Últimas Análises e Comentários

Quanto da nossa Cultura Estamos Cedendo ao Islã?

por Giulio Meotti  •  28 de Julho de 2016

  • O mesmo ódio dos nazistas vem dos islamistas e de seus aliados politicamente corretos. Sequer temos uma vaga ideia de quanto da cultura ocidental nós cedemos ao Islã.

  • As democracias são, ou pelo menos deveriam ser, custodiantes de um tesouro perecível: liberdade de expressão. Esta é a maior diferença entre Paris e Havana, Londres e Riad, Berlim e Teerã, Roma e Beirute. Liberdade de expressão é o que temos de melhor da cultura ocidental.

  • É autodestrutivo polemizar sobre a beleza de charges, poemas ou pinturas. No Ocidente, pagamos um preço muito alto pela liberdade para podermos usufruir dela. Devemos todos, portanto, protestar quando um juiz alemão proíbe versos "ofensivos" de um poema, quando uma editora francesa despede um editor "islamofóbico" ou quando um festival de música bane uma banda politicamente incorreta.

Após o massacre do staff da revista Charlie Hebdo, pouquíssimos veículos de imprensa republicaram as caricaturas de Maomé. Stéphane Charbonnier, editor da Charlie Hebdo, que foi assassinado em 7 de janeiro de 2015 juntamente com vários colegas, na foto acima, em frente da antiga redação da revista, logo após ela ter sido atacada com bombas incendiárias em novembro de 2011.

Tudo isso aconteceu na mesma semana. Um juiz alemão proibiu o comediante Jan Böhmermann de repetir versos "obscenos" de seu famoso poema sobre o presidente turco Recep Tayyip Erdogan. Um teatro dinamarquês aparentemente cancelou a apresentação dos "Versos Satânicos" da sua temporada por medo de "represálias". Dois festivais de música franceses não apresentarão o Eagles of Death Metal -- a banda americana que tocava no Bataclan, uma sala de espetáculos em Paris, quando ela foi alvo do ataque dos terroristas do ISIS (89 pessoas foram assassinadas), -- por conta de comentários "islamofóbicos" de Jesse Hughes, vocalista do grupo. Hughes sugeriu que os muçulmanos passem por uma revista mais minuciosa , ressaltando que "está certo ser mais exigente quando se tratar de muçulmanos a esta altura", acrescentando:

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Suécia: Galopante Crescimento de Ataques Sexuais Continua a Todo Vapor
Um Mês de Islã e Multiculturalismo na Suécia: Maio de 2016

por Ingrid Carlqvist  •  26 de Julho de 2016

  • A polícia divulgou um relatório ressaltando que a Suécia está no topo das estatísticas da UE no que diz respeito à violência física e sexual contra mulheres, assédio sexual e perseguições. O relatório afirma, inequivocamente, que são "meninos candidatos a asilo" e "homens estrangeiros" que cometem a vasta maioria dos crimes registrados.

  • No que diz respeito à disseminação dos ataques sexuais em piscinas públicas, a polícia afirma que de cada cinco casos, quatro perpetradores eram "refugiados menores de idade desacompanhados".

  • Um levantamento realizado pelo Conselho Nacional de Saúde e Bem-Estar (Socialstyrelsen) indicou que pode chegar a 38.000 o número de mulheres que foram submetidas a mutilação genital feminina (MGF) na Suécia. Contudo os serviços assistenciais raramente ajudam as mulheres que sofrem em consequência das complicações associadas à MGF.

  • Um pai sueco foi informado que ele e seus dois filhos serão despejados da sua casa alugada da municipalidade -- para abrir espaço para uma família de imigrantes.

Hosar Mahmood (esquerda) de 22 anos de idade, foi condenado em maio por ter estuprado uma mulher hospitalizada, foi condenado a dois anos e dois meses de prisão. Em 2013 ele já tinha cumprido uma curta sentença de prisão por outro crime, quando invadiu um apartamento e espancou brutalmente o proprietário, estuprando em seguida a sua filha adolescente. 17 de maio: a escola de ensino médio Osbecksgymnasiet em Laholm foi obrigada a contratar funcionários extras para protegerem estudantes do sexo feminino dos avanços sexuais indecentes, principalmente de estudantes imigrantes, que ocorriam diariamente, .

