Últimas Análises e Comentários

Os Jihadistas estão se Apoderando da Europa?

por Giulio Meotti  •  20 de Junho de 2017

  • Nos quatro países europeus mais visados pelos terroristas - Grã-Bretanha, França, Bélgica e Alemanha - o número oficial de extremistas atingiu 66.000. Isso configura um exército de verdade, na ativa.

  • Os frutos auferidos pelos terroristas saltam aos olhos: eles já desestabilizaram o processo democrático em diversos países europeus e estão elaborando os termos da liberdade de expressão. A conquista da Europa pelos jihadistas já não é algo inimaginável. Os extremistas islâmicos já estão colhendo os frutos do que plantaram: tiveram sucesso em derrotar Geert Wilders e Marine Le Pen, os dois únicos candidatos europeus que realmente queriam combater o Islã radical.

  • A Europa pode ser tomada da mesma maneira que o Estado Islâmico tomou boa parte do Iraque: aproximadamente um terço do território iraquiano.

Metade do contingente militar francês encontra-se envolvido em operações militares em solo francês. (Foto: Jeff J Mitchell/Getty Images)

"Sem que ninguém perceba, a Alemanha está formando um exército europeu sob seu comando", isso segundo alguns da mídia. Ao que tudo indica, a chanceler alemã Angela Merkel, após a troca de farpas com o presidente dos EUA Donald Trump, deseja investir, juntamente com a França, em um exército europeu.

No entanto, no momento, há somente um exército de verdade na Europa - o exército jihadista, como ficou demonstrado nos ataques terroristas que atingiram Londres em 3 de junho massacrando sete pessoas, apenas duas semanas depois da carnificina em Manchester.

Nos quatro países europeus mais visados pelos terroristas - Grã-Bretanha, França, Bélgica e Alemanha - o número oficial de extremistas atingiu 66.000. Isso configura um exército de verdade, na ativa.

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Alemanha: Onda de Assassinatos em Nome da Honra

por Soeren Kern  •  19 de Junho de 2017

  • O tribunal ouviu o depoimento de Amer K. como ele esfaqueou a mãe de seus três filhos, no peito e no pescoço mais de vinte vezes com uma faca de cozinha porque ele achava que ela queria se divorciar.

  • "Aí ele pega a faca e a enfia no peito dela que penetra no pericárdio e no músculo cardíaco. A segunda facada abre a cavidade abdominal esquerda. Nurettin B. então pega o machado. Com o lado do ângulo de corte da lâmina, ele acerta a cabeça fraturando o crânio dela. Na sequência ele pega a corda. Em uma extremidade ele faz um nó de forca ao redor do pescoço dela, amarra a outra extremidade ao engate de reboque da traseira de seu carro. Ele corre pelas ruas a 80 km/h até que a corda se rompe". — Procuradora do Estado Ann-Kristin Fröhlich, reconstituindo as ações do marido.

  • Em Ahaus, um candidato a asilo nigeriano de 27 anos esfaqueou até a morte uma mulher de 22 anos aparentemente por ela ter ofendido a sua honra por não aceitar namorar com ele.

A pitoresca cidade de Hamelin na Alemanha, cenário da execrável violência em nome da honra, quando o curdo turco de nome Nurettin B. cometeu tentativa de homicídio de uma das suas três esposas. (Imagem: Martin Möller/Wikimedia Commons)

O julgamento de um curdo que amarrou uma das suas três esposas à traseira de um carro e a arrastou pelas ruas de uma cidade da Baixa Saxônia chamou a atenção para um surto de violência ligado a assassinatos em nome da honra na Alemanha.

A violência em nome da honra - que vai do abuso emocional à violência física e sexual até o assassinato - é, via de regra, perpetrada por membros do sexo masculino contra mulheres, todos da mesma família, consideradas causadoras de vergonha àquela família ou clã.

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Aceitar o Terrorismo Islâmico como o Novo Normal?

por Nonie Darwish  •  8 de Junho de 2017

  • "O uso do terrorismo segundo essa doutrina", (Targhib wal tarhib "sedução e terrorismo") "é uma obrigação legítima da sharia." — Salman Al Awda, um dos principais xeques muçulmanos, no programa "Sharia e Vida" da TV Al Jazeera.

