Últimas Análises e Comentários

E o Vencedor é o — Hamas!

por Alan M. Dershowitz  •  25 de Fevereiro de 2024

O que irá acontecer se ao Hamas for concedida a vitória nesta gerra? Se for permitido que o Hamas concretize o seu intuito por meio dos assassinatos, sequestros e estupros em massa? Foto: terroristas do Hamas e da Jihad Islâmica se congratulam pelas atrocidades homicidas em Rafah, no sul da Faixa de Gaza em 28 de novembro de 2023. (Foto: Jaafar Ashtiyeh/AFP via Getty Images)

O que irá acontecer se ao Hamas for concedida a vitória nesta gerra? Se for permitido que o Hamas concretize o seu intuito por meio dos assassinatos, sequestros e estupros em massa? Se as vítimas destas atrocidades, o povo de Israel e todos os países que lutam contra o terrorismo, forem esquecidas? Se as perspectivas de paz na região e no mundo livre forem seriamente abaladas? Se as relações entre os Estados Unidos e Israel, e a perda de confiança nos EUA como garantidor da liberdade continuar se esfarelando?

Invertendo as bolas, a Administração Biden poderá recompensar os terroristas palestinos por meio do reconhecimento unilateral de um estado palestino, que obviamente irá, num piscar de olhos, se militarizar. O fracasso da UNIFIL de manter a paz no Sul do Líbano e da UNRWA de combater o terrorismo em Gaza deveriam recomendar cautela.

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O Século XXI NÃO Será Chinês

por Drieu Godefridi  •  18 de Fevereiro de 2024

O crash da China: setor imobiliário, moeda, mercados de ações, tecnologia, demografia. Tudo se encaixa e o que está por vir para a China parece, na melhor das hipóteses, a estagnação. (Image: iStock)

Quase ninguém se importa, porque tudo parece tão distante durante o verão, mas a notícia da semana é a provável quebra da China. Setor imobiliário, moeda, mercado de ações, tecnologia, demografia: tudo se encaixa e o que está por vir para a China, ao que tudo indica é a estagnação, na melhor das hipóteses.

1. Ruptura do Mercado Imobiliário

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Chegou a Hora de Acabar com a Jihad da UNRWA Contra Israel

por Bassam Tawil  •  4 de Fevereiro de 2024

Está na cara que os cabeças da ONU mentiram quando afirmaram que desconheciam o envolvimento dos seus funcionários com os grupos terroristas. Na verdade, eles sabiam sim, mas não mediram esforços para passar a mão na cabeça do Hamas. Foto: alto-comissário da UNRWA, Philippe Lazzarini, fala no Fórum Global para Refugiados, em Genebra, Suíça, em 13 de dezembro de 2023. (Foto: Jean-Guy Python/Pool/AFP via Getty Images)

Philippe Lazzarini, Alto-comissário da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Oriente Médio (UNRWA), anunciou que decidiu despedir vários funcionários da agência depois que as autoridades israelenses forneceram informações sobre o "suposto" envolvimento da Agência no massacre de israelenses perpetrado pelo Hamas em 7 de outubro de 2023.

"Para proteger a capacidade da Agência de prestar assistência humanitária, decidi rescindir de pronto os contratos destes funcionários e iniciar uma investigação a fim de estabelecer a verdade o mais rápido possível", salientou Lazzarini. "Qualquer funcionário da UNRWA que estiver envolvido em ataques terroristas terá que prestar contas pelos seus atos, inclusive ser processado criminalmente".

O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, disse estar "horrorizado" diante das acusações israelenses.