4 de maio: O suposto terrorista que acabou se revelando não ser terrorista, mas que foi perseguido pela polícia por toda a Suécia em novembro de 2015, Mutar Muthanna Majid, exigiu 1 milhão de coroas suecas (cerca de US$110.000) de indenização do governo sueco. No entanto, o Chanceler da Justiça decidiu que o valor padrão pago aos injustamente encarcerados já constituía o suficiente de indenização. Majid ficou preso por quatro dias, o que significa que ele deve receber 12.000 coroas (US$1.300).

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O ISIS Chega a Gaza

por Khaled Abu Toameh  •  24 de Julho de 2016

  • Recentes relatos não deixam nenhuma sombra de dúvida quanto à cooperação entre o Hamas e grupos do ISIS no Sinai. Segundo argumentam os egípcios e a Autoridade Palestina, estes relatos conferem mais provas de que a Faixa de Gaza continua sendo a principal base para diversos grupos terroristas jihadistas, grupos estes que representam uma ameaça real.

  • O relatório salienta que terroristas procurados pelas autoridades egípcias foram internados no hospital da Faixa de Gaza em troca de armas fornecidas ao Hamas pelo Estado Islâmico no Sinai.

  • Tanto Mahmoud Abbas quanto os líderes da Autoridade Palestina (AP) podem continuar falando o quanto quiserem sobre um estado palestino que seria estabelecido na Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental. Porém, quando grupos inspirados pelo ISIS estão ativos na Faixa de Gaza sem que haja sinais de que o regime do Hamas esteja enfraquecendo, fica difícil vislumbrar um estado palestino.

  • Os grupos jihadistas claramente procuram criar um Emirado Islâmico, unindo a Faixa de Gaza ao Sinai. Abbas pode agradecer a Israel pela sua presença na Cisjordânia -- presença que permite a ele e ao seu governo serem algo diferente de infiéis para servirem de buchas de canhão para os jihadistas.

Informes indicam que, nos últimos anos, um número cada vez maior de milicianos do Hamas fugiu da Faixa de Gaza para se juntar ao ISIS no Sinai, na Síria e no Iraque. Na foto acima: imagem de agosto de 2014 de terroristas do Estado Islâmico no Sinai (naquela época conhecido como Ansar Bayt al-Maqdis), se preparando para decapitar quatro egípcios acusados de espionarem a favor de Israel.

Hamas nega hesitantemente. Não obstante, crescem os indícios de que o movimento islamista, baseado na Faixa de Gaza, continua cooperando com outros grupos terroristas jihadistas filiados ao Estado Islâmico (ISIS), especialmente aqueles que operam, nos últimos anos, na península egípcia do Sinai.

Esta cooperação, de acordo com fontes de segurança da Autoridade Palestina, é a principal razão por trás das atuais tensões entre as autoridades egípcias e o Hamas. Essas tensões levaram os egípcios a manterem o posto de fronteira de Rafah fechado desde 2013, encurralando milhares de palestinos dentro da Faixa de Gaza.

Em 2015 os egípcios abriram o posto fronteiriço de Rafah por 21 dias para permitirem que casos de necessidade de ajuda humanitária e que estrangeiros pudessem sair ou entrar na Faixa de Gaza.

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Tentativa de Golpe na Turquia: Um Festival de Pretextos

por Burak Bekdil  •  21 de Julho de 2016

  • Agora será ainda mais difícil para os dissidentes viverem na Turquia. O Presidente Erdogan já fala sobre a reintrodução da pena de morte.

  • O Departamento Geral de Segurança (que dirige a força policial) emitiu um comunicado convocando os cidadãos a informá-lo sobre qualquer material em circulação nas redes sociais que apoie os terroristas, a organização de Gulen ou que contenha material de propaganda contra o governo.

A rede de TV NTV da Turquia mostrando soldados que participaram da tentativa de golpe se rendendo, com as mãos levantadas, na ponte do Bósforo em Istambul, 15 de julho de 2016.

