Últimas Análises e Comentários

A Vida de Cristãos Negros Aparentemente Não Importa

por Giulio Meotti  •  14 de Setembro de 2020

  • Na Nigéria, nos últimos 20 anos, 100 mil cristãos foram mortos... A Nigéria está se tornando o "maior solo de chacinas de cristãos do planeta".

  • A Nigéria, que já é o país mais populoso da África, poderá atingir uma população de cerca de 800 milhões de habitantes no ano 2100, de acordo com um estudo conduzido pela revista The Lancet e poderá se tornar a nona maior economia do mundo..

  • Quantas vidas poderiam ter sido salvas, se a mídia, as chancelarias e as organizações internacionais tivessem pressionado a liderança nigeriana para proteger os cristãos do país? Por que o Ocidente nunca atrelou o comércio, o intercâmbio diplomático, militar e político com a Nigéria à proteção dos cristãos?

  • Em 2018 o presidente dos EUA, Donald Trump, levantou a questão com o presidente nigeriano, Muhammadu Buhari. "Estamos diante de gravíssimos problemas quanto aos cristãos que estão sendo assassinados na Nigéria", ressaltou Donald Trump. O presidente americano, no entanto, está praticamente sozinho entre os líderes ocidentais em levantar a questão. Quando seu antecessor, presidente Barack Obama, se encontrou com Buhari, nunca tocou na questão dos assassinatos de cristãos.

Na Nigéria, nos últimos 20 anos, 100 mil cristãos foram mortos. A Nigéria está se tornando o "maior solo de chacinas de cristãos do planeta. Em 2018 o presidente dos EUA, Donald Trump, levantou a questão com o presidente nigeriano, Muhammadu Buhari. "Estamos diante de gravíssimos problemas quanto aos cristãos que estão sendo assassinados na Nigéria", ressaltou Donald Trump. O presidente americano, no entanto, está praticamente sozinho entre os líderes ocidentais em levantar a questão. Quando seu antecessor, presidente Barack Obama, se encontrou com Buhari, sequer tocou na questão dos assassinatos de cristãos. Foto: Trump e Buhari em 30 de abril de 2018, em Washington, DC. (Foto: Win McNamee/Getty Images)

"Parem com os assassinatos", "Basta!", "Nossas vidas são importantes", dizem cristãos e líderes religiosos nigerianos aglomerados em Londres em 20 de agosto para protestar contra o massacre de cristãos em seu país. Eles enviaram uma carta ao primeiro-ministro britânico Boris Johnson acusando a mídia internacional de engendrar "a conspiração de silêncio".

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"Jamais nos Renderemos": Charlie Hebdo Republica as Charges de Maomé

por Giulio Meotti  •  13 de Setembro de 2020

  • A França está começando a refletir sobre o dramático declínio de sua liberdade de expressão.

  • "Meu infeliz cliente será a liberdade..." — Richard Malka, advogado da Charlie Hebdo, Le Point, 13 de agosto de 2020.

  • As democracias ocidentais pagaram caro pelo direito à liberdade de expressão e, se ela não for protegida e praticada, poderá desaparecer da noite para o dia.

  • "Se nossos colegas no debate público não dividirem parte do risco, então os bárbaros venceram." — Elisabeth Badinter, filósofa francesa no documentário "Je suis Charlie", 9 de setembro de 2015.

Charlie Hebdo bravamente deu a volta por cima: publicou as charges de Maomé. Será que aqueles que proclamaram "Je suis Charlie" ficarão agora ao lado deles? Na foto: Stéphane Charbonnier, editor da revista Charlie Hebdo até o seu assassinato no ataque terrorista contra a redação em Paris em 2015, em frente ao antigo escritório da revista em 2 de novembro de 2011, após ser destruído em um ataque com bombas incendiárias. (Crédito da Foto deveria dizer Alexander Klein/AFP via Getty Images)

Em 1º de setembro, um dia antes do início do julgamento de 14 réus acusados de envolvimento em uma série de ataques terroristas na França, nos quais foram assassinados colegas jornalistas e cartunistas em 7 de janeiro de 2015 em Paris na redação da revista satírica francesa Charlie Hebdo, a revista republicou as "Charges de Maomé" sob o título "Tout ça pour ça"("Tudo isso por causa disso")." Jamais nos renderemos", salientaram eles.

Os réus, alguns à revelia, "respondem a uma série de acusações relacionadas à ajuda dada aos perpetradores dos ataques que mataram 17 pessoas em um espaço de mais de três dias em janeiro de 2015. "Além das 12 vítimas que estavam dentro e nas proximidades da redação da Charlie Hebdo, um policial foi assassinado na rua e outras quatro pessoas foram assassinadas em um supermercado kasher.

