Últimas Análises e Comentários

Líderes Europeus Estão Andando como Sonâmbulos para o Desastre

por Giulio Meotti  •  22 de Maio de 2017

  • Uma vez que os líderes da Europa não têm filhos, parece que eles não têm porque se preocupar com o futuro do continente.

  • "Os europeus hoje têm pouca vontade de ter filhos, de lutar por si ou até mesmo de defender seu ponto de vista em uma discussão". — Douglas Murray, no jornal The Times.

  • "Nos encontrarmos a nós mesmos se torna mais importante do que construir um mundo" — Joshua Mitchell.

Viver o aqui e agora: os líderes mais importantes da Europa não têm filhos, entre eles estão a chanceler alemã Angela Merkel (à esquerda) e Mark Rutte (à direita), primeiro-ministro da Holanda. (Imagem: Ministro-presidente Rutte/Flickr)

Nunca houve tantos políticos sem filhos governando a Europa como nos dias de hoje. Eles são modernos, de mente aberta, multiculturais e sabem que "tudo termina com eles". No curto prazo não ter filhos é um alívio, já que significa não gastar dinheiro com a família, sem sacrifícios e ninguém para se queixar sobre as consequências futuras. Conforme consta em uma pesquisa investigativa financiada pela União Europeia: "sem filhos, sem problemas!".

Ser mãe ou pai, no entanto, significa que se aposta, de forma legítima, no futuro do país que se governa. Os líderes mais importantes da Europa não estão deixando filhos.

Os líderes mais importantes da Europa não têm filhos: a chanceler alemã Angela Merkel, o primeiro-ministro holandês Mark Rutte e o candidato francês à presidência Emmanuel Macron. A lista continua com o primeiro-ministro sueco Stefan Löfven, o primeiro-ministro luxemburguês Xavier Bettel e o primeiro-ministro escocês Nicola Sturgeon.

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Alemanha Confisca Moradias para Alojar Migrantes
"A pesada agressão aos direitos de propriedade"

por Soeren Kern  •  16 de Maio de 2017

  • Em uma medida sem precedentes, as autoridades de Hamburgo confiscaram seis unidades residenciais no distrito de Hamm, perto do centro da cidade. Um agente administrativo nomeado pela prefeitura está reformando as propriedades para posteriormente alugá-las - contra a vontade do proprietário - aos inquilinos escolhidos por ela. A porta-voz do distrito Sorina Weiland salientou que todos os custos da reforma serão cobrados do proprietário daquelas propriedades.

  • Medidas semelhantes de expropriação foram propostas em Berlim, capital alemã, mas subsequentemente abandonadas porque foram consideradas inconstitucionais.

  • Há alemães se perguntando o que os espera: as autoridades limitarão o máximo de espaço vital por pessoa e forçarão aqueles com apartamentos espaçosos a compartilhá-los com estranhos?

Hamburgo, Alemanha. (Imagem: Morris MacMatzen/Getty Images)

Autoridades de Hamburgo, a segunda maior cidade da Alemanha, começaram a confiscar moradias particulares para mitigar a sua carência - carência esta agudamente agravada pela decisão da chanceler Angela Merkel de permitir a entrada de mais de dois milhões de migrantes no país nos últimos anos.

Desde o final de 2015, autoridades municipais estão se assenhorando de imóveis comerciais, convertendo-os em abrigos para migrantes, quando Merkel abriu as fronteiras alemãs para centenas de milhares de migrantes da África, Ásia e Oriente Médio. Agora, no entanto, a cidade está expropriando unidades residenciais de propriedade de cidadãos comuns.

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Europa: Mais Migrantes Chegando
"De oito a dez milhões de migrantes ainda estão a caminho".

por Soeren Kern  •  12 de Maio de 2017

  • "Considerando a ordem pública e a segurança interna, eu simplesmente preciso saber quem está vindo para o nosso país", Ministro do Interior Austríaco Wolfgang Sobotka.

  • A Turquia parece determinada a inundar a Europa com migrantes, qualquer que seja a situação: com a permissão da Europa por meio da livre movimentação, isenta de vistos ou então sem a permissão da Europa, como retribuição por não terem providenciado a isenção de vistos.

