Últimas Análises e Comentários

França: Morte à Liberdade de Expressão

por Guy Millière  •  23 de Outubro de 2020

  • Paris, 16 de outubro. Um professor de história que mostrou aos seus alunos charges de Maomé, o profeta do Islã e conversou com eles sobre a liberdade de expressão foi decapitado...

  • Um ataque diferente mostra que declarar ser "menor de idade desacompanhado" na França pode ser o suficiente para não ser monitorado e ainda receber assistência integral do governo. O ataque também indica um lamentável índice de gratidão.

  • Qualquer crítica ao Islã na França pode acabar nas barras do tribunal. A grande mídia francesa, ameaçada com ações na justiça pelo seu próprio governo, evidentemente decidiu não convidar ninguém mais ao vivo que possa eventualmente fazer comentários que porventura levem a condenações ou reclamações. O escritor Éric Zemmour ainda pode aparecer na televisão, mas as multas cada vez mais pesadas impostas a ele visam silenciá-lo e pelo andar da carruagem, punir as emissoras que o convidam.

  • "Fortalecer o ensino do idioma árabe simplesmente ajudará a alimentar a 'substituição de uma cultura pela outra'". — Jean Messiha, funcionário público do alto escalão e membro do partido União Nacional.

  • Tecendo comentários sobre um boletim de notícias que afirmava: "o julgamento gerou protestos em toda a França, milhares de manifestantes protestando contra a Charlie Hebdo e contra o governo francês", escreveu o advogado e comentarista americano John Hinderaker: "quando milhares de pessoas protestam contra ações na justiça de supostos assassinos, fica claro que temos uma batata quente mas mãos."

Em 16 de outubro em Paris, um professor de história que mostrou aos seus alunos charges de Maomé, o profeta do Islã, foi decapitado em um subúrbio de Paris. O assassino, que também investiu contra a polícia que intencionava prendê-lo, foi baleado e acabou falecendo aos berros de "Allahu Akbar". Foto: policiais montam guarda próximo ao local onde o assassino do professor foi morto. (Foto: Abdulmonam Eassa/AFP via Getty Images)

Paris, 16 de outubro. Um professor de história que mostrou aos seus alunos charges de Maomé, o profeta do Islã e conversou com eles sobre a liberdade de expressão foi decapitado em Conflans-Sainte-Honorine, uma pequena cidade nos subúrbios de Paris. O assassino, que também investiu contra a polícia que intencionava prendê-lo, foi baleado e acabou falecendo aos berros de "Allahu Akbar". Segundo o promotor público, ele era parente de um dos alunos. Os fatos ainda estão sendo apurados....

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Itália: Defender Fronteiras Nacionais Acaba em Julgamento

por Giulio Meotti  •  15 de Outubro de 2020

  • Esta é a primeira vez que um tribunal de justiça da Europa é provocado para julgar um ministro, que deveria ser o responsável pela segurança de um país, por manter migrantes num porto enquanto se aguarda uma redistribuição de recém-chegados na Europa... Até então, a Europa não tinha apresentado à Itália a mínima ajuda.

  • A classe política italiana, detentora do poder, que por anos a fio adotou uma política de capitulação em relação à enxurrada de imigrantes ilegais, que via de regra é organizada por quadrilhas de traficantes, decidiu agora jogar Salvini nas mãos dos juízes por ele ter feito o que eles não tiveram coragem de fazer, defender as fronteiras da Europa.

  • Parece que há uma premissa segundo a qual dezenas de milhares de pessoas podem ir da Líbia para a Itália de barcos sem controle, sem nenhuma restrição e sem que um país possa exercer seu direito de se defender de um épico tsunami migratório.

  • A Itália está agora enviando uma mensagem preocupante para a Europa e para o restante do mundo livre: qualquer um que esteja no comando de um país e que defenda as fronteiras nacionais e que tente impedir a imigração ilegal em massa pode acabar nas barras do tribunal e na prisão.

  • O dantesco desta palhaçada é que a Itália ainda está mandando embarcações de volta, lotadas de migrantes, então por que o cambalacho para que Salvini pague o pato?

Em 2019, o então Ministro do Interior da Itália Matteo Salvini impediu que migrantes ilegais desembarcassem de um navio da guarda costeira que havia resgatado os migrantes do mar cinco dias antes. Por esta razão, Salvini agora enfrenta um processo criminal de "sequestro". A Itália está enviando uma mensagem preocupante para a Europa e para o mundo livre: qualquer um que esteja no comando de um país e que defenda as fronteiras nacionais e que tente impedir a imigração ilegal em massa pode acabar nas barras do tribunal e na prisão. (Foto: Piero Cruciatti/AFP via Getty Images)

"Meu único remorso em relação a esta situação é que terei de explicar aos meus dois filhos que o pai deles vai a julgamento não porque é um criminoso, mas porque defendeu o seu país", salientou Matteo Salvini em razão do Parlamento da Itália ter retirado sua imunidade para abrir o caminho para que ele possa ser levado às barras do tribunal.

