Últimas Análises e Comentários

Embaixadores Franceses Declaram Guerra a Israel

por Yves Mamou  •  15 de Janeiro de 2017

  • Para os nossos embaixadores o terrorismo não existe na "Palestina". Eles apenas sussurram quixotescamente sobre "a necessidade de segurança" para Israel.

  • A conclusão óbvia é que eles estão tão somente procurando esconder seu próprio ódio em relação a Israel encoberto pelo ódio árabe a Israel.

  • O problema não são os "colonos" judeus na "Palestina". Antes de 1967 não havia nenhum assentamento, então o que a Organização para a Libertação da Palestina estava "libertando" quando ela foi criada no Cairo em 1964? A resposta, conforme a própria OLP foi a primeira a admitir, era a "Palestina" - ou seja todo o Estado de Israel, considerado por muitos árabes como unicamente um grande assentamento. Basta olhar qualquer mapa palestino.

  • O problema é que esses embaixadores não são tão perigosos para Israel como o são para a Europa e para o mundo livre à medida que continuam sucumbindo às exigências do Islã.

Fracassada diplomacia França-Israel. Na foto: presidente francês François Hollande (à direita) cumprimenta o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu em Paris em 11 de janeiro de 2015. (Imagem: Thierry Chesnot/Getty Images)

É bom não esquecer dos nomes a seguir: Yves Aubin de La Messuzière, Denis Bauchard, Philippe Coste, Bertrand Dufourcq, Christian Graeff, Pierre Hunt, Patrick Leclercq, Stanislas de Laboulaye, Jean-Louis Lucet, Gabriel Robin, Jacques-Alain de Sédouy e Alfred Siefer-Gaillardin.

Eles são embaixadores franceses aposentados. Eles são aparentemente mais esclarecidos, muito educados e aristocráticos e corriqueiramente publicam artigos opinativos no jornal Le Monde. No entanto eles escrevem para o Le Monde apenas com o intuito de intimidar Israel.

O último editorial do Le Monde publicado em 9 de Janeiro de 2017 tinha como objetivo explicar como a conferência internacional sobre o Oriente Médio, marcada para 15 de janeiro em Paris, será benéfica para a "segurança" de Israel. O texto é uma enumeração desanimadora de tradicionais clichês da hipócrita diplomacia da França.

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Europa: O Caso do Desaparecimento de Mulheres

por Judith Bergman  •  9 de Janeiro de 2017

  • "É melhor esperarem lá fora. Há somente homens aqui... Neste café, não há diversidade." — Frequentador do sexo masculino de um café em Sevran, na rede de TV France 2.

  • "Neste café não há mistura. Estamos em Sevran, não em Paris. Aqui há uma mentalidade diferente. É como em nossa terra natal." — Outro frequentador do sexo masculino de um café em Sevran, na rede de TV France 2.

  • Parece que as mulheres "foram apagadas", dos cafés e das ruas. "De modo que agora, para evitarem as ameaças e serem pressionadas, elas se autocensuram e ficam em silêncio." — Caroline Sinz jornalista da rede de TV France 2.

  • Esta islamização vem sendo alimentada e fortalecida por pesados investimentos vindos do Catar - particularmente em mesquitas - na França durante os últimos cinco anos, cujo montante gira hoje em torno de US$22 bilhões.

  • "Há uma forma equivocada de moralidade, muitas vezes exercida por grupos minoritários sobre a maioria, o que leva ao fato do espaço público, supostamente pertencente a homens e mulheres, ser proibido para as mulheres." — Pascale Boistard, ex-Ministro dos Direitos da Mulher da França

  • Os ministros franceses fingem estarem surpresos e indignados com o fato das mulheres desses subúrbios terem sucumbido ao terror incessante perpetrado contra elas e pelo fato delas estarem sumindo das ruas.

Aziza Sayah (esquerda) e Nadia Remadna (direita) são ativistas da "Brigada das Mães", grupo que luta pelos direitos das mulheres na França, recentemente foram a um café em um subúrbio de Paris com câmeras escondidas onde foram recebidas com hostilidade e certa perplexidade por parte dos clientes exclusivamente masculinos. (Captura de tela de vídeo: France 2)

Mulheres estão literalmente desaparecendo de cafés e bares em determinados subúrbios predominantemente muçulmanos na França, de acordo com recentes filmagens tomadas por uma câmera escondida, transmitidas pela rede France 2. O vídeo destaca duas ativistas Nadia Remadna e Aziza Sayah do grupo La Brigade des Mères (Brigada da Mães), que luta pelos direitos das mulheres, entrando em um café no subúrbio parisiense de Sevran, onde foram recebidas com hostilidade e certa perplexidade por parte dos clientes exclusivamente masculinos. Um deles lhes disse: "é melhor esperarem lá fora. Há somente homens aqui... Neste café, não há diversidade."

