Últimas Análises e Comentários

Palestinos: A Batalha para Roubar os Fundos para a Reconstrução

por Khaled Abu Toameh  •  18 de Junho de 2021

  • A Autoridade Nacional Palestina salienta que ela deveria ser a única no comando da reconstrução e que todos os fundos deveriam ser canalizados por meio de seu governo. O Hamas, por outro lado, insiste que os recursos da comunidade internacional sejam encaminhados diretamente para seus cofres.

  • "Os palestinos têm o dever de acabar com esta ocupação iraniana na Palestina para que eles possam viver em paz." — Nora Shanar, escritora saudita, Elaph, 10 de maio de 2021.

  • O recado que árabes e muçulmanos estão passando ao governo Biden e aos demais doadores do Ocidente é o seguinte: parem de jorrar dinheiro em cima dos corruptos e malogrados líderes palestinos, cuja especialidade é roubar dinheiro de doações internacionais. Os palestinos não precisam tanto de dinheiro quanto de novos líderes cujo compromisso com o bem-estar de seu povo seja maior do que com seus próprios bolsos.

O Egito não mediu esforços no sentido de ajudar os palestinos da Faixa de Gaza na esteira da recente rodada de hostilidades entre Israel e o Hamas. Os líderes da Autoridade Nacional Palestina e do Hamas só querem saber de uma coisa: forrar seus próprios cofres com fundos destinados a aliviar o sofrimento dos palestinos. Foto: comboio carregado de equipamentos e materiais de construção fornecidos pelo Egito chega à Faixa de Gaza pelo Posto de Passagem de Rafah em 4 de junho de 2021. (Foto: Said Khatib/AFP via Getty Images)

No mês passado, o Egito obteve sucesso em seus esforços no sentido de fechar um cessar-fogo entre Israel e o Hamas. Desde então, no entanto, o Egito não conseguiu arranjar um acordo entre o Hamas e a Autoridade Nacional Palestina sobre a reconstrução de edifícios e casas que foram destruídos durante o conflito de 11 dias.

O Egito não mediu esforços no sentido de ajudar os palestinos da Faixa de Gaza na esteira da recente rodada de hostilidades entre Israel e o Hamas.

Primeiro, o presidente egípcio Abdel Fattah Sisi prometeu doar US$500 milhões para o trabalho de reconstrução. (o Catar prometeu uma quantia equivalente para o mesmo propósito).

Segundo, o Egito despachou o chefe de seu Serviço Geral de Inteligência, General Abbas Kamel à Faixa de Gaza e à Cisjordânia para conversas com líderes do Hamas e da Autoridade Nacional Palestina sobre o plano de reconstrução.

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Árabes: Hamas e Irã Transformaram Gaza em um Cemitério de Crianças

por Khaled Abu Toameh  •  12 de Junho de 2021

  • Os árabes estão cientes de que o único interesse do Hamas é passar a mão na cabeça dos mulás de Teerã para extorquir mais dinheiro e armamentos. Os árabes sabem muito bem que se trata apenas de mais uma farsa do Hamas e particularmente do Irã.

  • É... revigorante ver quantos árabes estão cientes dos perigos do envolvimento do Irã com grupos terroristas palestinos que buscam a eliminação primeiro de Israel, depois deles.

  • "As milícias do Hamas na Faixa de Gaza pertencem ao Irã... O Irã quer usar a questão palestina como carta na manga nas negociações de Viena... para forçar os EUA a suspenderem as sanções contra o Irã em troca do fim da escalada da violência que ameaça a segurança de Israel... O destino das armas do Irã é a destruição, não a construção." — Amjad Taha, consagrado jornalista árabe, Twitter, 27 de maio de 2021.

  • "Quanto mais matança e destruição, mais aumentará a receita do Hamas ao mesmo tempo em que os palestinos continuarão sofrendo com o cerco e a miséria." — Saeed Al-Kahel, escritor e analista político, Assahifa, 29 de maio de 2021.

  • "O Irã usou o Hamas e a Jihad Islâmica apenas e tão somente em seu próprio benefício e, se realmente se interessasse pelos palestinos, contribuiria para a reconstrução da Faixa de Gaza... Teerã não contribuiu nem fez doações para projetos humanitários nem de reconstrução em Gaza..." — Samir Ghattas, ex-parlamentar egípcio e presidente do Fórum Egípcio para Estudos Estratégicos do Oriente Médio, Al-Arabiya.net, 26 de maio de 2021.

  • O especialista egípcio, (Muhammad Mujahid Al-Zayyat, consultor do Centro Egípcio de Inteligência e Estudos Estratégicos), se une a outros árabes no sentido de alertar a Administração Biden e as potências ocidentais para o perigo do Irã ser recompensado pela guerra terrorista do Hamas contra Israel.

  • Resta saber se a Administração Biden e as potências ocidentais irão dar o devido valor a este alerta ou continuar enfiando as cabeças na areia, fazendo de conta que os mulás do Irã, em troca de gigantescas propinas dos EUA, mudarão seus vieses selvagens . Eles não mudaram da última vez, o que acontecerá à região se eles não mudarem novamente?

