Últimas Análises e Comentários

Itália: Cavalo de Troia da China Europa Adentro

por Giulio Meotti  •  27 de Maio de 2020

  • Os líderes chineses "acreditam que têm uma janela estreita de oportunidade estratégica para fortalecer seu regime, reescrever a ordem internacional e puxar a sardinha para o seu lado". — Ex-Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA McMaster, Battlegrounds: The Fight to Defend the Free World.

  • "A Europa acaba de se tornar a zona tampão no confronto entre a China e os Estados Unidos". — Pierre-Henri d'Argenson, Le Figaro, 28 de abril de 2020.

  • Agora a China está querendo tomar o controle da infraestrutura do sul da Europa. A China já recebeu sinal verde para administrar o maior porto marítimo da Grécia, o porto de Pireu de Atenas que Pequim planeja transformar no maior porto comercial da Europa. Na sequência a China começou a projetar a expansão de portos italianos, onde quatro portos importantes também estão na fila dos investimentos chineses.

  • O Banco Popular da China... "vem acumulando participações acima de 2% (o que torna necessário fazer a Declaração de Aquisição de Participação Acionária Relevante na Itália) em uma série de aquisições das maiores empresas de propriedade acionária da Itália. A China também investiu em entidades estratégicas de energia da Itália...

  • A Itália testemunhará um colapso do PIB (-9,5%) e a explosão da dívida pública, a mais alta desde a Segunda Guerra Mundial. Pequim sabe disso e reconhece que "a Itália tem muitos problemas econômicos, que a Europa está em crise e que a Iniciativa Belt and Road é o único plano de investimento global de peso existente".

Em 12 de março, o ministro das relações exteriores da Itália, Luigi Di Maio, festejou a chegada de um carregamento de suprimentos médicos da China. "Não esqueceremos aqueles que estavam próximos a nós neste momento difícil", ressaltou Di Maio. Não há necessidade, a China os lembrará. Foto: Di Maio mostra um mapa dos municípios italianos em quarentena em meio a uma entrevista coletiva à imprensa em Roma, em 27 de fevereiro de 2020. (Foto: Tiziana Fabi/AFP via Getty Images)

Poucos dias depois da China ter anunciado que estava enviando suprimentos médicos para a Itália, a mídia estatal chinesa exibiu fotos de italianos nas varandas e ruas aplaudindo o hino nacional da China. "Em Roma, enquanto tocava o hino chinês, alguns italianos cantavam 'Grazie, Cina!' nas varandas, sob os aplausos dos vizinhos", escreveu Zhao Lijian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China que desavergonhada e desonestamente deu a entender que os militares americanos haviam trazido o Covid-19 para Wuhan.

A China se arvorou o papel de salvador, disposto a correr para ficar ao lado da cama da enferma Itália.

Acontece que uma investigação realizada pelo Financial Times revelou que esses vídeos foram manipulados à luz da propaganda de Pequim sobre o coronavírus. As hashtags #ThanksChina e #GoChina&Italy foram geradas na sequência por robôs. Um estudo realizado pela Carnegie Endowment chamou a Itália de "destino alvo da propaganda chinesa".

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Coronavírus: Líderes Europeus se Encolhem de Medo Diante da China

por Soeren Kern  •  14 de Maio de 2020

  • A evasiva dos líderes europeus é um reflexo não só da fraqueza geopolítica da Europa e da extraordinária dependência econômica da China, mas também de um vácuo moral no qual eles se recusam a defender os valores ocidentais.

  • Enquanto isso, o governo francês consentiu que a empresa chinesa de telecomunicações Huawei fornecesse componentes para sua rede de telefonia móvel de última geração 5G. A concessão foi feita depois que a China ameaçou retaliar contra empresas europeias estabelecidas no mercado chinês.

  • "Na Europa ouvimos gradativa e incessantemente palavras de admiração em relação à celeridade e eficiência da economia de mercado da China, a metódica natureza de seu gerenciamento de crises. Pronta e alegremente ignorando o fato de que os sucessos da China se baseiam em um sistema altamente aperfeiçoado de vigilância digital que remetem as perversidades da KGB e da Stasi para século XXI." — Mathias Döpfner, CEO da Axel Springer, a maior editora da Europa.

  • "É impressionante que a política alemã, com todo seu amor pela moralização, dá a impressão de jogar seus valores pela janela quando ela lida com a China. O que está em jogo aqui não é nada menos do que a opção pela sociedade na qual queremos viver e o nosso conceito de humanidade." — Mathias Döpfner.

Na Europa, onde a pandemia matou mais de 100 mil pessoas e causou uma devastação econômica, líderes políticos mantêm um silêncio ensurdecedor quanto à exigência da China prestar contas. Foto: encontro do Presidente da França Emmanuel Macron (centro) e a Chanceler da Alemanha Angela Merkel (direita) com o Presidente da China President Xi Jinping em Paris em 26 de março de 2019. (Foto: Ludovic Marin/AFP via Getty Images)

A Austrália e os Estados Unidos estão liderando uma campanha para que seja adotada uma investigação independente sobre as origens da pandemia do coronavírus. Altas autoridades dos dois países querem esclarecer se o vírus se originou na natureza ou em um laboratório chinês. Eles também estão pedindo ao governo chinês que explique como lidou quando do início do surto na cidade de Wuhan.

