Últimas Análises e Comentários

Comunidade Internacional Ignora Genocídio de Cristãos na Nigéria

por Raymond Ibrahim  •  15 de Julho de 2018

  • Esses assassinatos elevam o número de cristãos mortos para mais de 6 mil desde o início de 2018.

  • "Os islamistas do norte da Nigéria parecem determinados a transformar a Nigéria em um sultanato islâmico e substituir a democracia liberal pela Sharia como Ideologia Nacional. Obviamente, o objetivo é suplantar a Constituição pela Sharia como inspiração para a legislação." — Fórum Nacional dos Anciões Cristãos, braço da Associação Cristã da Nigéria.

  • O governo nigeriano e a comunidade internacional desde o início fizeram muito pouco para resolver a situação. Esta falta de empenho não surpreende: eles sequer reconhecem as raízes do problema, a saber: a intolerante ideologia da jihad.

O governador do Estado de Anambra, na Nigéria, Willie Obiano (centro), visita um sobrevivente ferido em um ataque que deixou mortos e feridos na Igreja Católica de St. Philip em Ozubulu, em 11 de agosto de 2017. (Imagem: captura de tela de vídeo da TV Channels)

No que a Associação Cristã da Nigéria classifica de "puro genocídio", mais 238 cristãos foram assassinados e mais igrejas foram profanadas pelos muçulmanos na semana passada na nação que fica na região oeste da África. Esses assassinatos elevam o número de cristãos mortos para mais de 6 mil desde o início de 2018.

De acordo com uma declaração conjunta da Associação Cristã, agremiação que engloba várias correntes cristãs: "não há dúvida de que o único objetivo desses ataques é a limpeza étnica, apropriação de terras e a expulsão dos cristãos nativos de suas terras e herança ancestrais."

A declaração condena os recentes ataques, "nos quais mais de 200 pessoas foram brutalmente assassinadas, nossas igrejas destruídas sem que houvesse qualquer intervenção das agências de segurança, apesar de vários pedidos de socorro".

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Europa: "A Visão é a de um Estado Islâmico"

por Judith Bergman  •  10 de Julho de 2018

  • "A crescente religiosidade não é uma expressão de marginalização. Estamos falando de pessoas bem integradas que querem ser religiosas". — Professor Viggo Mortensen.

  • "A visão é a de um Estado Islâmico, uma sociedade islâmica... Os muçulmanos irão preferir um governo baseado na Lei Islâmica (Sharia). Mas a visão para daqui a vinte anos é que a lei da sharia faça parte da Alemanha, que a sharia será institucionalizada pelo próprio estado". — "Yusuf", na série de documentários Falsa Identidade.

  • "Vou selecioná-los a dedo, um de cada vez. Começarei com as pessoas ao meu redor... Se todo muçulmano fizer o mesmo em sua redondeza, dará certo sem nenhum problema... Não se confronta o alemão através da força, é um processo a conta gotas. Haverá confrontos, mas aos poucos os choques diminuirão, as pessoas aceitarão a realidade." — "Yusuf", na série de documentários Falsa Identidade.

  • A Europa ainda existirá mas, assim como ocorreu com o grande Império Bizantino Cristão que agora é a Turquia, ela ainda incorporará a civilização judaico-cristã?

De acordo com um estudo realizado em 2014 sobre os muçulmanos marroquinos e turcos na Alemanha, França, Holanda, Bélgica, Áustria e Suécia, em média 60% dos muçulmanos entrevistados concordaram que os muçulmanos deveriam retornar às raízes do Islã e 65% disseram que a Sharia é mais importante para eles do que as leis do país onde vivem. Foto: orações de sexta-feira na Mesquita IZW em Viena, Áustria. (Foto: Thomas Kronsteiner/Getty Images)

Um levantamento do governo holandês publicado em junho mostrou que os muçulmanos da Holanda estão se tornando cada vez mais religiosos. O levantamento que foi realizado com base em informações de 2006 a 2015 é um estudo sobre mais de 7.249 cidadãos holandeses com raízes marroquinas e turcas. Dois terços dos muçulmanos da Holanda são provenientes da Turquia ou do Marrocos.

