Últimas Análises e Comentários

Áustria: Lei da Integração entra em Vigor
"Integração por meio da performance"

por Soeren Kern  •  14 de Outubro de 2017

  • A nova lei também exige que imigrantes de países não pertencentes à UE assinem um "contrato de integração" que os obriga a aprenderem o idioma alemão, tanto escrito quanto falado e se inscrevam em cursos que tratam dos "valores básicos da ordem jurídica e social da Áustria". Os imigrantes também ficam obrigados a "adquirirem conhecimento da ordem democrática e dos princípios básicos dela derivados".

  • A enorme guinada demográfica e religiosa em curso na Áustria, tradicionalmente um país católico romano, parece irreversível. Em Viena, onde a população muçulmana já ultrapassa os 12,5%, estudantes muçulmanos já superam em número os estudantes católicos nas escolas do ensino médio. Estudantes muçulmanos também estão prestes a ultrapassarem os católicos nas escolas vienenses de ensino fundamental.

  • "A imigração nos últimos anos está mudando nosso país não de maneira positiva, mas negativa... A imigração descontrolada destrói a ordem de um país." — Ministro das Relações Exteriores Sebastian Kurz.

A nova lei de integração é uma iniciativa do Ministro das Relações Exteriores Sebastian Kurz, líder do partido conservador Partido Popular da Áustria. Ao explicar a lógica da nova lei, Kurz salientou: "a consequência da imigração nos últimos anos está mudando nosso país não de maneira positiva, mas negativa... A imigração descontrolada destrói a ordem de um país." (Imagem: Ministério das Relações Exteriores da Áustria)

Uma nova lei, revolucionária, que rege a integração dos imigrantes acaba de entrar em vigor na Áustria. A assim chamada Lei de Integração - que proíbe os véus muçulmanos (que cobrem o rosto) em espaços públicos e também proíbe os radicais islâmicos de distribuírem cópias do Alcorão - estabelece regras e responsabilidades inequívocas a candidatos a asilo e refugiados, já autorizados, aos quais foram concedidos vistos de residência no país.

Autoridades austríacas esclarecem que o principal objetivo da lei é promover o respeito aos valores, costumes e cultura austríacos. Os muçulmanos afirmam que a medida visa a comunidade muçulmana injustamente e que ela fomentará a "islamofobia".

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A Silenciosa Conquista Islâmica da Espanha

por Giulio Meotti  •  8 de Outubro de 2017

  • "Expulsos há cinco séculos pelos cruzados cristãos, os árabes estão de volta à Espanha, usando seus petrodólares para comprar terras que foram tomadas de seus antepassados pela espada". — James M. Markham, The New York Times, 1981.

  • O diário madrilenho ABC ressaltou que 800 mesquitas na Espanha estão fora de controle. O diário espanhol La Razon acusou os doadores do Golfo, como o Qatar, de serem a origem da islamização da Espanha. Os sauditas também lançaram um novo canal de televisão espanhol, Córdoba TV, seguidos pelo Irã com outro canal.

  • Eles sonham e trabalham para recuperar o "califado perdido" da Espanha. Alguns islamistas o fazem com bombas e atropelamentos. Outros, mais discretamente, o fazem com dinheiro e dawa, divulgação do Islã. A segunda maneira pode ser ainda mais eficiente do que a primeira.

O Xeque Tamim bin Hamad al Thani, do Qatar, quis comprar a Arena de Barcelona La Monumental, de quase 20 mil lugares, para transformá-la na maior mesquita da Europa. (Imagem: Sergi Larripa/Wikimedia Commons)

A cerimônia realizada em 2003 foi anunciada com manchetes bombásticas: "após uma demora de mais de 500 anos, os muçulmanos espanhóis finalmente conseguiram construir sua própria mesquita à sombra de Alhambra, outrora símbolo do poder islâmico na Europa". Uma equipe da Al Jazeera foi enviada para fazer a cobertura do evento: um muezim (encarregado que chama os muçulmanos às orações do alto dos minaretes) subiu ao alto do minarete da Grande Mesquita de Granada para chamar os fiéis para a oração pela primeira vez em cinco séculos.

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Europa: Jihadistas se Passando por Migrantes
"Mais de 50 mil jihadistas estão vivendo na Europa."

por Soeren Kern  •  5 de Outubro de 2017

  • Mais de 50 mil jihadistas estão vivendo na Europa. — Gilles de Kerchove, Coordenador do Contraterrorismo da União Europeia.

