Últimas Análises e Comentários

A Escola Palestina do Terrorismo

por Bassam Tawil  •  19 de Janeiro de 2022

  • Os jovens terroristas passaram por lavagem cerebral conduzida por líderes palestinos e "estudiosos consagrados" que destilam ódio contra Israel e judeus entra dia, sai dia.

  • Como se isso não bastasse, eles garantem que qualquer um que morre durante um ataque terrorista desfechado contra judeus é "mártir" que tem seu lugar garantido no céu.

  • "Há uma inserção sistemática de violência, martírio e jihad nos livros didáticos palestinos em todos níveis e disciplinas. O nacionalismo radical e as ideologias islamistas estão espalhados por todo o currículo, inclusive nos livros de ciências e matemática. A possibilidade de paz com Israel é rejeitada." — Instituto de Monitoramento da Paz e da Tolerância Cultural na Educação Escolar (IMPACT-se), maio de 2021.

  • Os livros didáticos demonizam Israel e os judeus são denegridos e apresentados como rivais do profeta do Islã. "Em suma, não há incentivo à convivência ao longo de todo o currículo", constata o estudo.

  • A Administração Biden está tagarelando sobre a paz e a "solução de dois estados", enquanto os líderes palestinos não medem esforços para preparar a próxima geração para esfaquear judeus.

Um professor palestino e três jovens alunos tomaram parte na recente torrente de ataques terroristas contra cidadãos israelenses tanto em Jerusalém quanto na Cisjordânia. Os jovens terroristas passaram por lavagem cerebral conduzida por líderes palestinos e "estudiosos consagrados" que destilam ódio contra Israel e judeus entra dia, sai dia. (Imagem: Palestinian Media Watch)

Um professor palestino e três jovens alunos tomaram parte na recente torrente de ataques terroristas contra cidadãos israelenses tanto em Jerusalém quanto na Cisjordânia. A avalanche não pegou de surpresa os que estão cientes do incessante ódio e incitamento incutido contra Israel nas escolas e livros palestinos, bem como na mídia, nas mesquitas e nos campi universitários.

Em 21 de novembro, Fadi Abu Shkhaydam, um professor do ensino médio de 42 anos do campo de refugiados de Shuafat em Jerusalém, atirou e matou Eli Kay, imigrante sul-africano de 26 anos. O tiroteio ocorreu na Cidade Velha de Jerusalém. Outras quatro pessoas ficaram feridas antes do terrorista ser morto a tiros pela polícia.

Abu Shkhaydam era professor de estudos islâmicos na Escola de Meninos Al-Rashidiyeh em Jerusalém Oriental. O fato da escola ser administrada pelo município (de Israel) de Jerusalém não constrangeu o terrorista, que mais tarde foi identificado como integrante do Hamas.

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A China na América Latina

por Judith Bergman  •  14 de Janeiro de 2022

  • O envolvimento da China na América Latina ao que tudo indica, indubitavelmente, se traduz em controle e não somente dos recursos nacionais.

  • "Nos últimos quatro anos, a República Dominicana, El Salvador e o Panamá trocaram o reconhecimento de Taiwan pelo da China", publicou a TIME Magazine em fevereiro "Amealhar este tipo de aliança na América Latina é uma mão na roda para Pequim obter inestimáveis votos na ONU e apoio para a nomeação de chineses em instituições multinacionais. E de quebra fortalece a posição chinesa em determinar a inserção do padrão de tecnologia em empresas como Huawei, ZTE, Dahua e Hikvision, todas sancionadas pelos EUA na infraestrutura regional, permitindo que Pequim dite as normas do comércio por uma geração inteira".

  • A dívida do Equador com a China equivale a 38,7% do PIB.

  • "Os EUA estão entregando a América Latina de bandeja para a China"... "E a China está esperando, dizendo: 'estamos presentes. Estamos dando dinheiro.' Eles querem o controle, é claro, mas sorrateiramente.." — Axios, 23 de setembro de 2021.

  • "Não é necessário escancarar as intenções mostrando a má-fé da RPC com respeito à sua atuação na América Latina e no Caribe para se concluir que as implicações do momento e de longo prazo desse envolvimento são graves para a prosperidade, democracia e liberdades na região, bem como para a segurança e a posição estratégica dos Estados Unidos, — Professor R. Evan Ellis, prestando testemunho diante da US-China Economic and Security Review Commission, 20 de maio de 2021.

Em 2000, o montante de comércio da China com a América Latina totalizou US$12 bilhões. Em 2019, a cifra saltou para impressionantes US$330 bilhões. O envolvimento da China na América Latina ao que tudo indica, indubitavelmente, se traduz em controle e não somente dos recursos nacionais. (Imagem: iStock)

Em 2000, o montante de comércio da China com a América Latina totalizou US$12 bilhões. Em 2019, a cifra saltou para impressionantes US$330 bilhões.

O meteórico crescimento aponta a maneira pela qual a influência da China na América Latina se aprofundou nas últimas duas décadas.

O envolvimento da China na América Latina ao que tudo indica, indubitavelmente, se traduz em controle e não somente dos recursos nacionais. "Nos últimos quatro anos, a República Dominicana, El Salvador e o Panamá mudaram o reconhecimento de Taiwan para o da China", publicou a TIME Magazine em fevereiro.

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Desculpe pessoal, o Hamas Continua Sendo um Grupo Terrorista

por Khaled Abu Toameh  •  10 de Janeiro de 2022

  • Khaled Qaddoumi, representante do Hamas no Irã confirmou... que a conversa sobre o Hamas aceitar um estado palestino na Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental fazia parte do contexto de um plano de destruir Israel em fases.