Na Europa, onde a pandemia matou mais de 100 mil pessoas e causou uma devastação econômica numa escala jamais vista desde a Segunda Guerra Mundial, líderes políticos mantêm um silêncio ensurdecedor quanto à exigência da China prestar contas. Embora algumas autoridades europeias tenham concordado em princípio de que em algum momento no futuro deveria haver investigação, a maioria parece temer na base em desafiar a China abertamente.

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Coronavírus: Campanha Chinesa de Intimidação Mundial
A União Europeia se Autocensura para Agradar a China

por Soeren Kern  •  11 de Maio de 2020

  • Os enviados chineses têm sido especialmente agressivos no Twitter, usando a plataforma para atacar, intimidar e silenciar jornalistas, legisladores e consagrados think tanks ocidentais, no fundo, qualquer um que entre em contradição com a versão oficial chinesa sobre os acontecimentos.

  • Sob pressão das autoridades chinesas, Esther Osorio, consultora de comunicações de Josep Borrell, chefe do serviço diplomático da UE, interveio pessoalmente para adiar a divulgação do texto original. Ao que consta a UE esperava obter maior consideração em relação às empresas europeias que se estabeleceram na China. Em 25 de abril, no entanto, o South China Morning Post, que também obteve uma cópia do texto original, revelou que Pequim havia ameaçado não enviar suprimentos médicos para a Europa se aquele parágrafo sobre a China não fosse retirado.

  • Em 15 de abril, o jornal de maior circulação da Alemanha, Bild, publicou um artigo com o título: "O Que a China Nos Deve Até Agora", indicando que a China deveria pagar à Alemanha €150 bilhões (US$162 bilhões) em indenizações pela pandemia do coronavírus. O artigo continha uma lista detalhada de danos econômicos, incluindo € 50 bilhões em perdas de pequenas empresas e € 24 bilhões em turismo que foi por água abaixo.

  • "Você governa por meio de monitoramento. Você não seria presidente sem a vigilância. Você monitora tudo, todos os cidadãos, mas se recusa a monitorar as feiras livres enfermas de seu país." — Julian Reichelt, redator-chefe do Bild, "Você Está Pondo em Perigo o Mundo Inteiro," endereçado diretamente ao Presidente Xi Jinping.

A União Europeia se curvou à pressão da China e moderou os termos de um comunicado sobre a investida chinesa de se distanciar da culpa quanto à pandemia do coronavírus. Autoridades de Pequim ameaçaram bloquear a exportação de suprimentos médicos para a Europa se o comunicado fosse publicado na íntegra. Foto: Ministro das Relações Exteriores da China Wang Yi na sede da UE em Bruxelas, em 17 de dezembro de 2019. (Foto: John Thys/AFP via Getty Images)

A União Europeia se curvou à pressão da China e moderou os termos de um comunicado sobre a investida chinesa de se distanciar da culpa quanto à pandemia do coronavírus. Autoridades de Pequim ameaçaram bloquear a exportação de suprimentos médicos para a Europa se o comunicado fosse publicado na íntegra.

As revelações acontecem ao mesmo tempo em que diplomatas chineses mundo afora empreendem uma agressiva campanha de desinformação, no melhor estilo da diplomacia "Lobo Guerreiro", lembrando a série de filmes de ação nacionalistas chineses, cujo objetivo é controlar a narrativa sobre as origens do coronavírus.

Os enviados chineses têm sido especialmente agressivos no Twitter, usando a plataforma para atacar, intimidar e silenciar jornalistas, legisladores e consagrados think tanks ocidentais, no fundo, qualquer um que entre em contradição com a versão oficial chinesa sobre os acontecimentos.

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Coronavírus: A China Continua Inundando o Mundo com Suprimentos Médicos Defeituosos

por Soeren Kern  •  6 de Maio de 2020

  • Mais de uma dozena de países espalhados nos quatro continentes comunicaram que estavam enfrentando problemas com os testes de coronavírus e equipamentos de proteção individual fabricados na China. Os problemas vão de kits de testes contaminados com o coronavírus a jalecos contaminados com insetos.

  • As autoridades chinesas se recusam a assumir a responsabilidade pelos equipamentos defeituosos e, em muitos casos, jogam a culpa nos países que compraram os suprimentos. Elas também exortam as nações do planeta a pararem de "politizar" o problema.

  • O Primeiro Ministro da Eslováquia Igor Matovič divulgou que mais de um milhão de testes de coronavírus fornecidos pela China, pagos à vista em dinheiro vivo no valor de US$16 milhões, não eram precisos e sem condições de identificar o Covid-19. "Temos uma tonelada de testes que não servem para nada", assinalou ele. "Eles deveriam ser jogados diretamente no Danúbio."

