Últimas Análises e Comentários

O Ocidente Precisa Dizer "Je Suis Asia Bibi"

por Giulio Meotti  •  29 de Maio de 2016

  • "Eu não me converterei. Acredito na minha religião e em Jesus Cristo. Além disso, por que eu deveria me converter e não vocês"? — Asia Bibi.

  • A indolência e cobiça condenaram Asia Bibi à morte. Ninguém na Europa foi às ruas para pedir a libertação dessa corajosa mulher ou protestar contra as leis anticristãs do Paquistão.

  • Até o Papa Francisco ficou em silêncio. O símbolo de sua omissão está nos 12 segundos em que o Papa ficou frente a frente com o marido e a filha de Bibi na Praça São Pedro. O Papa mal tocou nos dois. Seu antecessor, o Papa Bento XVI, pediu publicamente, várias vezes, a soltura dela.

  • As tradicionais igrejas protestantes dos Estados Unidos, ocupadas demais com a demonização de Israel, também não se manifestaram. Enquanto isso o cristianismo está sendo erradicado em seu próprio berço.

Asia Bibi e duas de suas cinco filhas, fotografadas antes de seu encarceramento no corredor da morte em 2010 por "blasfêmia".

A condenação à morte de Asia Bibi é como a nuvem de material radioativo de Chernobyl: ela contamina tudo a sua volta. Após a prisão de Asia, seu marido Masih juntamente com seus filhos passaram a viver na clandestinidade. Eles mudaram de residência 15 vezes em cinco anos. Eles sequer podiam estar presentes na audiência judicial de Asia. Era por demais perigoso. Seu marido foi obrigado a se demitir do emprego.

O "crime" de Asia foi ter usado o mesmo copo de água que seus colegas de trabalho muçulmanos. Ela foi condenada à morte porque é cristã e estava com sede. "Você poluiu a nossa água", disseram a ela as mulheres muçulmanas. "Converta-se ao Islã para redimir-se da sua religião imunda".

Asia respirou fundo e respondeu: "eu não me converterei. Acredito na minha religião e em Jesus Cristo Além disso, por que eu deveria me converter e não vocês"?

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Alemanha: Perseguição aos Refugiados Cristãos pelos Muçulmanos
"Os incidentes estão sendo deliberadamente minimizados e até acobertados"

por Soeren Kern  •  27 de Maio de 2016

  • Milhares de cristãos em abrigos para refugiados alemães estão sendo perseguidos por muçulmanos, não raramente pelos seus próprios seguranças, de acordo com o novo relatório da Open Doors.

  • "O maior obstáculo à realização do levantamento foi o medo de muitas vítimas de participarem dele. O temor deles não se restringia apenas em relação às possíveis consequências para eles pessoalmente e aos seus familiares que estão na Alemanha, mas também em relação aos parentes que estão em seus países de origem". — Relatório da Open Doors.

  • "Eu vim para a Alemanha fugindo de meu próprio país na esperança de ter uma vida mais segura em face dos crescentes perigos. Mas na Alemanha eu fui mais ameaçado ainda". — Refugiado cristão na Alemanha.

  • "Apesar do crescente número de denúncias sobre este problema pela mídia, sociedades beneficentes, organizações de direitos humanos, líderes da igreja e organizações cristãs, as autoridades e os políticos alemães sequer realizaram uma investigação. Dito isto, acreditamos que os incidentes estão sendo deliberadamente minimizados e até acobertados. Até em delegacias de polícia ataques motivados pela religião contra refugiados cristãos não são registrados como tais". — Relatório da Open Doors.

Representantes da ONG Open Doors, juntamente com outras ONGs concederam uma entrevista coletiva à imprensa para apresentar o relatório intitulado "Ataques Motivados pela Religião Contra Refugiados Cristãos na Alemanha" realizado pela organização Open Doors em maio de 2016.

Milhares de cristãos em abrigos para refugiados alemães estão sendo perseguidos por muçulmanos, não raramente pelos seus próprios seguranças, de acordo com um novo relatório que assegura que na maioria dos casos as autoridades alemãs nada fazem para proteger as vítimas.

O estudo, segundo consta, alega que tanto as autoridades quanto a polícia alemãs minimizaram deliberadamente e até acobertaram o "tabu" dos ataques muçulmanos contra refugiados cristãos, aparentemente para evitar botar mais lenha na fogueira no tocante aos sentimentos anti-imigração.