  • "Não há outra solução para a questão palestina que não seja por meio da Jihad." — Estatuto do Hamas, Artigo 13.

  • O Hamas, obviamente, nunca perde a oportunidade de lembrar a seus seguidores e ao resto do mundo que permanece fiel às palavras do profeta Maomé que disse: "A hora do julgamento não chegará até que os muçulmanos combatam os judeus e terminem por matá-los e mesmo que os judeus se abriguem por detrás de árvores e pedras, cada árvore e cada pedra gritará: Oh! Muçulmanos, Oh! Servos de Alá, há um judeu por detrás de mim, venha e mate-o" — Estatuto do Hamas, Artigo 7.

  • Dias após o anúncio da decisão, o líder da liderança do Hamas salientou..: "a Palestina, toda a Palestina, do Mar Mediterrâneo ao Rio Jordão é para o povo palestino e não há lugar ou legitimidade para estranhos em nenhum centímetro dela." — hamas.ps, 29 de novembro de 2021.

  • As declarações dos líderes do Hamas mostram que eles se vestem muito menos em pele de cordeiro do que muitos de seus defensores no Ocidente, que afirmam compreender o Hamas melhor do que o próprio Hamas sabe de si.

O documento retratando o Hamas como grupo moderado que aceita a "solução de dois estados" não passa de conversa fiada cuja intenção é fazer com que a comunidade internacional caia no conto do vigário. Como o próprio Mashaal (foto acima) explicou, ainda que o Hamas aceite um estado palestino na Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental, isso não quer dizer que algum dia reconheceria o direito de Israel de existir. (Foto:Mohammed Saber/AFP via Getty Images)

Um dos argumentos usados contra a recente decisão do governo britânico de classificar o Hamas como organização terrorista extremista é que o movimento radicado em Gaza, que não reconhece o direito de Israel de existir, não é mais o mesmo e agora apoia a criação de um estado palestino ao lado de Israel.

Opositores da decisão do Reino Unido alegam que em 2017 o Hamas "moderou a postura em relação a Israel ao aceitar a ideia de um estado palestino nos territórios ocupados por Israel na guerra de seis dias em 1967".

A pretensa mudança, argumentam eles, foi incluída em um novo documento anunciado pelo líder do Hamas Khaled Mashaal em uma entrevista coletiva em Doha, no Catar. Segundo consta Mashaal disse o seguinte:

"o Hamas defende a libertação de toda a Palestina, mas está disposto a aprovar o estado palestino nas fronteiras de 1967 sem reconhecer Israel nem ceder nenhum direito."

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Suicídio Multicultural da Alemanha

por Giulio Meotti  •  6 de Janeiro de 2022

  • "Vou continuar tendo uma postura crítica àqueles... que usam a estrutura liberal e a tolerância da constituição para impor visões totalitárias do estado que minam as normas do Estado de Direito usando doutrinação antiocidental...Não vou adaptar a minha visão de liberdade de expressão... 'Todos têm o direito de expressar livremente sua opinião desde que não seja contrária à lei da Sharia." Ralph Giordano, FAZ.net.

  • Depois que uma barragem se rompe, é um salve-se quem puder para ver quem cede mais rápido.

  • A cidade também está mudando o nome de suas praças para dar espaço ao Islã. "Moscheeplatz" ("Praça da Mesquita"), nome almejado pelo prefeito Marcel Philipp, acordado com o Departamento de Assuntos Religiosos da Turquia...

  • A despeito disso, diz-se que a "Grande Substituição" e a islamização da Europa não passam de teorias da conspiração. Será que realmente estamos cientes de como será a Europa do amanhã?

As mesquitas da cidade de Colônia, a quarta maior cidade da Alemanha, obtiveram licença para transmitir todas as sextas-feiras o chamado às orações pelos sistemas de alto-falantes dos minaretes. Para alguns residentes de Colônia, o chamado muçulmano às orações representa o mesmo grito de conquista que os cristãos do Oriente Médio e da África ouvem cinco vezes todos os dias e todas as noites nas portas das igrejas e casas. Agora é a vez da Alemanha. Foto: Mesquita Central de Colônia. (Foto: Andreas Rentz/Getty Images)

"A hegemonia do Ocidente acabou,"ressaltou recentemente o presidente turco Recep Tayyip Erdogan. "Durou séculos, mas já era".

Concomitantemente, as mesquitas da cidade de Colônia, a quarta maior cidade da Alemanha, obtiveram licença para transmitir todas as sextas-feiras o chamado às orações pelos sistemas de alto-falantes dos minaretes.

"Muitos residentes de Colônia são muçulmanos", salientou a prefeita Henriette Reker, "e na minha opinião é um sinal de respeito permitir a chamada do muezim (encarregado que chama os muçulmanos às orações do alto dos minaretes)."

Para outros, o chamado muçulmano às orações representa o mesmo grito de conquista que os cristãos do Oriente Médio e da África ouvem cinco vezes todos os dias e todas as noites nas portas das igrejas e casas. Agora é a vez da Alemanha.

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Apartheid Árabe, Envolto em Silêncio

por Khaled Abu Toameh  •  24 de Dezembro de 2021

  • "Não são todas as profissões que os palestinos poderão exercer segundo o novo decreto..." — L'Orient Today, 8 de dezembro de 2021.