  • A maioria esmagadora dos migrantes que aportam na Itália é de migrantes econômicos em busca de uma vida melhor na Europa. Aparentemente apenas um número muito reduzido é realmente formado de candidatos a asilo legítimos ou refugiados de zonas de guerra.

  • O diretor do Escritório das Nações Unidas em Genebra, Michael Møller, alertou que a Europa deve se preparar para a chegada de milhões de migrantes da África, Ásia e Oriente Médio.

Em fevereiro de 2016 o presidente turco Recep Tayyip Erdoğan (esquerda) já havia ameaçado enviar milhões de migrantes para a Europa. "Temos condições de abrir as portas para a Grécia e para a Bulgária a qualquer momento e também temos condições colocar os refugiados em ônibus", salientou ele ao Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker (direita). (Imagem: gabinete do presidente turco).

A União Europeia instou seus estados membros a levantarem o controle de fronteiras - introduzido no auge da crise migratória em Setembro de 2015 - nos próximos seis meses.

A volta das fronteiras abertas, o que permitiria a livre movimentação sem necessidade de passaporte por toda a UE, surge justamente quando o número de migrantes que estão atravessando o Mediterrâneo continua aumentando e quando as autoridades turcas estão ameaçando voltar atrás no tocante às fronteiras, que diminuiu o fluxo de migrantes da Turquia para a Europa.

Analistas contrários à medida dizem que a suspensão do controle de fronteiras a esta altura poderá desencadear uma nova e ainda maior crise migratória, incentivando milhões de novos migrantes da África, Ásia e Oriente Médio a se encaminharem para a Europa. Isso também permitirá que jihadistas cruzem as fronteiras europeias para realizarem atentados quando e onde quiserem, sem serem detectados.

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Conselhos da Sharia e Abuso Sexual na Grã-Bretanha

por Khadija Khan  •  7 de Maio de 2017

  • Por pior que possa parecer há um lado ainda mais sombrio nessa história: segundo a Lei Islâmica (Sharia), o segundo marido não tem nenhuma obrigação de conceder um divórcio rápido à esposa - o que lhe permite mantê-la como virtual escrava sexual pelo tempo que ele bem entender.

  • Se alguém perguntar se tudo isso está em conformidade com a lei britânica, a resposta é: não está.

  • A ONG Muslim Women's Network, sediada no Reino Unido, elaborou uma carta aberta - com 100 assinaturas - ao Governo Britânico e à Comissão Especial para Assuntos Internos exigindo que o Conselho da Sharia seja investigado e delibere se suas práticas estão em conformidade com a lei britânica. O Conselho da Sharia respondeu declarando que a carta é "islamofóbica", acusando a Muslim Women's Network de ser uma organização antimuçulmana.

  • É a lei britânica, não a Lei Islâmica (Sharia) que protege pessoas e casais muçulmanos, assim como a outro cidadão qualquer. Contrário ao que os defensores desta farsa dizem, o tormento das muçulmanas deve ser tratado como uma questão de direitos humanos.

Haitham al-Haddad é um juiz britânico do conselho da sharia e membro do conselho de assessores do Conselho da Sharia islâmica. Quanto à forma de tratar os casos de violência doméstica, ele declarou em uma entrevista: "um homem não deve ser questionado quanto à motivação dele ter espancado a sua mulher porque se trata de uma questão entre o casal. Deixe-os em paz. Eles têm condições de cuidarem de seus próprios problemas". (Imagem: captura de tela de vídeo Channel 4)

O último escândalo no tocante à exploração sexual de muçulmanas por líderes religiosos islâmicos no Reino Unido é mais uma evidência da maneira com que a Grã-Bretanha faz vista grossa às execráveis práticas que estão acontecendo bem debaixo de seu nariz.

Uma investigação conduzida pela BBC na "halala" − ritual que permite que uma muçulmana divorciada se case novamente com seu ex-marido, casando primeiramente com outro homem, consumando a união e em seguida sendo divorciada por ele - revelou que os imãs na Grã-Bretanha não só estão incentivando essa prática como também lucrando financeiramente com ela. Esta depravação fez com que muitas dessas mulheres estejam sendo mantidas reféns, literal e figurativamente, a homens que são pagos para se tornarem seu segundo marido.