  • A senadora americana Kelly Loeffler da Geórgia acusou a China de reter remessas de kits de testes: "a realização de testes é essencial para que o nosso país volte a funcionar. Estou preocupada que a China esteja retendo kits de testes. Eles estão brincando com a política comercial para impedir que os Estados Unidos possam realizar os testes de que tanto precisam".

  • "Não devemos perder de vista o crucial desafio estratégico que o Ocidente enfrenta na emergente era pós-globalização: estamos numa longa e tenebrosa competição com o regime comunista chinês, luta da qual não podemos fugir, gostando ou não" — Andrew Michta, George C. Marshall European Center for Security Studies.

Mais de uma dozena de países espalhados nos quatro continentes comunicaram que estavam enfrentando problemas com os testes de coronavírus e equipamentos de proteção individual fabricados na China. Os problemas vão de kits de testes contaminados com o coronavírus a jalecos contaminados com insetos. Máscaras defeituosas foram compradas pelo Ministério da Saúde espanhol e distribuídas em hospitais e asilos em todo o país e mais de 100 profissionais da saúde que as usaram testaram positivo para o coronavírus Covid-19. Foto: Um carregamento da China com 8,6 milhões de máscaras de proteção facial e 150 toneladas de materiais sanitários chega ao Aeroporto Paris-Vatry na França, em 19 de abril de 2020. (Foto: Francois Nascimbeni/AFP via Getty Images)

Recentemente o Gatestone Institute publicou um artigo relatando que milhões de equipamentos médicos e hospitalares comprados da China por governos europeus para combater a pandemia do coronavírus estavam defeituosos e não serviam para nada.

Desde então, mais de uma dozena de países espalhados em quatro continentes comunicaram que estavam enfrentando problemas com os testes de coronavírus e equipamentos de proteção individual fabricados na China. Os problemas vão de kits de teste contaminados com o coronavírus a jalecos contaminados com insetos.

As autoridades chinesas se recusam a assumir a responsabilidade pelos equipamentos defeituosos e, em muitos casos, jogam a culpa nos países que compraram os suprimentos. Elas também exortam as nações do planeta a pararem de "politizar" o problema, ao mesmo tempo em que o presidente chinês Xi Jinping e o seu Partido Comunista tentam usar a pandemia como alavanca com o intuito de asseverar seu direito à liderança global.

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Coronavírus: Negado Tratamento a Europeus Idosos

por Soeren Kern  •  22 de Abril de 2020

  • Fora as questões éticas envolvidas no racionamento da assistência médica oferecida segundo a idade, negar cuidados médicos aos idosos, muitos dos quais contribuíram a vida toda para o sistema de saúde e bem-estar social, também joga os holofotes em cima dos pontos fracos da medicina socializada do Sul da Europa, onde medidas de austeridade impostas pelo Banco Central Europeu resultaram em massivos cortes orçamentários no sistema de saúde pública.

  • Em documentos vazados para inúmeros órgãos de imprensa espanhóis, o Serviço Médico de Emergência da Catalunha (Servicio de Emergencias Médicas, SEM) instruiu médicos, enfermeiros e equipes de ambulâncias com resgatistas socorristas para informarem as famílias de pacientes idosos com coronavírus que "a morte em casa é a melhor opção"... O protocolo também aconselhou o pessoal da área médica a evitar falar sobre a falta de leitos hospitalares na Catalunha.

  • "Meu pai trabalhou dos 14 até os 65 anos. Ele nunca pediu nada. Em 18 de março ele precisava de um respirador para não morrer, o que lhe foi negado... Essa é a nossa Espanha. A geração do meu pai construiu o país, seus reservatórios, estradas, agricultura, trabalhando 14 horas por dia, saindo de um período pós-guerra e agora estão sendo abandonados para morrerem." — Óscar Haro, vídeo no YouTube video, 20 de março de 2020.

  • A gravidade da crise do coronavírus na Itália e na Espanha, onde pacientes idosos são abandonados à própria sorte em benefício dos jovens, se deve em grande parte às medidas de austeridade associadas à sua participação na zona do euro. O grande número de mortos, em especial entre os idosos, ao que tudo indica, é o preço que italianos e espanhóis estão pagando para fazer parte de uma união monetária à qual nunca deveriam ter aderido.

Os novos protocolos, emitidos pelas autoridades médicas nas regiões europeias mais castigadas pela pandemia do coronavírus orientam na prática os profissionais da saúde a abandonarem os pacientes idosos à própria sorte. Foto: Uma tenda médica para pré-triagem sendo montada em frente ao Santa Maria Nuova Hospital em Florença na Itália em 25 de fevereiro de 2020. (Foto: Carlo Bressan/AFP via Getty Images)

Diante de um número bem acima de meio milhão de casos confirmados da Doença do Coronavírus 2019 (COVID-19) na Europa, um número cada vez maior de autoridades médicas regionais começou a emitir normas e protocolos pedindo que os hospitais priorizem os pacientes mais jovens à custa dos mais velhos.