  • "Refugiados da Palestina que se encontram no Líbano são socialmente marginalizados, gozam de direitos civis, sociais, políticos e econômicos muito limitados, incluindo acesso à saúde pública do Governo do Líbano, serviços educacionais e sociais, além de enfrentarem restrições expressivas quanto ao direito ao trabalho e o direito à propriedade." — UNRWA, setembro de 2020.

  • Há inúmeras razões pelas quais os libaneses não querem os palestinos em seu país. Uma delas é que desde os anos de 1970, os palestinos trouxeram guerra e destruição ao Líbano e transformaram os campos de refugiados em bases de grupos terroristas.

  • "Já está na hora de acabar com essa história de sistemática discriminação e segregação... Palestinos qualificados deveriam ter o direito de praticar suas profissões, em especial nas áreas onde são mais requisitados... Pouquíssimos libaneses irão concordar com a minha opinião." — Sawssan Abou-Zahr, consagrada jornalista libanesa, Reliefweb, 1º de agosto de 2021.

  • O que está claro... é que a comunidade internacional há muito tempo ignora os abusos e as violações dos direitos humanos de um país árabe contra os palestinos.

  • A demonização impingida contra Israel por tantos jornalistas, autoridades e os assim chamados grupos de direitos humanos deixa pouco tempo para perguntar porque um palestino no Líbano não tem permissão para praticar medicina enquanto uma parcela significativa da equipe médica em hospitais israelenses é formada por médicos e enfermeiros árabes.

A comunidade internacional há muito tempo ignora os abusos e as violações dos direitos humanos do Líbano contra os palestinos. Há inúmeras razões pelas quais os libaneses não querem os palestinos em seu país. Uma delas é que desde os anos de 1970, os palestinos trouxeram guerra e destruição ao Líbano e transformaram os campos de refugiados em bases de grupos terroristas. Foto: palestinos em Ain el-Hilweh, o maior campo de refugiados palestinos do Líbano, protestam em 31 de janeiro de 2020. (Foto: Mahmoud Zayyat/AFP via Getty Images)

A questão do apartheid árabe e da discriminação veio recentemente de novo à tona depois que um ministro libanês anunciou que seu país decidiu permitir que os palestinos trabalhassem em vários setores que até agora eram reservados somente a cidadãos libaneses.

O portador do anúncio, Mostafa Bayram, Ministro do Trabalho do Líbano, pegou de surpresa inúmeros palestinos que até então, durante as últimas quatro décadas, eram proibidos de trabalhar em um sem-número de profissões.

Os palestinos esperam que a decisão acabe com décadas de discriminação e marginalização de um país árabe, no caso o Líbano.

Certa parcela da população libanesa, no entanto, expressou forte oposição à decisão de Bayram que visa aliviar as restrições trabalhistas impostas aos palestinos. Esses libaneses parecem temer que os palestinos tomem seus empregos ou se tornem cidadãos libaneses.

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França: Éric Zemmour é Antissemita?

por Yves Mamou  •  8 de Dezembro de 2021

  • É claro que não. O que realmente está acontecendo na França é que a liberdade de expressão está correndo solta. Pela primeira vez em 40 anos, temas como imigração, Islã e o viés das elites pela migração em massa, sem nenhum tipo de critério, estão sendo discutidos abertamente no rádio e na televisão.

  • Ser francês e defender a cultura francesa significava ser nazista. Qualquer um que ousasse criticar a imigração muçulmana e o Islã era imediatamente rotulado de racista "na linha de Jean-Marie Le Pen", vilipendiado pela mídia e até levado às barras da justiça.

  • Le Pen foi o primeiro a criticar a imigração muçulmana e levantar questões sobre o Islã, mas, lamentavelmente, ele o fez de forma... que foi facílimo demonizarem-no e muitas vezes até os verdadeiros problemas que a Frente Nacional abordava, como a identidade do país, o papel do secularismo, a competição no mercado de trabalho e a situação das mulheres.

  • "Zemmour conta com o mérito de colocar o problema da França no centro do debate... Ele assume a angústia existencial de um número crescente de franceses que se perguntam se a França continuará sendo a França, se o seu direito à continuidade histórica será finalmente respeitado ou se continuará a ser achincalhado." — Alain Finkielkraut, escritor e filósofo, Europe 1, 24 de outubro de 2021.

  • Na realidade, para os franceses, a questão mais importante não é se Zemmour é racista ou antissemita, mas se a França como eles a conhecem... continuará existindo.

Éric Zemmour (foto), provável candidato às próximas eleições presidenciais francesas, é realmente racista? A França está prestes a descambar para o fascismo? É claro que não. O que realmente está acontecendo na França é que a liberdade de expressão está correndo solta. Pela primeira vez em 40 anos, temas como imigração, Islã e o viés das elites pela migração em massa, sem nenhum tipo de critério, estão sendo discutidos abertamente no rádio e na televisão. (Foto: Nicolas Tucat/AFP via Getty Images)

O boato segundo o qual um judeu que fizer comentários racistas e antissemitas poderia ser um candidato nas eleições presidenciais francesas na primavera de 2022 já ultrapassou as fronteiras do país. Pior do que isso, o boato é que ele, Éric Zemmour, judeu, ao que consta racista e antissemita, está de tal forma confiante baseado nas pesquisas de opinião que já se projeta que ele seja o provável candidato para ir ao segundo turno contra o atual presidente da França Emmanuel Macron.