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A Tentativa de Derrubar os Estados Unidos

por Guy Millière  •  12 de Setembro de 2020

  • A situação havia se tornado "preocupante" antes mesmo da divulgação dos resultados da eleição presidencial de 2016. Consoante com o que podemos ver no relatório de Michael Horowitz do Departamento de Justiça, os altos escalões do governo durante a administração Obama estavam mancomunados para impedir que o presidente Donald Trump vencesse a eleição e após a sua vitória, de incriminá-lo com o propósito de derrubá-lo.

  • Prefeitos de muitas cidades e outras autoridades locais deliberadamente protegeram criminosos em vez de protegerem os bons cidadãos e nada fizeram para evitar o quebra-quebra.

  • "Há 30 anos eu achava que as controvérsias tinham um cunho partidário e complicado, mas não são nada comparado aos dias de hoje. As coisas mudaram fundamentalmente... a esquerda representa um partido rousseauniano revolucionário que acredita em destruir o sistema... Eles estão interessados na completa vitória política. Eles não estão interessados em entendimentos. Eles não estão interessados no diálogo, na troca de ideias... É uma religião substitutiva. Eles veem os opositores políticos... como maquiavélicos porque nós estamos no caminho deles alcançarem a sua utopia progressista..." — Procurador do Estado dos Estados Unidos, General William Barr, Fox News, 9 de agosto de 2020.

A onda de distúrbios que se seguiram após a morte de George Floyd em Minneapolis em 25 de maio, ao que parece não tem nada a ver com a morte de Floyd e tudo a ver com grupos que querem derrubar os Estados Unidos. Prefeitos de muitas cidades e outras autoridades locais deliberadamente protegeram criminosos em vez de protegerem os bons cidadãos e nada fizeram para evitar o quebra-quebra. Foto: Fogos de artifício lançados pelos vândalos explodem próximo a um grupo de policiais em Washington DC em 30 de maio de 2020. (Foto: Andrew Caballero-Reynolds/AFP via Getty Images)

A morte de George Floyd em Minneapolis em 25 de maio de 2020 pode parecer, visto pelo retrovisor, como pretexto para o caos. Ao que consta, o assassinato foi cometido por um policial branco e na sequência virou uma onda de tumultos em bairros de inúmeras cidades de porte, que foram devastadas. Lojas foram saqueadas, edifícios foram incendiados e pessoas foram assassinadas enquanto prefeitos e demais autoridades públicas locais optaram por deixar vândalos correrem soltos, catalizarem o conflito racial e protegerem os criminosos, em vez de protegerem os cidadãos que estavam sofrendo a violência. A baderna, num piscar de olhos, parecia não ter nada a ver com a morte de Floyd e tudo a ver com grupos que queriam derrubar os Estados Unidos.

No passado, integrantes da organização radical Antifa cometeram atos de violência, mas nunca haviam conseguido semear o terror nas grandes cidades. Desta vez eles tinham condições e conseguiram.

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TikTok: Cavalo de Troia da China para Doutrinar os Estados Unidos

por Gordon G. Chang  •  9 de Setembro de 2020

  • No momento, a ByteDance está em negociações com a Microsoft e com o Twitter para vender o TikTok. No entanto, a venda por si só não irá acabar com a ameaça. O novo proprietário, seja lá quem for, terá que passar um pente fino no código, linha por linha para encapsular o TikTok da interferência chinesa.

  • Ainda assim uma revisão tim-tim por tim-tim poderá não ser o suficiente, porque Pequim continuará sabendo das entranhas da arquitetura geral do software, facilitando assim a manipulação do aplicativo. Conforme salientou Dabrowa ao Gatestone Institute: "minha equipe descobriu que um ator estrangeiro pode entrar pela backdoor e alterar o feed."

  • Enquanto isso, os 45 dias de Donald Trump, somados ao tempo necessário para revisar o software, dão à China inúmeras oportunidades de interferir nas próximas eleições americanas.

  • Isso significa que na semana passada o decreto de Donald Trump pode até ter salvado a democracia americana, mas talvez não sua própria presidência.

O Presidente Donald Trump assinou um decreto-lei que possivelmente poderá salvar a democracia americana. O decreto irá proibir qualquer transação americana com a ByteDance Ltd., empresa chinesa proprietária do TikTok, um aplicativo de vídeos curtos. Foto: Entrada da sede da ByteDance em Pequim. (Foto: Noel Celis / AFP via Getty Images)

Na quinta-feira o Presidente Donald Trump assinou um decreto-lei que possivelmente poderá salvar a democracia americana.

Usando de poderes emergenciais, ele proibiu os americanos de fazerem qualquer transação com a ByteDance Ltd., uma empresa privada chinesa ou com qualquer uma de suas subsidiárias após o prazo de 45 dias. As transações proibidas, assinala o decreto, serão as "definidas" pelo Secretário do Comércio.

Na prática o decreto barra efetivamente o TikTok da ByteDance, um aplicativo de vídeos curtos, nos Estados Unidos em 45 dias.