  • Partes do Tarhib ou seja, da "aterrorização", dessa doutrina é mostrar um exemplo cruel do que acontece com quem não cumpre os requisitos do islamismo. Essa é a razão pela qual países muçulmanos como a Arábia Saudita e o Irã e entidades como o ISIS intencionalmente realizam cerimoniais públicos de decapitações, flagelação e amputação de membros.

  • A jihad islâmica sempre contou com pessoas em terras conquistadas para que mais cedo ou mais tarde se rendessem, desistissem e aceitassem o terrorismo como parte da vida, como os desastres naturais, terremotos e inundações.

O novo normal? A polícia ajuda sobreviventes do atentado terrorista na London Bridge, 4 de junho de 2017. (Foto de Carl Court/Getty Images)

Quando ocorrem ataques terroristas, é comum ouvirmos da mídia Ocidental e da classe política que devemos aceitar os ataques terroristas como o "novo normal."

Para os cidadãos do Ocidente esta é uma frase perigosa.

A doutrina islâmica da jihad, expansão e Dawah (divulgação do Islã, proselitismo) dependem pesadamente do uso do terrorismo e da sedução. Targhib wal tarhib é uma doutrina islâmica que significa "seduzir (atrair) e aterrorizar" como ferramenta para a Dawah para conquistar nações e forçar os cidadãos a se sujeitarem à Lei Islâmica (Sharia). Isso equivale à manipulação das partes instintivas do cérebro com pressões opostas extremas de prazer e dor - recompensadoras e punições exemplares - para a lavagem cerebral para a aceitação do Islã.

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A Europa Dá o Troco com Velas e Ursinhos de Pelúcia

por Giulio Meotti  •  2 de Junho de 2017

  • A Europa ainda não se deu conta que o terror lançado contra as suas metrópoles é uma guerra e não um equívoco de algumas pessoas perturbadas que interpretaram mal a religião islâmica.

  • Mas aparentemente não estamos prontos a abandonar nossas diretrizes masoquistas que privilegiam o inimigo em vez de defender o nosso povo.

  • Parece que para a Europa o terrorismo islâmico não é real e tão somente uma breve interrupção de sua rotina. Lutamos contra o aquecimento global, a malária e a fome na África. E não estamos prontos para lutar pela nossa civilização? Já desistimos?

Velas e flores deixadas para trás após uma vigília na noite de 23 de maio de 2017 em Manchester na Inglaterra, realizada após o atentado suicida cometido por um terrorista islâmico que matou 22 pessoas na saída de um show na noite anterior. (Foto de Leon Neal/Getty Images)

O infindável e desolador quadro de perda de vidas humanas apresentado abaixo é o resultado do terrorismo islâmico em solo europeu:

Madri: 191. Londres: 58. Amsterdã: 1. Paris: 148. Bruxelas: 36. Copenhague: 2. Nice: 86. Estocolmo: 5. Berlim: 12. Manchester: 22. Esses dados não levam em conta as centenas de europeus massacrados no exterior: em Bali, Sousse, Dacar, Jerusalém, Sharm el Sheikh, Istambul.

Apesar das 567 vítimas do terrorismo, a Europa ainda não se deu conta do que está acontecendo. Só no primeiro semestre de 2017, foi realizado um ataque terrorista a cada nove dias em média na Europa. No entanto, não obstante esta ofensiva islamista, a Europa dá o troco com ursinhos de pelúcia, velas, flores, vigílias, hashtags no Twitter e charges.

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Manchester: A Europa Ainda Está "Chocada, Chocada"

por Judith Bergman  •  29 de Maio de 2017

  • Depois de tomarem conhecimento do ataque terrorista em Manchester, os políticos mais uma vez emitiram comunicados, conforme a já antiga rotina de estarem "chocados" e "abalados" com o resultado previsível de suas próprias políticas.

  • A manifestação mais assombrosa de todas foi a da chanceler alemã Angela Merkel que disse estar assistindo os acontecimentos em Manchester "com tristeza e horror" e que achava o ataque "incompreensível".

  • Toda vez que um líder europeu endossa publicamente o Islã como uma grande religião, a "religião da paz" ou afirma que a violência no Islã é uma "perversão de uma grande fé", apesar de incalculáveis provas em contrário, eles sinalizam de forma claríssima que a cada ataque devastador, o Ocidente está pronto para tomar mais uma pancada.