Caramba! Como é que pode acontecer uma coisa dessas? Será que Zemmour é realmente racista? Será que ele está sendo arrastado por uma onda da extrema direita, como sugerem muitos da esquerda? A França está prestes a descambar para o fascismo?

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As 'Moralmente Degeneradas' Olimpíadas da China

por Gordon G. Chang  •  5 de Dezembro de 2021

  • O sumiço da estrela do tênis Peng Shuai no corrente mês levou muitos ao redor do mundo a questionarem a realização dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2022 em Pequim. O Início dos jogos está programado para o dia 4 de fevereiro.

  • Agora é a hora do mundo encarar a realidade do Partido Comunista da China e o dantesco sistema por ele montado. Só há uma alternativa correta: transferir os jogos para outro país.

  • O regime fará com que Peng se retrate publicamente das acusações ou irá destruí-la. A pessoa não significa nada no sistema atual da China. Demasiadamente, a televisão estatal tem transmitido execráveis confissões de indivíduos que claramente não se aguentam mais em pé.

  • Há inúmeras razões para se boicotar ou transferir as Olimpíadas de Pequim... Obviamente, nenhum grupo governante que organiza estupro, escravidão, detenção em massa, tortura, assassinatos e extração de órgãos deveria poder, entre outras coisas, sediar eventos esportivos internacionais.

  • O Comitê Olímpico Internacional sustenta que essas atrocidades não são da sua conta. No entanto, a proteção dos atletas é. A detenção de Peng nos diz que os atletas não estarão seguros na China. Afinal, os jogos tratam acima de tudo dos competidores e sua segurança pessoal deve ser a principal preocupação.

  • Mesmo nesta data tardia, é hora de boicotar ou transferir os jogos da China para outro país.

O sumiço da estrela do tênis Peng Shuai (foto acima) no corrente mês levou muitos ao redor do mundo a questionarem a realização dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2022 em Pequim. Ora, somente os moralmente degenerados poderiam considerar ser uma boa ideia permitir que o regime chinês que toma reféns, protege estupradores e comete genocídio seja anfitrião desta competição. (Foto: Wang He/Getty Images)

O sumiço da estrela do tênis Peng Shuai no corrente mês levou muitos ao redor do mundo a questionarem a realização dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2022 em Pequim. O Início dos jogos está programado para o dia 4 de fevereiro.

Ora, somente os moralmente degenerados poderiam considerar ser uma boa ideia permitir que o regime chinês que toma reféns, protege estupradores e comete genocídio seja anfitrião desta competição.

Agora é a hora do mundo encarar a realidade do Partido Comunista da China e o dantesco sistema por ele montado. Só há uma alternativa correta: transferir os jogos para outro país.

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O Porquê dos Palestinos Estarem Fugindo Da Faixa de Gaza

por Khaled Abu Toameh  •  25 de Novembro de 2021

  • Referindo-se ao estilo de vida suntuoso da maioria dos membros do Hamas na Faixa de Gaza e no exterior, muitos palestinos reclamam que enquanto os peixes comem os pobres emigrantes, os líderes do Hamas continuam saboreando o que há de melhor em peixes e frutos do mar oferecidos no Catar e na Faixa de Gaza.

  • Aparentemente, os dois milhões de palestinos que vivem sob o domínio do Hamas chegaram à conclusão de que é o Hamas, não Israel, o responsável pela sua miséria.

  • "Nos últimos 15 anos, com o Hamas no poder, Gaza foi de mal a pior. Os habitantes de Gaza vivem debaixo de um brutal regime islamista, refém de políticas estagnantes que servem apenas e tão somente aos interesses do Hamas e de seus aliados islamistas globais. Se a comunidade internacional pudesse ajudar a libertar Gaza destas forças, ela poderia ajudar os habitantes de Gaza a criarem uma Dubai no Mediterrâneo ou uma nova Cingapura." — Ghanem Nusseibeh, um muçulmano palestino pertencente à família árabe mais antiga de Jerusalém, Al-Arab News, 29 de maio de 2021.

  • Culpar Israel por tudo que há de errado na Faixa de Gaza pode até enganar muitos nos Estados Unidos, Canadá, Europa e Reino Unido. Mas os palestinos que fogem de Gaza e suas famílias que ficam para trás sabem muito bem qual é a verdade, que foi o Hamas que os levou para o abismo, incluindo o mar em que estão agora se afogando.

Pelo menos três palestinos que fugiram da Faixa de Gaza controlada pelo Hamas sumiram, ao que tudo indica, após o barco no qual se encontravam virar na costa greco-turca. Reagindo à tragédia, muitos palestinos reclamam que enquanto os peixes comem os pobres emigrantes, os líderes do Hamas que gozam um estilo de vida suntuoso continuam saboreando o que há de melhor em peixes e frutos do mar oferecidos no Catar e na Faixa de Gaza. Foto: dois habitantes de Gaza puxam um barco na praia de Khan Yunis, na Faixa de Gaza, em 22 de setembro de 2021. (Foto: Said Khatib/AFP via Getty Images)

Uma tragédia que recentemente atingiu a Faixa de Gaza expôs mais uma vez a dimensão do sofrimento dos palestinos sob o comando do grupo Hamas apoiado pelo Irã.

A tragédia também serve de lembrete a respeito dos padrões de dois pesos e duas medidas da comunidade internacional no tocante ao conflito israelense/palestino, em especial à obsessão em relação a Israel e a propensão de fazer vista grossa a qualquer malfeitoria perpetrada pelo lado palestino.