A assertiva do Hamas de que "venceu" a última guerra contra Israel caiu no ridículo e virou motivo de chacota por muitos árabes, que estão cientes de que o único interesse do Hamas é passar a mão na cabeça dos mulás de Teerã para extorquir mais dinheiro e armamentos. Foto: "Líder Supremo" do Irã, Aiatolá Ali Khamenei (direita) com o líder do Hamas, Ismail Haniyeh em Teerã em 12 de fevereiro de 2012. (Imagem: khamenei.ir/AFP via Getty Images)

A assertiva do Hamas de que "venceu" a última guerra contra Israel caiu no ridículo e virou motivo de chacota por muitos árabes que não temem assim qualificar o grupo terrorista apoiado pelo Irã por este mentir aos palestinos e ao restante do planeta.

Os árabes também não têm medo de responsabilizar o Hamas pela massiva destruição em massa e pela perda de vidas de palestinos e israelenses inocentes, a fim de servir aos interesses do senhorio iraniano.

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Mesmo com um Acordo, os Mulás Irão Atrás das Armas Nucleares

por Majid Rafizadeh  •  6 de Junho de 2021

  • É bom colocar as barbas de molho e esperar que, qualquer que seja o acordo, o regime iraniano continuará indo atrás, ansiando se tornar uma potência nuclear, trabalhando ativamente em suas atividades clandestinas neste sentido: há precedentes históricos para tanto.

  • Teerã alegou que o "armazém atômico secreto", localizado em um vilarejo de Turquz Abad, nos subúrbios de Teerã, era um lugar onde se limpava tapetes.

  • No começo a IAEA não levou a sério os relatórios. O que não deveria pegar ninguém de surpresa: a AIEA tem uma longa história de reportar de maneira pouco confiável a conformidade da República Islâmica para com o acordo e sua recusa em verificar relatórios confiáveis sobre as ilícitas atividades nucleares do Irã.

  • Os mulás do Irã não honrarão nenhum acordo com a comunidade internacional. Embora os mulás tenham o maior prazer em colher os lucros de qualquer acordo nuclear e do levantamento das sanções, o regime continuará avançando na busca escusa em obter armas nucleares e tentativas explícitas com a China com o intuito de se apoderarem do Oriente Médio.

  • Recentemente tivemos a oportunidade de ver o entrincheiramento do Irã na Síria e no Iraque, o assenhoramento do Líbano por intermédio de seu proxy Hisbolá, a intensificação da agressão contra a Arábia Saudita por outro proxy, os houthis e sua guerra com 4 mil foguetes lançados neste mês contra o minúsculo país do Oriente Médio, Israel, por mais outro proxy, o Hamas.

  • Qualquer que seja o "acordo" fechado em Viena, o Irã não está interessado em "estabilizar" o Oriente Médio. Conforme o governo Biden corretamente apontou, os líderes do Irã, juntamente com a China, parecem estar interessados apenas em desestabilizar e depois dominar a região.

O argumento segundo o qual negociar e fechar um acordo nuclear com os mulás do Irã irá conter sua ânsia nuclear e impedir o regime iraniano de obter armas nucleares é, lamentavelmente, uma fantasia muito perigosa. Foto: usina de enriquecimento de urânio em Isfahan, Irã. (Foto: Getty Images)

O argumento segundo o qual negociar e fechar um acordo nuclear com os mulás do Irã irá conter sua ânsia nuclear e impedir o regime iraniano de obter armas nucleares é, lamentavelmente, uma fantasia muito perigosa.

O acordo nuclear dispõe de cláusulas de vencimento que logo extinguirão as restrições do programa nuclear do Irã assim que o acordo terminar. Em suma, o acordo nuclear, ao invés de impedir o Irã de adquirir armas nucleares, como foi falsamente alardeado, irá na realidade abrir caminho para que Teerã se torne um país dotado de armas nucleares legitimado assim que o acordo chegar ao fim.

Mesmo antes disso, no entanto, é importante colocar as barbas de molho e esperar que, qualquer que seja o acordo, o regime iraniano continuará indo atrás, ansiando se tornar uma potência nuclear, trabalhando ativamente em suas atividades clandestinas neste sentido: há precedentes históricos para tanto.

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França: Generais Alertam Risco de Guerra Civil Frente ao Tentacular Avanço do Islamismo

por Soeren Kern  •  1 de Junho de 2021

  • O alerta veio em meio a uma onda de ataques jihadistas, entre eles a decapitação de um professor cometida por jovens, nenhum deles estava no radar dos serviços de inteligência franceses. A carta também surgiu durante a indignação pública generalizada em relação ao comprometimento do sistema de justiça francês com o politicamente correto, conforme evidenciado pela recusa de levar às barras da justiça um imigrante africano do Mali que, aos bramidos de "Allahu Akbar" ("Alá é Grande"), invadiu a casa de uma judia idosa, assassinou-a e a jogou da varanda.

  • "Todo francês, independentemente da sua crença ou nenhuma crença, deveria se sentir em casa na França continental (l'Hexagone), não pode e não deve existir nenhuma cidade ou distrito onde as leis da República não se aplicam" — De uma carta aberta assinada por 20 generais da reserva, 100 altas autoridades e mais de mil membros das forças armadas, 21 de abril de 2021.

  • "O que está escrito nesta carta é um retrato da realidade. Quando se tem um país atormentado pela guerra de guerrilha urbana, quando se tem uma constante e altíssima ameaça terrorista, quando se tem um número crescente de fragorosas e flagrantes desigualdades, quando se tem uma parcela de patriotas que estão rompendo com a sociedade, não dá para dizer que o país está indo bem." — Rachida Dati, prefeita da 7ª circunscrição de Paris e ex-ministra da justiça.

