Últimas Análises e Comentários

A Guerra Cultural do Islamismo Visa a Indústria Multibilionária da Beleza

por Shireen Qudosi  •  25 de Abril de 2017

  • O infindável jogo dos muçulmanos ocidentais, aqueles que são avessos aos valores ocidentais, foi pouco afetado pela mudança do cenário político. Eles já tinham feito a transição para uma nova arena: a cultura.

  • "A moda é uma forma de extravasamento que possibilita começar essa mudança cultural na sociedade de hoje para normalizar a hijab nos Estados Unidos". — Melanie Elturk, CEO da Haute Hijab.

  • A bela Nura Afia se apresentando em uma campanha de publicidade é uma alternativa muito mais atraente e amigável ao consumidor do que Nihad Awad do CAIR ou das complexidades políticas da Irmandade Muçulmana. O rosto mudou, mas a mensagem continua a mesma.

  • Aí estão as duas faces de pensamento islamista, um ressalta o mito da paz, ao mesmo tempo em que, secretamente, bane vozes dissidentes como ignorantes, racistas ou preconceituosas. Enquanto isso, a CoverGirl e outras marcas defendem a hijab como novo padrão de beleza, ignorando suas origens extremamente grotescas.

Esquerda: burquíni de lã estampado da Marks & Spencer. Direita: traje da Coleção Abaya e Hijab da Dolce & Gabbana.

Ao término de 2016 muitos estavam angustiados após uma determinante eleição presidencial entre (Clinton), que representava o status quo e (Trump), visto como prenúncio de uma decisiva vitória contra o Islã radical. Para muitos muçulmanos havia uma terceira opção. Desmotivados com respeito às novas ondas da eleição, o infindável jogo dos muçulmanos ocidentais, aqueles que são avessos aos valores ocidentais, foi pouco afetado pela mudança do cenário político. Eles já tinham feito a transição para uma nova arena: a cultura.

Em 2016, Dolce e Gabbana, a marca em voga da elite lançou a "Coleção Abaya e Hijab". Meses mais tarde, a New York Fashion Week, Meca da moda, sediou o primeiro desfile com modelos vestidos com hijabs, de cima a baixo.

A influência islamista já usa a cultura ocidental para solidificar os valores islamistas nos círculos mais cobiçados da sociedade: moda e beleza.

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Palestinos: Greve de Fome ou Cortina de Fumaça?

por Bassam Tawil  •  20 de Abril de 2017

  • É parte integrante da estratégia palestina solapar, isolar, deslegitimar e destruir Israel.

  • Não é só o Presidente Mahmoud Abbas da Autoridade Palestina que está em apuros. Marwan Barghouti também sabe muito bem que não é bom lavar roupa suja em público. Então o que fazer? A tradicional tática diversionária: dirigir a fúria contra Israel.

  • Desprovido de seus artifícios ocidentais, a "greve de fome" de Barghouti é na realidade uma briga entre Abbas e outro pretendente ao trono da Fatah. E mais uma vez, Israel - o estado que hipoteticamente "maltrata" tanto os terroristas palestinos encarcerados - paga o pato.

A greve de fome iniciada pelo terrorista palestino Marwan Barghouti, atualmente atrás das grades (à esquerda) visa o presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas (à direita). Os partidários de Barghouti acusam Abbas e seus aliados de botarem para escanteio o líder da Fatah procurando "enterrá-lo".

Os palestinos têm um velho hábito de acerto de contas internas desviando a atenção de seus descontentamentos e violência contra Israel. Esta prática é inequívoca àqueles que têm acompanhado os desdobramentos na arena palestina nas últimas décadas. É parte integrante da estratégia palestina solapar, isolar, deslegitimar e destruir Israel.

Aqueles menos habituados com as táticas e a cultura palestina, no entanto, têm certa dificuldade de compreender a mentalidade palestina. Autoridades de Washington, Londres, Paris e demais capitais ocidentais raramente se encontram com o "cidadão comum" palestino que representa a autêntica voz dos palestinos.