Durante anos, a classe política italiana, detentora do poder, adotou uma política de capitulação em relação à enxurrada de imigrantes ilegais, que via de regra é organizada por quadrilhas de traficantes. A Europa nunca deu uma mãozinha à Itália. Agora, essas "elites": políticos, formadores de opinião, jornalistas, decidiram jogar Salvini nas mãos dos juízes por ele ter feito o que eles não tiveram coragem de fazer, ou seja, defender as fronteiras da Itália.

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Morte à Liberdade de Expressão na Holanda - De Novo

por Judith Bergman  •  13 de Outubro de 2020

  • "Não se trata só da minha liberdade de expressão, mas a de todos..." — Geert Wilders.

  • "Contudo, era óbvio para todos que por unanimidade queríamos viver em uma sociedade onde as pessoas pudessem... manifestar seus pontos de vista... e não serem punidas por isso. É o chamado teste da praça central, onde cada um pode ir ao centro da cidade, dizer o que pensa, no que acredita, insistir no seu direito de promover suas opiniões e não ser preso por isso. E se assim for, então teremos uma sociedade livre. Caso contrário teremos uma sociedade do medo. Não existe meio termo." — Natan Sharansky, ex-dissidente soviético, 30 de novembro de 2004.

  • A Holanda faz parte da Convenção Europeia dos Direitos Humanos, cujo artigo 10 estipula o seguinte: "qualquer pessoa tem direito à liberdade de expressão. Faz parte deste direito a liberdade de ter opiniões e de receber e transmitir informações e ideias sem a interferência do poder público, independentemente de fronteiras..."

  • O que parece ofensivo costuma ser extremamente subjetivo... Uma fala com a qual todos concordam não necessita de proteção.

Recentemente um tribunal de recursos da Holanda manteve a condenação do político holandês Geert Wilders por ele ter, segundo consta, insultado marroquinos em comentários feitos num comício eleitoral em 2014. Foto: Wilders discursa no parlamento holandês em Haia em 19 de setembro de 2018. (Foto: Jerry Lampen/AFP via Getty Images)

Recentemente um tribunal de recursos da Holanda manteve a condenação do político holandês Geert Wilders por ter, segundo consta, insultado marroquinos em comentários feitos num comício eleitoral em 2014. Ao mesmo tempo, no entanto, o tribunal de recursos anulou a condenação de Wilders por incitar ódio ou discriminação contra marroquinos.

Em um comício eleitoral em Haia em março de 2014, na qualidade de líder do Partij voor de Vrijheid (Partido da Liberdade), segundo fontes próximas do mais importante partido de oposição do país atualmente, Wilders perguntou aos presentes se eles queriam "mais ou menos marroquinos" no país. Depois que a multidão entoou as palavras de ordem "menos, menos", Wilders disse: "vamos arrumar a casa."

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A Quinta Guerra Não Trará Nada de Bom para a Turquia

por Burak Bekdil  •  7 de Outubro de 2020

  • Em 28 de agosto, Metin Külünk, ex-parlamentar do Partido da Justiça e do Desenvolvimento do partido de Erdoğan, publicou um mapa da "Grande Turquia", que ilustra a extensão das ambições revisionistas turcas. Nele constam regiões da Grécia, Bulgária, Chipre, Síria, Iraque, Geórgia e Armênia.

  • Em uma assertiva analogamente ameaçadora, o ministro da defesa turco, Hulusi Akar, num tom provocador aconselhou a Grécia a permanecer de boca fechada "para que ninguém queira tirar uma meze casquinha."

  • A quinta guerra de Erdoğan será aquela em que não haverá vencedores. Entretanto, a Turquia de Erdoğan será a grande derrotada.

As ameaças da Turquia vêm se avolumando a rodo, como nunca. O Presidente Recep Tayyip Erdoğan disse recentemente: "... A Turquia tem o poder político, econômico e militar de rasgar mapas e documentos imorais impostos a ela. Ou vão entender isso numa linguagem política e diplomática ou por meio de experiências dolorosas no campo de batalha... Há um século que nós os enterramos ou os jogamos ao mar. Foto: Erdoğan discursando em Ancara em 17 de setembro de 2020. (Foto: Adem Altan/AFP via Getty Images)

Com o passar do século XX , os turcos e seus tradicionais rivais do Egeu, os gregos, travaram quatro guerras convencionais: a Primeira Guerra dos Bálcãs (1912-1913), a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), a Guerra Greco-Turca (1919-1922) e a Guerra do Chipre (1974). Portanto, não é a primeira vez que durante um período de paz, jornais do mundo inteiro informam a seus leitores que o Mar Egeu está à beira da guerra. A "paz" em todo o Egeu sempre oscilou de frio a muito frio, salvo breves períodos de relativa cordialidade. Até parece que turcos e gregos moram em casas vizinhas construídas numa secular e sangrenta rivalidade.