O relatório, "Ataques Religiosamente Motivados Contra Refugiados Cristãos na Alemanha" (Religiös motivierte Übergriffe gegen christliche Flüchtlinge in Deutschland), foi elaborado pelo ramo alemão da organização não governamental Open Doors, que oferece suporte aos cristãos perseguidos mundo afora.

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A Epidemia de Estupros Cometida por Migrantes Chega a Áustria

por Soeren Kern  •  26 de Maio de 2016

  • Um candidato a asilo de 20 anos de idade, do Iraque, confessou ter estuprado um menino de dez anos em uma piscina pública em Viena. O iraquiano alegou que se tratava de uma "emergência sexual" resultante de "excesso de energia sexual".

  • Aqueles que ousam vincular a escalada vertiginosa da criminalidade à migração muçulmana em massa estão sendo silenciados pelos guardiões do multiculturalismo austríaco.

  • De acordo com os levantamentos compilados pelo Ministério do Interior da Áustria, cerca de um em cada três candidatos a asilo em Viena foi acusado de cometer crimes em 2015. As gangues norte-africanas que disputam o controle do tráfico de drogas foram responsáveis, a grosso modo, pela metade dos 15.828 crimes violentos — estupros, roubos, facadas e ataques — registrados na cidade durante o ano de 2015.

  • A Áustria recebeu 90.000 candidatos a asilo em 2015, o que a coloca em segundo lugar, per capita, em número de ingressos na União Européia, mas isso não é nada se comparado ao que está por vir. O Ministro do Interior Wolfgang Sobotka alertou no mês passado que pode chegar a um milhão o número de migrantes prestes a atravessarem o Mar Mediterrâneo da Líbia para a Europa.

O entorno da estação de trens de Praterstern em Viena foi invadido por migrantes vadios do Afeganistão e do Norte da África que vendem drogas, brigam por território e atacam mulheres que passam por lá. Policiais foram enviados àquela região 6.265 vezes em 2015.

O brutal estupro coletivo de uma mulher, cometido por três candidatos a asilo do Afeganistão no centro de Viena em 22 de abril, chocou a população austríaca e chamou a atenção para a escalada de estupros, abusos sexuais envolvendo migrantes e outros crimes ao redor do país.

A onda de crimes envolvendo migrantes cresce à medida que o Partido da Liberdade da Áustria (FPÖ) decola nas pesquisas de opinião. Norbert Hofer, o candidato do partido, venceu o primeiro turno das eleições presidenciais da Áustria em 24 de abril e está a caminho de conquistar a presidência no segundo turno marcado para 22 de maio.

Os três afegãos — dois de 16 anos e um de 17 — seguiram a mulher, de 21anos, estudante de intercâmbio, entraram atrás dela em uma toalete pública na estação de trens de Praterstern, um dos principais terminais de transportes de Viena. Um dos migrantes a imobilizou enquanto os outros dois a estupravam.

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Alemanha: "Precisamos de uma Lei Islâmica"
A proposta visa proibir o financiamento externo de mesquitas na Alemanha

por Soeren Kern  •  24 de Maio de 2016

  • "Todos os imãs devem ser formados na Alemanha e compartilhar os nossos valores fundamentais. ... Não é possível aceitarmos a importação de valores diferentes, parcialmente radicais de outros países. O alemão deve ser a língua falada nas mesquitas. A Europa evoluída deve cultivar seu próprio Islã". – Andreas Scheuer, Secretário Geral do partido da União Social Cristã (CSU).

  • O governo turco enviou 970 clérigos — cuja maioria não fala alemão — para conduzir 900 mesquitas na Alemanha controladas por um ramo da Superintendência para Assuntos Religiosos do governo turco. Os clérigos turcos na Alemanha são efetivamente servidores públicos a serviço do governo turco.

  • Erdogan alertou, repetidamente, os imigrantes turcos a não se assimilarem à sociedade alemã. Durante uma visita a Berlim em novembro de 2011, Erdogan declarou: "assimilação é uma violação dos direitos humanos".