  • "Esses nocivos desvios não são resultado de um momento de perplexidade e sim de uma direção política impulsionada por considerações ideológicas fundamentalmente corruptoras." — Marine Le Pen, candidata à presidência da França.

  • A carta aberta e a resposta de Le Pen apareceram em meio a uma enxurrada de pelo menos nove ataques consecutivos de jihadistas na França, todos cometidos por pessoas desconhecidas dos serviços franceses de inteligência e que, portanto, não eram suspeitas de terem sido radicalizadas e, consequentemente, não constavam em nenhuma lista de jihadistas suspeitos. Os ataques sugerem que as autoridades francesas perderam o controle do monitoramento de radicais islâmicos no país.

Foto: Presidente Francês Emmanuel Macron chega com o Chefe do Estado Maior do Exército, General François Lecointre, antes da cerimônia militar do Dia da Queda da Bastilha na Praça da Concórdia em Paris, em 14 de julho de 2020. (Foto: Thomas Samson/AFP via Getty Images)

Um grupo de generais da reserva alertou em uma carta aberta que a França está degringolando para uma guerra civil por conta do fiasco do governo em controlar a migração em massa e ao gradual avanço tentacular do islamismo no país. A carta, que conta com amplo apoio popular segundo institutos de pesquisa, também alerta sobre o marxismo cultural, o multiculturalismo descontrolado e a expansão das zonas proibidas na França.

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China Boicota Empresas Ocidentais Por Causa dos Uigures

por Soeren Kern  •  25 de Maio de 2021

  • As empresas estão sendo pressionadas a deletarem de seus sites qualquer referência sobre políticas corporativas no tocante aos direitos humanos, a voltarem atrás nas decisões de pararem de comprar algodão produzido em Xinjiang e removerem mapas que retratem Taiwan como país independente.

  • Em outubro de 2020, a Better Cotton Initiative (BCI), influente grupo sem fins lucrativos que promove a produção sustentável do algodão, suspendeu o licenciamento do algodão de Xinjiang, citando denúncias e a "escalada quanto ao risco" de trabalho forçado. Desde então a asserção foi retirada do site da BCI e, desconcertantemente, também não está mais acessível no Arquivo da Internet.

  • Em março de 2020, no informe "Uigures à Venda" o Australian Strategic Policy Institute revelou que os uigures estavam trabalhando em fábricas, em condição de trabalho forçado, que fazem parte das cadeias de suprimento de mais de 80 marcas globais de grifes famosas no segmento de vestuário, automotivo e tecnologia.

  • "O governo da China, cada vez mais interessado em punir os críticos de suas políticas em Xinjiang, está forçando as empresas estrangeiras a se posicionarem, justo o que elas procuram evitar: apoiar a China ou cair fora do mercado chinês... O Partido Comunista se vê cada vez mais em condições de exercer pressão econômica em cima dos outros, usando o 'poderoso campo gravitacional' da segunda maior economia do mundo... O dilema entre o lucrativo mercado chinês e os valores que as empresas professam no restante do mundo está se tornando inevitável... " — The Economist, 27 de março de 2021.

  • "As empresas alemãs respondem por metade das exportações da UE para a China. A indústria de exportação alemã tem pouco interesse em macular este balanço patrimonial por conta de zelo moral.... A dependência econômica da China, no entanto, coíbe ainda mais o já baixo impacto dos argumentos relacionados à moral. Enquanto a Europa, e neste caso a Alemanha em particular, não estiver preparada para reduzir esta dependência, as denúncias sobre violações dos direitos humanos na China irão, na melhor das hipóteses, continuar provocando perfunctórias reações defensivas de Pequim." — Die Welt, 24 de março de 2021.

O governo chinês está boicotando redes de lojas do ramo do vestuário do Ocidente por estas manifestarem preocupação quanto ao trabalho forçado em Xinjiang. O pivô da contenda gira em torno de denúncias segundo as quais o governo chinês está forçando mais de 500 mil uigures e outras minorias étnicas e religiosas muçulmanas a colherem algodão em Xinjiang, que produz 85% do algodão da China representando um quinto na cadeia mundial de suprimentos da commodity. Cerca de 70% da colheita nos campos de algodão da região é feita manualmente. Foto: mulheres colhendo algodão manualmente em Hami, Xinjiang, em 20 de setembro de 2015. (Foto: STR/AFP via Getty Images)

O governo chinês está boicotando varejistas do ramo do vestuário do Ocidente por estes manifestarem preocupação quanto ao trabalho forçado em Xinjiang, a maior região da China. As empresas estão sendo pressionadas a deletarem de seus sites qualquer referência sobre políticas corporativas no tocante aos direitos humanos, voltarem atrás nas decisões de pararem de comprar algodão produzido em Xinjiang e removerem mapas que retratem Taiwan como país independente.

A escalada na contenda veio após a União Europeia e o Reino Unido terem, em 22 de março, engrossado fileiras com os Estados Unidos e Canadá no sentido de impor sanções contra autoridades chinesas por abusos aos direitos humanos em Xinjiang, remota região autônoma no noroeste da China.

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Como Garantir a Repetição de Ataques com Foguetes do Hamas

por Alan M. Dershowitz  •  19 de Maio de 2021

  • Este é o jeito líquido e certo de garantir que o Hamas continuará fazendo uso do terrorismo contra Israel... Este jeito infalível é recompensar os terroristas que empregam esta tática e punir as vítimas que tentam revidar.