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Alemanha: 'Decapitando' a Liberdade de Imprensa?

por Stefan Frank  •  8 de Julho de 2018

  • Se o plano das autoridades era realmente o de censurar as notícias e abafar as informações sobre a decapitação, então o tiro saiu pela culatra. Devido às reportagens sobre a invasão, milhares de pessoas assistiram ao vídeo e centenas de milhares de pessoas ficaram sabendo da tentativa frustrada de censura.

  • O governo de Hamburgo continua se empenhando em esconder a decapitação. Entre outras coisas, eles (partido Alternativa para a Alemanha) queriam saber se o bebê foi decapitado. O governo, violando seus deveres constitucionais, se recusou a responder. Além disso o governo censurou as perguntas apagando frases inteiras.

  • Porque a decapitação deveria ser mantida em segredo, isso ninguém sabe. O que ficou claro é o quão facilmente as autoridades alemãs têm condições de censurar as notícias e punir os blogueiros que divulgam informações por eles consideradas inconvenientes. Eles têm um enorme arsenal de recursos legais à sua disposição. Não parece incomodá-los que a lei invocada neste caso estipule explicitamente que ela não será aplicada ao "relato de eventos atuais."

Policiais interrogando testemunhas do duplo homicídio na estação de metrô de Jungfernstieg, Hamburgo, Alemanha. (Imagem: captura de tela de vídeo Daniel J./Heinrich Kordewiner)

Em uma aparente tentativa de varrer para debaixo do tapete um duplo homicídio que ocorreu recentemente em Hamburgo, Alemanha, as autoridades censuraram o caso. Além disso elas invadiram os apartamentos de uma testemunha que gravou um vídeo onde relatava o assassinato e o de um blogueiro que postou o vídeo no YouTube.

O assassinato, estampado em manchetes mundo afora, ocorreu na manhã de 12 de abril. O criminoso, Mourtala Madou, de 33 anos, imigrante ilegal do Níger, esfaqueou a ex-namorada alemã, identificada como Sandra P. e a filha do casal de um ano de idade, Miriam, em uma estação de metrô de Hamburgo. A filha morreu no local, a mãe pouco depois no hospital. O filho dela de três anos testemunhou os assassinatos.

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Palestinos: O Único Plano de Paz Aceitável

por Bassam Tawil  •  6 de Julho de 2018

  • Os palestinos não querem saber de nada que se refira ao plano de Trump: eles sabem que ele jamais satisfará suas exigências. Os palestinos não se opõem ao plano de paz por conta de divergências no tocante a fronteiras, colônias, postos de controle ou o status de Jerusalém. Eles são contra o plano de Trump e a qualquer outra iniciativa de paz, porque os palestinos têm outra coisa em mente.

  • Os dois partidos palestinos, Autoridade Palestina e Hamas, podem até discordar em tudo, exceto quanto à eliminação de Israel. O único plano de paz aceitável para os atuais líderes palestinos seria aquele que facilitasse sua missão de açodar a jihad contra Israel para varrê-lo do mapa.

  • Se Jared Kushner e Jason Greenblatt quiserem aprender mais sobre as verdadeiras ambições dos palestinos, fariam bem a si próprios se ouvissem um sermão em uma mesquita em uma sexta-feira ou se visitassem uma escola na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. Talvez então eles veriam com seus próprios olhos que nenhum plano de paz no mundo tem condições, no momento, de combater o veneno que é injetado diariamente nos corações e mentes dos palestinos e de seus filhos.

Nos últimos seis meses o presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas e o alto escalão, não só tem se recusado a manter qualquer contato com emissários da administração dos EUA, como também empreendem uma campanha difamatória de ódio e incitamento contra o presidente Trump e altos funcionários dos EUA. Foto: os enviados do presidente dos EUA, Jason Greenblatt (esquerda) e Jared Kushner (centro) conversam com Abbas (direita) em 22 de junho de 2017 em Ramala. Na reunião, Abbas rejeitou a exigência de suspender os pagamentos a terroristas e suas famílias. (Foto: Thaer Ghanaim/PPO via Getty Images)

Os palestinos nunca se deram ao trabalho de dar uma espiadela no plano de paz para o Oriente Médio do presidente dos EUA Donald Trump. Os palestinos não fazem a mínima ideia sobre o seu conteúdo, que sequer foi divulgado.

