Últimas Análises e Comentários

O Genocídio Armênio está Tomando Forma

por Raymond Ibrahim  •  30 de Abril de 2021

  • "No início do ano 1915 havia cerca de 2 milhões de armênios na Turquia, hoje somam menos de 60 mil... a negação do Genocídio Armênio por sucessivos regimes turcos tem se perpetuado de 1915 até os dias de hoje. — The Genocide Education Project.

  • A Turquia não só negou reiteradamente a culpabilidade pelo genocídio armênio como, ao que tudo indica, intenciona repeti-lo, visto que recentemente vem ajudando o Azerbaijão na guerra contra a Armênia pelo controle da região de Nagorno-Karabakh, que novamente eclodiu em conflito armado no final de 2020.

  • "Por que a Turquia voltou ao Sul do Cáucaso 100 anos após a dissolução do Império Otomano? Para dar prosseguimento ao Genocídio Armênio." — Primeiro Ministro da Armênia Nikol Pashinyan, Facebook, 1º de outubro de 2020.

  • Estes mercenários e seus parceiros azerbaijanos, entre outros grupos de conduta no melhor estilo da tradição do ISIS, "torturaram com requintes de crueldade desfigurando" uma mulher armênia de 58 anos com deficiência intelectual, cortaram suas orelhas, mãos e pés antes de assassiná-la. A família dela só conseguiu identificá-la pelas roupas.

As igrejas armênias que se encontravam sob controle do Azerbaijão foram profanadas, já desde o início do conflito armado de Nagorno-Karabakh no final de 2020, não obstante as promessas das autoridades azerbaijanas de protegê-las. Foto: Catedral de Ghazanchetsots (Santíssimo Salvador) em Shusha, Nagorno-Karabakh, 13 de outubro de 2020, logo após ter sido bombardeada. (Foto: Aris Messinis/AFP via Getty Images)

Hoje, 24º dia de abril, é o Dia da Memória do Genocídio Armênio, que marca 106 anos do início do Genocídio Armênio, quando os turcos otomanos massacraram aproximadamente 1,5 milhão de armênios durante a Primeira Guerra Mundial.

A maioria dos historiadores objetivos que examinaram o assunto concorda inequivocamente que foi um genocídio deliberado e calculado.De acordo com o The Genocide Education Project:

"Mais de um milhão de armênios morreram executados, de fome, doenças, exposição a condições extremas e abusos físicos. Um povo que viveu na região leste da Turquia por quase 3 mil anos (mais do que o dobro de tempo que os invasores turcos islâmicos ocuparam a Anatólia, hoje chamada de "Turquia"), perdeu sua terra natal e foi dizimado em larga escala no primeiro genocídio de enormes proporções do Século XX. No início do ano 1915, havia cerca de 2 milhões de armênios na Turquia, hoje somam menos de 60 mil."

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União Europeia: De Mercado Único para Trágica Farsa

por Drieu Godefridi  •  13 de Abril de 2021

  • Em quinhentos anos, quando historiadores olharem pelo retrovisor a era COVID, dirão que a "Operação Dobra Espacial," dos Estados Unidos, na época liderados pelo presidente Donald J. Trump, foi um triunfo da ciência e da logística.

  • Muitos liberais têm memória curta, mas a UE nem sempre foi a gigantesca e remota máquina de hoje.

  • O princípio da igualdade dos estados membros e o princípio da igualdade dos cidadãos não pode ser reconciliada no atual conjunto de instituições da UE, considerou o Tribunal.

  • Não resta dúvida que o linguajar enfeita pavão das instituições da EU, como "tornar a UE mais democrática", destina-se a fazer com que se acredite que as instituições da UE... estão ficando cada vez mais democráticas, aguardando se tornarem totalmente democráticas

  • Esta evolução consistia, acima de tudo, em subverter as instituições europeias para que realizassem, além de seus objetivos econômicos, missões que lhes eram alheias, como uma "política externa comum" que nunca passou de blábláblá. Como elaborar uma política externa comum ao Reino Unido, Áustria e Portugal?

  • As elites da UE são fracas, covardes e tímidas porque sabem que não representam ninguém no verdadeiro sentido democrático da palavra, não são eleitas democraticamente, não são transparentes e não prestam contas a ninguém. Em última análise, são brinquedos de governos que nunca concordam uns com os outros, mas que têm a legitimidade de serem verdadeiramente democráticos: são eleitos, transparentes e responsáveis. Tampouco há mecanismos para que os cidadãos reles mortais possam remover qualquer um, se assim o desejarem.

A gestão da UE com respeito às vacinas é uma metonímia para a UE: uma farsa trágica nas mãos de ideólogos tão tacanhos quanto incompetentes. Foto: Presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen durante uma entrevista coletiva à imprensa, logo após uma reunião sobre um projeto de lei acerca de um Certificado de Vacinação comum da Covid-19 da UE em Bruxelas em 17 de março de 2021. (Foto: John Thys/Pool/AFP via Getty Images)

No que diz respeito à União Europeia, as opiniões se dividem entre aqueles que a consideram inútil e onerosa e aqueles que a consideram o futuro da Europa e um modelo para a raça humana.

Qual é a realidade?

Antes do surgimento da UE que temos hoje, a construção de uma união europeia foi, no princípio, um tremendo sucesso.

