Últimas Análises e Comentários

Um Mês de Islã e Multiculturalismo na Alemanha: Julho de 2016
"O terrorismo islamista já chegou na Alemanha."

por Soeren Kern  •  25 de Agosto de 2016

  • Dados divulgados em julho pela Destatis, agência de estatísticas do governo, mostraram que mais de 2,1 milhões de pessoas migraram para a Alemanha em 2015.

  • Mais de 33.000 migrantes que já deveriam ter sido deportados ainda estão na Alemanha às custas dos contribuintes alemães. Muitos desses migrantes inutilizaram seus passaportes e acredita-se que tenham mentido sobre seus países de origem para impossibilitar que sejam deportados. Outros entraram para a clandestinidade para que a polícia de imigração não possa encontrá-los.

  • Uma reportagem investigativa realizada pela Bavarian Radio BR24 constatou que programas de desradicalização na Alemanha não estão dando os resultados esperados porque muitos salafistas não querem se desradicalizar.

  • "Minha impressão é que há um ano todos nós subestimamos o que nos esperava frente a este enorme ingresso de refugiados e migrantes. A integração é uma tarefa hercúlea que não termina com um curso de três semanas do idioma alemão." — Jens Spahn, político da CSU.

Halil D. foi acusado de conspirar para atacar uma corrida de bicicletas em Frankfurt. Quando da sua prisão a polícia alemã descobriu um arsenal de armas, incluindo uma bomba caseira no porão de sua casa bem como material de propaganda do Estado Islâmico em seu computador. O tribunal deliberou que não havia provas suficientes de que Halil D. era terrorista.

1º de julho. Um tribunal da Baviera deliberou que uma regulamentação que proíbe muçulmanas trainees na área jurídica de usarem véus é ilegal. O Tribunal Distrital de Augsburg deliberou a favor da Aqilah Sandhu, uma estudante de direito de 25 anos de idade que ajuizou uma ação contra o Estado por impedi-la de usar o véu em aparições públicas no tribunal enquanto estiver estagiando. Segundo a deliberação não há nenhum fundamento legal para tal restrição e que "não há lei formal que reze que estagiários de direito devam ter uma visão de mundo neutra ou uma neutralidade religiosa." O Ministro da Justiça da Baviera Winfried Bausback argumentou que os funcionários da área jurídica bem como estagiários no tribunal devem apresentar a aparência de imparcialidade e ressaltou que iria recorrer da sentença.

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Porque o Movimento BDS está Destruindo um Futuro Estado Palestino

por Fred Maroun  •  24 de Agosto de 2016

  • Israel poderia ter jogado segundo as regras árabes e deportado todos os árabes das terras que ocupou, mas não o fez. Precisamente porque Israel respeitou os direitos humanos dos árabes e, sem levar em conta seus próprios interesses, Israel deu aos palestinos uma plataforma a partir da qual eles promovem a destruição de Israel.

  • A esperança é que os palestinos, assim como o Egito e a Jordânia já o fizeram, decidam em breve viver em paz com um vizinho que é de longe muito melhor na maneira de tratar os palestinos do que os seus próprios "irmãos árabes" -- afinal de contas, no fundo não é tão ruim assim. A esperança é que os líderes palestinos comecem a promover a cultura da paz em vez da cultura da guerra.

Desde o momento em que Israel declarou sua independência, uma das principais táticas dos árabes tem sido a exploração do calcanhar de Aquiles dos judeus – sua cultura altamente desenvolvida, que respeita e valoriza a vida e seu apoio aos direitos humanos.

Sendo de origem árabe, eu tenho conhecimento, de longa data, sobre o esteriótipo árabe com respeito ao Ocidente e Israel -- ou seja: que eles são fracos porque se importam com a vida de seu próprio povo e são ávidos em respeitar os direitos humanos de seus inimigos. Consta que Golda Meir disse: "nós podemos desculpar os árabes por matarem nossos filhos. Nós não podemos desculpá-los por nos forçarem a matar seus filhos".

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Suécia: Verão Infernal de Ataques Sexuais

por Ingrid Carlqvist  •  22 de Agosto de 2016

  • Quase todos os perpetradores que atacaram em grupos e que foram presos, são cidadãos do Afeganistão, Eritreia ou Somália -- três dos quatro maiores grupos de imigrantes na Suécia se encaixam na categoria de "refugiados menores de idade desacompanhados".

