Últimas Análises e Comentários

A verdadeira Resposta Palestina ao Discurso de Trump Sobre Jerusalém

por Bassam Tawil  •  10 de Dezembro de 2017

  • Ao maquiar a "cerimônia" da queima de pôsteres como reflexo da fúria generalizada dos palestinos quanto à política de Trump em relação a Jerusalém, a mídia internacional está sendo, mais uma vez, cúmplice na disseminação da propaganda dos formadores de opinião palestinos. Os jornalistas, incluindo fotógrafos e cameramen, receberam planilhas detalhadas especificando data e hora das manifestações que teriam lugar em diferentes regiões da Cisjordânia e da Faixa de Gaza.

  • Quando estamos em nossas salas de estar assistindo aos noticiários transmitidos da Cisjordânia e da Faixa de Gaza, por que não nos perguntamos: quantos desses "eventos" não são, de fato, paródias da mídia? Por que os jornalistas se deixam levar pela máquina de propaganda palestina que vomita ódio e violência da manhã até à noite?

  • Já está mais do que na hora de certa autoreflexão por parte da mídia: eles realmente querem continuar servindo como porta-vozes dos árabes e muçulmanos que intimidam e aterrorizam o Ocidente?

  • Não se deixe enganar: os prometidos "rios de sangue" jorram nesse exato momento. No entanto, é a faca de árabes e muçulmanos que corta a garganta dos irmãos árabes e muçulmanos que é a fonte desta torrente vermelha e não uma declaração feita por um presidente dos EUA. Talvez isso possa finalmente ser um evento que vale a pena cobrir pelos itinerantes repórteres da região?

A imagem do punhado de palestinos protestando em Belém, queimando imagens do presidente dos Estados Unidos Donald Trump em 6 de dezembro foi feita de tal maneira pela mídia para que parecesse que fazia parte de um gigantesco protesto avassalando as comunidades palestinas. (Imagem: captura de tela do video CBS News)

Não mais do que três horas depois que o presidente dos Estados Unidos Donald Trump, telefonou ao presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas, para informá-lo sobre sua intenção de transferir a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém, um sem-número de fotojornalistas palestinos receberam um telefonema de Belém.

Os telefonemas vieram de "ativistas" palestinos, convidando os fotógrafos a irem à cidade para documentar um "acontecimento importante". Quando os fotógrafos chegaram, descobriram que o "acontecimento importante" nada mais era do que meia dúzia de gatos pingados de "ativistas" palestinos que se dispuseram a queimar posters de Trump na frente das câmeras.

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Quando foi Criado o "Povo Palestino"? O Google tem a resposta.

por Jean Patrick Grumberg  •  28 de Novembro de 2017

  • Todos aqueles que nasceram durante o período do Mandato Britânico da Palestina entre 1923 e 1948 tinham o termo "Palestina" carimbado nos passaportes. Acontece que os árabes ficavam ofendidos quando eram chamados de palestinos. Eles reclamavam: "não somos palestinos, somos árabes. Os palestinos são os judeus.

  • Após os exércitos árabes invasores serem derrotados, uma parcela de árabes locais que haviam fugido da guerra queriam voltar, mas eram considerados quinta coluna, não sendo portanto convidados a voltarem. Os árabes leais, que permaneceram em Israel durante a guerra e seus descendentes ainda estão em Israel, representando hoje um quinto da população do país. Eles são conhecidos como árabes israelenses. Eles têm os mesmíssimos direitos de judeus e cristãos, com a exceção de que não são obrigados a servirem o exército. Eles podem servir se assim o desejarem.

  • "O povo palestino não existe. A criação de um estado palestino é apenas um meio para continuar a nossa luta contra o Estado de Israel em nome da unidade árabe. Na realidade, hoje não há nenhuma diferença entre jordanianos, palestinos, sírios ou libaneses." – em entrevista concedida pelo líder da OLP Zuheir Mohsen em março de 1977 ao jornal holandês Trouw.

