Últimas Análises e Comentários

Europa: Jihadistas Levam Vantagem nos Benefícios do Sistema de Bem-Estar Social

por Soeren Kern  •  18 de Setembro de 2017

  • Ao mesmo tempo que embolsava dinheiro dos contribuintes suíços, Abu Ramadan, conhecido salafista, pediu a introdução da Lei Islâmica (Sharia) na Suíça, urgindo os muçulmanos para que evitem se integrar na sociedade suíça. Ele também ressaltou que muçulmanos que cometem crimes na Suíça não devem estar sujeitos às leis suíças.

  • "O escândalo é tão grande que é difícil de acreditar. Aos imãs que pregam ódio contra cristãos e judeus, que criticam a depravação do Ocidente, são concedidos asilo e eles vivem confortavelmente como refugiados recebendo os proventos da assistência social. Tudo isso com a cumplicidade de autoridades covardes e incompetentes que dão carta branca aos assistentes complacentes e ingênuos do sistema de asilo e de bem-estar social". − Adrian Amstutz, parlamentar suíço.

  • Autoridades municipais em Lund continuam determinadas: elas lançaram um projeto piloto destinado a fornecer aos jihadistas suecos, que estão retornando da Síria: moradia, emprego, educação e ajuda financeira - tudo graças aos contribuintes suecos.

Anjem Choudary, islamista britânico que está cumprindo pena de prisão por pedir apoio ao Estado Islâmico, acredita que os muçulmanos têm direito a proventos de assistência social porque eles são uma espécie de jizya, uma taxa imposta aos não muçulmanos como lembrete de que eles são, eternamente, inferiores e subservientes aos muçulmanos. Ele recebeu cerca de US$640.000 em benefícios, aos quais ele se referiu como "subsídio de investigador da Jihad". (Foto Oli Scarff/Getty Images)

Um imã líbio que pediu a Alá que "elimine" todos os não muçulmanos, recebeu mais de US$600.000 em proventos de assistência social do governo suíço de acordo com a emissora suíça SRF.

Abu Ramadan chegou à Suíça em 1998, a quem foi concedido asilo em 2004 por alegar que o governo líbio o estava perseguindo por sua afiliação à Irmandade Muçulmana. Desde então Ramadan recebeu US$620.000 em proventos de assistência social, de acordo com a SRF.

Embora Ramadan esteja morando na Suíça há quase 20 anos, ele mal fala francês ou alemão e nunca teve um emprego fixo. Ramadan, de 64 anos, logo terá direito de receber uma pensão estadual suíça.

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Os Palestinos que Caíram no Esquecimento

por Khaled Abu Toameh  •  14 de Setembro de 2017

  • Tanto Qawasmeh quanto Issa Amro estariam em melhor situação se tivessem sido presos pelas autoridades israelenses. Se esse fosse o caso, suas histórias chegariam às páginas dos principais jornais do Ocidente. A CNN ou a NBC teriam, provavelmente, dedicado um programa inteiro ao sofrimento deles. No entanto, sem terem como implicar Israel, os meios de comunicação ocidentais deixam o caso permanecer enterrado - juntamente com a liberdade deles.

  • O grupo também assinala que documentou cerca de 472 casos de mortes em consequência de torturas nos centros de detenção e prisões na Síria ao longo dos últimos anos.

  • Será que alguém tem interesse em saber as verdadeiras leis de apartheid empregadas contra os palestinos em diversos países árabes? Esses dados são facilmente acessáveis e prontamente disponíveis: basta que os meios de comunicação ocidentais e o resto da comunidade internacional reconsiderem sua obsessão em relação a Israel e que comecem a prestar atenção nas verdadeiras vítimas palestinas - as que vivem nos países árabes.

O campo de refugiados palestinos de Yarmouk, na Síria, encontra-se cercado pelo exército sírio há mais de 1.510 dias. Foto: residentes de Yarmouk na fila da distribuição de alimentos, em 31 de janeiro de 2014. (Imagem: UNRWA)

Mais de 1.600 palestinos estão desaparecidos na Síria, centenas foram mortos desde o início da guerra civil. Entretanto não são notícias dignas o suficiente para aparecem na grande mídia do Ocidente.