Um policial monta guarda nos arredores da Manchester Arena em 23 de maio de 2017, após o atentado suicida perpetrado por um terrorista islâmico que matou 22 pessoas que haviam ido ao show. (Foto: Dave Thompson/Getty Images)

Quando o ISIS atacou a Casa Noturna Bataclan em Paris em novembro de 2015, segundo suas próprias palavras, foi porque "centenas de pagãos se aglomeravam em um concerto de prostituição e imoralidade". Um ano antes, o ISIS havia banido todo e qualquer tipo de música por ela ser Haram (proibida). Inúmeros estudiosos do Islã defendem a ideia segundo a qual o Islã proíbe a música pecaminosa do Ocidente.

Dito isto, não deveria ter causado nenhuma surpresa os terroristas islâmicos terem atacado um concerto da cantora pop americana Ariana Grande em Manchester em 22 de maio. Além disso, o Departamento de Segurança Nacional dos EUA já havia alertado em setembro passado, que os terroristas estavam dirigindo o foco para concertos, eventos esportivos e passeios ao ar livre, porque esses lugares "frequentemente facilitam a realização de atentados, são simples de cometer com ênfase ao impacto econômico e causam um número enorme de baixas".

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O Ocidente Obcecado pelo Gênero se Prepara para a Ascensão do Islã

por Giulio Meotti  •  24 de Maio de 2017

  • Autoridades francesas impuseram aos alunos livros ridículos como Papai Usa Vestido. Seria engraçado se os anos seguintes não tivessem sido tão trágicos. O que de fato acabou com essas ilusões francesas foi o terrorismo islâmico.

  • O único inimigo que essas elites francesas conheciam eram os privilégios patriarcais, uma vez que para elas o "domínio" era empreendido somente pelos homens brancos europeus.

  • A obsessão com gênero é uma forma conveniente de desviar a atenção para evitar ter que enfrentar problemas mais complicados e menos agradáveis. Se o Ocidente não se comprometer em preservar as sociedades e os valores ocidentais, ele cairá. E seu progresso extraordinário será coberto pela escuridão, junto com todos os direitos de gênero.

(Imagem: Sara D. Davis/Getty Images)

Bem-vindo à "próxima fronteira da libertação" progressista, onde o problema mais urgente nas democracias ocidentais é o "machismo".

A Carolina do Norte sofreu um ano de boicotes, até vetar a lei do banheiro transgênero. No mês passado, a União Nacional dos Professores da Grã-Bretanha pediu ao governo para ensinar as crianças, a partir de dois anos de idade, as novas teorias dos transgêneros. Nova York apresentou recentemente a primeira "boneca trans As universidades americanas estão atormentadas com a histeria dos pronomes neutros. Até a National Geographic, em vez de escrever sobre leões e elefantes, começou a cobrir a "Revolução do Gênero". Uma das primeiras medidas anunciadas por Emmanuel Macron, já como presidente eleito da França, foi a de que ele nomearia funcionários de uma lista para que houvesse um número "igual de homens e mulheres".

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Líderes Europeus Estão Andando como Sonâmbulos para o Desastre

por Giulio Meotti  •  22 de Maio de 2017

  • Uma vez que os líderes da Europa não têm filhos, parece que eles não têm porque se preocupar com o futuro do continente.

  • "Os europeus hoje têm pouca vontade de ter filhos, de lutar por si ou até mesmo de defender seu ponto de vista em uma discussão". — Douglas Murray, no jornal The Times.

  • "Nos encontrarmos a nós mesmos se torna mais importante do que construir um mundo" — Joshua Mitchell.

Viver o aqui e agora: os líderes mais importantes da Europa não têm filhos, entre eles estão a chanceler alemã Angela Merkel (à esquerda) e Mark Rutte (à direita), primeiro-ministro da Holanda. (Imagem: Ministro-presidente Rutte/Flickr)

Nunca houve tantos políticos sem filhos governando a Europa como nos dias de hoje. Eles são modernos, de mente aberta, multiculturais e sabem que "tudo termina com eles". No curto prazo não ter filhos é um alívio, já que significa não gastar dinheiro com a família, sem sacrifícios e ninguém para se queixar sobre as consequências futuras. Conforme consta em uma pesquisa investigativa financiada pela União Europeia: "sem filhos, sem problemas!".