(Imagem: Wikimedia Commons)

Em um editorial do Guardian de 1º de novembro de 2017, antecedendo o 100º aniversário da Declaração Balfour, o presidente da Autoridade Palestina (AP), Mahmoud Abbas, pediu à Grã-Bretanha que "peça desculpas" pelo século de "sofrimento" que o documento, segundo ele, trouxe ao "povo palestino". Abbas reiterou as reivindicações que vem fazendo desde 2016, para justificar uma surreal ação judicial que ele ameaça ingressar contra a Grã-Bretanha por ela apoiar a "criação de uma pátria para um povo (judeu), afirma ele, "resultando na desapropriação e perseguição contínua de outro".

"Palestinos" eram os judeus que viviam juntamente com muçulmanos e cristãos em uma terra chamada Palestina, que estava sob administração britânica de 1917 a 1948.

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França: Muçulmanos Entram, Judeus Saem

por Giulio Meotti  •  20 de Novembro de 2017

  • Esses subúrbios se transformaram em um dos indícios mais evidentes da islamização da França. O antissemitismo islâmico está devorando a República Francesa.

  • À medida que os símbolos judeus desaparecem da França, os símbolos islâmicos proliferam, dos burquínis nas praias aos véus nos locais de trabalho. Os judeus que não fugiram da França almejam se tornar "invisíveis".

  • Os subúrbios da França estão celeremente virando sociedades apartheid. Ódio aos judeus tornou-se a porta de entrada para a "la France soumise", a capitulação da França.

Foto: soldados franceses montam guarda nos portões de uma escola judaica em Paris. (Foto Jeff J Mitchell/Getty Images)

Subúrbios ("banlieues "), distantes dos abastados bulevares e bistrôs de Paris, fazem parte da "outra França". Eles são a "periferia da França", ("La France Périphérique"), conforme o geógrafo Christophe Guilluy os menciona em um consagrado livro. Eles residem onde "viver junto" em comunidade foi exaustivamente posto à prova.

Nos últimos 20 anos esses subúrbios franceses não só viraram "concentrações de miséria e isolamento social", como também se tornaram as regiões judaicas mais densamente povoadas da França. Elas se converteram em "territórios perdidos da República", conforme cita o consagrado historiador Georges Bensoussan em seu livro Les territoires perdus de la République.

Esses subúrbios se transformaram em um dos indícios mais evidentes da islamização da França.

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França: Uma Civilização em Decomposição

por Giulio Meotti  •  17 de Novembro de 2017

  • As autoridades e as elites da França estão destruindo, item por item, o legado histórico, religioso e cultural do país para que não sobre mais nada. Uma nação despojada de sua identidade verá a sua força interior extinta.

  • Nenhum terrorista francês que realizou decapitações na Síria perdeu a cidadania francesa. A revista Charlie Hebdo está recebendo novas ameaças de morte, nenhuma publicação francesa importante mostrou solidariedade para com os colegas assassinados imprimindo caricaturas islâmicas. Inúmeros integrantes da elite intelectual francesa foram arrastados para os tribunais por suposta "islamofobia".

  • O martírio do Padre Jacques Hamel nas mãos dos islamistas já foi esquecido, o local do massacre ainda está à espera de uma visita do Papa Francisco como sinal de homenagem e condolência.

  • A "França sacrificou as vítimas para não enfrentar os assassinos". — Shmuel Trigano, sociólogo.

Um médico examina uma vítima de um ataque terrorista em Paris, França, 13 de novembro de 2015. (Foto Thierry Chesnot/Getty Images)

A França está prestes a homenagear as vítimas dos ataques terroristas de 13 de novembro de 2015. O que foi feito nesses dois anos desde então?

As autoridades francesas estão indenizando mais de 2.500 vítimas dos ataques jihadistas ocorridos em Paris e Saint-Denis, as quais receberão 64 milhões de euros. Importantes conquistas também foram alcançadas pelas unidades antiterroristas. De acordo com uma consulta realizada pelo semanário L'Express, nos últimos dois anos foram frustrados 32 ataques terroristas, 625 armas de fogo foram apreendidas, 4.457 pessoas suspeitas de terem ligações jihadistas foram revistadas e a 752 pessoas foram aplicadas a prisão domiciliar. Mas a impressão geral é a de um país "debilitado no fundo da alma".