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A Guerra Cultural do Islamismo Visa a Indústria Multibilionária da Beleza

por Shireen Qudosi  •  25 de Abril de 2017

  • O infindável jogo dos muçulmanos ocidentais, aqueles que são avessos aos valores ocidentais, foi pouco afetado pela mudança do cenário político. Eles já tinham feito a transição para uma nova arena: a cultura.

  • "A moda é uma forma de extravasamento que possibilita começar essa mudança cultural na sociedade de hoje para normalizar a hijab nos Estados Unidos". — Melanie Elturk, CEO da Haute Hijab.

  • A bela Nura Afia se apresentando em uma campanha de publicidade é uma alternativa muito mais atraente e amigável ao consumidor do que Nihad Awad do CAIR ou das complexidades políticas da Irmandade Muçulmana. O rosto mudou, mas a mensagem continua a mesma.

  • Aí estão as duas faces de pensamento islamista, um ressalta o mito da paz, ao mesmo tempo em que, secretamente, bane vozes dissidentes como ignorantes, racistas ou preconceituosas. Enquanto isso, a CoverGirl e outras marcas defendem a hijab como novo padrão de beleza, ignorando suas origens extremamente grotescas.

Esquerda: burquíni de lã estampado da Marks & Spencer. Direita: traje da Coleção Abaya e Hijab da Dolce & Gabbana.

Ao término de 2016 muitos estavam angustiados após uma determinante eleição presidencial entre (Clinton), que representava o status quo e (Trump), visto como prenúncio de uma decisiva vitória contra o Islã radical. Para muitos muçulmanos havia uma terceira opção. Desmotivados com respeito às novas ondas da eleição, o infindável jogo dos muçulmanos ocidentais, aqueles que são avessos aos valores ocidentais, foi pouco afetado pela mudança do cenário político. Eles já tinham feito a transição para uma nova arena: a cultura.

Em 2016, Dolce e Gabbana, a marca em voga da elite lançou a "Coleção Abaya e Hijab". Meses mais tarde, a New York Fashion Week, Meca da moda, sediou o primeiro desfile com modelos vestidos com hijabs, de cima a baixo.

A influência islamista já usa a cultura ocidental para solidificar os valores islamistas nos círculos mais cobiçados da sociedade: moda e beleza.

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Palestinos: Greve de Fome ou Cortina de Fumaça?

por Bassam Tawil  •  20 de Abril de 2017

  • É parte integrante da estratégia palestina solapar, isolar, deslegitimar e destruir Israel.

  • Não é só o Presidente Mahmoud Abbas da Autoridade Palestina que está em apuros. Marwan Barghouti também sabe muito bem que não é bom lavar roupa suja em público. Então o que fazer? A tradicional tática diversionária: dirigir a fúria contra Israel.

  • Desprovido de seus artifícios ocidentais, a "greve de fome" de Barghouti é na realidade uma briga entre Abbas e outro pretendente ao trono da Fatah. E mais uma vez, Israel - o estado que hipoteticamente "maltrata" tanto os terroristas palestinos encarcerados - paga o pato.

A greve de fome iniciada pelo terrorista palestino Marwan Barghouti, atualmente atrás das grades (à esquerda) visa o presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas (à direita). Os partidários de Barghouti acusam Abbas e seus aliados de botarem para escanteio o líder da Fatah procurando "enterrá-lo".

Os palestinos têm um velho hábito de acerto de contas internas desviando a atenção de seus descontentamentos e violência contra Israel. Esta prática é inequívoca àqueles que têm acompanhado os desdobramentos na arena palestina nas últimas décadas. É parte integrante da estratégia palestina solapar, isolar, deslegitimar e destruir Israel.

Aqueles menos habituados com as táticas e a cultura palestina, no entanto, têm certa dificuldade de compreender a mentalidade palestina. Autoridades de Washington, Londres, Paris e demais capitais ocidentais raramente se encontram com o "cidadão comum" palestino que representa a autêntica voz dos palestinos.

Essas autoridades se encontram com políticos e acadêmicos palestinos de Ramala - os "especialistas" que na realidade não passam de trapaceiros. Esses palestinos por sua vez compreendem perfeitamente a mentalidade ocidental e a usam para fazerem de gato e sapato as autoridades do Ocidente.

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Geert Wilders e o Suicídio da Europa

por Guy Millière  •  19 de Abril de 2017

  • Os discursos de Wilders não incitam a violência contra ninguém. A violência a sua volta está direcionada apenas contra ele.