Muitos liberais têm memória curta, mas a UE nem sempre foi a gigantesca e remota máquina de hoje. No período mais modesto quando era chamada de "Comunidade Europeia", acarretando, por exemplo, na cooperação entre economias de vários países ou no âmbito de suas indústrias de carvão, aço e nuclear, a Europa auferiu quatro liberdades de movimento: pessoas, capitais, bens e serviços. Apesar dos equívocos, tropeços e imperfeições (nada humano é perfeito), este mercado comum, ou único, contribuiu de maneira expressiva e substancial para a liberdade e prosperidade dos europeus.

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"Matem Todos, Matem a Todos": A Guerra contra a Polícia na França

por Yves Mamou  •  10 de Abril de 2021

  • Em janeiro, o departamento de estatística do Ministério do Interior registrou 2.288 incidentes do tipo "matem a todos", segundo dados de relatórios da polícia..

  • A suspeição da mídia com respeito ao uso ilegítimo da violência por parte da polícia é tão intensa que os policiais atacados sequer se sentem facultados o suficiente para usarem suas armas.

  • A espinafração à polícia francesa pela mídia e pela indústria do entretenimento, atores, cantores e assim por diante, também é alimentada pelo mundo acadêmico.

  • Os covardes da justiça, é claro, também estão do lado da turba chique contra a polícia.

  • Se a polícia não puder investigar nem proteger a população porque os policiais têm medo de serem chamados de racistas, a segurança de todos os cidadãos estará em perigo.

Uma guerra está sendo travada contra a polícia na França, mas nunca se dá o nome aos bois nesta guerra. Foto: um policial conversa com um motorista numa blitz no trânsito após uma noite de quebra-quebra no norte de Blois, França, em 17 de março de 2021. (Foto: Guillaume Souvant/AFP via Getty Images)

Em 25 de janeiro em Pantin, subúrbio de Paris, em 4 de fevereiro em Carcassonne no sul da França e em 13 de fevereiro em Poissy em Yvelines, grupos de "jovens" organizados, de acordo com o glossário da grande mídia para evitar qualquer sinalização étnica, atraíram forças policiais para seus bairros a fim de emboscá-los. Aos gritos de "matem todos, matem a todos", as viaturas da polícia foram atacadas com explosivos e dispositivos pirotécnicos usados como armas de guerrilha urbana. Todas as vezes que estas coisas acontecem, vídeos do ataque são postados nas redes sociais.

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China Protagoniza Guerra Civilizacional Contra os Estados Unidos e o Ocidente

por Gordon G. Chang  •  6 de Abril de 2021

  • "Pólvora" é uma daquelas palavras que Pequim costuma usar quando quer sinalizar que está pensando em guerra. O mais preocupante é que o termo também vem carregado de forte emoção, palavra que os propagandistas chineses usam quando querem provocar a população da China continental...O Partido Comunista da China, portanto, está agora tentando catalisar o sentimento nacionalista, confluindo o povo chinês, até preparando-o para a guerra.

  • Mais fundamental ainda, Pequim está... tentando dividir o mundo em linhas raciais e formar uma coalizão global contra os brancos...

  • Deng Xiaoping, o mais pragmático sucessor de Mao, aconselhou a China a "esconder suas habilidades e dar tempo ao tempo". Xi, porém acredita que chegou a vez da China, em parte porque acha que os Estados Unidos estão ladeira abaixo, sem volta.

  • Xi está falando sério. Em janeiro ele ressaltou que seu exército, em rápida expansão, deve estar pronto para a batalha "a qualquer momento". Naquele mesmo mês, a Comissão Militar Central do Partido tirou do Conselho de Estado, órgão civil, o poder de mobilizar toda a sociedade para a guerra.

Havia um "forte cheiro de pólvora no ar" quando diplomatas americanos e chineses se reuniram em Anchorage em 18 de março. "Pólvora" é uma daquelas palavras que Pequim costuma usar quando quer sinalizar que está pensando em guerra. Foto: diplomatas americanos e chineses no Captain Cook Hotel em Anchorage, Alaska em 18 de março de 2021. (Foto by Frederic J. Brown/Pool/AFP via Getty Images)

Havia um "forte cheiro de pólvora no ar" no início, quando diplomatas americanos e chineses se reuniram em Anchorage em 18 de março. Isso segundo Zhao Lijian do Ministério das Relações Exteriores da China, ao discursar poucas horas após o primeiro dia das negociações EUA-China serem concluídas.

"Pólvora" é uma daquelas palavras que Pequim costuma usar quando quer sinalizar que está pensando em guerra.

O mais preocupante é que o termo também vem carregado de forte emoção, palavra que os propagandistas chineses usam quando querem provocar a população da China continental, lembrando-a da exploração estrangeira, britânica e branca, na época da Guerra do Ópio do século XIX. O Partido Comunista da China, portanto, está agora tentando catalisar o sentimento nacionalista, confluindo o povo chinês, até preparando-o para a guerra.

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China Compra Ensino Superior Ocidental

por Giulio Meotti  •  1 de Abril de 2021

  • "A conferência inaugural garantiu a todos que o Tibete nunca foi anexado e que a intervenção chinesa de 1950 foi solicitada pelos tibetanos, lembrou Nicolas Nord, professor de direito."

