Últimas Análises e Comentários

Brexit: A Nação Está de Volta!

por Yves Mamou  •  30 de Junho de 2016

  • Na França, antes da votação britânica, o semanário JDD realizou uma pesquisa de opinião online com a seguinte pergunta: você quer a França fora da UE? 88% dos entrevistados responderam "SIM"!

  • Em nenhum dos países pesquisados houve muito apoio no tocante à transferência do poder para Bruxelas.

  • Para evitar uma possível revolta dos milhões de pouco favorecidos e desempregados, países como a França têm mantido um alto grau de gastos no tocante ao bem-estar social, via contratação de empréstimos externos no mercado internacional para pagar os benefícios do seguro desemprego, bem como pensões para os aposentados Hoje a dívida interna da França é 96,1% do PIB. Em 2008, ela era 68%.

  • Nos últimos anos, os pobres e idosos viram uma mudança drástica em sua vizinhança: o açougueiro se tornou halal, a cafeteria não vende mais álcool e a maioria das mulheres nas ruas usa véus. Até o McDonald's já é halal na França.

  • O reconfortante, é que as pessoas que eram a favor do "Sair" esperaram uma maneira legal de expressar seu protesto. Eles não pegaram em armas ou facas para matar judeus ou muçulmanos: eles votaram. Eles esperaram a oportunidade de expressar o que sentiam.

Marine Le Pen, líder da Frente Nacional, comemora a votação do Brexit sob os dizeres: "E Agora: A França!", 24 de junho de 2016.

"Com que rapidez o inimaginável se tornou o irreversível", ressalta The Economist. Eles estão falando do Brexit, é claro.

A pergunta hoje é: quem poderia imaginar que os ingleses estavam tão cansados de serem membros do The Club? A pergunta para amanhã é: qual país será o próximo?

Na França, antes da votação britânica, o semanário JDD realizou uma pesquisa de opinião online com a seguinte pergunta: você quer a França fora da UE? 88% dos entrevistados responderam "SIM"! Não se trata de uma apuração com metodologia científica, no entanto é um indício. Um recente levantamento, mais específico -- encomendado pelo Pew Research constatou que na França, um dos membros fundadores da "União Europeia", somente 38% da população ainda nutre uma visão favorável da UE, seis pontos a menos do que na Grã-Bretanha. Em nenhum dos países pesquisados houve muito apoio no tocante à transferência do poder para Bruxelas.

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Paris se Torna um Gigantesco Acampamento de Migrantes Ilegais

por Soeren Kern  •  26 de Junho de 2016

  • O partido Frente Nacional acusou a prefeita de Paris Anne Hidalgo de colocar as necessidades dos migrantes acima das dos cidadãos franceses. Em um comunicado, o partido assinalou que o número de pessoas sem-teto em Paris saltou 84% entre 2002 e 2012, mas que Hidalgo não mostrou interesse em amenizar o problema:

  • Muito embora o acordo entre a União Européia e a Turquia, no tocante aos imigrantes, tenha diminuído temporariamente o fluxo da migração ilegal para a Grécia via Turquia, centenas de milhares de migrantes ainda estão a caminho da Europa.

  • De acordo com a International Organization for Migration (Organização Internacional para a Migração), mais de 204.000 migrantes chegaram à Europa (principalmente da Grécia e Itália) nos primeiros cinco meses de 2016, mais do que o dobro do mesmo período de 2015.

A Prefeita de Paris Anne Hidalgo anunciou planos para construir um acampamento para abrigar milhares de migrantes ilegais no centro de Paris, baseado no Grande-Synthe (foto acima), um acampamento que abriga 2.500 migrantes ilegais próximo da cidade portuária de Dunkirk. (Imagem: captura de tela de vídeo da AFP)

A Prefeita de Paris Anne Hidalgo anunciou planos para construir um "acampamento humanitário" próximo a uma das mais movimentadas estações de trens da cidade, para que milhares de migrantes ilegais a caminho da Grã-Bretanha possam "viver com dignidade".

Hidalgo, que tem frequentemente trocado farpas com o presidente francês François Hollande pela sua recusa em receber mais migrantes, assinala que seu plano de ajudar migrantes ilegais da África, Ásia e Oriente Médio é "dever do humanismo".