Na Itália e na Espanha, os dois países europeus mais castigados pela pandemia do coronavírus, os médicos que atendem em unidades de terapia intensiva, abarrotadas há semanas, tomam decisões sobre a vida e a morte de quem irá receber tratamento de emergência. Os novos protocolos, no entanto, se resumem ao fim e ao cabo, às diretrizes do governo que na prática orientam os profissionais da saúde a abandonarem os pacientes idosos à própria sorte.

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Está na Hora do Diretor-Geral Pró-China da OMS Pedir Demissão

por Con Coughlin  •  19 de Abril de 2020

  • Em vez de criticar Pequim por conta de suas investidas iniciais para acobertar o surto, o Dr. Tedros elogiou o presidente chinês Xi Jinping, por sua "excepcional liderança" e também a China, por mostrar "transparência" em sua resposta ao vírus.

  • "A OMS realmente pisou na bola... Por sorte, desde o início, não aceitei o conselho deles de manter nossas fronteiras abertas para a China. Por que será que eles nos deram uma recomendação tão inadequada?" — Presidente dos Estados Unidos Donald J. Trump, Twitter, 7 de abril de 2020.

  • De verdade, por que?

A flagrante parcialidade pró-China que a Organização Mundial de Saúde (OMS) tem mostrado em sua resposta à pandemia de coronavírus, desperta uma série de dúvidas altamente preocupantes sobre a gestão da crise pela OMS. Foto: Diretor-Geral da OMS Tedros Adhanom Ghebreyesus em visita ao presidente chinês Xi Jinping em Pequim em 28 de janeiro de 2020. (Foto: Naohiko Hatta/AFP via Getty Images)

Como órgão responsável por resguardar os padrões globais de saúde, a Organização Mundial da Saúde (OMS), patrocinada pela ONU, deveria adotar uma abordagem isenta ao lidar com os Estados Membros, independentemente de seu poder.

É por esse motivo que a flagrante parcialidade pró-China que a organização tem mostrado em sua resposta à pandemia de coronavírus, desperta uma série de dúvidas altamente preocupantes sobre a gestão da crise pela OMS.

Nos termos da constituição da OMS, que define a estrutura e os princípios de governança da agência, a organização com sede em Genebra é encarregada de garantir "a implementação, por todos os povos, do mais alto nível factível de saúde".

A acusação feita pelo governo de Donald Trump de que o órgão mundial está "centrado na China" e "tendencioso" na forma de lidar com Pequim com respeito à pandemia, sugere portanto que a organização faltou com o seu dever de tratar todos os Estados Membros equanimemente.

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Coronavírus: A Grande Impostura da China

por Giulio Meotti  •  16 de Abril de 2020

  • Parece que os morcegos não foram vendidos na feira de frutos do mar de Wuhan. The Lancet observou em um estudo publicado em janeiro que o primeiro caso da Covid-19 em Wuhan não tinha nada a ver com a feira.

  • Mais um acaba de evaporar: Ai Fen, uma médica chinesa que... havia reclamado que seus superiores silenciaram seus primeiros alertas sobre o coronavírus, ao que tudo indica, também desapareceu. Os jornalistas que viram o que aconteceu em Wuhan também desapareceram.

  • "Ninguém teve condições de estudar o vírus. Como é possível afirmar que não se trata de um escape de um laboratório se não é permitido ir ao laboratório? Na realidade, o que vimos foi Pequim não medir esforços para evitar que virologistas e epidemiologistas fossem à Wuhan" — Gordon Chang, no Die Weltwoche, 31 de março de 2020..

  • Esse é outro grande problema. O principal instituto de pesquisa em potencial sobre a origem da pandemia de coronavírus de Wuhan, a Organização Mundial da Saúde, está sendo acusada de ser "cúmplice do coronavírus da China".

Em 11 de janeiro o governo chinês afirmou que foi na feira livre de Wuhan que se originou a epidemia do coronavírus. Esse mesmo regime chinês afirmou depois que o vírus "pode não ter se originado na China" e ainda depois, as autoridades chinesas afirmaram que soldados americanos trouxeram o vírus para Wuhan. Qual cientista ou instituição respeitada poderá agora confiar em alguma coisa vinda da China? (Foto: Kevin Frayer/Getty Images)

Estamos pagando muito caro pelas mentiras da China.

"Este é um dos maiores embustes da história da humanidade e agora o mundo enfrenta uma pandemia global", salientou o deputado pelo partido republicano Michael T. McCaul, da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, diante da divisão de inteligência dos EUA concluindo em um relatório confidencial à Casa Branca, que a China ocultou a origem e a extensão do surto catastrófico global do coronavírus.