O TikTok está sendo acusado de monitorar usuários, censurar conteúdo e fazer mal uso de informações de menores. Também há o receio de que o aplicativo apresente vulnerabilidades, permitindo furtivos downloads de programas mal-intencionados em dispositivos. A alegação mais importante diz respeito à manipulação de usuários.

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O Genocídio Ignorado de Cristãos na Nigéria

por Raymond Ibrahim  •  6 de Setembro de 2020

  • No início deste ano... o Boko Haram divulgou um vídeo de uma criança muçulmana mascarada segurando uma pistola atrás de um refém cristão amarrado e ajoelhado, estudante de biologia de 22 anos que foi sequestrado enquanto ia para a universidade. Depois de cantar em árabe e xingar com palavras anticristãs, a criança muçulmana atirou várias vezes na nuca do cristão.

  • Fora alguns dos mais hediondos incidentes... a assim chamada grande mídia não informa nada sobre a magnitude dessa perseguição. Será que os jornalistas poderiam estar receosos com a possibilidade de vir à tona um padrão politicamente incorreto no qual os ataques pareceriam mais ideologicamente motivados, ao invés de somente "crimes"?

  • A razão pela qual desde 2015, antes simples pastores Fulani, conseguiram matar quase o dobro de cristãos a exemplo dos terroristas "profissionais" do Boko Haram... citando o bispo nigeriano Matthew Ishaya Audu, é "porque o presidente Buhari também faz parte da etnia Fulani".

  • "Uma vez que o governo e seus defensores afirmam que os assassinatos não têm conotações religiosas, por que então os terroristas e pastores têm como alvo as comunidades predominantemente cristãs e também os líderes cristãos?" — Associação Cristã da Nigéria, International Centre for Investigative Reporting, 21 de janeiro de 2020.

O massacre em massa de cristãos na Nigéria que observadores internacionais classificaram de genocídio, está chegando a patamares nunca vistos. Foto: cidade de of Auno, Nigéria 10 de fevereiro de 2020, após o ataque no dia anterior no qual jihadistas assassinaram pelo menos 30 pessoas e sequestrarem mulheres e crianças. (Foto: Audu Marte/AFP via Getty Images)

O massacre em massa de cristãos na Nigéria que observadores internacionais classificaram de genocídio, está chegando a patamares nunca vistos.

De acordo com um relatório emitido em 4 de agosto, pelo menos 171 cristãos foram massacrados por pastores muçulmanos Fulani num período de cerca de três semanas:

"e estes são só os casos que tomamos conhecimento. Na realidade, é provável que o número de vítimas seja bem maior. Muitos, na casa dos milhares, também estão sendo desalojados de suas casas e de seus meios de vida que deixaram para trás devido à violência depois que o lockdown, por conta do covid, provocou o caos na economia... Nossa redação vem sendo inundada por histórias desse tipo há meses, no entanto, essa sanguinária carnificina de vidas cristãs está desconcertantemente ausente da grande mídia."

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Acomodação: A Doença Europeia

por Richard Kemp  •  5 de Setembro de 2020

  • Agora a Grã-Bretanha e a França querem acomodar as três potências que mais ameaçam o mundo hoje: Irã, China e Rússia

  • Ambos os países (Grã-Bretanha e França) bem como a Alemanha e a própria UE sabiam muito bem que, ao contrário do propósito declarado de negar ao Irã o caminho das pedras para as armas nucleares, o JCPOA de fato abriu o caminho para o Irã, não só para adquirir as infraestruturas nucleares, como também para se apossar delas legitimamente.

  • As sanções reimpostas deixarão então a China, a Rússia e os países europeus com duras opções quanto ao respeito a elas ou ao enfrentamento das nefastas consequências nas suas próprias transações com os EUA.

  • E a troco de quê? Talvez para o benefício da Rússia e da China, cujas vendas de armas ao Irã trarão ganhos financeiros e estenderão sua influência na região à custa dos Estados Unidos e da Europa.

  • Se as sanções voltarem como querem os EUA, isso só irá acelerar o fim do regime terrorista de Teerã. Também aumentará a confiança e a segurança dos países árabes, cada vez mais temerosos de um Irã armado com ogivas nucleares.

A Grã-Bretanha e a França querem acomodar as três potências que mais ameaçam o mundo hoje: Irã, China e Rússia. Foto: presidente russo Vladimir Putin, presidente chinês Xi Jinping e o presidente iraniano Hassan Rouhani em Bishkek, Quirguistão em 14 de junho de 2019. (Foto: Vyacheslav Oseledko/AFP via Getty Images)

A Europa se encontra nas garras de uma doença singularmente virulenta e perniciosa que ameaça o bem-estar de seus povos e do mundo inteiro: não se trata do Coronavírus e sim do acomodamento. Na década de 1930 também imperava o acomodamento na política externa anglo-francesa, então em relação à Alemanha nazista, uma política que fracassou em evitar uma das maiores catástrofes que já acometeu a civilização e que levou à morte de milhões de pessoas.