Isso por si só não os impediu de rejeitarem categoricamente o plano ainda a ser anunciado, uma postura que os palestinos vêm repetindo na semana em curso em meio à visita dos enviados dos Estados Unidos, Jared Kushner e Jason Greenblatt, à Israel e a inúmeros países árabes para a troca de ideias em relação ao plano.

O plano de Trump sequer recebeu os toques finais e, portanto, não foi oficialmente apresentado a nenhuma das partes do conflito árabe-israelense. Kushner e Greenblatt estão se debruçando sobre o plano há vários meses, a turnê atual na região diz respeito ao envolvimento no contexto da Jordânia e do Egito.

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Europa: Um Apanhado Geral do Ramadã 2018

por Soeren Kern  •  1 de Julho de 2018

  • Na França, o governo que anteriormente havia se comprometido a reduzir a influência estrangeira no tocante à prática do Islã no país, concedeu vistos a 300 imãs da Argélia e do Marrocos para conduzirem os serviços religiosos do Ramadã em mesquitas francesas.

  • "Qualquer expressão, independentemente do quão venenosa ela possa ser, deveria ter o direito de ser manifestada." — Ahmed Aboutaleb, prefeito Roterdã, Holanda.

  • "O ministro das Relações Exteriores da Turquia quis me ensinar a respeito da minha identidade islâmica. Isso está indo longe demais, um estado estrangeiro, que está deveras longe, quer ensinar o prefeito de Roterdã sobre a lei holandesa e como ela deve ser aplicada." — Ahmed Aboutaleb, prefeito de Roterdã, Holanda.

Em Londres, a Southwark Cathedral ofereceu um jantar iftar, refeição após o pôr do sol durante o mês do Ramadã, como parte da programação de eventos para marcar o aniversário do ataque na London Bridge. (Garry Knight/Wikimedia Commons)

Os muçulmanos de norte a sul de leste a oeste da Europa estão comemorando o fim do Ramadã, mês sagrado do Islã, que em 2018 foi observado entre 17 de maio e 15 de junho, de acordo com o calendário lunar islâmico.

O Ramadã foi um dos principais temas de debate público na Europa do corrente ano, recebeu considerável cobertura da mídia, reflexo da crescente influência do Islã.

Líderes muçulmanos se empenharam em alavancar a atenção da mídia com o objetivo de mostrar o Ramadã, período em que os muçulmanos se abstêm de comer e beber entre o nascer e o pôr do sol para comemorar, de acordo com a tradição islâmica a revelação do Alcorão a Maomé e mostrar a natureza pacífica do Islã na Europa.

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Espanha: Marco Zero do Movimento Anti-Israel na Europa

por Soeren Kern  •  27 de Junho de 2018

  • A proliferação do ativismo anti-Israel, impulsionado pela ascensão ao poder da extrema-esquerda, firma a Espanha como o Estado membro da UE mais hostil ao Estado Judeu.

  • A organização com sede em Madri, Action and Communication on the Middle East (ACOM), que luta contra o movimento anti-Israel BDS na Espanha, realçou que a moção aprovada em Valência é antissemita e incita ao ódio.

  • "O movimento BDS na Espanha adquiriu a atual virulência com o surgimento do 'Podemos', um partido de extrema-esquerda do tipo 'chavista' financiado pela Venezuela e pelo Irã.... À medida que o Podemos se assenhorou do controle dos governos municipais nas principais cidades espanholas, o movimento anti-Israel teve acesso a inúmeros recursos econômicos, humanos e organizacionais... O 'Podemos' coagiu mais de 90 pessoas a fazerem declarações desse tipo na Espanha em jurisdições cobrindo uma população de mais de oito milhões de habitantes" — Ángel Más, presidente da ACOM.

A cidade de Valência, aprovou uma moção para boicotar e difamar Israel, declarando a cidade "zona livre de apartheid israelense". (Imagem: Ben Bender/Wikimedia Commons)

Valência, a terceira maior cidade da Espanha, aprovou uma moção para boicotar e difamar Israel, declarando a cidade "zona livre de apartheid israelense". A moção foi aprovada poucos dias após Navarra, uma das 17 comunidades autônomas da Espanha, tomar o mesmo tipo de medida. Ao todo, mais de 50 cidades e regiões espanholas aprovaram moções condenando Israel. A proliferação do ativismo anti-Israel, impulsionado pela ascensão ao poder da extrema-esquerda, firma a Espanha como o Estado membro da UE mais hostil ao Estado Judeu.