Tudo parecia surreal na Turquia; soldados convidando o chefe do esquadrão anti-terrorismo da polícia para uma "reunião", na verdade para matá-lo com um tiro na cabeça; oficiais de alta patente, incluindo o chefe do estado-maior das forças armadas, o comandante da força aérea, o comandante das forças terrestres e o comandante da guarda civil, serem tomados de reféns pelos seus próprios ajudantes de ordens; depois pessoas tomando as ruas, aos milhares, para resistirem ao golpe de estado, se apoderando de tanques, sendo mortos, soldados abrindo fogo contra civis e, para completar a vitoriosa multidão pró-Erdogan linchando soldados que encenavam o golpe onde quer que se encontrassem.

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França: A Guerra Civil Está Chegando

por Yves Mamou  •  19 de Julho de 2016

  • Para o presidente francês François Hollande o inimigo é uma abstração: "terrorismo" ou então "fanáticos".

  • O presidente francês opta por reafirmar sua determinação a favor de ações militares no exterior: "iremos reforçar nossas ações na Síria e no Iraque," ressaltou o presidente após o ataque em Nice.

  • Confrontados com esse fracasso da nossa elite -- que foi eleita para capitanear o país pelos perigos nacionais e internacionais -- causaria alguma surpresa se grupos paramilitares estiverem se organizando para retaliar?

  • Na França, foram as elites globais que fizeram a escolha. Eles decidiram que os "maus" eleitores da França eram pessoas desatinadas, idiotas demais, para enxergarem a beleza de uma sociedade aberta para aqueles que muitas vezes não querem se assimilar, que querem que você seja assimilado por eles e que ameaçam matá-lo se você discordar. A elite se alinhou contra os próprios idosos e pobres do país porque eles não quiseram mais votar neles. A elite também optou por não combater o islamismo, porque os muçulmanos votam coletivamente na elite global.

A polícia francesa matou um terrorista islamista natural da Tunísia, que matou 84 pessoas em Nice, França em 14 de julho de 2016. (Imagem: captura de tela da Sky News)

"Estamos à beira de uma guerra civil". Essa afirmação não foi feita por um fanático ou lunático. Não, ela foi feita por Patrick Calvar, Chefe do Departamento de Segurança Nacional França, DGSI (Direction générale de la sécurité intérieure). Na realidade ele já tinha se referido, por diversas vezes, sobre o risco de guerra civil. Em 12 de julho ele fez o alerta à Comissão dos Membros do Parlamento, responsável por um levantamento em relação aos ataques terroristas de 2015.

Em maio de 2016, ele enviou uma mensagem bem parecida a uma outra comissão de membros do parlamento, desta vez encarregada da defesa nacional. A "Europa", realçou ele, "corre perigo. O extremismo cresce em todos os cantos e agora nós estamos voltando a nossa atenção para alguns movimentos de extrema-direita que estão se preparando para um confronto".

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Terrorismo Jihadista: Você Acha Que É Só com os Judeus? Pense Bem.

por Giulio Meotti  •  17 de Julho de 2016

  • Na última quinta-feira, 14 de julho, pelo menos 84 pessoas foram assassinadas na cidade francesa de Nice e dezenas ficaram feridas, em consequência de um atentado cometido por um terrorista islamista natural da Tunísia.

  • Independentemente de sermos pacifistas ou belicistas, gays ou heterossexuais, ateus ou cristãos, ricos ou pobres, blasfemos ou devotos, franceses ou iraquianos, para o terrorismo jihadista, isso não faz nenhuma diferença. Cada um de nós é um alvo: o terrorismo islamista é genocida.

  • Quando terroristas islamistas têm como alvo blogueiros dissidentes muçulmanos, longínquas mulheres yazidis ou meninas israelenses -- isso deveria nos preocupar no Ocidente. Os islamistas estão apenas afiando suas facas nelas antes de virem atrás de nós.

  • Se nos calarmos hoje, seremos punidos pela nossa indolência amanhã.