Outro cliente lhes disse: "neste café não há mistura. Estamos em Sevran, não em Paris. Aqui há uma mentalidade diferente. É como em nossa terra natal..."

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Clero Cristão Saúda o Islã na Igreja, em Seguida se Curva a Ele

por Giulio Meotti  •  8 de Janeiro de 2017

  • Em julho último, pela primeira vez durante uma missa na Itália, um verso do Alcorão foi recitado no altar.

  • Um padre no sul da Itália enfureceu paroquianos por ter vestido a Virgem Maria com uma burca muçulmana no presépio de Natal da sua igreja. Estas iniciativas inter-religiosas baseiam-se na eliminação gradual da herança ocidental-cristã em favor do Islã.

  • Provavelmente o clero católico está desorientado por causa do próprio Papa Francisco, que foi o primeiro a permitir a leitura de orações islâmicas e leituras do Alcorão no Vaticano.

  • Quando se trata de Islã o Papa abraça o relativismo religioso. Ele vem reiterando que a violência islamista é obra de "um pequeno grupo de fundamentalistas" que, segundo ele, não têm nada a ver com o Islã.

  • O Bispo Harries da Igreja da Inglaterra sugeriu que a coroação do Príncipe Charles deveria ser aberta com uma leitura do Alcorão. Nos Estados Unidos mais de 50 igrejas, incluindo a Catedral Nacional de Washington, realizam leituras do Alcorão. Há leituras da liturgia cristã nas mesquitas?

  • Como é possível que um número tão ínfimo de líderes cristãos tenham levantado a voz diante desse ataque sem precedentes contra um monumento cristão? Será que organizaram tantas leituras do Alcorão em suas próprias igrejas de modo que agora eles veem como algo normal converter uma igreja em uma mesquita?

  • Não seria melhor para a Igreja Católica dar início a um diálogo sincero com as comunidades islâmicas, com base em princípios como reciprocidade (se vocês construírem mesquitas na Europa, nós construiremos igrejas no Oriente Médio), proteção das minorias cristãs do Crescente e repúdio à teologia da jihad contra os "infiéis"?

O Imã Sali Salem recita um verso do Alcorão na Igreja de Santa Maria em Trastevere, Roma, em 31 de julho de 2016. (Imagem: captura de tela de vídeo do La Stampa)

Há uma propensão cada vez mais preocupante na Itália e na Europa como um todo.

Pela primeira vez em mais de 700 anos, canções islâmicas ressoaram na Catedral de Florença, Igreja de Santa Maria del Fiore. Sob a famosa Cúpula de Brunelleschi, melodias islâmicas acompanhavam as cristãs. A "iniciativa inter-religiosa" foi promovida uma semana depois do massacre bárbaro cometido por terroristas islamistas em Paris contra a redação da revista Charlie Hebdo, incluindo "Alcorão é Justiça" e outros "cânticos" dessa natureza.

Em seguida, um padre no sul da Itália enfureceu paroquianos por ter vestido a Virgem Maria com uma burca muçulmana no presépio de Natal da sua igreja. O pastor da paróquia dos Santos Joaquim e Ana em Potenza, Padre Franco Corbo, disse que ele tinha construído a creche especial "em nome do diálogo entre as religiões". Estas iniciativas inter-religiosas baseiam-se na eliminação gradual da herança ocidental-cristã em favor do Islã.

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As Nações Unidas declaram Guerra Contra a Civilização Judaico-Cristã

por Giulio Meotti  •  2 de Janeiro de 2017

  • Como é que a jurisprudência Ocidental, criada após a Segunda Guerra Mundial para evitar que fossem cometidos mais crimes contra a humanidade, agora está sendo usada para perpetuar mais crimes e justamente contra as democracias?

  • É uma manipulação terrível procurar apagar toda a história judaica e cristã, para que se acredite que todo o mundo era originalmente e eternamente somente islâmico. Esta é a cara da jihad. Não se trata apenas de macacões laranja, decapitações e escravidão. Se é possível apagar e reescrever a história, também é possível redirecionar o futuro.

  • Quando palestinos espancam suas esposas a culpa é de Israel, segundo afirmou a especialista da ONU Dubravka Simonovic com a maior cara lavada.

  • No mês passado o presidente da Assembleia Geral da ONU, Peter Thomson, usava de forma ostensiva o famoso cachecol keffiyah, símbolo da "resistência palestina" (leia-se terrorismo). Isso é simplesmente a continuação da destruição cultural de Israel, que serve para justificar o próximo passo, que é o extermínio físico do país.