A medida valenciana, apresentada pelo partido de extrema-esquerda València en Comú, foi aprovada durante uma sessão do plenário da câmara municipal em 31 de maio. A moção, que obriga a cidade a se abster de manter contatos comerciais ou eventos culturais com autoridades e empresas israelenses, visa firmar Valência como "referência global de solidariedade aos palestinos".

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Suíça dá Boas-vindas à Radicalização

por Judith Bergman  •  25 de Junho de 2018

  • Há cerca de 250 mesquitas na Suíça, contudo as autoridades não sabem quem as financia. Ao rejeitar o projeto de lei que obriga as mesquitas a informarem quem as financia, as autoridades suíças podem agora fazer deliberadamente vista grossa.

  • A Liga Mundial Muçulmana está por trás de "toda uma rede de mesquitas radicalmente orientadas na Suíça... com a clara intenção de disseminar a ideologia salafista na Suíça". — Saïda Keller-Messahli, especialista em Islã na Suíça.

  • Acima de tudo, o governo suíço dá a entender não ter levado em conta os direitos dos cidadãos não muçulmanos da Suíça, que são os únicos a terem que viver com as consequências das políticas mal concebidas do governo.

(Foto da Suíça por Monk/Wikimedia Commons)

A Suíça acaba de rejeitar um projeto de lei que impediria as mesquitas de aceitarem capital do exterior, além de obrigá-las a declarar a origem do apoio financeiro e com que propósito o dinheiro será usado. De acordo com o projeto, os imãs também teriam que ministrar suas pregações em um dos idiomas nacionais da Suíça.

Embora o projeto de lei tenha sido aprovado por uma margem apertada na câmara baixa do parlamento em setembro de 2017, não faz muito tempo a câmara alta o rejeitou. O projeto se baseava no modelo das regulamentações austríacas, onde já em 2015 foi aprovada uma lei que proíbe a ajuda financeira do exterior a grupos religiosos. A lei austríaca tem como objetivo combater o extremismo e exigir que os imãs falem alemão, proibir o custeio estrangeiro de mesquitas, de imãs e organizações muçulmanas na Áustria, além de enfatizar a precedência da lei austríaca sobre a lei islâmica da sharia aos muçulmanos que vivem no país.

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Limpeza Étnica no Norte de Chipre
Confissões de um Turco-cipriota Assassino em Massa

por Uzay Bulut  •  24 de Junho de 2018

  • "Por que ainda não há paz? Como podemos costurar um acordo de paz se ainda há assassinos raivosos entre nós? Em vez de processá-los, permitimos que eles apareçam na TV e se gabem dos assassinatos que cometeram... Se você não levar à justiça um assassino que diz "matar era minha arte", então quem você levaria?" — Şener Levent, redator-chefe do jornal turco-cipriota Afrika.

  • Até agora esses "assassinos raivosos" não foram responsabilizados pelo massacre de inocentes cipriotas gregos: a limpeza étnica no norte de Chipre. A questão maior é que ele e seus parceiros no crime foram auxiliados e instigados pelas autoridades turcas. Todos os responsáveis precisam ser julgados em tribunais penais internacionais, quanto antes melhor.

Foto: cerca demarcando a "zona tampão", defendida por soldados das forças de paz das Nações Unidas na "Linha Verde" em Nicósia, Chipre. (Imagem: Marco Fieber/Flickr)

Será que o presidente turco Tayyip Erdogan, que não para de dizer que Chipre é uma ameaça à segurança do Mediterrâneo Oriental, está sinalizando alguma coisa? Erdogan vem de longe alertando empresas cipriotas e multinacionais que exploram recursos energéticos na região para não "confiarem no lado grego de Chipre".

Os recorrentes ataques verbais do presidente turco contra os cipriotas gregos também esclarecem uma recente entrevista transmitida ao vivo pela TV cipriota turca com Turgut Yenağralı de 84 anos de idade, ex-membro da Organização Paramilitar de Resistência Turca (TMT), fundada em 1957, conhecida por suas atividades criminosas em Chipre.

Na entrevista Yenağralı se vangloriou sobre seu papel no assassinato em massa de cipriotas gregos e a razão que o levou a isso.