  • Dias mais tarde descobriu-se que muitos dos perpetradores que abusaram sexualmente das mulheres no festival de música "Putte i parken" em Karlstad usavam a pulseira "Não apalpe".

  • Muitos, portanto, ficaram horrorizados ao saberem que os organizadores do festival de música de Trästocksfestivalen em Skellefteå tinham decidido oferecer ônibus gratuitos para os "refugiados menores de idade desacompanhados" que quisessem ir ao festival." Eles disseram estarem "orgulhosos por organizar o primeiro festival de música na Suécia que incentiva um aumento significativo de migrantes recém-chegados na plateia." Ao término do festival de Trästocksfestivalen, a polícia registrou doze casos de ataques sexuais.

  • Ao que tudo indica, as meninas e mulheres suecas devem aprender a conviver com as carícias impositivas e os estupros -- ou então nunca mais frequentar espaços públicos. A opção de não frequentar espaços públicos está totalmente de acordo com o que prescreve a Lei Islâmica (Sharia).

Cenas de um festival de música em Malmö no verão de 2015... Esquerda: quatro jovens cercam e atacam sexualmente uma jovem. Direita: policiais prendem um suspeito enquanto vítimas de abuso sexual choram se lamentando em segundo plano. O fotógrafo relatou que meninas suecas foram atacadas sexualmente por grupos de jovens de "background estrangeiro".

Na esteira dos ataques na Passagem do Ano Novo em Colônia na Alemanha, um furo de reportagem na Suécia denunciou a ocorrência de um enorme número de ataques sexuais contra mulheres e meninas no festival de música "Nós Somos Sthlm" (abreviação de Estocolmo) em 2014 e 2015, mas que tinha sido acobertado tanto pela polícia quanto pela mídia. O Comissário de Polícia Nacional Dan Eliasson imediatamente lançou uma investigação para constatar a extensão do problema.

Os resultados da investigação foram apresentados em maio no relatório intitulado "a situação atual em relação aos ataques sexuais e propostas de ação" -- as conclusões são assustadoras. Quase todos os perpetradores que atacaram em grupos e que foram presos são cidadãos do Afeganistão, Eritreia ou Somália -- três dos quatro maiores grupos de imigrantes na Suécia se encaixam na categoria de "refugiados menores de idade desacompanhados".

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A Tradição Turca de Assassinar Cristãos

por Robert Jones  •  14 de Agosto de 2016

  • Incontáveis acordos entre a Turquia e organizações ocidentais parecem não ter reduzido o ódio aos cristãos.

  • Na Turquia são as "pessoas comuns" que matam ou atacam cristãos, depois o judiciário ou o sistema político, de alguma forma, encontra uma maneira de permitir que os criminosos se safem sem que sejam responsabilizados pelos seus atos. A maioria desses crimes não aparece na mídia internacional e a Turquia nunca é responsabilizada.

  • Enquanto os muçulmanos podem praticar livremente sua religião e expressar suas opiniões sobre outras religiões em todo o mundo, os cristãos e demais não muçulmanos podem ser mortos na Turquia e em outros países de maioria muçulmana apenas por tentarem, pacificamente, praticar sua religião ou expressar abertamente suas opiniões.

  • "Multiculturalismo", apaixonadamente defendido por tantos liberais no Ocidente, poderia ter feito maravilhas em lugares multiétnicos e multirreligiosos como a Anatólia. Lamentavelmente a ideologia islâmica aceita apenas e tão somente uma cultura, uma religião e um modo de pensar que esteja de acordo com os seus princípios: os do Islã. Ironicamente, esta é a única verdade nua e crua que esses liberais não querem enxergar.

O Padre Andrea Santoro (esquerda), um padre católico romano de 61 anos e o Bispo Luigi Padovese 63 anos (direita), Vigário Apostólico de Anatólia, dois sacerdotes cristãos assassinados na Turquia nos últimos anos.

Em 26 de julho, a cidade de Saint-Étienne-du-Rouvray localizada no norte da França presenciou um terrível ataque islamista: dois terroristas do Estado Islâmico (ISIS) assassinaram o padre Jacques Hamel de 85 anos, em sua igreja durante a missa. Duas freiras e dois fiéis foram tomados como reféns

De acordo com uma freira que escapou do ataque, os terroristas que juraram lealdade ao ISIS, aos gritos de "Allahu Akbar", cortaram a garganta do padre e gravaram o ato sangrento em vídeo.