  • O único a abordar estes problemas é Geert Wilders. Líderes políticos holandeses e a maioria dos jornalistas aparentemente preferem afirmar que Geert Wilders é que é o problema, que se não fosse ele estes problemas não existiriam.

  • O que os adeptos deste ponto de vista, de que o Ocidente é culpado, "esquecem" é que o Islã oprimiu por muito tempo o Ocidente: os exércitos muçulmanos conquistaram a Pérsia, o Império Bizantino Cristão, o Norte da África e o Oriente Médio, a Espanha, a Grécia, a Hungria, a Sérvia e os Bálcãs e praticamente toda a Europa Oriental. Os exércitos muçulmanos eram uma ameaça constante até que as saqueadoras tropas otomanas foram finalmente repelidas nas Portas de Viena em 1683.

Em 2004 o terrorista marroquino/holandês Mohammed Bouyeri (à esquerda), baleou e matou o cineasta Theo van Gogh (à direita) e em seguida o esfaqueou e cortou sua garganta.

Mesmo se o político holandês Geert Wilders tivesse vencido as eleições e mesmo se o Partido da Liberdade (PVV) por ele fundado há onze anos tivesse se tornado o principal partido do país, ele não teria condições de ser o chefe de governo. Os dirigentes dos demais partidos políticos afirmaram que rejeitariam qualquer aliança com ele, de lá para cá eles continuam mantendo este posicionamento.

Por anos a fio a grande mídia holandesa disseminou ódio e difamação contra Wilders por ele tentar avisar o povo holandês - e a Europa - a respeito de seu futuro se ela continuar com as correntes políticas de imigração. Em contrapartida, em dezembro passado, um painel de três juízes o consideraram culpado de "incitamento à discriminação". Jornais e políticos de toda a Europa o descrevem, incessantemente, como um homem perigoso e um incendiário de direita. Às vezes eles o chamam de "fascista".

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O Islã, não o Cristianismo Permeia a Europa

por Giulio Meotti  •  16 de Abril de 2017

  • Ao que tudo indica são jihadistas que estão tomando de assalto a liberdade e as democracias seculares.

  • O pregador mais destacado do Islã sunita Yusuf al Qaradawi declarou que chegará o dia em que, assim como Constantinopla, Roma será islamizada.

  • É o Islã, não o cristianismo que agora permeia a paisagem e a imaginação da Europa.

Centenas de muçulmanos participam de um serviço de religião em massa ao lado do Coliseu de Roma, em 21 de outubro de 2016. (Imagem: captura de tela de vídeo Ruptly)

Segundo Steve Bannon, estrategista do presidente dos EUA, Donald Trump, o "Ocidente judaico-cristão está entrando em colapso, implodindo. E está implodindo bem diante de nossos olhos. E a reação será abismal".

A impotência e a fragilidade da nossa civilização também está assombrando muitos europeus.

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Escalada da Morte da França

por Guy Millière  •  12 de Abril de 2017

  • Em 1990 a "Lei Gayssot" foi aprovada estipulando a "proibição de qualquer discriminação com base na etnia, nação, raça ou religião". Desde então a lei vem sendo usada para criminalizar qualquer crítica sobre a delinquência árabe e africana, qualquer indagação sobre a imigração do mundo muçulmano, qualquer análise negativa sobre o Islã. Muitos escritores foram multados e a maioria dos livros "politicamente incorretos" que tratavam desses tópicos desapareceu das livrarias.

  • O governo francês pediu que a mídia obedecesse a "Lei Gayssot". Ele também pediu que os livros de história fossem reescritos para acomodarem capítulos sobre os crimes cometidos pelo Ocidente contra os muçulmanos e sobre a "essencial contribuição" do Islã para a humanidade. Atualmente todos os livros de história são "islamicamente corretos".

  • Nos hospitais, os muçulmanos estão pedindo cada vez mais para serem tratados apenas por médicos muçulmanos, se recusando a deixarem suas esposas serem tratadas por médicos do sexo masculino.

