Últimas Análises e Comentários
por Khaled Abu Toameh • 1 de Fevereiro de 2026
Não é preciso ser "especialista" para entender que o Catar, não obstante a tentativa de se apresentar como mediador neutro entre Israel e o Hamas nos últimos dois anos, continua afiliado à ideologia extremista da Irmandade Muçulmana e a do Hamas. Lamentavelmente, essa ideologia considera os não muçulmanos (e Israel) como Inimigos Número 1. Foto: o então emir do Catar, Xeque Hamad bin Khalifa al-Thani, de mãos dadas com o então líder do Hamas, Ismail Haniyeh, durante a visita deles à Universidade Islâmica na Faixa de Gaza, em 23 de outubro de 2012. (Foto: Wissam Nassar/AFP via Getty Images)
Delegações do Catar, Egito e Turquia se reuniram no Cairo em 25 de novembro para deliberar a implementação da segunda fase do plano do presidente dos Estados Unidos Donald J. Trump, para o fim da guerra na Faixa de Gaza, que teve início com o liderado ataque perpetrado pelo Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023. Segundo relatos da mídia, a reunião contou com a presença dos chefes das agências de inteligência egípcias e turcas, além do primeiro-ministro do Catar. Eles deliberaram sobre as "maneiras de intensificar os esforços conjuntos no sentido de garantir que a implementação da segunda fase do plano seja bem-sucedida", incluindo o desarmamento do Hamas, o estabelecimento de um comitê para a transição da governança palestina e o envio de uma Força Internacional de Estabilização na Faixa de Gaza.
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por Majid Rafizadeh • 21 de Janeiro de 2026
Enquanto o foco global se volta para outras crises, o Irã vem acelerando a produção de mísseis balísticos num ritmo vertiginoso. Foto: um míssil balístico hipersônico Fattah é exibido durante o desfile militar anual em Teerã, em 22 de setembro de 2023. (Foto: AFP via Getty Images)
Pouca atenção vem sendo dada ao Irã após a Guerra dos Doze Dias, mas a ameaça que o país representa atualmente está crescendo significativamente. Enquanto o foco global se volta para outras crises, o Irã vem acelerando a produção de mísseis balísticos num ritmo vertiginoso. O regime iraniano anuncia com orgulho a fabricação de grandes quantidades de mísseis, a expansão de suas linhas de montagem e se vangloria abertamente de seu crescente arsenal. O Irã não esconde esses avanços, muito pelo contrário, os exibe com orgulho. O regime, apesar de uma seca devastadora, parece se sentir fortalecido, estimulado e determinado.
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por Nils A. Haug • 28 de Dezembro de 2025
Mesmo antes do massacre de famílias judias inocentes em Sydney, vários atentados terroristas já haviam sido perpetrados recentemente contra judeus australianos. Estão bem documentadas as consequências da discórdia social generalizada e dos atos antissemitas perpetrados por imigrantes islamistas em países ocidentais, é um mistério a razão pela qual o governo australiano aparentemente acredita que a sua nação seria uma exceção. Foto: policiais no local do ataque terrorista na praia de Bondi, em Sydney, em 14 de dezembro de 2025.. (Foto: Saeed Khan/AFP via Getty Images)
Em 14 de dezembro, durante o feriado de Chanucá, época de celebração, um massacre de famílias judias inocentes ocorreu na famosa praia de Bondi, em Sydney, Austrália. Quinze vítimas foram assassinadas e outras 40 ficaram feridas. Um dos assassinos, um imigrante muçulmano chamado Sajid Akram, foi morto pela polícia, seu filho, Naveed, o segundo assassino, foi baleado pela polícia antes de ser preso. A situação poderia ter sido ainda pior não fosse a ação da polícia de Sydney e a rápida intervenção de um corajoso transeunte desarmado, Ahmed El-Ahmed, um muçulmano que imobilizou e desarmou um dos terroristas. Gideon Sa'ar, ministro das relações exteriores de Israel, revelou que a Austrália foi "alertada sobre possíveis ataques contra judeus", em vão. Em vista disso, algumas autoridades israelenses, estão "culpando Canberra por não fazer o bastante para combater o antissemitismo". Sa'ar escreveu o seguinte:
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por Majid Rafizadeh • 21 de Dezembro de 2025
Desde o começo, o regime iraniano não foi concebido para a paz, e sim para a espada. Os lemas revolucionários do regime não falam de coexistência nem de respeito mútuo. O regime nunca buscou obter influência por meio da persuasão ou da diplomacia, mas só por meio de armas atômicas, mísseis balísticos e assassinatos em escala global. Foto: o Líder Supremo do Irã Ali Khamenei proferindo um discurso em 1⁰ de novembro de 2023, televisionado pelo Canal 1 do Irã. (Imagem: MEMRI)
Desde o começo, o regime iraniano não foi concebido para a paz, e sim para a espada. Já no primeiro dia da revolução de 1979, os aiatolás estabeleceram uma teocracia cuja missão central não era só governar, e sim exportar a revolução para o mundo e impor a sua doutrina islamista xiita radical aos outros. A ideologia fundadora do regime se baseia na conquista de povos e territórios por meio do terrorismo, da farsa e da força.