Críticos contra-argumentam que o plano de Hidalgo é uma artimanha cínica, que tem como objetivo se posicionar à esquerda do atual presidente, como parte de uma estratégia política de abocanhar a liderança do Partido Socialista das mãos de Hollande, cujos índices de rejeição atingem patamares recordes.

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Guerra Santa da Suécia contra Livros Infantis

por Judith Bergman  •  22 de Junho de 2016

  • Levado ao extremo, o impulso desenfreado de limpar uma cultura de elementos que não estejam a altura da ortodoxia politicamente correta atualmente em voga na política, desconcertantemente ecoa a fé do Talibã e do ISIS de destruir tudo aquilo que não esteja de acordo com suas visões alcorânicas. O desejo de "não ofender", levado a sua conclusão lógica, é um impulso totalitário que ameaça destruir tudo aquilo que está em discordância com suas doutrinas. Basicamente, quem vai decidir o que é ofensivo?

  • A pergunta que não quer calar é a seguinte: quanta expurgação e expiação são necessárias para tornar a cultura de um país politicamente correta?

  • "Quando houver festa à fantasia e música, o objetivo é que estes dias sejam experimentados de maneira positiva por todos. Não é permitido o uso da bandeira sueca em trajes de festa à fantasia. ... Sensações positivas e animadas devem ser o foco. ... Nas fotos escolares obviamente não devem constar símbolos nacionais". — Escola sueca em Halmstad.

  • Roma cobriu suas clássicas estátuas de nus em razão da visita do Presidente do Irã Hassan Rouhani, em janeiro de 2016. Quem poderia ter imaginado uma bajulação dessas há uma década?

Jan Lööf, um dos mais queridos escritores de livros infantis da Suécia foi informado recentemente, pela sua editora, que a menos que reescreva o livro e redesenhe as ilustrações do seu best seller de 1966, Vovô é um Pirata, para que sejam mais politicamente corretas, a publicação será retirada do mercado.

Em 1966 Jan Lööf, um dos mais estimados escritores de livros infantis da Suécia, publicou Vovô é um Pirata, um livro infantil ilustrado que destaca entre vários personagens Omar, o pirata malvado e Abdullah, o camelô. O livro é um best seller desde então, sendo traduzido para o inglês, espanhol, francês e outras línguas. Há dez anos 100.000 cópias foram distribuídas ao público sueco juntamente com as refeições do McDia Feliz do McDonald's, como parte de uma iniciativa para estimular a leitura nas crianças.

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Islamistas Infiltram-se no Governo Sueco
Um Mês de Islã e Multiculturalismo na Suécia: Abril de 2016

por Ingrid Carlqvist  •  20 de Junho de 2016

  • A biblioteca em Arvika causou surpresa entre os frequentadores ao oferecer cursos no idioma árabe. Muitos suecos se perguntaram se não seria mais profícuo oferecer cursos em sueco aos imigrantes de língua árabe. A biblioteca, no entanto, não oferece nenhum curso desses.

  • O Serviço de Imigração divulgou um novo relatório em 8 de abril intitulado: "Você é Casado?", que mostra como seus próprios funcionários permitem casamentos infantis.

  • Ainda assim, de acordo com a revelação do professor de direito Göran Lind em 4 de abril, as autoridades suecas ratificaram centenas de casamentos poligâmicos entre imigrantes.

  • Um candidato a asilo foi detido em 23 de abril, entre outras coisas, por desferir pontapés na cabeça da esposa. De acordo com a polícia, o homem ficou furioso porque ela estava estudando sueco.

Salahaden Raoof (esquerda) porta-voz da Juventude Verde em Malmö, Suécia, apareceu ao vivo na TV fazendo a saudação Rabia – uma saudação feita com quatro dedos em apoio à Irmandade Muçulmana. Foi permitido que ele permanecesse no cargo após seu comprometimento que "não a fará novamente". Foto da direita: Mohamed Morsi, presidente deposto do Egito e um dos líderes da Irmandade Muçulmana, popularizou a saudação Rabia.

