Últimas Análises e Comentários

Cidades Europeias Assimilam a Lei da Sharia

por Giulio Meotti  •  20 de Agosto de 2017

  • O prefeito de Londres, Sadiq Khan, proibiu anúncios que promovam "expectativas não realistas no tocante à imagem do corpo e da saúde das mulheres". Agora Berlim está planejando proibir imagens onde as mulheres são retratadas como "lindas mas fracas, histéricas, idiotas, loucas, ingênuas ou governadas pelas emoções". O escritor e jornalista do jornal Der Tagesspiegel, Harald Martenstein, afirmou que é possível que a orientação "tenha sido incorporada do manifesto do Talibã".

  • A ironia é que esta onda de moralidade e "virtude" vem de cidades governadas por políticos esquerdistas desinibidos, que durante anos fizeram campanha a favor da liberação sexual. Virou tema de discussão "feminista" defender a conduta da sharia.

  • Parafraseando o escritor americano Daniel Greenfield: a ironia das mulheres celebrarem sua própria opressão é tanto de cortar o coração como de estupefazer.

Se o Ocidente continuar traindo o valor democrático da liberdade individual, os fundamentalistas islâmicos, como aqueles que impuseram burcas às mulheres líbias, farão o mesmo com as mulheres do Ocidente. (Foto Alexander Hassenstein/Getty Images)

Dias após o Estado Islâmico ter conquistado a cidade de Sirte na Líbia há dois anos, apareceram gigantescos outdoors na fortaleza islamista, alertando as mulheres que elas deveriam usar hijabs para esconderem o corpo todo e nada de perfume. Entre outras coisas esses "mandamentos da sharia em relação à hijab" incluíam o uso de tecido grosso e opaco e que a hijab não "lembrasse trajes de infiéis".

Dois anos mais tarde, as três cidades mais importantes da Europa - Londres, Paris e Berlim - estão seguindo a mesma moda da sharia.

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Mutilação Genital Feminina: Multiculturalismo Enlouquecido

por Khadija Khan  •  14 de Agosto de 2017

  • A petição sobre a "liberdade religiosa" revela involuntariamente as falsas alegações feitas por proeminentes muçulmanos - como o estudioso/apresentador de TV iraniano/americano Reza Aslan e a ativista palestina/americana Linda Sarsour, que insistem que a mutilação genital feminina (FGM em inglês) não é "uma prática islâmica".

  • De acordo com as estatísticas do Serviço Nacional de Saúde, pelo menos uma menina a cada hora está sujeita a este procedimento agonizante somente no Reino Unido - e já faz quase 30 anos que a prática lá é ilegal.

  • A FGM não é um crime menos estarrecedor do que o estupro ou a escravidão, no entanto as autoproclamadas feministas no Ocidente - incluindo muçulmanas como Linda Sarsour e ativistas não muçulmanas se engajam em uma cruzada contra a "islamofobia" - silenciam quando se trata de práticas bárbaras ou negam sua conexão com o Islã. Será que elas também apoiam a escravidão, outra prática respaldada pelo Islã?

Supermodelo/atriz Waris Dirie, natural da Somália, proeminente ativista anti-FGM, encabeçou e financiou o Desert Flower Center, uma clínica na Alemanha que oferece tratamento físico e psicológico às vítimas da mutilação genital feminina. (Foto: Carlos Alvarez/Getty Images)

Os advogados de defesa de dois médicos de Michigan, naturais da Índia e uma de suas esposas, que foram indiciados pelo júri em 22 de abril e acusados de mutilar os órgãos genitais de duas meninas de sete anos, pretendem apresentar o argumento de liberdade religiosa na representação de seus clientes muçulmanos.

Os réus são membros da Dawoodi Bohra, uma seita islâmica de sua terra natal. Na esfera federal, sendo este o primeiro caso desde que a mutilação genital feminina (FGM em inglês) foi proibida em 1996, a defesa afirma que a prática é um ritual religioso e, portanto, deve ser protegido pela lei dos Estados Unidos.