A polícia observa enquanto um carro, que foi destruído pelos vândalos em um subúrbio de Paris, é removido em 13 de fevereiro de 2017. (Imagem: captura de tela de vídeo Ruptly)

02 de fevereiro de 2017: uma "zona proibida" nos subúrbios da região oriental de Paris. Policiais rondam as imediações, ouvem gritos. Eles decidem verificar o que está acontecendo. Enquanto isso um jovem os insulta. Eles resolvem detê-lo. Ele começa a espancá-los. Tem início uma confusão. Ele acusa um policial de tê-lo estuprado com um cassetete. Um inquérito policial logo determina que o jovem não foi estuprado. Mas é tarde demais, o mal já havia se instalado.

Sem mais delongas, o ministro do interior francês ressalta que os policiais "extrapolaram". Ele ainda acrescenta que "a má conduta policial deve ser condenada". O presidente francês François Hollande vai ao hospital para manifestar seu apoio ao jovem. O presidente diz que agiu de "maneira digna e responsável". No dia seguinte organiza-se, apressadamente, uma manifestação de protesto contra a polícia. A manifestação se transforma em quebra-quebra.

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Londonistão: 423 Novas Mesquitas, 500 Igrejas Fechadas

por Giulio Meotti  •  9 de Abril de 2017

  • Os multiculturalistas britânicos estão alimentando o fundamentalismo islâmico. Os muçulmanos não precisam se tornar maioria no Reino Unido, eles precisam apenas islamizar gradualmente as principais cidades. A mudança já está acontecendo.

  • Personalidades britânicas continuam abrindo a porta para a introdução da sharia. Um dos principais juízes da Grã-Bretanha, Sir James Munby, ressaltou que o cristianismo não influencia mais os tribunais e que os tribunais devem ser multiculturais - ou seja: mais islâmicos. Rowan Williams, ex-arcebispo de Canterbury e o Chefe de Justiça Lord Phillips também sugeriram que a lei britânica deveria "incorporar" elementos da Lei Islâmica (Sharia).

  • As universidades britânicas também estão promovendo a lei islâmica. As diretrizes acadêmicas "alto-falantes externos em instituições de ensino superior", estabelecem que 'grupos religiosos ortodoxos' podem separar homens e mulheres durante os eventos. Na Queen Mary University of London, as mulheres tiveram que usar uma entrada separada e foram obrigadas a sentar em uma sala sem poderem fazer perguntas ou levantar as mãos, igualzinho ao que acontece em Riad e em Teerã.

Milhares de muçulmanos participam de um culto ao ar livre em Birmingham, Inglaterra, 6 de Julho de 2016. (Imagem: captura de tela de vídeo Ruptly)

"Londres é mais islâmica do que muitos países muçulmanos juntos", de acordo com Maulana Syed Raza Rizvi, um dos pregadores islâmicos que lideram o "Londonistão", nome dado pela jornalista Melanie Phillips à capital inglesa. Não, Rizvi não é um extremista de direita. Wole Soyinka, Prêmio Nobel de Literatura, foi menos cortês, ele chamou o Reino Unido de "fossa dos islamistas".

"Os terroristas não suportam o multiculturalismo de Londres", ressaltou o prefeito da cidade Sadiq Khan após o recente ataque terrorista que deixou mortos e feridos em Westminster. A verdade é o inverso: os multiculturalistas britânicos estão alimentando o fundamentalismo islâmico. Acima de tudo, Londonistão, com suas 423 novas mesquitas, está sendo construído sobre as tristes ruínas do cristianismo inglês.

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O verdadeiro Hamas: Lamento, Pessoal!

por Bassam Tawil  •  5 de Abril de 2017

  • O Hamas afirma, dia e noite, em árabe, a verdadeira história. Na realmente, os oficiais do Hamas são muito claros e diretos quando se dirigem ao seu povo em árabe. No entanto, alguns analistas ocidentais e israelenses não querem ser incomodados pelos fatos.

  • Certos relatos sugerem que os líderes do Hamas Khaled Mashaal e Ismail Haniyeh são os que pressionam para que haja mudanças no estatuto do movimento. No entanto, mesmo que Mashaal e Haniyeh tenham êxito em sua missão, não há nenhuma garantia de que o braço armado do Hamas concorde com isso.

  • O Hamas também negou que tenha a intenção de cortar seus laços com a Irmandade Muçulmana. "Os relatos têm como objetivo prejudicar a imagem do Hamas aos olhos do mundo", esclareceu um alto funcionário do Hamas. Ele também negou que o Hamas estivesse planejando abandonar a luta armada contra Israel em favor de uma "resistência" popular pacífica.