Abril foi o mês em que os escândalos islamistas do Partido Verde (Miljöpartiet) foram aparecendo um atrás do outro. O Partido Verde faz parte da coalizão do governo sueco juntamente com os sociais-democratas (Socialdemokraterna). A coalizão ficou conhecida como partido que vê com bons olhos a política de fronteiras abertas e com um amor apaixonado pelo multiculturalismo. É exatamente por causa dessas paixões cegas que o partido vem sendo um perfeito candidato para a infiltração islamista. Dentro do Partido Verde, ousar levantar a questão se os muçulmanos consideraram o Islã como uma força política é visto como grosseria e "islamofobia".

Em 17 de abril: o Ministro da Habitação Mehmet Kaplan foi obrigado a renunciar depois que foi veiculado que ele não só se relacionava com islamistas e fascistas como também comparava o tratamento dado por Israel aos palestinos com o tratamento dispensado pela Alemanha Nazista aos judeus.

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A União Européia está Prestes a Acabar com a Tua Liberdade de Expressão

por Douglas Murray  •  19 de Junho de 2016

  • A Chanceler alemã não estava visando reforçar as fronteiras externas da Europa, a reimplantação das fronteiras internas, a criação de um sistema factível de avaliação de asilos e a repatriação de pessoas que mentiram para ingressar na Europa. A Sra. Merkel queria saber de que maneira o fundador do Facebook poderia ajudá-la a restringir a liberdade de expressão dos europeus no Facebook e em outras redes sociais.

  • Então, em 31 de maio, a União Européia anunciou um novo código de conduta na Internet a ser implantado por quatro das mais importantes empresas de tecnologia, incluindo o Facebook e o YouTube.

  • Estava claro, desde o início, que o Facebook tem problemas com definições bem como tendenciosidade política no tocante à definição desses alvos. Qual é a definição de 'racismo' adotada pelo Facebook? E a sua definição de 'xenofobia'? Qual, de fato, é a sua definição de discurso de incitamento ao ódio?

  • Claro, a UE é um governo -- e um governo não eleito além de tudo -- o que explica seu desejo de não somente evitar responder aos seus opositores -- mas também de criminalizar seus pontos de vista e banir suas expressões contrárias -- é tão ruim como a de qualquer governo que proíbe ou criminaliza a liberdade de opinião que não seja adulatória ao governo.

Faz nove meses desde que Angela Merkel e Mark Zuckerberg tentaram resolver a crise migratória da Europa. Uma vez que ela causou a crise migratória ao divulgar que as portas da Europa estavam abertas para o terceiro mundo, ninguém melhor que a própria Angela Merkel para se empenhar em solucionar a crise.

A Chanceler alemã, no entanto, não estava visando reforçar as fronteiras externas da Europa, a reimplantação das fronteiras internas, a criação de um sistema factível de avaliação de asilos e a repatriação de pessoas que mentiram para ingressar na Europa. Mas não, a Chanceler Merkel estava interessada no Facebook.

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Poligamia: A Estatística Acobertada da Europa

por Judith Bergman  •  16 de Junho de 2016

  • O considerável número de casamentos poligâmicos mostra que esses casamentos também são realizados na Europa, secretamente, por meio de cerimônias de casamento conduzidas por imãs. Na maioria dos países europeus os imãs não precisam informar as autoridades sobre esses casamentos.

  • Daham Al Hasan fugiu da Síria para a Dinamarca, deixando para trás três esposas e 20 filhos. De acordo com as leis dinamarquesas que regem a reunificação das famílias, uma das esposas e oito de seus filhos se juntaram a ele na Dinamarca. Mas Al Hasan quer que todos os filhos e todas as esposas fiquem com ele. Os advogados estimam que as esposas remanescentes terão condições de se juntarem aos seus filhos na Dinamarca. O caso causou estupefação, não pelo montante que custará ao estado dinamarquês só em mesada infantil, mas também porque Al Hassan alega estar doente demais para trabalhar ou até para estudar dinamarquês. "Eu não tenho apenas problemas mentais, mas também físicos..." Ele admitiu que sua "doença mental" é sentir saudades dos filhos que deixou voluntariamente para trás.

  • Ainda que as mulheres possam, teoricamente, acionar a polícia ou prestar queixa, elas correm o risco de serem espancadas ou em tese até sofrer divórcio. Os abrigos para mulheres estão "lotados de muçulmanas".

  • A porta-voz da Agência Federal de Emprego da Alemanha disse que a criação de uma central de registros de casamentos islâmicos ajudaria muito em investigar a possibilidade de fraudes.