  • O novo indicado a chefe da CIA, William J. Burns, assinalou que, se dependesse dele, fecharia os Institutos Confúcio nas universidades ocidentais.

  • Dezessete escolas no Reino Unido já são de propriedade de empresas chinesas e esse número só tende a aumentar. E não para por aí, o jornal The Times revelou que a Universidade de Cambridge recebeu um "generoso presente" da Tencent Holdings, uma das maiores empresas de tecnologia da China envolvida na censura estatal.

  • Hoje sabemos muito sobre a crueldade da China, incluindo o assassinato em massa através do Vírus de Wuhan que o Partido Comunista Chinês impôs ao mundo... resultando no assassinato de mais de 2,5 milhões pessoas.

  • Também sabemos acerca do número de pessoas presas no laogai, as "prisões administrativas" chinesas (estimado em 50 milhões) ...

  • "Lugares habitados por minorias étnicas, como Xinjiang e Tibete, têm se destacado como exemplos brilhantes do progresso nos direitos humanos na China", ressaltou o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, horas antes de discursar na conferência anual do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas. Provavelmente, nem a União Soviética teria condições de sair com essa.

Gulbahar Haitiwaji, uma sobrevivente dos "campos de reeducação" da China em Xinjiang, recentemente revelou o que acontece por lá. "É proibido falar o idioma uigur, é proibido rezar, é proibido fazer greve de fome..." Ela tinha que fazer suas necessidades em um balde de plástico na frente dos outros. Ela ficou acorrentada à sua cama durante 20 dias. Foto: "Centro de Serviço de Formação Educacional e Qualificação Vocacional Cidade Artux," um campo de reeducação onde ficam detidas minorias étnicas, em sua maioria, a muçulmana, norte de Kashgar em Xinjiang. (Foto: Greg Baker/AFP via Getty Images)

O resultado estarrecedor de uma investigação acaba de ser publicado pelo semanário francês Le Point sobre como Pequim vem comprando favores das universidades ocidentais. Senão vejamos: Fabio Massimo Parenti, italiano, professor adjunto do Instituto Internacional Lorenzo de Medici, de Florença, foi recepcionado e patrocinado em Xinjiang, onde se estima que dois milhões de uigures estejam presos em "campos de reeducação". Além disso, muitas escolas britânicas já estão sob o radar de influência e propaganda chinesa. Nigel Farage, líder do Partido Reformador do Reino Unido da Grã-Bretanha, recentemente tuitou que "bilionários chineses ligados diretamente ao PCC (Partido Comunista Chinês) estão comprando escolas britânicas e inundando o currículo com propaganda" e listou os nomes de algumas delas no Reino Unido que se encontram "sob controle chinês":

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Alemanha: Covid-19 Desencadeia Nova Onda de Antissemitismo

por Soeren Kern  •  15 de Março de 2021

  • A polícia alemã reportou um total de 2.275 crimes de ódio antissemita, seis por dia em média em 2020, de acordo com dados preliminares fornecidos pelo governo federal. Este número representa um aumento de mais de 10% em relação ao mesmo período do ano anterior no número de crimes antissemitas, o que por si só já foi um recorde para esse tipo de crime... A polícia conseguiu identificar 1.367 suspeitos, no entanto somente cinco pessoas foram presas.

  • Ainda não está claro porque um número infinitesimal de criminosos pagou pelos seus crimes, acima de tudo quando funcionários do governo afirmam reiteradamente que combater o antissemitismo é prioridade máxima. Uma razão talvez seja por ser politicamente incorreto identificar os verdadeiros suspeitos.

  • A polícia alemã, provavelmente atuando segundo as ordens das autoridades políticas, sistematicamente atribui os crimes de ódio antissemita não resolvidos à extrema direita.

  • "Por que a maioria dos ataques antissemitas são atribuídos aos alemães de 'direita'? Dá para desconfiar de motivação política por trás disso, o recrudescimento do antissemitismo pode ser usado politicamente como arma 'contra a direita'." — Tichys Einblick.

  • "Há muito tempo que ocorrem críticas de especialistas de que a atribuição da vasta maioria dos casos de antissemitismo a extremistas de direita é incorreta e que a outros grupos de marginais, como por exemplo, nos círculos islamistas e muçulmanos, é dada pequeníssima atenção." — Die Welt.

  • "Mesmo hoje, o antissemitismo não é apenas um fenômeno existente nos rincões da extrema-direita. Ele marca presença no coração da nossa sociedade." — Heiko Mass, Ministro das Relações Exteriores da Alemanha.

Alguns manifestantes banalizavam o Holocausto ao se colocarem no mesmo patamar dos judeus perseguidos pelo regime nazista e ao se referirem a si próprios como combatentes da resistência que se opõem a um governo hipoteticamente não democrático. Entre os manifestantes também havia aqueles que alegavam que as quarentenas impostas pelo governo eram idênticas aos campos de prisioneiros da era nazista Foto: um manifestante com um cartaz comparando a Lei de Proteção ao Cidadão do governo da Chanceler Angela Merkel ao Decreto para a Proteção do Povo e do Estado de 1933 de Adolf Hitler, enquanto a polícia dispersa uma manifestação contra as medidas destinadas a limitar a disseminação do coronavírus, em 18 de novembro de 2020 em Berlim. (Foto: Tobias Schwarz/AFP via Getty Images)

Um sem-número de crimes de ódio antissemita atingiu o auge de duas décadas em 2020 na Alemanha, de acordo com novas estatísticas divulgadas pelo governo alemão. O antissemitismo na Alemanha vem aumentando gradativamente nos últimos anos, alimentado em parte por ativistas anti-Israel de extrema esquerda e pela migração em massa do mundo muçulmano. Agora o problema está sendo exacerbado pela pandemia do Coronavírus, que os teóricos da conspiração de extrema direita estão culpando os judeus e Israel.