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Irã: A Nova Colonia da China?

por Majid Rafizadeh  •  24 de Agosto de 2020

  • O negócio é uma clara vitória da China, os US$400 bilhões serão investidos ao longo de 25 anos, o que representa uma ninharia para a segunda maior economia do planeta. A China também gozará de total controle sobre as ilhas iranianas,terá acesso ao petróleo do Irã a um preço extremamente competitivo, além de expandir sua influência e presença em praticamente todos os setores da indústria iraniana, como telecomunicações, energia, portuária, ferroviária e bancária. A China, diga-se de passagem, é o maior importador de petróleo do mundo.

  • O acordo chegou até a ser criticado por alguns políticos e jornais estatais do país. Uma manchete no jornal iraniano Arman-e Melli, por exemplo, surpreendentemente criticou o governo: "o Irã não é o Quênia nem o Sri Lanka (para ser colonizado pela China)."

  • Os mulás que governam o Irã estão vendendo o país para a China, a exemplo de alguns governos africanos. Pequim parece estar mais do que satisfeita em fazer negócios com ditadores, ignorar os abusos de direitos humanos deles e pilhar aquelas nações para promover suas próprias ambições hegemônicas globais.

Um novo acordo secreto firmado com a China ao que tudo indica, cede a Pequim um significativo controle sobre o Irã. Os mulás que governam o Irã estão vendendo o país para a China, a exemplo de alguns governos africanos. Pequim parece estar mais do que satisfeita em fazer negócios com ditadores, ignorar os abusos de direitos humanos deles e pilhar aquelas nações para promover suas próprias ambições hegemônicas globais. Foto: presidente iraniano Hassan Rouhani (direita) com o presidente chinês Xi Jinping em 23 de janeiro de 2016 em Teerã, Irã. (Foto: STR/AFP via Getty Images)

Um slogan que os mulás que governam o Irã adotaram com orgulho desde que chegaram ao poder em 1979 é o seguinte: "nem Oriente nem Ocidente." Há muito tempo que o regime iraniano se vangloria em relação à sua independência das potências tanto ocidentais quanto orientais. Um novo acordo secreto firmado com a China, no entanto, ao que tudo indica, cede a Pequim um significativo controle sobre o Irã.

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Palestinos: Aceitar Dinheiro do Ocidente e Votar a Favor da Jihad

por Khaled Abu Toameh  •  19 de Agosto de 2020

  • Os palestinos ficaram extremamente felizes em aceitar os bilhões de dólares de doadores ocidentais. No entanto, quando os palestinos foram às urnas para votar nas eleições de 2006, eles não escolheram candidatos palestinos que defendiam a paz com Israel. Muito pelo contrário, a maioria dos palestinos votou consciente e orgulhosamente nos candidatos do Hamas que prometiam nunca reconhecer o direito de Israel existir e que continuariam com a jihad (guerra santa) até a "libertação de toda a Palestina, do rio (Jordão) ao mar (Mediterrâneo)".

  • Os doadores deveriam ter entendido já em 2006 que seus dólares e euros não fazem a mínima diferença para os corações e mentes dos palestinos e que a única maneira de viabilizar uma mudança é através da educação, educação para a paz e tolerância e não educação para a jihad, terrorismo e lavagem cerebral contra Israel.

  • É importante observar que o Hamas e muitos palestinos estão sendo totalmente honestos sobre suas intenções de cometer uma carnificina. O que eles estão dizendo, na cara dura, com todas as letras é: "recusamos, total e inequivocamente mudar nossas políticas ou abandonar nossas armas em troca do seu dinheiro. Se vocês acham que podem nos subornar para mudarmos nosso comportamento, porque é isso que vocês fazem muitas vezes no Ocidente, desculpe, não vai funcionar."

  • Nesse ínterim, os palestinos continuarão recebendo dinheiro do Ocidente, isso se o Ocidente for mentecapto o suficiente para continuar doando. Será que os europeus querem que os árabes terminem o trabalho que Hitler começou? Mas da próxima vez que os palestinos forem às urnas, os doadores ocidentais podem esperar que eles voltem a votar na jihad.

Os palestinos da Faixa de Gaza estão furiosos de novo, desta vez, afirmam eles, porque lhes ofereceram bilhões de dólares para melhorar suas condições de vida e construir uma nova e pujante economia. Foto: Caminhões com ajuda da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina chegando à Faixa de Gaza vindos de Israel pelo posto de fronteira de Kerem Shalom, 12 de maio de 2019. (Foto: Said Khatib/AFP via Getty Images)

Os palestinos da Faixa de Gaza estão furiosos de novo, desta vez, afirmam eles, porque lhes ofereceram bilhões de dólares para melhorar suas condições de vida e construir uma nova e pujante economia.

