Últimas Análises e Comentários

Turquia Ameaça Invadir a Grécia

por Uzay Bulut  •  21 de Fevereiro de 2018

  • O partido do governo da Turquia e até grande parcela da oposição parece inclinada, para não dizer obcecada, com a invasão e conquista dessas ilhas gregas, sob a alegação de que elas na realidade são território turco.

  • "O que fizemos até o presente momento não é nada se comparado com as investidas e ataques ainda maiores que estamos planejando para os próximos dias, inshallah (se Alá assim o desejar)" - Presidente da Turquia Recep Tayyip Erdoğan, 12 de fevereiro de 2018.

  • O chefe do Conselho Administrativo para Assuntos Religiosos, financiado pelo Estado Diyanet retrata abertamente a recente invasão militar turca em Afrin como "jihad." A denominação faz sentido se considerarmos que os turcos muçulmanos devem sua maioria demográfica na Ásia Menor a séculos de perseguição e discriminação turca contra os habitantes cristãos, yazidis e judeus da região.

O presidente turco Recep Tayyip Erdoğan ressaltou recentemente: "advertimos aqueles que passaram dos limites no Mar Egeu e em Chipre... Sua coragem persistirá até virem nosso exército, nossos navios e nossos aviões". (Foto: Elif Sogut/Getty Images)

Em um incidente ocorrido há menos de duas semanas, após o Ministério da Defesa da Grécia ter divulgado um comunicado segundo o qual a Turquia havia violado 138 vezes o espaço aéreo grego em um único dia, em 13 de fevereiro uma embarcação da guarda costeira turca abalroou uma embarcação da guarda costeira grega no litoral de Imia, uma das muitas ilhas gregas sobre as quais a Turquia reivindica soberania.

A maioria das regiões que se encontram dentro das atuais fronteiras da Grécia estavam sob ocupação do Império Otomano de meados do século 15 até a Guerra da Independência grega em 1821 e o estabelecimento do moderno estado grego em 1832. No entanto, as ilhas, assim como o restante da Grécia, são legal e historicamente gregas, como mostram os nomes.

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Europa: Tornando o Islã Grande Novamente

por Judith Bergman  •  19 de Fevereiro de 2018

  • Na Alemanha 47% dos muçulmanos acreditam que a Sharia é mais importante do que a lei alemã. Na Suécia 52% dos muçulmanos acreditam que a Sharia é mais importante do que a lei sueca.

  • Os estudos têm o respaldo de relatórios da inteligência europeia. Na Alemanha as agências de inteligência alertaram no início do outono de 2015: "estamos importando o extremismo islâmico, antissemitismo árabe, conflitos internos e étnicos de outros povos, bem como um entendimento insólito de sociedade e de estado de direito."

  • Um recente estudo belga, no qual 4.734 belgas foram entrevistados, mostrou que dois terços dos belgas têm a sensação que o país está sendo "gradativamente invadido".

Quando o departamento de integração da cidade de Graz, na Áustria, entrevistou 288 indivíduos dos majoritariamente 4.000 afegãos candidatos a asilo na cidade, os migrantes expressaram profunda intolerância a cristãos, judeus e homossexuais. Foto: Prefeitura, Graz, Áustria. (Imagem: Tamirhassan/Wikimedia Commons)

"Nós não podemos e nunca teremos condições de acabar com a migração", salientou recentemente o Comissário da UE para Migração, Assuntos Internos e Cidadania, Dimitris Avramopoulos. "Essencialmente, todos nós precisamos estar preparados para aceitar a migração, a mobilidade e a diversidade como a nova norma e adaptar as nossas políticas em conformidade com ela".

Dado que as pessoas que pensam assim nos fazem acreditar que a migração se tornou uma política tão categórica e aparentemente tão incontestável da UE: "a migração está profundamente interligada com nossas políticas com respeito à economia, comércio, educação e emprego", Avramapolous também destacou ser crucial analisar o tipo de "diversidade" que a UE está acolhendo para tornar o continente europeu a sua casa.