A petição revela involuntariamente as falsas alegações feitas por proeminentes muçulmanos - como o estudioso/apresentador de TV iraniano/americano Reza Aslan e a ativista palestina/americana Linda Sarsour, que insistem que a FGM não é "uma prática islâmica".

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Qatar e Arábia Saudita Querem Islamizar uma das Maiores Catedrais das Europa

por Giulio Meotti  •  7 de Agosto de 2017

  • No simbolismo islâmico, Córdoba é o califado perdido. As autoridades políticas de Córdoba deram um duro golpe à reivindicação da Igreja Católica de propriedade da catedral, declarando que "a consagração religiosa não é a maneira certa de adquirir propriedades". Mas é assim que a história funciona, especialmente nas terras onde o cristianismo e o Islã lutaram a duras penas pelo seu domínio. Por que os secularistas não pressionam o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, a devolver aos cristãos a Hagia Sophia? Ninguém levantou a sobrancelha pelo fato da "maior catedral da cristandade ter se transformado em uma mesquita".

  • A "esquerda" espanhola, que governa a região, quer transformar a igreja em "um local de encontro das fés". Belas palavras ecumênicas, na realidade uma armadilha mortal do domínio islâmico sobre as demais religiões. Se estes islamistas, apoiados pelos militantes seculares, forem capazes de trazer Alá de volta para a Catedral de Córdoba, um tsunami do supremacismo islâmico irá afundar o decadente cristianismo da Europa. Há milhares de igrejas vazias esperando para serem preenchidas pelas vozes dos muezins.

  • A investida ocidental de libertar Jerusalém na Idade Média é condenada como imperialismo cristão, ao passo que as campanhas muçulmanas para colonizar e islamizar o Império Bizantino, Norte da África, Bálcãs, Egito, Oriente Médio e a maior parte da Espanha, só para lembrar de alguns territórios, são celebrados como períodos de iluminismo.

Principal altar da Catedral de Córdoba. (Imagem: Wikimedia Commons/© José Luiz Bernardes Ribeiro / CC BY-SA 3.0)

Parece que os supremacistas muçulmanos vivem no mundo da fantasia - assim como também contam com uma longa história − de transformar lugares cristãos em islâmicos. Considere por exemplo a catedral gótica Saint-Denis que leva o nome do primeiro bispo cristão de Paris enterrado naquele local em 250 d.C. e o túmulo de Charles Martel, cuja vitória barrou a invasão muçulmana da França em 732. Agora, de acordo com o estudioso Gilles Kepel, este lugar de sepultamento da maioria dos reis e rainhas da França virou "a Meca do Islã da França". Os islamistas franceses sonham em tomar posse daquele átrio e substituir os sinos das igrejas pelo chamamento do muezim (encarregado que chama os muçulmanos às orações do alto dos minaretes).

Recentemente, na maior catedral da Turquia, Hagia Sophia, a chamada do muezim ecoou dentro da igreja do século VI pela primeira vez em 85 anos.

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Palestinos: O Engodo dos Detectores de Metais

por Khadija Khan  •  5 de Agosto de 2017

  • Os detectores de metais são lugar comum nas mesquitas mais importantes do Oriente Médio, mais de 5.000 câmeras de vigilância (além de 100.000 agentes de segurança) monitoram os peregrinos que se dirigem para Meca na Arábia Saudita durante o Haj anual.

  • Enquanto o terrorista estava sendo tratado em um hospital israelense, a Autoridade Palestina celebrava seu ato e deu início aos procedimentos segundo os quais ele receberá um salário de mais de US$3.000 por mês pela tentativa de se tornar "mártir" por intermédio do assassinato de judeus.

  • Está na hora da comunidade internacional impedir que as portas fiquem abertas para que os radicais usem o povo palestino como peões para que atinjam seu objetivo maior, transparente a todos, incluindo a todos os muçulmanos: varrer Israel do mapa através da deslegitimação.