Ataques islamistas dessa natureza podem ser novidade nos países da UE, mas não na Turquia. Durante décadas um número assombroso de inocentes, cristãos indefesos na Turquia, foram massacrados por agressores muçulmanos.

Os cristãos na Turquia continuam a ser atacados, assassinados e ameaçados diariamente; os agressores normalmente acabam se safando de seus crimes.

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Alemanha: "Sem Mudanças na Política de Portas Abertas para a Imigração"

por Soeren Kern  •  12 de Agosto de 2016

  • A Chanceler Merkel disse estar ciente que os alemães estão preocupados com a segurança pessoal: "estamos fazendo o humanamente possível para garantir a segurança na Alemanha," observou ela, acrescentando: "ansiedade e medo não podem nortear nossas decisões políticas."

  • "A chanceler continua empenhada em seguir na direção atual. Segue a ladainha clássica de Merkel: 'é necessário que haja uma avaliação minuciosa'." — Thomas Vitzthum, editor político do jornal Die Welt.

  • "O país está dividido, seus cidadãos têm enorme sensação de insegurança? 'Nós chegaremos lá!' Ataques sexuais contra mulheres em piscinas e em festivais? 'Nós chegaremos lá!' Ataques terroristas perpetrados por islamitas na Alemanha? 'Nós chegaremos lá!' Crescente frustração e aumento da apatia política entre a população? 'Nós chegaremos lá!' Mas quem são esses 'nós'? ... Nem uma palavra aos cidadãos que, por um ano, tiveram que lidar com as consequências dos ataques dos asilados. Nem uma palavra às comunidades locais que não têm condições de lidar com o custo e o peso do acolhimento dos candidatos a asilo." — Editorial do jornal Junge Freiheit.

A chanceler alemã Angela Merkel (esquerda) rejeita as críticas quanto à sua decisão de permitir a entrada de mais de 1 milhão de migrantes, em sua maioria de muçulmanos, na Alemanha no ano passado. "Temos condições de atingir nossa missão histórica... Nós chegaremos lá. ... Ansiedade e medo não podem nortear nossas decisões políticas," salientou Merkel em uma entrevista coletiva à imprensa em 28 de julho, acrescentando: "eu não posso prometer que jamais teremos que absorver outra onda de refugiados em massa."

A chanceler alemã Angela Merkel rejeitou as críticas quanto à sua decisão de permitir a entrada de mais de 1 milhão de migrantes, em sua maioria de muçulmanos, na Alemanha no ano passado.

Discursando em uma entrevista coletiva que acontece anualmente no verão, em 28 de julho em Berlim, Merkel em tom desafiador ignorou as críticas em relação a política no tocante aos refugiados, insistindo que não haverá nenhuma mudança de postura quanto a política de portas abertas para a imigração. Ela também afirmou que não tem nenhuma responsabilidade pela recente onda de ataques violentos ocorridos na Alemanha.

A Alemanha ficou chocada por causa de um ataque com um machado em um trem em Würzburg, um tiroteio em massa em Munique, um ataque com um facão em Reutlingen e um atentado suicida em Ansbach — tudo em apenas uma semana.

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O Papa e a Guerra Santa

por Denis MacEoin  •  11 de Agosto de 2016

  • O Ocidente que eles ora aterrorizam deixou-se enfraquecer. Uma combinação de correção política, medo de ofender, medo de lutar e a relutância em perturbar a estabilidade ilusória têm levado a uma incrível série de oportunidades para os jihadistas.

  • Baixamos a nossa guarda e nos afastamos. Não porque não dispomos de forças de segurança. Dispomos sim. É porque muitas vezes não dirigimos nossos olhos para as coisas certas: os textos e sermões que promovem a radicalização.

  • O Nobre Alcorão nomeia os muçulmanos como guardiões da humanidade, que ainda não atingiu sua maioridade, e lhes concede os direitos de suserania e domínio sobre o mundo a fim de realizar esta sublime tarefa. ... Chegamos à conclusão de que é nosso dever estabelecer a soberania sobre o mundo e guiar toda a humanidade aos legítimos preceitos do Islã e seus ensinamentos..." -- Hassan al-Banna, fundador da Irmandade Muçulmana.