Ser mãe ou pai, no entanto, significa que se aposta, de forma legítima, no futuro do país que se governa. Os líderes mais importantes da Europa não estão deixando filhos.

Os líderes mais importantes da Europa não têm filhos: a chanceler alemã Angela Merkel, o primeiro-ministro holandês Mark Rutte e o candidato francês à presidência Emmanuel Macron. A lista continua com o primeiro-ministro sueco Stefan Löfven, o primeiro-ministro luxemburguês Xavier Bettel e o primeiro-ministro escocês Nicola Sturgeon.

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Alemanha Confisca Moradias para Alojar Migrantes
"A pesada agressão aos direitos de propriedade"

por Soeren Kern  •  16 de Maio de 2017

  • Em uma medida sem precedentes, as autoridades de Hamburgo confiscaram seis unidades residenciais no distrito de Hamm, perto do centro da cidade. Um agente administrativo nomeado pela prefeitura está reformando as propriedades para posteriormente alugá-las - contra a vontade do proprietário - aos inquilinos escolhidos por ela. A porta-voz do distrito Sorina Weiland salientou que todos os custos da reforma serão cobrados do proprietário daquelas propriedades.

  • Medidas semelhantes de expropriação foram propostas em Berlim, capital alemã, mas subsequentemente abandonadas porque foram consideradas inconstitucionais.

  • Há alemães se perguntando o que os espera: as autoridades limitarão o máximo de espaço vital por pessoa e forçarão aqueles com apartamentos espaçosos a compartilhá-los com estranhos?

Hamburgo, Alemanha. (Imagem: Morris MacMatzen/Getty Images)

Autoridades de Hamburgo, a segunda maior cidade da Alemanha, começaram a confiscar moradias particulares para mitigar a sua carência - carência esta agudamente agravada pela decisão da chanceler Angela Merkel de permitir a entrada de mais de dois milhões de migrantes no país nos últimos anos.

Desde o final de 2015, autoridades municipais estão se assenhorando de imóveis comerciais, convertendo-os em abrigos para migrantes, quando Merkel abriu as fronteiras alemãs para centenas de milhares de migrantes da África, Ásia e Oriente Médio. Agora, no entanto, a cidade está expropriando unidades residenciais de propriedade de cidadãos comuns.

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Europa: Mais Migrantes Chegando
"De oito a dez milhões de migrantes ainda estão a caminho".

por Soeren Kern  •  12 de Maio de 2017

  • "Considerando a ordem pública e a segurança interna, eu simplesmente preciso saber quem está vindo para o nosso país", Ministro do Interior Austríaco Wolfgang Sobotka.

  • A Turquia parece determinada a inundar a Europa com migrantes, qualquer que seja a situação: com a permissão da Europa por meio da livre movimentação, isenta de vistos ou então sem a permissão da Europa, como retribuição por não terem providenciado a isenção de vistos.

  • A maioria esmagadora dos migrantes que aportam na Itália é de migrantes econômicos em busca de uma vida melhor na Europa. Aparentemente apenas um número muito reduzido é realmente formado de candidatos a asilo legítimos ou refugiados de zonas de guerra.

  • O diretor do Escritório das Nações Unidas em Genebra, Michael Møller, alertou que a Europa deve se preparar para a chegada de milhões de migrantes da África, Ásia e Oriente Médio.

Em fevereiro de 2016 o presidente turco Recep Tayyip Erdoğan (esquerda) já havia ameaçado enviar milhões de migrantes para a Europa. "Temos condições de abrir as portas para a Grécia e para a Bulgária a qualquer momento e também temos condições colocar os refugiados em ônibus", salientou ele ao Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker (direita). (Imagem: gabinete do presidente turco).

A União Europeia instou seus estados membros a levantarem o controle de fronteiras - introduzido no auge da crise migratória em Setembro de 2015 - nos próximos seis meses.