Palestinos perto da Cidade Velha de Jerusalém protestam contra a instalação de detectores de metais por Israel nas entradas do Monte do Templo, a despeito dos detectores de metais já terem sido removidos dias antes, em 28 de julho de 2017. (Foto Ilia Yefimovich/Getty Images)

Após intensa pressão do mundo muçulmano e da comunidade internacional, Israel retirou todos os detectores de metais e infraestruturas de câmeras de vigilância do Monte do Templo em Jerusalém, local da Mesquita de Al-Aqsa.

Provavelmente para ofuscar a razão pela qual os detectores de metais foram realmente instalados: um ataque terrorista desferido em 14 de julho, no qual três cidadãos árabes israelenses assassinaram dois policiais drusos israelenses com armas que eles haviam escondido no interior da mesquita. A Autoridade Palestina (AP) pediu aos muçulmanos para que boicotem o Monte do Templo e lancem o "Dia da Ira" contra o estado judeu.

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Alemanha: Disseminação de Doenças Infecciosas à Medida que Migrantes se Instalam

por Soeren Kern  •  3 de Agosto de 2017

  • Um novo estudo que acaba de ser divulgado pelo Instituto Robert Koch (IRK), principal instituição do governo federal para o monitoramento e prevenção de doenças, confirma que houve um aumento generalizado de doenças desde 2015, quando a Alemanha acolheu um número jamais visto de migrantes.

  • Médicos afirmam que o número de casos de tuberculose é muito maior do que indicam os números oficiais e acusam o IRK de minimizar a ameaça com o intuito de evitar botar mais lenha na fogueira nos sentimentos anti-imigração.

  • "Foram enviados de 700 mil a 800 mil pedidos de asilo e 300 mil refugiados desapareceram. Eles foram checados? Eles são de países de alto risco?" — Carsten Boos, cirurgião ortopedista, entrevistado pela revista Focus.

Joachim Gauck, o então presidente da Alemanha, conversa com médicos na enfermaria de um centro de acolhimento de imigrantes em 26 de agosto de 2015 em Berlim-Wilmersdorf, Alemanha. (Foto de Jesco Denzel/Bundesregierung da Getty Images)

A um candidato a asilo do Iêmen, que teve o visto negado, foi cedido abrigo em uma igreja no norte da Alemanha para evitar que ele fosse deportado, ao que tudo indica, por ter infectado mais de 50 crianças alemãs com uma cepa altamente contagiosa de tuberculose.

O homem, a quem foi dado abrigo em uma igreja em Bünsdorf, entre janeiro e maio de 2017, tinha frequente contato com as crianças, algumas com menos de três anos de idade, que frequentavam uma creche nas dependências do abrigo. Ele deu entrada em um hospital em Rendsburg em junho e posteriormente diagnosticado com tuberculose - uma doença que só recentemente chamou a atenção dos alemães.

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Detectores de Metais e Mentiras Palestinas

por Bassam Tawil  •  24 de Julho de 2017

  • Os policiais assassinados estavam lá para garantir a segurança dos fiéis muçulmanos. Os formadores de opinião palestinos manipulam, procurando desviar a atenção do ataque terrorista, fazendo parecer que a crise começou quando Israel instalou os detectores de metais e não quando dois policiais foram assassinados.

  • Primeiro, as medidas de segurança, incluindo a instalação dos detectores de metais, não foi uma iniciativa israelense e sim uma resposta direta e necessária a um ataque terrorista específico. O governo israelense não convocou uma reunião para tomar a decisão de instalar os detectores de metais para alterar o status quo ou impedir que os muçulmanos rezassem.

  • Segundo, foram os palestinos que tomaram a decisão de não entrar no Monte do Templo a menos que os detectores de metais fossem removidos. Os palestinos e a Waqf estão mentindo para o mundo dizendo que Israel está negando acesso aos muçulmanos aos seus lugares sagrados.