  • A Europol, agência de polícias do continente europeu, identificou pelo menos 30 mil Websites ativos de jihadistas, mas como a legislação da UE não exige mais que os provedores de serviços de internet coletem e armazenem metadados - incluindo dados sobre a localização dos jihadistas - de seus clientes, em razão da invasão de privacidade. De Kerchove ressaltou que isso estava emperrando a capacidade da polícia de identificar e deter jihadistas.

Policiais espanhóis encapuzados em Madrid, detêm um homem suspeito de recrutar jihadistas para lutarem pelo Estado islâmico, 16 de junho de 2014. (Foto Gonzalo Arroyo Moreno/Getty Images)

As autoridades alemãs estão a procura de integrantes de um dos grupos jihadistas mais violentos da Síria, Jabhat al-Nusra, mas que, de acordo com a revista Der Spiegel, entraram na Alemanha disfarçados de refugiados.

Os homens, todos integrantes do ex-grupo rebelde Liwa Owais al-Qorani, praticamente exterminado pelo Estado islâmico em 2014, segundo consta, massacraram centenas de sírios, tanto soldados quanto civis.

Ao que consta, a polícia alemã teria identificado cerca de 25 desses jihadistas e apreendido alguns deles, todavia, acredita-se que dezenas de outros estejam foragidos em cidades por toda a Alemanha.

Ao todo, mais de 400 migrantes que entraram na Alemanha como candidatos a asilo em 2015 e 2016 estão agora sendo investigados por suspeita de serem integrantes de grupos jihadistas do Oriente Médio, segundo peritos criminais da polícia federal (Bundeskriminalamt, BKA).

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Eleição Alemã: Vitória Pírrica de Merkel
"Frau Merkel è in effetti un'anatra zoppa"

por Soeren Kern  •  27 de Setembro de 2017

  • "Angela Merkel governou este país durante doze anos. Ela impôs aos alemães um fardo de dívidas no valor de bilhões para proteger o sul da Europa do colapso e para implantar sua visão sobre a comunidade europeia. Ela abalou o setor energético da Alemanha para salvar o clima do planeta. Ela abriu as portas do país a centenas de milhares de refugiados porque considerava isso uma obrigação humanitária. Ela também mudou a noção tradicional de casamento, como casamento entre homem e mulher, assim sem mais nem menos... − Tagesspiegel

  • "Nós vamos resgatar nosso país e o nosso povo." — Alexander Gauland, ex-cacique do CDU que agora é copresidente do partido Alternativa para a Alemanha (AfD).

  • "A realidade é que, a partir de hoje, 24 de setembro, Merkel está, de fato, politicamente derrotada." — Handelsblatt.

A chanceler alemã Angela Merkel, conversa com os jornalistas em Berlim, em dia 25 de setembro, um dia após a aliança dos partidos CDU/CSU conquistar a primeira posição com 32,9% dos votos - o pior resultado eleitoral em quase 70 anos. (Foto Maja Hitij/Getty Images)

A chanceler Angela Merkel venceu as eleições conquistando o quarto mandato, mas o verdadeiro vencedor das eleições alemãs em 24 de setembro foi o partido Alternativa para a Alemanha, um partido que surgiu do nada, aproveitando-se da ira generalizada relativa à decisão de Merkel de autorizar a entrada no país de mais de um milhão de migrantes na maioria muçulmanos da África, Ásia e Oriente Médio.

Resultados preliminares indicam que a aliança CDU/CSU de centro-direita de Merkel conquistou cerca de 33% dos votos, o pior resultado eleitoral em quase 70 anos. O principal adversário de Merkel, Martin Schulz do SPD de centro-esquerda, conquistou 20,5%, o pior desempenho do partido.

O partido nacionalista Alternativa para a Alemanha (AfD) conquistou cerca de 13% dos votos se convertendo no terceiro maior partido do país, seguido pelos liberais: Partido Liberal Democrata (FDP) com 10,7%, o partido de extrema esquerda Linke com 9,2% e o ambientalista Os Verdes com 8,9 %.

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Quando Feministas se Associam a Terroristas Islamistas

por Majid Rafizadeh  •  26 de Setembro de 2017

  • A verdade nua e crua é que essas supostas feministas não só fazem vista grossa em relação às atrocidades, mas a presença delas nesses eventos endossa e legitima diligentemente o governo desses ditadores.