Para saltar aos olhos da comunidade internacional e também da mídia, os palestinos precisam estar na Cisjordânia, na Faixa de Gaza ou em Jerusalém. São estes os palestinos sortudos cujas histórias (e dificuldades) são cobertas corriqueiramente pela mídia internacional. Por que isso? Principalmente porque são estes os palestinos cujas histórias estão muitas vezes ligadas, direta ou indiretamente a Israel.

Não é segredo para ninguém que jornalistas ocidentais e a grande mídia criaram uma obsessão em relação a Israel. Tudo o que Israel faz (ou deixa de fazer) é amplamente coberto, principalmente se houver um jeito de responsabilizar Israel pelo sofrimento dos palestinos.

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Muçulmanos Avisam a Europa: "Um Dia, Tudo Isso Será Nosso"

por Giulio Meotti  •  13 de Setembro de 2017

  • O arcebispo de Estrasburgo, Luc Ravel, nomeado pelo Papa Francisco em fevereiro, declarou recentemente que "os muçulmanos devotos estão cansados de saber que a sua fertilidade é tal hoje, que eles a chamam de... a Grande Substituição. Eles afirmam de maneira tranquila e resoluta: "um dia, tudo isso, tudo isso, será nosso"...

  • O primeiro-ministro da Hungria Viktor Orbán acaba de alertar para o perigo de uma "Europa muçulmanizada". Segundo ele, "a questão das próximas décadas é se a Europa continuará a pertencer aos europeus".

  • "Nos próximos 30 anos, o número de africanos crescerá ultrapassando a marca de um bilhão de pessoas. É o dobro da população de toda a União Europeia... A pressão demográfica será gigantesca. No ano passado mais de 180 mil pessoas atravessaram o mar em barcos em péssimas condições, provenientes da Líbia. E isso é só o começo. De acordo com o representante da UE Avramopoulos, neste exato momento 3 milhões de migrantes estão a postos para entrarem na Europa". — Geert Wilders, parlamentar da Holanda e líder do Partido da Liberdade e Democracia (PVV).

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, ressaltou recentemente: "nossa visão é que devemos resolver nossos problemas demográficos lançando mão de nossos próprios recursos, mobilizando nossas próprias reservas, e... venhamos e convenhamos - renovando-nos espiritualmente". (Imagem: David Plas/Wikimedia Commons)

Esta semana, outro ataque terrorista islâmico teve como alvo a cidade espanhola de Barcelona. Como ela esteve por muitos anos sob o domínio muçulmano, é, portanto, assim como Israel, território que muitos islamistas acreditam estar no direito de reconquistar.

Ao mesmo tempo, longe da Espanha, escolas de ensino fundamental foram fechadas pelo governo quando o número de alunos caiu para menos de 10% da população. O governo está transformando os locais em asilos, para cuidar dos idosos em um país onde 40% da população têm 65 anos ou mais. Isso não é um romance de ficção científica. É o Japão, a nação com a maior concentração de idosos e a mais estéril do mundo, onde há a seguinte expressão popular: "civilização fantasma".

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Crise Migratória Atinge a Espanha

por Soeren Kern  •  12 de Setembro de 2017

  • "Os maiores movimentos migratórios ainda estão por vir: a população da África dobrará nas próximas décadas. Um país como o Egito irá crescer e chegará aos 100 milhões de habitantes, a Nigéria a 400 milhões. Na era digital, com a internet e celulares, todo mundo sabe da nossa prosperidade e estilo de vida." − Gerd Müller, Ministro do Desenvolvimento da Alemanha.

  • "Os jovens têm celulares e veem o que está acontecendo em outras partes do mundo e isso age como um ímã." — Michael Møller, Diretor do Escritório das Nações Unidas em Genebra.

  • "Se não conseguirmos resolver os problemas centrais dos países africanos, dez, vinte, até mesmo trinta milhões de imigrantes chegarão à União Europeia nos próximos dez anos." — Antonio Tajani, Presidente do Parlamento Europeu.