Papa Francisco (direita), disse recentemente: "eu não estou falando de uma guerra de religiões. As religiões não querem guerra", e "eu acredito que não é justo igualar o Islã com a violência. Não é justo e não é verdade". Hassan al-Banna (esquerda), fundador da Irmandade Muçulmana, escreveu que "o Nobre Alcorão nomeou os muçulmanos como guardiões da humanidade, que ainda não atingiu sua maioridade, e lhes concede os direitos de suserania e domínio sobre o mundo a fim de realizar esta sublime tarefa."

Na manhã de 26 de julho, o Padre Jacques Hamel de 85 anos de idade foi assassinado no altar a facadas, enquanto celebrava a missa, por um dos dois devotos do Estado Islâmico que haviam invadido a igreja. O assassino cortou sua garganta e poderia muito bem tê-lo decapitado, como é o costume de muitos carrascos jihadistas. Os seguidores de uma fé que glorifica os assassinos como mártires (shuhada') criaram um mártir de fé completamente diferente.

Tanto em grego quanto em árabe, os termos "mártir" e shahid significam exatamente a mesma coisa: "testemunha". O Padre Hamel foi o mártir mais recente em uma longa lista de mártires cristãos que foram mortos por homens da violência, teoricamente para dar provas da verdade absoluta de sua fé. Muitos mártires muçulmanos morreram dessa mesma forma, e muitos mais ainda deram suas vidas travando a guerra da (jihad) com o objetivo de conquistar territórios para o Islã. [1]

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O Islamismo se Levanta a Partir do Secularismo da Europa

por Giulio Meotti  •  7 de Agosto de 2016

  • Na França, o governo socialista impôs uma "carta de secularismo" em todas as escolas banindo o cristianismo do sistema educacional. Certos municípios já mudaram o formulário de inscrição para crianças em idade escolar, eliminando as palavras "pai" e "mãe", substituindo-as por "gestor legal 1" e "gestor legal 2". É a "Novilíngua" de George Orwell.

  • Após dois ataques terroristas de grandes proporções em 2015, a França, em vez de promover uma "jihad" cultural baseada em valores ocidentais, respondeu ao fundamentalismo islâmico com um ridículo "Dia do Secularismo" a ser comemorado todo dia 9 de dezembro.

  • Esse secularismo tacanho também impediu a França de apoiar abertamente os cristãos orientais oprimidos pelos islamistas.

  • A igreja Oude Kerk do século XIII de Amsterdã, ora vazia, é usada para exposições e pode ser alugada para jantares de gala. Do outro lado da rua fica o "Sexyland", apresentando "shows de sexo ao vivo", uma "coffee shop" para venda de drogas e um "supermercado erótico" para a venda de vibradores. Por sete euros é também possível visitar a igreja.

O símbolo desse 'euro-secularismo' é a igreja Oude Kerkem em Amsterdã, A igreja ora vazia é usada para exposições e pode ser alugada para jantares de gala. Do outro lado da rua fica o "Sexyland", apresentando "shows de sexo ao vivo", uma "coffee shop" para venda de drogas e um supermercado "erótico" para a venda de vibradores. (Imagem: Wikimedia Commons)

Em outubro de 2000, na ensolarada cidade francesa de Nice, a Convenção Europeia com 105 membros esboçou a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia.

Elaborada pela comissão do ex-presidente francês Valéry Giscard d'Estaing, o documento se referia apenas ao "patrimônio cultural, religioso e humanista da Europa". O Parlamento Europeu rejeitou uma proposta de Membros Democratas Cristãos do Parlamento Europeu e do Papa João Paulo II de incluir no texto as "raízes judaico-cristãs" da Europa.

Na Carta de 75.000 palavras não há sequer uma menção ao cristianismo. Desde então, uma onda de secularismo agressivo tem permeado todas as políticas da UE. Por exemplo, o Tribunal Europeu de Direitos Humanos pediu a retirada dos crucifixos das salas de aula: eles eram hipoteticamente uma ameaça à democracia.

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França: Depois do Terceiro Ataque Jihadista

por Guy Millière  •  4 de Agosto de 2016

  • Sucessivos governos franceses montaram uma armadilha; os franceses, que estão dentro dela, pensam apenas em uma maneira de escapar. A situação é bem mais grave do que muitos imaginam. Regiões inteiras da França estão sob controle de gangues e imãs radicais.