Ismail Haniyeh, líder do grupo terrorista palestino Hamas que governa a Faixa de Gaza, deu a entender que a oferta foi proposta pelos Estados Unidos. No entanto, ele não forneceu maiores detalhes sobre os rumores da oferta e disse que o Hamas a recusou porque ela estava condicionada ao desarmamento de grupos terroristas da Faixa de Gaza e ao reconhecimento do direito de Israel existir.

Ao recusar abertamente a oferta, o Hamas e seus aliados palestinos mostram, esta não é a primeira vez, que achar que uma solução para o conflito entre israelenses e palestinos pode ser alcançada via expressivos investimentos em projetos econômicos na Cisjordânia e na Faixa de Gaza é falsa e hipócrita.

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O Racismo Institucionalizado das Nações Unidas

por Judith Bergman  •  17 de Agosto de 2020

  • Simplesmente há uma acentuada métrica internacional de dois padrões e duas medidas sobre o que passa como racismo institucionalizado e o que não passa e isso precisa ser reconhecido.

  • No mínimo, é de se questionar se uma organização que faz da discriminação de só um país no mundo um de seus princípios operacionais... vale o seu custo exorbitante. Os Estados Unidos, por exemplo, como maior doador da organização, deram à ONU cerca de US$10 bilhões em 2018.

  • No mínimo, em vez de pagar compulsoriamente "um pouco menos de um quinto do orçamento da organização" a cada ano, tanto os Estados Unidos quanto a ONU, se sairiam bem melhor se os EUA pagassem pelo que desejam e recebessem pelo que pagassem. Já faz um tempão que a ONU deixou de ser uma força usada para o bem e está sendo usada, em primeiro lugar: para sustentar a maioria de déspotas antidemocráticos, que não prestam contas pelos seus atos e que não têm nenhuma transparência e, em segundo lugar: para perpetuar conflitos, em grande medida às custas dos contribuintes americanos.

  • Todos aqueles que realmente se preocupam com a erradicação da discriminação e do racismo deveriam perguntar a si mesmos, se o racismo é inaceitável em qualquer outro lugar, por que ainda é visto com naturalidade nas Nações Unidas?

A sistemática discriminação das Nações Unidas é gritante demais para ser ignorada. Simplesmente há uma acentuada métrica internacional de dois padrões e duas medidas aqui sobre o que passa como racismo institucionalizado e o que não passa e isso precisa ser reconhecido. Foto: Edifício das Nações Unidas em Nova Iorque. (Imagem: ONU)

À medida que as acusações de racismo "institucionalizado" existentes em organizações, profissões, universidades e instituições culturais continuam ocupando as manchetes, ninguém chama a atenção para o racismo institucionalizado das Nações Unidas (ONU).

O que é o racismo institucionalizado? A primeira resposta do Google diz: "racismo institucionalizado é uma forma de racismo integrado como prática normal na sociedade ou em uma organização".

Se for pesquisado o termo "racismo", o dicionário do Google trará a seguinte definição:

"preconceito, discriminação ou hostilidade dirigida a uma pessoa ou comunidade baseado em sua associação a um grupo racial ou étnico, quase sempre minoritário ou marginalizado".

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Europa: Vítimas de Estupro Acusadas de Racismo

por Raymond Ibrahim  •  15 de Agosto de 2020

  • "Não estamos levando a sério a adequada maneira de abordar os aspectos religiosos e racistas dos crimes de gangues de abusadores e exploradores de menores de idade... É como se estivéssemos dizendo: não tem nada de mais odiar pessoas de pele branca." — "Ella", uma mulher britânica que foi estuprada mais de 100 vezes por uma gangue paquistanesa de abusadores e exploradores de menores de idade. YorkshireLive, 29 de abril de 2020.

  • Conselhos quanto ao consumo de bebidas alcoólicas, drogas e comportamento irresponsável seriam mais convincentes se não fossem feitos em forma de coação.

  • Em se tratando de estupro, então, se a vítima for branca e o estuprador não, ela não é vítima de maneira alguma, Pior do que isso, ela é "racista" e "odienta" que, pelo sim, pelo não, ao que tudo indica, mereceu e ainda foi pouco. "Jogar a culpa na vítima" está de volta com tudo e ganhando terreno em todo Ocidente.

Sarah Champion, uma política do Partido Trabalhista e parlamentar de Rotherham, epicentro do abuso e exploração sexual de menores de idade, foi acusada de "agir como um assassino neofascista." porque ela ousou asseverar que a "Grã-Bretanha enfrenta um problema com homens paquistaneses britânicos que estupram e exploram meninas brancas." (Foto: Christopher Furlong/Getty Images)

Uma ideia cada vez mais difundida postula que sempre que há um conflito, só as minorias é que podem ser as vítimas. Tal noção não é de modo algum limitada aos recentes distúrbios ocorridos nos Estados Unidos. Elementos que compõem essa maneira de pensar aparecem também em outros contextos.

