Últimas Análises e Comentários

Por que a Leviana Causa Palestina é Tão Expressiva na Extrema Esquerda?

por Alan M. Dershowitz  •  25 de Julho de 2022

A condição de soberania foi oferecida, inúmeras vezes, aos palestinos e eles a rejeitaram. Conforme salientou Mohammed Amin al-Husseini, então líder do povo palestino, quando a solução de dois estados foi proposta pela primeira vez no final da década de 1930: é mais forte não querermos um estado judeu do que queremos um estado palestino. Al-Husseini, aliou a si próprio e seu povo à Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial. Na foto: Adolf Hitler com al-Husseini, em 28 de novembro de 1941. (Fonte: Arquivo Federal da Alemanha)

A assertiva anti-Israel dos palestinos, embora profundamente leviana, virou tema central da ideologia da extrema esquerda, em especial entre aqueles que abraçam a chamada interseccionalidade.

Por que a causa palestina atrai tanta atenção, quando há causas muito mais impositivas ao redor do mundo, como a dos curdos, uigures e outros apátridas e oprimidos? Há mais manifestações nos campi universitários contra Israel do que contra Rússia, China, Bielorrússia e Irã. Por quê? A resposta tem pouco a ver com os palestinos e tudo a ver com Israel, estado-nação do povo judeu. Trata-se de uma manifestação política do antissemitismo internacional. É apenas e tão somente porque a nação acusada de oprimir os palestinos é Israel.

Continue lendo o artigo

A 'Solução de Dois Estados' Destinada a Destruir Israel

por Khaled Abu Toameh  •  15 de Julho de 2022

A esmagadora maioria dos palestinos não deixa nenhuma sombra de dúvida de que não acredita na "solução de dois estados" e que prefere que o grupo terrorista Hamas substitua a Autoridade Nacional Palestina liderada por Mahmoud Abbas. Na foto acima: Abbas conversa com o líder do Hamas, Ismail Haniyeh, em 5 de abril de 2007 na Cidade de Gaza. (Foto: Mohamed Alostaz/PPM via Getty Images)

Enquanto a Administração Biden continua falando sobre seu comprometimento em relação à "solução de dois estados", a maioria dos palestinos afirma que apoia o grupo terrorista islamista Hamas e quer que haja mais ataques terroristas contra judeus.

A Administração Biden navega na ilusão de que a "solução de dois estados", que pretende estabelecer um estado palestino independente e soberano ao lado de Israel, é a única maneira de se alcançar a paz, segurança e a estabilidade no Oriente Médio.

A esmagadora maioria dos palestinos não deixa nenhuma sombra de dúvida de que não acredita na "solução de dois estados" e que prefere que o Hamas, o grupo terrorista apoiado pelo Irã, cujo estatuto clama pela eliminação de Israel, substitua a Autoridade Nacional Palestina chefiada por Mahmoud Abbas.

Em 30 de junho, o Secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, conversou com Abbas sobre a vindoura viagem do presidente Joe Biden ao Oriente Médio.

Continue lendo o artigo

Europa: A Demografia Governa a Democracia

por Giulio Meotti  •  8 de Julho de 2022

Há uma substituição da civilização na Europa e a mídia sequer cobre o assunto. (Fonte: iStock)

Há uma substituição da civilização e a mídia sequer cobre o assunto.

Sept pas vers l'enfer ("Sete Passos Até o Inferno"), título do novo livro de Alain Chouet, antigo número dois da DGSE, o poderoso serviço de contrainteligência francês, é uma acusação às elites europeias. Chouet lembra:

Continue lendo o artigo

Mensagem de Taiwan para a China: Temos uma Arma Semelhante à Bomba Atômica

por Gordon G. Chang  •  1 de Julho de 2022

A China tem alvos e Taiwan tem mísseis. Quase 30% da população da China corre o risco de uma catastrófica explosão na Barragem das Três Gargantas (foto), como o rompimento causado por um míssil. Isso se traduz em dissuasão se Taiwan deixar claro que, em nome da defesa da soberania, estaria disposta a causar a morte de centenas de milhões de chineses. (Foto: STR/AFP via Getty Images)

Em 21 de junho, o Diário do Povo da China relatou que os Estados Unidos e Taiwan estavam prestes a participar das conversas conhecidas como Monterey Talks. Esperava-se que o lado dos EUA, segundo a publicação mais consagrada da China, oferecesse 20 tipos de armas para a aquisição de Taiwan, "com ênfase na aptidão da 'capacidade assimétrica'".