  • O Primeiro Ministro Manuel Valls repetiu o que já havia dito há 18 meses: "a França está em guerra." Ele identificou o inimigo: "islamismo radical", mas logo se apressou acrescentando que o "islamismo radical" "nada tem a ver com o Islã." Ele então repetiu a mesma ladainha enfatizada em tantas ocasiões: os franceses terão que se acostumar a conviver com a "violência e com os ataques".

  • Os franceses estão ficando cada vez mais cansados das tentativas de exonerar o Islã. Eles sabem muito bem que nem todos os muçulmanos são culpados. Eles também sabem que todos que cometeram atentados na França nos últimos anos eram muçulmanos. Os franceses não querem de jeito nenhum se acostumar com "violência e ataques." Eles não querem estar no lado dos derrotados e já sentem que estão sendo derrotados.

O exército francês está no limite de sua capacidade de ação: ele já patrulha as ruas da França e está posicionado na África e no Oriente Médio. Foto: soldados franceses protegem uma escola judaica em Estrasburgo, fevereiro de 2015. (Imagem: Claude Truong-Ngoc/Wikimedia Commons)

Nice, 14 de julho de 2016: Dia da Queda da Bastilha. As festividades da noite estavam chegando ao fim. Conforme a multidão assistia a queima de fogos de artifício começava a se dispersar, o motorista de um caminhão de 19 toneladas, dirigindo em zigue-zigue, atropelava todos que estavam em seu caminho. Dez minutos mais tarde, após ter assassinado 84 pessoas, ele foi baleado e morto. Dezenas ficaram feridas; muitos ficarão aleijados para o resto da vida. Sobreviventes atordoados vagavam pelas ruas da cidade durante horas.

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Cristãos Inúteis Tratados Como Animais
Perseguição Muçulmana de Cristãos: abril de 2016

por Raymond Ibrahim  •  31 de Julho de 2016

  • Eritreia — "O Dr. Berhane Asmelash, ex-presidiário, vítima de tortura, descreveu como os prisioneiros eram amarrados e pendurados em árvores. Uma forma de pendurar conhecida como 'Jesus Cristo' segundo ele, porque parecia que a vítima estava na cruz."

  • Paquistão — Cinco meninas cristãs foram sequestradas, convertidas à força ao Islã e obrigadas a se casarem com seus sequestradores.

  • "Esperamos que o governo sueco e as autoridades competentes tomem providências imediatas para salvaguardar as vidas dessas pessoas. É primordial que haja asilos separados para candidatos a asilo cristãos e outros candidatos a asilo na mesma situação. Apelamos para que seja reservado um alojamento de tal modo que a palavra asilo volte a ter seu verdadeiro significado de proteção e segurança". — Sua Santidade Mor Ignatius Aphrem II, Patriarca Sírio-ortodoxo de Antioquia e de Todo o Oriente.

  • Em sua resposta, o Diretor Geral do Conselho Sueco de Migração ressaltou que habitações separadas para cristãos e outros grupos vulneráveis "irão contra os princípios e valores centrais da sociedade sueca e da nossa democracia."

Sua Santidade Mor Ignatius Aphrem II, Patriarca Sírio-ortodoxo de Antioquia e de Todo o Oriente (esquerda) solicitou ao governo da Suécia que garanta a segurança dos refugiados cristãos na Suécia, encaminhando-os para outros alojamentos longe dos abrigos onde são perseguidos pelos muçulmanos. Anders Danielsson (direita), Diretor Geral do Conselho Sueco de Migração, ressaltou que habitações separadas para cristãos e demais grupos vulneráveis "irão contra os princípios e valores centrais da sociedade sueca e da nossa democracia."

Ataques de Muçulmanos contra Igrejas Cristãs

Estados Unidos: um grupo pró-ISIS chamado Califado Cibernético Unido "hackeou" o Website da Igreja Reformista Cristã em Lamont, Michigan. Uma menina de 15 anos descobriu o vandalismo que consistia na inclusão de um vídeo de propaganda do ISIS e um texto em árabe. O recrutador apresentado no vídeo diz: "nós iremos conquistar a sua Roma, quebrar suas cruzes e escravizar suas mulheres, com a permissão de Alá, o Louvado. Esta é a Sua promessa, Ele é glorificado e não deixará de cumprir a Sua promessa."