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Como a UNRWA Prepara os Terroristas

por Bassam Tawil  •  28 de Janeiro de 2024

Mais de 50% do orçamento anual da UNRWA, de 1,6 bilhão de dólares, é dedicado ao financiamento de escolas palestinas. Estas escolas têm fomentado o ódio belicista contra Israel e contra os judeus em geral, ao mesmo tempo em que produzem, previsivelmente, o seu produto final: terroristas e simpatizantes de terroristas. Foto: uma foto do documentário "Jihad Camp", que mostra uma colônia de férias em Gaza patrocinada e financiada pela UNRWA. (Imagem: Centro Nahum Bedein para Pesquisa de Políticas do Oriente Médio)

No início, a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) era uma pequena agência cujo mandato era prover ajuda humanitária básica aos palestinos, incluindo a votação para a renovação a cada três anos. Após setenta e três anos e quatro gerações, com mais de 30 mil funcionários, um orçamento anual de mais de um bilhão de dólares, por incrível que pareça, ela virou uma das maiores agências da ONU.

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Porque a Autoridade Nacional Palestina Não é Melhor do que o Hamas

por Bassam Tawil  •  21 de Janeiro de 2024

A Administração Biden... pode continuar sonhando sobre a "renovação" da ANP, mas... todas as crianças palestinas sabem que isso nunca acontecerá enquanto os líderes palestinos continuarem financiando generosamente o assassinato de judeus e conclamarem a eliminação de Israel. Foto: em 23 de julho de 2018, em uma cerimônia em homenagem aos terroristas palestinos, o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, salientou: "não reduziremos nem reteremos os subsídios das famílias de mártires, prisioneiros e prisioneiros libertados... se tivéssemos somente um único centavo, nós o daríamos às famílias dos mártires e dos prisioneiros." (Imagem: MEMRI)

Conforme a Administração Biden continua promovendo a ideia de fazer com que uma Autoridade Nacional Palestina (ANP) "revitalizada" governe a Faixa de Gaza após a presente guerra Israel/Hamas, os líderes da ANP já estão novamente provando porque eles não são muito diferentes dos terroristas islamistas apoiados pelo Irã que querem destruir Israel e assassinar judeus.

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Porque os Líderes Cristãos Ignoram os Ataques às suas Comunidades

por Bassam Tawil  •  14 de Janeiro de 2024

Em 26 de dezembro, o Hisbolá atingiu a Igreja Greco-Católica de Santa Maria em Iqrit, Israel, com dois mísseis teleguiados antitanque, ferindo dez pessoas. Até o presente momento, nenhum líder cristão se manifestou quanto ao ataque com mísseis do Hisbolá contra uma igreja. Foto: Igreja Santa Maria em 19 de dezembro de 2020. (Imagem: Bukvoed/Wikimedia Commons)

Em 26 de dezembro, o grupo terrorista libanês do Irã, Hisbolá, atacou a Igreja Greco-Católica de Santa Maria em Iqrit, no norte de Israel. Um míssil antitanque teleguiado disparado do Líbano atingiu em cheio a igreja, ferindo gravemente um civil de 85 anos. Nove soldados israelenses que de imediato correram para resgatar o fiel foram feridos por um segundo ataque com mísseis. O Hisbolá se vangloriou do ataque e publicou um vídeo dos seus mísseis atingindo a igreja.

O ataque não provocou nenhuma resposta de nenhuma expressiva organização cristã no Ocidente. Em contrapartida, o Papa, mais do que depressa, condenou o assassinato de duas mulheres cristãs na Faixa de Gaza, insinuando hipocritamente, que Israel foi o responsável.

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A Diária Jihad na França

por Guy Millière  •  7 de Janeiro de 2024

Aos gritos "Allahu Akbar" em 2 de dezembro, um islamista esfaqueou um turista alemão que não resistiu aos ferimentos perto da Torre Eiffel. O assassino, grita de novo "Allahu Akbar!", ataca mais duas pessoas, ferindo-as gravemente. Foto: a perícia da polícia na cena do crime em 2 de dezembro de 2023. (Foto: Dimitar Dilkoff/AFP via Getty Images)

Paris, 2 de dezembro de 2023. 21h. Um homem grita "Allahu Akbar!" ("Alá é o maior!"), esfaqueia um turista alemão que caminhava ao longo do Rio Sena perto da Torre Eiffel, uma região considerada segura. A caminho do hospital, a vítima morreu. O assassino, grita de novo "Allahu Akbar!", ataca mais duas pessoas, ferindo-as gravemente, antes de ser preso pela polícia. Um comunicado à imprensa do governo logo afirmou que o assassino era um cidadão francês, nascido na França, de nome, Armand, bem francês.