A Mesquita Central de Colônia, dirigida pela DITIB é usada como base central na Alemanha da agência de inteligência turca, de onde é dirigido o "esquadrão de criminosos" cuja tarefa é aplicar "severas punições" aos dissidentes turcos na Alemanha. (imagem: © Raimond Spekking/CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons)

Um político alemão do primeiro escalão defendeu a introdução de uma "lei islâmica" que limitaria a influência de imãs estrangeiros e proibiria o financiamento externo de mesquitas na Alemanha.

A proposta — baseada na Lei Islâmica promulgada na Áustria em fevereiro de 2015 — tem como objetivo manter distância do extremismo e promover a integração muçulmana através da criação de um "Islã europeu" moderado.

A iniciativa ocorre em meio a revelações de que o governo turco está pagando os salários de cerca de 1.000 imãs conservadores, dentro da Alemanha, que conduzem mesquitas ao redor do país. Além disso, a Arábia Saudita recentemente se comprometeu em financiar a construção de 200 mesquitas na Alemanha para dar assistência aos candidatos a asilo.

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Menina Yazidi Expõe o Inferno do Estupro Perpetrado pelo ISIS

por Raymond Ibrahim  •  23 de Maio de 2016 16:46

  • Meninas yazidi eram "vendidas" por míseros maços de cigarro.

  • "Eles vinham e pegavam qualquer menina contra a sua vontade; se ela se recusasse, eles a assassinavam sumariamente". — Todas as citações acima constituem trechos da entrevista de Birvan, dadas no programa "Conversa com a (Juventude) Shabaab", apresentado por Ja'far Abdul em 22 de março de 2016.

  • "Qualquer um que passasse pelo nosso quarto e gostasse de nós, bastava dizer: vamos".

  • "Havia 48 membros do ISIS naquela casa e nós éramos duas meninas — duas meninas yazidi".

  • "Eu não ligava mais se fosse pega. Fugir ou morrer era melhor do que continuar naquele lugar".

Uma nova entrevista televisionada, conduzida em árabe, concedida por uma menina yazidi que foi mantida em cativeiro sexual nas mãos do Estado Islâmico, foi difundida em 22 de março de 2016. Ela apareceu no programa "Conversa com a (Juventude) Shabaab", apresentado por Ja'far Abdul.

A adolescente, identificada pelo pseudônimo de Birvan, foi escravizada aos 15 anos de idade sofrendo no cativeiro durante meses até conseguir fugir. Agora ela está com 17 anos. Com base em sua entrevista de 40 minutos segue abaixo a sua história:

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Líbano e Cristãos sob Ameaça Islamista

por Shadi Khalloul  •  22 de Maio de 2016

  • Grupos jihadistas islâmicos estão ameaçando os cristãos libaneses e exigindo que se convertam ao Islã. Os cristãos libaneses, descendentes dos siríacos arameus, constituíam a maioria da população do país há apenas 100 anos.

  • Saad Hariri, político muçulmano sunita, apoiado pela Arábia Saudita, convidou cada um dos partidos libaneses ao seu gabinete para assinarem um documento assentindo que o Líbano é um país árabe. É uma clara intenção de transformar o Líbano em mais um país oficialmente árabe muçulmano.

  • O próximo passo é trabalhar para mudar a constituição do Líbano de modo que o país seja governado pela Lei Islâmica (Sharia), como já acontece em muitos países árabes e islâmicos, incluindo a Autoridade Palestina (AP). A constituição da AP reza: "os princípios da Sharia Islâmica serão a principal fonte da legislação".

Saad Hariri, político muçulmano sunita no Líbano, apoiado pelos sauditas, convidou recentemente cada um dos partidos libaneses ao seu gabinete para assinarem um documento assentindo que o Líbano é um país árabe. Foto acima: Saad Hariri (direita) com o falecido Rei Saudita Abdullah (esquerda) em 2014.

Os recentes levantes no Líbano estão fazendo com que as comunidades cristãs locais temam pela própria sobrevivência como herdeiras e descendentes dos primeiros cristãos. Os cristãos do Oriente Médio estão sujeitos a um enorme genocídio, parecido com o genocídio cristão que se seguiu após a conquista islâmica do Oriente Médio no Século VII da era cristã.

Grupos jihadistas islâmicos estão ameaçando os cristãos libaneses e exigindo que se convertam ao Islã. Os cristãos libaneses, descendentes dos siríacos arameus, constituíam a maioria da população do país há apenas 100 anos.