Taiwan, território que a República Popular da China assevera ser sua 34ª província, já conta com capacidades assimétricas e uma delas pode ser tão poderosa quanto uma arma nuclear.

Pequim sustenta que Taiwan não tem condições de se defender. "O especialista militar Song Zhongping disse que é impossível Taiwan montar 'capacidades assimétricas', não importando o tipo de armas que venha a adquirir dos EUA, já que a diferença entre a capacidade militar dos dois lados é 'avassaladoramente grande'". Informou o jornal Diário do Povo, órgão do Partido Comunista.

Continue lendo o artigo

As Vidas Negras que Não Importam: 50 Cristãos Assassinados em suas Igrejas

por Raymond Ibrahim  •  24 de Junho de 2022

No último domingo, terroristas islâmicos massacraram mais de 50 cristãos na Igreja Católica de São Francisco no Estado de Ondo, Nigéria, que rezavam pacificamente. Através dos anos, os muçulmanos atacaram, alvejaram ou incendiaram inúmeras igrejas na Nigéria. Cadê a indignação? Cadê as "hashtags" em apoio aos nigerianos cristãos? Por que essas vidas negras não importam? Foto: manchas de sangue no chão da Igreja Católica de São Francisco, em 5 de junho de 2022. (Foto: AFP via Getty Images)

No último domingo, 5 de junho de 2022, terroristas islâmicos invadiram a Igreja Católica de São Francisco no Estado de Ondo, Nigéria, e massacraram mais de 50 cristãos que rezavam pacificamente. Vídeos, de acordo com um relato, "mostravam fiéis deitados em poças de sangue e as pessoas ao redor em prantos".

Por mais aterrador que este massacre possa parecer, ele representa apenas o conhecido chavão "ponta do iceberg": através dos anos, os muçulmanos atacaram, alvejaram ou incendiaram inúmeras igrejas na Nigéria. Abaixo estão apenas três exemplos:

Continue lendo o artigo

Por que, para a ONU, Um Massacre em Uma Mesquita é Imensamente Pior do que Muitos Massacres em Igrejas?

por Raymond Ibrahim  •  10 de Junho de 2022

No domingo de Páscoa de 21 de abril de 2019, terroristas muçulmanos realizaram atentados à bomba em três igrejas e em três hotéis no Sri Lanka, 359 pessoas morreram e mais de 500 ficaram feridas. Na foto acima: destroços no interior da Igreja de São Sebastião em Negombo, Sri Lanka, em 21 de abril de 2019, após o ataque à bomba. (Foto: Stringer/Getty Images)

Recentemente as Nações Unidas instituíram o dia 15 de março como "dia internacional de combate à islamofobia". A data foi escolhida porque ela foi testemunha de um dos piores ataques terroristas cometidos contra muçulmanos, ocorrido em 15 de março de 2019, quando Brenton Tarrant, um australiano armado, entrou em duas mesquitas na Nova Zelândia e abriu fogo contra os fiéis muçulmanos desarmados e indefesos matando 51 pessoas e ferindo outras 40.

Este incidente não só foi amplamente condenado em todo o Ocidente, e com razão, como também fez com que a ONU escolhesse exclusivamente o Islã como o único a necessitar de proteção especial.

Continue lendo o artigo

A Pandemia Ignorada: 360 Milhões de Cristãos Perseguidos Mundo Afora

por Raymond Ibrahim  •  29 de Maio de 2022

"A pior perseguição de cristãos da história ocorreu" em 2021, 16 cristãos assassinados em média devido à sua fé, todo santo dia. A perseguição aos cristãos, que já era hedionda, saltou quase 70% nos últimos cinco anos, sem sinais de arrefecimento. (Imagem: iStock)

"A pior perseguição de cristãos da história ocorreu" em 2021, 16 cristãos assassinados, em média, devido à sua fé, todo santo dia.