  • A oposição palestina à instalação dos detectores de metais no Monte do Templo significa uma coisa apenas: que os palestinos estão determinados a transformar o lugar sagrado em um esconderijo para o armazenamento de armas e usá-lo como plataforma de lançamento para realizar ataques terroristas contra cidadãos israelenses. Se a mesquita fosse realmente destruída no desenrolar dos acontecimentos, adivinhe quem seria o culpado? Quem sabe seja esse o verdadeira propósito.

Aproximadamente 4 mil palestinos muçulmanos rezam do lado de fora da entrada da Cidade Velha de Jerusalém, 19 de julho de 2017, em sinal protesto contra a instalação de detectores de metais nas entradas do Monte do Templo. (Foto de Ilia Yefimovich/Getty Images)

A polêmica criada em torno da decisão das autoridades israelenses de colocar detectores de metais nas entradas do Monte do Templo trás à mente o famoso ditado árabe: "ele me bateu e chorou e depois veio até mim para se queixar". Essa inversão da realidade é muito comum nos criminosos que fingem ser vítimas.

A decisão de instalar detectores de metais veio depois que terroristas árabes assassinaram dois policiais israelenses no Monte do Templo em 14 de julho. Os três terroristas - cidadãos árabes israelenses da cidade de Umm al-Fahm - carregavam uma metralhadora e facas para desfechar o ataque. As armas foram facilmente infiltradas no Monte do Templo devido ao fato de fiéis não terem sido obrigados a passar por detectores de metais nem serem revistados por policiais a postos nos portões.

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A Europa Oriental Opta pela Civilização Ocidental

por Giulio Meotti  •  23 de Julho de 2017

  • "A maior diferença é que na Europa, política e religião estão separadas uma da outra, mas no caso do Islã é a religião que rege a política" — Zoltan Balog, Ministro de Recursos Humanos da Hungria.

  • Não é por acaso que o presidente Trump escolheu a Polônia, um país que lutou contra o nazismo e o comunismo, para conclamar o Ocidente a mostrar um tantinho de disposição em sua luta existencial contra o novo totalitarismo: o Islã radical.

  • "Possuir armas é uma coisa, estar disposto a usá-las é outra coisa totalmente diferente". — Professor William Kilpatrick, Boston College.

Presidente Donald Trump discursando em Varsóvia, Polônia, de fronte do monumento em homenagem ao Levante de Varsóvia de 1944 contra os alemães, em 6 de julho de 2017. (Imagem: Casa Branca)

Em um discurso histórico diante de uma exultante multidão polonesa, precedendo o início da reunião dos líderes da Cúpula do G20, o presidente dos EUA, Donald Trump descreveu a luta do Ocidente contra o "terrorismo islâmico radical" como forma de proteger "nossa civilização e nosso modo de vida". Trump perguntou se o Ocidente tinha a determinação de sobreviver:

"Temos a necessária convicção de nossos valores a ponto de defendê-los a qualquer custo? Temos o devido respeito pelos nossos cidadãos a ponto de proteger nossas fronteiras? Temos o desejo e a coragem suficientes de defender a nossa civilização diante dos que querem subvertê-la e destruí-la?"

A pergunta de Trump poderá ressoar na Europa Oriental, lugar escolhido por ele para proferir seu eloquente discurso.

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Alemanha: Polícia Chechena da Sharia Aterroriza Berlim

por Soeren Kern  •  18 de Julho de 2017

  • Ameaças de violência contra as mulheres "errantes" são vistas como "atos de patriotismo".

  • "Eles vieram para a Alemanha porque queriam viver na Alemanha, mas continuam se empenhando em transformar o país em uma nova Chechênia com seus costumes medievais." — Assistente social entrevistado pela organização de mídia independente em idioma russo Meduza.

  • "A atenção de todos está voltada para os sírios, mas os chechenos compõem o grupo mais perigoso. Não estamos dando a devida atenção a isso." — Polícia de Frankfurt (Oder).