A exigência para que os cristãos se convertessem ao Islã constituiu uma das declarações emitidas pelo ISIS e por outros grupos islâmicos que se escondiam na fronteira montanhosa entre a Síria e o Líbano.

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Grã-Bretanha? Moderados? Como é que é?

por Douglas Murray  •  16 de Maio de 2016

  • Uma nova pesquisa de opinião realizada com os muçulmanos britânicos constatou que a maioria mantém pontos de vista com os quais a maioria dos britânicos discordaria. Por exemplo, 52% dos muçulmanos britânicos sustentam que a homossexualidade deveria ser ilegal. Uma pesquisa anterior constatou que 27% dos muçulmanos britânicos nutrem "certa simpatia no tocante à motivação que está por trás dos ataques do ano passado" à redação da revista satírica francesa Charlie Hebdo.

  • Sempre que saem resultados de pesquisas de opinião, praticamente toda a comunidade muçulmana, incluindo quase todos os muçulmanos que trabalham na mídia e todos os grupos autonomeados "líderes da comunidade muçulmana" tentam provar que a pesquisa é fraudulenta.

  • Se eu sempre soubesse que a minha "comunidade" guardava no coração visões dessa natureza e se uma pesquisa de opinião revelasse essa realidade, eu ficaria profundamente envergonhado. Mas quando aparecem pesquisas de opinião dessa natureza sobre os muçulmanos britânicos, eles nunca dão a entender que há alguma introspecção dessas. Não há vergonha nem preocupação, somente ataques.

  • Se realmente houvesse uma "maioria moderada", então se saísse uma pesquisa revelando que 14 da comunidade quer primordialmente mudar a lei do país e viver sob a Lei Islâmica (Sharia), os outros 75% dedicariam seu tempo tentando mudar a opinião daqueles 25%. Mas não, cerca de 74% dos 75% que não estão a favor da sharia passam o tempo cobrindo aqueles 25%, atacando o instituto de pesquisas que fez os levantamentos.

Ouve-se com frequência acerca da "maioria moderada muçulmana". A cada ataque terrorista, os políticos nos dizem que "a maioria moderada dos muçulmanos condena veementemente esses ataques". Passada a comoção, cronistas e especialistas aparecem para ressaltar: "é óbvio que a ampla maioria dos muçulmanos é moderada". Mas será que é verdade? Será que a ampla maioria dos muçulmanos é realmente "moderada"?

Uma série de fatores indica que talvez não seja bem assim –– o que mais salta aos olhos é a questão repetidamente revelada pelas pesquisas de opinião. Recorrentemente os resultados das pesquisas de opinião no mundo ocidental, isso sem falar do Oriente Médio e do Norte da África, mostram um quadro completamente diferente da esmaecida imagem de "maioria moderada".

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Suécia: Um Mendigo em Cada Esquina

por Ingrid Carlqvist  •  4 de Maio de 2016

  • Nos últimos anos a Suécia foi inundada por mendigos ciganos da Romênia e Bulgária. Já há, segundo estimativa do governo, cerca de 4.000 mendigos ciganos na Suécia (cuja população é de 9,5 milhões de habitantes).

  • "Nós não enganamos ninguém. Estamos apenas nos beneficiando desta oportunidade". — Mendigo búlgaro na Suécia que disse ser "proprietário" de cinco esquinas.

  • "Se a mendicância for lucrativa eles continuarão miseráveis... Dar dinheiro acentua a gravidade da situação. E ao mesmo tempo contribui para que o problema maior se torne permanente; a miséria... Isso não ajudará os ciganos, apenas oferece uma oportunidade para você se sentir um boa praça". ... O conceito básico do racismo é precisamente este: nós ocidentais e suecos somos muito superiores (mais inteligentes) e os ciganos são inferiores (burros). Se isto... não é racismo, então eu não sei o que é. ... Poder-se-ia acrescentar que a imagem é invertida nos ciganos. Eles se consideram superiores e inteligentes, ao passo que os gadjo (não ciganos) são idiotas, ingênuos e crédulos". — Karl-Olov Arnstberg, etnólogo sueco.

  • "nossa veemente recomendação é a de não dar dinheiro aos mendigos. Isso transforma a mendicância em profissão... Dar esmola incentiva uma vida sem futuro; mudar de um país para o outro não irá resolver o problema deles". — Florin Ivanovici, diretor da organização de ajuda humanitária Life and Light Foundation, Bucareste, Romênia.