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por Khaled Abu Toameh • 16 de Novembro de 2025
Qualquer um que acreditar que o Hamas entregará voluntariamente as armas está sonhando. Para o grupo terrorista, isso seria equivalente ao suicídio. Os termos "desmilitarização" e "desradicalização" não existem no vocabulário do Hamas. Foto: um membro armado do grupo Hamas de prontidão em meio a uma multidão de pessoas servindo de escudo humano em Deir el-Balah, Faixa de Gaza em 13 de outubro de 2025. (Foto: Bashar Taleb/AFP via Getty Images)
Segundo o plano do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para acabar com a guerra na Faixa de Gaza, "toda a infraestrutura militar, terrorista e ofensiva, incluindo túneis e instalações de produção de armas, será destruída e não reconstruída. Haverá um processo de desmilitarização de Gaza sob a supervisão de monitores independentes, que incluirá a colocação de armas permanentemente fora de uso por meio de um processo acordado de desmantelamento". Desde o anúncio do plano, no entanto, autoridades do Hamas têm enfatizado reiteradamente que o grupo terrorista apoiado pelo Irã, que iniciou a guerra atacando Israel em 7 de outubro de 2023, não tem a menor intenção de depor as armas. O Hamas evidentemente deseja manter as armas para que possa continuar com a Jihad (guerra santa) contra Israel e garantir seu contínuo controle da Faixa de Gaza.
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por Drieu Godefridi • 26 de Outubro de 2025
A Alemanha de hoje apresenta ao mundo um espetáculo inquietante: um Estado em agonia que, sob o pretexto da virtude democrática, está afundando no autoritarismo. Na Alemanha de hoje, o principal partido da oposição não é tratado como um ator legítimo no processo democrático, e, sem nenhum processo legal, como inimigo interno. Foto: Alice Weidel, co-líder do partido político Alternative für Deutschland (AfD), é vista em um monitor discursando na convenção do partido em 11 de janeiro de 2025 em Riesa, Alemanha. (Foto: Sean Gallup/Getty Images)
A Alemanha de hoje apresenta ao mundo um espetáculo inquietante: um Estado em agonia que, sob o pretexto da virtude democrática, está afundando no autoritarismo. A erosão das liberdades civis não está ocorrendo por meio de um golpe de Estado, e sim pela lenta acumulação de medidas administrativas, legais e policiais que estão moldando os contornos de uma ditadura tão implacável quanto convencida de sua própria virtude. 1. A Classificação da AfD por uma Agência Administrativa
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por Gordon G. Chang • 9 de Outubro de 2025
A Rússia está fornecendo equipamentos, tecnologia e treinamento à China para uma invasão aérea, informou o Washington Post em 26 de setembro. A reportagem, baseada em um estudo divulgado pelo Royal United Services Institute, sediado no Reino Unido, observa que a China está planejando um ataque aéreo contra Taiwan. Foto: o Presidente Vladimir Putin da Rússia com o Presidente Xi Jinping da China em Pequim em 2 de setembro de 2025. (Foto: Sergey Bobylev/Pool/AFP via Getty Images)
A Rússia está fornecendo equipamentos, tecnologia e treinamento à China para uma invasão aérea, informou o Washington Post em 26 de setembro. A reportagem, baseada em um estudo divulgado pelo Royal United Services Institute, sediado no Reino Unido, observa que a China está planejando um ataque aéreo contra Taiwan. Um dia antes da reportagem do Washington Post, a Reuters revelou que especialistas chineses viajaram à Rússia para ajudar o país a desenvolver drones. Segundo a agência de notícias, a empresa chinesa Sichuan AEE, vendeu drones de ataque e vigilância para a empresa russa IEMZ Kupol por meio de um intermediário sancionado pelos Estados Unidos e pela UE. As duas reportagens destacam a estreita cooperação entre a Rússia e a China em teatros militares ao redor do planeta. Esses dois agressivos países, ao que tudo indica, efetivamente formaram uma aliança militar.
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por Robert Williams • 30 de Setembro de 2025
Com as moedas digitais dos bancos centrais, seu dinheiro não será mais seu, e sim um crédito ou uma conta que você terá com o governo e à qual você só terá acesso se seguir as regras, sejam elas quais forem. (Imagem: iStock/Getty Images)
Líderes globalistas estão trabalhando a todo vapor no intuito de introduzir moedas digitais de bancos centrais (CBDCs). Uma CBDC é uma moeda digital emitida diretamente por um banco central, como o Federal Reserve nos EUA, o Banco Central Europeu na zona do euro da UE e o Banco da Inglaterra no Reino Unido.