Essas autoridades se encontram com políticos e acadêmicos palestinos de Ramala - os "especialistas" que na realidade não passam de trapaceiros. Esses palestinos por sua vez compreendem perfeitamente a mentalidade ocidental e a usam para fazerem de gato e sapato as autoridades do Ocidente.

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Geert Wilders e o Suicídio da Europa

por Guy Millière  •  19 de Abril de 2017

  • Os discursos de Wilders não incitam a violência contra ninguém. A violência a sua volta está direcionada apenas contra ele.

  • O único a abordar estes problemas é Geert Wilders. Líderes políticos holandeses e a maioria dos jornalistas aparentemente preferem afirmar que Geert Wilders é que é o problema, que se não fosse ele estes problemas não existiriam.

  • O que os adeptos deste ponto de vista, de que o Ocidente é culpado, "esquecem" é que o Islã oprimiu por muito tempo o Ocidente: os exércitos muçulmanos conquistaram a Pérsia, o Império Bizantino Cristão, o Norte da África e o Oriente Médio, a Espanha, a Grécia, a Hungria, a Sérvia e os Bálcãs e praticamente toda a Europa Oriental. Os exércitos muçulmanos eram uma ameaça constante até que as saqueadoras tropas otomanas foram finalmente repelidas nas Portas de Viena em 1683.

Em 2004 o terrorista marroquino/holandês Mohammed Bouyeri (à esquerda), baleou e matou o cineasta Theo van Gogh (à direita) e em seguida o esfaqueou e cortou sua garganta.

Mesmo se o político holandês Geert Wilders tivesse vencido as eleições e mesmo se o Partido da Liberdade (PVV) por ele fundado há onze anos tivesse se tornado o principal partido do país, ele não teria condições de ser o chefe de governo. Os dirigentes dos demais partidos políticos afirmaram que rejeitariam qualquer aliança com ele, de lá para cá eles continuam mantendo este posicionamento.

Por anos a fio a grande mídia holandesa disseminou ódio e difamação contra Wilders por ele tentar avisar o povo holandês - e a Europa - a respeito de seu futuro se ela continuar com as correntes políticas de imigração. Em contrapartida, em dezembro passado, um painel de três juízes o consideraram culpado de "incitamento à discriminação". Jornais e políticos de toda a Europa o descrevem, incessantemente, como um homem perigoso e um incendiário de direita. Às vezes eles o chamam de "fascista".

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O Islã, não o Cristianismo Permeia a Europa

por Giulio Meotti  •  16 de Abril de 2017

  • Ao que tudo indica são jihadistas que estão tomando de assalto a liberdade e as democracias seculares.

  • O pregador mais destacado do Islã sunita Yusuf al Qaradawi declarou que chegará o dia em que, assim como Constantinopla, Roma será islamizada.

  • É o Islã, não o cristianismo que agora permeia a paisagem e a imaginação da Europa.

Centenas de muçulmanos participam de um serviço de religião em massa ao lado do Coliseu de Roma, em 21 de outubro de 2016. (Imagem: captura de tela de vídeo Ruptly)

Segundo Steve Bannon, estrategista do presidente dos EUA, Donald Trump, o "Ocidente judaico-cristão está entrando em colapso, implodindo. E está implodindo bem diante de nossos olhos. E a reação será abismal".

A impotência e a fragilidade da nossa civilização também está assombrando muitos europeus.

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Escalada da Morte da França

por Guy Millière  •  12 de Abril de 2017

  • Em 1990 a "Lei Gayssot" foi aprovada estipulando a "proibição de qualquer discriminação com base na etnia, nação, raça ou religião". Desde então a lei vem sendo usada para criminalizar qualquer crítica sobre a delinquência árabe e africana, qualquer indagação sobre a imigração do mundo muçulmano, qualquer análise negativa sobre o Islã. Muitos escritores foram multados e a maioria dos livros "politicamente incorretos" que tratavam desses tópicos desapareceu das livrarias.