  • Quando o assunto trata de casos concretos de milhões de mulheres oprimidas em todo o mundo - como é o caso de Asia Bibi, mãe cristã que está no corredor da morte há sete anos no Paquistão por tomar um copo d'água ou de outra de 19 anos que, neste ano, foi estuprada pelo primo com uma arma apontada para ela, foi condenada à morte por apedrejamento pelo crime de "adultério" ou aquelas que foram obrigadas a se casarem com seus estupradores ou os casamentos infantis que chegam a 12.000 por dia ou mulheres que são espancadas pelos seus maridos ou quem têm o rosto deformado pelo ácido jogado nelas ou quando mulheres são usadas em atentados suicidas.

  • Quando Mogherini é toda sorrisos em sua hijab no Irã, ela está dando um duro golpe aos movimentos dos direitos das mulheres que tentam remover a compulsão do uso da hijab obrigatória e conceder às mulheres autonomia, educação e liberdade que é dada aos homens. Ela está consolidando a opressão.

Federica Mogherini (esquerda) em visita ao Irã este mês, atual Alto Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, confraterniza com homens que ordenaram a morte de milhares de mulheres (e homens). Será que ela pensa nas centenas de pessoas que estão sendo executadas, muitas vezes após julgamentos forjados, todos os anos, com base nas leis islamistas deste país? (Imagem: Comissão Europeia)

Os sociais-democratas e as assim chamadas feministas estão elevando o tom para que todos ouçam. Elas se vangloriam por defenderem a igualdade de gênero, direitos individuais e promover os direitos das mulheres. Elas argumentam que esses valores são universais, que cada pessoa, principalmente toda mulher, ao redor do mundo, tem a prerrogativa a esses direitos "inalienáveis". Discursos são proferidos, arrecadadores de recursos são arregimentados e um exército de defensores brotam pela causa.

Somos todos iguais, todos merecem desfrutar desses direitos. Palavras de ordem, palestras motivacionais, a determinação que ecoa através das entrevistas na televisão e são espalhadas pelas páginas de revistas, enchem os seguidores de entusiasmo. Mas qual é a realidade?

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O Futuro Islâmico da Europa

por Guy Millière  •  25 de Setembro de 2017

  • Líderes europeus aceitaram a transformação de partes de seus países em territórios inimigos. Eles veem que um desastre demográfico está em andamento. Eles sabem que em duas ou três décadas a Europa será governada pelo Islã.

  • Há dez anos, ao descrever o que ele chamou de "os últimos dias da Europa", o historiador Walter Laqueur salientou que a civilização europeia estava morrendo e que apenas antigos monumentos e museus sobreviveriam. Seu diagnóstico era muito otimista. Monumentos antigos e museus serão dinamitados. Não precisa ir longe, basta contemplar o que os partidários encapuzados de preto da "Antifa" - movimento "antifascista" totalmente fascista - estão fazendo com as estátuas nos Estados Unidos.

Após o ataque em Barcelona, na Espanha, quando grupos de pessoas se aglomeraram para exigir medidas mais duras contra a crescente influência do islamismo nos quatro cantos do continente europeu, eles foram abordados por uma manifestação "antifascista". Foto: "anti-fascistas" espancam um homem que eles afirmam ser "simpatizante da direita" em Las Ramblas, Barcelona, em 18 de agosto de 2017. (Foto Carl Court/Getty Images)

O ataque terrorista ocorrido em Barcelona provocou a mesma reação suscitada em todos os ataques terroristas de larga escala perpetrados na Europa: lágrimas, orações, flores, velas, ursinhos de pelúcia e declarações públicas de que "o Islã significa paz". Quando grupos de pessoas se aglomeraram para exigir medidas mais duras contra a crescente influência do islamismo nos quatro cantos do continente europeu, eles foram abordados por uma manifestação "antifascista". Muçulmanos organizaram uma demonstração para defender o Islã, eles afirmavam que os muçulmanos que vivem na Espanha são as "maiores vítimas" do terrorismo. O presidente da Federação Espanhola das Sociedades Religiosas Islâmicas, Mounir Benjelloun El Andaloussi, falava em uma "conspiração contra o Islã" ressaltando que os terroristas eram "instrumentos" do ódio islamofóbico. A prefeita de Barcelona, Ada Colau, chorou na frente das câmeras assinalando que a sua cidade continuará sendo uma "cidade aberta" para todos os imigrantes. O governador da Catalunha, Carles Puigdemont usou praticamente as mesmas palavras. O primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, conservador, foi o único que ousou identificar, sem rodeios, o terrorismo jihadista. Quase todos os jornalistas europeus disseram que as palavras de Rajoy foram demasiadamente ríspidas.