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por Robert Williams • 28 de Setembro de 2025
Em março a polícia belga invadiu mais de 20 locais na Bélgica e em Portugal, numa investigação sobre a suposta "corrupção ativa dentro do Parlamento Europeu", em prol da gigante tecnológica chinesa Huawei, de acordo com o Ministério Público Federal da Bélgica. O principal escritório do lobby da Huawei em Bruxelas foi invadido pela polícia, bem como os escritórios do Parlamento Europeu.(Imagem: iStock/Getty Images)
"A União Europeia é uma das regiões menos corruptas do mundo", se vangloria a Comissão Europeia em seu site. Sério? Vamos dar uma olhada na organização da UE, que, mais uma vez, se encontra no centro de um novo escândalo de corrupção. Em março a polícia belga invadiu mais de 20 locais na Bélgica e em Portugal, numa investigação sobre a suposta "corrupção ativa dentro do Parlamento Europeu", em prol da gigante tecnológica chinesa Huawei, de acordo com o Ministério Público Federal da Bélgica. O principal escritório do lobby da Huawei em Bruxelas foi invadido pela polícia, bem como os escritórios do Parlamento Europeu.
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por Pesach Wolicki • 5 de Setembro de 2025
Desde que o Hamas invadiu Israel em 7 de outubro de 2023, a mídia internacional, as organizações humanitárias e as agências filiadas à ONU têm incansavelmente propagado um dos libelos de sangue mais calamitosos da história: o de que Israel está deliberadamente matando de fome a população da Faixa de Gaza. Manchete atrás de manchete, e por meio de relatórios "oficiais" da ONU e imagens que viralizaram o planeta, o mundo vem sendo informado de que Gaza está à beira de passar fome, ou que a fome já se instalou. No entanto, esses alertas, declarados repetidamente em alto e bom som, também têm repetidamente deixado de se materializar. Foto: Moradores de Gaza comemoram após receberem cestas básicas de um ponto de distribuição da Fundação Humanitária de Gaza em 26 de junho de 2025, no centro de Gaza. (Foto: Moiz Salhi/Middle East Images/AFP via Getty Images)
Desde que o Hamas invadiu Israel em 7 de outubro de 2023, a mídia internacional, as organizações humanitárias e as agências filiadas à ONU têm incansavelmente propagado um dos libelos de sangue mais calamitosos da história: o de que Israel está deliberadamente matando de fome a população da Faixa de Gaza. Manchete atrás de manchete, e por meio de relatórios "oficiais" da ONU e imagens que viralizaram o planeta, o mundo vem sendo informado de que Gaza está à beira de passar fome, ou que a fome já se instalou. No entanto, esses alertas, declarados repetidamente em alto e bom som, também têm repetidamente deixado de se materializar.
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por JNS • 16 de Agosto de 2025
Foto: Suprimentos no lado de Gaza na travessia de Kerem Shalom que não foram coletados para distribuição por organizações internacionais de ajuda humanitária, julho de 2025. (Foto da IDF)
Uma enorme quantidade de suprimentos de ajuda, principalmente de alimentos, foi se acumulando nos últimos meses no lado de Gaza nas travessias para a Faixa de Gaza e ainda aguarda coleta por organizações internacionais de ajuda, afirmou a divisão (COGAT) Coordenação das Atividades Governamentais nos Territórios do Ministério da Defesa de Israel, uma unidade do Ministério da Defesa de Israel, em 25 de julho de 2025, após alegações de que Jerusalém estaria impedindo a entrada de alimentos na Faixa de Gaza. A COGAT divulgou imagens detalhadas que mostram centenas de caminhões no lado de Gaza, na travessia de Kerem Shalom, com fileiras de caixas de suprimentos empilhadas em paletes.
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por Drieu Godefridi • 4 de Agosto de 2025
Em 24 de julho de 2025, a França anunciou a sua decisão de reconhecer a existência de um "Estado Palestino" em setembro. O presidente Emmanuel Macron asseverou que a medida era um ato de "justiça" e "paz". Na realidade, no entanto, esse reconhecimento constitui uma ficção. De novo, a França está do lado errado da história. Não está do lado dos direitos humanos. Não está do lado da paz. Mas do lado da mentira, da desonra e da colaboração com os inimigos da humanidade. Foto: Macron com o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmud Abbas, na Assembleia Geral da ONU em Nova York, em 25 de setembro de 2024. (Foto: Ludovic Marin/AFP via Getty Images)
Em 24 de julho de 2025, a França anunciou a sua decisão de reconhecer a existência de um "Estado Palestino" em setembro. O presidente Emmanuel Macron asseverou que a medida era um ato de "justiça" e "paz". Na realidade, no entanto, esse reconhecimento constitui uma ficção geopolítica, contrária ao direito internacional, flagrantemente em desacordo com os fatos e carregada de implicações morais profundamente danosas. 1. Que Estado? Direito Internacional, em particular o Artigo 1º da Convenção de Montevidéu de 1933, define os critérios para a condição de Estado: uma população permanente, um território definido, um governo efetivo e a capacidade de se relacionar com outros Estados. No entanto, nenhuma das duas entidades políticas palestinas atende a esses critérios.