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Palestinos: UE Agente Facilitador para a Vitória do Hamas

por Bassam Tawil  •  7 de Março de 2021

  • É importante observar que Israel não impediu os palestinos de realizarem eleições presidenciais e parlamentares em 1996, 2005 e 2006.

  • Israel sequer impediu os residentes árabes de Jerusalém de concorrerem às eleições parlamentares de 2006 como candidatos para cargos do Hamas, movimento islamista que não reconhece o direito de Israel de existir e procura substituí-lo por um estado islâmico.

  • O Hamas sob a bandeira "o Islã é a solução", prometeu acabar com a corrupção e praticar boa governança para os palestinos... também prometeu aos eleitores que iria recorrer à "luta armada" contra Israel.

  • Quando o Hamas participou das eleições de 2006, que também foram incentivadas pela UE, o movimento islamista ainda constava na lista das organizações terroristas da UE. No entanto, a UE não tentou impedir a organização terrorista de participar das eleições.

  • Os membros do Quarteto deveriam ter imposto as condições antes e não depois da eleição. Eles tinham todo o direito para tanto: o governo liderado pelo Hamas contava que a comunidade internacional continuasse fornecendo ajuda financeira aos palestinos.

  • O governo liderado pelo Hamas, formado após as eleições de 2006, foi boicotado pela UE e pela maioria da comunidade internacional. Por que? Porque o Hamas, segundo eles, é uma organização terrorista. Se for este o caso, então por que a UE e outros países ocidentais não se opuseram à participação do Hamas nas eleições antes dos votos serem depositados nas urnas?

  • A UE e outros representantes internacionais estão cansados de saber que o Hamas irá concorrer nas próximas eleições e que de novo irá prometer aos palestinos que continuará a "luta armada" contra Israel. Eles podem ouvir claramente o Hamas dizer que seu objetivo é "libertar a Palestina, do Rio Jordão ao Mar Mediterrâneo. "Parece que o objetivo do Hamas de acabar o que Hitler começou, aniquilar os judeus, é exatamente o que a UE e a comunidade internacional querem, secreta ou inconscientemente.

  • Os beltranos que estão dando sinal verde para que o Hamas concorra livre e desimpedido nas eleições, estão facilitando mais uma vitória do grupo terrorista e a certa ascensão ao poder.

Os dito-cujos que agora pressionam os palestinos a realizarem outra eleição "livre e transparente" deveriam checar seus pontos cegos. A UE e outros representantes internacionais que estão dando sinal verde para que o Hamas concorra livre e desimpedido nas eleições, estão facilitando mais uma vitória do grupo terrorista e a certa ascensão ao poder. Foto: uma mulher em Abu Dis, perto de Jerusalém, examina caixas lacradas contendo documentos sob os olhares de um observador da União Europeia, diante dos preparativos nas últimas eleições para o Conselho Legislativo Palestino, em 24 de janeiro de 2006. (Foto: Uriel Sinai/Getty Images)

Diante da pressão da União Europeia, Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestina, marcou no mês passado, pela primeira vez em 15 anos, as datas para a realização das eleições gerais.

A UE num piscar de olhos comemorou a decisão de Abbas de realizar eleições para o Conselho Legislativo Palestino, a presidência e o Conselho Nacional da OLP.

"Trata-se de uma medida muito bem-vinda, visto que instituições democráticas participativas, representativas e responsáveis são fundamentais para a autodeterminação palestina e construção do país", salientou um porta-voz da UE em Bruxelas. "Nos últimos anos, a UE tem apoiado e financiado sistematicamente o trabalho da Comissão Eleitoral Central para ela se preparar para a realização de eleições livres, transparentes e inclusivas para todos os palestinos."

A UE também exortou as autoridades israelenses "a facilitarem a realização de eleições em todo o território palestino".

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A China Está Criando uma Nova Raça Superior

por Gordon G. Chang  •  3 de Março de 2021

  • "A inteligência dos Estados Unidos revela que a China conduziu testes em militares do Exército Popular de Libertação da China na esperança de cultivar soldados com habilidades biologicamente aprimoradas", escreveu o então Diretor de Inteligência Nacional John Ratcliffe, em 3 de dezembro em um artigo de opinião no Wall Street Journal intitulado "China Is National Security Threat No. 1" (A China é a Ameaça nº 1 à Segurança Nacional).

  • Toda esta agitação chinesa visa alcançar a "hegemonia biológica". "Para Pequim não há nenhum limite ético na busca do poder, salientou Ratcliffe."

  • O experimento evocou o programa de eugenia do Terceiro Reich para criar uma "raça superior".