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Europa: Jihadistas Levam Vantagem nos Benefícios do Sistema de Bem-Estar Social

por Soeren Kern  •  18 de Setembro de 2017

  • Ao mesmo tempo que embolsava dinheiro dos contribuintes suíços, Abu Ramadan, conhecido salafista, pediu a introdução da Lei Islâmica (Sharia) na Suíça, urgindo os muçulmanos para que evitem se integrar na sociedade suíça. Ele também ressaltou que muçulmanos que cometem crimes na Suíça não devem estar sujeitos às leis suíças.

  • "O escândalo é tão grande que é difícil de acreditar. Aos imãs que pregam ódio contra cristãos e judeus, que criticam a depravação do Ocidente, são concedidos asilo e eles vivem confortavelmente como refugiados recebendo os proventos da assistência social. Tudo isso com a cumplicidade de autoridades covardes e incompetentes que dão carta branca aos assistentes complacentes e ingênuos do sistema de asilo e de bem-estar social". − Adrian Amstutz, parlamentar suíço.

  • Autoridades municipais em Lund continuam determinadas: elas lançaram um projeto piloto destinado a fornecer aos jihadistas suecos, que estão retornando da Síria: moradia, emprego, educação e ajuda financeira - tudo graças aos contribuintes suecos.

Anjem Choudary, islamista britânico que está cumprindo pena de prisão por pedir apoio ao Estado Islâmico, acredita que os muçulmanos têm direito a proventos de assistência social porque eles são uma espécie de jizya, uma taxa imposta aos não muçulmanos como lembrete de que eles são, eternamente, inferiores e subservientes aos muçulmanos. Ele recebeu cerca de US$640.000 em benefícios, aos quais ele se referiu como "subsídio de investigador da Jihad". (Foto Oli Scarff/Getty Images)

Um imã líbio que pediu a Alá que "elimine" todos os não muçulmanos, recebeu mais de US$600.000 em proventos de assistência social do governo suíço de acordo com a emissora suíça SRF.

Abu Ramadan chegou à Suíça em 1998, a quem foi concedido asilo em 2004 por alegar que o governo líbio o estava perseguindo por sua afiliação à Irmandade Muçulmana. Desde então Ramadan recebeu US$620.000 em proventos de assistência social, de acordo com a SRF.

Embora Ramadan esteja morando na Suíça há quase 20 anos, ele mal fala francês ou alemão e nunca teve um emprego fixo. Ramadan, de 64 anos, logo terá direito de receber uma pensão estadual suíça.

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Os Palestinos que Caíram no Esquecimento

por Khaled Abu Toameh  •  14 de Setembro de 2017

  • Tanto Qawasmeh quanto Issa Amro estariam em melhor situação se tivessem sido presos pelas autoridades israelenses. Se esse fosse o caso, suas histórias chegariam às páginas dos principais jornais do Ocidente. A CNN ou a NBC teriam, provavelmente, dedicado um programa inteiro ao sofrimento deles. No entanto, sem terem como implicar Israel, os meios de comunicação ocidentais deixam o caso permanecer enterrado - juntamente com a liberdade deles.

  • O grupo também assinala que documentou cerca de 472 casos de mortes em consequência de torturas nos centros de detenção e prisões na Síria ao longo dos últimos anos.

  • Será que alguém tem interesse em saber as verdadeiras leis de apartheid empregadas contra os palestinos em diversos países árabes? Esses dados são facilmente acessáveis e prontamente disponíveis: basta que os meios de comunicação ocidentais e o resto da comunidade internacional reconsiderem sua obsessão em relação a Israel e que comecem a prestar atenção nas verdadeiras vítimas palestinas - as que vivem nos países árabes.

O campo de refugiados palestinos de Yarmouk, na Síria, encontra-se cercado pelo exército sírio há mais de 1.510 dias. Foto: residentes de Yarmouk na fila da distribuição de alimentos, em 31 de janeiro de 2014. (Imagem: UNRWA)

Mais de 1.600 palestinos estão desaparecidos na Síria, centenas foram mortos desde o início da guerra civil. Entretanto não são notícias dignas o suficiente para aparecem na grande mídia do Ocidente.

