean-Claude Juncker, Presidente da Comissão Europeia, em maio de 2017. Quanta bondade e consideração de Juncker que, de forma totalitária, quer proteger os cidadãos da UE de notícias que não se encaixam nas narrativas e programas da Comissão Europeia.

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Alemanha: Volta do Estado Policial da Stasi?

por Judith Bergman  •  4 de Fevereiro de 2018

  • A nova lei exige que as plataformas de redes sociais como o Facebook, Twitter e YouTube, censurem seus usuários em nome do governo. As empresas de redes sociais são obrigadas a excluir ou bloquear quaisquer "delitos penais", em um espaço de 24 horas após o recebimento de uma reclamação de algum usuário, independentemente se o conteúdo da reclamação for válido ou não.

  • As plataformas de redes sociais agora têm o poder de moldar a forma do discurso político e cultural ao determinarem quem poderá dizer o quê.

  • Observe a tranquilidade com que o chefe de polícia disse que ele tinha entrado com uma ação na justiça para silenciar um líder político da oposição. É isso que as autoridades fazem em estados policias: por meio da censura e de acusações de infrações penais, elas silenciam críticos que falam abertamente e políticos da oposição contrários às políticas governamentais, como Beatrix von Storch, que criticou duramente as políticas de migração da chanceler Angela Merkel.

Foto: celas de detenção no corredor do porão da antiga prisão do Ministério para a Segurança do Estado da Alemanha Oriental (Stasi) em Berlim-Hohenschoenhausen, na Alemanha. (Foto Sean Gallup/Getty Images)

A nova lei de censura da Alemanha que introduziu a censura oficial sobre as plataformas de redes sociais, entrou em vigor em 1º de outubro de 2017. A nova lei exige que as plataformas de redes sociais como o Facebook, Twitter e YouTube, censurem seus usuários em nome do estado alemão. As empresas de redes sociais são obrigadas a excluir ou bloquear quaisquer "delitos penais", tais como difamação, calúnia, injúria ou incitamento, em um espaço de 24 horas após o recebimento de uma reclamação de algum usuário, independentemente se o conteúdo da reclamação for válido ou não. Em casos mais complicados as empresas de redes sociais têm sete dias para cumprirem a lei. Caso não a cumpram, o governo alemão poderá multá-las em até 50 milhões de euros por terem descumprido a lei.

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Prisão na França: Terrorismo e Islamismo

por Yves Mamou  •  1 de Fevereiro de 2018

  • Assim como a polícia e os bombeiros, os carcereiros da França dizem que vivem em permanente clima de violência e medo. E a exasperação deles está se avolumando.

  • "Anteriormente, todas as manhãs, eu tinha medo de encontrar um cara enforcado em sua cela. Sabe do que eu tenho medo hoje? De ser assassinado, despido, esfaqueado pelas costas. Em nome do Islã e do ISIS. Todo santo dia, enquanto eu estou a caminho do trabalho, sinto esse frio na barriga." — 'Bernard' guarda prisional francês.

  • "Nos velhos tempos, o comportamento agressivo estava ligado às dificuldades do dia a dia. Agora, o ódio e a violência são desencadeados (pelos islamistas) contra a nossa autoridade, nossa sociedade e seus valores." — Joaquim Pueyo, ex-diretor do presídio de Fleury-Mérogis.

Presídio de Mont-de-Marsan na França. (Imagem: Jibi44/Wikimedia Commons)

Os carcereiros franceses estão em greve. Em um espaço de tempo de menos de 10 dias, inúmeros carcereiros em diversas prisões foram atacados e feridos, na maioria das vezes por islamistas encarcerados por crimes relacionados ao terrorismo ou crimes de delito comum, ao que tudo indica, a caminho de se tornarem islamistas radicais. Reagindo, os guardas obstruíram o habitual funcionamento na maioria das prisões.

A onda de ataques começou em 11 de janeiro de 2018. Três guardas da prisão de Vendin-le-Vieil, situada no norte da França, foram levemente feridos em um ataque a facadas cometido por Christian Gantzarski, alemão convertido ao Islã que se juntou à Al Qaeda e planejou o atentado à bomba contra uma sinagoga em Djerba, na Tunísia em 2002.

Em 15 de janeiro de 2018 sete guardas foram atacados e feridos por um presidiário "radicalizado" na Prisão Mont-de-Marsan, no sul da França.

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Canadá: Apoio de Trudeau aos Islamistas

por Tom Quiggin  •  24 de Janeiro de 2018

  • O primeiro-ministro do Canadá Justin Trudeau traz consigo um longo histórico de nove anos de apoio à causa islamista, ao mesmo tempo em que recusa se aproximar de muçulmanos reformistas.

  • Talvez o mais preocupante tenham sido os comentários de Trudeau em um encontro de organizações islamistas de 'fachada': ele disse que tinha em comum suas crenças, seus valores e seus ideais.

  • O Canadá não poderá invocar ignorância ou incapacidade em meio às acusações de cumplicidade de quaisquer futuras vítimas americanas de terrorismo.

O primeiro-ministro do Canadá Justin Trudeau traz consigo um longo histórico de nove anos de apoio à causa islamista, ao mesmo tempo em que recusa se aproximar de muçulmanos reformistas. (Foto Matt Cardy/Getty Images)

O primeiro-ministro do Canadá Justin Trudeau traz consigo um longo histórico de nove anos de apoio à causa islamista, ao mesmo tempo em que recusa se aproximar de muçulmanos reformistas. Com respeito aos combatentes do ISIS que retornam ao Canadá, Trudeau afirmou que eles serão uma "poderosa voz para reverter a radicalização" acrescentando que aqueles que se opõem ao seu retorno são "islamofóbicos.". E não apenas isso, o Governo do Canadá não está incluindo os nomes dos combatente do ISIS que voltam dos campos de batalha à comissão da ONU responsável pelo cadastramento de jihadistas internacionais.

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Sharia para o Ano Novo

por Bruce Bawer  •  10 de Janeiro de 2018

  • Os mesmos repórteres e comentaristas que continuam insistindo que é um absurdo se preocupar com o fato da sharia estar vindo para o Ocidente estão, na realidade, ideologicamente de braços dados com os detentores do poder que estão introduzindo, de forma agressiva, leis no estilo da sharia no Ocidente, processando obstinadamente qualquer discurso que infrinja essas leis, emitindo alertas de um futuro negro em tons impróprios para funcionários públicos de um país livre: é melhor você se adaptar à sharia ou vai se arrepender. A verdadeira lição de tudo isso, obviamente, é que é melhor aprender a ser agressivo no tocante à resistência a essa proliferação de proibições influenciadas pela sharia ou, realmente, acabaremos nos arrependendo muito, muito mesmo.

Em setembro último, um homem chamado Mark Feigin postou cinco comentários na página de um centro islâmico do Facebook. Os comentários não eram nada favoráveis ao Islã. "QUANTO MAIS MUÇULMANOS NÓS DEIXARMOS ENTRAR NOS ESTADOS UNIDOS", escreveu ele, "MAIS TERRORISMO TEREMOS". Ele ressaltou que o Islã é "perigoso" e que "não há lugar para o Islã na civilização ocidental". Alguns de seus comentários continham linguajar vulgar ou desrespeitoso. Em 20 de dezembro, o Estado da Califórnia entrou com uma ação contra Feigin, acusando-o de infringir o código penal que em um determinado trecho reza o seguinte:

"Qualquer um que com a intenção de atazanar ou assediar faz repetidas chamadas telefônicas ou contata repetidas vezes alguém por meio de um dispositivo eletrônico é considerado culpado por contravenção penal".

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