Migrantes aguardam serem resgatados por tripulantes da embarcação Phoenix da Migrant Offshore Aid Station (MOAS) em 10 de junho de 2017, costa de Lampedusa, Itália. (Foto Chris McGrath/Getty Images)

A Espanha está prestes a ultrapassar a Grécia como segunda maior porta de entrada aos migrantes que ingressam na Europa pelo mar. O salto repentino da migração para a Espanha ocorre em meio a severas medidas restritivas ao tráfico de pessoas ao longo da rota marítima Líbia/Itália, hoje a principal porta de entrada de migração para a Europa.

O deslocamento para o oeste nas rotas de migração da Grécia e da Itália indica que a Espanha, situada apenas a 16 km da África por via marítima, poderá em breve estar no olho do furacão da crise migratória da Europa.

Mais de 8.300 migrantes ilegais chegaram ao litoral espanhol nos primeiros sete meses de 2017 - três vezes mais do que em todo o ano de 2016, de acordo com a Organização Internacional de Migração (OIM).

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Espiões Islâmicos se infiltram no Ocidente para Aterrorizar os Cristãos

por Majid Rafizadeh  •  7 de Setembro de 2017

  • Uma das principais missões estipuladas, de forma contundente, na constituição do Irã, é exportar a ideologia islamista e propiciar contínua infiltração e expansão dos valores islâmicos nos quatro cantos do mundo. É por isso que a Guarda Revolucionária criou uma força especial, a Força Quds e os paramilitares Basij, anunciando publicamente a missão de se envolver em operações extraterritoriais - religiosa, ideológica, militar e politicamente.

  • Os espiões islamistas geralmente vêm ao Ocidente, particularmente aos EUA, usando as mais variadas formas de disfarces, entre elas se encontram a busca pelo estudo, pesquisa ou para fins relacionados à saúde. Eles têm em vista determinadas embaixadas dos EUA, universidades, centros de pesquisa e hospitais para obterem o visto. A capacidade deles de se apresentarem como candidatos ideais para a ajuda cria a ilusão de segurança. No entanto, as intenções podem ser a de provocar destruição.

  • Quando Dehnavi foi barrado no aeroporto de Boston, muitos agentes do regime pró-iraniano nos Estados Unidos recorreram a várias medidas, inclusive apelar para a grande mídia esquerdista visando assegurar sua entrada nos Estados Unidos. Eles inventaram uma falsa narrativa de injustiça e descreveram este agente militar do alto escalão dos paramilitares Basijis como um homem inocente que deveria ter o direito de entrar nos EUA. Como é que esse homem conseguiu obter um visto americano?

Inspetores de alfândega dos EUA recentemente deportaram Dehnavi, um agente militar iraniano, membro ativo do alto escalão dos paramilitares Basij. Ele já foi chefe do órgão estudantil dos paramilitares Basij na Universidade Sharif do Irã (foto acima de Behrooz Rezvani/Wikimedia Commons).

A persistente perseguição, encarceramento, assassinato e tortura de não muçulmanos já estão devidamente documentadas e com visibilidade diária. Mais especificamente cristãos, judeus, yazidis, curdos, hindus e baha'is são vítimas sob o domínio islamista. Esta questão requer atenção e correção, mas não é a única ameaça que vem desses países tirânicos e atores não estatais.

Organizações islâmicas estão despachando seus agentes para além-fronteiras, para o Ocidente, particularmente para os EUA, a fim de monitorar, ameaçar e aterrorizar os não muçulmanos.

Recentes relatos que chegam dos campos de refugiados europeus indicam que agentes e espiões extremistas, inclusive oriundos de um dos mais poderosos governos islamistas, o Exército dos Guardiões da Revolução Islâmica do Irã (IRGC), se infiltraram na Europa, em parte para monitorar os cristãos, especificamente aqueles que fugiram de sua terra natal por temerem ser torturados, encarcerados e perseguidos.

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"É Insuportável para os Jihadistas o Simples Fato de Existirmos"

por Giulio Meotti  •  6 de Setembro de 2017

  • Os ataques islamistas perpetrados na Espanha, Alemanha e Finlândia escancaram o problema central: o pacifismo não protegerá a Europa nem da islamização nem dos ataques terroristas. A bem da verdade tanto a Espanha quanto a Alemanha estão entre os países da Europa mais relutantes em desempenharem um papel fundamental na coalizão anti-ISIS.