  • A guerra das Nações Unidas contra os judeus de Israel é no fundo uma guerra contra o Ocidente. A ONU e seus defensores estão rapidamente abrindo caminho para o califado europeu.

No mês passado o presidente da Assembleia Geral da ONU, Peter Thomson, usava de forma ostensiva o famoso cachecol xadrez palestino, o keffiyah, símbolo da "resistência palestina" (leia-se terrorismo). Isso é simplesmente a continuação da destruição cultural de Israel, que serve para justificar o próximo passo, que é o extermínio físico do país. (Imagem: UN/Manuel Elias)

O ano de 2016 foi fantástico para os antissemitas nas Nações Unidas. O Conselho de Segurança da ONU visou somente a única democracia do Oriente Médio: o Estado de Israel. A sainte Administração Obama, segundo consta, orquestrou o que até o Haaretz chamou de uma campanha de "aprontar e sair correndo" na ONU para denegrir o estado judeu e deixá-lo à mercê da própria sorte onde avultam apenas conflitos e ódio. Trata-se de um genocídio cultural que não é menos perigoso do que os ataques terroristas. Ele se baseia em mentiras antissemitas e cria um clima para que não seja alcançada a "paz", como dissimuladamente se propaga e também para perpetuar a guerra.

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França: Desintegrando-se Diante de Nossos Olhos

por Yves Mamou  •  29 de Dezembro de 2016

  • Quatro policiais ficaram feridos (dois com queimaduras graves) quando um grupo de cerca de 15 "jovens" (membros de gangues muçulmanas) cercaram seus carros e arremessaram pedras e bombas incendiárias contra eles. A polícia também foi injustamente criticada pelo ministro do interior, que chamou os agressores de "pequenos selvagens". Tanto a polícia quanto os políticos da oposição responderam que os agressores não eram "pequenos selvagens, mas criminosos que atacaram a polícia com o intuito de matar".

  • Dois estudantes de uma escola de aperfeiçoamento profissional em Calais atacaram um professor, um deles fraturou a mandíbula do professor e quebrou vários de seus dentes − porque ele havia pedido a um dos alunos que se concentrasse no trabalho.

  • "Isso é um aviso. Esses jovens não atacaram a escola por acaso, eles queriam atacar a instituição, atacar o Estado." — Yacine, de 21 anos, estudante da Universidade de Paris II.

  • O tumulto, que durou quatro noites, começou após a detenção de um motorista que não parou quando assim solicitado por um policial.

  • Esta revolta de um dos pilares da sociedade francesa, a polícia, foi a maior que já aconteceu na França moderna. No entanto, praticamente ninguém da grande mídia da França cobriu o evento.

  • "Tudo aquilo que representa as instituições do Estado, agora está sendo vítima de violência baseada em excessos essencialmente sectários e por vezes étnicos, alimentados por um incrível ódio ao nosso país. Temos que ser cegos ou inconscientes para não estarmos preocupados com a coesão nacional". — Thibaud de Montbrial, advogado e especialista em terrorismo.

Quatro policiais ficaram feridos recentemente (dois com queimaduras graves) quando um grupo de cerca de 15 "jovens" (membros de gangues muçulmanas) cercaram seus carros e arremessaram pedras e bombas incendiárias contra eles, no subúrbio parisiense de Viry-Châtillon. (Imagem: captura de tela de vídeo da Line Press)

A França irá eleger um novo presidente em maio de 2017. Os políticos já estão em campanha debatendo sobre déficit, beneficiários do estado de bem-estar social, crescimento do PIB e assim por diante, mas parecem fantoches desconectados do país real.

Qual é a realidade hoje na França?

Violência. Ela está se espalhando. Não são só ataques terroristas, pura violência de gangues. Ela incuti um crescente sentimento de insegurança em hospitais, em escolas, nas ruas - até mesmo na polícia. A mídia não se atreve a dizer que esta violência vem principalmente de gangues muçulmanas - "jovens", como eles os chamam na mídia francesa, para evitar dar nome aos bois, dizendo de quem se trata. No entanto, um clima de guerra civil está se espalhando de forma manifesta na polícia, escolas, hospitais e na política.

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O Suicídio da Alemanha

por Guy Millière  •  28 de Dezembro de 2016

  • Dos 1,2 milhões de migrantes que chegaram à Alemanha em 2014 e 2015 apenas 34.000 encontraram trabalho.

  • Nada melhor descreve o estado atual da Alemanha do que o triste destino de Maria Landenburger, uma adolescente de 19 anos de idade, assassinada no início de dezembro. Maria Landenburger, membro de uma organização de ajuda aos refugiados, estava entre aqueles que acolheram migrantes em 2015. Ela foi estuprada e assassinada por um dos indivíduos que estava ajudando. A família dela pediu a qualquer um que quisesse prestar uma homenagem à sua filha que doasse dinheiro para as associações de refugiados, para que mais refugiados pudessem vir para a Alemanha.

