Últimas Análises e Comentários

Alemanha: Número de Presos Nascidos no Exterior Bate Alta Recorde

por Soeren Kern  •  19 de Fevereiro de 2019

  • O estado do Reno, Norte da Westphalia, já teve 114 imãs na prisão, agora tem apenas 25. A queda se deve ao fato das autoridades alemãs terem realizado inspeções de segurança onde os imãs estavam presos, quando descobriram que 97 deles eram funcionários públicos turcos cujos salários eram pagos pelo governo turco. A Turquia não permitiu que os imãs fossem interrogados pelas autoridades alemãs.

  • Em um artigo intitulado "O Idioma Alemão se Torna uma Língua Estrangeira em Muitas Prisões", o Berliner Morgenpost relata em uma matéria o crescente número de conflitos entre agentes penitenciários alemães e presos estrangeiros por causa das barreiras de comunicação.

  • As autoridades alemãs também relatam um aumento nos ataques de detentos contra os funcionários da prisão. Por exemplo, desde 2016 no estado do Reno, Norte da Westphalia, o número de agressões contra o staff prisional mais do que dobrou.

O aumento de presos estrangeiros superlotou as prisões e causou falta de staff. As prisões em Baden-Württemberg e no estado do Reno, Norte da Westphalia, estão atualmente com 100% da capacidade. Foto: Prisão Remscheid em Remscheid, estado do Reno, Norte da Westphalia, na Alemanha. (Imagem: Coltdragoon/Wikimedia Commons)

Nas prisões alemãs, a proporção de presos nascidos no exterior atingiu o nível recorde, de acordo com um novo levantamento dos ministérios da justiça dos 16 estados da federação alemã. Em Berlim e Hamburgo, por exemplo, mais de 50% dos detentos são estrangeiros, segundo o levantamento, que também revelou um salto no número de islamistas encarcerados no sistema prisional alemão.

Os dados, compilados pelo jornal Rheinische Post, mostram que a escalada no número de prisioneiros nascidos no exterior teve início em 2015, quando a chanceler Angela Merkel permitiu que a Alemanha recebesse mais de um milhão de migrantes da África, Ásia e Oriente Médio, via de regra sem serem devidamente checados.

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Bélgica Saúda o Multiculturalismo

por Judith Bergman  •  18 de Fevereiro de 2019

  • O documento realça que os textos usados pregam que os gays sejam apedrejados até a morte ou jogados do alto dos edifícios e pintam os judeus como "pessoas corruptas, más e traiçoeiras"... Os textos, continua o documento... pregam a "guerra" contra todos aqueles que não seguem o Islã sunita — Trecho extraído de um recente documento do Serviço de Segurança do Estado da Bélgica.

  • "O princípio mais importante da jihad é combater os infiéis e os agressores... A jihad armada se torna um dever individual de todo muçulmano." — Trecho extraído de um manual de ensino usado nas mesquitas belgas, segundo um relatório vazado da inteligência.

  • Tais manuais, ressalta o relatório, estão profusamente disponíveis "graças aos ilimitados meios financeiros e tecnológicos da máquina de conversão da Arábia Saudita e de outros países do Golfo". Os manuais, segundo o documento, foram encontrados não apenas na Bélgica, mas também em países vizinhos.

Em maio, Benjamin Herman, um criminoso comum que se converteu ao Islã na prisão, assassinou três pessoas, (entre elas dois policiais) em Liège, Bélgica, enquanto gozava da saída temporária de 48 horas. Na sequência ele atirou e feriu mais quatro policiais aos gritos de "Allahu Akbar." Foto: centro da cidade de Liège. (Imagem: iStock)

A Bélgica, em sua bem intencionada acolhida dos recém-chegados do Oriente Médio, agora se depara com uma persistente ameaça terrorista e ainda uma "onda de jihadismo", segundo um novo estudo publicado pelo Serviço de Segurança do Estado da Bélgica (VSSE) em 30 de novembro. A principal razão dessa recente onda jihadista, observa o estudo, é a ininterrupta radicalização islâmica de detentos nas prisões belgas e o perigo de terroristas condenados tomarem parte em atos terroristas, uma vez cumpridas as sentenças ao voltarem às ruas.

"Nos anos vindouros", assinala o estudo, "o VSSE terá que ficar de olho dando uma atenção especial ao monitoramento de detentos condenados por atos de terrorismo após serem libertados". Os autores do estudo não revelam quantos detentos radicalizados existem na Bélgica, revelam apenas que em setembro de 2018 havia 130 detentos condenados por terrorismo ou "em detenção preventiva no contexto de um histórico de terrorismo".

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Filipinas: Cristãos Massacrados, Igrejas Detonadas

por Raymond Ibrahim  •  17 de Fevereiro de 2019

  • O novo terrorismo nas Filipinas não é meramente inspirado por reivindicações políticas ou territoriais, reais ou imaginárias e sim imbuído de ódio intrínseco pelo "outro", pelo "infiel".