  • O governo francês pediu que a mídia obedecesse a "Lei Gayssot". Ele também pediu que os livros de história fossem reescritos para acomodarem capítulos sobre os crimes cometidos pelo Ocidente contra os muçulmanos e sobre a "essencial contribuição" do Islã para a humanidade. Atualmente todos os livros de história são "islamicamente corretos".

  • Nos hospitais, os muçulmanos estão pedindo cada vez mais para serem tratados apenas por médicos muçulmanos, se recusando a deixarem suas esposas serem tratadas por médicos do sexo masculino.

A polícia observa enquanto um carro, que foi destruído pelos vândalos em um subúrbio de Paris, é removido em 13 de fevereiro de 2017. (Imagem: captura de tela de vídeo Ruptly)

02 de fevereiro de 2017: uma "zona proibida" nos subúrbios da região oriental de Paris. Policiais rondam as imediações, ouvem gritos. Eles decidem verificar o que está acontecendo. Enquanto isso um jovem os insulta. Eles resolvem detê-lo. Ele começa a espancá-los. Tem início uma confusão. Ele acusa um policial de tê-lo estuprado com um cassetete. Um inquérito policial logo determina que o jovem não foi estuprado. Mas é tarde demais, o mal já havia se instalado.

Sem mais delongas, o ministro do interior francês ressalta que os policiais "extrapolaram". Ele ainda acrescenta que "a má conduta policial deve ser condenada". O presidente francês François Hollande vai ao hospital para manifestar seu apoio ao jovem. O presidente diz que agiu de "maneira digna e responsável". No dia seguinte organiza-se, apressadamente, uma manifestação de protesto contra a polícia. A manifestação se transforma em quebra-quebra.

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Londonistão: 423 Novas Mesquitas, 500 Igrejas Fechadas

por Giulio Meotti  •  9 de Abril de 2017

  • Os multiculturalistas britânicos estão alimentando o fundamentalismo islâmico. Os muçulmanos não precisam se tornar maioria no Reino Unido, eles precisam apenas islamizar gradualmente as principais cidades. A mudança já está acontecendo.

  • Personalidades britânicas continuam abrindo a porta para a introdução da sharia. Um dos principais juízes da Grã-Bretanha, Sir James Munby, ressaltou que o cristianismo não influencia mais os tribunais e que os tribunais devem ser multiculturais - ou seja: mais islâmicos. Rowan Williams, ex-arcebispo de Canterbury e o Chefe de Justiça Lord Phillips também sugeriram que a lei britânica deveria "incorporar" elementos da Lei Islâmica (Sharia).

  • As universidades britânicas também estão promovendo a lei islâmica. As diretrizes acadêmicas "alto-falantes externos em instituições de ensino superior", estabelecem que 'grupos religiosos ortodoxos' podem separar homens e mulheres durante os eventos. Na Queen Mary University of London, as mulheres tiveram que usar uma entrada separada e foram obrigadas a sentar em uma sala sem poderem fazer perguntas ou levantar as mãos, igualzinho ao que acontece em Riad e em Teerã.

Milhares de muçulmanos participam de um culto ao ar livre em Birmingham, Inglaterra, 6 de Julho de 2016. (Imagem: captura de tela de vídeo Ruptly)

"Londres é mais islâmica do que muitos países muçulmanos juntos", de acordo com Maulana Syed Raza Rizvi, um dos pregadores islâmicos que lideram o "Londonistão", nome dado pela jornalista Melanie Phillips à capital inglesa. Não, Rizvi não é um extremista de direita. Wole Soyinka, Prêmio Nobel de Literatura, foi menos cortês, ele chamou o Reino Unido de "fossa dos islamistas".