A volta das fronteiras abertas, o que permitiria a livre movimentação sem necessidade de passaporte por toda a UE, surge justamente quando o número de migrantes que estão atravessando o Mediterrâneo continua aumentando e quando as autoridades turcas estão ameaçando voltar atrás no tocante às fronteiras, que diminuiu o fluxo de migrantes da Turquia para a Europa.

Analistas contrários à medida dizem que a suspensão do controle de fronteiras a esta altura poderá desencadear uma nova e ainda maior crise migratória, incentivando milhões de novos migrantes da África, Ásia e Oriente Médio a se encaminharem para a Europa. Isso também permitirá que jihadistas cruzem as fronteiras europeias para realizarem atentados quando e onde quiserem, sem serem detectados.

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Conselhos da Sharia e Abuso Sexual na Grã-Bretanha

por Khadija Khan  •  7 de Maio de 2017

  • Por pior que possa parecer há um lado ainda mais sombrio nessa história: segundo a Lei Islâmica (Sharia), o segundo marido não tem nenhuma obrigação de conceder um divórcio rápido à esposa - o que lhe permite mantê-la como virtual escrava sexual pelo tempo que ele bem entender.

  • Se alguém perguntar se tudo isso está em conformidade com a lei britânica, a resposta é: não está.

  • A ONG Muslim Women's Network, sediada no Reino Unido, elaborou uma carta aberta - com 100 assinaturas - ao Governo Britânico e à Comissão Especial para Assuntos Internos exigindo que o Conselho da Sharia seja investigado e delibere se suas práticas estão em conformidade com a lei britânica. O Conselho da Sharia respondeu declarando que a carta é "islamofóbica", acusando a Muslim Women's Network de ser uma organização antimuçulmana.

  • É a lei britânica, não a Lei Islâmica (Sharia) que protege pessoas e casais muçulmanos, assim como a outro cidadão qualquer. Contrário ao que os defensores desta farsa dizem, o tormento das muçulmanas deve ser tratado como uma questão de direitos humanos.

Haitham al-Haddad é um juiz britânico do conselho da sharia e membro do conselho de assessores do Conselho da Sharia islâmica. Quanto à forma de tratar os casos de violência doméstica, ele declarou em uma entrevista: "um homem não deve ser questionado quanto à motivação dele ter espancado a sua mulher porque se trata de uma questão entre o casal. Deixe-os em paz. Eles têm condições de cuidarem de seus próprios problemas". (Imagem: captura de tela de vídeo Channel 4)

O último escândalo no tocante à exploração sexual de muçulmanas por líderes religiosos islâmicos no Reino Unido é mais uma evidência da maneira com que a Grã-Bretanha faz vista grossa às execráveis práticas que estão acontecendo bem debaixo de seu nariz.

Uma investigação conduzida pela BBC na "halala" − ritual que permite que uma muçulmana divorciada se case novamente com seu ex-marido, casando primeiramente com outro homem, consumando a união e em seguida sendo divorciada por ele - revelou que os imãs na Grã-Bretanha não só estão incentivando essa prática como também lucrando financeiramente com ela. Esta depravação fez com que muitas dessas mulheres estejam sendo mantidas reféns, literal e figurativamente, a homens que são pagos para se tornarem seu segundo marido.

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A Guerra Cultural do Islamismo Visa a Indústria Multibilionária da Beleza

por Shireen Qudosi  •  25 de Abril de 2017

  • O infindável jogo dos muçulmanos ocidentais, aqueles que são avessos aos valores ocidentais, foi pouco afetado pela mudança do cenário político. Eles já tinham feito a transição para uma nova arena: a cultura.

  • "A moda é uma forma de extravasamento que possibilita começar essa mudança cultural na sociedade de hoje para normalizar a hijab nos Estados Unidos". — Melanie Elturk, CEO da Haute Hijab.

  • A bela Nura Afia se apresentando em uma campanha de publicidade é uma alternativa muito mais atraente e amigável ao consumidor do que Nihad Awad do CAIR ou das complexidades políticas da Irmandade Muçulmana. O rosto mudou, mas a mensagem continua a mesma.

  • Aí estão as duas faces de pensamento islamista, um ressalta o mito da paz, ao mesmo tempo em que, secretamente, bane vozes dissidentes como ignorantes, racistas ou preconceituosas. Enquanto isso, a CoverGirl e outras marcas defendem a hijab como novo padrão de beleza, ignorando suas origens extremamente grotescas.