Para saltar aos olhos da comunidade internacional e também da mídia, os palestinos precisam estar na Cisjordânia, na Faixa de Gaza ou em Jerusalém. São estes os palestinos sortudos cujas histórias (e dificuldades) são cobertas corriqueiramente pela mídia internacional. Por que isso? Principalmente porque são estes os palestinos cujas histórias estão muitas vezes ligadas, direta ou indiretamente a Israel.

Não é segredo para ninguém que jornalistas ocidentais e a grande mídia criaram uma obsessão em relação a Israel. Tudo o que Israel faz (ou deixa de fazer) é amplamente coberto, principalmente se houver um jeito de responsabilizar Israel pelo sofrimento dos palestinos.

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Muçulmanos Avisam a Europa: "Um Dia, Tudo Isso Será Nosso"

por Giulio Meotti  •  13 de Setembro de 2017

  • O arcebispo de Estrasburgo, Luc Ravel, nomeado pelo Papa Francisco em fevereiro, declarou recentemente que "os muçulmanos devotos estão cansados de saber que a sua fertilidade é tal hoje, que eles a chamam de... a Grande Substituição. Eles afirmam de maneira tranquila e resoluta: "um dia, tudo isso, tudo isso, será nosso"...

  • O primeiro-ministro da Hungria Viktor Orbán acaba de alertar para o perigo de uma "Europa muçulmanizada". Segundo ele, "a questão das próximas décadas é se a Europa continuará a pertencer aos europeus".

  • "Nos próximos 30 anos, o número de africanos crescerá ultrapassando a marca de um bilhão de pessoas. É o dobro da população de toda a União Europeia... A pressão demográfica será gigantesca. No ano passado mais de 180 mil pessoas atravessaram o mar em barcos em péssimas condições, provenientes da Líbia. E isso é só o começo. De acordo com o representante da UE Avramopoulos, neste exato momento 3 milhões de migrantes estão a postos para entrarem na Europa". — Geert Wilders, parlamentar da Holanda e líder do Partido da Liberdade e Democracia (PVV).

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, ressaltou recentemente: "nossa visão é que devemos resolver nossos problemas demográficos lançando mão de nossos próprios recursos, mobilizando nossas próprias reservas, e... venhamos e convenhamos - renovando-nos espiritualmente". (Imagem: David Plas/Wikimedia Commons)

Esta semana, outro ataque terrorista islâmico teve como alvo a cidade espanhola de Barcelona. Como ela esteve por muitos anos sob o domínio muçulmano, é, portanto, assim como Israel, território que muitos islamistas acreditam estar no direito de reconquistar.

Ao mesmo tempo, longe da Espanha, escolas de ensino fundamental foram fechadas pelo governo quando o número de alunos caiu para menos de 10% da população. O governo está transformando os locais em asilos, para cuidar dos idosos em um país onde 40% da população têm 65 anos ou mais. Isso não é um romance de ficção científica. É o Japão, a nação com a maior concentração de idosos e a mais estéril do mundo, onde há a seguinte expressão popular: "civilização fantasma".

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Crise Migratória Atinge a Espanha

por Soeren Kern  •  12 de Setembro de 2017

  • "Os maiores movimentos migratórios ainda estão por vir: a população da África dobrará nas próximas décadas. Um país como o Egito irá crescer e chegará aos 100 milhões de habitantes, a Nigéria a 400 milhões. Na era digital, com a internet e celulares, todo mundo sabe da nossa prosperidade e estilo de vida." − Gerd Müller, Ministro do Desenvolvimento da Alemanha.

  • "Os jovens têm celulares e veem o que está acontecendo em outras partes do mundo e isso age como um ímã." — Michael Møller, Diretor do Escritório das Nações Unidas em Genebra.

  • "Se não conseguirmos resolver os problemas centrais dos países africanos, dez, vinte, até mesmo trinta milhões de imigrantes chegarão à União Europeia nos próximos dez anos." — Antonio Tajani, Presidente do Parlamento Europeu.