  • Em maio de 2017 na cidade de Marawi, um ônibus civil foi parado por jihadistas, quando foi descoberto que 9 passageiros eram cristãos, ao que tudo indica, porque não conheciam passagens do Alcorão, foram amarrados uns aos outros e mortos a tiros, a la execução. Os jihadistas que tomaram Marawi durante a revolta obrigaram as mulheres a se submeterem à escravidão sexual e intimaram os homens cristãos a abraçarem o Islã ou serem usados como escudos humanos contra o exército filipino.

  • O fatídico atentado com bomba contra uma igreja, que custou a vida de 20 pessoas e ferimento em outras 100, é o mais recente recado de que, assim como acontece em outras nações que têm uma considerável minoria muçulmana, as Filipinas está envolvida na jihad. Ao passo que a razão ostensiva que está por trás desses ataques poderia ser política ou territorial, o ódio sádico que acompanha esses ataques aos cristãos e às igrejas sugere que a ideologia é a motivação suprema.

Em maio de 2017, uma revolta extremista foi desencadeada na cidade de Marawi, de maioria muçulmana, nas Filipinas. Os jihadistas que tomaram Marawi durante a revolta obrigaram as mulheres a se submeterem à escravidão sexual e intimaram os homens cristãos a abraçarem o Islã ou serem usados como escudos humanos contra o exército filipino. Foto: fumaça da cena do combate em Marawi em 30 de maio de 2017. O exército filipino estava lutando com o grupo terrorista islâmico Abu Sayyaf pelo controle da cidade. (Imagem: Jes Aznar/Getty Images)

No domingo de 27 de janeiro, muçulmanos extremistas destruíram uma catedral católica em um atentado com bomba durante a missa nas Filipinas. Pelo menos 20 pessoas morreram e 111 ficaram feridas.

Às 8h45min da manhã, dois explosivos foram detonados com diferença de um minuto entre eles, perto da Catedral de Nossa Senhora do Monte Carmelo, em Jolo. De acordo com a Associated Press:

"Segundo testemunhas, a primeira explosão mandou pelos ares bancos de madeira e painéis de vidro no interior do salão principal, a segunda bomba arremessou restos humanos e destroços ao redor da praça central da cidade em frente à Catedral de Nossa Senhora do Carmo."

Fotos publicadas nas redes sociais mostraram corpos e restos humanos espalhados na rua em frente à catedral. O sacerdote oficiante, Pe Ricky Bacolcol, ouvido por último, "ainda estava em estado de choque e não conseguia falar sobre o ocorrido," salientou outro padre.

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Distúrbios na França: Sem um Fim à Vista

por Guy Millière  •  16 de Fevereiro de 2019

  • O terceiro grupo, extremamente grande: é o restante da população. A classe alta dominante os considera um peso morto lamentável e não espera nada deles, exceto silêncio e submissão. Eles geralmente têm dificuldade em fechar as contas. Eles pagam impostos mas veem que uma parcela cada vez maior desses impostos está sendo usada para subsidiar aqueles que os expulsaram de suas casas suburbanas.

  • Por enquanto, ao que tudo indica, Macron sequer reconhece que essas pessoas existem.

  • Quando Macron baixou os impostos dos mais ricos e aumentou os impostos dos "periféricos" com o imposto sobre os combustíveis, foi a gota d'água, isso sem falar da sua atitude arrogante e paternalista.

  • "Hoje, a maioria dos manifestantes não ataca os policiais. No entanto, em vez de agir para acalmar os ânimos, a polícia recebe ordens forçando a barra para que os policiais ajam com muita violência. Eu não culpo a polícia. Eu culpo aqueles que dão as ordens". — Xavier Lemoine, prefeito de Montfermeil, cidade nos subúrbios da região leste de Paris, onde o vandalismo de 2005 foi particularmente destrutivo.

Policiais em confronto com um manifestante do movimento coletes amarelos em 18 de dezembro de 2018 em Biarritz na França. (Foto: Gari Garaialde/Getty Images)

Sábado, 26 de janeiro de 2019. As manifestações dos "coletes amarelos" foram organizadas nas principais cidades da França. A mobilização não está perdendo força. O apoio da população caiu ligeiramente, mas ainda é bem expressivo (60% a 70%, de acordo com os levantamentos). O principal slogan permanece o mesmo desde 17 de novembro de 2018: "Fora Macron". Em dezembro, foi adicionado outro slogan: "referendo de iniciativa dos cidadãos".