Segundo informes oriundos da Faixa de Gaza, pelo menos três palestinos que fugiram do enclave costeiro controlado pelo Hamas sumiram, ao que tudo indica, após o barco no qual se encontravam virar na costa greco-turca. Os três se encontravam entre dezenas de palestinos que buscavam uma vida melhor longe da repressão e corrupção do Hamas.

Uma das vítimas foi identificada como sendo Anas Abu Rajileh de 25 anos, a outra Nasrallah al-Farra.

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França: Éric Zemmour Poderá Ser o Próximo Presidente?
O Jornalista que está Reembaralhando as Cartas na Política Francesa

por Yves Mamou  •  13 de Novembro de 2021

  • Zemmour representa a França de outrora: a França de Napoleão, da Notre Dame de Paris e do General Charles de Gaulle, a França que não quer virar uma república islâmica. "O perigo é a França virar um segundo Líbano", costuma dizer Zemmour, referindo-se a um país fragmentado entre comunidades sectárias que odeiam e temem umas às outras.

  • Foi ele que rompeu as barreiras e introduziu na mídia debates sobre "imigração" e "jihad", temas sobre os quais ninguém jamais ousou falar publicamente. Ele é o protagonista que personifica o medo de ver a França tradicional, a das torres de igrejas e da "baguete", desaparecer sob os golpes da jihad e do politicamente correto.

  • A meteórica ascensão de Zemmour teve outra consequência: ele gorou a degradante armadilha eleitoral na qual o povo francês se encontra tolhido... impedindo-o do direito de retornar ao poder.

  • Desde meados dos anos de 1980 até os dias de hoje, a mídia e a esquerda, juntas, montaram a máquina da vergonha de força industrial para estigmatizar como "racista" e "nazista" qualquer um que ouse levantar a voz relacionada a questões de imigração...

  • A luta de Zemmour está apenas começando. Uma coisa, porém, é certa: Zemmour está resgatando um debate democrático autêntico sobre tópicos como segurança, imigração, Islã, realmente relevantes para os franceses. Para muitos, Zemmour é a última chance para a França não virar uma nação islâmica, um "Líbano na Europa".

Éric Zemmour, que de acordo com pesquisas de opinião o colocam em segundo lugar, atrás somente do atual presidente francês Emmanuel Macron para as eleições presidenciais que ocorrerão em 2022, representa a França de outrora: a França de Napoleão, da Notre Dame de Paris e do General Charles de Gaulle, a França que não quer virar uma república islâmica. "O perigo é a França virar um segundo Líbano", Zemmour costuma dizer ao se referir ao país fragmentado entre comunidades sectárias que odeiam e temem umas às outras. (Foto: Christophe Simon/AFP via Getty Images)

O Financial Times o chama de "o extrema direita". Para o New York Times ele é o "expert da direita". Para o Die Zeit, ele é "o homem que divide a França"... Eric Zemmour, jornalista e ensaísta, não é (ainda) candidato oficial à presidência da França, mas devido à sua popularidade, a França já vive em clima eleitoral.

As eleições presidenciais ocorrerão em cerca de 200 dias, mas não passa uma semana sem que uma pesquisa de opinião mostre que Éric Zemmour esteja subindo cada vez mais nas projeções para a eleição de 2022. Uma pesquisa da Harris Interactive publicada pela revista Challenges em 6 de outubro já o coloca com 17% dos votos, ultrapassando Marine Le Pen, candidata do partido União Nacional (com 15%, desabando 13 pontos desde o verão). Zemmour ainda está atrás do atual presidente Emmanuel Macron, com projeção de 24%. Mas por quanto tempo?

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Huawei Joga com o Tempo

por Peter Schweizer  •  7 de Novembro de 2021

  • "Simplesmente não é razoável esperar que a Huawei recuse uma orientação do Partido Comunista Chinês." — Simeon Gilding, ex-chefe de inteligência de sinais e missões cibernéticas ofensivas da Australian Signals Directorate.

  • É essencial que os líderes empresariais entendam isso: não há nenhuma empresa privada na China... Todas as empresas e indivíduos chineses devem ajudar nos esforços de inteligência, se assim solicitados.

  • A Huawei não está tirando nem um pouco o pé do acelerador. Apesar de ainda estar sob a égide das medidas restritivas... a Huawei recebeu centenas de pedidos de compra de chips do ramo de suprimentos automotivos da Administração Biden. A empresa tem como meta ser fornecedora de componentes para "veículos inteligentes conectados", segundo um porta-voz.

  • Em julho, o superlobista democrata Tony Podesta foi contratado como "consultor" da Huawei. Uma mensagem no quadro de avisos da empresa Huawei observou que a contratação fazia parte de uma "operação expandida da influência nos Estados Unidos."

  • A Huawei também emprega o renomado escritório de advocacia, Sidley Austin, em Washington para cuidar de seus interesses na capital americana. Este escritório também representou Meng Wanzhou na triunfal batalha para evitar sua extradição para os Estados Unidos. Christopher Fonzone, sócio do escritório, foi recentemente confirmado, apesar das objeções do Partido Republicano, como o escolhido da Administração Biden para ser o advogado nº1 do escritório do Diretor de Inteligência Nacional. Veterano do governo Obama, Fonzone, de acordo com o que observa seu perfil no LinkedIn: " também tem uma extraordinária experiência no auxílio a clientes na gestão de situações de crise."