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Feminismo, a La Sueca

por Bruce Bawer  •  15 de Fevereiro de 2018

  • Um tribunal sueco deliberou contra os direitos maternos de Alicia, cidadã sueca e entregou seus filhos, (também cidadãos suecos), a um estrangeiro conhecido por ter estuprado a mãe deles, no contexto de um "casamento" segundo a lei islâmica (Sharia), quando ela própria era uma criança.

  • As autoridades suecas não cometeram nenhum "erro" no caso de Alicia. Cada atitude da parte deles está profundamente arraigada em uma filosofia que eles compreendem totalmente e na qual acreditam profundamente. Eles são, como adoram proclamar, feministas orgulhosos cuja fervorosa crença na irmandade termina onde começa o brutal patriarcado islâmico, a opressão de gênero e a primitiva "cultura da honra". Este é o feminismo, a la sueca.

  • Na prática, como geralmente acontece, essa compulsão de respeitar as diferentes prioridades de outras culturas é mais urgente quando a cultura em questão é aquela em que a desigualdade feminina é totalmente engessada e impingida.

Foto: gabinete governamental da Suécia, orgulhosamente feminista, para o qual "a perspectiva de igualdade de gênero faz parte da formulação de políticas em uma frente abrangente", e "o orçamento adequado com base no gênero é um componente chave". (Imagem: Governo da Suécia)

"A Suécia tem o primeiro governo feminista no mundo," se vangloria o governo sueco em seu Website oficial. O que isso significa exatamente?

"Isso significa que a igualdade de gênero é parte central das prioridades do governo... uma perspectiva de igualdade de gênero é o cerne da formulação de políticas em uma frente abrangente... A ferramenta mais importante do governo para implantar a política feminista é inserir a grande massa na integração de gênero e para tal o orçamento adequado com base no gênero é um componente chave".

Esse 'adendo' à retórica burocrática é um retrato do atual governo da Suécia composto por doze mulheres e onze homens.

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França: Crise Migratória Fora de Controle

por Soeren Kern  •  8 de Fevereiro de 2018

  • O Ministro do Interior da França Gérard Collomb descreveu como "sem precedentes" o nível de violência em Calais. Ele atribuiu os tumultos à escalada da guerra entre bandos afegãos e curdos para controlar o tráfico humano entre Calais e a Grã-Bretanha, que muitos migrantes veem como o "El Dorado" devido à sua enorme economia informal.

  • Durante sua visita a Calais, Macron delineou a nova política de imigração de seu governo: alimentos e abrigo para aqueles que têm direito a permanecerem na França e deportação para aqueles que estão ilegalmente no país.

  • "Emmanuel Macron chegou lá. Nunca antes um presidente da República caiu na impopularidade tão rapidamente e depois voltou a ser popular novamente". Paris Match.

Foto: migrantes no campo de migração "A Selva" em Calais, França, em 28 de outubro de 2016, pouco antes de seu fechamento pelas autoridades francesas. (Foto: Christopher Furlong/Getty Images)

Centenas de africanos e asiáticos armados com facas e barras de ferro se enfrentaram em batalhas campais na cidade portuária de Calais, situada no norte da França, em 1º de fevereiro, menos de duas semanas depois que o presidente francês, Emmanuel Macron, visitou a região se comprometendo a tomar duras medidas acerca da imigração ilegal.

Os confrontos mergulharam Calais, emblemática do fracasso da Europa em controlar a migração em massa, em zona de guerra, reforçando a percepção de que as autoridades francesas perderam o controle da segurança do país.

A pancadaria, travada em pelo menos três diferentes regiões de Calais, eclodiu depois que um migrante afegão de 37 anos, responsável por uma operação de tráfico de pessoas, efetuou diversos disparos contra um grupo de africanos que não tinha dinheiro para pagar pelos serviços prestados. Cinco africanos sofreram ferimentos correndo risco de vida.

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Europa: Tornando o Totalitarismo Grande Novamente

por Judith Bergman  •  7 de Fevereiro de 2018

  • A União Europeia conta com programas, que já estão em vigor, para influenciar os principais meios de comunicação e jornalistas com seus próprios programas, como a contínua migração em massa da África e do Oriente Médio para a Europa. Para este fim, a Comissão Europeia patrocinou recentemente a publicação de um manual com as diretrizes destinadas aos jornalistas, sobre como redigir matérias sobre migrantes e migração.