O governo e o presidente francês Emmanuel Macron têm feito tudo para esmagar o movimento. Tentaram enxovalhar, difamar, disseram que os manifestantes eram "subversivos" que queriam derrubar as instituições e fascistas "camisas marrom". Em 31 de dezembro, Macron se referiu a eles como "multidões odiosas". A presença de antissemitas no movimento levou um porta-voz do governo a chamar (incorretamente) todo o movimento de "antissemita".

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O Obstinado Silêncio do Papa em Relação à Perseguição aos Cristãos

por Giulio Meotti  •  5 de Fevereiro de 2019

  • Lamentavelmente, a posição do Papa Francisco em relação ao Islã parece advir do mundo da fantasia.

  • "O Islã autêntico e a leitura adequada do Alcorão se opõem a qualquer forma de violência", ressaltou o Papa, o que não é bem assim. É como se o Papa não medisse esforços no sentido de inocentar o Islã de qualquer uma de suas responsabilidades. Parece que ele está se empenhando nessa direção com mais determinação do que os muçulmanos devotos, como o presidente do Egito, Abdel Fattah el-Sisi, o autor e médico americano M. Zuhdi Jasser, o ex-ministro da informação do Kuwait Sami Abdullatif Al-Nesf, o autor franco/argelino Razika Adnani, o filósofo tunisiano Youssef Seddik radicado em Paris, o jornalista jordaniano Yosef Alawnah e o autor marroquino Rachid Aylal, entre muitos outros.

  • "O Papa Francisco não poderia de modo algum desconhecer os colossais problemas causados pela expansão do islã radical... no seio do domínio cristão... Vamos deixar claro, reiterando... a última religião que chegou à Europa, tem um impedimento intrínseco à integração no tecido europeu fundamentalmente judaico/cristão... – Boualem Sansal, autor argelino, em seu best-seller "2084."

  • O Papa Francisco agora se depara com o risco em potencial de um mundo cristão fisicamente engolido pelo crescente muçulmano, conforme estampado no Logotipo do Vaticano escolhido para a próxima viagem do Papa ao Marrocos. Está na hora de substituir o apaziguamento.

A perseguição aos cristãos já virou uma crise internacional. Lamentavelmente, a posição do Papa Francisco em relação ao Islã parece advir do mundo da fantasia. (Foto: Giulio Origlia/Getty Images)

Em 2018, simplesmente devido à sua fé, foram assassinados 4.305 cristãos. O novo "World Watch List 2019" revela esse dado impressionante compilado pela organização não governamental Missão Portas Abertas. A organização divulga que em 2018 houve um acréscimo de 1.000 vítimas cristãs, 25% a mais do que no ano anterior, quando o número atingiu a casa dos 3.066.

Nos dias de hoje, 245 milhões de cristãos ao redor do mundo são, ao que tudo indica, perseguidos simplesmente devido à sua fé. Em novembro último, a organização Ajuda à Igreja que Sofre, divulgou o "Relatório sobre Liberdade Religiosa" de 2018 e chegou a uma conclusão parecida: 300 milhões de cristãos foram expostos à violência. O cristianismo, apesar da forte concorrência, é chamado de "a religião mais perseguida do mundo".

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Uma Noiva de Oito Anos de Idade

por Majid Rafizadeh  •  2 de Fevereiro de 2019

  • Depois que o partido dos mulás impôs a lei da Sharia no Irã e a tornou a lei oficial inquestionável do país, as autoridades imediatamente mudaram a idade mínima para o casamento para 9 anos para meninas e 13 para meninos. Após 40 anos, a lei com base na Sharia continua em vigor.

  • A prevalência do casamento infantil "ainda permanece extremamente alta. Em uma análise minuciosa realizada em um grupo de 25 países, pelo menos uma em cada três mulheres se casa antes dos 18 anos e uma em cada cinco mulheres tem seu primeiro filho também antes dos 18 anos de idade." — Banco Mundial.

  • De acordo com as estatísticas oficiais iranianas, 180 mil casamentos de adultos com crianças ocorrem no país todos os anos. Como se isso não bastasse, em 2013 foi aprovada uma lei que permite aos homens casarem com suas filhas adotivas.

  • O Facebook funcionou como um pregão em um leilão de uma noiva criança no Sudão do Sul, no mês passado.

  • A menos que a comunidade internacional intervenha e, em vez de fazer apelos aos líderes islamistas, pressione-os para que essas leis sejam modificadas, mais crianças correrão perigo.

De acordo com as estatísticas oficiais iranianas, 180 mil casamentos de adultos com crianças ocorrem no país todos os anos. Além do abuso físico e sexual que essas meninas são obrigadas a aturar, muitas também têm que engolir abusos emocionais. (Imagem: iStock. Imagem para efeitos ilustrativos, não representa a criança do artigo.)