  • Após um bafafá internacional causado pelas notícias de seu perigoso e antiético trabalho, He (Jenkui) de Shenzhen foi multado e preso por "conduzir ilegalmente a edição de genes de embriões humanos", mas no país de vigilância quase total do Partido Comunista, ele obviamente tinha respaldo estatal para realizar seus experimentos... A ação judicial de Pequim contra He, portanto, mais parece uma tentativa de colocar panos quentes na ira e evitar que a comunidade científica internacional peça uma investigação sobre a conduta da China.

  • O mais preocupante em relação a essa empreitada é que a China logrou acesso ao CRISPR e à pesquisa genética e biotecnológica avançadas, graças ao seu relacionamento com os Estados Unidos e demais nações ocidentais avançadas. "Laboratórios de pesquisa, investidores em biotecnologia e cientistas americanos se acotovelaram para conduzirem pesquisas e negócios na arena da biotecnologia chinesa... porque os padrões éticos para pesquisa... são extremamente baixos" — Brandon Weichert, autor de The Weichert Report and Winning Space, entrevista ao Gatestone Institute, fevereiro de 2021.

O regime da China é desprovido de ética ou decência, não está sujeito a nenhuma lei e não tem qualquer senso de moderação. No entanto, com a rápida transformação da biotecnologia para uso bélico, a China dispõe de tecnologia para iniciar uma espécie totalmente nova de humanos geneticamente aprimorados para marcharem com passos de ganso. Foto: desfile militar do Exército Popular de Libertação da China em 1º de outubro de 2019 em Pequim, China. (Foto: Kevin Frayer/Getty Images)

Bing Su, geneticista chinês do Instituto de Zoologia Kunming, órgão estatal, recentemente inseriu o gene humano MCPH1, que estimula o desenvolvimento do cérebro em um macaco. A inserção poderia tornar a inteligência daquele macaco mais humana do que a dos prossímios. O próximo experimento de Su é inserir em macacos o gene SRGAP2C, relacionado à inteligência humana e o gene FOXP2, ligado às habilidades de linguagem.

Ninguém assistiu o Planeta dos Macacos na China?

Talvez alguém tenha assistido. "O avanço da biotecnologia na China está caminhando em uma direção realmente macabra", escreve Brandon Weichert do The Weichert Report em um artigo postado no site American Greatness.

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Dinamarca: "Nossa Meta é Zero Candidatos a Asilo"

por Soeren Kern  •  27 de Fevereiro de 2021

  • "Nosso objetivo é zero candidatos a asilo. Não podemos prometer zero candidatos a asilo, mas podemos estabelecer a visão de um novo sistema de asilo e, a partir daí, fazermos o que estiver ao nosso alcance para implementá-lo. Temos que ter o cuidado para que não venham muitas pessoas ao nosso país, caso contrário nossa coesão social não terá condições de existir. Ela já está sendo questionada." — Mette Frederiksen, Primeira Ministra da Dinamarca.

  • "Lamentavelmente, acredito que o relaxamento acabará em um aumento no número de candidatos a asilo na Dinamarca quando a crise da Covid-19 tiver acabado. Basta olharmos para as Ilhas Canárias que agora estão sendo inundadas com refugiados. A questão é se vamos experimentar uma nova crise de migração parecida com a de 2015, quando a crise do corona acabar." — Pia Kjærsgaard, parlamentar, Partido do Povo Dinamarquês.

  • "A luta contra o islamismo gira em torno da sobrevivência do estado de bem estar social. A Dinamarca não deve se adaptar ao Islã. O Islã deve se adaptar à Dinamarca." — Mattias Tesfaye, Ministro da Imigração da Dinamarca.

A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, anunciou que seu governo pretende limitar significativamente o número de pessoas que procuram asilo na Dinamarca. Foto: policiais dinamarqueses conduzem inspeções pontuais na chegada da Alemanha, no posto de fronteira da rodovia A7 em 6 de janeiro de 2016 perto de Padborg, Dinamarca, na tentativa de barrar a entrada de refugiados e migrantes. (Foto: Sean Gallup/Getty Images)

A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, anunciou que seu governo pretende limitar significativamente o número de pessoas que procuram asilo na Dinamarca. O objetivo, segundo ela, é preservar a "coesão social" do país.

As declarações de Frederiksen, que foram bem recebidas por muitos e rejeitadas por outros que as consideram promessas vazias, são as últimas investidas de um longo debate sobre o multiculturalismo e o papel do Islã na sociedade dinamarquesa.

A Dinamarca, cuja população é de 5,8 milhões de habitantes, acolheu aproximadamente 40 mil pedidos de asilo nos últimos cinco anos, de acordo com dados compilados pelo site Statista. A maioria dos pedidos recebidos pela Dinamarca, um país predominantemente luterano, era de migrantes de países muçulmanos da África, Ásia e Oriente Médio.

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A Transformação Religiosa das Escolas Francesas

por Giulio Meotti  •  26 de Fevereiro de 2021

  • Na França borbulha uma guerra de baixa intensidade cujo objetivo é radicalizar a educação.

  • Na Escola Pierre Mendès France em Saumur, um estudante disse ao seu professor: "meu pai vai te decapitar". Tornou-se impraticável fazer uma lista com dados precisos sobre estes incidentes. Eles ocorrem todos os dias na França.