Milicianos armados do Hamas em uma parada com um lançador de foguetes montado em um veículo em Gaza, agosto de 2016. (Imagem: captura de tela de vídeo PressTV)

O que o Hamas quer dizer quando diz que "aceita" um estado palestino independente na Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental, sem reconhecer o direito de Israel de existir?

É um sinal de moderação e pragmatismo por parte do movimento terrorista extremista islâmico? Ou é apenas mais uma artimanha destinada a enganar a todos, especialmente os ocidentais crédulos a acreditarem que o Hamas abandonou a estratégia de destruir Israel em favor de uma solução de dois Estados?

Relatos recentes sugerem que o Hamas está se preparando para "declarar um estado palestino baseado nas fronteiras de 1967".

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Intelectuais e Antissemitismo: A Tradição Milenar
Manfred Gerstenfeld entrevista Robert Wistrich

por Manfred Gerstenfeld  •  3 de Abril de 2017

Robert Wistrich

Até a sua morte em 2105 o Professor Robert Wistrich ocupou a Cadeira Neuberger de História Europeia e História Judaica Moderna na Universidade Hebraica de Jerusalém e foi Diretor do Centro Internacional de Estudos sobre o Antissemitismo da Universidade Vidal Sassoon.

"O antissemitismo que grassava na elite intelectual da antiguidade pagã começou em Alexandria há mais de 2.000 anos. Este tipo de antissemitismo - particularmente aquele existente nas culturas mais elevadas, ou seja: Egito, Grécia e Roma - tinha como foco as questões que pareciam ter uma ressonância perene. Em especial a acusação de que os judeus eram antissociais. Eles não comiam nem bebiam como seus vizinhos como era costume do ethos Mediterrâneo. Esta acusação milenar de exclusivismo e isolacionismo dos judeus forneceu uma infraestrutura sobre a qual inúmeras acusações mais graves foram sendo elaboradas ao longo dos milênios.

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Eleições Francesas: Revolução Populista ou Status Quo?

por Soeren Kern  •  2 de Abril de 2017

  • "Se a bolha Macron não estourar, poderá pressagiar o realinhamento, não apenas da política francesa, mas das políticas ocidentais em geral, longe da divisão esquerda/direita que definiu a política ocidental desde a Revolução Francesa, em direção da divisão entre o povo e as elites". — Pascal-Emmanuel Gobry, analista político francês.

  • "Esta divisão não é mais entre a esquerda e a direita, mas entre patriotas e globalistas". — Marine Le Pen, candidata à presidência da França.

Na atual campanha eleitoral presidencial francesa, Marin Le Pen (direita) é a candidata da mudança, anti-establishment e Emmanuel Macron (esquerda) é o candidato status quo, pró-establishment. (Imagem: captura de tela de vídeo LCI)

O pontapé inicial na eleição presidencial da França foi dado em 18 de março, quando o Conselho Constitucional anunciou que um total de onze candidatos irão se enfrentar na corrida para o mais alto cargo político do país.

A eleição está sendo observada de perto na França e em outros países como indicador do descontentamento popular em relação aos partidos políticos tradicionais e em relação à União Europeia, bem como em relação ao multiculturalismo e à contínua migração em massa do mundo muçulmano.

O primeiro turno da votação será realizado em 23 de abril. Se nenhum candidato atingir a maioria absoluta dos votos, os dois primeiros vencedores do primeiro turno se enfrentarão no segundo turno em 7 de maio.

Se a eleição fosse realizada hoje, o candidato "progressista" independente Emmanuel Macron, que nunca ocupou nenhum cargo eletivo, se tornaria o próximo presidente da França, de acordo com várias pesquisas de opinião.

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Jihadistas Vivem às Custas de Apoio Financeiro da Europa que Eles Juram Destruir

por Giulio Meotti  •  31 de Março de 2017

  • A história de Al Harith revela até onde chega um dos maiores escândalos da Europa: a utilização de benefícios vitalícios europeus pelos jihadistas para financiar a sua "guerra santa".