O perigo da vigilância e de ataques cibernéticos em potencial dos equipamentos da Huawei à infraestrutura de telecomunicações de outras nações são conhecidos de longa data. É essencial que os líderes empresariais entendam isso: não há nenhuma empresa privada na China... Todas as empresas e indivíduos chineses devem ajudar nos esforços de inteligência, se assim solicitados. Foto: Sede da Huawei em Shenzhen, China. (Foto: STR/AFP via Getty Images)

No final de setembro último, Meng Wanzhou desceu do avião da Air China em Shenzhen onde foi recepcionada como heroína. Foi a volta triunfante de uma executiva inocente do setor de tecnologia da China da despropositada prisão no Ocidente. A verdade é de longe bem diferente.

Meng, de nacionalidade chinesa, se encontrava em solo canadense em 2018 quando o governo Trump iniciou os procedimentos para a sua extradição por conta de uma fraude cometida por ela e pela empresa que ela trabalha, a Huawei, por teoricamente violarem as sanções comerciais dos EUA impostas ao Irã. No Canadá, sua prisão, que ela chamou de "abismo", se resumia em usar uma tornozeleira e desfrutar de uma prolongada estadia na cidade de Vancouver, onde na qualidade de CFO da Huawei, era livre para passear pela cidade durante o dia, morava em casa própria, teve aulas de pintura e do idioma inglês.

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A Intensificação do Genocídio Jihadista na Nigéria

por Raymond Ibrahim  •  28 de Outubro de 2021

  • O que inúmeros observadores internacionais têm há anos retratado como "puro genocídio" de cristãos na Nigéria atingiu novos patamares.

  • "Nunca vimos um governo tão monstruoso quanto este neste país. O governo apoia incondicionalmente o banho de sangue na Nigéria. Estamos sendo assassinados só porque não somos muçulmanos. Esses mefistofélicos jihadistas fulani contam com o apoio do governo para saírem por aí matando pessoas a esmo, destruírem seus lares e fazendas e quando tentamos nos defender, o governo prende o nosso povo. Que tipo de justiça é essa?" — Pastor Jacob Kwashi, bispo anglicano, no funeral de 17 cristãos assassinados, Morning Star News, 30 de agosto de 2021.

  • "Há um genocídio em andamento no sul de Kaduna dirigido à população cristã... Todas as igrejas ou escolas foram arrasadas. Nem um único pastor fulani foi preso em todos esses anos. É uma pena que... a mídia ocidental, não acredita que nossas vidas valham alguma notícia.", — Jonathan Asake, ex-membro da Câmara dos Representantes da Nigéria, The Epoch Times, 4 de agosto de 2021.

  • "Já que o governo e seus defensores afirmam que os assassinatos não têm conotações religiosas, por que então os terroristas e pastores têm como alvo as comunidades predominantemente cristãs e também os líderes cristãos?" — Associação Cristã da Nigéria, International Centre for Investigative Reporting, 21 de janeiro de 2020.

  • "É complicado dizer aos cristãos nigerianos que não se trata de um conflito religioso, pois o que eles veem são quadrilheiros fulani vestidos de preto da cabeça aos pés, entoando palavras de ordem 'Allahu Akbar!' e gritando 'Morte aos Cristãos'." — Irmã Monica Chikwe, Crux, 4 de agosto de 2019.

A partir do momento em que começou o agravamento impiedoso da insurgência islâmica em julho de 2009, mais de 60 mil cristãos foram assassinados ou sequestrados em seus ataques. Os cristãos sequestrados nunca mais voltaram aos seus lares e seus entes queridos acreditam que estejam mortos. Além disso, naquele mesmo período, cerca de 20 mil igrejas e escolas cristãs foram incendiadas e destruídas. Foto: O que restou da igreja First African Church Mission em Jos, Nigéria em 6 de julho de 2015. (Foto by AFP via Getty Images)

O que inúmeros observadores internacionais têm há anos retratado como "puro genocídio" de cristãos na Nigéria atingiu novos patamares.

A partir do momento em que começou o agravamento impiedoso da insurgência islâmica em julho de 2009, primeiro nas mãos do Boko Haram, uma organização terrorista islâmica e na sequência pelos fulani, lavradores muçulmanos também radicalizados e motivados pela ideologia jihadista, mais de 60 mil cristãos foram assassinados ou sequestrados em seus ataques. Os cristãos sequestrados nunca mais voltaram aos seus lares e seus entes queridos acreditam que estejam mortos. Além disso, naquele mesmo período, cerca de 20 mil igrejas e escolas cristãs foram incendiadas e destruídas.

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Os Verdadeiros 'Heróis' Palestinos: Terroristas

por Bassam Tawil  •  24 de Outubro de 2021

  • No que diz respeito ao presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas e à liderança da ANP, qualquer palestino que se junte à jihad (guerra santa) contra Israel e contra judeus que seja morto, ferido ou preso é um "herói" e um "combatente da liberdade". Esta é aquela mesma ANP que a Administração Biden está trabalhando para fortalecer.

  • Esta abordagem da liderança da ANP tem mandado um recado, de geração em geração aos palestinos de que assassinar ou causar ferimentos em judeus é um ato nobre que remete ao perpetrador ilimitado respeito, para não dizer adoração.

  • Este é o teatro do absurdo, onde um alto funcionário palestino condena Israel por se esforçar em recapturar terroristas condenados que assassinaram e feriram vários judeus e estão cumprindo longas penas. Israel, de acordo com esta autoridade, deveria abrir caminho e deixar que terroristas fujam da prisão e voltem a assassinar judeus.