Os dados apresentados são da World Watch List-2022 (WWL-2022), recentemente publicado pela organização humanitária internacional Open Doors. O relatório divulgado todos os anos ordena os primeiros 50 países onde os cristãos sofrem as maiores perseguições por conta da sua fé. A WWL usa informações coletadas por equipes de campo e especialistas externos para quantificar e analisar a perseguição nos quatro cantos do planeta.

Segundo o WWL-2022 que vai de 1º de outubro de 2020 a 30 de setembro de 2021:

Continue lendo o artigo

A Ascalada de Agressões da Turquia contra a Grécia: 90 Sobrevoos em Um Único Dia

por Uzay Bulut  •  25 de Maio de 2022

Caças turcos violaram o espaço aéreo grego 90 vezes em um único dia, em 15 de abril e sobrevoaram três ilhas gregas habitadas, de acordo com a mídia grega. Caças turcos vêm de fato violando o espaço aéreo grego virtualmente o tempo todo, sem trégua desde o início do ano. A Turquia, vêm há anos ameaçando abertamente capturar ilhas gregas no mar Egeu. Foto: Um Caça F-16 da Força Aérea Turca sobrevoando Eskisehir, Turquia, em 13 de setembro de 2020. (Foto: Adem Altan/AFP via Getty Images)

Enquanto a invasão da Ucrânia pela Rússia desvia a atenção do mundo, a Turquia, membro da aliança da OTAN, assedia outro membro da OTAN, a Grécia, vizinha a oeste.

Caças turcos violaram o espaço aéreo grego 90 vezes em um único dia, em 15 de abril e sobrevoaram três ilhas gregas habitadas, de acordo com a mídia grega.

Caças turcos vêm de fato violando o espaço aéreo grego virtualmente o tempo todo, sem trégua desde o início do ano.

De acordo com o Estado-Maior da Defesa Nacional da Grécia, a Turquia violou o espaço aéreo grego todos os dias entre 11 e 13 de abril. Os caças F-16 sobrevoaram as ilhas gregas de Panagia, Oinousses e Farmakonisi. "Os jatos turcos foram identificados e interceptados por caças gregos, conforme estabelecido pelo direito e as práticas internacionais", consoante com o relatado pelo jornal Kathimerini.

Continue lendo o artigo

China Esvazia Sanções Contra a Rússia: Onde Estão as 'Consequências'?

por Judith Bergman  •  18 de Maio de 2022

Não obstante as duras sanções do Ocidente impostas à Rússia, a guerra do presidente Vladimir Putin contra a Ucrânia já dura mais de um mês e Putin não mostra sinais de recuar. A potência que o ajuda a resistir aos efeitos das sanções e a continuar a guerra é o seu aliado mais poderoso: a China. Foto: Putin com o presidente chinês Xi Jinping em Moscou em 5 de junho de 2019. (Imagem: kremlin.ru)

Não obstante as duras sanções do Ocidente impostas à Rússia, a guerra do presidente Vladimir Putin contra a Ucrânia já dura mais de um mês e Putin não mostra sinais de recuar. A potência que o ajuda a resistir aos efeitos das sanções e a continuar a guerra é o seu aliado mais poderoso: a China.

Na véspera da invasão da Ucrânia pela Rússia ocorrida em 24 de fevereiro, a Rússia e a China firmaram contratos no valor de centenas de bilhões de dólares. Em 4 de fevereiro, Putin anunciou novos acordos de petróleo e gás com a China no valor estimado de US$117,5 bilhões. Em 18 de fevereiro, seis dias antes da invasão, a Rússia anunciou ter fechado um acordo de US$20 bilhões para fornecer 100 milhões de toneladas de carvão para a China. No dia da invasão, a China, levantando as restrições que estavam em vigor, concordou em comprar trigo russo, devido a temores de doenças de plantas.

Continue lendo o artigo

Destruindo Taiwan

por Gordon G. Chang  •  10 de Maio de 2022

O governante chinês Xi Jinping não será dissuadido de invadir Taiwan pelo fato da possibilidade de perder a indústria de semicondutores de Taiwan. Ele tomará a ilha mesmo que tenha que torná-la uma placa radioativa inabitável por mil anos. (Imagem: iStock)

Os Estados Unidos têm condições de salvar Taiwan da invasão chinesa caso se comprometesse a destruir o país ou pelo menos sua infraestrutura para fabricar chips, segundo um artigo publicado na revista trimestral Parameters, da US Army War College. Na matéria "Broken Nest: Deterring China from Invading Taiwan," Jared McKinney da Air University e Peter Harris da Colorado State University, sustentam que Taipei e Washington deveriam tornar a ilha algo "indesejável".