"Quando eu tinha oito anos meus pais me chamaram para uma conversa muito séria", contou Noushin em uma entrevista. "Eu me lembro claramente da voz trêmula da minha mãe. Ela me disse que em dois dias eu faria parte de uma bênção da religião islâmica. Meu pai foi categórico ao insistir que eu me comportasse e não armasse um barraco. Fiquei desentendida, confusa, mas eu confiava neles, eu sabia que eles estavam me dizendo a verdade. Eu confiei neles até que uma aliança foi colocada no meu dedo e virei a noiva de um homem de 43 anos." Noushin, agora com 19 anos, é mãe de três filhos.

É de se imaginar que os pais dela, que de bom grado deram sua filha a esse homem, eram chucros ou nunca entraram em contato com a modernidade. Na realidade, o pai de Noushin foi educado na Europa e depois voltou ao seu país para trabalhar para o governo.

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França e Alemanha: "Estamos Comprometidos com a Criação de um Exército Europeu"

por Soeren Kern  •  30 de Janeiro de 2019

  • "O populismo e o nacionalismo estão avançando em todos os países europeus. Pela primeira vez, um país, a Grã-Bretanha, está deixando a União Europeia. No mundo inteiro o multilateralismo está sob pressão..." – Chanceler alemã Angela Merkel.

  • "Convergir tanto assim em relação à Alemanha é abdicar da soberania, uma traição. Se não tivéssemos alertado o público, o texto teria sido assinado na calada da noite. O texto prevê, mormente, a necessidade de legislar caso haja obstáculos à cooperação franco/alemã... Não quero mais convergência com Berlim, seja em questões sociais ou de segurança, nem em se tratando de consultas estreitas no Conselho de Segurança da ONU." — Marine Le Pen, no jornal Le Temps.

  • "Emmanuel Macron quer um grandioso debate com cidadãos que participam da vida pública de nosso país. Ao mesmo tempo, porém, o presidente da república negociou um tratado às escondidas, muito embora esse tratado diga respeito às condições essenciais para o exercício de nossa soberania nacional. Nem o povo francês, nem o Parlamento, nem o Conselho Constitucional foram consultados... Por inúmeras razões, este tratado passa por cima da nossa soberania nacional." – Nicolas Dupont-Aignan, líder do partido Debout La France! (França, de Pé!!).

A chanceler alemã Angela Merkel salientou recentemente que o novo pacto entre a Alemanha e a França visa estabelecer uma "cultura militar comum" franco/alemã e "contribuir para a criação de um exército europeu." Foto: soldados da brigada franco/alemã, unidade militar criada em 1989, consistindo de unidades conjuntas dos exércitos francês e alemão. (Foto: Sean Gallup/Getty Images)

O presidente francês Emmanuel Macron e a chanceler alemã Angela Merkel assinaram um novo tratado de amizade franco/alemão que visa revigorar a União Europeia, atingida pelo rombo financeiro, migração em massa e o Brexit, bem como os inúmeros interesses e prioridades conflitantes entre os 28 Estados Membros.

A França e a Alemanha, autoproclamadas guardiãs da integração europeia, ressaltaram que o novo tratado é uma resposta à crescente influência de populistas na Áustria, Grã-Bretanha, França, Itália, Hungria, Polônia e outros países europeus que procuram cozinhar o galo ou até mesmo reverter a integração europeia, resgatar da União Europeia a soberania nacional e transferir os poderes ora em suas mãos de volta às capitais de cada país.

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União Europeia: Órgão Autoritário com Cara Humanitária

por Jiří Payne  •  28 de Janeiro de 2019

  • Na realidade, o que o Tratado de Lisboa realmente criou foi um sistema político autoritário que viola os direitos humanos e políticos.

  • O Artigo 4 reza em parte: "os Estados Membros facilitarão a implementação das tarefas da União e irão se abster de tomar qualquer medida que possa comprometer a efetivação dos objetivos da União." Em outras palavras, os interesses da União estão acima dos interesses de qualquer estado e de qualquer cidadão.

  • Em um sistema democrático com um saudável equilíbrio de poder, a coalizão governante pode ser confrontada ou substituída pela oposição. É exatamente isso que falta na UE, uma vez que o Tratado de Lisboa exige que os membros da Comissão Europeia sejam selecionados com base em seu "compromisso europeu". Isso na verdade significa que qualquer um que tenha uma opinião divergente dificilmente será membro da Comissão, algo assustadoramente parecido com o comunismo. Como a história demonstra reiteradamente, onde não há oposição, a liberdade vai pelo ralo.

Em outras palavras, o Tratado de Lisboa considera que os interesses da União estão acima dos interesses de qualquer estado e de qualquer cidadão. Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia, lamentou em 2016: "muitos políticos estão ouvindo exclusivamente a opinião de seus respectivos países. E se estiverem dando ouvidos à opinião nacional, não estarão desenvolvendo o que deveria se tornar um sentimento europeu comum..." (Foto: Dan Kitwood/Getty Images)

O Tratado de Lisboa , elaborado com o intuito de substituir o Tratado Constitucional de 2005, assinado em 2007 pelos dirigentes dos 27 Estados Membros da União Europeia, se autodescreve como um acordo para "reformar o funcionamento da União Europeia, estabelecendo a assistência humanitária como competência específica da Comissão".