  • "O verdadeiro alicerce do terrorismo é que ele dá certo, os terroristas têm consistentemente colhido frutos de seus atos terroristas. O terrorismo irá perdurar enquanto... a comunidade internacional recompensar seu uso, como tem feito ao longo de muitos e muitos anos."

  • O Hamas vem sendo enormemente recompensado pela comunidade internacional, por grupos de direitos humanos, pela mídia, pelo mundo acadêmico e por milhões de pessoas decentes por lançar mão da indecente tática de duplo crime de guerra de disparar foguetes contra civis israelenses por detrás de palestinos usados como escudos humanos. Israel foi severamente punido por tentar proteger seus cidadãos desses foguetes.

Este é o jeito líquido e certo de garantir que o Hamas continuará fazendo uso do terrorismo contra Israel... Este jeito infalível é recompensar os terroristas que empregam esta tática e punir as vítimas que tentam revidar. Foto: cenário de um edifício atingido por um foguete palestino disparado contra a cidade de Ashkelon no sul de Israel, em 14 de maio de 2021. (Foto: Jack Guez/AFP via Getty Images)

Este artigo foi publicado com ligeiras diferenças pela primeira vez em 2009. Nada mudou.

Este é o jeito líquido e certo de garantir que o Hamas continuará fazendo uso do terrorismo contra Israel e que outros grupos terroristas aumentarão o uso do terrorismo contra civis ao redor do mundo. Este jeito infalível é recompensar os terroristas que empregam esta tática e punir as vítimas que tentam revidar. Esta é uma das lições mais importantes a serem aprendidas com os recentes eventos em Gaza, mas não se trata de uma lição nova. Em 2002, no livro Why Terrorism Works , eu coloquei o dedo na ferida com a advertência que é ainda mais relevante hoje do que então:

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Trombetas e Motores de Tanques: Divisor de Águas em Gaza?

por Richard Kemp  •  18 de Maio de 2021

  • O Hamas não é páreo para a FDI que poderia derrotá-lo de forma rápida e muito mais barata caso fizesse uso da sua contundente e esmagadora força militar, se não fosse por um porém, a necessidade dos israelenses de minimizar a perda de vidas civis. O Hamas sabe muito bem disso.

  • Ao longo de muitos anos de conflito em Gaza, a maioria da mídia mundial relata com entusiasmo as mortes de civis palestinos como se eles fossem o objeto deliberado de um insensível e indiferente modo de guerra de Israel. Esta propaganda flagrantemente falsa vem sendo adotada por apoiadores do Hamas e "idiotas úteis" no Ocidente... grupos de direitos humanos em todo o mundo têm feito o mesmo.

  • A ignorância proposital misturada com a má-fé é, sempre, de deixar o cabelo em pé. Cada comissão de inquérito já vinha com a decisão acertada quanto à culpa de Israel antes mesmo da primeira reunião.

  • Cada debate e votação contava com maioria esmagadora e, obviamente, com falsas asseverações dos supostos crimes de guerra cometidos por Israel e também crimes contra a humanidade. Ao mesmo tempo em que os verdadeiros crimes de guerra cometidos pelo Hamas não foram levados em conta.

Cada vítima civil ocorre devido à agressão do Hamas contra Israel, vinda do nada, sem provocação alguma. Nada teria acontecido sem ela. A íntegra da estratégia do Hamas é atacar centros populacionais israelenses por meio de foguetes, drones kamikazes e túneis, com o objetivo de provocar contra-ataques da FDI que por sua vez matarão seus próprios civis, cujo objetivo é difamar e isolar Israel ao redor do mundo e obter apoio internacional para sua causa. Foto: Mísseis, disparados pelo Hamas de regiões residenciais densamente povoadas em Gaza, cruzam o céu em direção de cidades israelenses em 16 de maio de 2021. (Foto: Mohammed Abed/AFP via Getty Images)

Durante uma operação em Gaza na semana passada, as Forças de Defesa de Israel atacaram um complexo de túneis do Hamas com 12 esquadrões de 160 aviões de combate onde foram atingidos mais de 150 alvos com centenas de JDAMs "Bombas Inteligentes" (Munição Comum para Ataque Direto), destruidoras de bunkers em menos de uma hora. Embora a apuração dos danos da batalha ainda esteja em andamento, o ataque provavelmente destruiu o elemento mais crítico da infraestrutura do Hamas, eliminando gigantescos estoques de munições e muito provavelmente neutralizando dezenas, senão centenas de combatentes. Foi um duro golpe contra o Hamas e poderá ser um divisor de águas no conflito. A manobra também mandou um forte recado ao Irã e ao Hisbolá, alertando-os sobre as consequências de um ataque a Israel com seus arsenais de dezenas de milhares de mísseis armazenados no sul do Líbano.

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Palestinos: Nosso Verdadeiro Objetivo é Destruir Israel

por Bassam Tawil  •  13 de Maio de 2021

  • Os palestinos estão contrariados porque os judeus estão tendo permissão de visitar o Monte do Templo. Os palestinos não querem que judeus visitem seu próprio lugar sagrado, eles não querem ver judeus em Jerusalém e não querem ver nenhum judeu no território que se estende do Rio Jordão ao Mar Mediterrâneo.

  • Ninguém está contestando o direito dos palestinos de protestarem contra as políticas israelenses. No entanto, quando os protestos se transformam em gigantescas manifestações pró-Hamas, com chamamentos para bombardear Tel Aviv e matar judeus, estas desmascaram a verdadeira e letal intenção dos manifestantes.