  • A imprensa espanhola não participou de nenhum debate sobre as caricaturas de Maomé, nenhum escritor espanhol foi acusado de "islamofobia" e nenhuma personalidade espanhola se encontra sob proteção policial por "criticar o Islã". Parecia que a Espanha sequer se interessava pelo que estava em jogo à própria existência da Europa nos ataques islamistas. Nenhuma cidade espanhola virou manchete por possuir guetos multiculturais, como na França e na Grã-Bretanha. O ataque em Barcelona deveria ter acabado com essa ilusão. Terroristas não precisam de pretextos para chacinar "infiéis".

  • Ao que tudo indica, a triste conclusão é que os jihadistas não precisam de uma "razão" para matar Ocidentais. Eles atacam sem fazer distinção, a França, que conduz operações militares no Oriente Médio e no Norte da África e países como a Espanha e a Alemanha, que são neutros.

Jihad - na Finlândia? Terroristas não precisam de pretextos para chacinar "infiéis". Em 18 de agosto, um terrorista islâmico assassinou duas mulheres em Turku, na Finlândia, em uma orgia de facadas na praça do mercado da cidade. Foto: rio Aura em Turku. (Imagem: Arthur Kho Caayon/Wikimedia Commons)

Em um espaço de 24 horas, a Espanha sofreu dois ataques terroristas de grandes proporções. Uma célula jihadista matou 15 pessoas em Barcelona e no balneário de Cambrils. No ano passado, a Alemanha foi outro país europeu duramente atingido por islamistas armados. Primeiro, um jihadista jogou um caminhão enorme em cima de um mercado de natal no centro de Berlim matando 12 pessoas. Na sequência, um homem empunhando uma faca assassinou um transeunte em um ataque a um supermercado em Hamburgo.

Um dia depois da carnificina em Barcelona, outro ataque terrorista foi desfechado em Turku, na Finlândia. Duas mulheres foram assassinadas na praça do mercado na cidade mais antiga do país. Jihad - na Finlândia?

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Cidades Europeias Assimilam a Lei da Sharia

por Giulio Meotti  •  20 de Agosto de 2017

  • O prefeito de Londres, Sadiq Khan, proibiu anúncios que promovam "expectativas não realistas no tocante à imagem do corpo e da saúde das mulheres". Agora Berlim está planejando proibir imagens onde as mulheres são retratadas como "lindas mas fracas, histéricas, idiotas, loucas, ingênuas ou governadas pelas emoções". O escritor e jornalista do jornal Der Tagesspiegel, Harald Martenstein, afirmou que é possível que a orientação "tenha sido incorporada do manifesto do Talibã".

  • A ironia é que esta onda de moralidade e "virtude" vem de cidades governadas por políticos esquerdistas desinibidos, que durante anos fizeram campanha a favor da liberação sexual. Virou tema de discussão "feminista" defender a conduta da sharia.

  • Parafraseando o escritor americano Daniel Greenfield: a ironia das mulheres celebrarem sua própria opressão é tanto de cortar o coração como de estupefazer.

Se o Ocidente continuar traindo o valor democrático da liberdade individual, os fundamentalistas islâmicos, como aqueles que impuseram burcas às mulheres líbias, farão o mesmo com as mulheres do Ocidente. (Foto Alexander Hassenstein/Getty Images)

Dias após o Estado Islâmico ter conquistado a cidade de Sirte na Líbia há dois anos, apareceram gigantescos outdoors na fortaleza islamista, alertando as mulheres que elas deveriam usar hijabs para esconderem o corpo todo e nada de perfume. Entre outras coisas esses "mandamentos da sharia em relação à hijab" incluíam o uso de tecido grosso e opaco e que a hijab não "lembrasse trajes de infiéis".

Dois anos mais tarde, as três cidades mais importantes da Europa - Londres, Paris e Berlim - estão seguindo a mesma moda da sharia.

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Mutilação Genital Feminina: Multiculturalismo Enlouquecido

por Khadija Khan  •  14 de Agosto de 2017

  • A petição sobre a "liberdade religiosa" revela involuntariamente as falsas alegações feitas por proeminentes muçulmanos - como o estudioso/apresentador de TV iraniano/americano Reza Aslan e a ativista palestina/americana Linda Sarsour, que insistem que a mutilação genital feminina (FGM em inglês) não é "uma prática islâmica".