O "erro fatal do Partido Comunista da China, desencadeou um contágio global matando milhares de pessoas", escreveu o Cardeal Charles Maung Bo, presidente da Federação das Conferências Episcopais da Ásia em 1º de abril. "A pergunta que não quer calar quando examinamos os danos causados à vida ao redor do mundo é: quem é o responsável por isso?"

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Fake News da China: Seu "Sistema Superior" Derrota o Coronavírus

por Gordon G. Chang  •  10 de Abril de 2020

  • A segunda onda do vírus está sacudindo a China. A segunda onda está ceifando vidas, inclusive as narrativas do propagandismo do Partido. A mais perigosa dessas narrativas é aquela que diz que o governante Xi Jinping, com o mandato vindo do céu, tem a obrigação de dominar o sistema internacional.

  • Para jogar para escanteio os Estados Unidos e conquistar a liderança mundial, a China contratou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), para dizer que a resposta da China ao coronavírus mostrou a "superioridade do sistema chinês e que essa experiência é digna de ser imitada por outros países". Então Pequim se pôs a montar um grande circo de "doação" de equipamentos médicos e kits para diagnóstico, principalmente para a castigada Europa.

  • As políticas iniciais de Xi transformaram um surto local em uma pandemia e agora estão fazendo com que mais pessoas fiquem doentes, forçando a China a enfrentar mais um inferno da doença. Os kits imprecisos de diagnóstico e os equipamentos de proteção de má qualidade da China doados aos quatro cantos da terra e as novas infecções mostrarão a verdade: o comunismo é incompetente, para não dizer totalmente maligno.

  • A China pode mentir com estatísticas, mas o vírus terá a última palavra. A "vitória" sobre o COVID-19 e sobre os Estados Unidos ainda é uma miragem.

Apesar do regime chinês afirmar que "derrotou" o coronavírus, o vírus está castigando a China numa segunda onda. As políticas iniciais de Xi transformaram um surto local em uma pandemia e agora estão forçando a China a enfrentar mais uma vez o inferno da doença. A China pode mentir sobre as estatísticas, mas o vírus terá a última palavra. Foto: Um vendedor entrega um pacote de comida a um cliente sobre uma barricada em Wuhan, província central de Hubei na China em 6 de abril de 2020. (Foto by Noel Celis/AFP via Getty Images)

A China "derrotou" o coronavírus e declarou "vitória", é o que nos diz a mídia do Partido Comunista.

No entanto algo esquisito aconteceu no meio do caminho para a vitória. A segunda onda do vírus está sacudindo a China. A segunda onda está ceifando vidas, inclusive as narrativas do propagandismo do Partido. A mais perigosa dessas narrativas é aquela que diz que o governante Xi Jinping, com o mandato vindo do céu, tem a obrigação de dominar o sistema internacional.

Após declarar em 19 de março que não havia mais novas infecções, a China asseverou que o vírus tinha sido contido. Desde então, Pequim vem reportando dezenas de novos casos todo santo dia, sustenta, contudo, que praticamente todos são "importados", em outras palavras, os infectados vieram de outros países.

Das raríssimas transmissões ocorridas no país, a maioria, segundo Pequim, foi transmitida dos casos importados.

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Coronavírus: A China Inunda a Europa com Equipamentos Médicos Defeituosos

por Soeren Kern  •  8 de Abril de 2020

  • Na Espanha, o Ministério da Saúde revelou que 640 mil testes de coronavírus comprados de um fornecedor chinês estavam com defeito. Além disso, mais um milhão de testes de coronavírus entregues à Espanha em 30 de março por outro fabricante chinês também estavam com defeito.

  • Em 23 de março, o site de notícias tcheco iRozhlas publicou que 300 mil kits de testes de coronavírus entregues pela China tinham um índice de erro de 80%. O Ministério do Interior da República Tcheca desembolsou US$2,1 milhões pelos kits.

  • "A realidade nua e crua é que a China parece menosprezar as regras convencionais de comportamento em todas as esferas da vida, da saúde ao comércio e da manipulação da moeda à repressão interna." "Por demasiado tempo os países se prostraram desastradamente à China na desesperada esperança de obter acordos comerciais. Mas uma vez que nos livrarmos dessa terrível pandemia, é imperativo que todos nós repensemos esse relacionamento e o coloquemos numa base muito mais equilibrada e honesta." — Iain Duncan Smith, ex-líder do Partido Conservador do Reino Unido.

Um número cada vez maior de países europeus relata que milhões de equipamentos médicos e hospitalares doados ou comprados da China para conter a pandemia estão defeituosos e imprestáveis. Fotos: Funcionários separam equipamentos de proteção vindos da China em um armazém em Valência, Espanha, em 25 de março de 2020. (Foto: Juan Carlos Cardenas/Pool/AFP via Getty Images)

À medida que o coronavírus avança a todo vapor pela Europa, um número cada vez maior de países relata que milhões de equipamentos médicos e hospitalares doados ou comprados da China para conter a pandemia estão defeituosos e imprestáveis.

