Últimas Análises e Comentários

Alemanha: Polícia Chechena da Sharia Aterroriza Berlim

por Soeren Kern  •  18 de Julho de 2017

  • Ameaças de violência contra as mulheres "errantes" são vistas como "atos de patriotismo".

  • "Eles vieram para a Alemanha porque queriam viver na Alemanha, mas continuam se empenhando em transformar o país em uma nova Chechênia com seus costumes medievais." — Assistente social entrevistado pela organização de mídia independente em idioma russo Meduza.

  • "A atenção de todos está voltada para os sírios, mas os chechenos compõem o grupo mais perigoso. Não estamos dando a devida atenção a isso." — Polícia de Frankfurt (Oder).

Os chechenos disseram em entrevistas que as expectativas de comportamento são mais rígidas e rigorosas entre os emigrantes chechenos que estão na Alemanha do que os que estão na própria Chechênia - "uma competição de honradez". As ameaças de violência contra mulheres "errantes" são vistas como "atos de patriotismo". Foto acima: Uma professora voluntária (à esquerda) dá aula do idioma alemão a uma candidata a asilo da Chechênia, em 10 de novembro de 2015, em Berlim, Alemanha. (Foto: Sean Gallup/Getty Images)

Cerca de cem islamistas já estão empregando abertamente a Lei Islâmica (Sharia) nas ruas de Berlim, de acordo com a polícia local que está investigando uma nova série de ataques violentos na capital alemã.

A autoproclamada polícia da moralidade é composta de salafistas da Chechênia, região muçulmana predominantemente sunita na Rússia. Os justiceiros ameaçam usar de violência para intimidar migrantes chechenos a não se integrarem à sociedade alemã. Eles também estão promovendo a criação de um sistema jurídico islâmico paralelo na Alemanha. As autoridades alemãs, ao que tudo indica, são incapazes de detê-los.

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Crise Migratória na Europa: Panorama Visto da Europa Central

por Soeren Kern  •  17 de Julho de 2017

  • Muitos dos assim chamados candidatos a asilo têm se recusado a mudar para a Europa Central e Oriental porque os benefícios financeiros não são tão magnânimos quanto os da França, Alemanha e Escandinávia. Além disso, centenas de migrantes que foram transferidos para a Estônia, Letônia e Lituânia, classificados como países mais pobres da UE, fugiram para a Alemanha e demais países mais ricos do bloco.

  • "Se faz necessário realçar de forma contundente e direta: isso constitui um ataque contra a Europa, contra a nossa cultura, contra as nossas tradições." — Primeira Ministra da Polônia Beata Szydło.

  • "Acredito que temos o direito de decidir que não queremos um grande número de muçulmanos em nosso país. Essa é uma experiência histórica para nós." — Viktor Orbán, Primeiro Ministro da Hungria, referindo-se à ocupação da Hungria pelo Império Otomano de 1541 a 1699.

Em um discurso proferido em 24 de maio, a primeira-ministra da Polônia, Beata Szydło ressaltou que seu país não será chantageado pelos líderes da União Europeia: "não tomaremos parte da loucura da elite de Bruxelas... Isso constitui um ataque contra a Europa, contra a nossa cultura, contra as nossas tradições. (Imagem ilustrativa: Parlamento Europeu/Flickr)

A União Europeia entrou com uma ação na justiça contra a República Checa, Hungria e Polônia por não cumprirem uma determinação polêmica de acolher milhares de migrantes da África, Ásia e Oriente Médio.

O assim chamado procedimento de infração, que autoriza a Comissão Europeia, o poderoso braço executivo da União Europeia, a processar estados membros considerados não cumpridores de suas obrigações segundo a legislação da UE, poderia levar a gigantescas penalidades financeiras.