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Quanto da nossa Cultura Estamos Cedendo ao Islã?

por Giulio Meotti  •  28 de Julho de 2016

  • O mesmo ódio dos nazistas vem dos islamistas e de seus aliados politicamente corretos. Sequer temos uma vaga ideia de quanto da cultura ocidental nós cedemos ao Islã.

  • As democracias são, ou pelo menos deveriam ser, custodiantes de um tesouro perecível: liberdade de expressão. Esta é a maior diferença entre Paris e Havana, Londres e Riad, Berlim e Teerã, Roma e Beirute. Liberdade de expressão é o que temos de melhor da cultura ocidental.

  • É autodestrutivo polemizar sobre a beleza de charges, poemas ou pinturas. No Ocidente, pagamos um preço muito alto pela liberdade para podermos usufruir dela. Devemos todos, portanto, protestar quando um juiz alemão proíbe versos "ofensivos" de um poema, quando uma editora francesa despede um editor "islamofóbico" ou quando um festival de música bane uma banda politicamente incorreta.

Após o massacre do staff da revista Charlie Hebdo, pouquíssimos veículos de imprensa republicaram as caricaturas de Maomé. Stéphane Charbonnier, editor da Charlie Hebdo, que foi assassinado em 7 de janeiro de 2015 juntamente com vários colegas, na foto acima, em frente da antiga redação da revista, logo após ela ter sido atacada com bombas incendiárias em novembro de 2011.

Tudo isso aconteceu na mesma semana. Um juiz alemão proibiu o comediante Jan Böhmermann de repetir versos "obscenos" de seu famoso poema sobre o presidente turco Recep Tayyip Erdogan. Um teatro dinamarquês aparentemente cancelou a apresentação dos "Versos Satânicos" da sua temporada por medo de "represálias". Dois festivais de música franceses não apresentarão o Eagles of Death Metal -- a banda americana que tocava no Bataclan, uma sala de espetáculos em Paris, quando ela foi alvo do ataque dos terroristas do ISIS (89 pessoas foram assassinadas), -- por conta de comentários "islamofóbicos" de Jesse Hughes, vocalista do grupo. Hughes sugeriu que os muçulmanos passem por uma revista mais minuciosa , ressaltando que "está certo ser mais exigente quando se tratar de muçulmanos a esta altura", acrescentando:

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Suécia: Galopante Crescimento de Ataques Sexuais Continua a Todo Vapor
Um Mês de Islã e Multiculturalismo na Suécia: Maio de 2016

por Ingrid Carlqvist  •  26 de Julho de 2016

  • A polícia divulgou um relatório ressaltando que a Suécia está no topo das estatísticas da UE no que diz respeito à violência física e sexual contra mulheres, assédio sexual e perseguições. O relatório afirma, inequivocamente, que são "meninos candidatos a asilo" e "homens estrangeiros" que cometem a vasta maioria dos crimes registrados.

  • No que diz respeito à disseminação dos ataques sexuais em piscinas públicas, a polícia afirma que de cada cinco casos, quatro perpetradores eram "refugiados menores de idade desacompanhados".

  • Um levantamento realizado pelo Conselho Nacional de Saúde e Bem-Estar (Socialstyrelsen) indicou que pode chegar a 38.000 o número de mulheres que foram submetidas a mutilação genital feminina (MGF) na Suécia. Contudo os serviços assistenciais raramente ajudam as mulheres que sofrem em consequência das complicações associadas à MGF.

  • Um pai sueco foi informado que ele e seus dois filhos serão despejados da sua casa alugada da municipalidade -- para abrir espaço para uma família de imigrantes.

Hosar Mahmood (esquerda) de 22 anos de idade, foi condenado em maio por ter estuprado uma mulher hospitalizada, foi condenado a dois anos e dois meses de prisão. Em 2013 ele já tinha cumprido uma curta sentença de prisão por outro crime, quando invadiu um apartamento e espancou brutalmente o proprietário, estuprando em seguida a sua filha adolescente. 17 de maio: a escola de ensino médio Osbecksgymnasiet em Laholm foi obrigada a contratar funcionários extras para protegerem estudantes do sexo feminino dos avanços sexuais indecentes, principalmente de estudantes imigrantes, que ocorriam diariamente, .