  • De acordo com as estatísticas do Serviço Nacional de Saúde, pelo menos uma menina a cada hora está sujeita a este procedimento agonizante somente no Reino Unido - e já faz quase 30 anos que a prática lá é ilegal.

  • A FGM não é um crime menos estarrecedor do que o estupro ou a escravidão, no entanto as autoproclamadas feministas no Ocidente - incluindo muçulmanas como Linda Sarsour e ativistas não muçulmanas se engajam em uma cruzada contra a "islamofobia" - silenciam quando se trata de práticas bárbaras ou negam sua conexão com o Islã. Será que elas também apoiam a escravidão, outra prática respaldada pelo Islã?

Supermodelo/atriz Waris Dirie, natural da Somália, proeminente ativista anti-FGM, encabeçou e financiou o Desert Flower Center, uma clínica na Alemanha que oferece tratamento físico e psicológico às vítimas da mutilação genital feminina. (Foto: Carlos Alvarez/Getty Images)

Os advogados de defesa de dois médicos de Michigan, naturais da Índia e uma de suas esposas, que foram indiciados pelo júri em 22 de abril e acusados de mutilar os órgãos genitais de duas meninas de sete anos, pretendem apresentar o argumento de liberdade religiosa na representação de seus clientes muçulmanos.

Os réus são membros da Dawoodi Bohra, uma seita islâmica de sua terra natal. Na esfera federal, sendo este o primeiro caso desde que a mutilação genital feminina (FGM em inglês) foi proibida em 1996, a defesa afirma que a prática é um ritual religioso e, portanto, deve ser protegido pela lei dos Estados Unidos.

A petição revela involuntariamente as falsas alegações feitas por proeminentes muçulmanos - como o estudioso/apresentador de TV iraniano/americano Reza Aslan e a ativista palestina/americana Linda Sarsour, que insistem que a FGM não é "uma prática islâmica".

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Qatar e Arábia Saudita Querem Islamizar uma das Maiores Catedrais das Europa

por Giulio Meotti  •  7 de Agosto de 2017

  • No simbolismo islâmico, Córdoba é o califado perdido. As autoridades políticas de Córdoba deram um duro golpe à reivindicação da Igreja Católica de propriedade da catedral, declarando que "a consagração religiosa não é a maneira certa de adquirir propriedades". Mas é assim que a história funciona, especialmente nas terras onde o cristianismo e o Islã lutaram a duras penas pelo seu domínio. Por que os secularistas não pressionam o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, a devolver aos cristãos a Hagia Sophia? Ninguém levantou a sobrancelha pelo fato da "maior catedral da cristandade ter se transformado em uma mesquita".

  • A "esquerda" espanhola, que governa a região, quer transformar a igreja em "um local de encontro das fés". Belas palavras ecumênicas, na realidade uma armadilha mortal do domínio islâmico sobre as demais religiões. Se estes islamistas, apoiados pelos militantes seculares, forem capazes de trazer Alá de volta para a Catedral de Córdoba, um tsunami do supremacismo islâmico irá afundar o decadente cristianismo da Europa. Há milhares de igrejas vazias esperando para serem preenchidas pelas vozes dos muezins.

  • A investida ocidental de libertar Jerusalém na Idade Média é condenada como imperialismo cristão, ao passo que as campanhas muçulmanas para colonizar e islamizar o Império Bizantino, Norte da África, Bálcãs, Egito, Oriente Médio e a maior parte da Espanha, só para lembrar de alguns territórios, são celebrados como períodos de iluminismo.

Principal altar da Catedral de Córdoba. (Imagem: Wikimedia Commons/© José Luiz Bernardes Ribeiro / CC BY-SA 3.0)

Parece que os supremacistas muçulmanos vivem no mundo da fantasia - assim como também contam com uma longa história − de transformar lugares cristãos em islâmicos. Considere por exemplo a catedral gótica Saint-Denis que leva o nome do primeiro bispo cristão de Paris enterrado naquele local em 250 d.C. e o túmulo de Charles Martel, cuja vitória barrou a invasão muçulmana da França em 732. Agora, de acordo com o estudioso Gilles Kepel, este lugar de sepultamento da maioria dos reis e rainhas da França virou "a Meca do Islã da França". Os islamistas franceses sonham em tomar posse daquele átrio e substituir os sinos das igrejas pelo chamamento do muezim (encarregado que chama os muçulmanos às orações do alto dos minaretes).