"Os terroristas não suportam o multiculturalismo de Londres", ressaltou o prefeito da cidade Sadiq Khan após o recente ataque terrorista que deixou mortos e feridos em Westminster. A verdade é o inverso: os multiculturalistas britânicos estão alimentando o fundamentalismo islâmico. Acima de tudo, Londonistão, com suas 423 novas mesquitas, está sendo construído sobre as tristes ruínas do cristianismo inglês.

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O verdadeiro Hamas: Lamento, Pessoal!

por Bassam Tawil  •  5 de Abril de 2017

  • O Hamas afirma, dia e noite, em árabe, a verdadeira história. Na realmente, os oficiais do Hamas são muito claros e diretos quando se dirigem ao seu povo em árabe. No entanto, alguns analistas ocidentais e israelenses não querem ser incomodados pelos fatos.

  • Certos relatos sugerem que os líderes do Hamas Khaled Mashaal e Ismail Haniyeh são os que pressionam para que haja mudanças no estatuto do movimento. No entanto, mesmo que Mashaal e Haniyeh tenham êxito em sua missão, não há nenhuma garantia de que o braço armado do Hamas concorde com isso.

  • O Hamas também negou que tenha a intenção de cortar seus laços com a Irmandade Muçulmana. "Os relatos têm como objetivo prejudicar a imagem do Hamas aos olhos do mundo", esclareceu um alto funcionário do Hamas. Ele também negou que o Hamas estivesse planejando abandonar a luta armada contra Israel em favor de uma "resistência" popular pacífica.

Milicianos armados do Hamas em uma parada com um lançador de foguetes montado em um veículo em Gaza, agosto de 2016. (Imagem: captura de tela de vídeo PressTV)

O que o Hamas quer dizer quando diz que "aceita" um estado palestino independente na Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental, sem reconhecer o direito de Israel de existir?

É um sinal de moderação e pragmatismo por parte do movimento terrorista extremista islâmico? Ou é apenas mais uma artimanha destinada a enganar a todos, especialmente os ocidentais crédulos a acreditarem que o Hamas abandonou a estratégia de destruir Israel em favor de uma solução de dois Estados?

Relatos recentes sugerem que o Hamas está se preparando para "declarar um estado palestino baseado nas fronteiras de 1967".

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Intelectuais e Antissemitismo: A Tradição Milenar
Manfred Gerstenfeld entrevista Robert Wistrich

por Manfred Gerstenfeld  •  3 de Abril de 2017

Robert Wistrich

Até a sua morte em 2105 o Professor Robert Wistrich ocupou a Cadeira Neuberger de História Europeia e História Judaica Moderna na Universidade Hebraica de Jerusalém e foi Diretor do Centro Internacional de Estudos sobre o Antissemitismo da Universidade Vidal Sassoon.

"O antissemitismo que grassava na elite intelectual da antiguidade pagã começou em Alexandria há mais de 2.000 anos. Este tipo de antissemitismo - particularmente aquele existente nas culturas mais elevadas, ou seja: Egito, Grécia e Roma - tinha como foco as questões que pareciam ter uma ressonância perene. Em especial a acusação de que os judeus eram antissociais. Eles não comiam nem bebiam como seus vizinhos como era costume do ethos Mediterrâneo. Esta acusação milenar de exclusivismo e isolacionismo dos judeus forneceu uma infraestrutura sobre a qual inúmeras acusações mais graves foram sendo elaboradas ao longo dos milênios.

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Eleições Francesas: Revolução Populista ou Status Quo?

por Soeren Kern  •  2 de Abril de 2017

  • "Se a bolha Macron não estourar, poderá pressagiar o realinhamento, não apenas da política francesa, mas das políticas ocidentais em geral, longe da divisão esquerda/direita que definiu a política ocidental desde a Revolução Francesa, em direção da divisão entre o povo e as elites". — Pascal-Emmanuel Gobry, analista político francês.