"Viajamos pelo Chipre de norte a sul de leste a oeste, espancamos e matamos aqueles que cometeram crimes contra a identidade turca", segundo ele.

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Palestinos: Gays Aqui Não Têm Vez

por Khaled Abu Toameh  •  19 de Junho de 2018

  • Mahmoud Ishtiwi foi executado em Gaza com três tiros no peito porque vivia em um meio onde se considera a homossexualidade um pecado passível de ser punido com a morte, e foi assim que ele foi punido.

  • O que se pode concluir da controvérsia? Basicamente, que é mais seguro ser membro do Hamas do que ser gay. Os líderes palestinos preferem ver jovens palestinos tentando matar israelenses do que falar sobre gays em sua sociedade. No mundo do Hamas e da Autoridade Palestina não há espaço para comédias ou sátiras.

Enquanto os israelenses festejavam a tolerância na Parada do Orgulho Gay em Tel Aviv, seus vizinhos palestinos estavam ocupados fazendo exatamente o contrário: eles estavam exigindo que os responsáveis por produzir programas humorísticos para a televisão sobre gays na Faixa de Gaza fossem demitidos. Foto: dezenas de milhares de participantes tomam parte na Parada do Orgulho Gay que acontece anualmente, neste ano em 8 de junho de 2018 em Tel Aviv, Israel. (Foto de Amir Levy/Getty Images)

Em 8 de junho cerca de 250 mil pessoas participaram da Parada do Orgulho Gay em Tel Aviv. Turistas de todo o mundo vieram a Israel para assistir e participar do evento. O tema do evento deste ano foi "A Comunidade Faz História", uma referência à comunidade LGBT de Israel.

Nesse ínterim, enquanto os israelenses estavam festejando a tolerância nas ruas de Tel Aviv, seus vizinhos palestinos estavam ocupados fazendo exatamente o contrário: eles estavam exigindo que os responsáveis por produzir programas humorísticos para a televisão sobre gays na Faixa de Gaza fossem demitidos.

O polêmico programa, chamado "Fora de Foco", suscitou duras condenações dos palestinos, que agora pedem a punição dos responsáveis por "insultarem os valores árabes e islâmicos".

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Dinamarca Aprova a Proibição da Burca

por Soeren Kern  •  18 de Junho de 2018

  • A Dinamarca é o sexto país europeu a promulgar essa proibição, atrás da França, Bélgica, Holanda, Bulgária e Áustria.

  • "O rosto é o seu passaporte. Quando você se recusa a mostrá-lo, a vítima sou eu." — Jacques Myard, ex-parlamentar conservador que apoiou a proibição na França.

  • "Há quem não queira fazer parte da sociedade dinamarquesa e que queira criar sociedades paralelas com suas próprias normas e leis." — Ministro da Justiça da Dinamarca Søren Pape Poulsen.

(Foto de Copenhague: Pixabay)

O parlamento dinamarquês aprovou a proibição do uso de véus islâmicos que cobrem a totalidade do rosto em espaços públicos. A nova lei, patrocinada pelo governo de centro-direita da Dinamarca, apoiada pelos Social-democratas e pelo Partido do Povo Dinamarquês, foi aprovada em 31 de maio por 75 votos a 30.

A partir de 1º de agosto, quem estiver usando uma burca (que cobre todo o rosto) ou uma nicabe (que cobre todo o rosto, menos os olhos) em público na Dinamarca estará sujeito a uma multa de mil Coroas Dinamarquesas (US$157), os reincidentes poderão ser multados em 10 mil Coroas Dinamarquesas.

Além disso, qualquer um que estiver forçando ou ameaçando alguém a usar roupas que cubram o rosto poderá ser multado ou estará sujeito a até dois anos de prisão.

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Itália: "Acabou a Festa" para os Migrantes Ilegais

por Soeren Kern  •  17 de Junho de 2018

  • Estima-se que 700 mil migrantes chegaram à Itália nos últimos cinco anos. — Organização Internacional de Migração (IOM).

  • "Não há moradias e empregos suficientes para os italianos, muito menos para metade do continente africano." — Matteo Salvini, Ministro do Interior da Itália.

  • Na prática essa lei (Artigo 19, da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia) impede que a Itália e os demais membros da UE deportem migrantes para a maioria dos países muçulmanos.