Caminhão perfurado de balas usado por um terrorista islamista natural da Tunísia para matar 84 pessoas em Nice, França em 14 de julho de 2016. (Imagem: captura de tela da France24)

Na última quinta-feira, 14 de julho, pelo menos 84 pessoas foram assassinadas na cidade francesa de Nice e dezenas ficaram feridas, em consequência de um atentado cometido por um terrorista islamista natural da Tunísia. O assassino jogou um caminhão de 19 toneladas em cima de uma enorme multidão que comemorava o Dia da Bastilha, feriado nacional da França, atropelando homens, mulheres e crianças ao longo de um trecho de 2km de avenida e de calçada.

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Nova Lei de Estupro da Alemanha: "Não Quer Dizer Não"

por Soeren Kern  •  14 de Julho de 2016

  • As reformas provavelmente não acabarão com a epidemia de estupros na Alemanha.

  • Quando o assunto é imigração, a correção política muitas vezes substitui o estado de direito na Alemanha, onde muitos imigrantes que cometem crimes sexuais nunca são conduzidos à justiça e aqueles que vão a julgamento são punidos com penas brandas por juízes compassivos.

  • "Todo policial sabe que se espera que ele cumpra uma determinada meta política. É melhor ficar quieto (em relação aos crimes cometidos por migrantes) para evitar problemas." — Rainer Wendt chefe do Sindicato da Polícia Alemã.

  • "É inaceitável que candidatos a asilo aviltem nossa sociedade, ao mesmo tempo em que buscam aqui a nossa proteção." — Promotor Bastian Blaut.

O parlamento alemão aprovou mudanças no código penal que ampliam a definição de estupro e facilitam a deportação de imigrantes que cometem crimes sexuais.

Segundo o projeto de lei, também conhecido como a lei "Não Quer Dizer Não" ("Nein heisst Nein" ), qualquer forma de sexo não consensual agora será considerado e punido como crime. Anteriormente, apenas os casos em que as vítimas conseguiam provar que haviam resistido fisicamente aos seus agressores eram puníveis sob a lei alemã.

As mudanças, provocadas pelos ataques sexuais em Colônia, onde centenas de mulheres foram atacadas por multidões de imigrantes, em sua maioria muçulmanos, na Passagem do Ano Novo, estão sendo comemoradas como uma "mudança de paradigma" na jurisprudência alemã.

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O Imã Enaltecido pela Igreja da Suécia: "Os Judeus estão por Trás do Estado Islâmico!"
Parte III da Série: A Islamização da Suécia

por Ingrid Carlqvist  •  12 de Julho de 2016

  • Os sacerdotes têm medo de falar sobre Jesus durante a missa. — Eva Hamberg, episcopisa e professora, renunciou ao sacerdócio em sinal de protesto e deixou a Igreja.

  • A Igreja da Suécia pode estar caminhando para o "Crislão" -- uma mistura do cristianismo com o Islã. Os sacerdotes suecos ao observarem o fervor religioso dos muçulmanos que vivem na Suécia e que agora tomam parte, entusiasmados, de diversos programas de confraternização entre as religiões.

  • "Há fontes confiáveis do Egito que mostram que a família real saudita é, na realidade, uma família judia que veio do Iraque à Península Arábica ao redor dos anos 1700. Eles montaram um exército com a ajuda de oficiais britânicos que lutavam contra o sultanato otomano." — Imã Awad Olwan com quem o sacerdote Henrik Larsson está trabalhando em um programa de cooperação entre religiões.

  • "O envolvimento que a Igreja da Suécia demonstrou em relação à vulnerabilidade dos cristãos palestinos, foi substituído pela indiferença para com a limpeza étnica dos cristãos da Síria e do Iraque. Naqueles países, as atrocidades são cometidas na maioria das vezes pelos muçulmanos, sendo evidentemente o bastante para que a Igreja da Suécia se debruce sobre questões ambientais e climáticas." — Eli Göndör, estudioso da religião.

O rei, a rainha e a princesa herdeira da Suécia estavam presentes na ordenação arquiepiscopal da Episcopisa Antje Jackelén na Catedral de Uppsala em 15 de junho de 2014. (Imagem: Igreja da Suécia)

A Igreja da Suécia deixou de ser a forte e austera igreja oficial. No passado, os suecos nasceram nela e até 1951 ninguém tinha autorização de deixá-la. Hoje em dia, no entanto, é uma instituição que tem muito pouco a ver com o cristianismo ou com Jesus. A Suécia, de acordo com o >World Values Survey, é um dos países mais seculares do mundo; anualmente um contingente considerável de suecos abandona a igreja.