  • "Esta divisão não é mais entre a esquerda e a direita, mas entre patriotas e globalistas". — Marine Le Pen, candidata à presidência da França.

Na atual campanha eleitoral presidencial francesa, Marin Le Pen (direita) é a candidata da mudança, anti-establishment e Emmanuel Macron (esquerda) é o candidato status quo, pró-establishment. (Imagem: captura de tela de vídeo LCI)

O pontapé inicial na eleição presidencial da França foi dado em 18 de março, quando o Conselho Constitucional anunciou que um total de onze candidatos irão se enfrentar na corrida para o mais alto cargo político do país.

A eleição está sendo observada de perto na França e em outros países como indicador do descontentamento popular em relação aos partidos políticos tradicionais e em relação à União Europeia, bem como em relação ao multiculturalismo e à contínua migração em massa do mundo muçulmano.

O primeiro turno da votação será realizado em 23 de abril. Se nenhum candidato atingir a maioria absoluta dos votos, os dois primeiros vencedores do primeiro turno se enfrentarão no segundo turno em 7 de maio.

Se a eleição fosse realizada hoje, o candidato "progressista" independente Emmanuel Macron, que nunca ocupou nenhum cargo eletivo, se tornaria o próximo presidente da França, de acordo com várias pesquisas de opinião.

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Jihadistas Vivem às Custas de Apoio Financeiro da Europa que Eles Juram Destruir

por Giulio Meotti  •  31 de Março de 2017

  • A história de Al Harith revela até onde chega um dos maiores escândalos da Europa: a utilização de benefícios vitalícios europeus pelos jihadistas para financiar a sua "guerra santa".

  • A Europa forneceu tudo a eles: emprego, casa, saúde pública e assistência social, seguro desemprego, ajuda financeira, algo equivalente ao salário-família, benefícios para portadores de necessidades especiais, ajuda em dinheiro. Esses extremistas muçulmanos, no entanto, não veem esta "Dependistão", como Mark Steyn chamou o estado de bem estar social como sinal de generosidade, mas de fraqueza. Eles entendem que a Europa está pronta para ser destruída.

  • Repletos de certezas religiosas e ódio ideológico contra o Ocidente, sem necessidade de assimilarem os valores e as normas da Europa, muitos dos muçulmanos europeus, ao que tudo indica, se sentem como se estivessem destinados a devorarem uma civilização exausta.

  • As metas de política pública devem priorizar o incentivo para que as pessoas deixem de depender da assistência social - hoje denotando, basicamente, o desincentivo à procura de emprego - exceto em casos extraordinários e o desincentivo à responsabilidade pessoal. É preciso que haja limites legais para o uso dos fundos para o bem estar social - por exemplo: os fundos de assistência social não deveriam ser usados para a compra de drogas ilícitas, para os jogos de azar, para o terrorismo e, como já não há nenhuma liberdade de expressão na Europa mesmo, de promover o terrorismo. Poder-se-ia criar e ajustar detalhadamente uma lista desta natureza. Desprezar as ditas limitações resultariam na perda dos benefícios. Medidas como as apresentadas acima ajudariam a combater a guetização e a islamização de muçulmanos na Europa.

Muhammad Shamsuddin, islamista de 39 anos de idade de Londres, foi destaque em um documentário intitulado "Os Jihadistas que moram ao lado". Shamsuddin, pai divorciado com cinco filhos que vive de esmolas estaduais e afirma que não pode trabalhar porque sofre da "síndrome da fadiga crônica", foi filmado pregando ódio contra os não muçulmanos nas ruas britânicas. (Imagem: captura de tela de vídeo da Channel 4)

Há quatro anos o jornal britânico The Guardian, de linha liberal, publicou uma reportagem sobre os "sobreviventes de Guantánamo", "vítimas do ícone da ilegalidade dos Estados Unidos" e sobre os "sobreviventes do centro de detenção da Grã-Bretanha conhecido como gulag dos nossos tempos". O artigo colocou em destaque uma foto de Jamal al Harith.