Da esquerda para a direita: Ministro do Interior da Itália, Matteo Salvini, Primeiro Ministro Giuseppe Conte e o vice-primeiro-ministro, ministro da indústria e do trabalho Luigi Di Maio em 1º de junho de 2018 em Roma. (Foto: Elisabetta Villa/Getty Images)

O novo ministro do Interior da Itália, Matteo Salvini, prometeu cortar a ajuda aos migrantes e deportar os que estão ilegalmente no país.

"Portas abertas da Itália para as pessoas certas e uma passagem só de ida para fora do país para aqueles que vêm para cá causar problemas e achar que iremos assisti-los", salientou Salvini na região da Lombardia, domicílio de um quarto de toda população estrangeira da Itália. "Uma das nossas principais prioridades será a deportação".

Salvini, líder do partido nacionalista (Liga), formou um novo governo de coalizão com outro partido populista, Movimento 5 Estrelas (M5S) em 1º de junho. O programa de governo, esboçado em um plano de ação de 39 páginas, promete desbaratar a imigração ilegal e deportar até 500 mil imigrantes sem documentação.

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Crise de Estupros Cometidos por Migrantes na Alemanha: Fracasso do Estado

por Soeren Kern  •  13 de Junho de 2018

  • "Susanna está morta. Maria de Freiburg, Mia de Kandel, Mireille de Flensburg e agora Susanna de Mainz..." — Alice Weidel, colíder do partido AfD.

  • "A morte de Susanna não é um golpe do destino. A morte de Susanna é o resultado de muitos anos de irresponsabilidade organizada e do escandaloso fracasso de nossas políticas de asilo e imigração. Susana é vítima de uma descontrolada ideologia multicultural de esquerda que não recua diante de nada para impor seu senso de superioridade moral. Susanna também é mais uma vítima da política hipócrita e egoísta da chanceler Angela Merkel de acolher migrantes de braços abertos." — Alice Weidel.

  • "No dia do assassinato de Susanna, você (Merkel) testemunhou no parlamento que você lidou com a crise dos migrantes com responsabilidade. Você se atreveria a repetir essa afirmação na frente dos pais de Susanna?" — Alice Weidel.

Susanna Maria Feldman de 14 anos foi estuprada e assassinada por Ali Bashar, candidato a asilo iraquiano, cuja solicitação de asilo havia sido negada pela Alemanha. Ele jogou o corpo dela em um matagal nos arredores de Wiesbaden. (Imagem: Feldman - Facebook, Wiesbaden - Maxpixel)

O estupro e assassinato de uma menina judia de 14 anos por um candidato a asilo iraquiano, cuja solicitação ao asilo havia sido negada, lançou um novo holofote na crise de estupros cometida por migrantes na Alemanha, que continua correndo solta há anos em meio à cumplicidade oficial e à apatia da população.

Milhares de mulheres e crianças foram estupradas ou abusadas sexualmente na Alemanha desde que a Chanceler Angela Merkel permitiu a entrada no país de mais de um milhão de migrantes, na maioria do sexo masculino, oriundos da África, Ásia e Oriente Médio.

O crime mais recente, totalmente evitável, é repreensível de forma singular, pois destaca em um ato apenas as múltiplas consequências malignas da política de portas abertas para a imigração da Alemanha, incluindo aí o malogro em checar os aprovados a ficarem no país e a prática de soltar migrantes criminosos para andarem livremente pelas ruas em vez de encarcerá-los ou deportá-los.

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Gangues de Estupradores: uma História na Verdejante Oxfordshire

por Douglas Murray  •  11 de Junho de 2018

  • Quanto se pagou, está sendo pago ou poderá ser pago em determinado momento por todos aqueles agentes públicos que, errônea e tacitamente ou de qualquer outra maneira, permitiram que essas modernas atrocidades continuassem, sem que nada fosse feito para impedi-las?

  • Famílias de meninas estupradas relatam que tentaram constantemente soar o alarme sobre o que estava acontecendo com suas filhas, mas que tiveram todas as portas do estado fechadas na cara.

  • Se a Grã-Bretanha quiser reverter a desgraça da cultura das "gangues de abusadores de meninas", ela deve começar mudando a relação risco/recompensa entre aqueles que identificam esses crimes monstruosos e aqueles que se sabe que os acobertam.