Esquerda: burquíni de lã estampado da Marks & Spencer. Direita: traje da Coleção Abaya e Hijab da Dolce & Gabbana.

Ao término de 2016 muitos estavam angustiados após uma determinante eleição presidencial entre (Clinton), que representava o status quo e (Trump), visto como prenúncio de uma decisiva vitória contra o Islã radical. Para muitos muçulmanos havia uma terceira opção. Desmotivados com respeito às novas ondas da eleição, o infindável jogo dos muçulmanos ocidentais, aqueles que são avessos aos valores ocidentais, foi pouco afetado pela mudança do cenário político. Eles já tinham feito a transição para uma nova arena: a cultura.

Em 2016, Dolce e Gabbana, a marca em voga da elite lançou a "Coleção Abaya e Hijab". Meses mais tarde, a New York Fashion Week, Meca da moda, sediou o primeiro desfile com modelos vestidos com hijabs, de cima a baixo.

A influência islamista já usa a cultura ocidental para solidificar os valores islamistas nos círculos mais cobiçados da sociedade: moda e beleza.

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Palestinos: Greve de Fome ou Cortina de Fumaça?

por Bassam Tawil  •  20 de Abril de 2017

  • É parte integrante da estratégia palestina solapar, isolar, deslegitimar e destruir Israel.

  • Não é só o Presidente Mahmoud Abbas da Autoridade Palestina que está em apuros. Marwan Barghouti também sabe muito bem que não é bom lavar roupa suja em público. Então o que fazer? A tradicional tática diversionária: dirigir a fúria contra Israel.

  • Desprovido de seus artifícios ocidentais, a "greve de fome" de Barghouti é na realidade uma briga entre Abbas e outro pretendente ao trono da Fatah. E mais uma vez, Israel - o estado que hipoteticamente "maltrata" tanto os terroristas palestinos encarcerados - paga o pato.

A greve de fome iniciada pelo terrorista palestino Marwan Barghouti, atualmente atrás das grades (à esquerda) visa o presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas (à direita). Os partidários de Barghouti acusam Abbas e seus aliados de botarem para escanteio o líder da Fatah procurando "enterrá-lo".

Os palestinos têm um velho hábito de acerto de contas internas desviando a atenção de seus descontentamentos e violência contra Israel. Esta prática é inequívoca àqueles que têm acompanhado os desdobramentos na arena palestina nas últimas décadas. É parte integrante da estratégia palestina solapar, isolar, deslegitimar e destruir Israel.

Aqueles menos habituados com as táticas e a cultura palestina, no entanto, têm certa dificuldade de compreender a mentalidade palestina. Autoridades de Washington, Londres, Paris e demais capitais ocidentais raramente se encontram com o "cidadão comum" palestino que representa a autêntica voz dos palestinos.

Essas autoridades se encontram com políticos e acadêmicos palestinos de Ramala - os "especialistas" que na realidade não passam de trapaceiros. Esses palestinos por sua vez compreendem perfeitamente a mentalidade ocidental e a usam para fazerem de gato e sapato as autoridades do Ocidente.

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Geert Wilders e o Suicídio da Europa

por Guy Millière  •  19 de Abril de 2017

  • Os discursos de Wilders não incitam a violência contra ninguém. A violência a sua volta está direcionada apenas contra ele.

  • O único a abordar estes problemas é Geert Wilders. Líderes políticos holandeses e a maioria dos jornalistas aparentemente preferem afirmar que Geert Wilders é que é o problema, que se não fosse ele estes problemas não existiriam.

  • O que os adeptos deste ponto de vista, de que o Ocidente é culpado, "esquecem" é que o Islã oprimiu por muito tempo o Ocidente: os exércitos muçulmanos conquistaram a Pérsia, o Império Bizantino Cristão, o Norte da África e o Oriente Médio, a Espanha, a Grécia, a Hungria, a Sérvia e os Bálcãs e praticamente toda a Europa Oriental. Os exércitos muçulmanos eram uma ameaça constante até que as saqueadoras tropas otomanas foram finalmente repelidas nas Portas de Viena em 1683.