  • O que Abbas, a OLP e a Fatah têm dito, em árabe, sobre os terroristas nos últimos dias revela a conversa do governo Biden sobre retomar o processo de paz israelense-palestino como ele realmente é: um fantasma fatal.

  • Sob tais circunstâncias, como poderia Abbas, ou qualquer líder palestino, retornar à mesa de negociações com Israel, independentemente das cifras de centenas de milhões de dólares que a Administração Biden decidir desperdiçar com as palavras inúteis dos palestinos?

No que diz respeito ao presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas e à liderança da ANP, qualquer palestino que se junte à jihad (guerra santa) contra Israel e contra judeus que seja morto, ferido ou preso é um "herói" e um "combatente da liberdade". Esta é aquela mesma ANP que a Administração Biden está trabalhando para fortalecer. (Foto: Alaa Badarneh/Pool/AFP via Getty Images)

Enquanto inúmeros veículos internacionais de mídia focaram a atenção na fuga de seis detentos palestinos de um presídio israelense em 6 de setembro, bem como na dramática caçada lançada por milhares de policiais e soldados israelenses, pouquíssimos, possivelmente nenhum, reportou a contínua glorificação de terroristas por parte da Autoridade Nacional Palestina (ANP).

A badalação de terroristas palestinos pela ANP, incluindo os que foram pegos pelas forças de segurança israelenses, julgados e que estão cumprindo penas de prisão, não é nova. Na verdade, trata-se de uma prática que remonta aos primeiros anos da fundação da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) em 1964.

Desde então, a OLP não só tem elogiado os terroristas palestinos que assassinam ou ferem judeus, como também paga salários todos os meses para eles e para as famílias deles.

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Gigantesca Edificação Nuclear na China
Quando a "China é 'Intocável' em Termos de Poderio Militar"

por Judith Bergman  •  10 de Outubro de 2021

  • "O crescimento explosivo da China e a modernização de suas forças nucleares e convencionais são de tirar o fôlego. Sem rodeios, este termo, de tirar o fôlego, não é o bastante." — Almirante Charles Richard, Comandante do Comando Estratégico, Espacial e de Defesa de Mísseis dos Estados Unidos, Simpósio de 12 de agosto de 2021.

  • "Tem havido muita especulação por aí afora sobre o porquê deles terem entrado nessa empreitada. Agora eu só quero dizer que realmente não importa o porquê... O que importa é que eles estão avolumando a capacidade de levar a efeito qualquer estratégia de uso nuclear plausível, a última peça do quebra-cabeça das forças armadas capazes de coerção." — Almirante Charles Richard, 12 de agosto de 2021.

  • Embora a política nuclear oficial da China seja de "mínima dissuasão" e de "política de não ser o primeiro a usar" (a bomba atômica), não há razão para a comunidade internacional confiar nas doutrinas oficialmente comunicadas. A China continua fortalecendo o potencial militar espacial, apesar de seu posicionamento público contra o uso bélico do espaço. É amplamente sabido que a China não honra suas promessas, conforme evidenciado por, entre outras coisas, militarização de ilhas artificiais no Mar do Sul da China ou a violenta repressão em Hong Kong em violação do tratado registrado pela ONU sobre o território.

  • "Os americanos já deveriam estar cansados de saber, tanto quanto os chineses, qual o patamar de energia nuclear que a China realmente precisa montar. Seria uma força nuclear forte o suficiente para fazer os EUA, dos militares ao governo, tremerem na base..." — Asia Times, citando o Global Times, 11 de maio de 2020.

  • "As atitudes do Departamento de Propaganda do Partido Comunista da China (CCP) há muito batem de frente com a postura mais agressiva e não com a política oficial, é preciso ficar de olho no que eles fazem, não no que dizem." — Almirante Charles Richard, 12 de agosto de 2021.

A China está multiplicando significativamente seu potencial de armamentos nucleares. A escalada nuclear deve ser vista no contexto da ambição do Partido Comunista Chinês de ter, nas próprias palavras do presidente Xi Jinping, "forças armadas de prestígio mundial", bem como no contexto da sua ambição de alcançar o domínio global. Foto: mísseis balísticos intercontinentais DF-41 com capacidade de carregar ogivas nucleares, durante a parada militar em Pequim em 1º de outubro de 2019. (Foto: Greg Baker/AFP via Getty Images)

A China está multiplicando significativamente seu potencial de armamentos nucleares. Recentemente inúmeros relatórios mostraram que a China está construindo 120 silos de mísseis para armazenamento de mísseis balísticos intercontinentais (ICBMs) perto de Yumen em Gansu, outros 110 silos perto de Hami na parte oriental da região de Xinjian e mais 40 silos em Ordos na Mongólia Interior. Os ICBMs são mísseis com alcance mínimo de 5.500 quilômetros, projetados acima de tudo para o lançamento de armas nucleares.

"A construção dos silos em Yumen e Hami constitui a maior expansão do arsenal nuclear chinês que se tem notícia," de acordo com um relatório de Matt Korda e Hans Kristensen, da Federação de Cientistas Americanos sobre o campo de Hami. "No cômputo geral... as descobertas indicam que a China pode estar construindo cerca de 300 novos silos para o armazenamento de mísseis", salientaram eles em setembro.

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O Porquê dos Árabes Não Confiarem Mais na Irmandade Muçulmana

por Khaled Abu Toameh  •  29 de Setembro de 2021

  • Os povos do Egito, Tunísia, Marrocos e Sudão, que deram à Irmandade Muçulmana a oportunidade de governar,descobriram que a organização é tão corrupta e incompetente quanto os regimes e chefes de estado árabes seculares.