Normalmente somente os ateus deixavam a Igreja; agora são os cristãos devotos que a deixam -- em sinal de protesto contra a relação, cada vez mais questionável, da igreja em relação a fé cristã.

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Biafra: Onde está a Comunidade Internacional?

por Judith Bergman  •  8 de Julho de 2016

  • Uma nova geração de biafrenses já está defendendo, pacificamente, uma Biafra independente. Muhammadu Buhari, presidente muçulmano da Nigéria, está combatendo com força militar o incipiente movimento de independência.

  • "Eu vi um rapaz tentando responder a uma pergunta. Ele imediatamente levantou as mãos, mas os soldados abriram fogo ..." — Relato de uma testemunha do tiroteio à Anistia Internacional.

  • O líder do IPOB, Nnamdi Kanu, diretor da Rádio Biafra com sede em Londres, foi detido em outubro de 2015 e desde então encontra-se preso ilegalmente, apesar de dispor de todas as condições para a concessão de fiança.

  • É digno de nota que em um cenário no qual reina a paz, como o do movimento pró-Biafra, exija uma "opção militar", ao passo que quando se trata de um grupo terrorista letal, como o dos pastores muçulmanos Fulani, que assassinam civis inocentes, não. Além disso, esta tática coloca em dúvida se os esforços de Buhari em conter o Boko Haram no país são genuínos ou meramente um jogo de cena que o presidente nigeriano utiliza para agradar a comunidade internacional.

Simpatizantes dos "Povos Indígenas de Biafra" (IPOB) protestam em Londres contra os assassinatos de civis cometidos pelo exército nigeriano em Biafra e exigem a libertação do líder do IPOB, Nnamdi Kanu, 13 de novembro de 2015. (Imagem: David Holt/Flickr)

A situação extremamente complicada dos biafrenses -- cujo país se situava onde hoje é a região sudeste da Nigéria, país este que durou apenas três anos, de 1967 a 1970, até que as autoridades nigerianas destruíram-no via genocídio -- deveria, para a comunidade internacional, pelo menos no papel, ser clara.

Jornalistas, ativistas de direitos humanos, combatentes em prol da justiça social nos campi em todo o Ocidente e organizações como as Nações Unidas e a União Europeia, todos afirmam ostensivamente estarem profundamente preocupados com os direitos humanos, especialmente dos povos que foram colonizados pelos europeus.

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A Falácia da "Desproporcionalidade"

por Fred Maroun  •  7 de Julho de 2016

  • Ao fazerem uma acusação de desproporcionalidade sem definirem o significado do termo, Bernie Sanders e o jornal Haaretz traem não apenas palestinos e israelenses, mas também suas profissões. Eles fizeram acusações infundadas ao mesmo tempo em que ignoraram as milhares de mortes a mais que os palestinos causaram ao seu próprio povo -- ao treinarem criancinhas pequeninas e crianças um pouco maiores para a guerra, ao usarem seu próprio povo como escudos humanos para se protegerem, isso sem falar que não lhes providenciam abrigos, diferentemente dos israelenses que cuidam de seus cidadãos.

  • Além de ajudar Bernie Sanders a conquistar o voto ingênuo e anti-israelense e ajudar o Haaretz a atrair leitores antissemitas, alegações infundadas de desproporcionalidade desviam a atenção do fato de que, para evitar mais guerras. é necessário substituir o regime terrorista de Gaza apoiado pelos iranianos por um regime interessado no bem-estar dos palestinos.

À medida que o fantasma da quarta guerra em Gaza se avoluma no horizonte, devemos estar precavidos no tocante à hipocrisia e demagogia das guerras passadas em Gaza: porque é muito provável que teremos muito mais do mesmo.

A Acusação

O senador americano Bernie Sanders, candidato nas primárias do Partido Democrata à presidência, sustentou que a resposta de Israel na guerra em Gaza em 2014 foi "desproporcional" e o colunista Asher Schechter do jornal Haaretz concordou. Todavia nem Sanders nem o Haaretz apresentaram evidências que sustentassem tal afirmação.