Em 2004 o terrorista marroquino/holandês Mohammed Bouyeri (à esquerda), baleou e matou o cineasta Theo van Gogh (à direita) e em seguida o esfaqueou e cortou sua garganta.

Mesmo se o político holandês Geert Wilders tivesse vencido as eleições e mesmo se o Partido da Liberdade (PVV) por ele fundado há onze anos tivesse se tornado o principal partido do país, ele não teria condições de ser o chefe de governo. Os dirigentes dos demais partidos políticos afirmaram que rejeitariam qualquer aliança com ele, de lá para cá eles continuam mantendo este posicionamento.

Por anos a fio a grande mídia holandesa disseminou ódio e difamação contra Wilders por ele tentar avisar o povo holandês - e a Europa - a respeito de seu futuro se ela continuar com as correntes políticas de imigração. Em contrapartida, em dezembro passado, um painel de três juízes o consideraram culpado de "incitamento à discriminação". Jornais e políticos de toda a Europa o descrevem, incessantemente, como um homem perigoso e um incendiário de direita. Às vezes eles o chamam de "fascista".

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O Islã, não o Cristianismo Permeia a Europa

por Giulio Meotti  •  16 de Abril de 2017

  • Ao que tudo indica são jihadistas que estão tomando de assalto a liberdade e as democracias seculares.

  • O pregador mais destacado do Islã sunita Yusuf al Qaradawi declarou que chegará o dia em que, assim como Constantinopla, Roma será islamizada.

  • É o Islã, não o cristianismo que agora permeia a paisagem e a imaginação da Europa.

Centenas de muçulmanos participam de um serviço de religião em massa ao lado do Coliseu de Roma, em 21 de outubro de 2016. (Imagem: captura de tela de vídeo Ruptly)

Segundo Steve Bannon, estrategista do presidente dos EUA, Donald Trump, o "Ocidente judaico-cristão está entrando em colapso, implodindo. E está implodindo bem diante de nossos olhos. E a reação será abismal".

A impotência e a fragilidade da nossa civilização também está assombrando muitos europeus.

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Escalada da Morte da França

por Guy Millière  •  12 de Abril de 2017

  • Em 1990 a "Lei Gayssot" foi aprovada estipulando a "proibição de qualquer discriminação com base na etnia, nação, raça ou religião". Desde então a lei vem sendo usada para criminalizar qualquer crítica sobre a delinquência árabe e africana, qualquer indagação sobre a imigração do mundo muçulmano, qualquer análise negativa sobre o Islã. Muitos escritores foram multados e a maioria dos livros "politicamente incorretos" que tratavam desses tópicos desapareceu das livrarias.

  • O governo francês pediu que a mídia obedecesse a "Lei Gayssot". Ele também pediu que os livros de história fossem reescritos para acomodarem capítulos sobre os crimes cometidos pelo Ocidente contra os muçulmanos e sobre a "essencial contribuição" do Islã para a humanidade. Atualmente todos os livros de história são "islamicamente corretos".

  • Nos hospitais, os muçulmanos estão pedindo cada vez mais para serem tratados apenas por médicos muçulmanos, se recusando a deixarem suas esposas serem tratadas por médicos do sexo masculino.

A polícia observa enquanto um carro, que foi destruído pelos vândalos em um subúrbio de Paris, é removido em 13 de fevereiro de 2017. (Imagem: captura de tela de vídeo Ruptly)

02 de fevereiro de 2017: uma "zona proibida" nos subúrbios da região oriental de Paris. Policiais rondam as imediações, ouvem gritos. Eles decidem verificar o que está acontecendo. Enquanto isso um jovem os insulta. Eles resolvem detê-lo. Ele começa a espancá-los. Tem início uma confusão. Ele acusa um policial de tê-lo estuprado com um cassetete. Um inquérito policial logo determina que o jovem não foi estuprado. Mas é tarde demais, o mal já havia se instalado.

Sem mais delongas, o ministro do interior francês ressalta que os policiais "extrapolaram". Ele ainda acrescenta que "a má conduta policial deve ser condenada". O presidente francês François Hollande vai ao hospital para manifestar seu apoio ao jovem. O presidente diz que agiu de "maneira digna e responsável". No dia seguinte organiza-se, apressadamente, uma manifestação de protesto contra a polícia. A manifestação se transforma em quebra-quebra.

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