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A Crise Migratória Deixa a Europa de Pernas para o Ar

por Giulio Meotti  •  13 de Novembro de 2017

  • "A crise migratória é o '11 de setembro' da União Europeia... Naquele dia, em 2001, tudo mudou nos Estados Unidos. Em um minuto apenas, os EUA se deram conta de sua vulnerabilidade. Os migrantes causam o mesmo efeito na Europa... A crise migratória solapa profundamente os ideais da democracia, tolerância, bem como os princípios liberais que compõem o cenário ideológico." — Ivan Kratsev, presidente do Centro de Estratégias Liberais de Sófia e membro do Instituto de Ciências Humanas de Viena, no Le Figaro.

  • O público europeu olha com desprezo as instituições da União Europeia. Ele a lê à luz do multiculturalismo e da imigração, ele não é apenas indiferente aos seus próprios problemas, mas somam a estes os que já existem.

  • "Somos uma comunidade cultural, o que não significa que somos melhores ou piores, somos simplesmente diferentes do mundo exterior... nossa mente aberta e tolerância não podem significar deixar de proteger a nossa herança", Donald Tusk, presidente da Comissão Europeia.

Milhares de migrantes chegando a pé em uma estação de trens em Tovarnik, Croácia em 17 de setembro de 2015. (Foto Jeff J Mitchell/Getty Images)

Poucas semanas depois que a Alemanha abriu as fronteiras para a entrada de mais de um milhão de refugiados do Oriente Médio, África e Ásia, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, alertou que a crise migratória poderia "desestabilizar as democracias". Ele foi tachado de demagogo e xenófobo. Dois anos mais tarde, a previsão de Orbán se confirmou. Conforme explica o Website Politico: "a maioria dos líderes da UE ecoam as palavras do primeiro-ministro húngaro" e agora ele já pode afirmar: "nossa posição está lentamente se tornando a posição majoritária".

Parece que muitos na Europa já entenderam o que Ivan Krastev, presidente do Centro de Estratégias Liberais de Sófia e membro do Instituto de Ciências Humanas de Viena, explicou recentemente ao Le Figaro:

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A Nova História Oficial da Europa Apaga o Cristianismo e Promove o Islã

por Giulio Meotti  •  7 de Novembro de 2017

  • "Os patronos da falsa Europa estão enfeitiçados com superstições do inexorável progresso. Eles acreditam que a História está do lado deles e essa convicção os torna altivos e desdenhosos, incapazes de reconhecerem as impropriedades do mundo pós-nacional e pós-cultural que eles estão concebendo." — A Declaração de Paris, assinada por dez respeitados estudiosos europeus.

  • A proposta do Ministro do Interior da Alemanha 'de Maizière' de introduzir feriados oficiais muçulmanos mostra que, quando o assunto é Islã, o secularismo oficial pós-cristão" está simplesmente engessado.

A Comissão Europeia determinou que a Eslováquia redesenhasse suas moedas comemorativas, eliminando os santos cristãos Cirilo e Metódio. (Imagem: Moeda - Comissão Europeia, Bratislava, Eslováquia - Frettie/Wikimedia Commons)

Há poucos dias, uma parcela dos intelectuais mais prestigiados da Europa, entre eles o filósofo britânico Roger Scruton, o ex-ministro da educação da Polônia, Ryszard Legutko, o conceituado intelectual alemão Robert Spaemann e o professor Rémi Brague da Sorbonne da França, emitiram "A Declaração de Paris". Nesta ambiciosa manifestação, eles rejeitam a "falsa cristandade dos direitos humanos universais" e a "utópica e pseudoreligiosa cruzada em favor de um mundo sem fronteiras". Contrapondo, eles defendem uma Europa calcada em "raízes cristãs", inspirada na "tradição clássica", rejeitando o multiculturalismo:

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'Muhammad' é o futuro da Europa

por Giulio Meotti  •  6 de Novembro de 2017

  • Estima-se que nos próximos trinta anos a população da África aumente em um bilhão de habitantes.