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França: Desradicalização de jihadistas é um "Total Fiasco"

por Soeren Kern  •  22 de Março de 2017

  • O relatório conclui que a desradicalização, seja em centros especializados ou em prisões, não funciona pelo fato da maioria dos radicais islâmicos não aceitarem a desradicalização.

  • Estima-se que haja na França cerca de 8.250 radicais islâmicos extremamente violentos, apenas 17 apresentaram a papelada e apenas nove de fato foram até lá. Nenhum dos residentes permaneceu para completar o currículo de dez meses.

  • Ao alojá-los em pavilhões prisionais separados, os islamistas na realidade se tornaram ainda mais violentos por se sentirem encorajados pelo que eles chamavam de "efeito grupal", segundo o Ministro da Justiça Jean-Jacques Urvoas.

  • "Desradicalizar uma pessoa não é um trabalho de seis meses. Essas pessoas, às quais não foram dadas um ideal e que ainda não abraçaram a ideologia do Estado Islâmico, não irão se livrar dela facilmente. Não há um abre-te sésamo" — Senadora Esther Benbassa.

  • "O programa de desradicalização é um total fiasco. Tudo tem que ser repensado, tudo deve ser redesenhado a partir do zero". — Senador Philippe Bas, presidente da Comissão do Senado que encomendou o relatório.

"Centro de Prevenção, Integração e Cidadania" Château de Pontourny, na França. (Imagem: captura de tela de vídeo ARTE − 28 minutos)

O principal programa do governo francês para desradicalizar jihadistas é um "fracasso total" e deve ser "completamente reconceituado" segundo as conclusões iniciais de uma comissão parlamentar de inquérito sobre a desradicalização.

O relatório preliminar revela que o governo não tem nada de positivo para mostrar no tocante às dezenas de milhões de euros dos contribuintes gastos ao longo dos últimos anos para combater a radicalização islâmica na França, onde 238 pessoas foram mortas em ataques jihadistas desde janeiro de 2015. O relatório conclui que a desradicalização, seja em centros especializados ou em prisões, não funciona pelo fato da maioria dos radicais islâmicos não aceitarem a desradicalização.

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Escandinávia: A Cidadela do Antissemitismo Ocidental

por Giulio Meotti  •  19 de Março de 2017

  • Ódio a Israel virou uma obsessão real na Escandinávia, que revitalizou a gloriosa parceria entre os "idiotas úteis" liberais -- aqueles preocupados com a igualdade e com as minorias -- e os islamistas, aqueles preocupados com a submissão e assassinatos de "infiéis".

  • Não obstante o fato dos judeus da Noruega representarem apenas 0,003 por cento da população total do país, Oslo é hoje a capital mundial do antissemitismo europeu. Os jornais noruegueses estão repletos dos tradicionais clichês antissemitas.

  • Um festival em Oslo também rejeitou o documentário: "The Other Dreamers" Os Outros Sonhadores, que trata da vida de crianças com deficiência, simplesmente porque era israelense. "Nós apoiamos o boicote acadêmico e cultural a Israel", salientou Ketil Magnussen, criador do festival.

  • O mesmo racismo existe na Suécia. Dagens Nyheter, o jornal mais sofisticado da Suécia, publicou um editorial violentamente antissemita intitulado: "é permitido odiar os judeus".

  • Será que a Ministra das Relações Exteriores da Suécia Margot Wallström realmente acredita que para acabar com a agressão Islâmica, Israel tem que se render? A situação dos palestinos é realmente desesperadora, mas como eles já desfrutam de total autonomia por décadas, a situação desesperadora deles é causada pelos seus próprios líderes corruptos que parecem manter deliberadamente seu povo na miséria e procuram jogar a culpa sobre Israel, da mesma forma que há aqueles que mutilam crianças para torná-las "melhores" mendigas.