A polêmica remonta a setembro de 2015, quando, no auge da crise migratória na Europa, os estados membros da UE aprovaram, com uma margem apertada de votos, a transferência de 120 mil "refugiados" da Itália e da Grécia para outras regiões do bloco. Isso fora o contingente de outro plano de redistribuição de julho de 2015 de 40 mil migrantes daqueles dois países.

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A Incessante Encenação das Mentiras Palestinas

por Bassam Tawil  •  12 de Julho de 2017

  • A atual política da liderança da Autoridade Palestina é evitar alienar a administração Trump, fazendo de conta que Abbas e seus cupinchas estão empenhados seriamente em alcançar a paz com Israel. É por esta razão que os representantes de Abbas estão pisando em ovos para não criticar Trump nem seus enviados.

  • Quando Israel não concorda em aceitar a lista de exigências, os palestinos acusam o país de "destruir" o processo de paz. Pior do que isso, os palestinos usarão esta acusação como desculpa para redobrar os ataques terroristas contra os israelenses. A reivindicação palestina, como sempre, será a de que eles estão sendo forçados a recorrer ao terrorismo em face ao fracasso de mais um processo de paz patrocinado pelos EUA.

  • Não há dúvida que Abbas não tem condições de mostrar aos enviados americanos que ele não foi incumbido pelo seu povo para dar um passo na direção da paz com Israel. Abbas sabe, mesmo que os representantes americanos não saibam, que um movimento nessa direção acabaria com sua carreira e possivelmente com a sua vida. Abbas também não quer entrar para a história palestina como o líder traidor que "se vendeu aos judeus". Além disso, mais tarde poderá surgir alguém e dizer, com toda razão, que como Abbas excedeu seu mandato legítimo no cargo, qualquer acordo feito por ele é ilegal e ilegítimo.

Jared Kushner (à esquerda), assessor sênior do presidente dos EUA, Donald Trump, no encontro com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, em 21 de junho de 2017 em Ramala. (Foto: Thaer Ghanaim/PPO da agência Getty Images)

Os enviados Jason Greenblatt e Jared Kushner dos Estados Unidos, que se encontraram nesta semana em Jerusalém e em Ramala com funcionários do alto escalão de Israel e da Autoridade Palestina (AP) com o objetivo de viabilizar a retomada do processo de paz, descobriram o que os enviados anteriores americanos ao Oriente Médio constataram nas últimas duas décadas - que a AP não mudou, não tem como mudar e que não vai mudar.

No encontro em Ramala com o presidente da AP, Mahmoud Abbas, os dois emissários americanos foram informados que os palestinos não aceitarão nada que não seja um estado independente na fronteira pré-1967 tendo como capital Jerusalém Oriental.

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A Troca de População está em Curso na Europa

por Giulio Meotti  •  2 de Julho de 2017

  • Os traficantes de pessoas trazem os migrantes para os navios das ONGs, que em seguida são enviados aos portos italianos. Outro inquérito foi instaurado no tocante aos interesses econômicos da máfia na gestão dos migrantes após a sua chegada.

  • Não tem como se comparar os migrantes aos judeus que fugiam do nazismo. O Papa Francisco, por exemplo, comparou recentemente os centros para migrantes aos "Campos de concentração nazistas". Onde estão as câmaras de gás, as "experiências" médicas, os crematórios, o trabalho escravo, as marchas forçadas e os pelotões de fuzilamento? Essas comparações são divulgadas pela mídia por uma razão bem precisa: dar fim ao debate.

  • Por volta de 2065 estima-se que chegarão 14,4 milhões de migrantes. Somando-se a esse número mais de 5 milhões de imigrantes que se encontram atualmente na Itália, estima-se que 37% da população sejam estrangeiros: mais de um em cada três habitantes.

Um barco de madeira transportando migrantes espera ser escoltado para o navio Topaz Responder, enquanto membros da Migrant Offshore Aid Station fazem uma operação de resgate no mar em 21 de novembro de 2016 em Pozzollo, Itália. (Foto de Dan Kitwood/Getty Images)

Primeiro foi a rota húngara. Em seguida a rota dos Bálcãs. Agora a Itália é o epicentro do terremoto demográfico, tornando-se o ponto fraco da Europa à medida que centenas de milhares de migrantes chegam ao continente.