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por Majid Rafizadeh • 3 de Agosto de 2025
As garras do Irã não se limitam "somente" a assassinatos e células terroristas. O regime é agora um ator-chave em uma das guerras mais significativas na Europa desde a Segunda Guerra Mundial: a guerra entre Rússia e Ucrânia. Foto: Moradores inspecionam um prédio de apartamentos em Kharkiv, Ucrânia, que foi danificado por drones suicidas "Shahed" fornecidos pelo Irã e lançados por forças russas em 31 de dezembro de 2023. (Foto: Sergey Bobok/AFP via Getty Images)
A União Europeia permanece em estado de paralisia diplomática, em cima do muro enquanto os Estados Unidos e Israel assumiram o fardo de confrontar a República Islâmica do Irã. Enquanto líderes americanos e israelenses assumem os verdadeiros e tangíveis riscos de combater a ameaça representada por Teerã e a sua vasta rede global de grupos terroristas, autoridades europeias optam pelo caminho do apaziguamento, de empurrar com a barriga, da covardia e da ganância, ao mesmo tempo em que criticam Israel por vir em seu socorro, em vez do agradecimento.
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por Khaled Abu Toameh • 18 de Julho de 2025
Os palestinos dizem que,, se alguém está roubando a ajuda humanitária e a comida, esse alguém é o Hamas. Essa criminalidade é precisamente o motivo pelo qual a comunidade internacional precisa apoiar a campanha de Israel de impedir que o Hamas monopolize e desvie suprimentos humanitários enviados para a Faixa de Gaza. Foto: terroristas do Hamas em uma picape "escolta" que transporta ajuda humanitária que eles pretendem saquear, perto da passagem de fronteira de Rafah com o Egito, no sul da Faixa de Gaza, em 10 de dezembro de 2023. (Foto: Mohammed Abed/AFP via Getty Images)
O grupo terrorista palestino Hamas, apoiado pelo Irã, reconstituiu sua "Força Executiva" como parte do seu empenho de controlar a ajuda humanitária e "impor a lei e a ordem" na Faixa de Gaza. A força composta por 5 mil homens, originalmente estabelecida em 2006, foi encarregada de impedir o "roubo" de alimentos e "dissuadir ladrões e bandidos responsáveis pela anarquia e a baderna". Membros da "Força Executiva" foram posicionados por toda a Faixa de Gaza e receberam ordens para "tomar todas as medidas necessárias, incluindo o uso de força excessiva", para restaurar a segurança e a estabilidade na faixa costeira, segundo fontes palestinas.
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por Amir Taheri • 10 de Julho de 2025
Seja lá qual for o parâmetro militar, Israel obteve uma grande vitória na guerra de 12 dias que Trump interrompeu. E, no entanto, Israel mais uma vez ganhou mas não levou, além de ser considerado perdedor pelo Irã e, mais surpreendentemente ainda, por alguns supostos especialistas nos Estados Unidos e na Europa.. Foto: o Líder Supremo do Irã, Ali Khamenei, profere um discurso, transmitido pela IRINN TV em 26 de junho de 2025, dizendo: "Devo parabenizar o povo. Primeiro, gostaria de parabenizá-lo pela vitória sobre o falso regime sionista. Com todo o seu clamor e pretensão, o regime sionista foi quase aniquilado e esmagado pelos golpes da República Islâmica." Imagem: MEMRI)
Segundo um ditado, a história de qualquer guerra é escrita pelo vencedor. Isso ocorre porque o perdedor está morto ou ferido demais para ter a energia para escrever ou, em certos casos, esperançoso de transformar o vencedor em amigo. Mas, para fazer valer esse ditado, uma guerra tem que terminar com um vencedor reconhecido. E isso levanta outro problema: nenhum vencedor poderia assim se autoproclamar e usar a guirlanda a menos que o adversário admitisse a derrota. Este é o dilema que os israelenses enfrentam desde que lutaram para colocar seu minúsculo país no mapa. Desta vez, novamente, foram os Estados Unidos que tiraram o cálice da vitória de seus lábios.
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