Em seu livro Midnight at the Pera Palace: The Birth of Modern Istanbul, Charles King, escreve sobre os primeiros anos pós-otomanos em Istambul e os esforços para a construção da nação na recém-criada República da Turquia:

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França: Mais Terrorismo, Mais Silêncio

por Giulio Meotti  •  3 de Outubro de 2020 16:37

  • Este tipo de extremismo também conseguiu transformar muitos cidadãos europeus em prisioneiros, pessoas refugiadas em seus próprios países, condenadas à morte e forçadas a viver em casas mantidas em segredo até de seus amigos e familiares. E nos acostumamos com isso!

  • "Essa falta de coragem de seguir os passos da Charlie tem seu preço, estamos perdendo a liberdade de expressão e uma forma maligna de autocensura está ganhando terreno." — Flemming Rose, Le Point, 2 de setembro de 2020.

  • "Pondo os pingos nos is, a liberdade de expressão está mal das pernas, isso no mundo inteiro. Inclusive na Dinamarca, na França e em todo o Ocidente. Estamos passando por um período conturbado, as pessoas priorizam a ordem e a segurança em vez da liberdade." — Flemming Rose, Le Point, 15 de agosto de 2020.

No dia 25 de setembro em Paris, duas pessoas foram esfaqueadas e ficaram gravemente feridas em frente à antiga sede da revista Charlie Hebdo, onde 12 dos editores e cartunistas da revista satírica foram assassinados por extremistas muçulmanos em 2015. Foto: bombeiros e paramédicos retiram um ferido da cena do ataque. (Foto: Alain Jocard/AFP via Getty Images)

No dia 25 de setembro em Paris, duas pessoas foram esfaqueadas e ficaram gravemente feridas em frente à antiga sede da revista Charlie Hebdo, onde 12 dos editores e cartunistas da revista satírica foram assassinados por extremistas muçulmanos em 2015. O suspeito, sob custódia da polícia, está sendo investigado por crime de terrorismo.

Os assassinos acusados nos ataques de 2015 estão no momento em julgamento em Paris.

Em 22 de setembro, pouco antes do ataque a facadas, a diretora de recursos humanos da Charlie Hebdo, Marika Bret, não voltou para casa. Na realidade, ela nem tem mais casa. Ela foi despejada após ter recebido sérias e concretas ameaças de morte de extremistas muçulmanos. Ela decidiu então tornar pública o que deveria ser uma "saída pela porta dos fundos", para que a inteligência francesa alertasse o grande público para a ameaça do extremismo na França.

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Como o Hamas Planeja Destruir o Líbano

por Khaled Abu Toameh  •  30 de Setembro de 2020

  • Durante a visita de Haniyeh a Ain al-Hilweh, ele salientou que o Hamas, apoiado pelo Irã na Faixa de Gaza, "dispõe de mísseis que podem atingir Tel Aviv e mais além".

  • Analistas políticos árabes... também acreditam que o Irã está se preparando para o uso de proxies, no caso Hamas e Hisbolá, para alvejar os países árabes que estabelecerem relações com Israel, como os Emirados Árabes Unidos e o Bahrein.

  • "Quem é este Ismail Haniyeh, que vem ao Líbano fazer uma demostração de força nos campos de refugiados, cercado por homens armados... Ninguém do nosso governo perguntou o que ele está fazendo aqui e quem o deixou entrar em nosso país." — Rita Mokbel, uma mulher libanesa, Twitter, 7 de setembro de 2020.

  • "O Líbano é um estado independente e não um teatro do Irã e dos palestinos." — General libanês Asraf Rifi, Twitter, 7 de setembro de 2020.

  • "A Síria pagou os olhos da cara por defender o Hamas e os movimentos de resistência e eles retribuíram conspirando contra a Síria e tomando parte em sua destruição. É isso que a escola da Irmandade Muçulmana e do presidente turco Erdogan ensinam. — Wiam Wahhab, ex-ministro libanês do meio ambiente, Twitter, 7 de setembro de 2020."