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O Aliado Mais Importante do Ocidente: Dissidentes do Islã

por Giulio Meotti  •  6 de Julho de 2016 16:03

  • Hoje uma nova Cortina de Ferro está sendo construída pelo Islã contra o resto do mundo e os novos heróis são os dissidentes, os apóstatas, os heréticos, os rebeldes e os descrentes.

  • Esse contingente de dissidentes muçulmanos, que aumenta rapidamente, é o melhor movimento de libertação para milhões de muçulmanos que aspiram praticar sua fé pacificamente, sem terem que se submeter aos ditames de fundamentalistas e fanáticos.

  • Eles estão sozinhos contra todos. Contra o islamismo que usa Kalashnikovs e contra o terrorismo intelectual que os submete à intimidação da mídia. Vistos como "traidores" em suas comunidades, eles são acusados pelas elites do Ocidente de "estigmatização".

  • Nós devemos apoiá-los -- a todos os dissidentes: alguns dos mais corajosos defensores da liberdade vêm dos regimes islâmicos. A Europa deveria dar apoio financeiro, moral e político a esses amigos da civilização ocidental, enquanto a nossa desonrosa elite, educada e intelectual, está ocupada difamando-os.

Ayaan Hirsi Ali, dissidente e autora corajosa, teve que fugir da Holanda para os EUA, onde ela rapidamente se tornou uma das intelectuais mais proeminentes. (Imagem : Gage Skidmore)

O Islã, alerta o autor de best sellers argelino Boualem Sansal, irá dividir a sociedade européia. Em uma entrevista concedida à mídia alemã, esse corajoso escritor árabe pintou um quadro da Europa subjugada pelo Islã radical. De acordo com Sansal, os ataques terroristas em Paris e Bruxelas estão direcionados ao modo de viver ocidental: "vocês não conseguem nem derrotar os fracos estados árabes, então eles trouxeram os quintas colunas para que o Ocidente se autodestrua. Se tiverem sucesso a sociedade cairá".

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Ataque em Orlando: Negação do Óbvio

por Douglas Murray  •  5 de Julho de 2016

  • Imediatamente após o massacre em Orlando a imprensa gay estava repleta de artigos que, de forma resoluta, se recusavam em admitir a realidade da homofobia islâmica.

  • As mesmas organizações que estão obcecadas em relação às padarias americanas e europeias que aceitam ou não encomendas de bolos de casamento para casais gays e justificadamente não se constrangem em censurar pastores cristãos homofóbicos, pareciam totalmente desinteressadas nas motivações do assassino da casa noturna Pulse. Esses jornais e Websites estavam repletos de artigos, petições e abaixo-assinados orientando as pessoas a não darem atenção ao elemento islâmico.

  • Esses ativistas gays têm uma visão de mundo onde apenas homens brancos "patriarcais" de tradição judaica ou cristã são causadores dos problemas do mundo.

  • Uma minúscula minoria de ativistas de "extrema-esquerda" está fazendo uso do status LGBT como cortina de fumaça, não para avançar nos direitos dos gays e sim para incrementar a política da "extrema-esquerda".

O recente tiroteio na casa noturna Pulse em Orlando, na Flórida, já está passando para segundo plano suplantado por outras notícias. O impacto do pior tiroteio em massa da história americana -- onde morreram quarenta e nove pessoas, ferindo um número ainda maior: cinquenta e três -- tem sido ainda mais embotado por dispersões em torno do debate. Desta vez, as dispersões incluíam um debate sobre a lei de armas dos Estados Unidos e conjecturas em torno da sexualidade do atirador.

Todas essas questões foram debatidas sob vários ângulos, avançando e retrocedendo e, todas sem dúvida alguma, devem fazer parte da argumentação. Mas a parte mais importante do debate e -- como de costume -- a mais encoberta, é a motivação religiosa do atirador. A parte religiosa e a resposta a ela conferida, é que vale a pena estudar: ela revela um esforço concentrado para não aprender com as experiências passadas.