  • O economista francês Charles Gave previu recentemente que a França será de maioria muçulmana em 2057, e essa estimativa sequer levou em consideração o número esperado de novos migrantes.

  • Não há dúvida, a colossal expansão da população na África almejará chegar ao litoral de uma Europa rica e senil que já está passando por uma revolução demográfica interna. A Europa, para manter sua cultura, precisará tomar decisões difíceis, não apenas se divertir até a morte. A questão é: a Europa protegerá suas fronteiras e civilização antes de afundar?

Em 2015 e 2016, aproximadamente 2,5 milhões de migrantes chegaram à Europa, de acordo com um relatório do Pew Research Center. Foto: migrantes na costa da Líbia tentam atravessar o Mar Mediterrâneo rumo à Europa em 18 de fevereiro de 2017. (Foto David Ramos/Getty Images)

Neste verão o presidente francês Emmanuel Macron se viu em meio a um imbróglio político - com acusações de "racismo" - por ter dito que as mulheres "com sete ou oito filhos" são responsáveis pela atual situação em que se encontra o continente africano, criando adversidades, segundo Macron, "civilizatórias".

As Nações Unidas afirmam que Macron está certo. De acordo com o relatório demográfico anual da ONU: "Projeções da População Mundial das Nações Unidas, "um sexto da população mundial vive atualmente na África. Em 2050 a proporção terá atingido um quarto, e no final do século, quando a África terá quatro bilhões de habitantes - um terço.

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França: Lei Antiterrorismo Entra em Vigor

por Soeren Kern  •  2 de Novembro de 2017

  • A nova lei autoriza os prefeitos a baixarem portarias determinando o fechamento de mesquitas e outros lugares de culto por um período de até seis meses se os pregadores defenderem "ideias ou teorias" que "incitem violência, ódio ou discriminação, que estimulem a perpetração de atos terroristas ou que enalteçam tais atos."

  • A polícia francesa e os serviços de inteligência estão monitorando cerca de 15 mil jihadistas que vivem em solo francês, segundo denuncia do Le Journal du Dimanche de 9 de outubro. Desses 15 mil, cerca de 4.000 estão no "topo da lista", os mais propensos a desfecharem um ataque.

  • Dos 1.900 jihadistas franceses que lutam nas fileiras do Estado Islâmico, cerca de um quinto recebeu até US$580.000 em proventos de assistência social do estado francês, segundo denúncia do Le Figaro de 26 de outubro.

Foto: policiais patrulham os Campos Elísios em Paris após um ataque terrorista em 21 de abril de 2017 no qual um policial foi morto e outro ficou ferido. (Foto Jeff J Mitchell/Getty Images)

O presidente francês Emmanuel Macron sancionou uma nova lei contra o terrorismo que confere amplos poderes a prefeitos, polícia e forças de segurança de fazerem buscas em domicílios privados, aplicarem prisão domiciliar e fecharem lugares de culto, sem que haja a necessidade de mandado judicial. A medida também autoriza a polícia a realizar checagens de identidade ao longo das fronteiras francesas.

A nova lei, aprovada pelo senado francês em 18 de outubro, torna permanente inúmeras medidas antes excepcionais, impostas pelo estado de emergência de dois anos introduzido após os ataques jihadistas em Paris em novembro de 2015. O estado de emergência estava previsto para terminar em 1º de novembro de 2017.

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França: Islamistas do Facebook Atacam em Bandos

por Yves Mamou  •  31 de Outubro de 2017

  • Os "centros moderadores" das empresas de redes sociais estão, via de regra, localizados em países francófonos com mão-de-obra barata, no Norte da África e Madagascar. Na França há fortes rumores segundo os quais os moderadores do Facebook estão localizados em países muçulmanos de língua francesa como a Tunísia, Argélia e Marrocos. O Facebook jamais confirma nem nega a terceirização de seu trabalho de "moderação" a empresas que empregam mão-de-obra muçulmana barata no Norte da África.

  • Não causa espécie o fato que os disseminadores de ódio muçulmanos continuem proliferando no Facebook, enquanto os anti-islamistas são hostilizados e veem suas contas excluídas.