No ano passado uma equipe de uma rede de notícias da Bulgária veio à Suécia para fazer um documentário sobre os mendigos ciganos da Bulgária e Romênia.

Ninguém sabe ao certo quantos eles são, mas o fato é que nos últimos anos a Suécia foi inundada de mendigos ciganos da Romênia e Bulgária. Em 2014, o jornal Sydsvenskan reportou que a estimativa era que havia no país 600 mendigos ciganos; alguns meses atrás, Martin Valfridsson, "Coordenador Nacional para Cidadãos Vulneráveis da União Européia", indicado pelo governo, constatou que já são cerca de 4.000.

É possível ver mendigos sentados nas portas de praticamente todas as lojas, não só nas grandes cidades, mas também nas pequenas aldeias rurais. No longínquo norte da Suécia, em postos de gasolina no meio do nada, clientes são interpelados por mendigos dizendo: "senhor, senhora!", esticando os braços com canecas de papel nas mãos.

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A "Solução de Dois Estados": Ironia e Realidade

por Louis René Beres  •  3 de Maio de 2016

  • "O estabelecimento de um estado (palestino) deste tipo significa a entrada de forças palestinas prontas para o combate na Judéia e Samaria... Em tempos de guerra, as fronteiras do estado palestino formarão uma plataforma excelente para que as forças móveis preparem ataques contra as instalações de infraestrutura vitais para a existência de Israel..." — Shimon Peres, Prêmio Nobel e ex-primeiro-ministro de Israel em 1978.

  • A Organização para a Libertação da Palestina (OLP) foi formada em 1964; três anos antes que houvesse qualquer "território ocupado". Então, o que exatamente a OLP planejava "libertar"?

  • Tanto a Fatah quanto o Hamas sempre consideraram, e ainda consideram, Israel simplesmente parte da "Palestina". Em seus mapas oficiais de hoje, todo o Estado de Israel é identificado como a "Palestina Ocupada".

  • "Dá para ver que planejamos eliminar o Estado de Israel e estabelecer um estado palestino puro. ... Os judeus não me servem para nada, eles são e continuam sendo judeus". — Presidente da OLP Yasser Arafat, 30 de janeiro de 1996 (dois anos e meio depois da assinatura dos Acordos de Paz de Oslo).

  • Em vista dessas recorrentes e intolerantes óticas árabes no tocante à existência de Israel, a lei internacional não pode se basear na expectativa do cumprimento de nenhum acordo, incluindo os acordos concernentes ao uso de força armada; mesmo se os acordos incluíssem determinadas garantias explícitas dos EUA a Israel.

Primeiro Ministro de Israel Yitzhak Rabin, Presidente dos Estados Unidos Bill Clinton e o Presidente da OLP Yasser Arafat na cerimônia de assinatura dos Acordos de Oslo em 13 de setembro de 1993. Em 1996, Arafat declarou publicamente: "nós palestinos tomaremos tudo... Dá para ver que planejamos eliminar o Estado de Israel e estabelecer um estado palestino puro. ... Os judeus não me servem para nada, eles são e continuam sendo judeus". (imagem: Vince Musi / Casa Branca)

Não faltam ironias nos intermináveis debates de Israel e do estado palestino.

Um exemplo estranhamente negligenciado é a guinada de 180º do ex-primeiro-ministro israelense Shimon Peres. Visto hoje como provavelmente o mais alçado dos defensores israelenses da "Solução de Dois Estados", às vezes também referenciado como o "Mapa do Caminho para a Paz no Oriente Médio", inicialmente Peres considerava a soberania palestina uma ameaça existencial intolerável para Israel. Mais especificamente, em seu livro, Tomorrow is Now (1978), o Sr. Peres inequivocamente alerta:

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Europa: Suicídio via Jihad

por Guy Millière  •  2 de Maio de 2016

  • Nas últimas duas décadas a Bélgica se tornou o centro nevrálgico da jihad na Europa. O distrito de Molenbeek em Bruxelas já é um território islamista estrangeiro no coração da Bélgica. O distrito, no entanto, não é um território sem lei: a Lei Islâmica (Sharia), para todos os efeitos, substituiu a lei belga.