  • Ao que tudo indica, a serviço do interesse dos representantes dessa mídia, para rotular a concorrência da mídia alternativa ou nova, como "fake news".

  • A lei francesa proposta permitirá às autoridades francesas bloquearem Websites durante os períodos eleitorais, medida draconiana que visa combater os opositores políticos, o que colocará a França em pé de igualdade com países como a China e o Irã que bloqueiam Websites que não se adequam aos programas do governo.

Tanto o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker (esquerda) como o presidente francês, Emmanuel Macron (direita), propõem restrições que violariam o direito à liberdade de expressão e à informação garantidos na Convenção Europeia dos Direitos Humanos. (Imagem: Comissão Europeia)

A União Europeia está intensificando a campanha para censurar e marginalizar as vozes que discordam de suas políticas, atuando segundo as diretrizes do conveniente eufemismo de combater "fake news".

"A Comissão precisa apreciar os desafios que as plataformas da Internet promovem nas nossas democracias no que diz respeito à disseminação de informações falsas e iniciar uma reflexão sobre o que seria necessário na esfera da UE para proteger nossos cidadãos," salientou Jean-Claude Juncker, Presidente da Comissão Europeia, em maio de 2017. Quanta bondade e consideração de Juncker que, de forma totalitária, quer proteger os cidadãos da UE de notícias que não se encaixam nas narrativas e programas da Comissão Europeia.

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Alemanha: Volta do Estado Policial da Stasi?

por Judith Bergman  •  4 de Fevereiro de 2018

  • A nova lei exige que as plataformas de redes sociais como o Facebook, Twitter e YouTube, censurem seus usuários em nome do governo. As empresas de redes sociais são obrigadas a excluir ou bloquear quaisquer "delitos penais", em um espaço de 24 horas após o recebimento de uma reclamação de algum usuário, independentemente se o conteúdo da reclamação for válido ou não.

  • As plataformas de redes sociais agora têm o poder de moldar a forma do discurso político e cultural ao determinarem quem poderá dizer o quê.

  • Observe a tranquilidade com que o chefe de polícia disse que ele tinha entrado com uma ação na justiça para silenciar um líder político da oposição. É isso que as autoridades fazem em estados policias: por meio da censura e de acusações de infrações penais, elas silenciam críticos que falam abertamente e políticos da oposição contrários às políticas governamentais, como Beatrix von Storch, que criticou duramente as políticas de migração da chanceler Angela Merkel.

Foto: celas de detenção no corredor do porão da antiga prisão do Ministério para a Segurança do Estado da Alemanha Oriental (Stasi) em Berlim-Hohenschoenhausen, na Alemanha. (Foto Sean Gallup/Getty Images)

A nova lei de censura da Alemanha que introduziu a censura oficial sobre as plataformas de redes sociais, entrou em vigor em 1º de outubro de 2017. A nova lei exige que as plataformas de redes sociais como o Facebook, Twitter e YouTube, censurem seus usuários em nome do estado alemão. As empresas de redes sociais são obrigadas a excluir ou bloquear quaisquer "delitos penais", tais como difamação, calúnia, injúria ou incitamento, em um espaço de 24 horas após o recebimento de uma reclamação de algum usuário, independentemente se o conteúdo da reclamação for válido ou não. Em casos mais complicados as empresas de redes sociais têm sete dias para cumprirem a lei. Caso não a cumpram, o governo alemão poderá multá-las em até 50 milhões de euros por terem descumprido a lei.

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Prisão na França: Terrorismo e Islamismo

por Yves Mamou  •  1 de Fevereiro de 2018

  • Assim como a polícia e os bombeiros, os carcereiros da França dizem que vivem em permanente clima de violência e medo. E a exasperação deles está se avolumando.