Migrantes aguardam serem resgatados por tripulantes da embarcação Phoenix da Migrant Offshore Aid Station (MOAS) em 10 de junho de 2017, costa de Lampedusa, Itália. (Foto Chris McGrath/Getty Images)

A Espanha está prestes a ultrapassar a Grécia como segunda maior porta de entrada aos migrantes que ingressam na Europa pelo mar. O salto repentino da migração para a Espanha ocorre em meio a severas medidas restritivas ao tráfico de pessoas ao longo da rota marítima Líbia/Itália, hoje a principal porta de entrada de migração para a Europa.

O deslocamento para o oeste nas rotas de migração da Grécia e da Itália indica que a Espanha, situada apenas a 16 km da África por via marítima, poderá em breve estar no olho do furacão da crise migratória da Europa.

Mais de 8.300 migrantes ilegais chegaram ao litoral espanhol nos primeiros sete meses de 2017 - três vezes mais do que em todo o ano de 2016, de acordo com a Organização Internacional de Migração (OIM).

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Espiões Islâmicos se infiltram no Ocidente para Aterrorizar os Cristãos

por Majid Rafizadeh  •  7 de Setembro de 2017

  • Uma das principais missões estipuladas, de forma contundente, na constituição do Irã, é exportar a ideologia islamista e propiciar contínua infiltração e expansão dos valores islâmicos nos quatro cantos do mundo. É por isso que a Guarda Revolucionária criou uma força especial, a Força Quds e os paramilitares Basij, anunciando publicamente a missão de se envolver em operações extraterritoriais - religiosa, ideológica, militar e politicamente.

  • Os espiões islamistas geralmente vêm ao Ocidente, particularmente aos EUA, usando as mais variadas formas de disfarces, entre elas se encontram a busca pelo estudo, pesquisa ou para fins relacionados à saúde. Eles têm em vista determinadas embaixadas dos EUA, universidades, centros de pesquisa e hospitais para obterem o visto. A capacidade deles de se apresentarem como candidatos ideais para a ajuda cria a ilusão de segurança. No entanto, as intenções podem ser a de provocar destruição.

  • Quando Dehnavi foi barrado no aeroporto de Boston, muitos agentes do regime pró-iraniano nos Estados Unidos recorreram a várias medidas, inclusive apelar para a grande mídia esquerdista visando assegurar sua entrada nos Estados Unidos. Eles inventaram uma falsa narrativa de injustiça e descreveram este agente militar do alto escalão dos paramilitares Basijis como um homem inocente que deveria ter o direito de entrar nos EUA. Como é que esse homem conseguiu obter um visto americano?

Inspetores de alfândega dos EUA recentemente deportaram Dehnavi, um agente militar iraniano, membro ativo do alto escalão dos paramilitares Basij. Ele já foi chefe do órgão estudantil dos paramilitares Basij na Universidade Sharif do Irã (foto acima de Behrooz Rezvani/Wikimedia Commons).

A persistente perseguição, encarceramento, assassinato e tortura de não muçulmanos já estão devidamente documentadas e com visibilidade diária. Mais especificamente cristãos, judeus, yazidis, curdos, hindus e baha'is são vítimas sob o domínio islamista. Esta questão requer atenção e correção, mas não é a única ameaça que vem desses países tirânicos e atores não estatais.

Organizações islâmicas estão despachando seus agentes para além-fronteiras, para o Ocidente, particularmente para os EUA, a fim de monitorar, ameaçar e aterrorizar os não muçulmanos.

Recentes relatos que chegam dos campos de refugiados europeus indicam que agentes e espiões extremistas, inclusive oriundos de um dos mais poderosos governos islamistas, o Exército dos Guardiões da Revolução Islâmica do Irã (IRGC), se infiltraram na Europa, em parte para monitorar os cristãos, especificamente aqueles que fugiram de sua terra natal por temerem ser torturados, encarcerados e perseguidos.

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"É Insuportável para os Jihadistas o Simples Fato de Existirmos"

por Giulio Meotti  •  6 de Setembro de 2017

  • Os ataques islamistas perpetrados na Espanha, Alemanha e Finlândia escancaram o problema central: o pacifismo não protegerá a Europa nem da islamização nem dos ataques terroristas. A bem da verdade tanto a Espanha quanto a Alemanha estão entre os países da Europa mais relutantes em desempenharem um papel fundamental na coalizão anti-ISIS.