Os chechenos disseram em entrevistas que as expectativas de comportamento são mais rígidas e rigorosas entre os emigrantes chechenos que estão na Alemanha do que os que estão na própria Chechênia - "uma competição de honradez". As ameaças de violência contra mulheres "errantes" são vistas como "atos de patriotismo". Foto acima: Uma professora voluntária (à esquerda) dá aula do idioma alemão a uma candidata a asilo da Chechênia, em 10 de novembro de 2015, em Berlim, Alemanha. (Foto: Sean Gallup/Getty Images)

Cerca de cem islamistas já estão empregando abertamente a Lei Islâmica (Sharia) nas ruas de Berlim, de acordo com a polícia local que está investigando uma nova série de ataques violentos na capital alemã.

A autoproclamada polícia da moralidade é composta de salafistas da Chechênia, região muçulmana predominantemente sunita na Rússia. Os justiceiros ameaçam usar de violência para intimidar migrantes chechenos a não se integrarem à sociedade alemã. Eles também estão promovendo a criação de um sistema jurídico islâmico paralelo na Alemanha. As autoridades alemãs, ao que tudo indica, são incapazes de detê-los.

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Crise Migratória na Europa: Panorama Visto da Europa Central

por Soeren Kern  •  17 de Julho de 2017

  • Muitos dos assim chamados candidatos a asilo têm se recusado a mudar para a Europa Central e Oriental porque os benefícios financeiros não são tão magnânimos quanto os da França, Alemanha e Escandinávia. Além disso, centenas de migrantes que foram transferidos para a Estônia, Letônia e Lituânia, classificados como países mais pobres da UE, fugiram para a Alemanha e demais países mais ricos do bloco.

  • "Se faz necessário realçar de forma contundente e direta: isso constitui um ataque contra a Europa, contra a nossa cultura, contra as nossas tradições." — Primeira Ministra da Polônia Beata Szydło.

  • "Acredito que temos o direito de decidir que não queremos um grande número de muçulmanos em nosso país. Essa é uma experiência histórica para nós." — Viktor Orbán, Primeiro Ministro da Hungria, referindo-se à ocupação da Hungria pelo Império Otomano de 1541 a 1699.

Em um discurso proferido em 24 de maio, a primeira-ministra da Polônia, Beata Szydło ressaltou que seu país não será chantageado pelos líderes da União Europeia: "não tomaremos parte da loucura da elite de Bruxelas... Isso constitui um ataque contra a Europa, contra a nossa cultura, contra as nossas tradições. (Imagem ilustrativa: Parlamento Europeu/Flickr)

A União Europeia entrou com uma ação na justiça contra a República Checa, Hungria e Polônia por não cumprirem uma determinação polêmica de acolher milhares de migrantes da África, Ásia e Oriente Médio.

O assim chamado procedimento de infração, que autoriza a Comissão Europeia, o poderoso braço executivo da União Europeia, a processar estados membros considerados não cumpridores de suas obrigações segundo a legislação da UE, poderia levar a gigantescas penalidades financeiras.

A polêmica remonta a setembro de 2015, quando, no auge da crise migratória na Europa, os estados membros da UE aprovaram, com uma margem apertada de votos, a transferência de 120 mil "refugiados" da Itália e da Grécia para outras regiões do bloco. Isso fora o contingente de outro plano de redistribuição de julho de 2015 de 40 mil migrantes daqueles dois países.

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A Incessante Encenação das Mentiras Palestinas

por Bassam Tawil  •  12 de Julho de 2017

  • A atual política da liderança da Autoridade Palestina é evitar alienar a administração Trump, fazendo de conta que Abbas e seus cupinchas estão empenhados seriamente em alcançar a paz com Israel. É por esta razão que os representantes de Abbas estão pisando em ovos para não criticar Trump nem seus enviados.

  • Quando Israel não concorda em aceitar a lista de exigências, os palestinos acusam o país de "destruir" o processo de paz. Pior do que isso, os palestinos usarão esta acusação como desculpa para redobrar os ataques terroristas contra os israelenses. A reivindicação palestina, como sempre, será a de que eles estão sendo forçados a recorrer ao terrorismo em face ao fracasso de mais um processo de paz patrocinado pelos EUA.