  • O diário nazista Der Stürmer não faria uma charge melhor do que aquela.

Em janeiro de 2009 uma turba de muçulmanos em Malmö arremessou garrafas, ovos e bombas de fumaça contra uma demonstração pacífica de judeus. A polícia ordenou aos judeus, que tinham permissão para a realização do comício, que se dirigissem para uma viela.

Em 12 de janeiro o jornal norueguês Aftenposten publicou um artigo sobre Jared Kushner, genro e conselheiro do presidente dos Estados Unidos Donald Trump: "o judeu Kushner, segundo consta, pressionou para que David M. Friedman fosse nomeado o novo embaixador em Israel", salientou Aftenposten. O jornal teve que se retratar por ter se referido a Kushner como "o judeu".

Poucas semanas antes, a câmara municipal de Trondheim, a terceira maior cidade da Noruega, aprovou uma moção conclamando seus moradores a boicotarem produtos israelenses -- uma cidade que pretende ser "livre de Israel". Na sequência foi a vez de outra cidade norueguesa, Tromso de 72.000 habitantes, cuja câmara municipal aprovou uma moção semelhante. Mais de 40% dos noruegueses já estão boicotando produtos israelenses ou são favoráveis ao boicote, de acordo com uma pesquisa de opinião.

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Cavalos de Troia no Movimento das Mulheres

por Khadija Khan  •  17 de Março de 2017

  • Deve ser tão confortável marchar nos lugares seguros em Washington DC preconizando que mulheres que estão em lugares longínquos tenham seus órgãos genitais mutilados, se casem ainda na infância e sejam espancadas e violentadas em suas próprias casas. Essas mulheres vestidas com hijabs, que marcham em Washington DC, não têm que viver naquela "Utopia". Elas estão vivendo confortavelmente no "Ocidente infiel", protegidas daquelas barbaridades.

  • A cultura Ocidental que permite que mulheres gritem nos microfones sequer é a cultura na qual essas mulheres acreditam, muitas vezes é somente a ferramenta que elas usam para promover ideias totalitárias como antissemitismo, intolerância religiosa e imposição de conceitos teocráticos.

  • Será que Linda Sarsour realmente acredita que as pessoas enlouqueceram a ponto de desistirem de todas as liberdades civis que seus antepassados conquistaram através dos séculos meramente para poder fazer empréstimos sem juros?

  • A hipocrisia é que seu ousado estilo de vida nos EUA retrata que no fundo ela própria detesta as condições supressoras que ela promove para as mulheres pobres do mundo muçulmano que, na realidade, são elas que têm que aguentar. Vinda de uma sociedade muçulmana conservadora, sei que a cultura que ela anseia implantar jamais permitiria que ela lançasse esse tipo de ativismo sem a permissão de seus "defensores".

  • As vozes dissidentes dos oprimidos estão batalhando em duas frentes. Elas estão sendo esmagadas pelos seus próprios regimes totalitários e ao mesmo tempo pelos apologistas Ocidentais dos tiranos.

A ativista muçulmana Linda Sarsour em um instante se gaba de sua suposta dissidência como sendo um ato de "patriotismo" e logo depois defende a mutilação dos órgãos genitais de outras mulheres. (Imagem: captura de tela de vídeo Seriously.TV)

Por qual razão as mulheres que acreditam na igualdade de direitos para as mulheres, escolhem como porta-voz alguém que em um instante se gaba de sua suposta dissidência como sendo um ato de "patriotismo" e logo depois defende a mutilação dos órgãos genitais de outras mulheres? É como escolher um carrasco para fazer campanha contra a pena de morte ou nomear o chefe do ISIS para fazer campanha a favor de casamentos de pessoas do mesmo sexo.