Com a recente chegada de praticamente 10 mil migrantes em um espaço de tempo de três dias, o número de migrantes aportados em 2017 excedeu 60 mil - 48% a mais do que no mesmo período do ano passado, quando somavam 40 mil. No fim de semana da Páscoa foi registrado o recorde de 8 mil migrantes resgatados no Mediterrâneo e levados para a Itália. Esse quadro é apenas a ponta do iceberg: durante o verão, o número de chegadas da Líbia se intensificará ainda mais.

Uma troca de população está em curso na Itália. Mas se você abrir os principais jornais dificilmente verá esses dados. Nenhuma rede de TV reservou um tempinho para mostrar o que está acontecendo. Não é permitida nenhuma crítica. A invasão é considerada um fato consumado.

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Alemanha: Crimes Sexuais Perpetrados por Migrantes Dobram em um Ano

por Soeren Kern  •  27 de Junho de 2017

  • O caso de Eric X. e de sua vítima de estupro de 23 anos expuseram, mais uma vez, o fracasso sistêmico das autoridades alemãs de fazer valer a lei e garantir a segurança pública: fracasso em proteger as fronteiras, fracasso em checar a entrada de migrantes, fracasso em processar e prender criminosos, fracasso em deportar candidatos a asilo rejeitados e fracasso da polícia de levar a sério a crise de estupros perpetrados por migrantes que está engolindo a Alemanha.

  • O problema de crimes sexuais perpetrados por migrantes na Alemanha tem se exacerbado devido ao sistema jurídico leniente, no qual os criminosos recebem sentenças relativamente leves, mesmo em caso de crimes graves. Em muitos casos, indivíduos que são detidos por crimes sexuais são liberados após um interrogatório da polícia. Esta prática permite que os suspeitos criminais continuem cometendo crimes com virtual impunidade.

  • Em Berlim, um tribunal absolveu um turco de 23 anos de idade do crime de estupro porque a vítima não conseguiu provar que não consentiu o ato. O tribunal ouviu o depoimento de como o homem prendeu a cabeça da mulher entre as barras de aço da cabeceira da cama e a violentou repetidamente por mais de quatro horas. A mulher gritou "pare" resistindo, arranhando as costas do agressor, mas em um determinado momento ela parou de resistir. O tribunal perguntou: "será que o réu pensou que você estava de acordo?".

Alguns dos dois milhões de migrantes da África, Ásia e Oriente Médio cuja entrada na Alemanha foi autorizada pela chanceler Angela Merkel chegando ao país, via Áustria, em 28 de outubro de 2015, perto de Wegscheid. (Foto de Johannes Simon/Getty Images)

Dois policiais alemães foram removidos de suas funções por não terem prestado assistência adequada de emergência a uma mulher que acabara de ser estuprada por um migrante em Bonn.

A falta de providências dos policiais aumentou ainda mais o temor de que as autoridades alemãs não estão levando a sério a crise de estupros na qual milhares de mulheres e crianças alemãs estão sendo atacadas sexualmente, desde que a chanceler Angela Merkel permitiu a entrada de cerca de dois milhões de migrantes da África, Ásia e Oriente Médio.

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Os Jihadistas estão se Apoderando da Europa?

por Giulio Meotti  •  20 de Junho de 2017

  • Nos quatro países europeus mais visados pelos terroristas - Grã-Bretanha, França, Bélgica e Alemanha - o número oficial de extremistas atingiu 66.000. Isso configura um exército de verdade, na ativa.