Oxfordshire, England. (Imagem: Pixabay)

Desde a detenção de Tommy Robinson em 25 de maio, as chamadas, errônea e comumente, "gangues de estupradores asiáticos", estão de volta ao noticiário. Isso reacendeu a celeuma se a justiça está sendo feita tanto em relação às vítimas quanto em relação aos criminosos.

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Suécia em Queda Livre

por Judith Bergman  •  9 de Junho de 2018

  • Se de um lado é considerado "repreensível" falar no Ocidente sobre as reais consequências da migração, na Suécia agora é visto como crime.

  • O tipo de 'integração' que a mesquita em Växjö está, ao que consta, difundindo aos habitantes muçulmanos locais é a exortação aos muçulmanos a não participarem das comemorações natalinas dos "kuffars" (termo depreciativo usado para se referir aos "infiéis") e os judeus são, como não podia deixar de ser, mencionados como inimigos de Alá. A escola da mesquita usa currículos escolares da Arábia Saudita e encoraja as mulheres a não se vestirem com roupas ocidentais.

  • "O silêncio passou a ser a norma estabelecida dentro de certos grupos de habitantes" naquelas áreas... Há pressão de parentes e comunidades religiosas para não se contatar as autoridades e sim fazer uso de sistemas alternativos locais, como por exemplo a mesquita. Às vezes, as gangues criminosas locais até orientam os moradores a ligarem para eles em vez ligarem para a polícia a fim de minimizar a presença de policiais na região. — BRÅ, Conselho Sueco de Prevenção ao Crime

  • Parece, cada vez mais, que será a Suécia que irá se integrar à cultura islâmica.

Os carros incendiados durante violentas manifestações em um bairro de Estocolmo em 20 de fevereiro de 2017. (Imagem: captura de tela de vídeo do YouTube/gladbecker82)

Em 2017, o relatório da polícia sueca "Utsatta områden 2017", ("Regiões Vulneráveis 2017 ", mais conhecidas como "zonas proibidas" ou "terra sem lei") mostrou que há 61 regiões desse tipo na Suécia. Elas englobam 200 redes criminosas, contando com cerca de 5 mil criminosos. Dessas regiões 23 eram particularmente críticas: crianças com menos de 10 anos participavam de crimes graves, com uso de armas e drogas. A maioria dos habitantes era composta de imigrantes não ocidentais, principalmente muçulmanos.

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Genocídio Armênio: Violenta Repressão da Turquia

por Uzay Bulut  •  7 de Junho de 2018

  • O genocídio cristão na Turquia otomana durou 10 anos, de 1913 a 1923, visando armênios, gregos, assírios e demais cristãos. Resultou no aniquilamento de cerca de três milhões de pessoas. Lamentavelmente a agressão turca contra os armênios remanescentes continua.

  • Segundo o mito turco, na verdade foram os "traiçoeiros" armênios que perseguiam os turcos e os turcos agiam em legítima defesa para se livrarem dos armênios assassinos. Uma alegação turca amplamente difundida: "eles mereceram".

  • As mentiras e a propaganda estatal, que responsabilizam as vítimas pelo seu próprio aniquilamento, são o que permitem a incessante perseguição turca em curso contra os armênios remanescentes do país, incluindo a transformação de suas igrejas em mesquitas e a escavação de túmulos e igrejas armênios por caçadores de tesouros atrás de ouro.

Civis armênios, escoltados por soldados otomanos, marcham em Harput a caminho da prisão próxima a Mezireh (hoje Elazig) em abril de 1915. (Imagem: Cruz Vermelha Americana/Wikimedia Commons)

O ato público em memória ao Genocídio Armênio que ocorre anualmente, organizado pelo seção de Istambul da Associação de Direitos Humanos da Turquia (IHD) e pelo Movimento Popular Antirracista Europeu (EGAM), programado para 24 de abril, que ocorria todos os anos desde 2005, foi proibido pela polícia, que confiscou faixas e cartazes sobre o genocídio e realizou checagem de antecedentes criminais dos participantes. Três ativistas dos direitos humanos foram detidos e em seguida liberados.

Em entrevista exclusiva concedida ao Gatestone Institute, Ayşe Günaysu, ativista da Comissão Contra o Racismo e Discriminação da IHD, disse que "a caminho da delegacia, os detidos foram obrigados a ouvir músicas racistas com palavras hostis sobre os armênios".

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