Na realidade, o que o Tratado de Lisboa realmente criou foi um sistema político autoritário que viola os direitos humanos e políticos.

Tome por exemplo o mandato da Comissão Europeia (CE). De acordo com o Artigo 17 do Tratado:

"A Comissão deverá promover o interesse geral da União... No cumprimento de suas responsabilidades, a Comissão será totalmente independente, os membros da Comissão não solicitarão nem aceitarão instruções de nenhum governo ou instituição, órgão, gabinete ou entidade além da própria Comissão."

Além disso também há o Artigo 4 que reza em parte o seguinte:

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O Vaticano se Rende à China

por Lawrence A. Franklin  •  27 de Janeiro de 2019

  • Pode ser que o Vaticano venha a aprender da maneira mais difícil que o governo comunista chinês não honra seus acordos. É bem provável que Pequim tente extorquir ainda mais concessões do Vaticano, a exemplo das exigências do regime chinês em relação às empresas ocidentais que fazem negócios na China, para que renunciem cada vez mais a sua soberania.

  • Também é altamente incerto que o Vaticano compre a paz com o pacto: o regime continuará perseguindo a Igreja. Se o regime comunista agir como manda o figurino, milhares de cruzes serão arrancadas das igrejas cristãs, especialmente em regiões com alta concentração de cristãos.

  • Os corajosos anciãos do catolicismo chinês, que suportaram décadas de perseguição do governo e iniciativas do regime de dividir a Igreja, poderão ser vistos por seus rebanhos como tendo sido contornados pelo Vaticano. Muitos, se não a maioria dos católicos chineses tenderão a ver o acordo como uma cínica traição política do Vaticano, e não como uma decisão baseada na fé.

  • "À luz desse sombrio acontecimento, parece que a prudência e a cautela estariam na ordem do dia nas negociações do Vaticano com os totalitários responsáveis em Pequim, que no último congresso do Partido a religião foi mais uma vez declarada inimiga do comunismo." — George Weigel, autor católico e analista político.

No recente acordo assinado entre o Vaticano e o regime Chinês, o Papa Francisco cedeu parcialmente o controle da Igreja Católica Chinesa ao Partido Comunista Chinês. Foto: Catedral Sagrado Coração de Jesus em Guangzhou, China. (Imagem: Zhangzhugang/Wikimedia Commons)

O Papa Francisco cedeu parcialmente o controle da Igreja Católica Chinesa ao Partido Comunista Chinês (PCC). Sua Santidade concordou em conceder ao Partido substancial autoridade sobre questões que dizem respeito ao seu staff. Após décadas se recusando a conceder à China o direito de nomear bispos católicos, como condição para normalizar as relações, o Vaticano finalmente aceitou a exigência do regime de permitir que o PCC desempenhe um papel de suma importância na escolha dos bispos que tomarão o leme das dioceses católicas.

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Espanha: Persistente Problema da Jihad na Catalunha

por Soeren Kern  •  26 de Janeiro de 2019

  • A polícia afirmou que se sabia que os jihadistas cometeram ao menos 369 assaltos e roubos em Barcelona e seus arredores. Além dos roubos, os membros da célula se sustentavam por meio do tráfico de drogas e falsificação de documentos.

  • "Não resta dúvida que a região autônoma da Catalunha se tornou uma base privilegiada de operações para atividades terroristas. Autoridades espanholas dizem que temem a ameaça dessas comunidades de imigrantes atomizadas propensas ao radicalismo, mas que dispõem de pouquíssima inteligência ou capacidade de se infiltrar nesses grupos". — Informe diplomático americano, 2 de outubro de 2007.

  • "Os centros religiosos salafistas detectados na Catalunha se opõem a qualquer leitura do Alcorão que não seja a mais rigorosa... e, ao mesmo tempo, exigem a "purificação" dos fiéis muçulmanos de influências estrangeiras. "Tal interferência religiosa resulta na proibição, especialmente para os adolescentes do sexo feminino, de frequentarem escolas onde há alunos do sexo masculino. Isso significa uma profunda ruptura com os valores da liberdade individual garantidos pelas leis da Europa." — Informe da inteligência vazado para o jornal catalão La Vanguardia.