Senão vejamos, as britânicas por exemplo, incluindo as vítimas de estupro que chamaram a atenção para as gangues de estupradores de meninas "asiáticas" (paquistanesas e sul-asiáticas) também estão sendo atacadas pelo "zeloso" establishment.

No início do corrente mês no Reino Unido, Sarah Champion, uma política do Partido Trabalhista e parlamentar de Rotherham (epicentro do abuso e exploração sexual de menores de idade), foi acusada de "jogar lenha na fogueira do ódio racial" e de "agir como um assassino neofascista." O crime dela? Ela ousou asseverar que a "Grã-Bretanha enfrenta um problema com homens paquistaneses britânicos que estupram e exploram meninas brancas."

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Escravidão Galopante na África e Oriente Médio, O Ocidente Erroneamente Acusa a Si Próprio

por Giulio Meotti  •  29 de Julho de 2020

  • Para os ativistas interseccionais, os EUA são o maior opressor do mundo, não a China, nem a Coreia do Norte, nem a Arábia Saudita, nem o Irã.

  • "O que a mídia não diz é que os Estados Unidos é o melhor lugar do planeta para se ser negro, mulher, gay, trans ou o que você bem entender. Há problemas sim e precisamos resolvê-los. Mas a nossa sociedade e os nossos sistemas estão muito longe de serem racistas". — Ayaan Hirsi Ali, Twitter, 9 de junho de 2020.

  • "O novo antirracismo é o racismo disfarçado de humanismo (...) Subentende-se aí que qualquer um de pele branca não presta... e que todo negro é vítima".— Abnousse Shalmani, natural de Teerã, agora vive em Paris, para o Le Figaro, 12 de junho de 2020.

  • "Os Estados Unidos parecem diferentes, quando se é criado na África e no Oriente Médio como eu. — Ayaan Hirsi Ali, The Wall Street Journal, 26 de junho de 2020.

  • Já está mais do que na hora dos Estados Unidos pararem de financiar as Nações Unidas... As Nações Unidas estão sendo usadas para perpetuar a injustiça, não acabar com ela.

  • Os verdadeiros mercadores de escravos e racistas, aqueles que acreditam que as sociedades e os valores ocidentais nem deveriam existir, provavelmente olham para a atual autoflagelação ocidental e aplaudem euforicamente.

De acordo com Ayaan Hirsi Ali, que fugiu da Somalia, sua terra natal e agora vive nos Estados Unidos: "o que a mídia não diz é que os Estados Unidos é o melhor lugar do planeta para se ser negro, mulher, gay, trans ou o que você bem entender. Há problemas sim e precisamos resolvê-los. Mas a nossa sociedade e os nossos sistemas estão muito longe de serem racistas" (Foto: Mark Wilson/Getty Images)

Os Estados Unidos aboliram a escravidão há 150 anos e implantaram um sistema de cotas para as minorias. É o país que elegeu um presidente negro, Barack Obama, duas vezes! No entanto, um novo movimento está derrubando um monumento histórico atrás do outro, como se os EUA ainda estivessem escravizando afro-americanos. Ativistas em Washington DC chegaram até a visar o Memorial da Emancipação, que retrata o presidente Abraham Lincoln, que pagou com a vida pela libertação dos escravos.

Hoje, ainda há escravidão em muitas regiões da África e do Oriente Médio, mas o público ocidental auto-flagelante dirige o foco de forma obsessiva apenas e tão somente no passado do Ocidente quando da escravidão dos africanos, em vez de olhar para a escravidão real e ininterrupta, que vai muito bem, obrigado! E ignorada. Para os escravos de hoje não há manifestações nas ruas, pressão política internacional e praticamente nada na mídia.

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Moderna Escravidão e Hipocrisia do Zelo

por Judith Bergman  •  21 de Julho de 2020

  • Há cerca de 136 mil pessoas submetidas à escravidão moderna só na Grã-Bretanha. A escravidão no Reino Unido toma a forma de trabalho forçado e exploração doméstica e sexual. Entre os grupos que compõem a maioria dos escravos se encontram os albaneses e vietnamitas. — Índice Global de Escravidão, 2018.

  • Calcula-se que haja atualmente cerca de 9,2 milhões de escravos negros na África. Escravidão de acordo com o Índice, engloba trabalho forçado, exploração sexual e casamento forçado. — Índice Global de Escravidão, 2018.

  • "De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) da ONU, há hoje mais de três vezes o número de pessoas em servidão forçada do que o número de capturados e vendidos durante os 350 anos de tráfico negreiro transatlântico", Time Magazine 14 de março de 2019.

  • A escravidão moderna aufere às redes criminosas cerca de US$150 bilhões por ano, pouco menos do que o contrabando de drogas e o tráfico de armas.