  • Não há dúvida que Abbas não tem condições de mostrar aos enviados americanos que ele não foi incumbido pelo seu povo para dar um passo na direção da paz com Israel. Abbas sabe, mesmo que os representantes americanos não saibam, que um movimento nessa direção acabaria com sua carreira e possivelmente com a sua vida. Abbas também não quer entrar para a história palestina como o líder traidor que "se vendeu aos judeus". Além disso, mais tarde poderá surgir alguém e dizer, com toda razão, que como Abbas excedeu seu mandato legítimo no cargo, qualquer acordo feito por ele é ilegal e ilegítimo.

Jared Kushner (à esquerda), assessor sênior do presidente dos EUA, Donald Trump, no encontro com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, em 21 de junho de 2017 em Ramala. (Foto: Thaer Ghanaim/PPO da agência Getty Images)

Os enviados Jason Greenblatt e Jared Kushner dos Estados Unidos, que se encontraram nesta semana em Jerusalém e em Ramala com funcionários do alto escalão de Israel e da Autoridade Palestina (AP) com o objetivo de viabilizar a retomada do processo de paz, descobriram o que os enviados anteriores americanos ao Oriente Médio constataram nas últimas duas décadas - que a AP não mudou, não tem como mudar e que não vai mudar.

No encontro em Ramala com o presidente da AP, Mahmoud Abbas, os dois emissários americanos foram informados que os palestinos não aceitarão nada que não seja um estado independente na fronteira pré-1967 tendo como capital Jerusalém Oriental.

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A Troca de População está em Curso na Europa

por Giulio Meotti  •  2 de Julho de 2017

  • Os traficantes de pessoas trazem os migrantes para os navios das ONGs, que em seguida são enviados aos portos italianos. Outro inquérito foi instaurado no tocante aos interesses econômicos da máfia na gestão dos migrantes após a sua chegada.

  • Não tem como se comparar os migrantes aos judeus que fugiam do nazismo. O Papa Francisco, por exemplo, comparou recentemente os centros para migrantes aos "Campos de concentração nazistas". Onde estão as câmaras de gás, as "experiências" médicas, os crematórios, o trabalho escravo, as marchas forçadas e os pelotões de fuzilamento? Essas comparações são divulgadas pela mídia por uma razão bem precisa: dar fim ao debate.

  • Por volta de 2065 estima-se que chegarão 14,4 milhões de migrantes. Somando-se a esse número mais de 5 milhões de imigrantes que se encontram atualmente na Itália, estima-se que 37% da população sejam estrangeiros: mais de um em cada três habitantes.

Um barco de madeira transportando migrantes espera ser escoltado para o navio Topaz Responder, enquanto membros da Migrant Offshore Aid Station fazem uma operação de resgate no mar em 21 de novembro de 2016 em Pozzollo, Itália. (Foto de Dan Kitwood/Getty Images)

Primeiro foi a rota húngara. Em seguida a rota dos Bálcãs. Agora a Itália é o epicentro do terremoto demográfico, tornando-se o ponto fraco da Europa à medida que centenas de milhares de migrantes chegam ao continente.

Com a recente chegada de praticamente 10 mil migrantes em um espaço de tempo de três dias, o número de migrantes aportados em 2017 excedeu 60 mil - 48% a mais do que no mesmo período do ano passado, quando somavam 40 mil. No fim de semana da Páscoa foi registrado o recorde de 8 mil migrantes resgatados no Mediterrâneo e levados para a Itália. Esse quadro é apenas a ponta do iceberg: durante o verão, o número de chegadas da Líbia se intensificará ainda mais.

Uma troca de população está em curso na Itália. Mas se você abrir os principais jornais dificilmente verá esses dados. Nenhuma rede de TV reservou um tempinho para mostrar o que está acontecendo. Não é permitida nenhuma crítica. A invasão é considerada um fato consumado.