As revelações estão botando mais lenha na fogueira quanto à desconfiança em relação ao empenho para melhorar a imagem pública do presidente chinês Xi Jinping e do Partido Comunista no sentido de pintar a China como a nova superpotência humanitária do planeta.

Em 28 de março, a Holanda foi forçada a fazer o recall de 1,3 milhão de máscaras fabricadas na China porque elas não atendiam aos requisitos mínimos de segurança para o pessoal da área médica. As assim chamadas máscaras KN95 são uma alternativa chinesa mais barata às máscaras N95, padrão americano, que estão em falta em todo o mundo. As KN95 não se ajustam ao rosto tão firmemente quanto as N95, potencialmente expondo a equipe médica ao coronavírus.

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Coronavírus: Como a Ideologia "Progressista" Levou à Catástrofe na Espanha

por Soeren Kern  •  2 de Abril de 2020

  • Uma ação coletiva movida em 19 de março acusa o governo espanhol, extremamente ideológico seja lá qual for a régua de medição, visto que o Podemos, parceiro comunista da coalizão, fundado com capital inicial fornecido pelo governo venezuelano, deliberadamente colocou em risco a segurança pública ao incentivar a população a participar de mais de 75 passeatas de feministas, realizadas por toda a Espanha em 8 de março para comemorar o Dia Internacional da Mulher.

  • A mais alta autoridade do governo espanhol em coronavírus, Fernando Simón, assegurou em uma entrevista coletiva à imprensa nacional que não havia perigo em participar dos comícios em 8 de março. "Se o meu filho me perguntasse se ele poderia ir, eu lhe diria para fazer o que bem entendesse", salientou ele.

  • "Honestamente, parece piada que o governo esperou até agora, indubitavelmente por razões políticas, para emitir esse comunicado. O governo socialista/comunista mais uma vez colocou seus interesses políticos acima do bem comum. Esse flagrante pouco caso deveria resultar em demissões". — Elentir, Contando Estrelas, 9 de março de 2020.

Uma ação coletiva movida na Espanha acusa o governo de deliberadamente colocar em risco a segurança pública ao incentivar a população a participar de mais de 75 passeatas de feministas em 8 de março para comemorar o Dia Internacional da Mulher, em meio à pandemia do coronavírus. Foto: uma manifestação no Dia Internacional da Mulher, 8 de março de 2020 em Madri, Espanha. (Foto: Pablo Blazquez Dominguez/Getty Images)

O governo espanhol, formado pela coalizão de socialistas e comunistas, está sendo processado por suspeição de negligência na forma de lidar com a pandemia do coronavírus. O governo está sendo acusado de colocar seus ignóbeis interesses ideológicos acima da segurança e do bem-estar da população, agravando na esteira, desnecessariamente, a crise humanitária que já toma conta da Espanha, atrás somente da Itália, país mais castigado da Europa.

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É Preciso que o Ocidente Acorde para as Duas Caras da China

por Giulio Meotti  •  31 de Março de 2020

  • Em um artigo no Xinhua, um dos órgãos que reflete a posição oficial do Partido Comunista da China, Pequim ameaçou suspender as exportações de produtos farmacêuticos, que na sequência "mergulharia os EUA no poderoso mar do coronavírus"... — Yanzhong Huang, senior fellow para a saúde global, Conselho de Relações Exteriores, Twitter, 4 de março de 2020.

  • "Escondida atrás das declarações de solidariedade, a China planeja comprar nossas cambaleantes empresas e infraestrutura" — Bild, 19 de março de 2020.

  • A Itália, país duramente castigado pela pandemia de coronavírus da China, agora é o pivô de uma estratégica campanha de propaganda chinesa. Pequim está enviando médicos e suprimentos para a Itália e também para o restante da Europa. Na Itália é possível ver cartazes com os dizeres: "Força China!" A China almeja comprar nosso silêncio e nossa cumplicidade. Lamentavelmente, é isso mesmo que está acontecendo.

  • A China não está ajudando a esta altura em nome da "solidariedade". O regime chinês quer se sobressair como salvador do mundo. No início da pandemia Pequim não dava a mínima para a vida de seu próprio povo: estava ocupada demais censurando notícias.

A China está travando duas guerras de informações: uma no exterior e outra interna para a sua população, ambas lideradas pelas autoridades chinesas encabeçadas pelo presidente Xi Jinping. Ao que tudo indica, eles veem o Ocidente como fraco e submisso. E somos mesmo. (Foto: Naohiko Hatta - Pool/Getty Images)

O Partido Comunista da China é a "ameaça nº 1 dos nossos tempos", salientou de maneira perspicaz o Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo em janeiro. Naquela altura, o coronavírus já estava se espalhando por toda a China e pelo mundo. O esforço do Partido Comunista de esconder a epidemia provou que Pompeo estava mais do que certo. "Minha preocupação é que esse acobertamento, essa guerra de desinformação sendo promovida pelo Partido Comunista da China, ainda esconda do mundo as informações necessárias para que possamos evitar que novos casos ou algo parecido se repitam", ressaltou Pompeo esta semana.