  • Esses usuários do Facebook, assim como dezenas de outros, são vítimas de "bandos" islamistas. Uma vez que as opiniões e análises desses usuários do Facebook ficam sob a lupa da rede social, eles são acusados de "racistas" e "islamófobos" ao Facebook e as suas contas são então excluídas.

Fatiha Boudjalat, cofundadora do movimento secularista Viv(r)e la République, é uma figura proeminente do anti-islamismo na França. Ela é constantemente entrevistada pelas redes de rádio e TV e seus artigos opinativos são corriqueiramente publicados no Le Figaro. Recentemente, Boudjalat teceu pesadas críticas no Facebook a uma funcionária do governo, islamista, que atende pelo nome de Sonia Nour por ela ter chamado o assassino islamista, de origem tunisina, de duas mulheres em Marselha, de "mártir". Poucas semanas depois, a conta de Boudjalat no Facebook foi excluída.

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Alemanha: Agora é Oficial, Censura Total
Tribunais Reescrevem a História

por Judith Bergman  •  29 de Outubro de 2017

  • A Alemanha não fez segredo em relação ao seu desejo de ver sua nova lei replicada em toda a UE.

  • Quando funcionários de empresas de redes sociais são contratados para desempenharem o papel de patrulheiros ideológicos do estado e a eles é dado o poder de moldarem o presente formato do discurso político e cultural, decidindo quem tem o direito de se expressar e o que é passível ou não de ser dito e quem será censurado, a liberdade de expressão não passa de um conto de fadas. Não seria este o objetivo?

  • Talvez lutar contra a "islamofobia" seja uma prioridade maior do que combater o terrorismo?

Um tribunal alemão condenou recentemente o jornalista Michael Stürzenberger (foto acima) a seis meses de prisão por ele ter publicado em sua página do Facebook uma foto histórica do Grande Mufti de Jerusalém, Haj Amin al-Husseini, apertando a mão de um alto funcionário nazista em Berlim em 1941. O promotor acusou Stürzenberger de "incitar o ódio ao Islã" e "denegrir o Islã" ao publicar a fotografia. (Imagem: captura de tela de do video da PI News)

Uma nova lei alemã que introduz a censura oficialmente sobre as plataformas das redes sociais entrou em vigor em 1º de outubro de 2017. A nova lei exige que as plataformas das redes sociais, como o Facebook, Twitter e YouTube censurem os usuários em nome do estado alemão. As empresas de redes sociais são obrigadas a excluir ou bloquear todo e qualquer "delito penal" online em suas respectivas plataformas, tais como calúnia, difamação, vilipêndio e incitamento, dentro de 24 horas do recebimento de uma reclamação de usuário - independentemente do fato da reclamação proceder ou não. As empresas de redes sociais têm direito a sete dias para casos mais complicados. Caso não cumpram a lei, o governo alemão poderá multá-los em até 50 milhões de euros por não cumprirem a lei.

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O Multiculturalismo Está Dividindo o Ocidente

por Giulio Meotti  •  24 de Outubro de 2017

  • O multiculturalismo está gerando a "partilha", a ruptura das sociedades europeias. – Alexandre Mendel, autor do novo livro Partilha: Crônica da Secessão Islamista na França.

  • À luz do multiculturalismo europeu, as mulheres muçulmanas perderam inúmeros direitos que deveriam ter na Europa. O multiculturalismo está, a bem da verdade, calcado na legalização de uma sociedade paralela, fundamentada na sharia, que se baseia na rejeição dos valores ocidentais, acima de tudo no tocante à igualdade e à liberdade.

  • O establishment europeu fechou os olhos enquanto os supremacistas muçulmanos violavam os direitos de seu próprio povo.

(Imagem: Yann Caradec, Coco0612/Wikimedia Commons)

As estatísticas oficiais da União Europeia sobre o terrorismo são impressionantes:

"Em 2016 foram registrados um total de 142 ataques terroristas, entre fracassados, frustrados e finalizados em oito Estados Membros da UE. Mais da metade (76) deles foram registrados pelo Reino Unido. A França registrou 23, Itália 17, Espanha 10, Grécia 6, Alemanha 5, Bélgica 4 e Holanda 1. Nos ataques morreram 142 pessoas e 379 ficaram feridas na UE. No mesmo ano 1.002 pessoas foram presas por crimes relacionados ao terrorismo".