  • Quando milhares de palestinos entoam as palavras de ordem "somos todos Mohammed Deif", eles estão dizendo que se consideram terroristas prontos para atacar e destruir Israel. Eles também estão dizendo que Deif é seu ídolo porque ele conseguiu matar muitos judeus e continua foragido, apesar do empenho israelense de prendê-lo ou matá-lo.

  • O Hamas deve sua crescente popularidade à inflamatória campanha anti-Israel empreendida na mídia palestina, em especial nas plataformas das redes sociais, nas mesquitas e à retórica dos líderes palestinos. O Hamas também deve sua popularidade à contínua corrupção e incompetência da Autoridade Nacional Palestina e de seu autocrático presidente Mahmoud Abbas.

  • As manifestações a favor do Hamas também deveriam soar o alarme na Administração Biden e servir de preciso indicador das prioridades palestinas. A Administração Joe Biden já está falando em retomar o estagnado processo de paz entre Israel e os palestinos com base na "solução de dois estados". O Hamas e os milhares de palestinos que entoam palavras de ordem em apoio ao Hamas e a Deif, no entanto, têm uma solução diferente em mente: a aniquilação de Israel e a morte de judeus, quanto mais, melhor.

O Hamas e os milhares de palestinos que entoam palavras de ordem em apoio ao Hamas e ao terrorista mentor intelectual Mohammed Deif, têm uma solução diferente em mente: a aniquilação de Israel e a morte de judeus, quanto mais, melhor. Foto: Um prédio de apartamentos em Ashkelon, Israel, atingido por foguetes disparados pelo governo do Hamas na Faixa de Gaza na noite entre os dias 10 e 11 de maio de 2021. (Foto: Jack Guez/AFP via Getty Images)

Quando o já falecido ditador iraquiano Saddam Hussein disparou 39 mísseis Scud contra Israel em 1991, muitos palestinos foram às ruas para comemorar os ataques. Muitas manifestações tomaram lugar na Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental, enquanto os palestinos recebiam máscaras de gás das autoridades israelenses para protegê-los contra um possível ataque químico do Iraque contra Israel.

O jornal Los Angeles Times relatou naquela época que "inúmeros palestinos estavam felizes da vida em relação ao ataque dos iraquianos com mísseis contra Tel Aviv e Haifa".

Quando a organização terrorista Hisbolá, apoiada pelo Irã, lançou ataques com foguetes contra Israel a partir do Líbano em 2015, os palestinos tomaram as ruas para festejar, balançando bandeiras do Hisbolá, distribuindo guloseimas para os motoristas e transeuntes.

Para os palestinos, qualquer um que ataca Israel ou ameaça destruir o país é um verdadeiro "herói".

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França: Macron Abandonou a Luta Contra o Radicalismo

por Guy Millière  •  9 de Maio de 2021

  • Também há professores que, ao que tudo indica, por estarem assustados, preferem se prostrar, desistir de ensinar certas matérias e quando os alunos berram xingamentos antissemitas e antiocidentais, fazem de conta que não ouviram nada. Tornou-se praticamente impossível falar sobre Israel ou o Holocausto na maioria das escolas francesas.

  • Parece que a maioria dos jornalistas prefere evitar qualquer celeuma quanto ao avanço do Islã radical na França. Eles sabem que os que tocam no assunto são zás-trás chamados de "racistas" ou de "islamófobos" e não é raro serem ameaçados, processados, condenados a pagar pesadas multas ou despedidos de seus empregos.

  • Ainda que o que Zemmour disse era exato e verificável, o CSA (Superior Conselho do Audiovisual) ressaltou que assinalar certos fatos constitui "incitamento ao ódio racial".

  • Em 2015, um jornalista francês comparou o Partido União Nacional ao Estado Islâmico. A presidente do Partido União Nacional, Marine Le Pen, respondeu postando no Twitter duas fotos de crimes cometidos pelo Estado Islâmico, acrescentado: "este é o Estado Islâmico"... No tribunal, o juiz perguntou a Le Pen: "você considera que essas fotos violam a dignidade humana?" Le Pen respondeu: "é o crime que viola a dignidade humana, não a sua reprodução fotográfica".

  • "Quatorze meses antes do prazo da eleição presidencial de 2022... a suposição é que... Marine Le Pen, estará inevitavelmente no segundo turno e quem a enfrentar não terá mais garantia da vitória". — Le Monde, 22 de março de 2021

Éric Zemmour (foto), um dos poucos jornalistas na França que ainda fala livremente... é levado às barras do tribunal pelo menos uma vez por ano. As multas que lhe são impostas chegam a 10 mil euros(US$11.800) cada uma. (Foto: Lionel Bonaventure/AFP via Getty Images)

1º de novembro de 2020. Didier Lemaire, professor do ensino médio que trabalhava em Trappes, uma cidadezinha a oeste de Paris, publicou uma carta aberta na revista de esquerda Le Nouvel Observateur. Ele se referia ao assassinato cometido com extrema crueldade quando Samuel Paty, outro professor, foi decapitado, duas semanas antes por um extremista muçulmano. Ele teceu duras críticas à prostração das autoridades francesas à intimidação religiosa e à impossibilidade do sistema escolar francês transmitir qualquer conhecimento real da história ou de dar aos alunos os meios intelectuais necessários para o livre pensar. Ele disse que em poucos anos, a situação na cidade onde ele trabalhava deteriorou fragorosamente. Lemaire escreveu o seguinte:

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O Genocídio Armênio está Tomando Forma

por Raymond Ibrahim  •  30 de Abril de 2021

  • "No início do ano 1915 havia cerca de 2 milhões de armênios na Turquia, hoje somam menos de 60 mil... a negação do Genocídio Armênio por sucessivos regimes turcos tem se perpetuado de 1915 até os dias de hoje. — The Genocide Education Project.