Recentemente, na maior catedral da Turquia, Hagia Sophia, a chamada do muezim ecoou dentro da igreja do século VI pela primeira vez em 85 anos.

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Palestinos: O Engodo dos Detectores de Metais

por Khadija Khan  •  5 de Agosto de 2017

  • Os detectores de metais são lugar comum nas mesquitas mais importantes do Oriente Médio, mais de 5.000 câmeras de vigilância (além de 100.000 agentes de segurança) monitoram os peregrinos que se dirigem para Meca na Arábia Saudita durante o Haj anual.

  • Enquanto o terrorista estava sendo tratado em um hospital israelense, a Autoridade Palestina celebrava seu ato e deu início aos procedimentos segundo os quais ele receberá um salário de mais de US$3.000 por mês pela tentativa de se tornar "mártir" por intermédio do assassinato de judeus.

  • Está na hora da comunidade internacional impedir que as portas fiquem abertas para que os radicais usem o povo palestino como peões para que atinjam seu objetivo maior, transparente a todos, incluindo a todos os muçulmanos: varrer Israel do mapa através da deslegitimação.

Palestinos perto da Cidade Velha de Jerusalém protestam contra a instalação de detectores de metais por Israel nas entradas do Monte do Templo, a despeito dos detectores de metais já terem sido removidos dias antes, em 28 de julho de 2017. (Foto Ilia Yefimovich/Getty Images)

Após intensa pressão do mundo muçulmano e da comunidade internacional, Israel retirou todos os detectores de metais e infraestruturas de câmeras de vigilância do Monte do Templo em Jerusalém, local da Mesquita de Al-Aqsa.

Provavelmente para ofuscar a razão pela qual os detectores de metais foram realmente instalados: um ataque terrorista desferido em 14 de julho, no qual três cidadãos árabes israelenses assassinaram dois policiais drusos israelenses com armas que eles haviam escondido no interior da mesquita. A Autoridade Palestina (AP) pediu aos muçulmanos para que boicotem o Monte do Templo e lancem o "Dia da Ira" contra o estado judeu.

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Alemanha: Disseminação de Doenças Infecciosas à Medida que Migrantes se Instalam

por Soeren Kern  •  3 de Agosto de 2017

  • Um novo estudo que acaba de ser divulgado pelo Instituto Robert Koch (IRK), principal instituição do governo federal para o monitoramento e prevenção de doenças, confirma que houve um aumento generalizado de doenças desde 2015, quando a Alemanha acolheu um número jamais visto de migrantes.

  • Médicos afirmam que o número de casos de tuberculose é muito maior do que indicam os números oficiais e acusam o IRK de minimizar a ameaça com o intuito de evitar botar mais lenha na fogueira nos sentimentos anti-imigração.

  • "Foram enviados de 700 mil a 800 mil pedidos de asilo e 300 mil refugiados desapareceram. Eles foram checados? Eles são de países de alto risco?" — Carsten Boos, cirurgião ortopedista, entrevistado pela revista Focus.

Joachim Gauck, o então presidente da Alemanha, conversa com médicos na enfermaria de um centro de acolhimento de imigrantes em 26 de agosto de 2015 em Berlim-Wilmersdorf, Alemanha. (Foto de Jesco Denzel/Bundesregierung da Getty Images)

A um candidato a asilo do Iêmen, que teve o visto negado, foi cedido abrigo em uma igreja no norte da Alemanha para evitar que ele fosse deportado, ao que tudo indica, por ter infectado mais de 50 crianças alemãs com uma cepa altamente contagiosa de tuberculose.

O homem, a quem foi dado abrigo em uma igreja em Bünsdorf, entre janeiro e maio de 2017, tinha frequente contato com as crianças, algumas com menos de três anos de idade, que frequentavam uma creche nas dependências do abrigo. Ele deu entrada em um hospital em Rendsburg em junho e posteriormente diagnosticado com tuberculose - uma doença que só recentemente chamou a atenção dos alemães.