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Jihad Contra as Igrejas na França

por Raymond Ibrahim  •  22 de Dezembro de 2023

Em julho de 2023, muçulmanos incendiaram a Igreja Saint-Georges De La Haye do século XII em Descartes, na França. (Imagem: Joël Thibault/Wikimedia Commons)

Igrejas cristãs estão sendo atacadas em toda a Europa Ocidental, como mostram recentes casos ocorridos na Áustria, Alemanha, Itália e Suécia.

No entanto, nenhuma nação ocidental parece sofrer tantos ataques às suas igrejas como a França, outrora conhecida como a "Filha Mais Velha da Igreja".

Em 1º de julho de 2023 a jornalista investigativa Amy Mek tuitou o seguinte:

"ataques a igrejas são a norma na França, duas igrejas são vandalizadas por dia, incendiadas, destruídas e arrasadas, os fiéis são sacrificados no altar do politicamente correto. Padres estão sob constante ameaça. Quando é que os políticos franceses que apoiam as fronteiras abertas responderão pelos seus atos?"

Esta última pergunta identifica inadvertidamente os culpados, ou seja: os migrantes do mundo muçulmano, onde os ataques às igrejas não são nada de mais.

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ONU e Hamas: Parceiros na Criminalidade

por Robert Williams  •  17 de Dezembro de 2023

Quando um foguete disparado pela Jihad Islâmica Palestina explodiu do lado de fora do hospital Al-Ahli, em Gaza, o Hamas afirmou em poucos minutos que Israel havia bombardeado o hospital e asseverado falsamente que centenas de pessoas haviam sido mortas. As Nações Unidas se apressaram em culpar Israel e o Secretário-Geral da ONU, Antônio Guterres, usou o seu discurso na Cúpula do Belt and Road na China para condenar Israel pela explosão. Foto: estacionamento do Hospital Al-Ahli, em Gaza, em 18 de outubro de 2023, depois que um foguete lançado pela Jihad Islâmica Palestina falhou, atingindo o estacionamento. (Foto Shadi Al-Tabatibi/AFP via Getty Images)

Desde 7 de Outubro, quando os terroristas do Hamas invadiram o sul de Israel e massacraram pelo menos 1.200 pessoas e sequestraram 240 israelenses e pessoas de outras nacionalidades, as Nações Unidas têm atuado como braço de propaganda não oficial da organização terrorista Hamas apoiada pelo Irã.

O objetivo central da campanha de propaganda, fora difamar Israel, ao que tudo indica, é criar uma implacável pressão internacional em cima de Israel para o país concordar com um cessar-fogo indefinido, o que dará ao Hamas o tempo necessário para se reagrupar e se reabastecer para continuar com suas ações terroristas e evitar ser eliminado pelas Forças de Defesa de Israel.

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Quando a Neutralidade é Imoral: Israel, Hamas e o Problema da Equivalência Moral

por André Villeneuve  •  10 de Dezembro de 2023

É de conhecimento geral que as IDF lançam alertas aos civis palestinos por meio de panfletos, mensagens de texto e até telefonemas para que evacuem as áreas próximas aos alvos militares antes de serem atacados. Ao passo que as IDF, sem medir esforços, procuram minimizar o número de vítimas civis, o Hamas e outros grupos terroristas palestinos fazem de tudo para maximizar o número de vítimas civis, não só assassinando indiscriminadamente os israelenses, mas também se escondendo entre a sua própria população civil, usando-a como escudos humanos. Foto: um palestino mostra um panfleto lançado pelos militares israelenses sobre a Cidade de Gaza em 5 de novembro de 2023. (Foto: Bashar Taleb/AFP via Getty Images)