  • "Anteriormente, todas as manhãs, eu tinha medo de encontrar um cara enforcado em sua cela. Sabe do que eu tenho medo hoje? De ser assassinado, despido, esfaqueado pelas costas. Em nome do Islã e do ISIS. Todo santo dia, enquanto eu estou a caminho do trabalho, sinto esse frio na barriga." — 'Bernard' guarda prisional francês.

  • "Nos velhos tempos, o comportamento agressivo estava ligado às dificuldades do dia a dia. Agora, o ódio e a violência são desencadeados (pelos islamistas) contra a nossa autoridade, nossa sociedade e seus valores." — Joaquim Pueyo, ex-diretor do presídio de Fleury-Mérogis.

Presídio de Mont-de-Marsan na França. (Imagem: Jibi44/Wikimedia Commons)

Os carcereiros franceses estão em greve. Em um espaço de tempo de menos de 10 dias, inúmeros carcereiros em diversas prisões foram atacados e feridos, na maioria das vezes por islamistas encarcerados por crimes relacionados ao terrorismo ou crimes de delito comum, ao que tudo indica, a caminho de se tornarem islamistas radicais. Reagindo, os guardas obstruíram o habitual funcionamento na maioria das prisões.

A onda de ataques começou em 11 de janeiro de 2018. Três guardas da prisão de Vendin-le-Vieil, situada no norte da França, foram levemente feridos em um ataque a facadas cometido por Christian Gantzarski, alemão convertido ao Islã que se juntou à Al Qaeda e planejou o atentado à bomba contra uma sinagoga em Djerba, na Tunísia em 2002.

Em 15 de janeiro de 2018 sete guardas foram atacados e feridos por um presidiário "radicalizado" na Prisão Mont-de-Marsan, no sul da França.

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Canadá: Apoio de Trudeau aos Islamistas

por Tom Quiggin  •  24 de Janeiro de 2018

  • O primeiro-ministro do Canadá Justin Trudeau traz consigo um longo histórico de nove anos de apoio à causa islamista, ao mesmo tempo em que recusa se aproximar de muçulmanos reformistas.

  • Talvez o mais preocupante tenham sido os comentários de Trudeau em um encontro de organizações islamistas de 'fachada': ele disse que tinha em comum suas crenças, seus valores e seus ideais.

  • O Canadá não poderá invocar ignorância ou incapacidade em meio às acusações de cumplicidade de quaisquer futuras vítimas americanas de terrorismo.

O primeiro-ministro do Canadá Justin Trudeau traz consigo um longo histórico de nove anos de apoio à causa islamista, ao mesmo tempo em que recusa se aproximar de muçulmanos reformistas. (Foto Matt Cardy/Getty Images)

O primeiro-ministro do Canadá Justin Trudeau traz consigo um longo histórico de nove anos de apoio à causa islamista, ao mesmo tempo em que recusa se aproximar de muçulmanos reformistas. Com respeito aos combatentes do ISIS que retornam ao Canadá, Trudeau afirmou que eles serão uma "poderosa voz para reverter a radicalização" acrescentando que aqueles que se opõem ao seu retorno são "islamofóbicos.". E não apenas isso, o Governo do Canadá não está incluindo os nomes dos combatente do ISIS que voltam dos campos de batalha à comissão da ONU responsável pelo cadastramento de jihadistas internacionais.

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Sharia para o Ano Novo

por Bruce Bawer  •  10 de Janeiro de 2018

  • Os mesmos repórteres e comentaristas que continuam insistindo que é um absurdo se preocupar com o fato da sharia estar vindo para o Ocidente estão, na realidade, ideologicamente de braços dados com os detentores do poder que estão introduzindo, de forma agressiva, leis no estilo da sharia no Ocidente, processando obstinadamente qualquer discurso que infrinja essas leis, emitindo alertas de um futuro negro em tons impróprios para funcionários públicos de um país livre: é melhor você se adaptar à sharia ou vai se arrepender. A verdadeira lição de tudo isso, obviamente, é que é melhor aprender a ser agressivo no tocante à resistência a essa proliferação de proibições influenciadas pela sharia ou, realmente, acabaremos nos arrependendo muito, muito mesmo.