4 de maio: O suposto terrorista que acabou se revelando não ser terrorista, mas que foi perseguido pela polícia por toda a Suécia em novembro de 2015, Mutar Muthanna Majid, exigiu 1 milhão de coroas suecas (cerca de US$110.000) de indenização do governo sueco. No entanto, o Chanceler da Justiça decidiu que o valor padrão pago aos injustamente encarcerados já constituía o suficiente de indenização. Majid ficou preso por quatro dias, o que significa que ele deve receber 12.000 coroas (US$1.300).

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O ISIS Chega a Gaza

por Khaled Abu Toameh  •  24 de Julho de 2016

  • Recentes relatos não deixam nenhuma sombra de dúvida quanto à cooperação entre o Hamas e grupos do ISIS no Sinai. Segundo argumentam os egípcios e a Autoridade Palestina, estes relatos conferem mais provas de que a Faixa de Gaza continua sendo a principal base para diversos grupos terroristas jihadistas, grupos estes que representam uma ameaça real.

  • O relatório salienta que terroristas procurados pelas autoridades egípcias foram internados no hospital da Faixa de Gaza em troca de armas fornecidas ao Hamas pelo Estado Islâmico no Sinai.

  • Tanto Mahmoud Abbas quanto os líderes da Autoridade Palestina (AP) podem continuar falando o quanto quiserem sobre um estado palestino que seria estabelecido na Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental. Porém, quando grupos inspirados pelo ISIS estão ativos na Faixa de Gaza sem que haja sinais de que o regime do Hamas esteja enfraquecendo, fica difícil vislumbrar um estado palestino.

  • Os grupos jihadistas claramente procuram criar um Emirado Islâmico, unindo a Faixa de Gaza ao Sinai. Abbas pode agradecer a Israel pela sua presença na Cisjordânia -- presença que permite a ele e ao seu governo serem algo diferente de infiéis para servirem de buchas de canhão para os jihadistas.

Informes indicam que, nos últimos anos, um número cada vez maior de milicianos do Hamas fugiu da Faixa de Gaza para se juntar ao ISIS no Sinai, na Síria e no Iraque. Na foto acima: imagem de agosto de 2014 de terroristas do Estado Islâmico no Sinai (naquela época conhecido como Ansar Bayt al-Maqdis), se preparando para decapitar quatro egípcios acusados de espionarem a favor de Israel.

Hamas nega hesitantemente. Não obstante, crescem os indícios de que o movimento islamista, baseado na Faixa de Gaza, continua cooperando com outros grupos terroristas jihadistas filiados ao Estado Islâmico (ISIS), especialmente aqueles que operam, nos últimos anos, na península egípcia do Sinai.

Esta cooperação, de acordo com fontes de segurança da Autoridade Palestina, é a principal razão por trás das atuais tensões entre as autoridades egípcias e o Hamas. Essas tensões levaram os egípcios a manterem o posto de fronteira de Rafah fechado desde 2013, encurralando milhares de palestinos dentro da Faixa de Gaza.

Em 2015 os egípcios abriram o posto fronteiriço de Rafah por 21 dias para permitirem que casos de necessidade de ajuda humanitária e que estrangeiros pudessem sair ou entrar na Faixa de Gaza.

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Tentativa de Golpe na Turquia: Um Festival de Pretextos

por Burak Bekdil  •  21 de Julho de 2016

  • Agora será ainda mais difícil para os dissidentes viverem na Turquia. O Presidente Erdogan já fala sobre a reintrodução da pena de morte.

  • O Departamento Geral de Segurança (que dirige a força policial) emitiu um comunicado convocando os cidadãos a informá-lo sobre qualquer material em circulação nas redes sociais que apoie os terroristas, a organização de Gulen ou que contenha material de propaganda contra o governo.

A rede de TV NTV da Turquia mostrando soldados que participaram da tentativa de golpe se rendendo, com as mãos levantadas, na ponte do Bósforo em Istambul, 15 de julho de 2016.