  • "Diante da intimidação islamista, o que deveria o mundo livre fazer?" — Título da coluna de Robert Redeker no Le Figaro em 2006. Poucos dias depois, ele começou a receber ameaças de morte.

  • Se os extremistas conseguiram intimidar escolas e universidades da França, por que não conseguiriam colocar de joelhos toda a sociedade?

Na França borbulha uma guerra de baixa intensidade cujo objetivo é radicalizar a educação. O Ministro da Educação da França, Jean Michel Blanquer revelou que depois da decapitação do professor Samuel Paty, ocorreram 800 "incidentes" islamistas em escolas francesas. Foto: Faculdade de Bois-d'Aulne em Conflans-Saint-Honorine, onde Samuel Paty foi assassinado em 16 de outubro de 2020. (Foto: by Bertrand Guay/AFP via Getty Images)

"Diferentemente de você, coronel, e de tantos outros, Mila jamais irá se prostrar", escreveu o pai da adolescente francesa ao diretor da escola que ela frequenta em uma carta publicada pela revista semanal Le Point. Em 18 de janeiro de 2020 Mila O., então com 16 anos, se manifestou de maneira ofensiva sobre o Islã durante sua transmissão ao vivo no Instagram.

"Durante a transmissão, um menino muçulmano a convidou para sair, mas ela recusou por ser gay. Ele respondeu acusando-a de racismo, chamando-a de 'lésbica imunda'. No vídeo seguinte, transmitido imediatamente após ter sido insultada, Mila respondeu dizendo que 'odeia religião'".

Mila deu seguimento: "o Alcorão é uma religião de ódio, só há ódio nela. O Islã é uma m***a..." Desde então, ela recebeu cerca de 50 mil mensagens e cartas com ameaças de estupro, de cortar sua garganta, de torturá-la e de decapitá-la. Ela teve que mudar, sem parar, de uma escola para outra.

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Turcos Festejam Simpatizante dos Nazistas

por Uzay Bulut  •  20 de Fevereiro de 2021

  • Lamentavelmente, Atsız ainda tem muitos simpatizantes na Turquia.

  • "Assim como a lama não irá virar ferro nem se for colocada no forno, o judeu jamais será turco, por mais que se esforce. O "turquiquês" é um privilégio, não é para qualquer um, principalmente para aqueles como os judeus... Se ficarmos com raiva, não iremos só exterminar os judeus como os alemães fizeram, iremos mais longe..." — Hüseyin Nihal Atsız, em seu jornal Revolução Nacional (Milli Inkılap), 1934.

  • Hoje, por trás de muitas das incessantes políticas agressivas da Turquia, como empreendimentos antiarmênios, antigregos, anticipriotas, antijudaicos, anticurdos, antiocidentais e anti-israelenses, se encontram enraizadas nas visões racistas de Atsız e dos da farinha do mesmo saco. Durante décadas, milhões de turcos foram envenenados com as visões alinhadas com o estilo nazista de Atsız.

Em novembro, o município da região metropolitana de Istambul, liderado pelo Partido Republicano Popular (CHP), principal partido de oposição da Turquia, atribuiu o nome de um parque em Istambul em homenagem a Hüseyin Nihal Atsız, um racista antissemita, um dos mais proeminentes simpatizantes dos nazistas da Turquia. Foto: Kemal Kilicdaroglu líder do CHP (esquerda), acena a apoiadores em um comício no distrito de Maltepe em 9 de julho de 2017. (Foto: Yasin Akgul/AFP via Getty Images)

Em novembro, o município da região metropolitana de Istambul, liderado pelo Partido Republicano Popular (CHP), principal partido de oposição da Turquia, atribuiu o nome de um parque em Istambul em homenagem a Hüseyin Nihal Atsız, um racista antissemita, um dos mais proeminentes simpatizantes dos nazistas da Turquia. O pedido para a nomeação foi feito por membros de outro partido de oposição, o "Partido Bom" (Iyi). Atsız (1905-1975) ficou conhecido como "medidor de crânios", ofício que servia para constatar o "quão turco" era determinado indivíduo.

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A Palestina é um País?

por Alan M. Dershowitz  •  14 de Fevereiro de 2021

  • O altamente politizado Tribunal Penal Internacional acaba de declarar a criação de um estado soberano para os palestinos. O órgão fez o que fez sem nenhuma negociação com Israel, sem nenhum acordo mútuo e sem nenhum reconhecimento de fronteiras. A criação do país também se deu sem que o órgão tenha qualquer autoridade legal para tanto, visto que o Estatuto de Roma, que instituiu o Tribunal Penal Internacional, não estipula que este tribunal criminal possa reconhecer novos países.

  • O Tribunal Penal Internacional não é um tribunal autêntico no verdadeiro sentido do termo. Diferentemente dos verdadeiros tribunais, que têm estatutos e leis ordinárias para interpretar, o Tribunal Penal Internacional simplesmente inventa. Conforme o juiz dissidente tão acertadamente apontou, a decisão sobre a Palestina não tem como base nenhuma lei existente. Ela se baseia puramente em política.

  • Os palestinos, tanto os da Cisjordânia quanto os de Gaza, que se recusaram a negociar de boa fé e usaram o terrorismo como principal reivindicação de reconhecimento, foram recompensados por sua violência com esta decisão.