Em setembro último, um homem chamado Mark Feigin postou cinco comentários na página de um centro islâmico do Facebook. Os comentários não eram nada favoráveis ao Islã. "QUANTO MAIS MUÇULMANOS NÓS DEIXARMOS ENTRAR NOS ESTADOS UNIDOS", escreveu ele, "MAIS TERRORISMO TEREMOS". Ele ressaltou que o Islã é "perigoso" e que "não há lugar para o Islã na civilização ocidental". Alguns de seus comentários continham linguajar vulgar ou desrespeitoso. Em 20 de dezembro, o Estado da Califórnia entrou com uma ação contra Feigin, acusando-o de infringir o código penal que em um determinado trecho reza o seguinte:

"Qualquer um que com a intenção de atazanar ou assediar faz repetidas chamadas telefônicas ou contata repetidas vezes alguém por meio de um dispositivo eletrônico é considerado culpado por contravenção penal".

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Heroínas Lutando pela Liberdade

por Khadija Khan  •  8 de Janeiro de 2018

  • As mulheres iranianas, como muitas outras, estão fartas de viverem em diferentes formas de confinamento.

Os dirigentes do Irã prometeram moderar as leis misóginas deixando de prender as mulheres que aparecerem em público sem os véus. Em vez disso, as "criminosas" teriam que frequentar "aulas especiais sobre a moralidade" ministradas pela polícia da sharia. (Imagem: Wikimedia Commons)

Tomem nota aqueles que querem ver as verdadeiras mulheres lutando pela liberdade. Dirijam seus olhares para as ruas do Irã ou ouçam a campeã de xadrez Anna Muzychuk.

Ao arriscarem suas vidas, as mulheres iranianas desmascaram aqueles que querem promover as burcas e as hijabs como se fossem "símbolos de libertação".

A desesperada investida do povo iraniano que enche as ruas para protestar contra o regime islamista expõe o duro cotidiano que os cidadãos iranianos, especialmente as mulheres, são forçados a suportar por praticamente quarenta anos em nome da lei islâmica (Sharia).

Essas manifestações também mostram o lado sombrio dos islamistas que sequestram seu próprio povo mantendo-o refém para saciar sua sede de poder, por meio da repressão, prisão, tortura, execução, num vale tudo.

As mulheres iranianas, como muitas outras, estão fartas de viverem em diferentes formas de confinamento.

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Alemanha, Áustria: Imãs Advertem Muçulmanos a Não se Integrarem

por Stefan Frank  •  3 de Janeiro de 2018

  • "Enquanto fora da mesquita se conversa muito sobre integração, dentro dela o contrário é pregado. Somente em casos excepcionais, trechos do sermão, e mais excepcionalmente ainda, todo sermão, é traduzido para o idioma alemão..." — Constantin Schreiber, autor de Dentro do Islã: O que está Sendo Pregado nas Mesquitas da Alemanha.

  • "Os políticos que enfatizam repetidamente a intenção de cooperarem com as mesquitas, que convidam seus integrantes a conferências sobre o Islã, não fazem ideia de quem está pregando o quê naquelas mesquitas". − Necla Kelek, consagrada ativista de direitos humanos e crítica do Islã, no Allgemeine Zeitung.

Centro Islâmico de Viena. (Imagem: Zairon/Wikimedia Commons)

Na celeuma que gira em torno dos migrantes na Alemanha e na Áustria, nenhum outro termo é usado com mais frequência do que "integração". Contudo, a instituição mais prestigiada por muitos migrantes muçulmanos, via de regra, não colabora muito nesse empreendimento e não raramente se opõe a ele, qual seja: a mesquita. Essa é a conclusão de um estudo oficial austríaco, bem como de um levantamento do setor privado realizado por um jornalista alemão.

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O Apartheid Árabe Visa Palestinos

por Khaled Abu Toameh  •  1 de Janeiro de 2018

  • Os palestinos dizem que o que estão enfrentando no Iraque é "limpeza étnica." A nova lei priva os palestinos que residem no Iraque o direito à escola pública (gratuita), assistência médica, documentos de viagem e de exercerem funções em cargos públicos.