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O problema da Integração Turco Muçulmana na Alemanha
"Minha religião é mais importante para mim do que as leis do país onde eu vivo."

por Soeren Kern  •  3 de Julho de 2016

  • Sete por cento dos entrevistados concordam que se "justifica o uso da violência para difundir o Islã". Muito embora estas cifras possam parecer inócuas, 7% dos três milhões de turcos que vivem na Alemanha equivalem a 210.000 pessoas que acreditam que a jihad é um método aceitável para difundir o Islã.

  • O levantamento também constatou que a migração de mão de obra já não é mais a principal razão dos turcos imigrarem para a Alemanha: a razão mais importante é se casar com um(a) parceiro(a) que resida no país.

  • Um novo levantamento estatístico sobre a Alemanha — Datenreport 2016: Balanço Social da República Federal da Alemanha — mostra que os turcos étnicos têm menos sucesso econômico e educacional do que outros grupos de imigrantes e que mais de um terço (36%) dos turcos étnicos vivem abaixo da linha de pobreza, em comparação com 25% dos migrantes dos Bálcãs e do sudoeste da Europa.

  • "Em nosso volumoso estudo perguntamos aos muçulmanos o quão discriminados eles se sentem e procuramos correlações que levassem à evolução de uma visão de mundo fundamentalista. Não encontramos nenhuma correlação. O ódio muçulmano em relação aos não muçulmanos não é um fenômeno especial da imigração muçulmana, na realidade ele é pior nos países de origem. A radicalização não foi primeiramente criada aqui na Europa, melhor dizendo: ela vem do mundo muçulmano". — Sociólogo Ruud Koopmans.

Um mercado ao ar livre no bairro Kreuzberg de maioria turca em Berlim. (Imagem: captura de tela de vídeo do Berlin Project)

De acordo com um novo estudo, cerca de três milhões de turcos étnicos residentes na Alemanha acreditam ser mais importante seguir a Lei Islâmica (Sharia) do que a lei alemã caso haja conflito entre as duas.

Um terço dos entrevistados também anseia por uma sociedade alemã que "retorne" ao modo que era nos tempos de Maomé, o fundador do Islã, na Arábia do século VII.

O levantamento — realizado com turcos que residem na Alemanha há muitos anos, não raramente por décadas — refuta as alegações das autoridades alemãs, segundo as quais os muçulmanos estão bem integrados na sociedade alemã.

O estudo de 22 páginas: "Integração e Religião do Ponto de Vista da Etnia Turca na Alemanha" (Integration und Religion aus der Sicht von Türkeistämmigen in Deutschland), foi elaborado pelo departamento de Religião e Política da Universidade de Münster. Principais revelações:

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Abuso Sexual de Crianças, Lavagem Cerebral na Prisão e "Alá sabe o que é melhor"
Um Mês de Islã na Grã-Bretanha: Maio de 2016

por Soeren Kern  •  2 de Julho de 2016

  • "Um muçulmano com demasiados vínculos extremistas, vínculos ditos como mera coincidência, é o atual Prefeito de Londres. ... Em uma questão de décadas a Grã-Bretanha poderá muito bem ter, pela primeira vez, um Primeiro Ministro muçulmano. ... Não tem como a realidade discordar da demografia, de modo que o futuro realista da Grã-Bretanha é islâmico". — Paul Weston, político britânico.

  • Um terço dos muçulmanos adultos na Grã-Bretanha não se sentem "parte da cultura britânica", de acordo com um novo relatório sobre o multiculturalismo britânico. Cerca de metade (47%) dos muçulmanos consideram a religião islâmica a parte mais importante da sua identidade.

  • O governo foi acusado de ocultar um relatório sobre o extremismo nas prisões que alerta que o staff tem sido relutante em lidar com o comportamento islamista por temer ser tachado de "racista", segundo o jornal Sunday Times. Belmarsh, uma prisão de segurança máxima em Londres, se transformou em "algo como um campo de treinamento jihadista", segundo o testemunho de um ex-presidiário. Há mais de 12.000 muçulmanos nas prisões espalhadas pela Inglaterra e País de Gales.

  • A Ex-parlamentar Ann Cryer foi atacada verbalmente e acusada de "demonizar" a comunidade asiática quando ela iniciou uma campanha, há mais de uma década, para que as autoridades acabassem com o abuso sexual de crianças em Keighley.