7 de outubro de 2023: outro dia que permanecerá na infâmia: o Pearl Harbor de Israel. O 11 de Setembro de Israel. A tranquila manhã do Shabat de Simchat Torá, que conclui a Festa Judaica dos Tabernáculos, de repente virou um banho de sangue. Debaixo de uma enxurrada de foguetes lançados contra Israel, milhares de terroristas do Hamas atacaram as comunidades do sul de Israel deixando um rastro de carnificina e devastação, emboscaram bases militares e motoristas, assassinaram cerca de 364 pessoas que se encontravam num festival de música, massacraram famílias em suas camas, estupraram mulheres, assassinaram crianças e sobreviventes do Holocausto, civis foram queimados vivos, raptaram 244 pessoas em Israel e as levaram para Gaza. Com pelo menos 1.200 pessoas assassinadas, foi o dia mais letal para os judeus desde o Holocausto. A barbárie do ataque sem precedentes do Hamas atingiu um grau tal que até o mundo, ainda que brevemente, foi brutalmente sacudido da sua habitual apatia, ficou pasmo e atordoado pela monstruosidade.

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Quem Disse que o Hamas Não Representa os Palestinos?

por Bassam Tawil  •  26 de Novembro de 2023

O presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas não condenou as atrocidades cometidas pelo Hamas em 7 de outubro. O silêncio de Abbas é uma estrondosa aprovação do massacre a sangue frio de centenas e centenas de israelenses. Que ninguém se engane: tanto o Hamas como Abbas representam a maioria dos palestinos cujo objectivo é assassinar judeus e destruir Israel. Foto: Abbas (à direita) e o líder do Hamas, Khaled Mashaal, em uma reunião em 24 de novembro de 2011 no Cairo, Egito, em uma tentativa de "reconciliação". (Foto: escritório de Mohammed al-Hams/Khaled Mashaal via Getty Images)

Em uma série de declarações logo após o massacre de 7 de Outubro cometido pelo Hamas em Israel, o Presidente dos EUA, Joe Biden, afirmou que o Hamas não representa todo o povo palestino. Em entrevista concedida à CBS, Biden ressaltou: "acho que Israel entende que uma parcela significativa do povo palestino não concorda com as ideias do Hamas e do Hisbolá".

A afirmação de Biden foi repetida pelo Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, que adiantou ao Rei Abdullah da Jordânia e ao Presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, que o Hamas não representa o povo palestino. Em uma conversa por telefone com Abbas, Blinken "manifestou o contínuo apoio dos EUA ao povo palestino, enfatizando que os terroristas do Hamas não representam os palestinos ou as suas legítimas aspirações de autodeterminação assim como à dignidade, liberdade, segurança e justiça", de acordo com a leitura do Departamento de Estado.

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Os Idiotas Úteis do Hamas nos EUA e na Europa

por Bassam Tawil  •  19 de Novembro de 2023

Estes manifestantes que, ao que tudo indica, se sentem tão virtuosos que enviaram uma mensagem aos grupos terroristas que no Ocidente contingentes de pessoas estão felizes da vida em apoiar a violência, o terrorismo e a Jihad (guerra santa) não só contra Israel e contra os judeus, como também contra os cristãos e todos os "infiéis", na Europa, nos Estados Unidos e no Ocidente. Foto: manifestantes protestam contra Israel na Brooklyn Bridge, na Cidade de Nova York, em 7 de novembro de 2023. (Foto: Kena Betankur/AFP via Getty Images)

As manifestações "pró-palestinos" que tiveram lugar nos EUA e em alguns países europeus ao longo dos últimos dias no fundo no fundo se restringem essencialmente ao ódio a Israel e aos judeus e não no apoio aos palestinos, em especial aqueles que têm vivido sob o domínio do grupo terrorista Hamas beneficiários do suporte do Irã na Faixa de Gaza desde 2007.

Os que são pró-palestinos na verdade deveriam se manifestar a favor de líderes que não desviem bilhões da ajuda internacional, que não atirem neles quando eles procuram fugir para um lugar seguro, que não armazenem armas e munições dentro ou perto de suas casas e escolas.

Em vez de apoiar a erradicação de Israel, os manifestantes deveriam é reivindicar a erradicação do Hamas, cujos membros mantêm dois milhões de palestinos na condição de reféns, enquanto os seus líderes vivem suntuosamente em hotéis no Catar.