  • Um dos organizadores dos atentados em Paris, Salah Abdeslam, vivia tranquilamente em Molenbeek durante quatro meses até que a polícia resolveu prendê-lo. A polícia belga sabia exatamente onde ele se encontrava, contudo só tomou providências após o pedido das autoridades francesas. Após a prisão, ele foi tratado como mero contraventor. A polícia não lhe perguntou nada sobre as redes jihadistas com as quais ele operava. Os policiais que o interrogaram foram instruídos a tratá-lo com delicadeza. Os elementos que o ajudaram a se esconder não foram indiciados.

  • Os líderes europeus disseminaram a ideia de que o Ocidente era culpado pela opressão dos muçulmanos. Consequentemente foram eles (europeus) que semearam o ressentimento antiocidental no meio muçulmano da Europa.

  • Na esperança de agradar os seguidores do Islã radical e mostrar-lhes que a Europa tinha condições de compreender suas "reivindicações", eles optaram por pressionar Israel. Quando os europeus foram atacados, eles não conseguiram entender o porquê. Eles tinham dado tudo de si para agradar os muçulmanos. Eles sequer incomodaram os jihadistas.

Abdelhamid Abaaoud (esquerda), um dos arquitetos dos ataques terroristas de 15 de novembro em Paris, era, assim como muitos terroristas na Europa, de Molenbeek, Bélgica. Philippe Moureaux (direita) foi prefeito de Molenbeek por 20 anos, graças a sua aliança com islamistas radicais.

Os ataques jihadistas de 22 de março em Bruxelas refletem uma tragédia anunciada. O que causa espanto é que eles não aconteceram antes. O que também surpreende é que não houve mais mortos. Ao que tudo indica, os arquitetos do ataque tinham em mente projetos bem mais espetaculares; eles queriam atacar uma usina nuclear. Outros poderão chegar lá.

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Cobrir as Mulheres: A Arma Mais Poderosa dos Islamistas

por Giulio Meotti  •  27 de Abril de 2016

  • A primeira vítima da guerra islamista na Argélia foi Katia Bengana, uma menina que se recusou a usar o véu, que mesmo quando diante dos carrascos que apontavam as armas para a sua cabeça permaneceu fiel aos seus princípios. Em 1994, Argel acordou, literalmente, com pôsteres colados nos muros anunciando a execução de mulheres sem véus.

  • Em abril de 1947 a Princesa Lalla Aisha fez um pronunciamento em Tânger, as pessoas ficaram estupefatas com aquela menina sem véu. Em questão de semanas, mulheres por todo o país se recusaram a usar o véu. Hoje o Marrocos é um dos países mais liberais do mundo árabe.

  • Em meados dos anos 1980 a Lei Islâmica (Sharia) foi introduzida em diversos países, as mulheres no Oriente Médio foram colocadas em uma prisão portátil e na Europa voltaram a usar o véu para recuperar sua "identidade", vale dizer, a recusa em assimilar valores ocidentais e a islamização de muitas cidades européias.

  • Em primeiro lugar as mulheres foram obrigadas a usar véus, feito isso, os islamistas iniciaram a jihad contra o Ocidente.

Veja as fotografias de Cabul dos anos de 1960, 1970 e 1980 e você verá muitas mulheres sem véus. Aí veio o Talibã e fez com que elas se cobrissem por inteiro.

Laurence Rossignol, Ministra da Família, Juventude e Direitos das Mulheres da França, incitou a ira no tocante à proliferação do véu islâmico em seu país ao comparar as mulheres que usam lenços de cabeça com os "negros americanos que aceitaram a escravidão". Concomitantemente, Elisabeth Badinter, uma das feministas mais famosas da França, chegou a defender o boicote contra as empresas européias ligadas à moda, como a Uniqlo e a Dolce & Gabbana, que estão desenvolvendo vestuário islamicamente correto (em 2013, os muçulmanos gastaram US$266 bilhões com vestuário e a cifra poderá atingir US$484 bilhões até 2019).

Uma nova tendência também está emergindo na cultura popular ocidental, cultura esta praticamente desconhecida da mídia há uma década: mulheres usando lenços de cabeça também estão presentes em programas de TV como o MasterChef.