Há alguns anos o Partido de Centro da Suécia, um dos quatro partidos do governo de coalizão de centro-direita daquela época, propôs legalizar a poligamia. A proposta provocou indignação; em seguida foi descartada. A ala jovem do partido, no entanto, não arredou pé: "nós acreditamos ser importante que o interessado decida com quantas pessoas ele ou ela quer se casar", ressaltou Hanna Wagenius, chefe da Juventude do Centro, prevendo que a poligamia será legalizada em dez anos, quando a sua geração ingressar no parlamento e torná-la realidade.

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Palestinos: Sexo na Cidade de Gaza

por Khaled Abu Toameh  •  12 de Junho de 2016

  • Uma jornalista de 27 anos de idade relatou a Yaghi que um funcionário palestino que trabalha para Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados Palestinos (UNRWA) convidou-a para uma entrevista de trabalho. O funcionário " tentou se aproximar e tocá-la, mas ela se afastou e saiu do escritório... No dia seguinte... ele lhe ofereceu o emprego em troca de favores sexuais".

  • A vítima salientou que segundo a lei palestina funcionários da UNRWA desfrutam de imunidade, não podendo ser processados.

  • O jornalista palestino Amjad Yaghi descobriu que a Lei Básica Palestina não lida com a questão de assédio sexual na sociedade palestina. De modo que a ligação do Hamas com esses criminosos irá mantê-los fora da cadeia e em postos de poder.

  • Onde estão as organizações dos direitos da mulher agora? Onde estão os supervisores e superintendentes europeus e americanos das organizações internacionais de direitos humanos na Faixa de Gaza? Será que eles somente acordarão de seu sono quando houver a suspeição de um israelense envolvido? Quantas mulheres serão atacadas sexualmente enquanto esses cães de guarda dormem?

Em se tratando de assédio sexual, onde estão os supervisores e superintendentes europeus e americanos das organizações internacionais de direitos humanos na Faixa de Gaza? Segundo a lei palestina, funcionários da UNRWA desfrutam de imunidade com respeito a ações penais e a ligação do Hamas com funcionários que se envolvem em assédio sexual irá, sem a menor sombra de dúvida, mantê-los fora da cadeia e em postos de poder. Foto da direita: Pierre Krähenbühl, Comissário Geral da UNRWA, com Federica Mogherini, Alta Representante da UE para Política Externa.

O sexo é considerado tabu na conservadora sociedade palestina. Assim sendo, causou desagradável surpresa para muitos quando, recentemente, o desenfreado assédio sexual na Faixa de Gaza, controlada pelo Hamas, chamou a atenção pública.

Um desastroso relatório, intitulado "Gaza: Desempregados em Busca de Propina e Assédio Sexual", foi publicado no jornal Al-Akhbar, ligado ao Hisbolá em Beirute. Amjad Yaghi, o jovem jornalista palestino que fez a denúncia mostrou extraordinária coragem.

O Hamas, desnecessário dizer, não gostou nada disso.

Yaghi ressaltou que:

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A União Européia Declara Guerra à Liberdade de Expressão na Internet

por Soeren Kern  •  8 de Junho de 2016

  • Aqueles que se opõem à medida, rebatem que a iniciativa equivale a uma agressão à liberdade de expressão na Europa. Eles dizem que a definição da UE de "discurso de incitamento ao ódio" e "incitamento à violência" são tão vagos que poderiam incluir praticamente qualquer coisa considerada politicamente incorreta pelas autoridades européias, incluindo críticas à migração em massa, Islã e até à própria União Européia.

  • Alguns membros do Parlamento Europeu caracterizaram o código de conduta na Internet da UE — que requer que material "ofensivo" seja removido da Internet no máximo em 24 horas — como "Orwelliano".

  • "Ao decidir que os comentários 'xenófobos' em reação à crise também são 'racistas', o Facebook transformou o enfoque da maioria dos povos europeus... em visões 'racistas', classificando assim a maioria dos europeus de racistas" — Douglas Murray.

  • Em janeiro de 2013, o Facebook suspendeu a conta de Khaled Abu Toameh por ele ter escrito sobre a corrupção na Autoridade Palestina. A conta foi reaberta 24 horas depois, com as duas publicações de posts apagadas sem nenhuma explicação.