A visita de Ismail Haniyeh, líder do Hamas ao Líbano, provocou indignação no país. Haniyeh manteve uma série de encontros com autoridades libanesas e palestinas. Ele também se reuniu com Hassan Nasrallah, líder do grupo terrorista Hisbolá apoiado pelo Irã. Foto: Haniyeh (de camisa azul), cercado por milicianos armados, desfilando pelo campo de refugiados Ain al-Hilweh no Líbano em 6 de setembro de 2020. (Foto: Mahmoud Zayyat/AFP via Getty Images)

A visita de Ismail Haniyeh, líder do Hamas ao Líbano, provocou indignação no país. Muitos cidadãos e autoridades libanesas expressaram o temor de que a sua presença no país poderia precipitar outra guerra com Israel. O medo não parece ser injustificado. Os libaneses estão cientes dos desastres que o Hamas causou ao seu povo na Faixa de Gaza ao disparar foguetes contra Israel. Os libaneses estão dizendo ao Hamas: "se vocês desejam lançar ataques terroristas contra Israel, por favor, não usem nosso país para isso. Não estamos preparados para pagar o preço."

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A Vida de Cristãos Negros Aparentemente Não Importa

por Giulio Meotti  •  14 de Setembro de 2020

  • Na Nigéria, nos últimos 20 anos, 100 mil cristãos foram mortos... A Nigéria está se tornando o "maior solo de chacinas de cristãos do planeta".

  • A Nigéria, que já é o país mais populoso da África, poderá atingir uma população de cerca de 800 milhões de habitantes no ano 2100, de acordo com um estudo conduzido pela revista The Lancet e poderá se tornar a nona maior economia do mundo..

  • Quantas vidas poderiam ter sido salvas, se a mídia, as chancelarias e as organizações internacionais tivessem pressionado a liderança nigeriana para proteger os cristãos do país? Por que o Ocidente nunca atrelou o comércio, o intercâmbio diplomático, militar e político com a Nigéria à proteção dos cristãos?

  • Em 2018 o presidente dos EUA, Donald Trump, levantou a questão com o presidente nigeriano, Muhammadu Buhari. "Estamos diante de gravíssimos problemas quanto aos cristãos que estão sendo assassinados na Nigéria", ressaltou Donald Trump. O presidente americano, no entanto, está praticamente sozinho entre os líderes ocidentais em levantar a questão. Quando seu antecessor, presidente Barack Obama, se encontrou com Buhari, nunca tocou na questão dos assassinatos de cristãos.

Na Nigéria, nos últimos 20 anos, 100 mil cristãos foram mortos. A Nigéria está se tornando o "maior solo de chacinas de cristãos do planeta. Em 2018 o presidente dos EUA, Donald Trump, levantou a questão com o presidente nigeriano, Muhammadu Buhari. "Estamos diante de gravíssimos problemas quanto aos cristãos que estão sendo assassinados na Nigéria", ressaltou Donald Trump. O presidente americano, no entanto, está praticamente sozinho entre os líderes ocidentais em levantar a questão. Quando seu antecessor, presidente Barack Obama, se encontrou com Buhari, sequer tocou na questão dos assassinatos de cristãos. Foto: Trump e Buhari em 30 de abril de 2018, em Washington, DC. (Foto: Win McNamee/Getty Images)

"Parem com os assassinatos", "Basta!", "Nossas vidas são importantes", dizem cristãos e líderes religiosos nigerianos aglomerados em Londres em 20 de agosto para protestar contra o massacre de cristãos em seu país. Eles enviaram uma carta ao primeiro-ministro britânico Boris Johnson acusando a mídia internacional de engendrar "a conspiração de silêncio".

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"Jamais nos Renderemos": Charlie Hebdo Republica as Charges de Maomé

por Giulio Meotti  •  13 de Setembro de 2020

  • A França está começando a refletir sobre o dramático declínio de sua liberdade de expressão.

  • "Meu infeliz cliente será a liberdade..." — Richard Malka, advogado da Charlie Hebdo, Le Point, 13 de agosto de 2020.

  • As democracias ocidentais pagaram caro pelo direito à liberdade de expressão e, se ela não for protegida e praticada, poderá desaparecer da noite para o dia.

  • "Se nossos colegas no debate público não dividirem parte do risco, então os bárbaros venceram." — Elisabeth Badinter, filósofa francesa no documentário "Je suis Charlie", 9 de setembro de 2015.

Charlie Hebdo bravamente deu a volta por cima: publicou as charges de Maomé. Será que aqueles que proclamaram "Je suis Charlie" ficarão agora ao lado deles? Na foto: Stéphane Charbonnier, editor da revista Charlie Hebdo até o seu assassinato no ataque terrorista contra a redação em Paris em 2015, em frente ao antigo escritório da revista em 2 de novembro de 2011, após ser destruído em um ataque com bombas incendiárias. (Crédito da Foto deveria dizer Alexander Klein/AFP via Getty Images)

Em 1º de setembro, um dia antes do início do julgamento de 14 réus acusados de envolvimento em uma série de ataques terroristas na França, nos quais foram assassinados colegas jornalistas e cartunistas em 7 de janeiro de 2015 em Paris na redação da revista satírica francesa Charlie Hebdo, a revista republicou as "Charges de Maomé" sob o título "Tout ça pour ça"("Tudo isso por causa disso")." Jamais nos renderemos", salientaram eles.