  • A lei que condena o incitamento ao ódio, que supostamente se destina a impedir o retorno às ideias nazistas, é usada como uma espada contra qualquer um que se manifeste de forma mais dura em relação à crescente islamização do país.

  • A grande maioria dos alemães não quer enxergar que a Alemanha está em guerra porque um inimigo implacável declarou guerra contra eles. Eles não querem enxergar que foi declarada guerra contra a civilização ocidental. Eles aceitam a derrota e docilmente fazem o que os jihadistas lhes dizem para fazer, eles se curvam.

  • Se Angela Merkel não vê a diferença entre judeus sendo exterminados pelos nazistas e muçulmanos que ameaçam exterminar cristãos, judeus e outros muçulmanos, ela é ainda mais ignorante do que parece.

O ataque em Berlim de 19 de dezembro de 2016 era uma tragédia anunciada. A chanceler alemã Angela Merkel criou as condições que o tornaram factível. Cabe a ela uma enorme responsabilidade. Geert Wilders, membro do Parlamento da Holanda e um dos únicos líderes políticos com clara visão da Europa, a acusou de estar com as mãos sujas de sangue. Ele está certo.

Quando Merkel decidiu abrir as portas da Alemanha para centenas de milhares de muçulmanos do Oriente Médio e de países mais distantes ainda, ela deveria estar ciente que havia jihadistas escondidos nas multidões que inundaram o país. Ela também deveria saber que a polícia alemã não tinha condições de controlar o turbilhão de pessoas que entraram no país e que seria rapidamente sobrecarregada pelo número de pessoas que teria que controlar. Mesmo assim ela abriu as portas.

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Islamistas Atacam o Natal, Europeus Abolem o Natal

por Giulio Meotti  •  27 de Dezembro de 2016

  • Foi ordenada a remoção de uma estátua da Virgem Maria por um tribunal no município de Publier. A Senadora Nathalie Goulet criticou severamente os juízes chamando-os de "aiatolás do secularismo".

  • Uma escola alemã na Turquia acaba de proibir as festividades do Natal. A escola, Istambul Lisesi, financiada pelo governo alemão, decidiu que as tradições e canções de Natal não serão mais permitidas. Uma loja da Woolworth na Alemanha descartou os enfeites de Natal alegando aos clientes que a loja "agora é muçulmana".

  • A Europa já está mutilando suas próprias tradições "para não ofender os muçulmanos". Nós nos tornamos nosso maior inimigo.

  • Os muçulmanos também estão reivindicando "a mesquita de Córdoba". Autoridades da cidade, que fica no sul da Espanha, recentemente deram um duro golpe na reivindicação de propriedade da catedral pela Igreja Católica. Agora os islamistas a querem de volta.

  • O resultado final do secularismo autodestrutivo da Europa poderá verdadeiramente acabar em um Califado.

Os muçulmanos também estão reivindicando "a mesquita de Córdoba". Autoridades da cidade que fica no sul da Espanha recentemente deram um duro golpe na reivindicação de propriedade da catedral pela Igreja Católica. Construída no local da igreja de São Vicente, que depois serviu de mesquita por mais de 400 anos quando a Espanha islâmica fazia parte de um califado, antes do reino cristão de Castela conquistar a cidade e convertê-la novamente em igreja. (Imagem: James Gordon/Wikimedia Commons).

"Tudo é cristão", escreveu Jean-Paul Sartre depois da guerra. Dois mil anos de cristianismo deixaram uma marca profunda na língua francesa, paisagem e cultura. Mas isso não é bem assim de acordo com a ministra da Educação da França, Najat Vallaud-Belkacem. Ela acabou de anunciar que, em vez de dizer "Feliz Natal", os servidores públicos devem dizer "Boas Festas" - trata-se claramente de uma deliberada intenção de apagar do discurso e do espaço público qualquer referência à cultura cristã na qual a França está enraizada.

Jean-François Chemain chamou isso de "erradicação de qualquer sinal cristão no cenário público". O estopim da controvérsia ocorreu há um ano na cidade francesa de Ploermel, quando um tribunal deliberou que a estátua do Papa João Paulo II, erguida em uma praça, teria que ser removida por violar o "secularismo".

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A Ditadura Politicamente Correta do Ocidente
Ela Nos Cegou Diante do Verdadeiro Perigo: Islã Radical

por Giulio Meotti  •  26 de Dezembro de 2016

  • O corajoso trabalho da artista Mimsy foi retirado da Mall Galleries de Londres depois que a polícia britânica o definiu como "incendiário".