  • A exemplo do que vem acontecendo com os islamistas na Tunísia, muitos árabes também estão celebrando a derrocada no Marrocos do partido afiliado à Irmandade Muçulmana.

  • Uma das principais razões da queda da Irmandade Muçulmana está relacionada ao componente ideológico dos grupos da organização, incluindo a não separação entre religião e política, o alegado monopólio sobre a verdade absoluta e a reivindicação de representar o verdadeiro Islã. — Amr Al-Shobaki, cientista político do Centro de Estudos Egípcios Al-Ahram, TV Al-Hurra, 12 de setembro de 2021.

  • "Al-Shoqiran emendou: "após uma década de governo islamista na Tunísia e no Marrocos, a Irmandade Muçulmana só fez contribuir com a disseminação da corrupção, o desrespeito ao estado e suas instituições e o roubo da vida e do dinheiro da população." — Ashraq Al-Awsat, 16 de setembro de 2021.

  • "Os partidos da Irmandade Muçulmana... governam sem fornecer aos governados nada de significativo a não ser vitórias fictícias e corrupção." — Hafez Barghouti, editor colunista do jornal palestino, Al-Khaleej, 17 de setembro de 2021

  • A Tunísia se livrou dos islamistas porque eles destruíram a economia e "roubaram o dinheiro do povo". No Marrocos... a Irmandade Muçulmana esteve no poder por muitos anos e mergulhou o país numa crise econômica e social. — Hafez Barghouti, 17 de setembro de 2021

Os povos do Egito, Tunísia, Marrocos e Sudão, que deram à Irmandade Muçulmana a oportunidade de governar,descobriram que a organização é tão corrupta e incompetente quanto os regimes e chefes de estado árabes seculares. No mês corrente, o Partido da Justiça e do Desenvolvimento, islamista, da situação no Marrocos, sofreu uma derrota fragorosa nas eleições parlamentares. Foto: uma mulher deposita o voto na urna eleitoral nas eleições do Marrocos, em Rabat em 8 de setembro de 2021. (Foto: Fadel Senna/AFP via Getty Images)

Desde a criação da Irmandade Muçulmana em 1928, o lema nº1 tem sido "o Islã é a solução" (de todos os problemas). Os seguidores da organização usaram o slogan na última década para chegar ao poder em diversos países, entre os quais se encontram Egito, Tunísia, Marrocos e Sudão.

As últimas semanas, no entanto, mostraram que muitos árabes e muçulmanos não acreditam mais na capacidade da Irmandade Muçulmana de governar ou na assertiva: "o Islã é a solução".

Conforme salientou o escritor marroquino Saeed Nashed, "a Irmandade Muçulmana jogou o Marrocos em uma década de trevas."

Os povos do Egito, Tunísia, Marrocos e Sudão, que deram à Irmandade Muçulmana a oportunidade de governar,descobriram que a organização é tão corrupta e incompetente quanto os regimes e chefes de estado árabes seculares.

Nos últimos dois meses, a Irmandade Muçulmana sofreu dois reveses de peso, o primeiro foi na Tunísia e o segundo mais recente, no Marrocos.

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Conceder Legitimidade Internacional ao Talibã Será um Desastroso Equívoco

por Con Coughlin  •  26 de Setembro de 2021

  • Os planos europeus de forjar laços mais estreitos com Cabul estão, no entanto, sendo drasticamente prejudicados pela conduta do novo regime do Talibã que, em vez de cumprir a promessa de tomar jeito, ao que tudo indica, está voltando à velha e intransigente toada.

  • Informes recentes afirmam que pelo menos quatro agentes da elite antiterrorista afegã foram capturados e mortos pelo Talibã nas últimas três semanas e num caso os Talibãs arrancaram todas as unhas da vítima antes matá-la a tiros.

  • "Temos que parar de fazer de conta que o Talibã mudou", alertou McMaster. "Nossa autoilusão levou muitos a abraçarem a reversão orwelliana da moralidade, na qual veem os terroristas jihadistas como parceiros... O Talibã está determinado a impor uma forma brutal da sharia ao povo afegão e está entrelaçado com terroristas determinados a continuar a jihad..." — HR McMaster, Ex-Conselheiro de Segurança Nacional, The Sunday Times, 12 de setembro de 2021.

Investidas incautas de inúmeras potências ocidentais para fomentar relações com o recém empossado regime do talibã em Cabul estão sendo carcomidas pela atitude intransigente do novo regime islamista. Foto: milicianos do Talibã organizam uma manifestação pró-Talibã com mulheres trajando burcas, com o propósito de melhorar a imagem do regime na mídia internacional, em Cabul em 11 de setembro de 2021. (Foto: Aamir Qureshi/AFP via Getty Images)

Investidas incautas de inúmeras potências ocidentais para fomentar relações com o recém empossado regime do talibã em Cabul estão sendo carcomidas pela atitude intransigente do novo regime islamista.

Na esteira da drástica tomada de poder do Afeganistão pelo Talibã no mês passado, vários proeminentes líderes ocidentais indicaram a disposição de trabalhar com o novo regime afegão, decorrente das assertivas de alguns líderes do grupo expressando a intenção de estabelecerem uma forma de governo mais moderada do que o anterior regime do Talibã que aterrorizou o país no final dos anos de 1990.

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