Os réus, alguns à revelia, "respondem a uma série de acusações relacionadas à ajuda dada aos perpetradores dos ataques que mataram 17 pessoas em um espaço de mais de três dias em janeiro de 2015. "Além das 12 vítimas que estavam dentro e nas proximidades da redação da Charlie Hebdo, um policial foi assassinado na rua e outras quatro pessoas foram assassinadas em um supermercado kasher.

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A Tentativa de Derrubar os Estados Unidos

por Guy Millière  •  12 de Setembro de 2020

  • A situação havia se tornado "preocupante" antes mesmo da divulgação dos resultados da eleição presidencial de 2016. Consoante com o que podemos ver no relatório de Michael Horowitz do Departamento de Justiça, os altos escalões do governo durante a administração Obama estavam mancomunados para impedir que o presidente Donald Trump vencesse a eleição e após a sua vitória, de incriminá-lo com o propósito de derrubá-lo.

  • Prefeitos de muitas cidades e outras autoridades locais deliberadamente protegeram criminosos em vez de protegerem os bons cidadãos e nada fizeram para evitar o quebra-quebra.

  • "Há 30 anos eu achava que as controvérsias tinham um cunho partidário e complicado, mas não são nada comparado aos dias de hoje. As coisas mudaram fundamentalmente... a esquerda representa um partido rousseauniano revolucionário que acredita em destruir o sistema... Eles estão interessados na completa vitória política. Eles não estão interessados em entendimentos. Eles não estão interessados no diálogo, na troca de ideias... É uma religião substitutiva. Eles veem os opositores políticos... como maquiavélicos porque nós estamos no caminho deles alcançarem a sua utopia progressista..." — Procurador do Estado dos Estados Unidos, General William Barr, Fox News, 9 de agosto de 2020.

A onda de distúrbios que se seguiram após a morte de George Floyd em Minneapolis em 25 de maio, ao que parece não tem nada a ver com a morte de Floyd e tudo a ver com grupos que querem derrubar os Estados Unidos. Prefeitos de muitas cidades e outras autoridades locais deliberadamente protegeram criminosos em vez de protegerem os bons cidadãos e nada fizeram para evitar o quebra-quebra. Foto: Fogos de artifício lançados pelos vândalos explodem próximo a um grupo de policiais em Washington DC em 30 de maio de 2020. (Foto: Andrew Caballero-Reynolds/AFP via Getty Images)

A morte de George Floyd em Minneapolis em 25 de maio de 2020 pode parecer, visto pelo retrovisor, como pretexto para o caos. Ao que consta, o assassinato foi cometido por um policial branco e na sequência virou uma onda de tumultos em bairros de inúmeras cidades de porte, que foram devastadas. Lojas foram saqueadas, edifícios foram incendiados e pessoas foram assassinadas enquanto prefeitos e demais autoridades públicas locais optaram por deixar vândalos correrem soltos, catalizarem o conflito racial e protegerem os criminosos, em vez de protegerem os cidadãos que estavam sofrendo a violência. A baderna, num piscar de olhos, parecia não ter nada a ver com a morte de Floyd e tudo a ver com grupos que queriam derrubar os Estados Unidos.

No passado, integrantes da organização radical Antifa cometeram atos de violência, mas nunca haviam conseguido semear o terror nas grandes cidades. Desta vez eles tinham condições e conseguiram.

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TikTok: Cavalo de Troia da China para Doutrinar os Estados Unidos

por Gordon G. Chang  •  9 de Setembro de 2020

  • No momento, a ByteDance está em negociações com a Microsoft e com o Twitter para vender o TikTok. No entanto, a venda por si só não irá acabar com a ameaça. O novo proprietário, seja lá quem for, terá que passar um pente fino no código, linha por linha para encapsular o TikTok da interferência chinesa.

  • Ainda assim uma revisão tim-tim por tim-tim poderá não ser o suficiente, porque Pequim continuará sabendo das entranhas da arquitetura geral do software, facilitando assim a manipulação do aplicativo. Conforme salientou Dabrowa ao Gatestone Institute: "minha equipe descobriu que um ator estrangeiro pode entrar pela backdoor e alterar o feed."