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Coronavírus: A União Europeia está Ruindo

por Soeren Kern  •  29 de Março de 2020

  • Diante de uma ameaça existencial, os Estados Membros da UE, longe de juntarem forças para enfrentarem a pandemia como bloco coeso, estão instintivamente se voltando ao interesse nacional. Após anos de críticas ao presidente dos EUA, Donald J. Trump, por promover a política do "América em primeiro lugar", os líderes europeus estão revertendo àquele nacionalismo que tanto abominaram publicamente.

  • Desde que a ameaça representada pelo coronavírus virou o centro das atenções, os europeus mostraram muito pouco da altiva solidariedade multilateral que por décadas fizeram crer ao restante do planeta ser o baluarte da unidade europeia. A singular marca de soft power da UE, considerada modelo para a ordem mundial pós-nacional, mostrou ser nada mais do que uma utopia.

  • De algumas semanas para cá, os Estados Membros da UE fecharam suas fronteiras, proibiram as exportações de suprimentos essenciais e contiveram a ajuda humanitária. O Banco Central Europeu, garantidor da moeda única europeia, tratou com menosprezo sem precedentes a terceira maior economia da zona do euro, a Itália, no singular momento de necessidade. Aos Estados Membros mais castigados pela pandemia, Itália e Espanha, foram dadas as costas pelos demais Estados Membros.

De algumas semanas para cá, os Estados Membros da UE fecharam suas fronteiras, proibiram as exportações de suprimentos essenciais e contiveram a ajuda humanitária. Foto: congestionamento de caminhões na estrada que leva à passagem de fronteira entre a Áustria e a Hungria perto de Nickelsdorf, Áustria em 18 de março de 2020. (Foto: Thomas Kronsteiner/Getty Images)

À medida que a pandemia do coronavírus avança a todo vapor pela Europa, onde mais de 250 mil pessoas já foram diagnosticadas com a doença do Coronavírus 2019 (COVID-19) e 15 mil morreram, os principais pilares da União Europeia estão ruindo, um a um.

Diante de uma ameaça existencial, os Estados Membros da UE, longe de juntarem forças para enfrentarem a pandemia como bloco coeso, estão instintivamente se voltando ao interesse nacional. Após anos de críticas ao presidente dos EUA, Donald J. Trump, por promover a política do "América em primeiro lugar", os líderes europeus estão revertendo àquele nacionalismo que tanto abominaram publicamente.

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Coronavírus: China Faz Propaganda na Europa

por Soeren Kern  •  24 de Março de 2020

  • O que não se sabe ainda ao certo é se a população europeia, que está sofrendo as consequências causadas pela epidemia, também estará tão disposta assim a deixar para lá a maleficência das autoridades chinesas.

  • "Trata-se de uma operação propagandística que oculta inúmeras verdades. A primeira e a mais importante delas é que o culpado dessa pandemia é o regime chinês. Não é preciso nenhuma teoria da conspiração para corroborar isso." — Emilio Campmany, Libertad Digital, 3 de março de 2020.

  • "A China quer se aproveitar da calamidade para arrancar a liderança mundial dos Estados Unidos. Será o país comunista que desenvolverá os remédios mais eficientes para combater o vírus. A China descobrirá a vacina antes que qualquer outro país o faça e a distribuirá ao mundo em tempo recorde. Ela comprará nossos ativos e investirá em nossos países para resgatar nossas economias. Ao fim e ao cabo, ela dirá ser nosso salvador". — Emilio Campmany, Libertad Digital, 3 de março de 2020.

Em 12 de março, a China enviou à Itália nove equipes médicas chinesas, juntamente com cerca de 30 toneladas de equipamentos em um voo organizado pela Cruz Vermelha Chinesa. Foto: Francesco Vaglia, chefe da equipe médica de doenças infecciosas do Hospital Spallanzani (direita) fala perante integrantes de uma delegação de médicos chineses em Roma em 14 de março de 2020. (Foto: Andreas Solaro/AFP via Getty Images)

O governo chinês criou uma linha expressa para o envio de equipamentos médicos e hospitalares para a Europa que já virou o epicentro da pandemia do coronavírus, que apareceu pela primeira vez na cidade de Wuhan na China. Pelo visto tal generosidade faz parte de um programa para melhorar a imagem pública do presidente chinês Xi Jinping e do Partido Comunista cujo intuito é desviar a atenção às críticas em relação à sua responsabilidade pelo surto letal.

A campanha de Pequim para mostrar ser benfeitor global pode dar resultados positivos na Europa, onde líderes políticos subservientes temem profundamente se indispor com o segundo maior parceiro comercial da União Europeia. O que não se sabe ainda ao certo é se a população europeia, que está sofrendo as consequências causadas pela epidemia, também estará tão disposta assim a deixar para lá a maleficência das autoridades chinesas.