  • Na França as crianças são ensinadas que os ocidentais são Cruzados, colonizadores e "maus". Na tentativa de justificar o repúdio à França e à sua cultura judaico-cristã, as escolas têm fertilizado o solo no qual o extremismo islâmico se desenvolve e floresce sem obstáculos.

  • Ninguém pode negar que a França está sob cerco islamista. Na semana passada o serviço de inteligência da França descobriu mais uma conspiração terrorista. Mas qual é a prioridade do governo socialista? Restringir a liberdade de expressão dos "militantes" pró-vida.

  • Sob esta ditadura politicamente correta, a cultura ocidental estabeleceu dois princípios. Em primeiro lugar, a liberdade de expressão pode ser restringida a qualquer momento se alguém afirmar que uma opinião é um "insulto". Em segundo lugar, há um malévolo padrão de dois pesos e duas medidas: as minorias, especialmente as muçulmanas, podem dizer livremente o que bem entenderem contra judeus e cristãos.

  • Não há melhor aliado do extremismo islâmico do que essa hipocrisia da censura liberal: na verdade, os dois querem suprimir qualquer tipo de crítica ao Islã, bem como qualquer defesa conceituada do Iluminismo Ocidental ou da cultura judaico-cristã.

  • O Twitter, um dos veículos desta nova intolerância até formou um "Conselho de Segurança e Confiança." Ele faz lembrar o "Conselho para a Promoção da Virtude e Prevenção do Vício" da Arábia Saudita

O corajoso trabalho da artista Mimsy, satirizando a crueldade do ISIS, foi retirado da Mall Galleries de Londres depois que a polícia britânica o definiu como "incendiário". (imagem: Mimsy)

Pode até parecer uma era dourada para a liberdade de expressão: mais de um bilhão de tuítes, postagens no Facebook e blogs todo santo dia. Mas, abaixo dessa camada superficial, a liberdade de expressão está recuando dramaticamente.

Estudantes da City University of London, domicílio de uma das escolas de jornalismo mais respeitadas da Grã-Bretanha, votaram a favor de banir três jornais de seu campus: The Sun, Daily Mail e o Express. O "crime" daqueles jornais, de acordo com a moção aprovada, é o de terem publicado histórias que criticavam migrantes, artigos "islamofóbicos" e tornar "as classes trabalhadoras, que tão orgulhosamente dizem representar, em bodes expiatórios". A University City, teoricamente um local dedicado à abertura e ao questionamento, se tornou a primeira instituição educacional ocidental a votar a favor da censura e do banimento de "jornais de direita".

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Revolução Política em Efervescência na Europa

por Geert Wilders  •  22 de Dezembro de 2016

  • As autoridades alemãs estão perigosamente subestimando a ameaça do Islã... Eles traíram seus próprios cidadãos.

  • Não deixem que ninguém lhes diga que somente os autores destes crimes é que são os culpados. Os políticos que acolheram o Islã em seus países também são culpados. E não é somente Frau (Senhora) Merkel na Alemanha, é toda a elite política da Europa Ocidental.

  • Devido à correção política, eles deliberadamente fizeram vista grossa em relação ao Islã. Eles se recusaram a se informar sobre a sua verdadeira natureza. Eles se recusam a reconhecer que tudo isso está no Alcorão: permissão de matar judeus e cristãos (Surata 9:29), aterrorizar os não muçulmanos (8:12), estuprar meninas jovens (65:4), escravizar as pessoas para o sexo (4:3), mentir acerca de seus verdadeiros objetivos (3:54) o comando de fazer a guerra contra os infiéis (9:123) e subjugar o mundo inteiro a Alá (09:33).

  • Teremos que desislamizar nossas sociedades... Mas tudo isso terá que começar com os políticos que tenham coragem de enfrentar e dizer a verdade.

  • Mais e mais cidadãos estão cientes disso. É por isso que uma revolução política está efervescendo na Europa. Partidos patrióticos estão crescendo açodadamente em todos os lugares. Eles são a única esperança da Europa de um futuro melhor.

(Imagem: captura de tela da RTL Nieuws)

O Estado Islâmico reivindicou o ataque terrorista de segunda-feira,19 de dezembro, em Berlim, no qual doze pessoas morreram atropeladas por um caminhão em uma feira natalina.

O assassino conseguiu escapar. No entanto, no caminhão a polícia encontrou documentos de identidade pertencentes a Anis A., um tunisiano que chegou à Alemanha como candidato a asilo em 2015.

No ano passado, ao abrir as fronteiras da Alemanha a quase um milhão de refugiados e candidatos a asilo, a chanceler alemã Angela Merkel convidou o Cavalo de Troia do Islã ao seu país. Entre os assim chamados refugiados se encontravam muitos rapazes de origem islâmica, cheios de ódio ao Ocidente e a sua civilização. Um deles era Anis A.