  • Enquanto isso, os 45 dias de Donald Trump, somados ao tempo necessário para revisar o software, dão à China inúmeras oportunidades de interferir nas próximas eleições americanas.

  • Isso significa que na semana passada o decreto de Donald Trump pode até ter salvado a democracia americana, mas talvez não sua própria presidência.

O Presidente Donald Trump assinou um decreto-lei que possivelmente poderá salvar a democracia americana. O decreto irá proibir qualquer transação americana com a ByteDance Ltd., empresa chinesa proprietária do TikTok, um aplicativo de vídeos curtos. Foto: Entrada da sede da ByteDance em Pequim. (Foto: Noel Celis / AFP via Getty Images)

Na quinta-feira o Presidente Donald Trump assinou um decreto-lei que possivelmente poderá salvar a democracia americana.

Usando de poderes emergenciais, ele proibiu os americanos de fazerem qualquer transação com a ByteDance Ltd., uma empresa privada chinesa ou com qualquer uma de suas subsidiárias após o prazo de 45 dias. As transações proibidas, assinala o decreto, serão as "definidas" pelo Secretário do Comércio.

Na prática o decreto barra efetivamente o TikTok da ByteDance, um aplicativo de vídeos curtos, nos Estados Unidos em 45 dias.

O TikTok está sendo acusado de monitorar usuários, censurar conteúdo e fazer mal uso de informações de menores. Também há o receio de que o aplicativo apresente vulnerabilidades, permitindo furtivos downloads de programas mal-intencionados em dispositivos. A alegação mais importante diz respeito à manipulação de usuários.

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O Genocídio Ignorado de Cristãos na Nigéria

por Raymond Ibrahim  •  6 de Setembro de 2020

  • No início deste ano... o Boko Haram divulgou um vídeo de uma criança muçulmana mascarada segurando uma pistola atrás de um refém cristão amarrado e ajoelhado, estudante de biologia de 22 anos que foi sequestrado enquanto ia para a universidade. Depois de cantar em árabe e xingar com palavras anticristãs, a criança muçulmana atirou várias vezes na nuca do cristão.

  • Fora alguns dos mais hediondos incidentes... a assim chamada grande mídia não informa nada sobre a magnitude dessa perseguição. Será que os jornalistas poderiam estar receosos com a possibilidade de vir à tona um padrão politicamente incorreto no qual os ataques pareceriam mais ideologicamente motivados, ao invés de somente "crimes"?

  • A razão pela qual desde 2015, antes simples pastores Fulani, conseguiram matar quase o dobro de cristãos a exemplo dos terroristas "profissionais" do Boko Haram... citando o bispo nigeriano Matthew Ishaya Audu, é "porque o presidente Buhari também faz parte da etnia Fulani".

  • "Uma vez que o governo e seus defensores afirmam que os assassinatos não têm conotações religiosas, por que então os terroristas e pastores têm como alvo as comunidades predominantemente cristãs e também os líderes cristãos?" — Associação Cristã da Nigéria, International Centre for Investigative Reporting, 21 de janeiro de 2020.

O massacre em massa de cristãos na Nigéria que observadores internacionais classificaram de genocídio, está chegando a patamares nunca vistos. Foto: cidade de of Auno, Nigéria 10 de fevereiro de 2020, após o ataque no dia anterior no qual jihadistas assassinaram pelo menos 30 pessoas e sequestrarem mulheres e crianças. (Foto: Audu Marte/AFP via Getty Images)

O massacre em massa de cristãos na Nigéria que observadores internacionais classificaram de genocídio, está chegando a patamares nunca vistos.

De acordo com um relatório emitido em 4 de agosto, pelo menos 171 cristãos foram massacrados por pastores muçulmanos Fulani num período de cerca de três semanas:

"e estes são só os casos que tomamos conhecimento. Na realidade, é provável que o número de vítimas seja bem maior. Muitos, na casa dos milhares, também estão sendo desalojados de suas casas e de seus meios de vida que deixaram para trás devido à violência depois que o lockdown, por conta do covid, provocou o caos na economia... Nossa redação vem sendo inundada por histórias desse tipo há meses, no entanto, essa sanguinária carnificina de vidas cristãs está desconcertantemente ausente da grande mídia."

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Acomodação: A Doença Europeia

por Richard Kemp  •  5 de Setembro de 2020

  • Agora a Grã-Bretanha e a França querem acomodar as três potências que mais ameaçam o mundo hoje: Irã, China e Rússia

  • Ambos os países (Grã-Bretanha e França) bem como a Alemanha e a própria UE sabiam muito bem que, ao contrário do propósito declarado de negar ao Irã o caminho das pedras para as armas nucleares, o JCPOA de fato abriu o caminho para o Irã, não só para adquirir as infraestruturas nucleares, como também para se apossar delas legitimamente.