  • Os frutos auferidos pelos terroristas saltam aos olhos: eles já desestabilizaram o processo democrático em diversos países europeus e estão elaborando os termos da liberdade de expressão. A conquista da Europa pelos jihadistas já não é algo inimaginável. Os extremistas islâmicos já estão colhendo os frutos do que plantaram: tiveram sucesso em derrotar Geert Wilders e Marine Le Pen, os dois únicos candidatos europeus que realmente queriam combater o Islã radical.

  • A Europa pode ser tomada da mesma maneira que o Estado Islâmico tomou boa parte do Iraque: aproximadamente um terço do território iraquiano.

Metade do contingente militar francês encontra-se envolvido em operações militares em solo francês. (Foto: Jeff J Mitchell/Getty Images)

"Sem que ninguém perceba, a Alemanha está formando um exército europeu sob seu comando", isso segundo alguns da mídia. Ao que tudo indica, a chanceler alemã Angela Merkel, após a troca de farpas com o presidente dos EUA Donald Trump, deseja investir, juntamente com a França, em um exército europeu.

No entanto, no momento, há somente um exército de verdade na Europa - o exército jihadista, como ficou demonstrado nos ataques terroristas que atingiram Londres em 3 de junho massacrando sete pessoas, apenas duas semanas depois da carnificina em Manchester.

Nos quatro países europeus mais visados pelos terroristas - Grã-Bretanha, França, Bélgica e Alemanha - o número oficial de extremistas atingiu 66.000. Isso configura um exército de verdade, na ativa.

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Alemanha: Onda de Assassinatos em Nome da Honra

por Soeren Kern  •  19 de Junho de 2017

  • O tribunal ouviu o depoimento de Amer K. como ele esfaqueou a mãe de seus três filhos, no peito e no pescoço mais de vinte vezes com uma faca de cozinha porque ele achava que ela queria se divorciar.

  • "Aí ele pega a faca e a enfia no peito dela que penetra no pericárdio e no músculo cardíaco. A segunda facada abre a cavidade abdominal esquerda. Nurettin B. então pega o machado. Com o lado do ângulo de corte da lâmina, ele acerta a cabeça fraturando o crânio dela. Na sequência ele pega a corda. Em uma extremidade ele faz um nó de forca ao redor do pescoço dela, amarra a outra extremidade ao engate de reboque da traseira de seu carro. Ele corre pelas ruas a 80 km/h até que a corda se rompe". — Procuradora do Estado Ann-Kristin Fröhlich, reconstituindo as ações do marido.

  • Em Ahaus, um candidato a asilo nigeriano de 27 anos esfaqueou até a morte uma mulher de 22 anos aparentemente por ela ter ofendido a sua honra por não aceitar namorar com ele.

A pitoresca cidade de Hamelin na Alemanha, cenário da execrável violência em nome da honra, quando o curdo turco de nome Nurettin B. cometeu tentativa de homicídio de uma das suas três esposas. (Imagem: Martin Möller/Wikimedia Commons)

O julgamento de um curdo que amarrou uma das suas três esposas à traseira de um carro e a arrastou pelas ruas de uma cidade da Baixa Saxônia chamou a atenção para um surto de violência ligado a assassinatos em nome da honra na Alemanha.

A violência em nome da honra - que vai do abuso emocional à violência física e sexual até o assassinato - é, via de regra, perpetrada por membros do sexo masculino contra mulheres, todos da mesma família, consideradas causadoras de vergonha àquela família ou clã.

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Aceitar o Terrorismo Islâmico como o Novo Normal?

por Nonie Darwish  •  8 de Junho de 2017

  • "O uso do terrorismo segundo essa doutrina", (Targhib wal tarhib "sedução e terrorismo") "é uma obrigação legítima da sharia." — Salman Al Awda, um dos principais xeques muçulmanos, no programa "Sharia e Vida" da TV Al Jazeera.

  • Partes do Tarhib ou seja, da "aterrorização", dessa doutrina é mostrar um exemplo cruel do que acontece com quem não cumpre os requisitos do islamismo. Essa é a razão pela qual países muçulmanos como a Arábia Saudita e o Irã e entidades como o ISIS intencionalmente realizam cerimoniais públicos de decapitações, flagelação e amputação de membros.