  • "Os países do G-20 importam cerca de US$354 bilhões a cada ano de produtos suscetíveis de terem sido produzidos por meio da escravidão moderna". — Índice Global de Escravidão, 2018.

  • Raichatou, escrava malinesa, contou ao jornal The Guardian em 2013, que ela se tornou escrava aos sete anos de idade quando a sua mãe, também escrava, morreu. "Meu pai presenciou, sem poder fazer nada, o dono da minha mãe buscar a mim e meus irmãos", disse ela. Ela trabalhou como serva da família sem remuneração por quase 20 anos, foi forçada a se casar com outro escravo sem saber quem ele era, para que ela pudesse gerar mais escravos ao seu mestre.

Enquanto o movimento Black Lives Matter (BLM) e seus puxa-sacos debatem interminavelmente a mudança de nomes de ruas e a remoção de estátuas, ignoram ao mesmo tempo os impressionantes 40 milhões de vítimas da verdadeira escravidão no mundo de hoje, entre eles cerca de 9,2 milhões de homens, mulheres e crianças, hoje escravizados na África. Foto: vândalos tentando derrubar a estátua do presidente americano Andrew Jackson na Lafayette Square, em 22 de junho de 2020, próximo à Casa Branca em Washington, DC. (Foto: Tasos Katopodis/Getty Images)

Os noticiários estão repletos de reportagens sobre os apoiadores do movimento Black Lives Matter (BLM) que vandalizam e derrubaram estátuas de mercadores de escravos, donos de escravos e qualquer um que eles consideram ter alguma ligação histórica com a escravatura. Em Bristol na Inglaterra, uma estátua do mercador de escravos Edward Colston foi derrubada e jogada no rio. Na Bélgica, estátuas do rei Leopoldo foram desfiguradas.

Os atos fizeram com que algumas autoridades locais aventassem a possibilidade de retirar todas as estátuas consideradas ofensivas às atuais suscetibilidades. O prefeito de Londres Sadiq Khan anunciou a formação de uma comissão para examinar o futuro dos marcos da cidade, como estátuas e nomes de ruas da capital do Reino Unido.

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Uma Breve História do Antifa: Parte I

por Soeren Kern  •  15 de Julho de 2020

  • Indícios casuais e empíricos mostram que o Antifa é de fato fortemente conectado em rede, pesadamente financiado, presente globalmente. O movimento conta com uma estrutura organizacional horizontal com dezenas, provavelmente centenas de grupos locais.

  • O objetivo de longo prazo declarado pelo Antifa, tanto nos Estados Unidos quanto no exterior, é o de estabelecer uma ordem mundial comunista. Nos Estados Unidos, o objetivo imediato do Antifa é levar a efeito o fim da administração Trump.

  • Uma tática comumente utilizada pelo Antifa nos Estados Unidos e na Europa é o uso de extrema violência e destruição de propriedades públicas e privadas para provocar a reação da polícia, o que na sequência "prova" a asserção do Antifa de que o governo é "fascista".

  • O Antifa não só é oficialmente tolerado, mas também financiado pelo governo alemão para combater a extrema direita. — Bettina Röhl, jornalista alemã, Neue Zürcher Zeitung, 2 de junho de 2020.

  • "Por conta da covardia, seus integrantes cobrem os rostos e mantêm os nomes em segredo. O Antifa constantemente ameaça com violência e ataques contra políticos e policiais. Promove danos monumentais, sem o menor sentido, a propriedades." — Bettina Röhl, Neue Zürcher Zeitung, 2 de junho de 2020.

Uma tática comumente utilizada pelo Antifa nos Estados Unidos e na Europa é o uso de extrema violência e destruição de propriedades públicas e privadas para provocar a reação da polícia, o que na sequência "prova" a asserção do Antifa de que o governo é "fascista". Foto: Um idoso se retira após ser violentamente espancado por integrantes do Rose City Antifa em 29 de junho de 2019 em Portland, Oregon. (Foto: Moriah Ratner/Getty Images)

O procurador-geral dos EUA William Barr acusou o Antifa, movimento "antifascista", pela explosão da violência nos protestos ligados à morte de George Floyd nos Estados Unidos. "A violência instigada e praticada pelo Antifa e por outros grupos similares nos tumultos é terrorismo doméstico e assim será tratado", salientou ele.

Barr também adiantou que o governo federal tem evidências de que o Antifa "sequestrou" os legítimos protestos ao redor do país com o intuito de "cometer atos ilegais, tumultos violentos, incêndios criminosos, saques a lojas e ataques contra propriedades públicas, policiais e pessoas inocentes chegando até ao assassinato de um agente federal." Mais cedo, o Presidente dos EUA, Donald J. Trump, instruiu o Departamento de Justiça dos EUA a considerar o Antifa uma organização terrorista.