  • A Europa forneceu tudo a eles: emprego, casa, saúde pública e assistência social, seguro desemprego, ajuda financeira, algo equivalente ao salário-família, benefícios para portadores de necessidades especiais, ajuda em dinheiro. Esses extremistas muçulmanos, no entanto, não veem esta "Dependistão", como Mark Steyn chamou o estado de bem estar social como sinal de generosidade, mas de fraqueza. Eles entendem que a Europa está pronta para ser destruída.

  • Repletos de certezas religiosas e ódio ideológico contra o Ocidente, sem necessidade de assimilarem os valores e as normas da Europa, muitos dos muçulmanos europeus, ao que tudo indica, se sentem como se estivessem destinados a devorarem uma civilização exausta.

  • As metas de política pública devem priorizar o incentivo para que as pessoas deixem de depender da assistência social - hoje denotando, basicamente, o desincentivo à procura de emprego - exceto em casos extraordinários e o desincentivo à responsabilidade pessoal. É preciso que haja limites legais para o uso dos fundos para o bem estar social - por exemplo: os fundos de assistência social não deveriam ser usados para a compra de drogas ilícitas, para os jogos de azar, para o terrorismo e, como já não há nenhuma liberdade de expressão na Europa mesmo, de promover o terrorismo. Poder-se-ia criar e ajustar detalhadamente uma lista desta natureza. Desprezar as ditas limitações resultariam na perda dos benefícios. Medidas como as apresentadas acima ajudariam a combater a guetização e a islamização de muçulmanos na Europa.

Muhammad Shamsuddin, islamista de 39 anos de idade de Londres, foi destaque em um documentário intitulado "Os Jihadistas que moram ao lado". Shamsuddin, pai divorciado com cinco filhos que vive de esmolas estaduais e afirma que não pode trabalhar porque sofre da "síndrome da fadiga crônica", foi filmado pregando ódio contra os não muçulmanos nas ruas britânicas. (Imagem: captura de tela de vídeo da Channel 4)

Há quatro anos o jornal britânico The Guardian, de linha liberal, publicou uma reportagem sobre os "sobreviventes de Guantánamo", "vítimas do ícone da ilegalidade dos Estados Unidos" e sobre os "sobreviventes do centro de detenção da Grã-Bretanha conhecido como gulag dos nossos tempos". O artigo colocou em destaque uma foto de Jamal al Harith.

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França: Desradicalização de jihadistas é um "Total Fiasco"

por Soeren Kern  •  22 de Março de 2017

  • O relatório conclui que a desradicalização, seja em centros especializados ou em prisões, não funciona pelo fato da maioria dos radicais islâmicos não aceitarem a desradicalização.

  • Estima-se que haja na França cerca de 8.250 radicais islâmicos extremamente violentos, apenas 17 apresentaram a papelada e apenas nove de fato foram até lá. Nenhum dos residentes permaneceu para completar o currículo de dez meses.

  • Ao alojá-los em pavilhões prisionais separados, os islamistas na realidade se tornaram ainda mais violentos por se sentirem encorajados pelo que eles chamavam de "efeito grupal", segundo o Ministro da Justiça Jean-Jacques Urvoas.

  • "Desradicalizar uma pessoa não é um trabalho de seis meses. Essas pessoas, às quais não foram dadas um ideal e que ainda não abraçaram a ideologia do Estado Islâmico, não irão se livrar dela facilmente. Não há um abre-te sésamo" — Senadora Esther Benbassa.

  • "O programa de desradicalização é um total fiasco. Tudo tem que ser repensado, tudo deve ser redesenhado a partir do zero". — Senador Philippe Bas, presidente da Comissão do Senado que encomendou o relatório.

"Centro de Prevenção, Integração e Cidadania" Château de Pontourny, na França. (Imagem: captura de tela de vídeo ARTE − 28 minutos)

O principal programa do governo francês para desradicalizar jihadistas é um "fracasso total" e deve ser "completamente reconceituado" segundo as conclusões iniciais de uma comissão parlamentar de inquérito sobre a desradicalização.

O relatório preliminar revela que o governo não tem nada de positivo para mostrar no tocante às dezenas de milhões de euros dos contribuintes gastos ao longo dos últimos anos para combater a radicalização islâmica na França, onde 238 pessoas foram mortas em ataques jihadistas desde janeiro de 2015. O relatório conclui que a desradicalização, seja em centros especializados ou em prisões, não funciona pelo fato da maioria dos radicais islâmicos não aceitarem a desradicalização.

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