  • A jihad islâmica sempre contou com pessoas em terras conquistadas para que mais cedo ou mais tarde se rendessem, desistissem e aceitassem o terrorismo como parte da vida, como os desastres naturais, terremotos e inundações.

O novo normal? A polícia ajuda sobreviventes do atentado terrorista na London Bridge, 4 de junho de 2017. (Foto de Carl Court/Getty Images)

Quando ocorrem ataques terroristas, é comum ouvirmos da mídia Ocidental e da classe política que devemos aceitar os ataques terroristas como o "novo normal."

Para os cidadãos do Ocidente esta é uma frase perigosa.

A doutrina islâmica da jihad, expansão e Dawah (divulgação do Islã, proselitismo) dependem pesadamente do uso do terrorismo e da sedução. Targhib wal tarhib é uma doutrina islâmica que significa "seduzir (atrair) e aterrorizar" como ferramenta para a Dawah para conquistar nações e forçar os cidadãos a se sujeitarem à Lei Islâmica (Sharia). Isso equivale à manipulação das partes instintivas do cérebro com pressões opostas extremas de prazer e dor - recompensadoras e punições exemplares - para a lavagem cerebral para a aceitação do Islã.

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A Europa Dá o Troco com Velas e Ursinhos de Pelúcia

por Giulio Meotti  •  2 de Junho de 2017

  • A Europa ainda não se deu conta que o terror lançado contra as suas metrópoles é uma guerra e não um equívoco de algumas pessoas perturbadas que interpretaram mal a religião islâmica.

  • Mas aparentemente não estamos prontos a abandonar nossas diretrizes masoquistas que privilegiam o inimigo em vez de defender o nosso povo.

  • Parece que para a Europa o terrorismo islâmico não é real e tão somente uma breve interrupção de sua rotina. Lutamos contra o aquecimento global, a malária e a fome na África. E não estamos prontos para lutar pela nossa civilização? Já desistimos?

Velas e flores deixadas para trás após uma vigília na noite de 23 de maio de 2017 em Manchester na Inglaterra, realizada após o atentado suicida cometido por um terrorista islâmico que matou 22 pessoas na saída de um show na noite anterior. (Foto de Leon Neal/Getty Images)

O infindável e desolador quadro de perda de vidas humanas apresentado abaixo é o resultado do terrorismo islâmico em solo europeu:

Madri: 191. Londres: 58. Amsterdã: 1. Paris: 148. Bruxelas: 36. Copenhague: 2. Nice: 86. Estocolmo: 5. Berlim: 12. Manchester: 22. Esses dados não levam em conta as centenas de europeus massacrados no exterior: em Bali, Sousse, Dacar, Jerusalém, Sharm el Sheikh, Istambul.

Apesar das 567 vítimas do terrorismo, a Europa ainda não se deu conta do que está acontecendo. Só no primeiro semestre de 2017, foi realizado um ataque terrorista a cada nove dias em média na Europa. No entanto, não obstante esta ofensiva islamista, a Europa dá o troco com ursinhos de pelúcia, velas, flores, vigílias, hashtags no Twitter e charges.

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Manchester: A Europa Ainda Está "Chocada, Chocada"

por Judith Bergman  •  29 de Maio de 2017

  • Depois de tomarem conhecimento do ataque terrorista em Manchester, os políticos mais uma vez emitiram comunicados, conforme a já antiga rotina de estarem "chocados" e "abalados" com o resultado previsível de suas próprias políticas.

  • A manifestação mais assombrosa de todas foi a da chanceler alemã Angela Merkel que disse estar assistindo os acontecimentos em Manchester "com tristeza e horror" e que achava o ataque "incompreensível".