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Europa Diante de uma Guerra Civil?

por Drieu Godefridi  •  1 de Novembro de 2023

Os europeus terão de fazer o impensável: aplicar as suas próprias leis. Qualquer um, muçulmano ou não, que quiser comemorar os pogroms jihadistas contra os judeus, bem, pode ir e se regozijar no Irã ou no Catar. Não na Europa. Foto: manifestantes anti-Israel em Bruxelas, Bélgica, em 15 de outubro de 2023. (Foto: Nicolas Maeterlinck/Belga Mag/AFP via Getty Images)

Em Viena, Londres, Paris, Berlim, Bruxelas e em dezenas de outras cidades europeias, foram organizadas manifestações "em apoio à Palestina" mesmo antes dos israelenses terem respondido ao pogrom jihadista de 7 de outubro perpetrado pelo Hamas, apoiado pelo Irã, enquanto os cadáveres de mais de 1.400 vítimas israelenses torturadas, estupradas, assassinadas e mutiladas, bebês decapitados ou queimados vivos ainda estavam quentes. Segundo um comunicado do JNS:

"Na segunda-feira (23 de outubro) "a IDF publicou dois segmentos do interrogatório de terroristas do Hamas que participaram do massacre.

"O propósito de entrar em território israelense... era o de sequestrar civis, eles queriam o maior número de reféns possível', revelou um dos terroristas. Ele ainda acrescentou: 'Eles (Hamas) nos prometeram que quem trouxer uma pessoa sequestrada receberá um apartamento e US$10.000.'"

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Hamas usa Israelenses Sequestrados como Escudos Humanos, o que Israel Deveria Fazer?

por Alan M. Dershowitz  •  22 de Outubro de 2023

Ao abrigo do direito internacional, Israel tem o direito de preferir evitar a morte dos seus próprios civis a causar inadvertidamente a morte de civis inimigos. Foto: terrorista do Hamas segura duas das inúmeras crianças israelenses que o Hamas raptou e trouxe como cativas para a Faixa de Gaza em 7 de outubro de 2023. (Image: Hamas/X (Twitter))

A estratégia, de longa data, empregada pelo Hamas de usar crianças palestinas e outros civis como escudos humanos levanta a importante e antiga questão moral de comparar as vidas dos civis inimigos com as vidas dos próprios civis e soldados. Ainda que alguns "civis" palestinos não sejam totalmente inocentes e, ainda que as mortes não tenham sido propositadas, ocorridas sem a menor intensão, vitimadas por conta dos legítimos objetivos militares, elas são trágicas. Ao abrigo do direito internacional, Israel tem o direito de preferir evitar a morte dos seus próprios civis a causar inadvertidamente a morte de civis inimigos.

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Jihad contra Israel: Qual a Posição da Turquia?

por Burak Bekdil  •  20 de Outubro de 2023

O fanático legado anti-israelense de Erdoğan envenenou "com sucesso" uma sociedade já xenófoba, provavelmente levará gerações para arrumar isso. Foto: Erdoğan (à direita) homenageia Ismail Haniyeh, líder do Hamas, no Parlamento em Ancara, Turquia, em 3 de janeiro de 2012. (Foto: Adem Altan/AFP via Getty Images)

Em 7 de Outubro, quando o grupo terrorista Hamas lançou um ataque bárbaro contra Israel, assassinando mais de 1.400 homens, mulheres e crianças israelenses (além de ferir outros milhares), o presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan, diferentemente de suas habituais e inflamatórias críticas anti-Israel, atipicamente pediu contenção a ambos os lados.

Contudo, a ascensão do Islã político na Turquia nas últimas duas décadas e o antissionismo inerente a Erdoğan, ele certa vez chamou o sionismo de crime contra a humanidade, ao que tudo indica, deixaram uma marca indelével na psique turca. Além do pedido equilibrado e ostensivamente imparcial de contenção, Erdoğan também disse que um estado palestino é um requisito que não pode ser adiado.

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