Levou quase um ano para que as autoridades alemãs rejeitassem seu pedido de asilo, enquanto isso o homem já tinha desaparecido. A polícia está agora em seu encalço como principal suspeito do ataque de segunda-feira em Berlim.

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Governo Merkel Ainda em Estado de Negação

por George Igler  •  20 de Dezembro de 2016

  • O Estado Islâmico assumiu a responsabilidade pelo atropelamento cometido por um motorista de caminhão em 19 de dezembro em Berlim que matou 12 pessoas, esse atentado é semelhante ao ataque de 14 de julho ocorrido na cidade francesa de Nice, além de inúmeros atropelamentos ocorridos em Israel. Agora os europeus estão sentindo na pele com o que os israelenses convivem todo santo dia.

  • No mês corrente, o Sindicato da Polícia do estado alemão da Turíngia emitiu uma carta aberta ao ministro do interior do estado descrevendo a situação de esfarelamento da lei e da ordem em meio ao aumento da criminalidade dos migrantes: "vocês estão nos deixando completamente impotentes diante de uma força superior". E o que mudou? Nada. O que nos leva a crer que haja desinteresse das autoridades".

  • Enquanto isso, consta que representantes da comunidade árabe disseram à polícia de Ruhr: "a polícia não irá vencer a guerra contra nós porque somos muitos".

  • A Chanceler Merkel, as elites governantes e os meios de comunicação podem continuar mostrando um rosto sorridente em relação à descontrolada massa migratória de países árabes e muçulmanos ou então suprimir dos noticiários sobre a escalada da criminalidade perpetrada pelos migrantes, mas eles não podem eliminar, por um passe de mágica, a deterioração da situação da lei e da ordem no país.

  • Deveria ser evidente, até mesmo para um observador casual, que o governo dela ainda não se importa com as vítimas da sua política fracassada no tocante aos "refugiados".

Policiais coletando provas no local do atropelamento de 19 de dezembro em uma feira natalina em Berlim. (Imagem: captura de tela de vídeo da RT)

O ataque terrorista em uma feira natalina em Berlim matou pelo menos 12 pessoas e feriu outras 50. O Estado Islâmico assumiu a responsabilidade pelo atropelamento cometido por um motorista de caminhão, conforme sugerido pela revista Inspire da al-Qaeda esse atentado é semelhante ao ataque de 14 de julho ocorrido na cidade francesa de Nice, além de inúmeros atropelamentos ocorridos em Israel. Agora os europeus estão sentindo na pele com o que os israelenses convivem todo santo dia.

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Islamistas Vencem: Charlie Hebdo desaparece

por Giulio Meotti  •  19 de Dezembro de 2016

  • "O jornal já não é mais o mesmo, Charlie se encontra sob asfixia artística e editorial". — Zineb el Rhazoui, intelectual e jornalista franco-tunisiana, autora de Destruindo o Fascismo Islâmico.

  • "Temos que continuar retratando Maomé e Charlie, não fazer isso significa que não há mais Charlie". − Patrick Pelloux, outro cartunista que deixou a revista.

  • "Se nossos colegas, no debate público, não dividirem parte do risco, então os bárbaros venceram." — Elisabeth Badinter, filósofa que testemunhou no tribunal a favor dos cartunistas franceses no documentário "Je suis Charlie."

  • Depois que os irmãos Kouachi massacraram os jornalistas da Charlie Hebdo, eles saíram correndo para o meio da rua gritando: "vingamos Maomé. Matamos a Charlie Hebdo. "Dois anos mais tarde, parece que eles venceram mesmo. Eles conseguiram silenciar a última revista europeia disposta a defender a liberdade de expressão ceifada pelo islamismo.

Charlie Hebdo, depois que terroristas islâmicos assassinaram grande parte de seu staff em 2015, anunciou que "não fará mais desenhos de Maomé". A revista agora priorizará seu foco em atacar os críticos do islamismo, zombando do Deus judaico-cristão.

Em um espaço de vinte anos, o medo já devorou importantes parcelas da cultura e do jornalismo ocidental. Todas desapareceram em um sinistro ato de autocensura: as caricaturas de um jornal dinamarquês, o episódio do "South Park", as pinturas da Tate Gallery em Londres, um livro publicado pela Yale University Press, Idomeneo de Mozart, o filme holandês "Submissão", o nome e o rosto da cartunista americana Molly Norris, a capa do livro de Art Spiegelman e o romance "A Joia de Medina" de Sherry Jones, só para citar alguns. Inúmeros destes viraram fantasmas que vivem na clandestinidade, escondidos em alguma casa de campo ou então se recolheram à vida privada, vítimas de uma autocensura compreensível, porém trágica.