  • Toda vez que um líder europeu endossa publicamente o Islã como uma grande religião, a "religião da paz" ou afirma que a violência no Islã é uma "perversão de uma grande fé", apesar de incalculáveis provas em contrário, eles sinalizam de forma claríssima que a cada ataque devastador, o Ocidente está pronto para tomar mais uma pancada.

Um policial monta guarda nos arredores da Manchester Arena em 23 de maio de 2017, após o atentado suicida perpetrado por um terrorista islâmico que matou 22 pessoas que haviam ido ao show. (Foto: Dave Thompson/Getty Images)

Quando o ISIS atacou a Casa Noturna Bataclan em Paris em novembro de 2015, segundo suas próprias palavras, foi porque "centenas de pagãos se aglomeravam em um concerto de prostituição e imoralidade". Um ano antes, o ISIS havia banido todo e qualquer tipo de música por ela ser Haram (proibida). Inúmeros estudiosos do Islã defendem a ideia segundo a qual o Islã proíbe a música pecaminosa do Ocidente.

Dito isto, não deveria ter causado nenhuma surpresa os terroristas islâmicos terem atacado um concerto da cantora pop americana Ariana Grande em Manchester em 22 de maio. Além disso, o Departamento de Segurança Nacional dos EUA já havia alertado em setembro passado, que os terroristas estavam dirigindo o foco para concertos, eventos esportivos e passeios ao ar livre, porque esses lugares "frequentemente facilitam a realização de atentados, são simples de cometer com ênfase ao impacto econômico e causam um número enorme de baixas".

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O Ocidente Obcecado pelo Gênero se Prepara para a Ascensão do Islã

por Giulio Meotti  •  24 de Maio de 2017

  • Autoridades francesas impuseram aos alunos livros ridículos como Papai Usa Vestido. Seria engraçado se os anos seguintes não tivessem sido tão trágicos. O que de fato acabou com essas ilusões francesas foi o terrorismo islâmico.

  • O único inimigo que essas elites francesas conheciam eram os privilégios patriarcais, uma vez que para elas o "domínio" era empreendido somente pelos homens brancos europeus.

  • A obsessão com gênero é uma forma conveniente de desviar a atenção para evitar ter que enfrentar problemas mais complicados e menos agradáveis. Se o Ocidente não se comprometer em preservar as sociedades e os valores ocidentais, ele cairá. E seu progresso extraordinário será coberto pela escuridão, junto com todos os direitos de gênero.

(Imagem: Sara D. Davis/Getty Images)

Bem-vindo à "próxima fronteira da libertação" progressista, onde o problema mais urgente nas democracias ocidentais é o "machismo".

A Carolina do Norte sofreu um ano de boicotes, até vetar a lei do banheiro transgênero. No mês passado, a União Nacional dos Professores da Grã-Bretanha pediu ao governo para ensinar as crianças, a partir de dois anos de idade, as novas teorias dos transgêneros. Nova York apresentou recentemente a primeira "boneca trans As universidades americanas estão atormentadas com a histeria dos pronomes neutros. Até a National Geographic, em vez de escrever sobre leões e elefantes, começou a cobrir a "Revolução do Gênero". Uma das primeiras medidas anunciadas por Emmanuel Macron, já como presidente eleito da França, foi a de que ele nomearia funcionários de uma lista para que houvesse um número "igual de homens e mulheres".

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Líderes Europeus Estão Andando como Sonâmbulos para o Desastre

por Giulio Meotti  •  22 de Maio de 2017

  • Uma vez que os líderes da Europa não têm filhos, parece que eles não têm porque se preocupar com o futuro do continente.

  • "Os europeus hoje têm pouca vontade de ter filhos, de lutar por si ou até mesmo de defender seu ponto de vista em uma discussão". — Douglas Murray, no jornal The Times.

  • "Nos encontrarmos a nós mesmos se torna mais importante do que construir um mundo" — Joshua Mitchell.