  • As sanções reimpostas deixarão então a China, a Rússia e os países europeus com duras opções quanto ao respeito a elas ou ao enfrentamento das nefastas consequências nas suas próprias transações com os EUA.

  • E a troco de quê? Talvez para o benefício da Rússia e da China, cujas vendas de armas ao Irã trarão ganhos financeiros e estenderão sua influência na região à custa dos Estados Unidos e da Europa.

  • Se as sanções voltarem como querem os EUA, isso só irá acelerar o fim do regime terrorista de Teerã. Também aumentará a confiança e a segurança dos países árabes, cada vez mais temerosos de um Irã armado com ogivas nucleares.

A Grã-Bretanha e a França querem acomodar as três potências que mais ameaçam o mundo hoje: Irã, China e Rússia. Foto: presidente russo Vladimir Putin, presidente chinês Xi Jinping e o presidente iraniano Hassan Rouhani em Bishkek, Quirguistão em 14 de junho de 2019. (Foto: Vyacheslav Oseledko/AFP via Getty Images)

A Europa se encontra nas garras de uma doença singularmente virulenta e perniciosa que ameaça o bem-estar de seus povos e do mundo inteiro: não se trata do Coronavírus e sim do acomodamento. Na década de 1930 também imperava o acomodamento na política externa anglo-francesa, então em relação à Alemanha nazista, uma política que fracassou em evitar uma das maiores catástrofes que já acometeu a civilização e que levou à morte de milhões de pessoas.

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Irã: A Nova Colonia da China?

por Majid Rafizadeh  •  24 de Agosto de 2020

  • O negócio é uma clara vitória da China, os US$400 bilhões serão investidos ao longo de 25 anos, o que representa uma ninharia para a segunda maior economia do planeta. A China também gozará de total controle sobre as ilhas iranianas,terá acesso ao petróleo do Irã a um preço extremamente competitivo, além de expandir sua influência e presença em praticamente todos os setores da indústria iraniana, como telecomunicações, energia, portuária, ferroviária e bancária. A China, diga-se de passagem, é o maior importador de petróleo do mundo.

  • O acordo chegou até a ser criticado por alguns políticos e jornais estatais do país. Uma manchete no jornal iraniano Arman-e Melli, por exemplo, surpreendentemente criticou o governo: "o Irã não é o Quênia nem o Sri Lanka (para ser colonizado pela China)."

  • Os mulás que governam o Irã estão vendendo o país para a China, a exemplo de alguns governos africanos. Pequim parece estar mais do que satisfeita em fazer negócios com ditadores, ignorar os abusos de direitos humanos deles e pilhar aquelas nações para promover suas próprias ambições hegemônicas globais.

Um novo acordo secreto firmado com a China ao que tudo indica, cede a Pequim um significativo controle sobre o Irã. Os mulás que governam o Irã estão vendendo o país para a China, a exemplo de alguns governos africanos. Pequim parece estar mais do que satisfeita em fazer negócios com ditadores, ignorar os abusos de direitos humanos deles e pilhar aquelas nações para promover suas próprias ambições hegemônicas globais. Foto: presidente iraniano Hassan Rouhani (direita) com o presidente chinês Xi Jinping em 23 de janeiro de 2016 em Teerã, Irã. (Foto: STR/AFP via Getty Images)

Um slogan que os mulás que governam o Irã adotaram com orgulho desde que chegaram ao poder em 1979 é o seguinte: "nem Oriente nem Ocidente." Há muito tempo que o regime iraniano se vangloria em relação à sua independência das potências tanto ocidentais quanto orientais. Um novo acordo secreto firmado com a China, no entanto, ao que tudo indica, cede a Pequim um significativo controle sobre o Irã.

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Palestinos: Aceitar Dinheiro do Ocidente e Votar a Favor da Jihad

por Khaled Abu Toameh  •  19 de Agosto de 2020

  • Os palestinos ficaram extremamente felizes em aceitar os bilhões de dólares de doadores ocidentais. No entanto, quando os palestinos foram às urnas para votar nas eleições de 2006, eles não escolheram candidatos palestinos que defendiam a paz com Israel. Muito pelo contrário, a maioria dos palestinos votou consciente e orgulhosamente nos candidatos do Hamas que prometiam nunca reconhecer o direito de Israel existir e que continuariam com a jihad (guerra santa) até a "libertação de toda a Palestina, do rio (Jordão) ao mar (Mediterrâneo)".

  • Os doadores deveriam ter entendido já em 2006 que seus dólares e euros não fazem a mínima diferença para os corações e mentes dos palestinos e que a única maneira de viabilizar uma mudança é através da educação, educação para a paz e tolerância e não educação para a jihad, terrorismo e lavagem cerebral contra Israel.