Na Catalunha, região nordeste da Espanha, a polícia prendeu 18 integrantes de uma célula jihadista que estavam planejando desfechar um ataque em Barcelona, chamando mais uma vez a atenção para o persistente problema do Islã radical na Catalunha. Foto: Policiais e socorristas prestam assistência a sobreviventes feridos em um atentado terrorista desfechado por Younes Abouyaaqoub em Barcelona, em 17 de agosto de 2017. Abouyaaqoub assassinou 15 pessoas e feriu outras 130. (Imagem: Nicolas Carvalho Ochoa/Getty Images)

Na Catalunha, região nordeste da Espanha, a polícia prendeu 18 integrantes de uma célula jihadista que estavam planejando desfechar um ataque em Barcelona e logo depois reteve três, liberando o restante.

As prisões chamaram mais uma vez a atenção para o ininterrupto problema do Islã radical na Catalunha, que possui uma das maiores populações muçulmanas per capita da Europa.

A célula, formada por indivíduos da Argélia, Egito, Iraque, Líbano, Líbia e Marrocos, foi desmantelada em 15 de janeiro, quando mais de cem policiais invadiram cinco propriedades em Barcelona e na cidade catalã de Igualada.

As prisões fizeram parte de uma investigação antiterrorista que já durava um ano, chamada "Operação Alexandra", lançada em maio de 2017, depois que a polícia recebeu uma denúncia segundo a qual os jihadistas locais estavam preparando um atentado.

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A Itália em Vias de Criar um Eixo Anti-UE

por Soeren Kern  •  23 de Janeiro de 2019

  • "Hoje começa uma jornada que continuará nos próximos meses em prol de uma Europa diferente, em prol de uma mudança na Comissão Europeia, das políticas europeias, que coloca no centro o direito à vida, trabalho, saúde, segurança, tudo o que as elites europeias, financiadas pelo bilionário filantropo húngaro George Soros, representado por Macron, negam..." — Matteo Salvini, Vice-primeiro-ministro e Ministro do Interior da Itália.

  • "Tanto o presidente Macron quanto a chanceler Merkel se mostraram frustrados com a ascensão do populismo e do nacionalismo e com o fato da Europa estar reticente diante de problemas como as mudanças climáticas e a migração em massa..." — The Times.

  • "A única certeza que tenho no tocante às eleições europeias é que os socialistas e os comunistas sempre serão minoria em Bruxelas, eles já causaram estragos além da conta..." — Matteo Salvini.

Em visita à Polônia em 9 de janeiro, o Ministro do Interior da Itália Matteo Salvini, salientou que os populistas da Itália e da Polônia deveriam dar início a uma "primavera europeia" e forjar um "novo equilíbrio" para substituir a influência da Alemanha e da França no Parlamento Europeu. Foto: aperto de mãos entre Salvini e o Ministro do Interior da Polônia Joachim Brudziński em Varsóvia em 9 de janeiro. (Imagem: página de Matteo Salvini no Facebook)

O ministro do interior da Itália, Matteo Salvini protagoniza criar uma aliança populista pan-europeia em oposição ao establishment pró-europeu com respeito ao futuro da União Europeia. A meta é resgatar a soberania ora com os burocratas biônicos de Bruxelas e transferir os poderes mais importantes da UE de volta às capitais de seus respectivos países.

A Alemanha e a França, autoproclamados guardiões da integração europeia, estão reagindo ao desafio com um ambicioso contra-ataque para tornar a União Europeia "uma potência mais resoluta no cenário mundial".

O cabo de guerra, que ameaça dividir a União Europeia ao meio, de um lado os nacionalistas eurocéticos e do outro os globalistas 'eurófilos', promete esquentar nas próximas semanas e meses que antecedem as eleições para o Parlamento Europeu no final de maio de 2019.

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Crianças Palestinas: Vítimas do Apartheid Árabe

por Khaled Abu Toameh  •  22 de Janeiro de 2019

  • De acordo com o escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (UNHCR), "as proibições legais persistem quanto ao acesso de refugiados palestinos a 36 profissões liberais ou sindicalizadas (incluindo no campo da medicina, da agricultura, pesca e transporte público)... Para poderem trabalhar, os refugiados palestinos do Líbano são obrigados a obter uma autorização de trabalho a cada ano. Após uma mudança na lei em 2001, os refugiados palestinos, ao que consta, são impedidos de adquirirem, transferirem ou herdarem legalmente bens imóveis no Líbano".

  • A última desgraça serve de alerta no tocante ao apartheid e à discriminação a que os palestinos são submetidos no Líbano. De acordo com várias organizações de direitos humanos, os palestinos sofrem discriminação sistemática em quase todos os aspectos, todo santo dia. A UNHCR também destaca que os palestinos no Líbano não têm acesso aos serviços de saúde pública libaneses, além de dependerem principalmente da UNRWA caso precisem de serviços de saúde, bem como de organizações sem fins lucrativos e da Sociedade do Crescente Vermelho da Palestina. Os palestinos também não têm direito de frequentar as escolas públicas libanesas.