  • A Turquia não só negou reiteradamente a culpabilidade pelo genocídio armênio como, ao que tudo indica, intenciona repeti-lo, visto que recentemente vem ajudando o Azerbaijão na guerra contra a Armênia pelo controle da região de Nagorno-Karabakh, que novamente eclodiu em conflito armado no final de 2020.

  • "Por que a Turquia voltou ao Sul do Cáucaso 100 anos após a dissolução do Império Otomano? Para dar prosseguimento ao Genocídio Armênio." — Primeiro Ministro da Armênia Nikol Pashinyan, Facebook, 1º de outubro de 2020.

  • Estes mercenários e seus parceiros azerbaijanos, entre outros grupos de conduta no melhor estilo da tradição do ISIS, "torturaram com requintes de crueldade desfigurando" uma mulher armênia de 58 anos com deficiência intelectual, cortaram suas orelhas, mãos e pés antes de assassiná-la. A família dela só conseguiu identificá-la pelas roupas.

As igrejas armênias que se encontravam sob controle do Azerbaijão foram profanadas, já desde o início do conflito armado de Nagorno-Karabakh no final de 2020, não obstante as promessas das autoridades azerbaijanas de protegê-las. Foto: Catedral de Ghazanchetsots (Santíssimo Salvador) em Shusha, Nagorno-Karabakh, 13 de outubro de 2020, logo após ter sido bombardeada. (Foto: Aris Messinis/AFP via Getty Images)

Hoje, 24º dia de abril, é o Dia da Memória do Genocídio Armênio, que marca 106 anos do início do Genocídio Armênio, quando os turcos otomanos massacraram aproximadamente 1,5 milhão de armênios durante a Primeira Guerra Mundial.

A maioria dos historiadores objetivos que examinaram o assunto concorda inequivocamente que foi um genocídio deliberado e calculado.De acordo com o The Genocide Education Project:

"Mais de um milhão de armênios morreram executados, de fome, doenças, exposição a condições extremas e abusos físicos. Um povo que viveu na região leste da Turquia por quase 3 mil anos (mais do que o dobro de tempo que os invasores turcos islâmicos ocuparam a Anatólia, hoje chamada de "Turquia"), perdeu sua terra natal e foi dizimado em larga escala no primeiro genocídio de enormes proporções do Século XX. No início do ano 1915, havia cerca de 2 milhões de armênios na Turquia, hoje somam menos de 60 mil."

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União Europeia: De Mercado Único para Trágica Farsa

por Drieu Godefridi  •  13 de Abril de 2021

  • Em quinhentos anos, quando historiadores olharem pelo retrovisor a era COVID, dirão que a "Operação Dobra Espacial," dos Estados Unidos, na época liderados pelo presidente Donald J. Trump, foi um triunfo da ciência e da logística.

  • Muitos liberais têm memória curta, mas a UE nem sempre foi a gigantesca e remota máquina de hoje.

  • O princípio da igualdade dos estados membros e o princípio da igualdade dos cidadãos não pode ser reconciliada no atual conjunto de instituições da UE, considerou o Tribunal.

  • Não resta dúvida que o linguajar enfeita pavão das instituições da EU, como "tornar a UE mais democrática", destina-se a fazer com que se acredite que as instituições da UE... estão ficando cada vez mais democráticas, aguardando se tornarem totalmente democráticas

  • Esta evolução consistia, acima de tudo, em subverter as instituições europeias para que realizassem, além de seus objetivos econômicos, missões que lhes eram alheias, como uma "política externa comum" que nunca passou de blábláblá. Como elaborar uma política externa comum ao Reino Unido, Áustria e Portugal?

  • As elites da UE são fracas, covardes e tímidas porque sabem que não representam ninguém no verdadeiro sentido democrático da palavra, não são eleitas democraticamente, não são transparentes e não prestam contas a ninguém. Em última análise, são brinquedos de governos que nunca concordam uns com os outros, mas que têm a legitimidade de serem verdadeiramente democráticos: são eleitos, transparentes e responsáveis. Tampouco há mecanismos para que os cidadãos reles mortais possam remover qualquer um, se assim o desejarem.

A gestão da UE com respeito às vacinas é uma metonímia para a UE: uma farsa trágica nas mãos de ideólogos tão tacanhos quanto incompetentes. Foto: Presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen durante uma entrevista coletiva à imprensa, logo após uma reunião sobre um projeto de lei acerca de um Certificado de Vacinação comum da Covid-19 da UE em Bruxelas em 17 de março de 2021. (Foto: John Thys/Pool/AFP via Getty Images)

No que diz respeito à União Europeia, as opiniões se dividem entre aqueles que a consideram inútil e onerosa e aqueles que a consideram o futuro da Europa e um modelo para a raça humana.

Qual é a realidade?

Antes do surgimento da UE que temos hoje, a construção de uma união europeia foi, no princípio, um tremendo sucesso.