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Detectores de Metais e Mentiras Palestinas

por Bassam Tawil  •  24 de Julho de 2017

  • Os policiais assassinados estavam lá para garantir a segurança dos fiéis muçulmanos. Os formadores de opinião palestinos manipulam, procurando desviar a atenção do ataque terrorista, fazendo parecer que a crise começou quando Israel instalou os detectores de metais e não quando dois policiais foram assassinados.

  • Primeiro, as medidas de segurança, incluindo a instalação dos detectores de metais, não foi uma iniciativa israelense e sim uma resposta direta e necessária a um ataque terrorista específico. O governo israelense não convocou uma reunião para tomar a decisão de instalar os detectores de metais para alterar o status quo ou impedir que os muçulmanos rezassem.

  • Segundo, foram os palestinos que tomaram a decisão de não entrar no Monte do Templo a menos que os detectores de metais fossem removidos. Os palestinos e a Waqf estão mentindo para o mundo dizendo que Israel está negando acesso aos muçulmanos aos seus lugares sagrados.

  • A oposição palestina à instalação dos detectores de metais no Monte do Templo significa uma coisa apenas: que os palestinos estão determinados a transformar o lugar sagrado em um esconderijo para o armazenamento de armas e usá-lo como plataforma de lançamento para realizar ataques terroristas contra cidadãos israelenses. Se a mesquita fosse realmente destruída no desenrolar dos acontecimentos, adivinhe quem seria o culpado? Quem sabe seja esse o verdadeira propósito.

Aproximadamente 4 mil palestinos muçulmanos rezam do lado de fora da entrada da Cidade Velha de Jerusalém, 19 de julho de 2017, em sinal protesto contra a instalação de detectores de metais nas entradas do Monte do Templo. (Foto de Ilia Yefimovich/Getty Images)

A polêmica criada em torno da decisão das autoridades israelenses de colocar detectores de metais nas entradas do Monte do Templo trás à mente o famoso ditado árabe: "ele me bateu e chorou e depois veio até mim para se queixar". Essa inversão da realidade é muito comum nos criminosos que fingem ser vítimas.

A decisão de instalar detectores de metais veio depois que terroristas árabes assassinaram dois policiais israelenses no Monte do Templo em 14 de julho. Os três terroristas - cidadãos árabes israelenses da cidade de Umm al-Fahm - carregavam uma metralhadora e facas para desfechar o ataque. As armas foram facilmente infiltradas no Monte do Templo devido ao fato de fiéis não terem sido obrigados a passar por detectores de metais nem serem revistados por policiais a postos nos portões.

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A Europa Oriental Opta pela Civilização Ocidental

por Giulio Meotti  •  23 de Julho de 2017

  • "A maior diferença é que na Europa, política e religião estão separadas uma da outra, mas no caso do Islã é a religião que rege a política" — Zoltan Balog, Ministro de Recursos Humanos da Hungria.

  • Não é por acaso que o presidente Trump escolheu a Polônia, um país que lutou contra o nazismo e o comunismo, para conclamar o Ocidente a mostrar um tantinho de disposição em sua luta existencial contra o novo totalitarismo: o Islã radical.

  • "Possuir armas é uma coisa, estar disposto a usá-las é outra coisa totalmente diferente". — Professor William Kilpatrick, Boston College.

Presidente Donald Trump discursando em Varsóvia, Polônia, de fronte do monumento em homenagem ao Levante de Varsóvia de 1944 contra os alemães, em 6 de julho de 2017. (Imagem: Casa Branca)

Em um discurso histórico diante de uma exultante multidão polonesa, precedendo o início da reunião dos líderes da Cúpula do G20, o presidente dos EUA, Donald Trump descreveu a luta do Ocidente contra o "terrorismo islâmico radical" como forma de proteger "nossa civilização e nosso modo de vida". Trump perguntou se o Ocidente tinha a determinação de sobreviver:

"Temos a necessária convicção de nossos valores a ponto de defendê-los a qualquer custo? Temos o devido respeito pelos nossos cidadãos a ponto de proteger nossas fronteiras? Temos o desejo e a coragem suficientes de defender a nossa civilização diante dos que querem subvertê-la e destruí-la?"