  • A imprensa espanhola não participou de nenhum debate sobre as caricaturas de Maomé, nenhum escritor espanhol foi acusado de "islamofobia" e nenhuma personalidade espanhola se encontra sob proteção policial por "criticar o Islã". Parecia que a Espanha sequer se interessava pelo que estava em jogo à própria existência da Europa nos ataques islamistas. Nenhuma cidade espanhola virou manchete por possuir guetos multiculturais, como na França e na Grã-Bretanha. O ataque em Barcelona deveria ter acabado com essa ilusão. Terroristas não precisam de pretextos para chacinar "infiéis".

  • Ao que tudo indica, a triste conclusão é que os jihadistas não precisam de uma "razão" para matar Ocidentais. Eles atacam sem fazer distinção, a França, que conduz operações militares no Oriente Médio e no Norte da África e países como a Espanha e a Alemanha, que são neutros.

Jihad - na Finlândia? Terroristas não precisam de pretextos para chacinar "infiéis". Em 18 de agosto, um terrorista islâmico assassinou duas mulheres em Turku, na Finlândia, em uma orgia de facadas na praça do mercado da cidade. Foto: rio Aura em Turku. (Imagem: Arthur Kho Caayon/Wikimedia Commons)

Em um espaço de 24 horas, a Espanha sofreu dois ataques terroristas de grandes proporções. Uma célula jihadista matou 15 pessoas em Barcelona e no balneário de Cambrils. No ano passado, a Alemanha foi outro país europeu duramente atingido por islamistas armados. Primeiro, um jihadista jogou um caminhão enorme em cima de um mercado de natal no centro de Berlim matando 12 pessoas. Na sequência, um homem empunhando uma faca assassinou um transeunte em um ataque a um supermercado em Hamburgo.

Um dia depois da carnificina em Barcelona, outro ataque terrorista foi desfechado em Turku, na Finlândia. Duas mulheres foram assassinadas na praça do mercado na cidade mais antiga do país. Jihad - na Finlândia?

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Cidades Europeias Assimilam a Lei da Sharia

por Giulio Meotti  •  20 de Agosto de 2017

  • O prefeito de Londres, Sadiq Khan, proibiu anúncios que promovam "expectativas não realistas no tocante à imagem do corpo e da saúde das mulheres". Agora Berlim está planejando proibir imagens onde as mulheres são retratadas como "lindas mas fracas, histéricas, idiotas, loucas, ingênuas ou governadas pelas emoções". O escritor e jornalista do jornal Der Tagesspiegel, Harald Martenstein, afirmou que é possível que a orientação "tenha sido incorporada do manifesto do Talibã".

  • A ironia é que esta onda de moralidade e "virtude" vem de cidades governadas por políticos esquerdistas desinibidos, que durante anos fizeram campanha a favor da liberação sexual. Virou tema de discussão "feminista" defender a conduta da sharia.

  • Parafraseando o escritor americano Daniel Greenfield: a ironia das mulheres celebrarem sua própria opressão é tanto de cortar o coração como de estupefazer.

Se o Ocidente continuar traindo o valor democrático da liberdade individual, os fundamentalistas islâmicos, como aqueles que impuseram burcas às mulheres líbias, farão o mesmo com as mulheres do Ocidente. (Foto Alexander Hassenstein/Getty Images)

Dias após o Estado Islâmico ter conquistado a cidade de Sirte na Líbia há dois anos, apareceram gigantescos outdoors na fortaleza islamista, alertando as mulheres que elas deveriam usar hijabs para esconderem o corpo todo e nada de perfume. Entre outras coisas esses "mandamentos da sharia em relação à hijab" incluíam o uso de tecido grosso e opaco e que a hijab não "lembrasse trajes de infiéis".

Dois anos mais tarde, as três cidades mais importantes da Europa - Londres, Paris e Berlim - estão seguindo a mesma moda da sharia.

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Mutilação Genital Feminina: Multiculturalismo Enlouquecido

por Khadija Khan  •  14 de Agosto de 2017

  • A petição sobre a "liberdade religiosa" revela involuntariamente as falsas alegações feitas por proeminentes muçulmanos - como o estudioso/apresentador de TV iraniano/americano Reza Aslan e a ativista palestina/americana Linda Sarsour, que insistem que a mutilação genital feminina (FGM em inglês) não é "uma prática islâmica".

  • De acordo com as estatísticas do Serviço Nacional de Saúde, pelo menos uma menina a cada hora está sujeita a este procedimento agonizante somente no Reino Unido - e já faz quase 30 anos que a prática lá é ilegal.