Muitos liberais têm memória curta, mas a UE nem sempre foi a gigantesca e remota máquina de hoje. No período mais modesto quando era chamada de "Comunidade Europeia", acarretando, por exemplo, na cooperação entre economias de vários países ou no âmbito de suas indústrias de carvão, aço e nuclear, a Europa auferiu quatro liberdades de movimento: pessoas, capitais, bens e serviços. Apesar dos equívocos, tropeços e imperfeições (nada humano é perfeito), este mercado comum, ou único, contribuiu de maneira expressiva e substancial para a liberdade e prosperidade dos europeus.

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"Matem Todos, Matem a Todos": A Guerra contra a Polícia na França

por Yves Mamou  •  10 de Abril de 2021

  • Em janeiro, o departamento de estatística do Ministério do Interior registrou 2.288 incidentes do tipo "matem a todos", segundo dados de relatórios da polícia..

  • A suspeição da mídia com respeito ao uso ilegítimo da violência por parte da polícia é tão intensa que os policiais atacados sequer se sentem facultados o suficiente para usarem suas armas.

  • A espinafração à polícia francesa pela mídia e pela indústria do entretenimento, atores, cantores e assim por diante, também é alimentada pelo mundo acadêmico.

  • Os covardes da justiça, é claro, também estão do lado da turba chique contra a polícia.

  • Se a polícia não puder investigar nem proteger a população porque os policiais têm medo de serem chamados de racistas, a segurança de todos os cidadãos estará em perigo.

Uma guerra está sendo travada contra a polícia na França, mas nunca se dá o nome aos bois nesta guerra. Foto: um policial conversa com um motorista numa blitz no trânsito após uma noite de quebra-quebra no norte de Blois, França, em 17 de março de 2021. (Foto: Guillaume Souvant/AFP via Getty Images)

Em 25 de janeiro em Pantin, subúrbio de Paris, em 4 de fevereiro em Carcassonne no sul da França e em 13 de fevereiro em Poissy em Yvelines, grupos de "jovens" organizados, de acordo com o glossário da grande mídia para evitar qualquer sinalização étnica, atraíram forças policiais para seus bairros a fim de emboscá-los. Aos gritos de "matem todos, matem a todos", as viaturas da polícia foram atacadas com explosivos e dispositivos pirotécnicos usados como armas de guerrilha urbana. Todas as vezes que estas coisas acontecem, vídeos do ataque são postados nas redes sociais.

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China Protagoniza Guerra Civilizacional Contra os Estados Unidos e o Ocidente

por Gordon G. Chang  •  6 de Abril de 2021

  • "Pólvora" é uma daquelas palavras que Pequim costuma usar quando quer sinalizar que está pensando em guerra. O mais preocupante é que o termo também vem carregado de forte emoção, palavra que os propagandistas chineses usam quando querem provocar a população da China continental...O Partido Comunista da China, portanto, está agora tentando catalisar o sentimento nacionalista, confluindo o povo chinês, até preparando-o para a guerra.

  • Mais fundamental ainda, Pequim está... tentando dividir o mundo em linhas raciais e formar uma coalizão global contra os brancos...

  • Deng Xiaoping, o mais pragmático sucessor de Mao, aconselhou a China a "esconder suas habilidades e dar tempo ao tempo". Xi, porém acredita que chegou a vez da China, em parte porque acha que os Estados Unidos estão ladeira abaixo, sem volta.

  • Xi está falando sério. Em janeiro ele ressaltou que seu exército, em rápida expansão, deve estar pronto para a batalha "a qualquer momento". Naquele mesmo mês, a Comissão Militar Central do Partido tirou do Conselho de Estado, órgão civil, o poder de mobilizar toda a sociedade para a guerra.

Havia um "forte cheiro de pólvora no ar" quando diplomatas americanos e chineses se reuniram em Anchorage em 18 de março. "Pólvora" é uma daquelas palavras que Pequim costuma usar quando quer sinalizar que está pensando em guerra. Foto: diplomatas americanos e chineses no Captain Cook Hotel em Anchorage, Alaska em 18 de março de 2021. (Foto by Frederic J. Brown/Pool/AFP via Getty Images)

Havia um "forte cheiro de pólvora no ar" no início, quando diplomatas americanos e chineses se reuniram em Anchorage em 18 de março. Isso segundo Zhao Lijian do Ministério das Relações Exteriores da China, ao discursar poucas horas após o primeiro dia das negociações EUA-China serem concluídas.

"Pólvora" é uma daquelas palavras que Pequim costuma usar quando quer sinalizar que está pensando em guerra.

O mais preocupante é que o termo também vem carregado de forte emoção, palavra que os propagandistas chineses usam quando querem provocar a população da China continental, lembrando-a da exploração estrangeira, britânica e branca, na época da Guerra do Ópio do século XIX. O Partido Comunista da China, portanto, está agora tentando catalisar o sentimento nacionalista, confluindo o povo chinês, até preparando-o para a guerra.

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China Compra Ensino Superior Ocidental

por Giulio Meotti  •  1 de Abril de 2021

  • "A conferência inaugural garantiu a todos que o Tibete nunca foi anexado e que a intervenção chinesa de 1950 foi solicitada pelos tibetanos, lembrou Nicolas Nord, professor de direito."

  • O novo indicado a chefe da CIA, William J. Burns, assinalou que, se dependesse dele, fecharia os Institutos Confúcio nas universidades ocidentais.

  • Dezessete escolas no Reino Unido já são de propriedade de empresas chinesas e esse número só tende a aumentar. E não para por aí, o jornal The Times revelou que a Universidade de Cambridge recebeu um "generoso presente" da Tencent Holdings, uma das maiores empresas de tecnologia da China envolvida na censura estatal.