  • Onde estão todas as organizações internacionais de direitos humanos e grupos pró-palestinos ao redor do mundo que se preocupam, da boca pra fora, com o sofrimento dos palestinos? Será que permanecerão em silêncio com respeito à negligência no caso de Wahbeh porque ele morreu em um país árabe e pelo fato de Israel não ter tido nada a ver com a morte do menino?

A Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) negou qualquer responsabilidade na morte no Líbano nesta semana de um menino palestino de 3 anos de idade do campo de refugiados Nahr al-Bared, após os hospitais libaneses se recusarem a atendê-lo porque seus pais não tinham condições financeiras de arcar com o tratamento médico. Foto: campo de refugiados palestino de Wavel no Líbano, administrado pela UNRWA. (Imagem: Proteção Civil e Operações de Ajuda Humanitária Europeias/Flickr)

Mohammed Majdi Wahbeh, um menino palestino de três anos de idade do campo de refugiados de Nahr al-Bared, norte do Líbano, é a mais recente vítima do apartheid e das leis discriminatórias dirigidas aos palestinos em um país árabe.

Wahbeh foi considerado morto no mês passado após os hospitais libaneses se recusarem a atendê-lo porque seus pais não tinham condições financeiras de arcar com o tratamento médico. Segundo relatos da mídia libanesa, um hospital pediu que a família do menino pagasse US$2 mil para que ele pudesse dar entrada no hospital. O menino estava em coma há três dias antes de vir a óbito, mesmo assim nenhum hospital concordou em atendê-lo porque sua família não podia arcar com o custo do tratamento.

A morte do menino palestino na porta do hospital desencadeou manifestações de muitos libaneses e palestinos. Dirigindo-se ao Ministro da Saúde do Líbano, Ghassan Husbani, a jornalista libanesa Dima Sadek escreveu no Twitter:

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A Ruptura da França

por Giulio Meotti  •  20 de Janeiro de 2019

  • Em um novo programa, o governo do presidente Macron está oferecendo aulas do idioma árabe nas escolas públicas da França a crianças a partir dos 6 anos de idade, ao que consta, para facilitar a integração.

  • As autoridades francesas parecem não dar a devida atenção para o fato de que a esmagadora maioria dos terroristas da França eram cidadãos franceses, que falavam perfeitamente o francês e que diferentemente de seus pais, nasceram na França. Eles estavam perfeitamente "integrados". Eles rejeitaram a integração.

Gérard Collomb, (centro) que até o mês passado esteve à frente da pasta do Ministério do Interior da França e hoje ocupa o cargo de prefeito de Lyon, vê com pessimismo a situação na qual seu país se encontra. "É difícil calcular, mas eu diria que em cinco anos a situação poderá se tornar irreversível. Sim, temos cinco, seis anos para evitar o pior", realçou ele não faz muito tempo. (Foto: Aurelien Meunier/Getty Images)

O presidente dos EUA, Donald Trump e o presidente da França, Emmanuel Macron, se envolveram em um bate-boca diplomático em público, dias antes de Trump visitar a França no corrente mês. A troca de farpas começou quando, em uma entrevista pelo rádio, Macron sugeriu que a Europa precisava de um exército para se proteger dos Estados Unidos. "Temos que nos proteger da China, Rússia e até dos Estados Unidos da América", ressaltou Macron.

Proteger a França dos Estados Unidos? Em um discurso em 11 de novembro, em comemoração ao fim da Primeira Guerra Mundial, Macron saudou diplomaticamente seu convidado, atacando o "nacionalismo". Trump orgulhosamente se referiu a si mesmo como "nacionalista" menos de três semanas antes do evento.

Parece que Macron aproveitou a comemoração do armistício assinado em 1918 para esquecer o que está acontecendo na França em 2018.

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A Nova 'Catástrofe' Palestina: Um Shopping Center Contratando Palestinos

por Bassam Tawil  •  19 de Janeiro de 2019

  • "Rami Levy não discrimina o candidato conforme a etnia, gênero ou religião ao contratar e promover funcionários. Todos os funcionários, sejam eles palestinos ou israelenses, são tratados igualmente e recebem os mesmos benefícios. O salário se baseia unicamente no cargo e desempenho do funcionário. A meta da Rami Levy é dar a mesma oportunidade a todos os funcionários de alcançarem o sucesso." — Rami Levy, empresário e proprietário da terceira maior rede de supermercados de Israel, metade dos 4 mil funcionários, afirma ele, são palestinos ou árabes israelenses.

  • Os investidores palestinos, segundo o representante da Fatah, Hatem Abdel Qader Eid, bem que podiam ter inibido Rami Levy de construir o novo shopping se eles tivessem investido na construção de um shopping palestino. "É verdade que há empresários palestinos com muito dinheiro..."

  • Já que a campanha deu com os burros n'água não conseguindo impedir a abertura do shopping, a Fatah e seus seguidores apelaram para ameaças e violência. As ameaças estão sendo dirigidas a consumidores e comerciantes palestinos que alugaram algum espaço no novo shopping.