Viver o aqui e agora: os líderes mais importantes da Europa não têm filhos, entre eles estão a chanceler alemã Angela Merkel (à esquerda) e Mark Rutte (à direita), primeiro-ministro da Holanda. (Imagem: Ministro-presidente Rutte/Flickr)

Nunca houve tantos políticos sem filhos governando a Europa como nos dias de hoje. Eles são modernos, de mente aberta, multiculturais e sabem que "tudo termina com eles". No curto prazo não ter filhos é um alívio, já que significa não gastar dinheiro com a família, sem sacrifícios e ninguém para se queixar sobre as consequências futuras. Conforme consta em uma pesquisa investigativa financiada pela União Europeia: "sem filhos, sem problemas!".

Ser mãe ou pai, no entanto, significa que se aposta, de forma legítima, no futuro do país que se governa. Os líderes mais importantes da Europa não estão deixando filhos.

Os líderes mais importantes da Europa não têm filhos: a chanceler alemã Angela Merkel, o primeiro-ministro holandês Mark Rutte e o candidato francês à presidência Emmanuel Macron. A lista continua com o primeiro-ministro sueco Stefan Löfven, o primeiro-ministro luxemburguês Xavier Bettel e o primeiro-ministro escocês Nicola Sturgeon.

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Alemanha Confisca Moradias para Alojar Migrantes
"A pesada agressão aos direitos de propriedade"

por Soeren Kern  •  16 de Maio de 2017

  • Em uma medida sem precedentes, as autoridades de Hamburgo confiscaram seis unidades residenciais no distrito de Hamm, perto do centro da cidade. Um agente administrativo nomeado pela prefeitura está reformando as propriedades para posteriormente alugá-las - contra a vontade do proprietário - aos inquilinos escolhidos por ela. A porta-voz do distrito Sorina Weiland salientou que todos os custos da reforma serão cobrados do proprietário daquelas propriedades.

  • Medidas semelhantes de expropriação foram propostas em Berlim, capital alemã, mas subsequentemente abandonadas porque foram consideradas inconstitucionais.

  • Há alemães se perguntando o que os espera: as autoridades limitarão o máximo de espaço vital por pessoa e forçarão aqueles com apartamentos espaçosos a compartilhá-los com estranhos?

Hamburgo, Alemanha. (Imagem: Morris MacMatzen/Getty Images)

Autoridades de Hamburgo, a segunda maior cidade da Alemanha, começaram a confiscar moradias particulares para mitigar a sua carência - carência esta agudamente agravada pela decisão da chanceler Angela Merkel de permitir a entrada de mais de dois milhões de migrantes no país nos últimos anos.

Desde o final de 2015, autoridades municipais estão se assenhorando de imóveis comerciais, convertendo-os em abrigos para migrantes, quando Merkel abriu as fronteiras alemãs para centenas de milhares de migrantes da África, Ásia e Oriente Médio. Agora, no entanto, a cidade está expropriando unidades residenciais de propriedade de cidadãos comuns.

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Europa: Mais Migrantes Chegando
"De oito a dez milhões de migrantes ainda estão a caminho".

por Soeren Kern  •  12 de Maio de 2017

  • "Considerando a ordem pública e a segurança interna, eu simplesmente preciso saber quem está vindo para o nosso país", Ministro do Interior Austríaco Wolfgang Sobotka.

  • A Turquia parece determinada a inundar a Europa com migrantes, qualquer que seja a situação: com a permissão da Europa por meio da livre movimentação, isenta de vistos ou então sem a permissão da Europa, como retribuição por não terem providenciado a isenção de vistos.

  • A maioria esmagadora dos migrantes que aportam na Itália é de migrantes econômicos em busca de uma vida melhor na Europa. Aparentemente apenas um número muito reduzido é realmente formado de candidatos a asilo legítimos ou refugiados de zonas de guerra.