  • Hoje sabemos muito sobre a crueldade da China, incluindo o assassinato em massa através do Vírus de Wuhan que o Partido Comunista Chinês impôs ao mundo... resultando no assassinato de mais de 2,5 milhões pessoas.

  • Também sabemos acerca do número de pessoas presas no laogai, as "prisões administrativas" chinesas (estimado em 50 milhões) ...

  • "Lugares habitados por minorias étnicas, como Xinjiang e Tibete, têm se destacado como exemplos brilhantes do progresso nos direitos humanos na China", ressaltou o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, horas antes de discursar na conferência anual do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas. Provavelmente, nem a União Soviética teria condições de sair com essa.

Gulbahar Haitiwaji, uma sobrevivente dos "campos de reeducação" da China em Xinjiang, recentemente revelou o que acontece por lá. "É proibido falar o idioma uigur, é proibido rezar, é proibido fazer greve de fome..." Ela tinha que fazer suas necessidades em um balde de plástico na frente dos outros. Ela ficou acorrentada à sua cama durante 20 dias. Foto: "Centro de Serviço de Formação Educacional e Qualificação Vocacional Cidade Artux," um campo de reeducação onde ficam detidas minorias étnicas, em sua maioria, a muçulmana, norte de Kashgar em Xinjiang. (Foto: Greg Baker/AFP via Getty Images)

O resultado estarrecedor de uma investigação acaba de ser publicado pelo semanário francês Le Point sobre como Pequim vem comprando favores das universidades ocidentais. Senão vejamos: Fabio Massimo Parenti, italiano, professor adjunto do Instituto Internacional Lorenzo de Medici, de Florença, foi recepcionado e patrocinado em Xinjiang, onde se estima que dois milhões de uigures estejam presos em "campos de reeducação". Além disso, muitas escolas britânicas já estão sob o radar de influência e propaganda chinesa. Nigel Farage, líder do Partido Reformador do Reino Unido da Grã-Bretanha, recentemente tuitou que "bilionários chineses ligados diretamente ao PCC (Partido Comunista Chinês) estão comprando escolas britânicas e inundando o currículo com propaganda" e listou os nomes de algumas delas no Reino Unido que se encontram "sob controle chinês":

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Alemanha: Covid-19 Desencadeia Nova Onda de Antissemitismo

por Soeren Kern  •  15 de Março de 2021

  • A polícia alemã reportou um total de 2.275 crimes de ódio antissemita, seis por dia em média em 2020, de acordo com dados preliminares fornecidos pelo governo federal. Este número representa um aumento de mais de 10% em relação ao mesmo período do ano anterior no número de crimes antissemitas, o que por si só já foi um recorde para esse tipo de crime... A polícia conseguiu identificar 1.367 suspeitos, no entanto somente cinco pessoas foram presas.

  • Ainda não está claro porque um número infinitesimal de criminosos pagou pelos seus crimes, acima de tudo quando funcionários do governo afirmam reiteradamente que combater o antissemitismo é prioridade máxima. Uma razão talvez seja por ser politicamente incorreto identificar os verdadeiros suspeitos.

  • A polícia alemã, provavelmente atuando segundo as ordens das autoridades políticas, sistematicamente atribui os crimes de ódio antissemita não resolvidos à extrema direita.

  • "Por que a maioria dos ataques antissemitas são atribuídos aos alemães de 'direita'? Dá para desconfiar de motivação política por trás disso, o recrudescimento do antissemitismo pode ser usado politicamente como arma 'contra a direita'." — Tichys Einblick.

  • "Há muito tempo que ocorrem críticas de especialistas de que a atribuição da vasta maioria dos casos de antissemitismo a extremistas de direita é incorreta e que a outros grupos de marginais, como por exemplo, nos círculos islamistas e muçulmanos, é dada pequeníssima atenção." — Die Welt.

  • "Mesmo hoje, o antissemitismo não é apenas um fenômeno existente nos rincões da extrema-direita. Ele marca presença no coração da nossa sociedade." — Heiko Mass, Ministro das Relações Exteriores da Alemanha.

Alguns manifestantes banalizavam o Holocausto ao se colocarem no mesmo patamar dos judeus perseguidos pelo regime nazista e ao se referirem a si próprios como combatentes da resistência que se opõem a um governo hipoteticamente não democrático. Entre os manifestantes também havia aqueles que alegavam que as quarentenas impostas pelo governo eram idênticas aos campos de prisioneiros da era nazista Foto: um manifestante com um cartaz comparando a Lei de Proteção ao Cidadão do governo da Chanceler Angela Merkel ao Decreto para a Proteção do Povo e do Estado de 1933 de Adolf Hitler, enquanto a polícia dispersa uma manifestação contra as medidas destinadas a limitar a disseminação do coronavírus, em 18 de novembro de 2020 em Berlim. (Foto: Tobias Schwarz/AFP via Getty Images)

Um sem-número de crimes de ódio antissemita atingiu o auge de duas décadas em 2020 na Alemanha, de acordo com novas estatísticas divulgadas pelo governo alemão. O antissemitismo na Alemanha vem aumentando gradativamente nos últimos anos, alimentado em parte por ativistas anti-Israel de extrema esquerda e pela migração em massa do mundo muçulmano. Agora o problema está sendo exacerbado pela pandemia do Coronavírus, que os teóricos da conspiração de extrema direita estão culpando os judeus e Israel.

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