Nesta semana a União Européia, em parceria com o Facebook, Twitter, YouTube e Microsoft, apresentaram um "código de conduta" para combater a disseminação de "discurso ilegal de incitamento ao ódio" online na Europa. No dia seguinte o Facebook suspendeu a conta de Ingrid Carlqvist, a especialista sueca do Gatestone, por ela ter postado um vídeo do Gatestone em seu feed no Facebook — chamado "Epidemia de Estupros Cometida por Migrantes na Suécia".

A União Européia (UE), em parceria com o Facebook, Twitter, YouTube e Microsoft, acabam de apresentar um "código de conduta" para combater a disseminação de "discurso ilegal de incitamento ao ódio" na Internet na Europa.

Os proponentes da iniciativa sustentam que, na esteira dos ataques terroristas em Paris e Bruxelas, faz-se necessário tomar severas medidas restritivas para combater a propaganda jihadista na Internet.

Aqueles que se opõem à medida, rebatem que a iniciativa equivale a uma agressão à liberdade de expressão na Europa. Os oponentes dizem que a definição da UE de "discurso de incitamento ao ódio" e "incitamento à violência" são tão vagos que poderiam incluir praticamente qualquer coisa considerada politicamente incorreta pelas autoridades européias, incluindo críticas à migração em massa, Islã e até à própria União Européia.

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O Papa cedeu a Europa ao Islã?

por Giulio Meotti  •  5 de Junho de 2016

  • Em 2006, o Papa Bento XV ressaltou que nenhum Papa jamais ousou dizer que há um elo entre violência e Islã. Dez anos depois o Papa Francisco jamais invoca pelo nome os responsáveis pela violência anticristã e nunca menciona a palavra "Islã".

  • O Papa Francisco nem tentou 're-evangelizar' ou reconquistar a Europa. Ao que tudo indica, ele acredita piamente que o futuro do cristianismo está nas Filipinas, Brasil e África. Provavelmente pela mesma razão, o Papa utiliza menos de seu tempo e trabalho censurando o terrível destino dos cristãos no Oriente Médio.

  • O "multiculturalismo" na Europa é a mesquita erguida sobre as ruínas da igreja. Não é a síntese defendida pelo Papa Francisco. É o caminho da extinção.

  • Pedir à Europa para que seja "multicultural" enquanto passa por uma dramática 'descristianização' é extremamente arriscado. Na Alemanha, um relatório que acaba de ser divulgado, constatou que o "país se tornou, em termos demográficos, um país multireligioso". No Reino Unido, uma pesquisa de opinião abrangente constatou que a "Grã-Bretanha não é mais um país cristão". Na França, o Islã também está superando o cristianismo como religião dominante.

Em 2006, o Papa Bento XV (esquerda) ressaltou que nenhum Papa jamais ousou dizer que há um elo entre violência e Islã. Dez anos depois o Papa Francisco (direita) jamais invoca pelo nome os responsáveis pela violência anticristã e nunca menciona a palavra "Islã". (imagem: Benedict: Flickr/Igreja Católica da Inglaterra | Francis: Wikimedia Commons/korea.net)

Ao desenrolarmos a lista das viagens apostólicas do Papa Francisco -- Brasil, Coreia do Sul, Albânia, Turquia, Sri Lanka, Equador, Cuba, Estados Unidos, México, Quênia, Uganda, Filipinas -- poder-se-ia dizer que a Europa não está exatamente no topo da sua agenda.

Os dois pontífices que o antecederam lutaram pela continuidade do cristianismo. O Papa João Paulo II enfrentou o Comunismo ao auxiliar na derrubada do Muro de Berlim e a Cortina de Ferro. O Papa Bento XVI atacou de frente "a ditadura do relativismo" (a crença segundo a qual a verdade está nos olhos de quem a vê) e apostou tudo na renovação da evangelização do continente ao viajar através dele (ele visitou três vezes a Espanha) e em discursos magnificentes como os proferidos em Regensburg, onde ele falou franca e firmemente a respeito da ameaça do Islã e no Parlamento Alemão, onde alertou os políticos presentes no tocante ao declínio da religiosidade e o "sacrifício de seus próprios ideais em nome do poder".