  • As verdadeiras vítimas dessa seletiva ação penal são os cidadãos desses países de terceiro mundo, que estão sendo mortos e mutilados por seus líderes.

  • Em suma, a decisão do Tribunal Penal Internacional sobre a Palestina é um revés à métrica dos direitos humanos. Em síntese, é uma vitória do terrorismo e da relutância em negociar um acordo de paz. Além disso é um forte argumento para que os Estados Unidos e Israel não ingressem neste "tribunal" tendencioso e lhe proporcione qualquer legitimidade.

O Tribunal Penal Internacional (TPI) não é um tribunal autêntico no verdadeiro sentido do termo. Diferentemente dos verdadeiros tribunais, que têm estatutos e leis ordinárias para interpretar, o Tribunal Penal Internacional simplesmente inventa. Foto: a Procuradora Geral do TPI, Fatou Bensouda, em uma entrevista coletiva à imprensa em 3 de maio de 2018 em Kinshasa, República Democrática do Congo. (Foto: John Wessels/AFP via Getty Images)

O altamente politizado Tribunal Penal Internacional acaba de declarar a criação de um estado soberano para os palestinos. O órgão fez o que fez sem nenhuma negociação com Israel, sem nenhum acordo mútuo e sem nenhum reconhecimento de fronteiras. A criação do país também se deu sem que o órgão tenha qualquer autoridade legal para tanto, visto que o Estatuto de Roma, que instituiu o Tribunal Penal Internacional, não estipula que este tribunal criminal possa reconhecer novos países. Além disso, nem Israel nem os Estados Unidos ratificaram esse tratado, portanto, as decisões do Tribunal Penal Internacional não têm força vinculante para eles. Esta decisão por maioria apertada também não é vinculativa para os signatários, já que ultrapassa a autoridade do assim chamado tribunal.

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Calamidade Global: Perseguição a 340.000.000 de Cristãos

por Raymond Ibrahim  •  6 de Fevereiro de 2021

  • A "perseguição extrema" pela qual passam os cristãos em 10 das 12 piores nações vem da "opressão islâmica" ou então ocorre em nações de maioria muçulmana. Entre elas se encontram: Afeganistão (nº 2), Somália (nº 3), Líbia (nº 4), Paquistão (nº 5), Iêmen (nº 7), Irã (nº 8), Nigéria (nº 9), Iraque (nº 11) e Síria (nº 12).

  • "Em relação aos cristãos indianos, 80% dos que receberam ajuda da Open Doors dizem que foram preteridos na distribuição de alimentos durante a pandemia da COVID-19." — Open Doors, World Watch List.

  • Considerando que, pela primeira vez em mais de uma década, a China se posicionou entre os 20 maiores perseguidores, segundo a Open Doors World Watch List, subindo da 23ª posição no ano passado para a 17ª, tal galgada não é bom sinal para os cristãos, que já são "intensamente monitorados pelo estado".

  • Analogamente, na Turquia, que subiu para 25º lugar em relação ao 36º no ano passado, a "filiação religiosa é registrada no chip eletrônico da carteira de identidade, o que torna mais fácil discriminar os cristãos".— Open Doors, World Watch List.

  • "Mais cristãos são assassinados por causa da sua fé na Nigéria do que em qualquer outro país". — Open Doors, World Watch List.

(Imagem: iStock)

Ao redor do mundo, 13 cristãos são mortos todos os dias por causa da sua fé, 12 são ilegalmente detidos ou encarcerados, 5 são sequestrados e 12 igrejas ou outras construções cristãs são atacadas.

Estas são algumas das desconcertantes revelações da recém-lançada Open Doors' 2021 da World Watch List (WWL-2021). O estudo anual classifica as 50 nações no ranking onde os cristãos são mais perseguidos por conta da sua religião.

Ao todo, "mais de 340 milhões de cristãos sofrem com os altos índices de perseguição e discriminação por conta da sua fé." Cerca de 309 milhões destes cristãos "sofrem de altíssimos ou de extremos índices. Trocando em miúdos: 1 em cada 8 em todo o mundo, 1 em cada 6 na África, 2 em cada 5 na Ásia e 1 em cada 12 na América Latina." (Salvo indicação em contrário, todas as citações neste artigo fazem parte da World Watch List da Open Doors 2021).

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Apartheid Médico dos Árabes - Onde Está a Indignação?

por Bassam Tawil  •  31 de Janeiro de 2021

  • Cidadãos libaneses lançaram uma campanha online dizendo que eles têm o direito de serem vacinados antes de qualquer estrangeiro residente no país. O termo "estrangeiro" se refere comumente às centenas de milhares de palestinos que vivem no Líbano.

  • A campanha, que é condenada pelos palestinos e por outros como "racista" e "discriminatória", evidentemente não conseguiu chamar a atenção desses indivíduos e organizações que fazem acusações falsas e difamatórias contra Israel. Eles não estão nem aí com essa campanha racista porque se trata de um país árabe e não Israel, que está discriminando árabes (palestinos).

  • A bem da verdade, Israel vacinou mais palestinos do que qualquer país árabe... Dado que dezenas de milhares de árabes israelenses e residentes de Jerusalém Oriental foram imunizados sem nenhum problema, significa que Israel é o único país que realmente tem vacinado, até o momento, os palestinos.