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O Novo Método do Hamas de Envenenar as Mentes das Crianças Palestinas

por Khaled Abu Toameh  •  23 de Abril de 2016

  • Os pregadores pertencentes ao Ministério Wakf (fundação islâmica), controlado pelo Hamas na Faixa de Gaza, entram nas escolas e garantem, por meio do rito exorcista, que as crianças estejam arrependidas e fiéis ao Islã.

  • Estas são as crianças que mais tarde serão recrutadas como "combatentes" na jihad contra Israel e os "incrédulos".

  • A câmera de vídeo da escola da Faixa de Gaza flagra os líderes palestinos abusando e usando de lavagem cerebral em seus próprios filhos.

  • Agora o processo de paz do Oriente Médio espera seu próprio exorcismo.

Três meninos choram ao passar pelo ritual exorcista na Escola Al-Nil na Cidade de Gaza, realizado por pregadores pertencentes ao Ministério Wakf (fundação islâmica), controlada pelo Hamas.

O Hamas passou anos envenenando corações e mentes das crianças palestinas. O movimento islamista está experimentando uma nova tática de lavagem cerebral: exorcismo.

A prática cuja finalmente é expurgar "demônios" que possam ter se infiltrado nas almas das crianças chocou muitos palestinos.

Esse novíssimo abuso infantil cometido pelo Hamas foi exibido em um vídeo vazado e posteriormente publicado nas redes sociais palestinas. A crueldade do procedimento causou alvoroço nos palestinos.

O vídeo mostra crianças histéricas ao lado de pregadores exorcistas pertencentes ao Ministério Wakf (fundação islâmica), controlada pelo Hamas, na Faixa de Gaza. Esse rito humilhante e invasivo está sendo praticado na Escola Al-Nil School na Cidade de Gaza.

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Comemorando o Terrorismo ao Estilo Palestino

por Khaled Abu Toameh  •  19 de Abril de 2016

  • O júbilo palestino concernente ao ataque terrorista de ontem em Jerusalém, o primeiro deste tipo desde os atentados suicidas durante a Segunda Intifada há mais de uma década, é mais um lembrete da crescente radicalização no meio palestino.

  • O principal obstáculo à paz com Israel continua sendo a ausência de uma educação para a paz com Israel. Na realidade, pode-se afirmar com segurança que nunca houve nenhuma tentativa sincera por parte das facções e líderes palestinos em preparar seu povo para a paz com Israel. Muito pelo contrário, a mensagem que eles mandam ao seu povo continua sendo radicalmente contra Israel.

  • Isso põe em xeque a disposição tanto da liderança palestina quanto do povo de avançar na direção da paz e coexistência com Israel.

A cartunista palestina Omayya Juha comemorou o ataque terrorista de 18 de abril contra um ônibus de Jerusalém desenhando rapidamente uma charge destacando uma palestina festejando o ataque terrorista, uivando e distribuindo doces.

Logo depois da explosão do ataque terrorista em um ônibus de Jerusalém em 18 de abril, inúmeras facções palestinas se apressaram em emitir declarações aplaudindo a "heróica operação", exortando os palestinos a prosseguirem no caminho da luta armada contra Israel.

O júbilo palestino concernente ao ataque terrorista, o primeiro deste tipo desde os atentados suicidas durante a Segunda Intifada há mais de uma década, é mais um lembrete da crescente radicalização no meio palestino. Esta radicalização é atribuída principalmente ao incessante incitamento e doutrinamento anti-Israel impingido por diversas facções e líderes palestinos.

Não é de se admirar que o primeiro grupo palestino a aplaudir o ataque ao ônibus de Jerusalém tenha sido o Hamas.

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Palestinos: Eliminando a História Cristã

por Khaled Abu Toameh  •  18 de Abril de 2016

  • Para os cristãos palestinos, a destruição das ruínas da milenar igreja bizantina é mais uma tentativa dos líderes muçulmanos palestinos de eliminar, tanto a história cristã quanto qualquer vestígio da sua presença na Cisjordânia e Faixa de Gaza, sob os governos da Autoridade Palestina (AP) e o Hamas. Um número cada vez maior de cristãos tem a sensação de que está sendo alvo, isso de maneira sistemática, tanto pela AP quanto pelo Hamas simplesmente por serem cristãos.

  • Com o uso de escavadeiras foram destruídos alguns artefatos da igreja; alguns palestinos acusaram tanto o Hamas quanto a AP de copiarem as táticas do ISIS para destruir patrimônios históricos.