Tudo parecia surreal na Turquia; soldados convidando o chefe do esquadrão anti-terrorismo da polícia para uma "reunião", na verdade para matá-lo com um tiro na cabeça; oficiais de alta patente, incluindo o chefe do estado-maior das forças armadas, o comandante da força aérea, o comandante das forças terrestres e o comandante da guarda civil, serem tomados de reféns pelos seus próprios ajudantes de ordens; depois pessoas tomando as ruas, aos milhares, para resistirem ao golpe de estado, se apoderando de tanques, sendo mortos, soldados abrindo fogo contra civis e, para completar a vitoriosa multidão pró-Erdogan linchando soldados que encenavam o golpe onde quer que se encontrassem.

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França: A Guerra Civil Está Chegando

por Yves Mamou  •  19 de Julho de 2016

  • Para o presidente francês François Hollande o inimigo é uma abstração: "terrorismo" ou então "fanáticos".

  • O presidente francês opta por reafirmar sua determinação a favor de ações militares no exterior: "iremos reforçar nossas ações na Síria e no Iraque," ressaltou o presidente após o ataque em Nice.

  • Confrontados com esse fracasso da nossa elite -- que foi eleita para capitanear o país pelos perigos nacionais e internacionais -- causaria alguma surpresa se grupos paramilitares estiverem se organizando para retaliar?

  • Na França, foram as elites globais que fizeram a escolha. Eles decidiram que os "maus" eleitores da França eram pessoas desatinadas, idiotas demais, para enxergarem a beleza de uma sociedade aberta para aqueles que muitas vezes não querem se assimilar, que querem que você seja assimilado por eles e que ameaçam matá-lo se você discordar. A elite se alinhou contra os próprios idosos e pobres do país porque eles não quiseram mais votar neles. A elite também optou por não combater o islamismo, porque os muçulmanos votam coletivamente na elite global.

A polícia francesa matou um terrorista islamista natural da Tunísia, que matou 84 pessoas em Nice, França em 14 de julho de 2016. (Imagem: captura de tela da Sky News)

"Estamos à beira de uma guerra civil". Essa afirmação não foi feita por um fanático ou lunático. Não, ela foi feita por Patrick Calvar, Chefe do Departamento de Segurança Nacional França, DGSI (Direction générale de la sécurité intérieure). Na realidade ele já tinha se referido, por diversas vezes, sobre o risco de guerra civil. Em 12 de julho ele fez o alerta à Comissão dos Membros do Parlamento, responsável por um levantamento em relação aos ataques terroristas de 2015.

Em maio de 2016, ele enviou uma mensagem bem parecida a uma outra comissão de membros do parlamento, desta vez encarregada da defesa nacional. A "Europa", realçou ele, "corre perigo. O extremismo cresce em todos os cantos e agora nós estamos voltando a nossa atenção para alguns movimentos de extrema-direita que estão se preparando para um confronto".

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Terrorismo Jihadista: Você Acha Que É Só com os Judeus? Pense Bem.

por Giulio Meotti  •  17 de Julho de 2016

  • Na última quinta-feira, 14 de julho, pelo menos 84 pessoas foram assassinadas na cidade francesa de Nice e dezenas ficaram feridas, em consequência de um atentado cometido por um terrorista islamista natural da Tunísia.

  • Independentemente de sermos pacifistas ou belicistas, gays ou heterossexuais, ateus ou cristãos, ricos ou pobres, blasfemos ou devotos, franceses ou iraquianos, para o terrorismo jihadista, isso não faz nenhuma diferença. Cada um de nós é um alvo: o terrorismo islamista é genocida.

  • Quando terroristas islamistas têm como alvo blogueiros dissidentes muçulmanos, longínquas mulheres yazidis ou meninas israelenses -- isso deveria nos preocupar no Ocidente. Os islamistas estão apenas afiando suas facas nelas antes de virem atrás de nós.

  • Se nos calarmos hoje, seremos punidos pela nossa indolência amanhã.

Caminhão perfurado de balas usado por um terrorista islamista natural da Tunísia para matar 84 pessoas em Nice, França em 14 de julho de 2016. (Imagem: captura de tela da France24)

Na última quinta-feira, 14 de julho, pelo menos 84 pessoas foram assassinadas na cidade francesa de Nice e dezenas ficaram feridas, em consequência de um atentado cometido por um terrorista islamista natural da Tunísia. O assassino jogou um caminhão de 19 toneladas em cima de uma enorme multidão que comemorava o Dia da Bastilha, feriado nacional da França, atropelando homens, mulheres e crianças ao longo de um trecho de 2km de avenida e de calçada.

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