Os princípios da "dissidência", dos quais elas dizem se orgulhar tanto e de tê-los tirado de fontes religiosas, são na realidade valores liberais e direitos humanos do mundo moderno - justamente os valores de direitos que, ao que tudo indica, elas aspiram destruir.

Na realidade o que elas querem é impor a Lei Islâmica (Sharia) no Ocidente. Lamentavelmente a sharia é flagrantemente antagônica aos valores e direitos humanos ocidentais.

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Elementos Antissemitas no Novo Testamento
Manfred Gerstenfeld entrevista Pieter van der Horst

por Manfred Gerstenfeld  •  15 de Março de 2017

Pieter van der Horst

O Professor Pieter van der Horst estudou filologia clássica, literatura e teologia. Ele era professor de estudos judaicos e outras matérias na Universidade de Utrecht.

"O Novo Testamento contém algumas passagens antissemitas. As passagens encontram-se apenas nos últimos escritos. A principal delas pode ser vista no Evangelho de João. Ela foi escrita após a cisão ocorrida entre cristãos e judeus. O sentimento antijudaico permeia toda a obra daqueles escritos, contendo os versos mais antissemitas do Novo Testamento.

"João faz com que Jesus se distancie por completo do povo judeu. Ele o deixa falar sobre os judeus, suas leis e celebrações como se ele próprio não pertencesse mais àquele povo. A pior parte ocorre quando, de uma controvérsia entre Jesus e os líderes judeus, João faz com que ele profira a seguinte frase: Vós tendes por pai ao diabo.[i] Esta frase, na posterior literatura cristã, se torna recorrente".

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Penitenciária da Tortura dos Palestinos

por Khaled Abu Toameh  •  9 de Março de 2017

  • Como não são os israelenses que estão perpetrando o abuso, as denúncias não despertam interesse naqueles jornalistas.

  • O Hamas é um movimento islamista radical que não se considera obrigado a respeitar as leis e tratados internacionais relativos aos direitos humanos fundamentais. Na verdade, o conceito de direitos humanos simplesmente não existe sob o regime do Hamas na Faixa de Gaza, onde as liberdades públicas, incluindo a liberdade de expressão e da mídia são inexistentes.

  • Em 2013 dois detentos palestinos, ao que consta, morreram em consequência de tortura na Penitenciária Central de Jericó.

  • Uma organização de direitos humanos com sede em Londres denunciou 3.175 casos de violações dos direitos humanos, incluindo detenções arbitrárias por parte das forças de segurança da Autoridade Palestina (AP) na Cisjordânia em 2016. De acordo com a denúncia, fazem parte das detenções centenas de estudantes universitários e conferencistas, bem como professores. No mesmo ano as forças de segurança da AP também detiveram 27 jornalistas palestinos.

  • Lamentavelmente no que concerne a eles, os detentos não fazem greve de fome em penitenciárias israelenses, onde tais atos chamariam a atenção imediata da grande mídia.

  • Muitos estão dispostos a contar suas histórias. Mas quem está disposto a ouvir? Nem os governos ocidentais, nem as organizações de direitos humanos e nem os jornalistas. A maioria deles escarafuncham o mal em Israel, somente em Israel.

Um policial da Autoridade Palestina ataca manifestantes. (Imagem: "Palestinos pela Dignidade" da página no Facebook)

Como o presidente da Autoridade Palestina (AP) Mahmoud Abbas e seus companheiros estavam ocupados nas últimas duas semanas emitindo ameaças ao presidente Trump contra a transferência da embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém, foram emergindo denúncias no tocante às condições brutais e violações dos direitos humanos em uma prisão palestina na Cisjordânia.

As denúncias de maus-tratos, todavia, foram abafadas, para que fosse dada atenção à retórica dirigida contra a Administração Trump. Qualquer coisa articulada por Abbas ou por altos funcionários da AP com respeito à possível transferência da embaixada dos EUA para Jerusalém foi estampada nas manchetes dos grandes jornais e redes de TV ao redor do mundo.

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