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Líderes Palestinos e o Sacrifício de Crianças

por Khaled Abu Toameh  •  31 de Maio de 2016

  • A Autoridade Palestina (AP) já nutre a esperança de que a tragédia da família de Abu Hindi dará um empurrãozinho aos palestinos na Faixa de Gaza para que se revoltem contra o Hamas.

  • Já o Hamas nutre a esperança que a tragédia deteriore ainda mais a credibilidade da Autoridade Palestina entre os palestinos, apresentada como cúmplice no bloqueio da Faixa de Gaza para impedir que o Hamas receba armamentos.

  • Essas ameaças e contra ameaças constituem assim mais uma demonstração que tanto a AP quanto o Hamas estão determinados a prosseguir em sua luta até a última criança palestina.

  • O que aconteceu na casa de Abu Hindi é uma indescritível tragédia familiar. O que está acontecendo com o povo palestino, que sempre foi governado por líderes que não dão a mínima pelo seu bem-estar, é uma tragédia de proporções nacionais.

Homens mascarados do Hamas posam para a mídia no funeral dos filhos de Abu Hindi em Gaza em 7 maio de 2016.

A trágica morte de três irmãos palestinos, em um incêndio que destruiu a casa deles na Faixa de Gaza em 6 de maio, demonstra mais uma vez até que ponto os líderes palestinos estão dispostos a ir na exploração de suas crianças por motivos políticos e interesses mesquinhos.

Os três filhos da família de Abu Hindi -- Mohamed de 3 anos, seu irmão Nasser de 2 e sua irmã Rahaf, um bebê de apenas dois meses, morreram em um incêndio causado pelo fogo de velas que estavam sendo usadas devido a recorrentes quedas de energia elétrica na Faixa de Gaza.

A crise de energia na Faixa de Gaza é a consequência direita da incessante disputa pelo poder entre as duas forças rivais palestinas, o Hamas e a Autoridade Palestina (AP).

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O Ocidente Precisa Dizer "Je Suis Asia Bibi"

por Giulio Meotti  •  29 de Maio de 2016

  • "Eu não me converterei. Acredito na minha religião e em Jesus Cristo. Além disso, por que eu deveria me converter e não vocês"? — Asia Bibi.

  • A indolência e cobiça condenaram Asia Bibi à morte. Ninguém na Europa foi às ruas para pedir a libertação dessa corajosa mulher ou protestar contra as leis anticristãs do Paquistão.

  • Até o Papa Francisco ficou em silêncio. O símbolo de sua omissão está nos 12 segundos em que o Papa ficou frente a frente com o marido e a filha de Bibi na Praça São Pedro. O Papa mal tocou nos dois. Seu antecessor, o Papa Bento XVI, pediu publicamente, várias vezes, a soltura dela.

  • As tradicionais igrejas protestantes dos Estados Unidos, ocupadas demais com a demonização de Israel, também não se manifestaram. Enquanto isso o cristianismo está sendo erradicado em seu próprio berço.

Asia Bibi e duas de suas cinco filhas, fotografadas antes de seu encarceramento no corredor da morte em 2010 por "blasfêmia".

A condenação à morte de Asia Bibi é como a nuvem de material radioativo de Chernobyl: ela contamina tudo a sua volta. Após a prisão de Asia, seu marido Masih juntamente com seus filhos passaram a viver na clandestinidade. Eles mudaram de residência 15 vezes em cinco anos. Eles sequer podiam estar presentes na audiência judicial de Asia. Era por demais perigoso. Seu marido foi obrigado a se demitir do emprego.

O "crime" de Asia foi ter usado o mesmo copo de água que seus colegas de trabalho muçulmanos. Ela foi condenada à morte porque é cristã e estava com sede. "Você poluiu a nossa água", disseram a ela as mulheres muçulmanas. "Converta-se ao Islã para redimir-se da sua religião imunda".

Asia respirou fundo e respondeu: "eu não me converterei. Acredito na minha religião e em Jesus Cristo Além disso, por que eu deveria me converter e não vocês"?

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Alemanha: Perseguição aos Refugiados Cristãos pelos Muçulmanos
"Os incidentes estão sendo deliberadamente minimizados e até acobertados"

por Soeren Kern  •  27 de Maio de 2016

  • Milhares de cristãos em abrigos para refugiados alemães estão sendo perseguidos por muçulmanos, não raramente pelos seus próprios seguranças, de acordo com o novo relatório da Open Doors.