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Coronavírus: Alemanha Fomenta o Antiamericanismo

por Soeren Kern  •  22 de Março de 2020

  • A investida em fomentar o antiamericanismo parece ser um esforço do governo alemão para esfriar as críticas à Chanceler Angela Merkel e ao seu gabinete pela tímida resposta à epidemia do coronavírus.

  • Mais do que depressa, a história foi eleita e disseminada sem nenhum critério, pelas mídias, inclusive a impressa, por toda a Europa bem como nos Estados Unidos. Quase todas citaram textualmente o artigo que saiu no jornal Die Welt sem que ele confirmasse a veracidade da reportagem.

  • "Para que não paire nenhuma dúvida no ar em relação ao coronavírus: a CureVac não recebeu do governo americano, nem de nenhuma entidade do gênero, nenhuma oferta, nem antes, nem durante e nem depois do encontro da Força-Tarefa ocorrida na Casa Branca em 2 de março. A CureVac nega toda e qualquer alegação da imprensa nesse sentido." — Comunicado da CureVac, 16 de março de 2020.

  • O jornal Frankfurter Allgemeine, publicou um artigo com o título, "Curevac Não Recebeu Nenhuma Oferta do Governo Americano," no qual afirma que o artigo do Die Welt é "Fake News", inventado pela CureVac para obter financiamento do governo. O jornal sugeriu que o governo alemão ajudou a promover a farsa.

O governo da Alemanha vem promovendo a fake news na qual sustenta que os Estados Unidos estão procurando obter acesso exclusivo a uma vacina experimental contra o coronavírus que está sendo desenvolvida pela CureVac, uma empresa alemã de biotecnologia. Foto: Um carro da empresa ostentando o logotipo, em frente da sede em Tübingen, Alemanha. (Foto: Matthias Hangst/Getty Images)

O governo da Alemanha vem promovendo a fake news na qual sustenta que os Estados Unidos estão procurando obter acesso exclusivo a uma vacina experimental contra o coronavírus que está sendo desenvolvida por uma empresa alemã de biotecnologia.

O caso, que desencadeou furor antiamericano na Alemanha e em outros lugares da Europa, foi rapidamente desmascarado pela empresa, que negou ter recebido ofertas do governo americano ou de qualquer outra entidade do gênero.

A investida de fomentar o antiamericanismo parece ser um esforço do governo alemão para esfriar as críticas à Chanceler Angela Merkel e ao seu gabinete pela tímida resposta à epidemia do coronavírus.

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A Verdadeira Doença da China Não é o Coronavírus

por Gordon G. Chang  •  19 de Março de 2020

  • De acordo com o consultor comercial do Presidente Donald Trump, Peter Navarro, Pequim já nacionalizou uma fábrica americana que produz máscaras de proteção. Além disso, Maria Bartiromo, da Fox Business Network disse reiteradamente na frente das câmeras que os chineses forçaram pelo menos um navio carregado de máscaras de proteção, luvas e demais equipamentos de proteção que estava a caminho dos Estados Unidos a retornar à China.

  • O otimismo de Trump não é o mesmo de Pequim. Ao usar a epidemia como desculpa, a China agora pressiona para alterar os termos do acordo, empurrando com a barriga as obrigações de compra, cerne do acordo no que diz respeito aos EUA.

  • Os americanos e o povo chinês, que estão agora exigindo mudanças políticas de base, perceberam que a verdadeira doença é o comunismo.

A China, como já sabemos, permitiu que o coronavírus se espalhasse durante seis semanas em dezembro e janeiro, antes que Xi admitisse publicamente a existência da doença. De modo que não causa espécie que os americanos e o povo chinês estejam exigindo mudanças políticas de base, perceberam que a verdadeira doença é o comunismo. Foto: "Voluntários da comunidade" do Partido Comunista montam guarda em frente da entrada de uma área residencial enquanto medem a temperatura de um homem em uma rua de Pequim, China, 23 de fevereiro de 2020. (Foto: Nicolas Asfouri/AFP via Getty Images)

Em julho do ano passado, cinco analistas americanos que têm estado sistematicamente equivocados nos informaram: "a China não é uma inimiga nossa."

Na realidade, desta vez eles estavam tecnicamente certos. A China comunista não é uma inimiga nossa. Ela é a inimiga.

Depois que baixar a poeira da pandemia do coronavírus, os americanos não deveriam esquecer os descalabros da campanha de Pequim contra os Estados Unidos.

Por mais de um mês, o Ministério das Relações Exteriores do governo central e o Global Times do Partido Comunista vem procurando sujar a imagem da Administração Trump. A campanha atingiu o ápice em meio a uma série de tuítes da estrela da hora da vez de Pequim, Zhao Lijian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores e diretor adjunto do Departamento de Informações do ministério.

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