Somente a revista satírica francesa Charlie Hebdo não constava desta longa e triste lista. Isso até agora.

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Os Verdadeiros Assentamentos Ilegais

por Bassam Tawil  •  13 de Dezembro de 2016

  • Enquanto a construção nos assentamentos judaicos na Cisjordânia e em bairros de Jerusalém tem sido levada a cabo dentro dos ditames da lei e em conformidade com as licenças apropriadas emitidas pelas autoridades competentes, a construção palestina é ilegal em todos os aspectos.

  • O objetivo dos palestinos é criar situações concretas e irreversíveis no palco dos acontecimentos. A enormidade do projeto levanta a seguinte questão: quem está financiando estas enormes cidades dentro das cidades? E por que? Há bons motivos para se acreditar que a OLP e certos elementos árabes e muçulmanos e, em especial a União Europeia estão por trás da iniciativa palestina.

  • O posto avançado judaico de Amona, domicílio de 42 famílias, é atualmente objeto de acalorada controvérsia em Israel bem como na esfera internacional. Ao que parece, só os assentamentos é que são o "grande obstáculo à paz", isso quando são construídos por judeus.

  • A UE e certos governos e organizações árabes e muçulmanos estão pagando pela construção de assentamentos ilegais palestinos, ao mesmo tempo em que exigem que Israel suspenda a construção de novas moradias para famílias judias em bairros de Jerusalém ou em assentamentos existentes na Cisjordânia.

  • A hipocrisia e malícia descarada da UE e do resto da comunidade internacional em relação à questão dos assentamentos israelenses é extremamente transparente. Entrementes, também estamos testemunhando a hipocrisia de muitos na grande mídia ocidental que veem com seus próprios olhos os assentamentos palestinos se agigantando em todos os cantos de Jerusalém, mas optam por relatar apenas sobre as construções dos judeus.

Amostra da extensiva construção palestina ilegal perto de Shufat e Anata na periferia, região nordeste de Jerusalém.

À medida que a comunidade internacional vem criticando duramente Israel em relação à construção de assentamentos judaicos, os palestinos estão discretamente tomando parte em uma extensiva construção de bairros inteiros em muitas partes da Cisjordânia e de Jerusalém. Além de fazer vista grossa no tocante ao projeto de construção palestino, o Ocidente está indubitavelmente negligenciando uma diferença crucial entre os dois empreendimentos: ao passo que a construção nos assentamentos judaicos da Cisjordânia e em bairros de Jerusalém tem sido levada a cabo dentro dos ditames da lei e em conformidade com as licenças apropriadas emitidas pelas autoridades competentes, a construção palestina é ilegal em todos os aspectos.

Neste empreendimento concebido às escondidas, que não atende os mínimos padrões exigidos por engenheiros, arquitetos e planejadores de conjuntos habitacionais, o objetivo dos palestinos é criar situações irreversíveis no palco dos acontecimentos.

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Críticos do Islã em Julgamento na Europa: Wilders Condenado

por Giulio Meotti  •  12 de Dezembro de 2016

  • Em 9 de dezembro o tribunal criminalizou a liberdade de expressão pela primeira vez na história da Holanda: o verdadeiro herói, membro do parlamento holandês, Geert Wilders, foi considerado culpado pelo "crime" de "discurso de incitamento ao ódio".

  • A sentença de morte imposta a Salman Rushdie em 1989 pelo líder supremo do Irã parecia coisa do outro mundo. O Ocidente não levou isso a sério. Desde então, no entanto, essa fatwa foi assimilada de tal forma que as ameaças de hoje à liberdade de expressão são feitas por nós mesmos. Agora é o Ocidente que condena escritores e jornalistas.

  • As Brigadas Vermelhas, grupo terrorista comunista que arrasou a Itália nos anos 1970 cunhou a palavra de ordem: "golpeie um para educar cem. "Se você alvejar um, você intimida coletivamente. É exatamente esse o efeito desses julgamentos políticos sobre o Islã.

  • O "discurso de incitamento ao ódio" virou uma arma política para amordaçar aquele que pensa diferente de você. O regime democrático não tem o direito de polemizar o conteúdo de artigos e charges. Nós no Ocidente pagamos um preço altíssimo pela liberdade de poder ler e escrevê-los. Não cabe àqueles que governam conceder o direito à liberdade de pensamento e de expressão.

  • Na Europa, agora, a mesma cortina de ferro da era soviética está se fechando.

Esquerda: o escritor Salman Rushdie. Direita: o parlamentar holandês Geert Wilders.