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Crepúsculo Islâmico sobre a Alemanha

por Guy Millière  •  23 de Outubro de 2017 16:46

  • Pelo fato da Alemanha ter cometido genocídio, ela ficou impregnada de aversão e repúdio de si mesma e de sua própria identidade. A Alemanha se voltou à construção europeia procurando se definir europeia para não chamar a si mesma de alemã.

  • A gradual substituição da população não muçulmana pela muçulmana está em andamento. Quarenta por cento das crianças com menos de cinco anos nascidas na Alemanha, têm raízes estrangeiras.

  • O demógrafo Michael Paulwitz salientou, há um ano, que a menos que as tendências atuais sejam revertidas, os alemães serão minoria em seu próprio país, eventualmente num espaço de tempo de quinze a vinte anos.

(Imagem: Pixabay)

As previsões indicavam que as eleições legislativas na Alemanha levariam Angela Merkel à vitória. Os resultados foram bem diferentes do esperado. A "vitória" de Merkel mais parece um desastre: a Aliança Democrata Cristã (CDU/CSU) conquistou 33% dos votos - 9% a menos de que há quatro anos, o pior desempenho desde 1949. O Partido Social-Democrata (SPD), que governou o país sob a liderança de Merkel nos últimos quatro anos, perdeu mais de 5% dos votos despencando de 25,7% para 20% - o pior resultado de sua história. Já o partido Alternativa para a Alemanha (AfD), partido conservador nacionalista criado em 2013 obteve 12,6%, entrará pela primeira vez no Parlamento. Die Linke, esquerda marxista, conquistou 9%. Como nem o SPD nem o Die Linke participarão do próximo governo e, como o AfD se opõe radicalmente às políticas de Merkel, ela terá somente dois parceiros a escolher: o libertário Partido Liberal Democrata (FDP) e Os Verdes: o posicionamento dos dois sobre a maioria dos temas, ao que tudo indica, é incompatível.

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Áustria: Lei da Integração entra em Vigor
"Integração por meio da performance"

por Soeren Kern  •  14 de Outubro de 2017

  • A nova lei também exige que imigrantes de países não pertencentes à UE assinem um "contrato de integração" que os obriga a aprenderem o idioma alemão, tanto escrito quanto falado e se inscrevam em cursos que tratam dos "valores básicos da ordem jurídica e social da Áustria". Os imigrantes também ficam obrigados a "adquirirem conhecimento da ordem democrática e dos princípios básicos dela derivados".

  • A enorme guinada demográfica e religiosa em curso na Áustria, tradicionalmente um país católico romano, parece irreversível. Em Viena, onde a população muçulmana já ultrapassa os 12,5%, estudantes muçulmanos já superam em número os estudantes católicos nas escolas do ensino médio. Estudantes muçulmanos também estão prestes a ultrapassarem os católicos nas escolas vienenses de ensino fundamental.

  • "A imigração nos últimos anos está mudando nosso país não de maneira positiva, mas negativa... A imigração descontrolada destrói a ordem de um país." — Ministro das Relações Exteriores Sebastian Kurz.

A nova lei de integração é uma iniciativa do Ministro das Relações Exteriores Sebastian Kurz, líder do partido conservador Partido Popular da Áustria. Ao explicar a lógica da nova lei, Kurz salientou: "a consequência da imigração nos últimos anos está mudando nosso país não de maneira positiva, mas negativa... A imigração descontrolada destrói a ordem de um país." (Imagem: Ministério das Relações Exteriores da Áustria)

Uma nova lei, revolucionária, que rege a integração dos imigrantes acaba de entrar em vigor na Áustria. A assim chamada Lei de Integração - que proíbe os véus muçulmanos (que cobrem o rosto) em espaços públicos e também proíbe os radicais islâmicos de distribuírem cópias do Alcorão - estabelece regras e responsabilidades inequívocas a candidatos a asilo e refugiados, já autorizados, aos quais foram concedidos vistos de residência no país.