Continue lendo o artigo

Como os Palestinos Profanam Todos os Lugares Sagrados, Inclusive os Deles Mesmo

por Bassam Tawil  •  1 de Maio de 2022

"A Mesquita de Al-Aqsa e a Igreja do Santo Sepulcro são nossas. É tudo nosso e eles (judeus) não têm o direito de profaná-las com seus pés imundos. Nós abençoamos cada gota de sangue derramada por Jerusalém. Este é sangue limpo e puro, sangue derramado em nome de Alá. Cada mártir alcançará o paraíso e todos os feridos serão recompensados por Alá." — Mahmoud Abbas, Presidente da Autoridade Nacional Palestina. (Imagem: MEMRI)

Os palestinos foram de novo pegos mentindo para o mundo ao comunicarem que os judeus estão "profanando" os locais sagrados islâmicos, em particular a Mesquita Al-Aqsa em Jerusalém.

Se alguém está profanando a mesquita e outros lugares sagrados são os próprios palestinos.

Em 2002, terroristas palestinos invadiram a Igreja da Natividade em Belém, a reação da comunidade cristã internacional foi o silêncio. Os terroristas permaneceram no interior da igreja durante 39 dias e deixaram para atrás um rastro de cobertores e colchões imundos, isqueiros e pontas de cigarro e "fedor de matéria fecal." Um padre reclamou que os terroristas também profanaram a igreja fumando e bebendo bebidas alcoólicas.

Na manhã de sexta-feira, 15 de abril, centenas de "fiéis" palestinos levantaram barricadas no interior da Mesquita de Al-Aqsa e entraram em choque com policiais israelenses.

Continue lendo o artigo

O Porquê dos Palestinos Celebrarem o Assassinato de Judeus

por Khaled Abu Toameh  •  19 de Abril de 2022

As comemorações que ocorreram na Cisjordânia e na Faixa de Gaza na esteira dos recentes ataques terroristas em Israel são mais um sinal da crescente radicalização dos palestinos e da recusa em reconhecer o direito de Israel existir. Foto: moradores de Gaza manifestam apoio ao terrorista que assassinou três homens em Tel Aviv nesta semana, bem como a três terroristas da Jihad Islâmica que foram mortos após abrirem fogo contra soldados israelenses. (Foto: Said Khatib/AFP via Getty Images)

As comemorações que ocorreram na Cisjordânia e na Faixa de Gaza na esteira dos recentes ataques terroristas em Israel são mais um sinal da crescente radicalização dos palestinos e da recusa em reconhecer o direito de existência de Israel.

As manifestações de júbilo dos palestinos ao tomarem as ruas, distribuírem guloseimas e entoarem palavras de ordem em apoio aos terroristas, lembram as comemorações que ocorreram quando o então ditador iraquiano Saddam Hussein disparou mísseis contra Israel em 1991 durante a Primeira Guerra do Golfo ou quando o Hamas, Fatah, Jihad Islâmica e demais grupos terroristas realizaram atentados suicidas, assassinando centenas de israelenses durante a Segunda Intifada eclodida em 2000.

Além dos palestinos demonstrarem desrespeito pela vida humana e apoio ao terrorismo, as comemorações provam mais uma vez que o palestino que mata um judeu é um herói, e o que busca a paz com Israel é um traidor.

Continue lendo o artigo

Ambições Neo-otomanas de Erdoğan Miram o Leste

por Burak Bekdil  •  18 de Abril de 2022

Obcecado em ressuscitar os dias de glória imperial dos turcos, o presidente turco Recep Tayyip Erdoğan está se voltando para o leste com o propósito de criar uma aliança estratégica pan-turca/islâmica constituída pela Turquia estado membro da OTAN, Azerbaijão com seus valiosos recursos de hidrocarbonetos e crescente infraestrutura militar e Paquistão armado com ogivas nucleares. Foto: encontro de Erdogan (direita) com o primeiro-ministro paquistanês Imran Khan em Ankara, Turquia, em 4 de janeiro de 2019. (Foto: Adem Altan/AFP via Getty Images)