A pergunta de Trump poderá ressoar na Europa Oriental, lugar escolhido por ele para proferir seu eloquente discurso.

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Alemanha: Polícia Chechena da Sharia Aterroriza Berlim

por Soeren Kern  •  18 de Julho de 2017

  • Ameaças de violência contra as mulheres "errantes" são vistas como "atos de patriotismo".

  • "Eles vieram para a Alemanha porque queriam viver na Alemanha, mas continuam se empenhando em transformar o país em uma nova Chechênia com seus costumes medievais." — Assistente social entrevistado pela organização de mídia independente em idioma russo Meduza.

  • "A atenção de todos está voltada para os sírios, mas os chechenos compõem o grupo mais perigoso. Não estamos dando a devida atenção a isso." — Polícia de Frankfurt (Oder).

Os chechenos disseram em entrevistas que as expectativas de comportamento são mais rígidas e rigorosas entre os emigrantes chechenos que estão na Alemanha do que os que estão na própria Chechênia - "uma competição de honradez". As ameaças de violência contra mulheres "errantes" são vistas como "atos de patriotismo". Foto acima: Uma professora voluntária (à esquerda) dá aula do idioma alemão a uma candidata a asilo da Chechênia, em 10 de novembro de 2015, em Berlim, Alemanha. (Foto: Sean Gallup/Getty Images)

Cerca de cem islamistas já estão empregando abertamente a Lei Islâmica (Sharia) nas ruas de Berlim, de acordo com a polícia local que está investigando uma nova série de ataques violentos na capital alemã.

A autoproclamada polícia da moralidade é composta de salafistas da Chechênia, região muçulmana predominantemente sunita na Rússia. Os justiceiros ameaçam usar de violência para intimidar migrantes chechenos a não se integrarem à sociedade alemã. Eles também estão promovendo a criação de um sistema jurídico islâmico paralelo na Alemanha. As autoridades alemãs, ao que tudo indica, são incapazes de detê-los.

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Crise Migratória na Europa: Panorama Visto da Europa Central

por Soeren Kern  •  17 de Julho de 2017

  • Muitos dos assim chamados candidatos a asilo têm se recusado a mudar para a Europa Central e Oriental porque os benefícios financeiros não são tão magnânimos quanto os da França, Alemanha e Escandinávia. Além disso, centenas de migrantes que foram transferidos para a Estônia, Letônia e Lituânia, classificados como países mais pobres da UE, fugiram para a Alemanha e demais países mais ricos do bloco.

  • "Se faz necessário realçar de forma contundente e direta: isso constitui um ataque contra a Europa, contra a nossa cultura, contra as nossas tradições." — Primeira Ministra da Polônia Beata Szydło.

  • "Acredito que temos o direito de decidir que não queremos um grande número de muçulmanos em nosso país. Essa é uma experiência histórica para nós." — Viktor Orbán, Primeiro Ministro da Hungria, referindo-se à ocupação da Hungria pelo Império Otomano de 1541 a 1699.

Em um discurso proferido em 24 de maio, a primeira-ministra da Polônia, Beata Szydło ressaltou que seu país não será chantageado pelos líderes da União Europeia: "não tomaremos parte da loucura da elite de Bruxelas... Isso constitui um ataque contra a Europa, contra a nossa cultura, contra as nossas tradições. (Imagem ilustrativa: Parlamento Europeu/Flickr)

A União Europeia entrou com uma ação na justiça contra a República Checa, Hungria e Polônia por não cumprirem uma determinação polêmica de acolher milhares de migrantes da África, Ásia e Oriente Médio.

O assim chamado procedimento de infração, que autoriza a Comissão Europeia, o poderoso braço executivo da União Europeia, a processar estados membros considerados não cumpridores de suas obrigações segundo a legislação da UE, poderia levar a gigantescas penalidades financeiras.

A polêmica remonta a setembro de 2015, quando, no auge da crise migratória na Europa, os estados membros da UE aprovaram, com uma margem apertada de votos, a transferência de 120 mil "refugiados" da Itália e da Grécia para outras regiões do bloco. Isso fora o contingente de outro plano de redistribuição de julho de 2015 de 40 mil migrantes daqueles dois países.

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