  • "O maior obstáculo à realização do levantamento foi o medo de muitas vítimas de participarem dele. O temor deles não se restringia apenas em relação às possíveis consequências para eles pessoalmente e aos seus familiares que estão na Alemanha, mas também em relação aos parentes que estão em seus países de origem". — Relatório da Open Doors.

  • "Eu vim para a Alemanha fugindo de meu próprio país na esperança de ter uma vida mais segura em face dos crescentes perigos. Mas na Alemanha eu fui mais ameaçado ainda". — Refugiado cristão na Alemanha.

  • "Apesar do crescente número de denúncias sobre este problema pela mídia, sociedades beneficentes, organizações de direitos humanos, líderes da igreja e organizações cristãs, as autoridades e os políticos alemães sequer realizaram uma investigação. Dito isto, acreditamos que os incidentes estão sendo deliberadamente minimizados e até acobertados. Até em delegacias de polícia ataques motivados pela religião contra refugiados cristãos não são registrados como tais". — Relatório da Open Doors.

Representantes da ONG Open Doors, juntamente com outras ONGs concederam uma entrevista coletiva à imprensa para apresentar o relatório intitulado "Ataques Motivados pela Religião Contra Refugiados Cristãos na Alemanha" realizado pela organização Open Doors em maio de 2016.

Milhares de cristãos em abrigos para refugiados alemães estão sendo perseguidos por muçulmanos, não raramente pelos seus próprios seguranças, de acordo com um novo relatório que assegura que na maioria dos casos as autoridades alemãs nada fazem para proteger as vítimas.

O estudo, segundo consta, alega que tanto as autoridades quanto a polícia alemãs minimizaram deliberadamente e até acobertaram o "tabu" dos ataques muçulmanos contra refugiados cristãos, aparentemente para evitar botar mais lenha na fogueira no tocante aos sentimentos anti-imigração.

O relatório, "Ataques Religiosamente Motivados Contra Refugiados Cristãos na Alemanha" (Religiös motivierte Übergriffe gegen christliche Flüchtlinge in Deutschland), foi elaborado pelo ramo alemão da organização não governamental Open Doors, que oferece suporte aos cristãos perseguidos mundo afora.

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A Epidemia de Estupros Cometida por Migrantes Chega a Áustria

por Soeren Kern  •  26 de Maio de 2016

  • Um candidato a asilo de 20 anos de idade, do Iraque, confessou ter estuprado um menino de dez anos em uma piscina pública em Viena. O iraquiano alegou que se tratava de uma "emergência sexual" resultante de "excesso de energia sexual".

  • Aqueles que ousam vincular a escalada vertiginosa da criminalidade à migração muçulmana em massa estão sendo silenciados pelos guardiões do multiculturalismo austríaco.

  • De acordo com os levantamentos compilados pelo Ministério do Interior da Áustria, cerca de um em cada três candidatos a asilo em Viena foi acusado de cometer crimes em 2015. As gangues norte-africanas que disputam o controle do tráfico de drogas foram responsáveis, a grosso modo, pela metade dos 15.828 crimes violentos — estupros, roubos, facadas e ataques — registrados na cidade durante o ano de 2015.

  • A Áustria recebeu 90.000 candidatos a asilo em 2015, o que a coloca em segundo lugar, per capita, em número de ingressos na União Européia, mas isso não é nada se comparado ao que está por vir. O Ministro do Interior Wolfgang Sobotka alertou no mês passado que pode chegar a um milhão o número de migrantes prestes a atravessarem o Mar Mediterrâneo da Líbia para a Europa.

O entorno da estação de trens de Praterstern em Viena foi invadido por migrantes vadios do Afeganistão e do Norte da África que vendem drogas, brigam por território e atacam mulheres que passam por lá. Policiais foram enviados àquela região 6.265 vezes em 2015.

O brutal estupro coletivo de uma mulher, cometido por três candidatos a asilo do Afeganistão no centro de Viena em 22 de abril, chocou a população austríaca e chamou a atenção para a escalada de estupros, abusos sexuais envolvendo migrantes e outros crimes ao redor do país.