O ambicioso cálculo político neo-otomano do presidente turco Recep Tayyip Erdoğan rendeu à Turquia um isolamento internacional sem precedentes. A Turquia emplacou o título de único país do planeta a ser sancionado por não menos que Estados Unidos, Rússia e União Europeia nos últimos cinco anos. As negociações da Turquia para a plena adesão à UE foram suspensas e a Comissão Europeia deu início a procedimentos de transgressão contra o único estado membro muçulmano da OTAN. Obcecado em ressuscitar os dias de glória imperial dos turcos, Erdoğan está se voltando para o leste da Turquia com o propósito de criar uma aliança estratégica pan-turca/islâmica composta pela Turquia, Azerbaijão e Paquistão, com alianças táticas de meio expediente com Irã, Catar e Bangladesh.

A ideia é reunir três nações muçulmanas: Turquia, estado membro da OTAN, Azerbaijão com seus valiosos recursos de hidrocarbonetos e crescente infraestrutura militar e Paquistão armado com ogivas nucleares.

Continue lendo o artigo

China se Apodera das Ilhas Salomão e do Pacífico

por Gordon G. Chang  •  8 de Abril de 2022

Pequim está avançando de grupo em grupo de ilhas e em breve o poder de fogo do Exército Popular de Libertação da China poderá alcançar o Havaí. O novo acordo de cinco anos, sujeito a renovações automáticas, permitirá que Pequim use as Ilhas Salomão para estacionar militares e na prática fazer o que os militares chineses anseiam. Foto: premier chinês Li Keqiang acompanha o Primeiro Ministro das Ilhas Salomão, Manasseh Sogavare, em Pequim em 9 de outubro de 2019. (Foto: Thomas Peter/Pool/AFP via Getty Images)

Em 25 de março, as Ilhas Salomão anunciaram que estavam "expandindo" as disposições de segurança, "diversificando a parceria da segurança do país, incluindo a China".

O anúncio foi defensivo. No dia anterior, opositores do pacto de segurança com a China vazaram o que foi considerado o "rascunho" do acordo. O governo do primeiro-ministro Manasseh Sogavare não confirmou a autenticidade do documento vazado, mas observadores acreditam que a intensão dele é que ele seja definitivo. A Austrália manifestou "grande preocupação", confirmando a autenticidade do rascunho.

O pacto, intitulado "Esboço do Acordo entre o Governo da República Popular da China e o Governo das Ilhas Salomão sobre Cooperação de Segurança", destaca uma tendência preocupante: a China, após árduos anos de empreendimentos comerciais, diplomáticos e militares, está abocanhando o Pacífico.

Continue lendo o artigo

A "Nova Ordem Mundial" de Biden

por Pete Hoekstra  •  1 de Abril de 2022

Embora não esteja claro o que o presidente dos Estados Unidos Joe Biden quis dizer ao se referir aos Estados Unidos estarem na liderança de uma nova ordem mundial, seu histórico dos últimos 15 meses indica que ele é formado por uma economia americana fragilizada pela inflação, guerra na Europa, alianças desfeitas no Oriente Médio e crescente incerteza na Ásia. (Imagem: iStock)

O presidente dos EUA, Joe Biden, recentemente encerrou suas observações na Rodada de Negócios com uma confusa referência a uma "nova ordem mundial". Ele afirmou o seguinte, segundo a transcrição da Casa Branca do seu discurso:

"isso acontece a cada três ou quatro gerações. ... Quando as coisas estão mudando. Nós vamos, haverá uma nova ordem mundial e nós temos que estar na vanguarda, liderando-a. E nós temos que unir o restante do mundo livre nesta empreitada."

Do que o presidente estava falando? Aquelas palavras vieram no final de seu discurso, ele não entrou em detalhes sobre o seu significado. Provavelmente, ele estava se referindo às mudanças em andamento nas estruturas de poder global pós-Segunda Guerra Mundial, mas será que Biden tem um plano para o papel a ser desempenhado pelos Estados Unidos nessa nova ordem mundial e qual seria a cara dela, uma vez que a Europa se encontra potencialmente envolvida em uma guerra considerável?

Continue lendo o artigo