  • Ninguém irá prestar atenção ao sofrimento dos palestinos em nenhum país árabe. Os principais meios de comunicação ao redor do mundo mal cobrirão a controversa lei iraquiana ou o desalojamento de milhares de famílias palestinas no Iraque. Os jornalistas estão ocupados demais com um punhado de palestinos que jogam pedras contra israelenses perto de Ramala. Uma menina palestina que desfechou golpes contra o rosto de um soldado israelense atrai mais interesse da mídia do que o apartheid árabe contra os palestinos.

  • Já os líderes palestinos não dão a mínima para a situação de seu próprio povo que vive em países árabes. Eles estão muito ocupados incitando os palestinos contra Israel e contra Trump para se incomodarem com algo tão insignificante.

Uma nova lei iraquiana, recentemente ratificada pelo presidente do Iraque, Fuad Masum, efetivamente aboliu os direitos dos palestinos que vivem no país (educação gratuita, assistência médica, documentos de viagem, funções em cargos públicos), mudando o status dos palestinos de residentes para estrangeiros. Foto: presidente do Iraque Fuad Masum (à direita), com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas (à esquerda) em 30 de novembro de 2015. (Imagem: captura de tela do vídeo, gabinete de Mahmoud Abbas)

O Iraque acaba de se juntar à longa lista de países árabes que desavergonhadamente praticam o apartheid contra os palestinos. O número de países árabes que aplicam medidas discriminatórias contra os palestinos, enquanto fazem de conta que apoiam a causa palestina é de deixar o cabelo em pé. A hipocrisia árabe está mais uma vez escancarada, mas quem se importa?

A mídia internacional, até mesmo os próprios palestinos, estão tão preocupados com o anúncio do presidente dos EUA Donald Trump sobre Jerusalém, que o sofrimento dos palestinos que se encontram nos países árabes não os sensibilizam. Essa apatia faz com que os governos árabes continuem com suas políticas antipalestinas porque eles sabem que ninguém na comunidade internacional se importa com isso. As Nações Unidas estão muito ocupadas condenando Israel para se incomodarem com outros assuntos.

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Bem-vindo ao Inferno Chamado Bruxelas

por Drieu Godefridi  •  31 de Dezembro de 2017

  • No mês passado Bruxelas foi alvo de três ondas de tumultos e saques em escala gigantesca.

  • Ao penetrarmos na espessa nuvem da indignação profissional, a fim de esmiuçarmos a realidade da "capital da Europa", o que se pode observar em muitos aspectos é na realidade um verdadeiro inferno, onde o socialismo, islamismo, confusão e saques são o lugar-comum.

Batalhão de choque com apoio de um canhão de água e blindado antiprotesto, tentando afastar arruaceiros do centro de Bruxelas, Bélgica, em 12 de novembro. Centenas de "jovens" de origem estrangeira "comemoravam" a classificação para a Copa do Mundo de futebol da equipe marroquina promovendo tumultos, nos quais 22 policiais ficaram feridos. (Imagem: captura de tela de vídeo da Ruptly)

Quando o então candidato à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump salientou em janeiro de 2016 que, graças à imigração em massa, Bruxelas estava se transformando em um inferno, políticos belgas e europeus unidos se entrincheiraram nas barricadas da mídia afirmando: como ele ousa dizer uma coisa dessas? Bruxelas, capital da União Europeia, quintessência do mundo pós-moderno, vanguarda da nova "civilização global", inferno? Indubitavelmente a assimilação dos recém-chegados nem sempre é tranquila, podendo haver atritos de tempos em tempos. Mas não importa, eles ressaltavam o seguinte: Trump é um bufão e seja lá como for ele tem zero chance de ser eleito. Essas eram as opiniões dos ávidos leitores do The New York Times International Edition e assíduos telespectadores da CNN International.