Após a Segunda Guerra Mundial e os horrores do nazismo e do estalinismo, um princípio central das democracias ocidentais tem sido o de que é possível julgar pessoas, mas não ideias e opiniões. A Europa agora está permitindo que grupos perigosos que defendem os "direitos humanos" e islâmicos de se servirem de tribunais para restringir as fronteiras da nossa liberdade de expressão, exatamente como acontecia nos julgamentos encenados na União Soviética. "Antirracismo militante será para o século XXI o que o comunismo foi para o século XX", previu o proeminente filósofo francês Alain Finkielkraut.

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Reação de Geert Wilders à Sua Condenação

por Geert Wilders  •  9 de Dezembro de 2016

Queridos amigos, não consigo acreditar, mas acabo de ser condenado. O motivo é porque eu fiz uma pergunta sobre os marroquinos. Enquanto antes de ontem, um sem número de candidatos a asilo marroquinos aterrorizavam ônibus em Emmen e sequer tiveram que pagar uma multa, um político que faz uma pergunta acerca de menos marroquinos é condenado.

A Holanda está doente. Eu tenho um recado para os juízes que me condenaram: vocês restringiram a liberdade de expressão de milhões de holandeses, consequentemente condenando a todos. Ninguém confia mais em vocês. Mas felizmente, a verdade e a liberdade são mais fortes do que vocês. E eu também o sou.

Eu jamais ficarei em silêncio. Vocês não terão condições de me conter. Além disso vocês também estão equivocados. Os marroquinos não são uma raça e aqueles que os criticam não são racistas. Eu não sou racista, tampouco o são os meus eleitores. Esta condenação prova que os juízes estão completamente fora da realidade.

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A Alemanha se Curva à Lei da Sharia
"Um Sistema de Justiça Paralela se Estabeleceu na Alemanha"

por Soeren Kern  •  8 de Dezembro de 2016

  • Um tribunal alemão deliberou que sete islamitas que formavam uma patrulha de justiceiros para fazer valer a Lei Islâmica (Sharia) nas ruas de Wuppertal não infringiram a lei alemã e que estavam simplesmente exercendo o seu direito à liberdade de expressão. A decisão "politicamente correta", que pode ser contestada, autoriza, na prática, a Polícia da Sharia a continuar aplicando a Lei Islâmica em Wuppertal.

  • A autoproclamada "Polícia da Sharia" distribuiu folhetos informando sobre a implantação de uma "zona controlada pela Sharia" em Wuppertal. Os policiais exortavam transeuntes, tanto muçulmanos quanto não-muçulmanos, a frequentarem as mesquitas e se absterem de consumir bebidas alcoólicas, cigarros e drogas, de participarem de jogos de azar, de se entreterem com música, pornografia e prostituição.

  • Os críticos dizem que os casos - especialmente aqueles em que a lei alemã ocupa uma posição secundária em relação à Lei da Sharia - refletem uma perigosa ingerência da lei islâmica no ordenamento jurídico alemão.

  • Em junho de 2013 um tribunal em Hamm ordenou que aquele que contrair um casamento de acordo com a lei islâmica em um país muçulmano e mais tarde quiser se divorciar na Alemanha deverá obedecer os termos originais estabelecidos pela Lei Islâmica (Sharia). A decisão histórica legalizou, de fato, a prática da "tripla talaq" da Sharia na qual se obtém o divórcio ao recitar três vezes a frase "eu me divorcio de você".

  • Um número cada vez maior de muçulmanos na Alemanha está conscientemente contornando por completo os tribunais alemães, decidindo suas diferenças nos tribunais informais da Sharia que proliferam ao redor do país.

  • "Se o Estado de Direito não conseguir estabelecer a sua autoridade e exigir respeito, então pode imediatamente declarar a sua falência" − Franz Solms-Laubach, correspondente político do jornal Bild.

Um tribunal alemão deliberou que um grupo de islamitas que formava uma patrulha de justiceiros para fazer valer a Lei Islâmica (Sharia) nas ruas de Wuppertal não violou uma lei alemã e que estavam simplesmente exercendo o seu direito à liberdade de expressão. Eles foram acusados segundo uma lei que proíbe o uso de uniformes em comícios públicos - uma lei que originalmente foi concebida para proibir grupos neonazistas de participarem de passeatas em público.

Um tribunal alemão deliberou que sete islamitas que formavam uma patrulha de justiceiros para fazer valer a Lei Islâmica (Sharia) nas ruas de Wuppertal não infringiram a lei alemã e que estavam simplesmente exercendo o seu direito à liberdade de expressão.

A decisão, que efetivamente legitima a Lei da Sharia na Alemanha, faz parte de um número crescente de casos em que os tribunais alemães estão - intencionalmente ou não - promovendo o estabelecimento de um sistema jurídico islâmico paralelo no país.

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