  • Se um palestino que compra leite israelense é considerado traidor aos olhos da Fatah, não é difícil imaginar o destino de qualquer palestino que ouse ponderar sobre um entendimento com Israel. Se ele tiver sorte, terá um encontro íntimo com uma bomba incendiária. Se ele não tiver sorte, será enforcado em praça pública.

Os dirigentes da facção Fatah do presidente Mahmoud Abbas da Autoridade Palestina reagiram à inauguração de um novo shopping center em Jerusalém Oriental, no qual a maioria dos funcionários e clientes é árabe, de uma maneira que escancara como os líderes palestinos continuam torpedeando o que for positivo ao seu povo. Foto: um supermercado da rede Rami Levy em Jerusalém Ocidental. (Imagem: Yoninah/Wikimedia Commons)

Os dirigentes da facção Fatah do presidente Mahmoud Abbas da Autoridade Palestina estão furiosos. Parece que um empresário judeu israelense acabou de construir um shopping center em Jerusalém Oriental e a maioria dos funcionários e clientes são árabes.

Os líderes da Fatah apregoaram o boicote ao shopping.

A Fatah, que via de regra é retratada como uma facção moderada pela mídia ocidental, reagiu ao empreendimento do shopping de modo a escancarar a maneira pela qual os líderes palestinos continuam torpedeando o que for positivo ao seu povo.

Onde já se viu um líder condenar um projeto que fornece empregos a centenas de pessoas de seu povo? Onde já se viu um líder convocar seu povo a boicotar um shopping ou um supermercado que oferece preços competitivos em roupas e alimentos? Onde já se viu um líder retratar a abertura de um projeto comercial que beneficiará seu povo como catástrofe ("nakba")?

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Guerra da Turquia Contra Missionários Cristãos

por Uzay Bulut  •  13 de Janeiro de 2019

  • O pastor americano Andrew Brunson e o evangelista americano/canadense David Byle estão entre os inúmeros clérigos cristãos vítimas da repulsa da Turquia em relação ao cristianismo. Segundo Claire Evans, diretora regional da organização International Christian Concern, "a Turquia está deixando cada vez mais claro que não há espaço para o cristianismo no país, muito embora a constituição diga o contrário."

  • Hoje, somente cerca de 0,2% da população da Turquia, de quase 80 milhões de habitantes, é cristã. O genocídio cristão de 1913 a 1923 ocorrido em toda a Turquia otomana e o pogrom perpetrado contra os gregos em 1955 em Istambul, constituem alguns dos eventos mais importantes que levaram à destruição da antiga comunidade cristã do país. No entanto, ainda hoje na Turquia os missionários e cidadãos cristãos continuam a ser oprimidos.

  • "Uma matéria que diferencia a Turquia do resto do mundo é que nossa identidade nacional é moldada acima de tudo pela identidade religiosa. O que faz um turco ser turco não tem tanto a ver com a etnia ou com o idioma que ele fala, tem a ver primordialmente sobre ser muçulmano... A maioria esmagadora dos turcos acha que não há nada em sua história que seja motivo de vergonha. Eles não se sentem próximos da Europa nem do Oriente Médio, no fundo se sentem próximos apenas e tão somente de si mesmos... um fato marcante acontece ao serem perguntados: se todo mundo fosse turco, o mundo seria melhor? Os turcos respondem atribuindo uma nota altíssima a si mesmos. Nenhuma autocrítica." — Professor Ali Çarkoğlu da Universidade de Koç, que conduziu um levantamento sobre o nacionalismo com o professor Ersin Kalaycıoğlu da Universidade Sabanci.

Em junho de 2010, o Bispo Luigi Padovese, Vigário Apostólico da Anatólia, foi assassinado por seu motorista, que vociferava: "Allahu Akbar" ("Alá é o maior") enquanto cortava a garganta do padre. (Imagem: Raimond Spekking / CC BY-SA 3.0 via Wikimedia Commons)

Um dia depois que o pastor americano Andrew Brunson foi solto da prisão turca, outro cristão que vivia há quase duas décadas no país foi detido pelas autoridades turcas e informado que tinha duas semanas para deixar o país, sem a esposa e os três filhos. O evangelista americano/canadense David Byle não só sofreu inúmeras detenções e interrogatórios ao longo dos anos, como também estava na mira, em três ocasiões, para ser deportado. Ele sempre foi salvo por decisões judiciais. Desta vez, no entanto, ele não conseguiu evitar o banimento e deixou o país depois de passar dois dias em um centro de detenção.

Ao tentar retornar ao seio da sua família na Turquia em 20 de novembro, ele foi barrado e a sua reentrada negada.Segundo Claire Evans , diretora regional da organização International Christian Concern:

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