  • "Onde estão os líderes das igrejas em Jerusalém e ao redor do mundo?... Onde estão o Vaticano e a UNESCO? Onde estão os líderes e os homens públicos que falam, falam, falam em unidade nacional e preservação de lugares sagrados? Ou será que se trata de uma conspiração coletiva para acabar com a nossa existência e história no Oriente"? –– Sami Khalil, cristão da cidade de Nablus na Cisjordânia.

  • O sofrimento dos cristãos palestinos não interessa à comunidade internacional. Isso se dá porque Israel não pode ser culpado pela destruição das antiguidades. Se a atual política contra os cristãos continuar, chegará o dia em que não haverá mais cristãos em Belém.

O Hamas destruiu as ruínas de uma igreja bizantina construída há 1.800 anos recentemente descoberta na Cidade de Gaza.

Os cristãos palestinos estão com quatro pedras nas mãos no tocante à destruição das ruínas de uma milenar igreja bizantina recentemente descoberta na Cidade de Gaza.

O protesto, no entanto, não atraiu a atenção da comunidade internacional, nem mesmo das agências das Nações Unidas como a UNESCO, cuja missão é proteger o patrimônio cultural e natural do planeta.

As ruínas da igreja construída há 1.800 anos foram descobertas na Praça Palestina, na região de Al-Daraj na Cidade de Gaza, onde o Hamas planeja construir um shopping center. A impressionante descoberta de antiguidades parece não ter impressionado os trabalhadores da construção, que removeram os artefatos e continuaram normalmente com o seu trabalho.

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Espanha: Cursos sobre o Islã em Escolas Públicas
Portão de Entrada para o Islã Radical?

por Soeren Kern  •  15 de Abril de 2016

  • As diretrizes para o ensino do Islã em escolas públicas, redigidas pela Comissão Islâmica da Espanha e aprovadas pelo Ministério da Educação, tem como objetivo despertar o fervor religioso e promover a identidade islâmica nos muçulmanos jovens na Espanha.

  • As diretrizes, que vislumbram o ensino de todos os aspectos da doutrina islâmica, cultura e história, são salpicadas com a terminologia "politicamente correta"... mas o objetivo como um todo é claro: doutrinar jovens com a visão de mundo islâmica.

  • De acordo com as diretrizes, os alunos do pré-primário (de 3 a 6 anos de idade) deverão estudar a profissão-de-fé islâmica, a Shahada, que assevera que "não há outro Deus a não ser Alá e que Maomé é o seu Mensageiro". A Shahada é o portão de entrar para o Islã: para alguém se tornar muçulmano basta repetir a Shahada três vezes na frente de uma testemunha. As crianças também serão estimuladas a "repetir, através de diferentes formas de expressão, os valores observados por Maomé".

  • No ensino fundamental (de 6 a 12 anos), as diretrizes exigem que as crianças "reconheçam Maomé como o último profeta enviado por Alá e aceitem-no como o mais importante dos profetas".

Diretrizes curriculares do governo espanhol para os estudos islâmicos em escolas públicas foram redigidas por Riaÿ Tatary, imã da Mesquita Abu-Bakr. Analistas especializados em contraterrorismo suspeitam há muito tempo que Tatary está intimamente ligado à Irmandade Muçulmana.

O governo espanhol publicou novas diretrizes no tocante ao ensino do Islã em escolas públicas do pré-primário e do ensino fundamental e médio.

As diretrizes estão sendo aplaudidas como uma medida para evitar que crianças e jovens muçulmanos sejam arrastados para o terrorismo expondo-os a uma interpretação "moderada" do Islã.

Um olhar minucioso nas diretrizes redigidas pela Comissão Islâmica da Espanha e aprovada pelo Ministério da Educação, mostra que o objetivo é despertar o fervor religioso e promover a identidade islâmica nos muçulmanos jovens da Espanha.

O novo plano, considerado o mais ambicioso de toda a Europa, equivale a um programa aprovado pelo governo para introduzir um currículo escolar de estudos islâmicos completo, em escolas públicas, em todo território nacional, quando símbolos religiosos cristãos estão sendo sistematicamente removidos das escolas públicas espanholas pelos agentes oficiais do secularismo.

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