  • A FGM não é um crime menos estarrecedor do que o estupro ou a escravidão, no entanto as autoproclamadas feministas no Ocidente - incluindo muçulmanas como Linda Sarsour e ativistas não muçulmanas se engajam em uma cruzada contra a "islamofobia" - silenciam quando se trata de práticas bárbaras ou negam sua conexão com o Islã. Será que elas também apoiam a escravidão, outra prática respaldada pelo Islã?

Supermodelo/atriz Waris Dirie, natural da Somália, proeminente ativista anti-FGM, encabeçou e financiou o Desert Flower Center, uma clínica na Alemanha que oferece tratamento físico e psicológico às vítimas da mutilação genital feminina. (Foto: Carlos Alvarez/Getty Images)

Os advogados de defesa de dois médicos de Michigan, naturais da Índia e uma de suas esposas, que foram indiciados pelo júri em 22 de abril e acusados de mutilar os órgãos genitais de duas meninas de sete anos, pretendem apresentar o argumento de liberdade religiosa na representação de seus clientes muçulmanos.

Os réus são membros da Dawoodi Bohra, uma seita islâmica de sua terra natal. Na esfera federal, sendo este o primeiro caso desde que a mutilação genital feminina (FGM em inglês) foi proibida em 1996, a defesa afirma que a prática é um ritual religioso e, portanto, deve ser protegido pela lei dos Estados Unidos.

A petição revela involuntariamente as falsas alegações feitas por proeminentes muçulmanos - como o estudioso/apresentador de TV iraniano/americano Reza Aslan e a ativista palestina/americana Linda Sarsour, que insistem que a FGM não é "uma prática islâmica".

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Qatar e Arábia Saudita Querem Islamizar uma das Maiores Catedrais das Europa

por Giulio Meotti  •  7 de Agosto de 2017

  • No simbolismo islâmico, Córdoba é o califado perdido. As autoridades políticas de Córdoba deram um duro golpe à reivindicação da Igreja Católica de propriedade da catedral, declarando que "a consagração religiosa não é a maneira certa de adquirir propriedades". Mas é assim que a história funciona, especialmente nas terras onde o cristianismo e o Islã lutaram a duras penas pelo seu domínio. Por que os secularistas não pressionam o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, a devolver aos cristãos a Hagia Sophia? Ninguém levantou a sobrancelha pelo fato da "maior catedral da cristandade ter se transformado em uma mesquita".

  • A "esquerda" espanhola, que governa a região, quer transformar a igreja em "um local de encontro das fés". Belas palavras ecumênicas, na realidade uma armadilha mortal do domínio islâmico sobre as demais religiões. Se estes islamistas, apoiados pelos militantes seculares, forem capazes de trazer Alá de volta para a Catedral de Córdoba, um tsunami do supremacismo islâmico irá afundar o decadente cristianismo da Europa. Há milhares de igrejas vazias esperando para serem preenchidas pelas vozes dos muezins.

  • A investida ocidental de libertar Jerusalém na Idade Média é condenada como imperialismo cristão, ao passo que as campanhas muçulmanas para colonizar e islamizar o Império Bizantino, Norte da África, Bálcãs, Egito, Oriente Médio e a maior parte da Espanha, só para lembrar de alguns territórios, são celebrados como períodos de iluminismo.

Principal altar da Catedral de Córdoba. (Imagem: Wikimedia Commons/© José Luiz Bernardes Ribeiro / CC BY-SA 3.0)

Parece que os supremacistas muçulmanos vivem no mundo da fantasia - assim como também contam com uma longa história − de transformar lugares cristãos em islâmicos. Considere por exemplo a catedral gótica Saint-Denis que leva o nome do primeiro bispo cristão de Paris enterrado naquele local em 250 d.C. e o túmulo de Charles Martel, cuja vitória barrou a invasão muçulmana da França em 732. Agora, de acordo com o estudioso Gilles Kepel, este lugar de sepultamento da maioria dos reis e rainhas da França virou "a Meca do Islã da França". Os islamistas franceses sonham em tomar posse daquele átrio e substituir os sinos das igrejas pelo chamamento do muezim (encarregado que chama os muçulmanos às orações do alto dos minaretes).

Recentemente, na maior catedral da Turquia, Hagia Sophia, a chamada do muezim ecoou dentro da igreja do século VI pela primeira vez em 85 anos.

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