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Alemanha: Crimes Sexuais Perpetrados por Migrantes Dobram em um Ano

por Soeren Kern  •  27 de Junho de 2017

  • O caso de Eric X. e de sua vítima de estupro de 23 anos expuseram, mais uma vez, o fracasso sistêmico das autoridades alemãs de fazer valer a lei e garantir a segurança pública: fracasso em proteger as fronteiras, fracasso em checar a entrada de migrantes, fracasso em processar e prender criminosos, fracasso em deportar candidatos a asilo rejeitados e fracasso da polícia de levar a sério a crise de estupros perpetrados por migrantes que está engolindo a Alemanha.

  • O problema de crimes sexuais perpetrados por migrantes na Alemanha tem se exacerbado devido ao sistema jurídico leniente, no qual os criminosos recebem sentenças relativamente leves, mesmo em caso de crimes graves. Em muitos casos, indivíduos que são detidos por crimes sexuais são liberados após um interrogatório da polícia. Esta prática permite que os suspeitos criminais continuem cometendo crimes com virtual impunidade.

  • Em Berlim, um tribunal absolveu um turco de 23 anos de idade do crime de estupro porque a vítima não conseguiu provar que não consentiu o ato. O tribunal ouviu o depoimento de como o homem prendeu a cabeça da mulher entre as barras de aço da cabeceira da cama e a violentou repetidamente por mais de quatro horas. A mulher gritou "pare" resistindo, arranhando as costas do agressor, mas em um determinado momento ela parou de resistir. O tribunal perguntou: "será que o réu pensou que você estava de acordo?".

Alguns dos dois milhões de migrantes da África, Ásia e Oriente Médio cuja entrada na Alemanha foi autorizada pela chanceler Angela Merkel chegando ao país, via Áustria, em 28 de outubro de 2015, perto de Wegscheid. (Foto de Johannes Simon/Getty Images)

Dois policiais alemães foram removidos de suas funções por não terem prestado assistência adequada de emergência a uma mulher que acabara de ser estuprada por um migrante em Bonn.

A falta de providências dos policiais aumentou ainda mais o temor de que as autoridades alemãs não estão levando a sério a crise de estupros na qual milhares de mulheres e crianças alemãs estão sendo atacadas sexualmente, desde que a chanceler Angela Merkel permitiu a entrada de cerca de dois milhões de migrantes da África, Ásia e Oriente Médio.

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Os Jihadistas estão se Apoderando da Europa?

por Giulio Meotti  •  20 de Junho de 2017

  • Nos quatro países europeus mais visados pelos terroristas - Grã-Bretanha, França, Bélgica e Alemanha - o número oficial de extremistas atingiu 66.000. Isso configura um exército de verdade, na ativa.

  • Os frutos auferidos pelos terroristas saltam aos olhos: eles já desestabilizaram o processo democrático em diversos países europeus e estão elaborando os termos da liberdade de expressão. A conquista da Europa pelos jihadistas já não é algo inimaginável. Os extremistas islâmicos já estão colhendo os frutos do que plantaram: tiveram sucesso em derrotar Geert Wilders e Marine Le Pen, os dois únicos candidatos europeus que realmente queriam combater o Islã radical.

  • A Europa pode ser tomada da mesma maneira que o Estado Islâmico tomou boa parte do Iraque: aproximadamente um terço do território iraquiano.

Metade do contingente militar francês encontra-se envolvido em operações militares em solo francês. (Foto: Jeff J Mitchell/Getty Images)

"Sem que ninguém perceba, a Alemanha está formando um exército europeu sob seu comando", isso segundo alguns da mídia. Ao que tudo indica, a chanceler alemã Angela Merkel, após a troca de farpas com o presidente dos EUA Donald Trump, deseja investir, juntamente com a França, em um exército europeu.

No entanto, no momento, há somente um exército de verdade na Europa - o exército jihadista, como ficou demonstrado nos ataques terroristas que atingiram Londres em 3 de junho massacrando sete pessoas, apenas duas semanas depois da carnificina em Manchester.

Nos quatro países europeus mais visados pelos terroristas - Grã-Bretanha, França, Bélgica e Alemanha - o número oficial de extremistas atingiu 66.000. Isso configura um exército de verdade, na ativa.