A onda de crimes envolvendo migrantes cresce à medida que o Partido da Liberdade da Áustria (FPÖ) decola nas pesquisas de opinião. Norbert Hofer, o candidato do partido, venceu o primeiro turno das eleições presidenciais da Áustria em 24 de abril e está a caminho de conquistar a presidência no segundo turno marcado para 22 de maio.

Os três afegãos — dois de 16 anos e um de 17 — seguiram a mulher, de 21anos, estudante de intercâmbio, entraram atrás dela em uma toalete pública na estação de trens de Praterstern, um dos principais terminais de transportes de Viena. Um dos migrantes a imobilizou enquanto os outros dois a estupravam.

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Alemanha: "Precisamos de uma Lei Islâmica"
A proposta visa proibir o financiamento externo de mesquitas na Alemanha

por Soeren Kern  •  24 de Maio de 2016

  • "Todos os imãs devem ser formados na Alemanha e compartilhar os nossos valores fundamentais. ... Não é possível aceitarmos a importação de valores diferentes, parcialmente radicais de outros países. O alemão deve ser a língua falada nas mesquitas. A Europa evoluída deve cultivar seu próprio Islã". – Andreas Scheuer, Secretário Geral do partido da União Social Cristã (CSU).

  • O governo turco enviou 970 clérigos — cuja maioria não fala alemão — para conduzir 900 mesquitas na Alemanha controladas por um ramo da Superintendência para Assuntos Religiosos do governo turco. Os clérigos turcos na Alemanha são efetivamente servidores públicos a serviço do governo turco.

  • Erdogan alertou, repetidamente, os imigrantes turcos a não se assimilarem à sociedade alemã. Durante uma visita a Berlim em novembro de 2011, Erdogan declarou: "assimilação é uma violação dos direitos humanos".

A Mesquita Central de Colônia, dirigida pela DITIB é usada como base central na Alemanha da agência de inteligência turca, de onde é dirigido o "esquadrão de criminosos" cuja tarefa é aplicar "severas punições" aos dissidentes turcos na Alemanha. (imagem: © Raimond Spekking/CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons)

Um político alemão do primeiro escalão defendeu a introdução de uma "lei islâmica" que limitaria a influência de imãs estrangeiros e proibiria o financiamento externo de mesquitas na Alemanha.

A proposta — baseada na Lei Islâmica promulgada na Áustria em fevereiro de 2015 — tem como objetivo manter distância do extremismo e promover a integração muçulmana através da criação de um "Islã europeu" moderado.

A iniciativa ocorre em meio a revelações de que o governo turco está pagando os salários de cerca de 1.000 imãs conservadores, dentro da Alemanha, que conduzem mesquitas ao redor do país. Além disso, a Arábia Saudita recentemente se comprometeu em financiar a construção de 200 mesquitas na Alemanha para dar assistência aos candidatos a asilo.

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Menina Yazidi Expõe o Inferno do Estupro Perpetrado pelo ISIS

por Raymond Ibrahim  •  23 de Maio de 2016 16:46

  • Meninas yazidi eram "vendidas" por míseros maços de cigarro.

  • "Eles vinham e pegavam qualquer menina contra a sua vontade; se ela se recusasse, eles a assassinavam sumariamente". — Todas as citações acima constituem trechos da entrevista de Birvan, dadas no programa "Conversa com a (Juventude) Shabaab", apresentado por Ja'far Abdul em 22 de março de 2016.

  • "Qualquer um que passasse pelo nosso quarto e gostasse de nós, bastava dizer: vamos".

  • "Havia 48 membros do ISIS naquela casa e nós éramos duas meninas — duas meninas yazidi".

  • "Eu não ligava mais se fosse pega. Fugir ou morrer era melhor do que continuar naquele lugar".

Uma nova entrevista televisionada, conduzida em árabe, concedida por uma menina yazidi que foi mantida em cativeiro sexual nas mãos do Estado Islâmico, foi difundida em 22 de março de 2016. Ela apareceu no programa "Conversa com a (Juventude) Shabaab", apresentado por Ja'far Abdul.

A adolescente, identificada pelo pseudônimo de Birvan, foi escravizada aos 15 anos de idade sofrendo no cativeiro durante meses até conseguir fugir. Agora ela está com 17 anos. Com base em sua entrevista de 40 minutos segue abaixo a sua história:

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