  • O diretor do Escritório das Nações Unidas em Genebra, Michael Møller, alertou que a Europa deve se preparar para a chegada de milhões de migrantes da África, Ásia e Oriente Médio.

Em fevereiro de 2016 o presidente turco Recep Tayyip Erdoğan (esquerda) já havia ameaçado enviar milhões de migrantes para a Europa. "Temos condições de abrir as portas para a Grécia e para a Bulgária a qualquer momento e também temos condições colocar os refugiados em ônibus", salientou ele ao Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker (direita). (Imagem: gabinete do presidente turco).

A União Europeia instou seus estados membros a levantarem o controle de fronteiras - introduzido no auge da crise migratória em Setembro de 2015 - nos próximos seis meses.

A volta das fronteiras abertas, o que permitiria a livre movimentação sem necessidade de passaporte por toda a UE, surge justamente quando o número de migrantes que estão atravessando o Mediterrâneo continua aumentando e quando as autoridades turcas estão ameaçando voltar atrás no tocante às fronteiras, que diminuiu o fluxo de migrantes da Turquia para a Europa.

Analistas contrários à medida dizem que a suspensão do controle de fronteiras a esta altura poderá desencadear uma nova e ainda maior crise migratória, incentivando milhões de novos migrantes da África, Ásia e Oriente Médio a se encaminharem para a Europa. Isso também permitirá que jihadistas cruzem as fronteiras europeias para realizarem atentados quando e onde quiserem, sem serem detectados.

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Conselhos da Sharia e Abuso Sexual na Grã-Bretanha

por Khadija Khan  •  7 de Maio de 2017

  • Por pior que possa parecer há um lado ainda mais sombrio nessa história: segundo a Lei Islâmica (Sharia), o segundo marido não tem nenhuma obrigação de conceder um divórcio rápido à esposa - o que lhe permite mantê-la como virtual escrava sexual pelo tempo que ele bem entender.

  • Se alguém perguntar se tudo isso está em conformidade com a lei britânica, a resposta é: não está.

  • A ONG Muslim Women's Network, sediada no Reino Unido, elaborou uma carta aberta - com 100 assinaturas - ao Governo Britânico e à Comissão Especial para Assuntos Internos exigindo que o Conselho da Sharia seja investigado e delibere se suas práticas estão em conformidade com a lei britânica. O Conselho da Sharia respondeu declarando que a carta é "islamofóbica", acusando a Muslim Women's Network de ser uma organização antimuçulmana.

  • É a lei britânica, não a Lei Islâmica (Sharia) que protege pessoas e casais muçulmanos, assim como a outro cidadão qualquer. Contrário ao que os defensores desta farsa dizem, o tormento das muçulmanas deve ser tratado como uma questão de direitos humanos.

Haitham al-Haddad é um juiz britânico do conselho da sharia e membro do conselho de assessores do Conselho da Sharia islâmica. Quanto à forma de tratar os casos de violência doméstica, ele declarou em uma entrevista: "um homem não deve ser questionado quanto à motivação dele ter espancado a sua mulher porque se trata de uma questão entre o casal. Deixe-os em paz. Eles têm condições de cuidarem de seus próprios problemas". (Imagem: captura de tela de vídeo Channel 4)

O último escândalo no tocante à exploração sexual de muçulmanas por líderes religiosos islâmicos no Reino Unido é mais uma evidência da maneira com que a Grã-Bretanha faz vista grossa às execráveis práticas que estão acontecendo bem debaixo de seu nariz.

Uma investigação conduzida pela BBC na "halala" − ritual que permite que uma muçulmana divorciada se case novamente com seu ex-marido, casando primeiramente com outro homem, consumando a união e em seguida sendo divorciada por ele - revelou que os imãs na Grã-Bretanha não só estão incentivando essa prática como também lucrando financeiramente com ela. Esta depravação fez com que muitas dessas mulheres estejam sendo mantidas reféns, literal e figurativamente, a homens que são pagos para se tornarem seu segundo marido.

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