Cidadãos libaneses lançaram uma campanha online, dizendo que eles têm o direito de serem vacinados antes de qualquer estrangeiro residente no país. O termo "estrangeiro" se refere comumente às centenas de milhares de palestinos que vivem no Líbano. Enquanto isso, Israel vacinou mais palestinos do que qualquer país árabe. Foto: uma mulher palestina sendo imunizada contra o coronavírus com a vacina da Pfizer-BioNTech em uma unidade do Clalit Health Services em Jerusalém, Israel em 12 de janeiro de 2021. (Foto: Ahmad Gharabli/AFP via Getty Images)

Embora Israel venha sendo falsamente acusado por alguns órgãos de imprensa internacionais e organizações de direitos humanos de "recusar" vacinar palestinos na Cisjordânia e na Faixa de Gaza contra a COVID-19, parece que ninguém está interessado no que está acontecendo no Líbano, um país árabe que há muito tempo abriga centenas de milhares de palestinos, sírios e demais árabes.

Primeiro, o Acordo Provisório Israelense-Palestino de 1995 afirma que "os poderes e responsabilidades na esfera da saúde na Cisjordânia e na Faixa de Gaza serão transferidos para o lado palestino".

Segundo reza o acordo, "o lado palestino deverá continuar cumprindo os atuais padrões de vacinação dos palestinos e incrementá-los segundo os padrões internacionalmente aceitos e também continuar a vacinação da população (palestina)."

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Dois Anos de "Vergonhosa" Atuação da Alemanha no Conselho de Segurança da ONU

por Soeren Kern  •  25 de Janeiro de 2021

  • Um exame mais minucioso sobre os padrões de votação da Alemanha nas Nações Unidas nos últimos anos, no entanto, revela um preocupante duplo padrão de dois pesos e duas medidas em uma série de matérias, especialmente aquelas envolvendo direitos humanos que o governo alemão alega ser "a pedra angular" de sua política externa.

  • Os registros mostram que durante sua permanência no Conselho de Segurança da ONU, a Alemanha votou em dezenas de resoluções, muitas das quais ao sabor do antissemitismo, ao estigmatizar apenas e tão somente Israel, a única democracia no Oriente Médio.

  • Além disso, a Alemanha fez vista grossa diante de inúmeros e contumazes violadores dos direitos humanos, como China, Líbia, Mauritânia, Sudão, Paquistão e Venezuela, entre outros, que foram eleitos para o Conselho de Direitos Humanos da ONU, órgão máximo de direitos humanos da ONU.

  • Em 2020 a Alemanha votou 13 vezes condenando Israel, contudo sequer apresentou uma única resolução referente à situação dos direitos humanos na China, Cuba, Arábia Saudita, Turquia Paquistão e Venezuela, nem em relação a 175 outros países de acordo com o UN Watch, grupo não governamental, independente, com sede em Genebra, encarregado de defender os direitos do cidadão.

  • "Muito embora praticamente todos os países da UE tivessem votado a favor de 13 das 17 resoluções da AGNU (Assembleia Geral das Nações Unidas) que estigmatizaram apenas e tão somente Israel este ano, não apresentaram nem uma única resolução a favor dos ativistas dos direito (sic) das mulheres presas e torturadas na Arábia Saudita, artistas dissidentes presos em Cuba, jornalistas jogados atrás das grades na Turquia, minorias religiosas atacadas no Paquistão e membros da oposição perseguidos na Venezuela, onde mais de cinco milhões de pessoas fugiram da repressão governamental, da fome e do colapso econômico." — UN Watch, 16 de dezembro de 2020

  • A Alemanha seguiu a mesma linha política de aprovação de resoluções anti-Israel na ONU em 2018, 2017 e 2016, quando votou a favor de uma resolução extraordinariamente vergonhosa na ONU, copatrocinada pelo grupo de países árabes juntamente com a delegação palestina, que escolheu a dedo apenas e tão somente Israel como o único violador mundial da "saúde mental, física e ambiental".

Um exame mais minucioso sobre os padrões de votação da Alemanha nas Nações Unidas nos últimos anos, revela um preocupante duplo padrão de dois pesos e duas medidas em uma série de matérias, especialmente aquelas envolvendo direitos humanos que o governo alemão alega ser "a pedra angular" de sua política externa. Foto: Ministro das Relações Exteriores da Alemanha Heiko Maas (esquerda) e o Embaixador para as Nações Unidas Christoph Heusgen durante uma reunião no Conselho dos Direitos Humanos da ONU em 28 de março de 2018 em Nova Iorque. (Foto: Angela Weiss/AFP via Getty Images)

O mandato de dois anos da Alemanha como membro não permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas terminou em 31 de dezembro de 2020. O Ministério das Relações Exteriores da Alemanha, ao se autoelogiar sobre as inúmeras realizações da sua atuação no sentido de "fortalecer a ordem internacional", declarou que a Alemanha agora fez por merecer um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU.

Um exame mais minucioso sobre os padrões de votação da Alemanha nas Nações Unidas nos últimos anos, no entanto, revela um preocupante duplo padrão de dois pesos e duas medidas em uma série de matérias, especialmente aquelas envolvendo direitos humanos, que o governo alemão alega ser "a pedra angular" de sua política externa.

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