  • É importante observar que o Hamas e muitos palestinos estão sendo totalmente honestos sobre suas intenções de cometer uma carnificina. O que eles estão dizendo, na cara dura, com todas as letras é: "recusamos, total e inequivocamente mudar nossas políticas ou abandonar nossas armas em troca do seu dinheiro. Se vocês acham que podem nos subornar para mudarmos nosso comportamento, porque é isso que vocês fazem muitas vezes no Ocidente, desculpe, não vai funcionar."

  • Nesse ínterim, os palestinos continuarão recebendo dinheiro do Ocidente, isso se o Ocidente for mentecapto o suficiente para continuar doando. Será que os europeus querem que os árabes terminem o trabalho que Hitler começou? Mas da próxima vez que os palestinos forem às urnas, os doadores ocidentais podem esperar que eles voltem a votar na jihad.

Os palestinos da Faixa de Gaza estão furiosos de novo, desta vez, afirmam eles, porque lhes ofereceram bilhões de dólares para melhorar suas condições de vida e construir uma nova e pujante economia. Foto: Caminhões com ajuda da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina chegando à Faixa de Gaza vindos de Israel pelo posto de fronteira de Kerem Shalom, 12 de maio de 2019. (Foto: Said Khatib/AFP via Getty Images)

Os palestinos da Faixa de Gaza estão furiosos de novo, desta vez, afirmam eles, porque lhes ofereceram bilhões de dólares para melhorar suas condições de vida e construir uma nova e pujante economia.

Ismail Haniyeh, líder do grupo terrorista palestino Hamas que governa a Faixa de Gaza, deu a entender que a oferta foi proposta pelos Estados Unidos. No entanto, ele não forneceu maiores detalhes sobre os rumores da oferta e disse que o Hamas a recusou porque ela estava condicionada ao desarmamento de grupos terroristas da Faixa de Gaza e ao reconhecimento do direito de Israel existir.

Ao recusar abertamente a oferta, o Hamas e seus aliados palestinos mostram, esta não é a primeira vez, que achar que uma solução para o conflito entre israelenses e palestinos pode ser alcançada via expressivos investimentos em projetos econômicos na Cisjordânia e na Faixa de Gaza é falsa e hipócrita.

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O Racismo Institucionalizado das Nações Unidas

por Judith Bergman  •  17 de Agosto de 2020

  • Simplesmente há uma acentuada métrica internacional de dois padrões e duas medidas sobre o que passa como racismo institucionalizado e o que não passa e isso precisa ser reconhecido.

  • No mínimo, é de se questionar se uma organização que faz da discriminação de só um país no mundo um de seus princípios operacionais... vale o seu custo exorbitante. Os Estados Unidos, por exemplo, como maior doador da organização, deram à ONU cerca de US$10 bilhões em 2018.

  • No mínimo, em vez de pagar compulsoriamente "um pouco menos de um quinto do orçamento da organização" a cada ano, tanto os Estados Unidos quanto a ONU, se sairiam bem melhor se os EUA pagassem pelo que desejam e recebessem pelo que pagassem. Já faz um tempão que a ONU deixou de ser uma força usada para o bem e está sendo usada, em primeiro lugar: para sustentar a maioria de déspotas antidemocráticos, que não prestam contas pelos seus atos e que não têm nenhuma transparência e, em segundo lugar: para perpetuar conflitos, em grande medida às custas dos contribuintes americanos.

  • Todos aqueles que realmente se preocupam com a erradicação da discriminação e do racismo deveriam perguntar a si mesmos, se o racismo é inaceitável em qualquer outro lugar, por que ainda é visto com naturalidade nas Nações Unidas?

A sistemática discriminação das Nações Unidas é gritante demais para ser ignorada. Simplesmente há uma acentuada métrica internacional de dois padrões e duas medidas aqui sobre o que passa como racismo institucionalizado e o que não passa e isso precisa ser reconhecido. Foto: Edifício das Nações Unidas em Nova Iorque. (Imagem: ONU)

À medida que as acusações de racismo "institucionalizado" existentes em organizações, profissões, universidades e instituições culturais continuam ocupando as manchetes, ninguém chama a atenção para o racismo institucionalizado das Nações Unidas (ONU).

O que é o racismo institucionalizado? A primeira resposta do Google diz: "racismo institucionalizado é uma forma de racismo integrado como prática normal na sociedade ou em uma organização".

Se for pesquisado o termo "racismo", o dicionário do Google trará a seguinte definição:

"preconceito, discriminação ou hostilidade dirigida a uma pessoa ou comunidade baseado em sua associação a um grupo racial ou étnico, quase sempre minoritário ou marginalizado".

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