Autoridades austríacas esclarecem que o principal objetivo da lei é promover o respeito aos valores, costumes e cultura austríacos. Os muçulmanos afirmam que a medida visa a comunidade muçulmana injustamente e que ela fomentará a "islamofobia".

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A Silenciosa Conquista Islâmica da Espanha

por Giulio Meotti  •  8 de Outubro de 2017

  • "Expulsos há cinco séculos pelos cruzados cristãos, os árabes estão de volta à Espanha, usando seus petrodólares para comprar terras que foram tomadas de seus antepassados pela espada". — James M. Markham, The New York Times, 1981.

  • O diário madrilenho ABC ressaltou que 800 mesquitas na Espanha estão fora de controle. O diário espanhol La Razon acusou os doadores do Golfo, como o Qatar, de serem a origem da islamização da Espanha. Os sauditas também lançaram um novo canal de televisão espanhol, Córdoba TV, seguidos pelo Irã com outro canal.

  • Eles sonham e trabalham para recuperar o "califado perdido" da Espanha. Alguns islamistas o fazem com bombas e atropelamentos. Outros, mais discretamente, o fazem com dinheiro e dawa, divulgação do Islã. A segunda maneira pode ser ainda mais eficiente do que a primeira.

O Xeque Tamim bin Hamad al Thani, do Qatar, quis comprar a Arena de Barcelona La Monumental, de quase 20 mil lugares, para transformá-la na maior mesquita da Europa. (Imagem: Sergi Larripa/Wikimedia Commons)

A cerimônia realizada em 2003 foi anunciada com manchetes bombásticas: "após uma demora de mais de 500 anos, os muçulmanos espanhóis finalmente conseguiram construir sua própria mesquita à sombra de Alhambra, outrora símbolo do poder islâmico na Europa". Uma equipe da Al Jazeera foi enviada para fazer a cobertura do evento: um muezim (encarregado que chama os muçulmanos às orações do alto dos minaretes) subiu ao alto do minarete da Grande Mesquita de Granada para chamar os fiéis para a oração pela primeira vez em cinco séculos.

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Europa: Jihadistas se Passando por Migrantes
"Mais de 50 mil jihadistas estão vivendo na Europa."

por Soeren Kern  •  5 de Outubro de 2017

  • Mais de 50 mil jihadistas estão vivendo na Europa. — Gilles de Kerchove, Coordenador do Contraterrorismo da União Europeia.

  • A Europol, agência de polícias do continente europeu, identificou pelo menos 30 mil Websites ativos de jihadistas, mas como a legislação da UE não exige mais que os provedores de serviços de internet coletem e armazenem metadados - incluindo dados sobre a localização dos jihadistas - de seus clientes, em razão da invasão de privacidade. De Kerchove ressaltou que isso estava emperrando a capacidade da polícia de identificar e deter jihadistas.

Policiais espanhóis encapuzados em Madrid, detêm um homem suspeito de recrutar jihadistas para lutarem pelo Estado islâmico, 16 de junho de 2014. (Foto Gonzalo Arroyo Moreno/Getty Images)

As autoridades alemãs estão a procura de integrantes de um dos grupos jihadistas mais violentos da Síria, Jabhat al-Nusra, mas que, de acordo com a revista Der Spiegel, entraram na Alemanha disfarçados de refugiados.

Os homens, todos integrantes do ex-grupo rebelde Liwa Owais al-Qorani, praticamente exterminado pelo Estado islâmico em 2014, segundo consta, massacraram centenas de sírios, tanto soldados quanto civis.

Ao que consta, a polícia alemã teria identificado cerca de 25 desses jihadistas e apreendido alguns deles, todavia, acredita-se que dezenas de outros estejam foragidos em cidades por toda a Alemanha.

Ao todo, mais de 400 migrantes que entraram na Alemanha como candidatos a asilo em 2015 e 2016 estão agora sendo investigados por suspeita de serem integrantes de grupos jihadistas do Oriente Médio, segundo peritos criminais da polícia federal (Bundeskriminalamt, BKA).

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