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Alemanha: Onda de Assassinatos em Nome da Honra

por Soeren Kern  •  19 de Junho de 2017

  • O tribunal ouviu o depoimento de Amer K. como ele esfaqueou a mãe de seus três filhos, no peito e no pescoço mais de vinte vezes com uma faca de cozinha porque ele achava que ela queria se divorciar.

  • "Aí ele pega a faca e a enfia no peito dela que penetra no pericárdio e no músculo cardíaco. A segunda facada abre a cavidade abdominal esquerda. Nurettin B. então pega o machado. Com o lado do ângulo de corte da lâmina, ele acerta a cabeça fraturando o crânio dela. Na sequência ele pega a corda. Em uma extremidade ele faz um nó de forca ao redor do pescoço dela, amarra a outra extremidade ao engate de reboque da traseira de seu carro. Ele corre pelas ruas a 80 km/h até que a corda se rompe". — Procuradora do Estado Ann-Kristin Fröhlich, reconstituindo as ações do marido.

  • Em Ahaus, um candidato a asilo nigeriano de 27 anos esfaqueou até a morte uma mulher de 22 anos aparentemente por ela ter ofendido a sua honra por não aceitar namorar com ele.

A pitoresca cidade de Hamelin na Alemanha, cenário da execrável violência em nome da honra, quando o curdo turco de nome Nurettin B. cometeu tentativa de homicídio de uma das suas três esposas. (Imagem: Martin Möller/Wikimedia Commons)

O julgamento de um curdo que amarrou uma das suas três esposas à traseira de um carro e a arrastou pelas ruas de uma cidade da Baixa Saxônia chamou a atenção para um surto de violência ligado a assassinatos em nome da honra na Alemanha.

A violência em nome da honra - que vai do abuso emocional à violência física e sexual até o assassinato - é, via de regra, perpetrada por membros do sexo masculino contra mulheres, todos da mesma família, consideradas causadoras de vergonha àquela família ou clã.

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Aceitar o Terrorismo Islâmico como o Novo Normal?

por Nonie Darwish  •  8 de Junho de 2017

  • "O uso do terrorismo segundo essa doutrina", (Targhib wal tarhib "sedução e terrorismo") "é uma obrigação legítima da sharia." — Salman Al Awda, um dos principais xeques muçulmanos, no programa "Sharia e Vida" da TV Al Jazeera.

  • Partes do Tarhib ou seja, da "aterrorização", dessa doutrina é mostrar um exemplo cruel do que acontece com quem não cumpre os requisitos do islamismo. Essa é a razão pela qual países muçulmanos como a Arábia Saudita e o Irã e entidades como o ISIS intencionalmente realizam cerimoniais públicos de decapitações, flagelação e amputação de membros.

  • A jihad islâmica sempre contou com pessoas em terras conquistadas para que mais cedo ou mais tarde se rendessem, desistissem e aceitassem o terrorismo como parte da vida, como os desastres naturais, terremotos e inundações.

O novo normal? A polícia ajuda sobreviventes do atentado terrorista na London Bridge, 4 de junho de 2017. (Foto de Carl Court/Getty Images)

Quando ocorrem ataques terroristas, é comum ouvirmos da mídia Ocidental e da classe política que devemos aceitar os ataques terroristas como o "novo normal."

Para os cidadãos do Ocidente esta é uma frase perigosa.

A doutrina islâmica da jihad, expansão e Dawah (divulgação do Islã, proselitismo) dependem pesadamente do uso do terrorismo e da sedução. Targhib wal tarhib é uma doutrina islâmica que significa "seduzir (atrair) e aterrorizar" como ferramenta para a Dawah para conquistar nações e forçar os cidadãos a se sujeitarem à Lei Islâmica (Sharia). Isso equivale à manipulação das partes instintivas do cérebro com pressões opostas extremas de prazer e dor - recompensadoras e punições exemplares - para a lavagem cerebral para a aceitação do Islã.

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