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Europa: a Islamização do Natal
"Uma submissão inaceitável e involuntária ao Islã"

por Soeren Kern  •  30 de Dezembro de 2017

  • A reinvenção da teologia do Natal se baseia na falsa premissa de que o Jesus da Bíblia é o Jesus (Isa) do Alcorão. Esta fusão religiosa, por vezes chamada de "Chrislão", está ganhando terreno em um Ocidente ignorante no que diz respeito à Bíblia.

  • Uma escola em Lüneburg adiou uma festa de Natal porque um estudante muçulmano reclamou que as canções de Natal cantadas na escola eram incompatíveis com o Islã. Alexander Gauland, líder do partido anti-imigração Alternativa para a Alemanha (AfD), ressaltou que a atitude da escola representava "uma submissão inaceitável e involuntária ao Islã" e nada mais era do que uma "covarde injustiça" para as crianças não muçulmanas.

  • "O termo 'Natal', símbolo da nossa fé e cultura, não discrimina ninguém. A remoção dos símbolos natalinos não garante o respeito de ninguém, não produz uma escola e uma sociedade acolhedora e inclusiva, ao contrário, fomenta a intolerância contra a nossa cultura, nossos costumes, nossas leis e nossas tradições. Temos plena convicção que as nossas tradições devem ser respeitadas". -- Samuele Piscina, político de Milão.

(Imagem: pexels.com)

O período em que se comemora as festividades do Natal deste ano foi marcado por controvérsias relacionadas ao Islã em praticamente todos os países europeus. A maioria das discórdias foi gerada pelas elites políticas e religiosas multiculturais da Europa, que estão inclinadas a secularizar o Natal, ao que tudo indica, para garantir que os muçulmanos não se ofendam com as comemorações natalinas.

A muitos dos tradicionais mercados de Natal foram dados novos nomes como por exemplo Desfile de Inverno de Amesterdã, Confraternizações de Inverno de Bruxelas, Kreuzberger Wintermarkt, London Winterville, Festival de Inverno de Munique, com o intuito de projetar uma aparência multicultural de tolerância secular.

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Áustria: Novo Governo Resistirá à "Islamização"

por Soeren Kern  •  26 de Dezembro de 2017

  • A coalizão entre o Partido Popular da Áustria, anti-imigração e o Partido da Liberdade da Áustria, anti-establishment, que tomou posse em 18 de dezembro, está preparada para projetar a Áustria na vanguarda da resistência da Europa Ocidental à migração em massa do mundo muçulmano.

  • A enorme guinada demográfica e religiosa em curso na Áustria, tradicionalmente um país católico romano, parece irreversível. A Áustria também emergiu como base importante para o Islã radical.

  • "Temos muito em comum (com Israel). Eu sempre digo, se alguém definir o Ocidente judaico-cristão, logo Israel representa uma espécie de fronteira. Se Israel fracassar, a Europa fracassará. E se a Europa fracassar, Israel fracassará". Heinz-Christian Strache, líder do Partido da Liberdade da Áustria.

O chanceler eleito Sebastian Kurz, (foto acima), que venceu as eleições gerais da Áustria, cuja promessa de campanha eleitoral de por fim a imigração ilegal, governará ao lado de Heinz-Christian Strache, 48, líder do Partido da Liberdade, que alertou que a migração em massa está "islamizando" a Áustria. (Imagem: Raul Mee/EU2017EE/Flickr).

O Partido Popular da Áustria, anti-imigração e o Partido da Liberdade da Áustria, anti-establishment chegaram a um acordo, formando uma nova coalizão para governar a Áustria nos próximos cinco anos. A inovadora aliança política, que tomou posse em 18 de dezembro, está preparada para projetar a Áustria na vanguarda da resistência da Europa Ocidental à migração em massa do mundo muçulmano.

O chanceler eleito Sebastian Kurz, 31 anos, que venceu as eleições gerais da Áustria em 15 de outubro, cuja promessa de campanha eleitoral de por fim a imigração ilegal, governará ao lado de Heinz-Christian Strache, 48, líder do Partido da Liberdade, que alertou que a migração em massa está "islamizando" a Áustria. Segundo o acordo, Strache se tornará vice-chanceler, o Partido da Liberdade também assumirá o controle dos ministérios da defesa, do interior e das relações exteriores.

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