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Black Lives Matter: "Nós Somos Marxistas Treinados" - Parte I

por Soeren Kern  •  14 de Julho de 2020

  • Black Lives Matter é um movimento revolucionário marxista cujo objetivo é transformar os Estados Unidos em uma distopia comunista. O BLM afirma que quer acabar com a família nuclear, polícia, prisões e o capitalismo. Os líderes do BLM ameaçaram "reduzir a cinzas o sistema" se as demandas não forem atendidas. Eles já estão treinando milícias.

  • "Cortar o orçamento da polícia de Los Angeles significa atendimentos mais demorados às chamadas de emergência do 911, significa que os policiais que pedirem reforços não os terão e que também não haverá investigações de estupro, assassinato e agressão ou então levarão uma eternidade, muito menos serem resolvidos." — Los Angeles Police Protective League, sindicato da polícia da cidade.

  • "Os brancos estão tão confusos nos Estados Unidos... Assumindo que hoje há racismo sistemático, esse racismo é contra os brancos, no sentido de que os brancos são responsáveis por todos os males do mundo...." — Dr. Carol M. Swain, professora universitária e membro do conselho consultivo do Black Voices for Trump.

  • "Somos todos seres humanos à imagem de Deus. O Black Lives Matter e o Antifa e organizações do tipo não nos ajudarão a transcender o racismo, o classismo e os "ismos" com os quais eles estão preocupados. Há coisas que podem ser feitas na comunidade negra, mas o mais importante é ajudar as pessoas a perceberem o quão importantes são suas atitudes..." — Dr. Carol M. Swain.

Black Lives Matter é um movimento revolucionário marxista cujo objetivo é transformar os Estados Unidos em uma distopia comunista. O BLM afirma que quer acabar com a família nuclear, polícia, prisões e o capitalismo. Os líderes do BLM ameaçaram "reduzir a cinzas o sistema" se as demandas não forem atendidas. Eles já estão treinando milícias. Foto: Manifestante carrega uma bandeira americana de cabeça para baixo com as inscrições "BLM", durante uma passeata em Boston, Massachusetts em 22 de junho de 2020. (Foto: Joseph Prezioso/AFP via Getty Images)

Uma pesquisa recente conduzida pelo Pew Research Center constatou que mais de dois terços dos americanos apoiam o movimento Black Lives Matter. O massivo apoio levanta a questão sobre o quanto, na realidade, o público está por dentro do que é o BLM.

Superficialmente, o BLM se apresenta como um movimento popular dedicado à nobre missão de combater o racismo e a brutalidade policial. Um olhar mais acurado mostra que o BLM é um movimento marxista revolucionário que visa transformar os Estados Unidos e o mundo inteiro em uma distopia comunista.

Esta é a primeira parte de uma série de dois artigos que revela o seguinte:

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A Gaza que Eles Não Querem que Você Veja

por Bassam Tawil  •  6 de Julho de 2020

  • Como é que o Hamas e seus simpatizantes mundo afora poderão continuar reclamando da pobreza e da miséria quando novos shopping centers e supermercados repletos de roupas e inúmeros tipos de artigos de luxo são abertos em questão de semanas na Faixa de Gaza?

  • Estas imagens também causam enorme mal-estar para os propagandistas anti-Israel que procuram retratar uma realidade de vida completamente diferente na Faixa de Gaza como parte da sua campanha de deslegitimar Israel e demonizar os judeus, responsabilizando-os pelo "sofrimento" dos palestinos.

  • Por que correspondentes estrangeiros e jornalistas palestinos que cobrem o conflito israelense-palestino jogam as fotos desses radiantes e positivos acontecimentos na Faixa de Gaza no lixo? É por que essas imagens não se enquadram em sua narrativa e projeto contra Israel?

Como é que o Hamas e seus simpatizantes mundo afora poderão continuar reclamando da pobreza e da miséria na Faixa de Gaza, quando novos shopping centers e supermercados repletos de roupas e inúmeros tipos de artigos de luxo são abertos em questão de semanas? Foto: um novo shopping center recém-inaugurado na cidade de Gaza em 22 de fevereiro de 2017. (Foto: Mohammed Abed/AFP via Getty Images)

O grupo terrorista palestino Hamas intimou os palestinos da Faixa de Gaza a não postarem fotos da Faixa de Gaza nas plataformas das redes sociais.

Em um comunicado emitido em 9 de junho, o Ministério do Interior controlado pelo Hamas avisou que "as agências de inteligência israelenses estão solicitando aos moradores da Faixa de Gaza, por meio das redes sociais, a usarem os celulares para tirar fotos de várias localidades da Faixa de Gaza".

O Hamas advertiu os palestinos com respeito ao cumprimento do pretenso pedido israelense, sustentando que Israel estava usando contas das redes sociais para "recrutar colaboradores e obter informações".

O Hamas acrescentou que suas forças de segurança estavam monitorando as contas das redes sociais tanto israelenses quanto palestinas e que tomariam "medidas legais" contra os palestinos que mantivessem contato com as ditas agências de inteligência israelenses.

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