  • "No final do ataque, quando o Sr. Zimmerman estava deitado no chão, estático e indefeso, no hall da bilheteria, o réu se agachou e deliberadamente começou a cortar a garganta do Sr. Zimmerman com a lâmina de uma faca." — Procurador no julgamento da tentativa de assassinato de Muhiddin Mire, natural da Somália, que atacou a esmo, um desconhecido, no metrô de Londres.

Esquerda: Muhiddin Mire, muçulmano nascido na Somália, tentou decapitar o músico Lyle Zimmerman com uma faca em uma estação de metrô de Londres gritando "isto é pelos meus irmãos sírios". Direita: Belmarsh, prisão de segurança máxima em Londres se transformou em "algo como um campo de treinamento jihadista", de acordo com o testemunho de um ex-presidiário.

1º de maio. Mubashir Jamil, um homem de 21 anos de idade de Luton, foi detido sob suspeita de procurar viajar para a Síria para participar da "jihad violenta" juntamente com o Estado Islâmico. Ele foi acusado de se "envolver em conduta de preparação para cometer atos de terrorismo".

2 de maio. Um importante jihadista britânico, que se vangloriava de ter recrutado centenas de cidadãos britânicos para o Estado Islâmico foi morto em um ataque de um drone na Síria, de acordo com o jornal Independent. Raphael Hostey, também conhecido como Abu Qaqa al-Britani, deixou Manchester para se juntar ao Estado Islâmico em 2013. O designer gráfico de 23 anos se tornou um importante recrutador de combatentes britânicos e noivas de jihadistas para o grupo e também estava envolvido até o pescoço em sua propaganda. Pelo menos 700 pessoas do Reino Unido viajaram para a Síria e Iraque para apoiar ou lutar juntamente com grupos jihadistas.

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Brexit: A Nação Está de Volta!

por Yves Mamou  •  30 de Junho de 2016

  • Na França, antes da votação britânica, o semanário JDD realizou uma pesquisa de opinião online com a seguinte pergunta: você quer a França fora da UE? 88% dos entrevistados responderam "SIM"!

  • Em nenhum dos países pesquisados houve muito apoio no tocante à transferência do poder para Bruxelas.

  • Para evitar uma possível revolta dos milhões de pouco favorecidos e desempregados, países como a França têm mantido um alto grau de gastos no tocante ao bem-estar social, via contratação de empréstimos externos no mercado internacional para pagar os benefícios do seguro desemprego, bem como pensões para os aposentados Hoje a dívida interna da França é 96,1% do PIB. Em 2008, ela era 68%.

  • Nos últimos anos, os pobres e idosos viram uma mudança drástica em sua vizinhança: o açougueiro se tornou halal, a cafeteria não vende mais álcool e a maioria das mulheres nas ruas usa véus. Até o McDonald's já é halal na França.

  • O reconfortante, é que as pessoas que eram a favor do "Sair" esperaram uma maneira legal de expressar seu protesto. Eles não pegaram em armas ou facas para matar judeus ou muçulmanos: eles votaram. Eles esperaram a oportunidade de expressar o que sentiam.

Marine Le Pen, líder da Frente Nacional, comemora a votação do Brexit sob os dizeres: "E Agora: A França!", 24 de junho de 2016.

"Com que rapidez o inimaginável se tornou o irreversível", ressalta The Economist. Eles estão falando do Brexit, é claro.

A pergunta hoje é: quem poderia imaginar que os ingleses estavam tão cansados de serem membros do The Club? A pergunta para amanhã é: qual país será o próximo?

Na França, antes da votação britânica, o semanário JDD realizou uma pesquisa de opinião online com a seguinte pergunta: você quer a França fora da UE? 88% dos entrevistados responderam "SIM"! Não se trata de uma apuração com metodologia científica, no entanto é um indício. Um recente levantamento, mais específico -- encomendado pelo Pew Research constatou que na França, um dos membros fundadores da "União Europeia", somente 38% da população ainda nutre uma visão favorável da UE, seis pontos a menos do que na Grã-Bretanha. Em nenhum dos países pesquisados houve muito apoio no tocante à transferência do poder para Bruxelas.

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